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	<title>tratamento - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>No Dia Internacional da Mulher, o UNAIDS pede direitos, igualdade e empoderamento para mulheres e meninas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 15:19:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o UNAIDS pede pela renovação de esforços na busca de igualdade de gênero para aumentar, acelerar e facilitar o acesso aos serviços de HIV para mulheres e meninas.  Dados globais dos últimos 20 anos mostram que houve um grande progresso na prevenção de novas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/03/no-dia-internacional-da-mulher-o-unaids-pede-direitos-igualdade-e-empoderamento-para-mulheres-e-meninas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o UNAIDS pede pela renovação de esforços na busca de igualdade de gênero para aumentar, acelerar e facilitar o acesso aos serviços de HIV para mulheres e meninas. </p>



<span id="more-29640"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Dados globais dos últimos 20 anos mostram que houve um grande progresso na prevenção de novas infecções por HIV entre mulheres e meninas. A taxa de novas infecções por HIV diminuiu em 63% entre adolescentes e jovens mulheres entre 2010 e 2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, mulheres e meninas continuam sendo as mais vulneráveis ao HIV. Na África subsaariana, adolescentes e jovens mulheres com idades entre 15 e 24 anos têm três vezes mais chances de serem recém-infectadas por&nbsp; HIV do que homens e meninos da mesma faixa etária.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada semana, 4 mil jovens mulheres e meninas são infectadas pelo HIV globalmente; 3.100 delas estão na África subsaariana.&nbsp;&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados Brasileiros&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde, por meio do Relatório de Monitoramento Clínico,&nbsp;mostra que são&nbsp;as mulheres que vivenciam os maiores desafios em todas as etapas do cuidado com infecção por HIV. Os&nbsp;dados&nbsp;mostram desigualdade de acesso&nbsp;da&nbsp;prevenção ao tratamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto 92% dos homens que vivem com HIV já receberam o diagnóstico, entre as mulheres a taxa é de 86%. Quando se trata do tratamento, a diferença persiste: 82% dos homens têm acesso à terapia antirretroviral, entre as mulheres, esse número cai para 79%. O mesmo se observa no controle da carga viral – essencial para impedir a transmissão do vírus – os homens apresentam melhores resultados: 96% conseguem a supressão viral, enquanto entre as mulheres a taxa é de 94%.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dados reforçam a necessidade do país de promover uma resposta ao HIV para as mulheres que considere suas necessidades específicas em prevenção, diagnóstico e tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">UNAIDS</a></span> insta a continuidade do financiamento para apoiar mulheres e meninas na prevenção de novas infecções por HIV, na interrupção da violência baseada no gênero &#8211; que aumenta o risco de infecção por HIV entre mulheres e meninas &#8211; e para garantir acesso ao tratamento, se não houver a prevenção.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Há uma profunda injustiça vivenciada por mulheres e menina: a vulnerabilidade delas ao HIV&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Mas quando trabalhamos com países para apoiar as meninas e permitir que completem o ensino médio, as mantemos mais seguras contra o HIV, gravidez na adolescência, violência e casamento infantil. Isso significa que os programas de HIV para mulheres e meninas precisam ser plenamente financiados e expandidos, e que elas devem poder acessar ferramentas de prevenção e tratamento que atendam às suas necessidades específicas. Isso inclui novas ferramentas de prevenção, como as novas tecnologias de prevenção do HIV&nbsp; por injeção de longa duração. O HIV é uma questão feminista, e não podemos mais esperar pela igualdade de gênero.&#8221;, finaliza.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2025 marca o 30º aniversário da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unwomen.org/en/digital-library/publications/2015/01/beijing-declaration" target="_blank" rel="noopener" title="">Declaração e Plataforma de Ação de Pequim</a></span>. Adotada em 1995 por 189 governos, a declaração continua sendo um plano fundamental para os direitos das mulheres e meninas em todo o mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Baseada nas experiências e demandas de mulheres e meninas, a Declaração de Pequim delineou 12 áreas críticas de ação e reforçou&nbsp; o direito das mulheres a viverem livres de violência. &#8220;Os direitos humanos são direitos das mulheres e os direitos das mulheres são direitos humanos&#8221;, foi o grito de guerra das feministas naquela conferência. Ainda é.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo não pode esperar mais 30 anos para cumprir a promessa da igualdade de gênero. É crucial continuar avançando nos direitos das mulheres e meninas, promover a igualdade de gênero, fomentar o empoderamento e garantir que as jovens mulheres e meninas possam acessar os serviços essenciais&nbsp; de HIV de que precisam &#8211; e merecem.</p>
