Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, em artigo de opinião publicado originalmente no Estadão.

O UNAIDS lançou hoje seu Relatório Global sobre a AIDS 2025 “AIDS, Crise e o Poder de Transformar”, que mostra que uma crise histórica de financiamento ameaça décadas de progresso, a menos que os países façam mudanças radicais nos programas e no financiamento do HIV.

As novas infecções por HIV foram reduzidas em 40% desde 2010, e 4,4 milhões de crianças foram protegidas contra o HIV desde 2000. Mais de 26 milhões de vidas foram salvas. A resposta ao HIV e à AIDS é uma das intervenções de saúde pública mais bem-sucedidas da história, aponta o novo relatório global, Read More

A 56ª reunião da Junta de Coordenação do Programa (PCB) do UNAIDS foi concluída em Genebra, Suíça, em um momento crítico da resposta global ao HIV. O encontro ocorreu em meio a cortes severos no financiamento internacional, afetando diretamente os programas de tratamento e prevenção em todo o mundo.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou o lenacapavir injetável de longa duração para a prevenção do HIV.

Nesta segunda-feira, 10 de junho, o UNAIDS promoveu a primeira edição de 2025 do Grupo Temático Ampliado (GT UNAIDS). Realizado virtualmente, o encontro reuniu agências, fundos e programas da ONU, sociedade civil, governo federal e representantes da academia.

Durante a 78ª Assembleia Mundial da Saúde, lideranças globais defenderam que o novo Acordo Global para Pandemias da Organização Mundial da Saúde (OMS) pode ser um divisor de águas na resposta contra as desigualdades em saúde — incluindo a AIDS.

Durante a 78ª Assembleia Mundial da Saúde, o UNAIDS faz um apelo urgente para evitar milhões de infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS que podem ser evitadas.

Às vésperas do Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia (IDAHOBIT), celebrado em 17 de maio, o UNAIDS se solidariza com as comunidades LGBTQIA+.

Ainda depois de mais de 40 anos da resposta ao HIV, estigma e discriminação em ambientes de saúde, trabalho e entre a própria família ainda são presentes na vida das pessoas que vivem com HIV.