Relatórios e Publicações

2021

O relatório Dados de Tuberculose Associados ao HIV e Ações Recomendadas traz números e análises referentes ao cenário brasileiro de tuberculose, assim como os progressos alcançados em relação à Declaração Política e quais as ações prioritárias recomendadas para reduzir o impacto da TB associada ao HIV no Brasil.

São 14 páginas com dados, referências e gráficos que mostram perfis de pacientes com TB e como eles estão associados à infecção por HIV.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui (em inglês).


O relatório Holding the Line: communities as first responders to COVID-19 and emerging health threats traz dados de pesquisa que abrangem 225 organizações em 72 países, e mostra uma série de ações e esforços feitos por estas organizações da sociedade civil em resposta às pandemias da COVID-19 e do HIV.

São descritos no relatório movimentos e a mobilização das organizações em locais que governos não conseguiam chegar. O relatório também destaca as ações de alta prioridade que ainda são urgentemente necessárias e que garantirão a continuidade dos serviços relacionados ao HIV, bem como a sustentabilidade das organizações.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui (em inglês).


A Cartilha de Saúde LGBTI+: Políticas, instituições e saúde em tempos de COVID-19 é uma colaboração entre o UNAIDS e a TODXS Brasil, organização não governamental que trabalha desde 2017 com ações voltadas para a comunidade LGBTQIA+ no Brasil.

A cartilha, que possui 60 páginas, traz uma série de informações sobre políticas, instituições e serviços de saúde e demandas específicas de saúde sexual e reprodutiva.

Para ter acesso ao conteúdo completo da cartilha, acesse aqui.

 


A publicação “Vamos falar sobre prevenção às IST/HIV/Aids e hepatites virais” é fruto da parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o UNAIDS, no âmbito do “Plano Integrado das Nações Unidas para o estado do Amazonas: Amazonaids”, com o objetivo de elaborar e disponibilizar material educativo multilíngue e intercultural, para o trabalho de prevenção das IST/HIV/Aids e Hepatites Virais nas escolas indígenas.

A parceria contou com a colaboração do DSEI/SESAI do Alto Solimões, Coordenação Regional da FUNAI do Alto Solimões, das Secretarias de Saúde e de Educação do Município de Tabatinga da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), do Ministério da Saúde, do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN e do ponto focal da AHF Brasil em Tabatinga.

Para ter acesso ao conteúdo completo da publicação, acesse aqui

2020

O relatório Agarrar a oportunidade: enfrentando as desigualdades enraizadas para acabar com epidemias (na tradução livre), alerta para o fato de que os ganhos obtidos até agora na resposta ao HIV podem ser perdidos e o progresso interrompido se não agirmos. O relatório destaca o os países precisam redobrar seus esforços e agir com maior urgência para alcançar as milhões de pessoas ainda deixadas para trás. O documento mostra um progresso significativo, mas altamente desigual, principalmente na expansão do acesso à terapia antirretroviral. Como as conquistas não foram compartilhadas igualmente dentro dos países e entre eles, as metas globais de HIV estabelecidas para 2020 não serão alcançadas.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui (em inglês).

2019

O Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS é uma ferramenta para detectar e medir a mudança de tendências em relação ao estigma e à discriminação relacionados ao HIV, a partir da perspectiva das pessoas vivendo com HIV e com AIDS. Esta versão brasileira foi executada em sete capitais: Manaus (AM), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Recife (PE), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), com 1.784 pessoas, entre abril e agosto de 2019.

Para ter acesso ao conteúdo completo da publicação, acesse aqui.


O Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/AIDS (UNAIDS) e o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/AIDS e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde realizaram em outubro, em São Paulo, o Seminário Zero Discriminação nos Serviços de Saúde. Durante os dois dias do encontro, os participantes debateram o impacto da discriminação na saúde e propuseram diretrizes e padrões para eliminar o estigma e a discriminação dos serviços de saúde.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui.


O novo relatório do UNAIDS, Poder para as pessoas, divulgado às vésperas do Dia Mundial da AIDS, mostra que onde as pessoas e as comunidades que vivem com HIV e que são afetadas pelo vírus estão envolvidas na tomada de decisões e na prestação de serviços de HIV, as novas infecções diminuem e mais pessoas vivendo com HIV ganham acesso ao tratamento. Quando as pessoas têm o poder de escolher, saber, prosperar, demandar e trabalhar juntas, vidas são salvas, injustiças são evitadas e a dignidade é restaurada.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui (em inglês).