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		<title>Comunicado à imprensa</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/07/comunicado-a-imprensa-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mathilde Aupetit]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2024 15:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS recebe com entusiasmo os resultados dos testes da Gilead Sciences sobre o medicamento injetável de longa duração Lenacapavir para a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) contra o HIV.&#160;&#160; Esta inovação oferece esperança de acelerar os esforços para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030. Para isto, entretanto, será preciso que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/07/comunicado-a-imprensa-2/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/07/comunicado-a-imprensa-2/">Comunicado à imprensa</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS recebe com entusiasmo os resultados dos testes da Gilead Sciences sobre o medicamento injetável de longa duração Lenacapavir para a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) contra o HIV.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta inovação oferece esperança de acelerar os esforços para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030. Para isto, entretanto, será preciso que a Gilead garanta que todas as pessoas que precisam tenham acesso a este medicamento revolucionário.&nbsp;</p>



<span id="more-28193"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O recente teste do medicamento entre mulheres cis na Uganda e na África do Sul foi tão bem-sucedido que foi concluído antes do prazo final. Injeções semestrais de Lenacapavir mostraram uma grande eficácia na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">prevenção</a></span> de infecções por HIV em comparação com os medicamentos preventivos orais de uso padrão para a profilaxia pré-exposição (PrEP).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ensaios adicionais estão em andamento na Argentina, Brasil, México, Peru, África do Sul e Tailândia. Os Estados Unidos estão examinando a eficácia do medicamento entre homens, mulheres trans e pessoas não-binárias que fazem sexo com homens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">UNAIDS</a></span>, este é um desenvolvimento significativo e, por isso, está demandando da empresa que permita a produção genérica de Lenacapavir para todos os países de baixa e média renda, negociando acordos de licenciamento voluntário por meio do <em>Medicines Patent Pool</em> (MPP). O MPP é um programa apoiado pela ONU com vasta experiência na negociação de acordos de medicamentos genéricos entre empresas farmacêuticas originadoras e fabricantes de genéricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, reconhece que o sucesso do recente teste do Lenacapavir da Gilead é um desenvolvimento muito importante. “Embora ainda seja preciso aguardar os resultados completos de outros testes, essa notícia oferece esperança de garantir que todas as pessoas que possam se beneficiar, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade, tenham acesso ao medicamento. Garantir o acesso global equitativo a novas tecnologias pode ajudar o mundo a se colocar no caminho para acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030”, diz Winnie.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Winnie ressalta, entretanto, sua preocupação de que um <a href="https://www.gilead.com/news-and-press/press-room/press-releases/2024/6/gileads-twiceyearly-lenacapavir-demonstrated-100-efficacy-and-superiority-to-daily-truvada-for-hiv-prevention" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">anúncio recente da Gilead</span></a>, sobre sua estratégia de acesso para países de baixa e média renda, não mencione explicitamente também os países de renda média-alta, onde as pessoas não podem arcar com os custos atuais do tratamento com o Lenacapavir. Estes países representam 41% das novas infecções por HIV e 37% de todas as pessoas vivendo com HIV no mundo. O anúncio também não menciona um compromisso de trabalhar com o MPP.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sem essas garantias, não se pode assegurar que este medicamento revolucionário chegará a todas as pessoas que precisam dele”, alerta Winnie Byanyima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comunicado à imprensa, em inglês, está disponível no <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2024/july/20240710_lenacapavir" title="">site do UNAIDS global</a>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/07/comunicado-a-imprensa-2/">Comunicado à imprensa</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fast-Track Cities: em Fortaleza, sociedade civil e poder público local colaboram para aumentar a adesão ao tratamento do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 18:29:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No sol típico de Fortaleza, quinta maior cidade do Brasil, um grupo de ativistas juntou-se em 1988, para criar a Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS no Ceará (RNP+ CE), a fim de garantir que pessoas vivendo com HIV na capital cearense pudessem ter garantidos o direito ao acolhimento, à adesão, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/01/fortaleza-sociedade-civil-e-poder-publico-colaboram-para-aumentar-a-adesao-ao-tratamento-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No sol típico de Fortaleza, quinta maior cidade do Brasil, um grupo de ativistas juntou-se em 1988, para criar a <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.rnpvha.org.br/category/regionais/nordeste/ceara" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS no Ceará</a></span> (RNP+ CE), a fim de garantir que pessoas vivendo com HIV na capital cearense pudessem ter garantidos o direito ao acolhimento, à adesão ao tratamento e ao atendimento jurídico.</p>



<span id="more-23126"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a ONG oferece, também, encontros sobre cidadania posithiva, oficinas educativas, apoio à prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (IST) e outras atividades para mais de 1.000 pessoas cadastradas. Entre elas, está Carlos Salmão, ativista atuando em Fortaleza, que se sentiu acolhido individual e coletivamente pela organização. “Este acolhimento é muito importante para as pessoas vivendo com HIV daqui do Ceará, porque é uma referência de luta que ajuda muitas pessoas, inclusive a mim, e, por isso, sinto prazer em contribuir”, explica.</p>



<h5 class="wp-block-heading">ONGs selecionadas pelo Edital</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A RNP+ CE foi uma das cinco ONGs contempladas com recursos do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/04/unaids-anuncia-os-projetos-de-osc-contemplados-edital-fast-track-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edital <em>Fast-track Cities</em></a></span>, lançado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). O projeto “Pessoas Vivendo com HIV/AIDS e Gestores: Diálogos PositHIVos Para Melhorar os Indicadores” desenvolveu ações ao redor de dois objetivos: aumentar a vinculação e a adesão ao tratamento do HIV por meio da disseminação e compartilhamento de informação com profissionais de saúde e sociedade em geral e aumentar o conhecimento da estratégia <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2018/07/indetectavel-intransmissivel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Indetectável igual a Intransmissível</a></span> (I = I) na cidade de Fortaleza pela realização de duas campanhas de comunicação.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Ações do projeto e participação da gestão municipal</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito do projeto apoiado pelo edital <em>Fast-track Cities</em> foram realizadas oficinas para a criação de uma campanha de comunicação implementada por 10 ativistas vivendo com HIV e um seminário que contou com a participação de 120 pessoas da sociedade civil. O seminário “Diálogos Posithivos sobre Adesão e Tratamento” pode, a partir da visão de pessoas usuárias dos serviços de saúde de Fortaleza, apresentar à gestão municipal possíveis melhorias no atendimento para pessoas que vivem com HIV, além de debater sobre a importância e desafios locais para uma boa adesão ao tratamento para evitar o abandono.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi feita a atualização da cartilha “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://drive.google.com/file/d/1xrTorg4zrCG7YxZZ2otHB5a4p3W6Mcyq/view?usp=sharing" target="_blank" rel="noreferrer noopener">E Agora, o que eu faço? HIV, autoestima e saúde</a></span>”, que traz informações práticas para pessoas que recebem o diagnóstico positivo para o HIV. Além disso, em articulação com a gestão municipal, a RNP+ CE imprimiu e distribuiu mais de três mil exemplares de cartazes sobre adesão ao tratamento HIV e sobre o I = I. Este material foi exposto em locais de grande concentração de público, como os terminais de ônibus de Fortaleza, por onde passam, diariamente, 1,1 milhão de pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação da gestão pública foi fundamental para o êxito do projeto, na medida em que o poder público municipal, por estar mais próximo da população, entende de forma mais direta a realidade local e os desafios existentes. &#8220;Ainda estamos longe de atingir um nível ideal em que haja menor necessidade de reforçar estas ações [sobre HIV], mas estamos avançando nesta direção por meio de ações constantes e bem estruturadas&#8221;, diz Carlos Paiva, coordenador de IST/AIDS da Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ariadne Ribeiro, oficial do UNAIDS de Igualdade e Direitos para Todas as Pessoas, esteve em Fortaleza e participou do seminário &#8220;Diálogos PositHIVos sobre Adesão e Tratamento&#8221;. “Foi super gratificante ver como o diálogo com a gestão municipal caminha na busca de um objetivo comum, que é o aprimoramento das políticas públicas em Fortaleza para pessoas vivendo com HIV e para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública&#8221;, finaliza.</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow" data-autoplay="true" data-delay="3" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="540" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23135" data-id="23135" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-1024x540.