O UNAIDS expressa seu sincero agradecimento à Dinamarca pelo apoio de longa data e saúda sua decisão de aumentar suas principais contribuições para o UNAIDS. A Dinamarca aumentará sua contribuição para o UNAIDS para 6,5 milhões de dólares em 2018 (de 30 milhões de coroas dinamarquesas em 2017 para 40 milhões de coroas dinamarquesas em 2018). Leia Mais

A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (18), durante lançamento da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11), a retirada dos transtornos de identidade de gênero do capítulo de doenças mentais. Com a mudança, o termo passa a ser chamado de incongruência de gênero, e está inserido no capítulo sobre saúde sexual. A nova classificação acontece 28 anos depois da decisão de retirar o termo homossexualidade da lista de doenças, no dia 17 de maio de 1990. Leia Mais

A Retrospectiva 2017 do UNAIDS no Brasil tem o objetivo de celebrar um ano de conquistas e de ações que contribuíram para importantes avanços no debate nacional sobre HIV e AIDS. Foi um ano de consolidação de diversas estratégias iniciadas em 2013 e também um ano marcado pelo lançamento de novas frentes e novas bases para a mobilização de parceiros e setores da sociedade capazes de apoiar nossos esforços para alcançar as metas de Aceleração da Resposta (Fast-Track) rumo ao fim da epidemia de AIDS até 2030. Leia Mais

O governo de Santa Catarina e outras 12 cidades catarinenses assinaram, nesta quarta-feira (13/06), em Florianópolis, a Declaração de Paris. Lançada na capital francesa pelo UNAIDS em 2014, a carta de compromisso marca o comprometimento dos municípios com a estratégia de Aceleração da Resposta nas Cidades (Fast-Track Cities) rumo ao fim da epidemia de AIDS como ameaça à saúde pública até 2030. O estado e os municípios catarinenses unem-se a outras 30 cidades brasileiras, o Distrito Federal e o estado do Rio Grande do Sul, que já assinaram a Declaração em anos anteriores. Juntos, esses municípios respondem por uma população de mais de 47 milhões de brasileiros. Leia Mais

O UNAIDS presta aqui uma homenagem à vida e ao trabalho de Calle Almedal, Assessor Sênior do UNAIDS em Parcerias com a Sociedade Civil e Organizações Religiosas de 1997 a 2007. Ele nasceu na Suécia em 1945 e faleceu em 7 de junho de 2018, após uma longa batalha contra o câncer. Leia Mais

No meio do caminho rumo aos 10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020, acordados pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2016, os Estados-membros se reuniram para avaliar o progresso da resposta ao HIV. Reunidos na sede das Nações Unidas em Nova Iorque, os Estados-membros apresentaram os avanços e desafios de seus países e ouviram o Secretário-Geral das Nações Unidas, que apresentou seu relatório sobre a resposta global ao HIV. Leia Mais

Lucy Wanjiku é uma jovem mãe que vive com HIV e lidera a organização Vozes de Mulheres Jovens Positivas do Quênia. Ela tinha apenas 19 anos quando descobriu que estava vivendo com HIV. “Ser mãe adolescente e viver com HIV foram experiência muito diferentes”, disse Lucy. “Fui discriminada pela comunidade, minha família e até mesmo por serviços de saúde. Não há estrutura de suporte disponível. ” Leia Mais

O UNAIDS lançou o novo Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023. O plano baseia-se no progresso alcançado no Plano 2013-2018, que forneceu uma estrutura para promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres em todo o Secretariado do UNAIDS. Leia Mais

A sociedade civil tem desempenhado papel importante na resposta ao HIV desde o início da epidemia, demandando acesso a medicamentos capazes de salvar vidas, exigindo os direitos das pessoas vivendo com HIV ou afetadas pelo vírus e fornecendo prevenção, cuidados e apoio essenciais. Sem a sociedade civil, menos serviços de HIV estariam disponíveis, particularmente para populações marginalizadas e pessoas em áreas distantes. Leia Mais

A violência de gênero é uma das mais persistentes violações de direitos humanos em todo o mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um terço das mulheres em todo o mundo já sofreram algum tipo de violência. A violência doméstica aumenta o risco de infecção por HIV em até uma vez e meia, dependendo da região. Entre as populações marginalizadas, uma alta prevalência de violência está ligada a taxas mais altas de infecção pelo HIV, particularmente entre as mulheres trans. Leia Mais