O relatório Comunidades no centro, em tradução livre para o português, mostra que as populações-chave e seus parceiros sexuais representam agora mais da metade (54%) das novas infecções por HIV no mundo. Em 2018, populações-chave—incluindo pessoas que usavam drogas injetáveis, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas trans, profissionais do sexo e pessoas privadas de liberdade—representam cerca de 95% das novas infecções por HIV na Europa Oriental e Central e no Oriente Médio e Norte da África.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui (em inglês).


No Dia Mundial de Zero Discriminação 2019, o UNAIDS destaca a necessidade urgente de ações contra leis discriminatórias. Em muitos países, há leis que resultam em tratamentos diferentes para pessoas, que as excluem de serviços de saúde essenciais ou impõem restrições indevidas sobre como viver suas vidas, simplesmente por ser quem são. Essas leis são discriminatórias—elas negam direitos humanos e liberdades fundamentais.

Para ter acesso ao conteúdo completo da brochura, acesse aqui.

 


A Retrospectiva UNAIDS de 2019 foi publicada com o objetivo de divulgar as atividades e esforços na produção e disseminação de informações relevantes na área de HIV e direitos humanos.

Dividido em 4 eixos, a retrospectiva faz um balanço das atividades no âmbito do Fast-Track Cities, ações nas comunidades, Projeto Zero Discriminação e o monitoramento e apresentações dos números referentes às mídias oficiais do UNAIDS Brasil. .

Para ter acesso ao conteúdo completo da retrospectiva, acesse aqui.

 

2018

A Retrospectiva UNAIDS de 2018 foi publicada com o objetivo de apoiar os esforços na produção e disseminação de informações estratégicas e evidências na área de HIV e direitos humanos. Diversos resultados são fruto da parceria com o DIAHV do Ministério da Saúde, firmada através do escritório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil.

Para ter acesso ao conteúdo completo da brochura, acesse aqui.


No Dia Mundial da AIDS de 2018, o teste de HIV está no centro das atenções. E por um motivo importante. Em todo o mundo, 37 milhões de pessoas vivem com HIV, o número mais alto da história, mas de 25% dessas pessoas não sabem que vivem com o vírus. Como forma de levar mais informações sobre teste de HIV, o UNAIDS lançou o folheto Viva a vida positivamente.

Para ter acesso ao conteúdo completo do folheto, acesse aqui.


Relatório Conhecimento é poder mostra que os esforços intensificados em testagem e tratamento do HIV estão alcançando mais pessoas que vivem com o vírus. Em 2017, três quartos das pessoas que vivem com o HIV (75%) conheciam seu estado sorológico, comparado a apenas dois terços (67%) em 2015. Em 2017, 21,7 milhões de pessoas vivendo com HIV (59%) tiveram acesso à terapia antirretroviral, sendo que em 2015 esse número era de 17,2 milhões.

Para ter acesso ao conteúdo completo do relatório, acesse aqui(em inglês).


O termo ‘Prevenção Combinada’ se refere à estratégia adotada por uma pessoa para se prevenir do HIV, associando diferentes ferramentas ou métodos (ao mesmo tempo ou em sequência), conforme situação, risco e escolhas.

O UNAIDS Brasil disponibiliza uma página atualizada semestralmente com dados sobre tema.

Para ter acesso ao conteúdo completo da publicação, acesse aqui.


Trabalhar a não discriminação nos serviços de saúde é uma ferramenta bastante eficaz para levar à pessoa que vive com HIV e AIDS um tratamento humanizado, além de um princípio e uma obrigação fundamental dos direitos humanos. Por isso, o UNAIDS lançou a Cartilha Zero Discriminação nos Serviços de Saúde.

Infelizmente, a discriminação permanece disseminada, em suas múltiplas formas, em muitos serviços de saúde, e é uma barreira que impede o acesso aos serviços de saúde e ao alcance de uma cobertura universal nesta área.

Para ter acesso ao conteúdo completo do folheto, acesse aqui.


O UNAIDS lançou a nota explicativa Indetectável = Intransmissível. Saúde Pública e supressão da carga viral do HIV. A nota explana dados de 20 anos de evidências sobre a alta eficácia do tratamento do HIV na redução da transmissão do vírus. As pessoas vivendo com HIV em terapia antirretroviral que têm carga viral indetectável têm chance insignificante de transmitir o HIV por via sexual.

Para ter acesso ao conteúdo da nota explicativa, acesse aqui.