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-1024x540.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-300x158.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-768x405.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-1536x810.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-2048x1080.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-1800x949.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-1-720x380.jpg 720w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Este acolhimento é muito importante para as pessoas vivendo com HIV daqui do Ceará, porque é uma referência de luta que ajuda muitas pessoas, sinto prazer em contribuir”, disse Carlos Salmão, ativista de Fortaleza. Crédito: UNAIDS Brasil / Artíficie Filmes</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1024" height="540" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23134" data-id="23134" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-1024x540.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-1024x540.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-300x158.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-768x405.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-1536x810.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-2048x1080.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-1800x949.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-2-720x380.jpg 720w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Apresentação dos cartazes da campanha de comunicação desenvolvida pela RNP+ Ceará. Crédito: UNAIDS Brasil / Artíficie Filmes</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1024" height="540" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23133" data-id="23133" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-1024x540.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-1024x540.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-300x158.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-768x405.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-1536x810.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-2048x1080.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-1800x949.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-3-720x380.jpg 720w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Em 2012 eu não conhecia nenhuma rede de apoio, após uma consulta médica foi que conheci a RNP+ CE”. Cleiton Freitas, membro da RNP+ CE. Crédito: UNAIDS Brasil / Artíficie Filmes</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="473" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23132" data-id="23132" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-1024x473.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-1024x473.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-300x139.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-768x355.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-1536x710.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-2048x946.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-1800x832.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-4-720x333.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Seminário Diálogos Posithivos sobre Adesão e Tratamento realizado em Fortaleza (CE). Crédito: UNAIDS Brasil / Eduardo Almeida</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="473" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23131" data-id="23131" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-1024x473.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-1024x473.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-300x139.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-768x355.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-1536x710.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-2048x946.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-1800x832.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-5-720x333.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Seminário Diálogos Posithivos sobre Adesão e Tratamento realizado em Fortaleza (CE). Crédito: UNAIDS Brasil / Eduardo Almeida</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23130" data-id="23130" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6-1024x768.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6-1024x768.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6-300x225.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6-768x576.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6-1536x1153.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6-720x540.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-6.jpeg 1599w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Exposição dos cartazes da campanha criada pela RNP+ CE nos terminais de ônibus de Fortaleza. Crédito: RNP+ CE</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23129" data-id="23129" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7-768x1024.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7-768x1023.