Como mulher africana, as lembranças da AIDS estão gravadas em mim: de membros da família que se foram muito cedo, deixando-nos enlutados e despedaçados; dos desvios de curso nos planos de desenvolvimento dos países; e de temer que a ameaça fosse impossível de derrotar.

Acelerar o progresso rumo à igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres é fundamental para acabar com a epidemia de AIDS. E começa dentro do UNAIDS.