O número de novas infecções por HIV está aumentando em cerca de 50 países e a novas infecções globais por HIV caíram apenas 18% nos últimos sete anos, de 2,2 milhões em 2010 para 1,8 milhão em 2017. Todos esses dados estão inseridos no relatório Um longo caminho a percorrer—fechando lacunas, quebrando barreiras, corrigindo injustiças.

Embora seja quase metade do número de novas infecções em comparação com o pico registrado em 1996 (3,4 milhões), o declínio não é rápido o suficiente para alcançar a meta de menos de 500 mil pessoas até 2020.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui (em inglês).


O Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023 baseia-se no progresso alcançado no período de 5 anos, que forneceu uma estrutura para promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres em todo o Secretariado do UNAIDS. De forma consistente, o UNAIDS tem se desempenhado bem dentro do Plano de Ação para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres das Nações Unidas.

Para ter acesso completo aos dados da ação, acesse aqui (em inglês).


O UNAIDS lançou seu primeiro Plano de Ação sobre Gênero em 2013. Chamado de Acelerando o progresso rumo à igualdade de gênero nas Nações Unidas e além, o plano trata-se de uma estrutura abrangente para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na organização e integra ações sensíveis de gênero ao trabalho do UNAIDS.

As ações de igualdade entre gêneros podem ser conferidas aqui.


No Dia Mundial da Tuberculose 2018, o UNAIDS lança a brochura Respire para falar sobre a tuberculose, que ainda é a infecção que causa o maior número de mortes em todo o mundo, eliminando mais de 4.500 vidas por dia. A infecção é, também, a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com o HIV, sendo uma a cada três mortes relacionadas à AIDS. Em 2016, 1,7 milhão de pessoas morreram devido à tuberculose, destes, cerca de 374 mil foi de pessoas vivendo com HIV.

Para ter acesso completo aos dados da brochura, acesse aqui.

2017

O UNAIDS lança a Retrospectiva UNAIDS 2017 com as atividades realizadas no ano de 2017, que marcou o meio do caminho para o cumprimento das metas previstas para 2020 e também o compromisso assumido pelo Brasil com a aceleração da resposta global à AIDS.

Diversos resultados são fruto da parceria com o DIAHV do Ministério da Saúde, firmada através do escritório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui.


Os homens têm menos probabilidade de fazer o teste para o HIV, são menos propensos a buscar o tratamento antirretroviral e têm mais chances de morrer por complicações relacionadas à AIDS do que as mulheres. O relatório Ponto Cego traz esses e outras informações acerca de acesso de homens à políticas de prevenção ao HIV.

Globalmente, menos de metade dos homens que vivem com HIV está em tratamento, em comparação com 60% das mulheres.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui (em inglês).


A maioria (64%) dos novos casos de HIV na América Latina e no Caribe ocorre em homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e seus clientes, mulheres trans, pessoas que usam drogas injetáveis e nos parceiros dessas populações-chave. Além disso, um terço das novas infecções ocorre em jovens de 15 a 24 anos.

Esses e outros dados estão completo no relatório Prevenção da infecção pelo HIV sob a lupa – Uma análise da perspectiva do setor de saúde na América Latina e no Caribe.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui (em inglês).


O tratamento para o HIV tem registrado progressos notáveis e o relatório Direito à saúde dá voz às comunidades mais afetadas pelo HIV, incluindo pessoas vivendo com HIV, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens e jovens, sobre o que o direito à saúde significa para eles.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui (em inglês).


O UNAIDS Brasil lançou a tradução adaptada de seu Guia de Terminologia, um documento com recomendações sobre o uso de palavras que sejam cientificamente precisas e promovam os direitos humanos universais e a dignidade do indivíduo.

O UNAIDS também mantém uma página relacionada ao tema, pois um dos objetivos é facilitar a compreensão dos principais temas relacionados ao HIV e à AIDS, bem como ao estigma e à discriminação.

Para ter acesso completo aos dados do guia, acesse aqui.


A cartilha Pelo Fim da Discriminação de Pessoas que Vivem com HIV/AIDS é o resultado de uma parceria entre a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, por meio do Núcleo de Defesa da Diversidade e da Igualdade Racial, o Grupo de Incentivo à Vida e o UNAIDS Brasil.

A cartilha traz informações sobre HIV, discriminação e orienta a respeito dos direitos das pessoas vivendo com HIV, apresentando as leis que conferem proteção a essa população e quais órgãos podem ser procurados para buscar informações e ajuda.