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7-225x300.jpeg 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7-1153x1536.jpeg 1153w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7-901x1200.jpeg 901w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7-540x720.jpeg 540w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-7.jpeg 1200w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Exposição dos cartazes da campanha criada pela RNP+ CE nos terminais de ônibus de Fortaleza. Crédito: RNP+ CE</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23128" data-id="23128" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-8-768x1024.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-8-768x1024.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-8-225x300.jpeg 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-8-900x1200.jpeg 900w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-8-540x720.jpeg 540w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-8.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Exposição dos cartazes da campanha criada pela RNP+ CE nos terminais de ônibus de Fortaleza. Crédito: RNP+ CE</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="540" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23127" data-id="23127" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-1024x540.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-1024x540.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-300x158.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-768x405.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-1536x810.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-2048x1080.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-1800x949.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2023_01_09_Texto-RNP-CE_Foto-9-720x380.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Orleanda Gomes, durante evento realizado na sede da RNP+ CE. Crédito: UNAIDS Brasil / Artíficie Filmes</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<h5 class="wp-block-heading">A resposta ao HIV em Fortaleza</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Ministério da Saúde, Fortaleza atingiu em 2022, o índice de 91,7% de supressão viral, resultado abaixo da meta 95-95-95 estipulada pelo UNAIDS como a ideal para que a resposta ao HIV seja acelerada e que seja possível acabar com a AIDS até 2030. Os dados públicos mostram resultados preocupantes, pois em 2022 o número de diagnósticos tardios e de doenças avançadas com CD4 menor que 200 chegou a 54,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vando Oliveira, coordenador da RNP+ CE, reforça a importância de um trabalho integrado para as pessoas que vivem com HIV na cidade. “Ações como a garantia de acesso ao tratamento, concessão de transporte público gratuito às pessoas vivendo com HIV, articulação e garantia da segurança alimentar, proteção social e expansão de serviços de saúde para reduzir o tempo de consulta evitam o abandono do tratamento e asseguram uma maior adesão para essas pessoas”, ressalta.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Edital <em>Fast-Track Cities</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do Edital <em>Fast-Track Cities</em> teve o objetivo de apoiar financeiramente cinco projetos desenvolvidos por Organizações da Sociedade Civil (OSC) que atuam na resposta ao HIV em algumas das 15 cidades brasileiras participantes da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/fast-track-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">iniciativa <em>Fast-Track Cities</em></a></span>, selecionadas pelo UNAIDS como prioritárias, com base nos dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2021, do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa <em>Fast-Track Cities</em> é uma parceria global entre municípios e quatro parcerias principais – a Associação Internacional de Provedores de Cuidados com a AIDS (IAPAC), o UNAIDS, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e a Cidade de Paris.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, o UNAIDS apresenta o vídeo desenvolvido sobre o projeto “Pessoas Vivendo com HIV/AIDS e Gestores: Diálogos PositHIVos Para Melhorar os Indicadores”, em Fortaleza.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Fast-Track Cities: em Fortaleza, sociedade civil e gestão se unem p/ aumentar a adesão à TARV p/ HIV" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/GeEQhlvyCUQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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	            data-title="Fast-Track Cities: em Fortaleza, sociedade civil e poder público local colaboram para aumentar a adesão ao tratamento do HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2023/01/fortaleza-sociedade-civil-e-poder-publico-colaboram-para-aumentar-a-adesao-ao-tratamento-do-hiv/">Fast-Track Cities: em Fortaleza, sociedade civil e poder público local colaboram para aumentar a adesão ao tratamento do HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A continuidade no fornecimento de tratamento de HIV que salva vidas supera 100 vezes o risco de transmissão de COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/04/a-continuidade-no-fornecimento-de-tratamento-de-hiv-que-salva-vidas-supera-100-vezes-o-risco-de-transmissao-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 16:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apoiaram