A diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, discursou, no último sábado (22), para lideranças do G20 sobre desigualdades globais e saudou a Declaração acordada na cúpula.

O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV.

No próximo 1º de dezembro, será inaugurada em Brasília a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids”. A exposição marca quatro décadas de políticas públicas, ciência, mobilização social e conquistas que transformaram o Brasil em referência mundial no enfrentamento ao HIV e à AIDS. O UNAIDS é uma das instituições parceiras, Read More

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) realizou, no dia 12 de novembro, o segundo Grupo de Trabalho (GT UNAIDS) de 2025, com o tema “Estratégias de redução das desigualdades e a introdução de medicamentos injetáveis de longa duração”.

Porta-vozes globais da resposta ao HIV uniram forças em um novo curta-metragem que estreia na Assembleia Geral da ONU. A produção faz um apelo urgente para que governos e doadores mantenham os investimentos que salvam vidas e são essenciais para acabar com a AIDS até 2030.

Em reunião que antecede a Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque, um grupo de especialistas internacionais se reuniu em Nova Iorque para debater como as desigualdades dentro e entre países estão impactando a segurança da saúde global.

Na última quinta-feira, 28 de agosto, a Câmara dos Deputados promoveu um debate fundamental: a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial discutiu a ampliação do acesso a novos medicamentos de longa duração para o HIV.

O Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com o UNAIDS e a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), lança nesta segunda-feira, 11, em Brasília, o Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) para elaboração do protocolo de fluxo para o serviço de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) no Sistema Prisional do Distrito Federal.

“Nasci e cresci em Salvador, em um lar religioso. Desde muito cedo, eu já sentia que algo em mim não se encaixava nas expectativas das pessoas do meu convívio. Eu gostava de brincar de boneca, pular elástico, vestir rosa e eu sempre ouvia: ‘isso é coisa de menina’.”