Para ter acesso completo aos dados da cartilha, acesse aqui.


Novas estratégias de prevenção surgem como ferramentas complementares no enfrentamento da epidemia de HIV. Essas estratégias são chamadas de Prevenção Combinada e amplia a gama de opções que os indivíduos terão para se prevenir contra o vírus e oferecendo mais alternativas em relação ao preservativo.

Entre as novas estratégias para a prevenção da transmissão do HIV destacam-se o uso do Tratamento como prevenção (TcP), a Profilaxia Pós-exposição (PEP) e a Profilaxia Pré-exposição (PrEP).

Para ter acesso completo das estratégias, acesse aqui.


Agenda para Zero Discriminação nos serviços de saúde é parte integrante da visão do UNAIDS e, para o Dia Mundial de Zero Discriminação deste ano, o UNAIDS demanda que haja zero discriminação nos serviços de saúde.

O direito à saúde é um Direito Humano fundamental que inclui acesso a cuidados de saúde de baixo custo, oportunos e de qualidade para todas as pessoas. Ainda assim, a discriminação segue como uma prática generalizada nos serviços de saúde, criando barreiras ao acesso a serviços de HIV.

Para ter acesso completo à agenda, acesse aqui.


Em 2016, 19,5 milhões dos 36,7 milhões de pessoas vivendo com HIV tiveram acesso ao tratamento e mortes relacionadas à AIDS caíram de 1,9 milhão em 2005 para 1 milhão em 2016. Estes dados estão inseridos no relatório Acabando com a AIDS: progresso rumo às metas 90–90–90.

Considerando a continuidade desses avanços, os dados colocam o mundo no caminho certo para atingir o objetivo global de 30 milhões de pessoas em tratamento até 2020.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui (em inglês).


O relatório Avaliação qualitativa sobre violência e HIV entre mulheres e meninas indígenas apresenta uma perspectiva sobre a saúde das mulheres indígenas da etnia Tikuna, no Alto Solimões, incluindo questões relacionadas a vulnerabilidades ao HIV e à violência.

O relatório mostra um panorama dos serviços existentes e um levantamento do valor agregado do trabalho de voluntariado em comunidades indígenas do Brasil.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui.


Intitulada AMAZONAIDS: Na fronteira de uma epidemia, a série tem objetivo de resgatar as histórias e as experiências acumuladas desde o início do programa em 2008.

As reportagens destacam o legado das ações conjuntas da ONU na região e as lições aprendidas ao curso de quase uma década de trabalho na resposta ao HIV na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

Para ter acesso completo aos dados da série, acesse aqui.


O relatório Quando as mulheres lideram, mudanças acontecem em (tradução livre para o título em inglês When Women Lead, Change Happens), mostra que, globalmente, em 2015, havia 18,6 milhões de mulheres e meninas vivendo com o HIV, destas, 1 milhão de mulheres e meninas se infectaram recentemente com HIV e 470 mil mulheres e meninas morreram de doenças relacionadas à AIDS.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui (em inglês).


O documento de Avaliação dos Cursos de formação de novas lideranças das populações-chave visando o controle social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS e da iniciativa Força-Tarefa Jovens Lideranças Zero Discriminação.

Para ter acesso completo aos dados do documento, acesse aqui.


O UNAIDS informa que, apesar de seu esforço contínuo para garantir que estas informações estejam corretas e atuais, podem haver alterações na legislação.

O documento Legislação brasileira e o HIV não deve ser invocado como um substituto para o aconselhamento jurídico.

Para ter acesso completo aos dados do documento, acesse aqui.


Como parte dos esforços globais para o fim da AIDS como ameaça à saúde pública, o UNAIDS, o UNFPA e parceiros, lançaram o Roteiro de Prevenção do HIV até 2020, um novo roteiro para reduzir o número de novas infecções por HIV.

A Coalizão Global sobre Prevenção do HIV é presidida pelo UNAIDS e UNFPA e reúne os Estados-membros da ONU, sociedade civil, organizações internacionais e outros parceiros como parte dos esforços para reduzir o número de novas infecções por HIV em 75% até 2020.

Para ter acesso completo aos dados do documento, acesse aqui.

2016

O relatório Entre na via rápida: acelerando a resposta ao HIV com enfoque na abordagem do ciclo de vida (Get on the Fast-Track: the life-cycle approach to HIV, em tradução para o português) aponta que investimentos devem ser feitos de forma sensata ao longo do ciclo de vida, usando uma abordagem com foco em localidade e população, para garantir que os programas de alto impacto e orientados por evidências estejam disponíveis nas áreas geográficas e entre as populações mais necessitadas.