a modelagem matemática para verificar os benefícios da continuidade dos serviços de HIV em comparação com os danos potenciais da transmissão adicional de COVID-19. A análise mostra que a manutenção dos serviços de HIV evitaria entre 19 e 146 mortes relacionadas à AIDS por, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/a-continuidade-no-fornecimento-de-tratamento-de-hiv-que-salva-vidas-supera-100-vezes-o-risco-de-transmissao-de-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS e a Organização Mundial da Saúde (OMS) apoiaram a modelagem matemática para verificar os benefícios da continuidade dos serviços de HIV em comparação com os danos potenciais da transmissão adicional de COVID-19. A análise mostra que a manutenção dos serviços de HIV evitaria entre 19 e 146 mortes relacionadas à AIDS por 10 000 pessoas em uma perspectiva de 50 anos, enquanto as mortes adicionais relacionadas à COVID-19 por exposições relacionadas aos serviços de HIV seriam de 0,002 a 0,15 por 10 000 pessoas. A análise demonstra que os benefícios de continuar a fornecer serviços de HIV durante a pandemia de COVID-19 superam de longe o risco de mortes adicionais relacionadas à COVID-19.</p>



<span id="more-17482"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mundo deveria fazer investimentos agora que não o deixem com tantas contrapartidas no futuro&#8221;, disse Peter Ghys, diretor de Informação Estratégica e Avaliação do UNAIDS. &#8220;Precisamos construir sistemas robustos de saúdeno futuro e que reconheçam as contribuições lideradas pela comunidade como parte de um sistema resiliente, não como um pensamento posterior&#8221;.<br><br>A análise olhou as interrupções de quatro serviços-chave do HIV: circuncisão médica voluntária masculina, teste de diagnóstico do HIV, teste de carga viral e programas para prevenir a transmissão vertical do HIV. Essa pesquisa comparou as mortes por COVID-19 em 2020 e 2021 entre profissionais da saúde e usuários devido à continuidade do funcionamento dos serviços de HIV, evitando mortes relacionadas à AIDS ocorridas agora e nos próximos 50 anos devido à manutenção dos serviços. As modelagens foram aplicadas a países com uma série de epidemias de HIV e COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 causou uma interrupção generalizada nos serviços de saúde, com restrições nos movimentos populacionais e serviços de saúde suspensos ou limitados em muitos países. A análise mostra que o dano potencial da transmissão adicional de COVID-19 que ocorre nos serviços de saúde de HIV precisa ser cuidadosamente avaliado em relação aos benefícios desses serviços &#8211; a pesquisa aponta que houve menos mortes relacionadas à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes resultados podem parecer intuitivos, mas é importante perceber que alguns serviços foram fechados para proteger as pessoas vivendo com HIV da exposição à COVID-19 e seus resultados potencialmente letais. Entretanto, o risco de não manter abertos esses serviços essenciais de HIV implica um maior risco geral de morte relacionado à falta de prevenção do HIV, acesso ao diagnóstico e eventual tratamento — essas situações são inaceitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora exista algum risco adicional de transmissão de COVID-19 a curto prazo associado à prestação de serviços de HIV, o risco de mortes adicionais por COVID-19 é pelo menos 100 vezes menor do que as mortes relacionadas à AIDS evitadas pela continuação desses serviços. Pode ser necessário um esforço adicional para incentivar a busca de serviços de saúde para o HIV durante a pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os ministérios da saúde levam em conta muitos fatores para decidir quando e como oferecer serviços essenciais de saúde durante a pandemia da COVID-19&#8221;, disse Meg Doherty, diretora dos Programas Globais de HIV, Hepatite e Infecções Sexualmente Transmissíveis da OMS. &#8220;Este trabalho mostra que, tendo uma visão a longo prazo, os benefícios de continuar os serviços essenciais de HIV são muito maiores do que os riscos de transmissão adicional da COVID-19; a prestação inovadora e segura de serviços deve continuar à medida que a pandemia é colocada sob controle.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise completa pode ser encontrada <a rel="noreferrer noopener" href="https://doi.org/10.1101/2021.03.01.21252663" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></strong></a>.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_04_13_Indonesia.jpg" alt="" class="wp-image-17492" width="758" height="487" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_04_13_Indonesia.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_04_13_Indonesia-300x193.