No Dia Mundial da AIDS, a resposta ao HIV ganha um importante reforço com a adesão do estado de São Paulo à Declaração de Paris, iniciativa que visa intensificar ações para acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. O documento foi assinado por Jean Gorinchteyn, secretário de Estado de Saúde de São Paulo, representando o governador João Doria, e recebido em cerimônia oficial por Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.

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Olá a todos e todas,

Neste dia primeiro de dezembro, celebramos o Dia Mundial da AIDS. Essa é uma data para relembrar as pessoas que nos deixaram por doenças relacionadas à AIDS e para celebrar a vida das pessoas que vivem com HIV, e vivem com saúde.

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Na véspera do Dia Mundial da AIDS, o UNAIDS Brasil reuniu virtualmente representantes do legislativo e executivo municipais e estaduais, sociedade civil e profissionais de gestão da saúde de 15 cidades brasileiras no lançamento dos “Diálogos Fast-Track Cities”, a fim de debater os avanços, desafios e entraves nas respostas ao HIV no âmbito municipal.

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O UNAIDS emitiu hoje um aviso contundente de que se as lideranças mundiais não conseguirem abordar as desigualdades, o mundo poderá enfrentar 7,7 milhões* de mortes relacionadas à AIDS nos próximos 10 anos. O UNAIDS adverte, ainda, que se as medidas transformadoras necessárias para acabar com a AIDS não forem tomadas, o mundo também ficará preso na crise de COVID-19 e permanecerá perigosamente despreparado para as pandemias que estão por vir.

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Olá, amigos e amigas, saudações neste Dia Mundial da AIDS e minha solidariedade para todas as pessoas enquanto enfrentamos o impacto de duas pandemias que colidem.

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Com grandes dificuldades de financiamento desde 2015, o UNAIDS convocou doadores, parcerias e participantes do Junta de Coordenação do Programa (PCB) em Genebra, Suíça, para um diálogo a fim de ajudar a reforçar os esforços do UNAIDS no apoio aos países para acabar com a AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

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Lançada em meados de setembro por Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, a campanha “Respeito” está sensibilizando a equipe do UNAIDS sobre a Política de Prevenção e Tratamento de Conduta Abusiva do UNAIDS/Organização Mundial da Saúde (em inglês), atualizada no início de 2021.

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O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em parceria pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexo (ABGLT), a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) e a Associação Baiana de Travestis, Transexuais e Transgêneros em Ação (Atração), com o apoio da campanha ONU Livres & Iguais, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), da Rede Brasil do Pacto Global, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+.

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A maioria das empresas no Brasil se preocupa em ampliar a diversidade no quadro funcional, mas ainda enfrenta desafios para promover a real inclusão, preparar o ambiente de trabalho com ações para acolher, reter e desenvolver talentos de pessoas provenientes de grupos marginalizados no ambiente corporativo. Com isso, buscam profissionais para vagas regulares, sem adequar exigências de qualificações. Isto muitas vezes leva ao não preenchimento das vagas ou à busca por colaboradores e colaboradoras até mesmo na concorrência. É o que revela uma pesquisa inédita realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a plataforma Somos Diversidade e UNAIDS Brasil.

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No Dia Internacional de Pessoas que Usam Drogas, o UNAIDS apela para uma ação urgente contra a criminalização de pessoas que usam drogas, para a reparação dos efeitos negativos da criminalização sobre o HIV, hepatite viral e outras questões de saúde, para o respeito aos direitos humanos e para mais fundos para programas de redução de danos liderados pela comunidade.

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