Os dados do relatório podem ser conferidos aqui (em português) e aqui (em inglês).


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Enquanto progressos significativos têm sido feitos para eliminar novas infecções pelo HIV entre crianças, o declínio nas novas infecções pelo HIV entre adultos mantém-se estável.

Essas informações estão presentes no relatório Lacunas na Prevenção, que mostra que a prevenção do HIV precisa ser expandida urgentemente nesta faixa etária.

O conteúdo completo do relatório pode ser conferido aqui.


Asset 1Uma nova Declaração Política sobre HIV e AIDS progressista e factível sobre o fim da AIDS foi adotada hoje pelos Estados-membros na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre Fim da  AIDS, em Nova York (EUA).

A Declaração Política sobre HIV e AIDS: Acelerar a Resposta para Lutar contra o HIV e acabar com a epidemia de AIDS até 2030 inclui um conjunto de metas específicas e com prazos definidos que devem ser alcançadas até 2020 para acabar com a epidemia de AIDS até 2030 no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Para ter acesso ao conteúdo da Declaração, acesse aqui.


Segundo o relatório Acelerando a Resposta para acabar com a epidemia de AIDS, lançado pelo Secretário-Geral da ONU, a epidemia de AIDS pode ser prolongada indefinidamente se medidas urgentes não forem implementadas nos próximos cinco anos.

Todas as parcerias são convocadas a concentrar seus esforços para que o fim da epidemia da AIDS seja alcançado até 2030.

Para ter acesso ao conteúdo do relatório, acesse aqui (em inglês).


A cobertura atual dos programas de redução de danos é insuficiente e as políticas que criminalizam e marginalizam pessoas que usam drogas injetáveis falham na redução das novas infecções por HIV.

Informações como perfil de países, prisões, sistemas de saúde e estigma, discriminação e punição estão inseridas no relatório Não cause danos: saúde, direitos humanos e pessoas que usam drogas.

Para ter acesso aos dados do relatório, acesse aqui.


Estima-se que 17 milhões de pessoas tenham chegado ao final de 2015 com acesso a medicamentos antirretrovirais capazes de salvar vidas. Isso significa que, em um período de 12 meses, 2 milhões a mais de pessoas passaram a ter acesso ao tratamento.

Esses dados estão incluídos na Atualização sobre a AIDS no Mundo em 2016, que apresenta gráficos, estatísticas sobre utilização de antirretrovirais e expansão de outras prevenções combinadas.

Os dados completos do relatório podem ser conferidos aqui.


donoharm_enCelebrar a individualidade e abraçar a diversidade que existe ao nosso redor, compreender e aceitar as diferenças entre as pessoas e manter a mente aberta, essas são as mensagens encontradas na cartilha Dia Mundial de Zero Discriminação.

Para ter acesso ao conteúdo da cartilha, acesse aqui (em português) e aqui (em inglês).


O guia Garantia de Acesso –  Atendimento à Diversidade busca proporcionar orientações a profissionais de saúde com o objetivo de reforçar a prática dos princípios de universalidade, integralidade e equidade no atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), a partir do respeito à diversidade sexual e de gênero das pessoas usuárias.

O conteúdo do guia pode ser conferido aqui.


 O UNAIDS publica anualmente estimativas modeladas globais, regionais e nacionais para monitorar a epidemia do HIV, usando os melhores dados epidemiológicos e programáticos disponíveis.

Estimativas modeladas são necessárias porque é impossível contar o número exato de pessoas recém-infectadas ou vivendo com HIV ou pessoas que morreram por causas relacionadas à AIDS em qualquer país.

O documento Entendendo dados e estimativas do UNAIDS sobre HIV explica como o UNAIDS compila os dados e as estimativas relacionados ao HIV e à AIDS utilizados em suas publicações.

Para ter acesso completo aos dados do documento, acesse aqui.


A partir da Estratégia do UNAIDS para 2016-2021 e da Declaração Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS, o UNAIDS definiu 10 Compromissos de Aceleração da Resposta para Acabar com a Epidemia de AIDS até 2030.

Além dos 10 Compromissos, o documento também é composto por metas globais ampliadas e regionais.

Para ter acesso completo aos dados dos compromissos e da resposta, acesse aqui.


As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) representam um novo e importante recurso para o aprimoramento do alcance e da efetividade dos programas de HIV.

Os gays e outros homens que fazem sexo com homens já utilizam as TICs para facilitar muitos tipos de interações, e existe uma grande variedade de plataformas da iniciativa privada para ajudá-los a negociar encontros sociais e sexuais presenciais.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui.


Atividades realizadas pelo UNAIDS no ano de 2016 no apoio à resposta nacional ao HIV e AIDS, estão descritas no Relatório UNAIDS 2016.

As atividades estão focadas em promover os direitos humanos e a redução do estigma e da discriminação de pessoas vivendo com HIV e populações vulneráveis. Neste ano o UNAIDS trabalhou em parceria com o Ministério da Saúde.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui.

2015

2017_02_21_estrategia20162021A Estratégia do UNAIDS 2016-2021 é um chamado audacioso à ação para Entrar na Via Rápida (Get on the Fast-track) e alcançar as pessoas que estão sendo deixadas para trás.

É um chamado urgente para investimentos maiores no curto prazo. Trata-se de um apelo para atingir as metas de tratamento 90-90-90, para fechar a lacuna de testagem e para proteger a saúde das 22 milhões de pessoas que vivem com o HIV que ainda não têm acesso ao tratamento.

Para ter acesso completo aos dados da estratégia, acesse aqui (em inglês).


capa portuguesPor meio de histórias reais de pessoas que sofreram discriminação no ambiente profissional, o UNAIDS lança o manual Promoção dos Direitos Humanos de Pessoas LGBT no Mundo do Trabalho, que oferece diretrizes para a promoção dos direitos humanos de pessoas LGBT no mundo do trabalho.

Para ter acesso completo ao manual, acesse aqui (em português), aqui (em espanhol) e aqui (em inglês).


2016_909090_metasO relatório 90–90–90 – Uma meta ambiciosa de tratamento para ajudar a acabar com a epidemia de AIDS traz metas ousadas que abrem caminho redução de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS. Até 2020 é necessário que:

  • 90% de todas as pessoas que vivem com HIV vão saber o seu estado sorológico.
  • 90% de todas as pessoas diagnosticadas com infecção por HIV receberão terapia antirretroviral sustentada.
  • 90% de todas as pessoas que recebem terapia antirretroviral terão supressão viral.

Para ter acesso completo aos dados do relatório, acesse aqui.


15x15Assim como existem novas oportunidades que há alguns anos teriam sido inconcebíveis, nós também enfrentamos agora novos desafios. A história de sucesso “15 por 15” – Uma meta global alcançada nos ensinou que nós temos em nossas mãos o poder de fazer o mundo mais saudável, mais justo e mais equitativo.

Esse relatório tem a função de nos lembrar do nosso poder para mudar o mundo quando permanecemos unidos e inspire a tomar medidas necessárias para acabar com a epidemia de AIDS como ameaça à saúde pública.

Para ter acesso completo ao relatório, acesse aqui (em inglês).


MDG6Report_en.pdfO mundo chegou a um momento de definição na resposta à AIDS. Contra todas as probabilidades, temos alcançar resultados positivos.

Nas páginas do relatório Como a AIDS mudou tudo – ODM 6: 15 anos, 15 lições de esperança da resposta à AIDS estão informações valiosas, animadoras e comoventes experiências do trabalho inovador e emocionante que parcerias, comunidades e países fizeram e estão fazendo na resposta à AIDS.

Para ter acesso completo ao relatório, acesse aqui (em inglês).


2015_Implications_of_the_START_study_data_en.pdfO UNAIDS saúda a evidência adicional de que o início precoce da terapia antirretroviral tem um efeito positivo sobre a saúde e o bem-estar das pessoas que vivem com o HIV. Por isso lançou o material Implicações do estudo START – perguntas e respostas.

O teste internacional aleatório do Instituto de Estudos de Saúde dos Estados Unidos, chamado START (Momento Estratégico de Tratamento Antirretroviral) encontrou evidências de que os benefícios de iniciar a terapia antirretroviral logo após o diagnosticado superam os riscos de atrasá-la até que a sua contagem de CD4 caia para 350 células/mm3.

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui (em inglês).


zeroA iniciativa Zero Discriminação celebra o direito de todos a uma vida plena e produtiva com dignidade não importando sua origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça ou etnia.

Unindo vozes, comunidades, indivíduos e sociedades, podemos transformar o mundo para melhor todos os dias e em todos os lugares. A Zero Discriminação busca demonstrar que todas as pessoas podem ser informadas e promover a tolerância, compaixão e paz.

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui (em inglês).


O UNAIDS destaca as recomendações para a utilização de PrEP reunidas na publicação Profilaxia Pré-exposição Oral: contextualizando uma nova opção, produzida em colaboração entre o UNAIDS, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a organização não governamental Global Advocacy for HIV Prevention (AVAC).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


ACNUR O Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) é encarregado de liderar e coordernar as ações globais para defesa dos direitos e do bem-estar de dezenas de milhões de pessoas refugiadas, deslocadas internamente, incluindo apatriadas, necessitadas de asilo, retornadas e comunidades de acolhimento ao redor.

ACNUR é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


Banco Mundial - Copatrocinadores UNAIDSO Banco Mundial fornece apoio técnico e financeiro vital para os países em desenvolvimento a fim de alcançar a redução da pobreza no intervalo de uma geração. Para este fim, foram estabelecidos dois objetivos mundiais ambiciosos, mas possíveis, que devem ser alcançados até 2030.

O Banco Mundial é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


ONU MULHERES-01Criada em julho de 2010, a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) promove a igualdade de gênero não apenas como um direito humano inalienável, mas como um princípio central de desenvolvimento cultural, social, econômico.

O ONU Mulheres é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) | 2015 | Copatrocinadores UNAIDS

O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) está comprometido com a promoção da saúde, justiça e segurança por ser uma liderança global na resposta às drogas ilícitas, ao crime organizado transnacional e ao terrorismo, que emergiram como grandes ameaças a indivíduos, comunidades e países.

O UNODC é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


UNICEF-01

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) acredita que promover os direitos da criança e cuidar das crianças do mundo são a base do desenvolvimento humano.

Atuante em mais de 190 países, o UNICEF utiliza de sua autoridade global para trabalhar com parcerias para tentar garantir que crianças tenham o melhor início de vida e possam crescer em ambiente livre de pobreza, desigualdades, discriminação e doenças.

O UNICEF é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) | 2015 | Copatrocinadores UNAIDS

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) se esforça para oferecer um mundo em que cada gravidez seja desejada, que cada nascimento seja seguro e que o potencial de cada jovem seja alcançado.

Trabalhando em cerca de 150 países, o UNFPA expande as possibilidades para que mulheres e jovens levem vidas saudáveis e produtivas.

O UNFPA é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


UNESCO-01A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é uma agência especializada das Nações Unidas fundada com a missão de contribuir para a paz e a segurança, promovendo colaboração internacional através da educação, da ciência e da cultura.

Com 195 Estados-Membros e nove Membros Associados, a UNESCO é regida pela Conferência Geral e pelo Conselho Executivo e as decisões destes dois organismos são implementadas pela Secretariado, sob a liderança da atual diretora-geral, Irina Bokova.

A UNESCO é copatrocinadora do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


OIT -01A Organização Internacional do Trabalho (OIT) é uma agência especializada das Nações Unidas responsável pelo mundo do trabalho.

Seus principais objetivos são promover os direitos no trabalho, incentivar oportunidades de emprego decente, melhorar a proteção social e reforçar o diálogo sobre as questões relacionadas ao trabalho.

A OIT é copatrocinadora do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


OMS-01

A Organização Mundial da Saúde (OMS) desempenha um papel fundamental no sistema das Nações Unidas como a autoridade diretora e coordenadora para saúde internacional.

O seu mandato amplo envolve assegurar a liderança em questões globais de saúde cada vez mais complexas, produzindo diretrizes, normas e padrões, monitorando e avaliando as tendências de saúde e definindo a agenda de pesquisa.

A OMS é copatrocinadora do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


PMA

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) é a maior agência humanitária de combate à fome do mundo. São cerca de 14.000 funcionários, que fornecem assistência alimentar a mais de 90 milhões de pessoas por ano.

O PMA é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.


PNUD

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) é a rede global de desenvolvimento das Nações Unidas, que defende a transformação e conecta países ao conhecimento, a experiências e a recursos para ajudar as pessoas a construir uma vida melhor.

O PNUD é copatrocinador do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.

 

2014

citiesAs áreas urbanas abrigam milhões de pessoas que foram deixadas para trás nas questões social, política e econômica. Pessoas que não têm acesso à educação, serviços de saúde e medidas preventivas enfrentam elevados riscos para a saúdeNestas condições, muitas doenças, incluindo o HIV, espalham-se mais rapidamente.

O Relatório das Cidades mostra dados que podem ajudar as cidades a eliminar as barreiras no acesso aos serviços básicos, justiça social e oportunidades econômicas. Com aceleração da resposta à AIDS, as cidades podem melhorar a igualdade social para as pessoas afetadas pelo HIV e aqueles que vivem com o vírus.

Para ter acesso completo ao relatório, acesse aqui (em inglês).


fasttrackO mundo está embarcando em uma estratégia de aceleração a resposta para acabar com a epidemia de AIDS até 2030. Esse é o assunto que aborda o relatório Acelerando a resposta – Acabando com a epidemia de AIDS até 2030.

Para alcançar este objetivo visionário depois de três décadas da epidemia mais grave dos últimos tempos, os países terão de usar poderosas ferramentas disponíveis, manter a responsabilidade pelos resultados e certificar que ninguém seja deixado para trás.

Para ter acesso completo ao relatório, acesse aqui (em inglês).


ending aidsAcelerar a resposta à AIDS e estabelecer metas ambiciosas são essenciais para acabar com a epidemia de AIDS. Isso exige transformar a visão de zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS em marcos e objetivos concretos.

Para ter acesso completo a brochura, acesse aqui (em inglês).

 


gapComo podemos eliminar a lacuna entre as pessoas que estão inclusas na resposta ao HIV e as que estão sendo deixados para trás? Esta foi a pergunta que nos propusemos a responder no Relatório GAP.

Semelhante ao Relatório Global, o objetivo do Relatório Gap é fornecer os melhores dados possíveis, mas, além disso, dar informações e análises sobre as pessoas que estão sendo deixados para trás.

Para ter acesso completo do relatório, acesse aqui (em inglês).

2013

livreseiguaisA publicação “Nascidos Livres e Iguais” foi concebida como uma ferramenta para ajudar Estados a compreender melhor suas obrigações e os passos que devem seguir para cumprir os direitos humanos de pessoas LGBT, bem como para os ativistas da sociedade civil que querem que seus governos sejam responsabilizados por violações de direitos humanos internacionais.

Para ter acesso a campanha Livres & Iguais, acesse aqui, e a publicação pode ser acessada aqui.

 


trat2015A publicação Tratamento 2015 proporciona um panorama baseado em resultados para acelerar e ampliar de modo consistente a cobertura de acesso ao tratamento. De acordo com as novas diretrizes da OMS, “Uso de drogas antirretrovirais para o tratamento e prevenção da infecção pelo HIV” publicadas em 2013, é recomendado o inicio de tratamento com CD4 abaixo de 500.

Como importante passo para se chegar a zero morte relacionada à AIDS, devemos encorajar os países a dar prioridade aos esforços imediatos para garantir que todas as pessoas que são elegíveis para receber tratamento tenham acesso a ele em tempo oportuno.

Para ter acesso completo à publicação, acesse aqui.

2012

doc20160311101323_001

A publicação A ONU e a resposta à AIDS no Brasil apresenta o trabalho da ONU em relação ao tema da AIDS no Brasil, sua forma de organização, principais linhas de atuação, e um panorama sobre a epidemia no país.

Além disso, o documento também traz informações sobre os mandatos de cada copatrocinador do UNAIDS, a Equipe Conjunta das Nações Unidas sobre HIV/AIDS, o Plano Integrado e o Grupo Temático Ampliado sobre HIV/AIDS (GT/UNAIDS).

Para ter acesso completo ao material, acesse aqui.

2011

A cartilha Direitos da Mulher: Prevenção à Violência e ao HIV/AIDS foi lançada em parceria entre as agências ACNUR, OPAS, UNFPA. ONU Mulheres e UNAIDS. A cartilha possui 32 páginas e mostra com detalhes as diversas situações de violência que mulheres do país são vítimas e quais as melhores maneiras de buscar ajuda para evitar este ciclo de agressão.

De forma didática, a cartilha explica, entre outras coisas, quais as diferenças entre as violências física, psicológica, sexual, moral e patrimonial.

Para acessar o conteúdo da cartilha, acesse aqui.

2010

manualLGBTabglt

A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) lançou o Manual de Comunicação LGBT. Neste manual estão inseridos termos, leis, datas e outras informações que ajudam a compreender a realidade e as necessidades do público LGBTQIA+ para jornalistas e outros profissionais da área de comunicação.

Para acessar o conteúdo do material, acesse aqui.

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