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 758px) 100vw, 758px" /><figcaption><em>Para prevenir o aumento das mortes relacionadas à AIDS, os serviços de HIV devem continuar durante a pandemia de COVID-19. Acima, uma pessoa recebe sua terapia antirretroviral na sala de espera do hospital. Indonésia, maio de 2020. Foto gentilmente cedida pela Yayasan InSET</em></figcaption></figure></div>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/a-continuidade-no-fornecimento-de-tratamento-de-hiv-que-salva-vidas-supera-100-vezes-o-risco-de-transmissao-de-covid-19/">A continuidade no fornecimento de tratamento de HIV que salva vidas supera 100 vezes o risco de transmissão de COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Apesar do grande progresso desde o início da epidemia, a resposta ao HIV ainda está falhando em relação às crianças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:02:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório mais recente sobre o progresso das metas Start Free, Stay Free, AIDS Free (Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, na tradução livre para o português) mostra que, apesar dos grandes progressos realizados desde o início da epidemia, a resposta ao HIV para crianças tem ficado para trás. Ano após ano, o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="relatório mais recente sobre o progresso (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2020/start-free-stay-free-aids-free-2020-progress-report" target="_blank"><strong>relatório mais recente sobre o progresso</strong></a> das metas Start Free, Stay Free, AIDS Free (Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, na tradução livre para o português) mostra que, apesar dos grandes progressos realizados desde o início da epidemia, a resposta ao HIV para crianças tem ficado para trás. Ano após ano, o objetivo ambicioso de eliminar novas infecções por HIV entre as crianças está sendo esquecido e elas estão morrendo desnecessariamente por doenças relacionadas à AIDS—mortes que poderiam ser evitadas com tratamentos simples e de baixo custo se as crianças fossem diagnosticadas e tratadas a tempo. </p>



<span id="more-15819"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma tragédia ver tantas crianças perdidas e sendo deixadas para trás enquanto temos  tantas ferramentas disponíveis, tantas novas infecções por HIV prevenidas entre crianças e tantas crianças com HIV vivendo bem&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Não podemos aceitar que dezenas de milhares de crianças ainda sejam infectadas pelo HIV e morram de doenças relacionadas à AIDS todos os anos&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O marco <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS Free (opens in a new tab)" href="https://free.unaids.org/" target="_blank"><strong>Start Free, Stay Free, AIDS Free</strong></a> possui três conceitos simples. Primeiro, os bebês têm o direito de entrar neste mundo livres do HIV. Segundo, através da prevenção do HIV, crianças, adolescentes e mulheres jovens têm o direito de permanecer livres do vírus. Terceiro, crianças e adolescentes que adquirem o HIV têm o direito de receber diagnóstico, tratamento e cuidados, para que possam permanecer livres da AIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países concordaram com uma série de metas de prevenção e tratamento do HIV. Para que as crianças comecem a viver sem HIV, um desses objetivos era reduzir as novas infecções infantis (de 0 a 14 anos) para menos de 40.000 em 2018 e para 20.000 em 2020. No entanto, estimativas recém-publicadas mostram que 150.000 crianças foram infectadas com HIV em 2019—uma redução de 52% desde 2010, mas ainda quatro vezes acima da meta de 2018. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao garantir que as mulheres grávidas que vivem com HIV sejam diagnosticadas, iniciadas e retidas no tratamento com medicamentos antirretrovirais durante a gravidez, o parto e a amamentação, a chance de transmitir o vírus é inferior a 1%. Globalmente, 85% das mulheres grávidas que vivem com HIV receberam esses medicamentos em 2019. Mas, apesar da alta cobertura, as crianças ainda estão sendo infectadas devido ao acesso desigual aos serviços de tratamento (principalmente na África Ocidental e Central), mulheres que estão evadindo os cuidados de saúde e grávidas e mulheres que se infectam por HIV na fase de amamentação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como comunidade global, fizemos um progresso notável no controle da pandemia do HIV, mas ainda estamos perdendo muitas crianças, adolescentes e mulheres jovens&#8221;, disse Angeli Achrekar, principal coordenadora adjunta de AIDS Global dos Estados Unidos no PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS). &#8220;Todos devemos redobrar nossos esforços para alcançar urgentemente essas populações críticas—e o PEPFAR continua profundamente comprometido em fazer sua parte.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">O componente Stay Free (permaneça livre) estabeleceu uma meta de reduzir as novas infecções por HIV entre meninas e mulheres jovens para menos de 100.000 até 2020. Há muito tempo, meninas e mulheres jovens são afetadas pelo HIV de maneira desproporcional – entre os países- foco da iniciativa Start Free, Stay Free, AIDS Free , meninas adolescentes e mulheres jovens representam 10% da população total, mas correspondem a 25% das novas infecções por HIV e têm um risco quase duas vezes maior de infecção pelo vírus em comparação com os homens.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, novas infecções por HIV entre mulheres jovens vêm caindo. Na África do Sul, onde existem programas de prevenção combinada para meninas adolescentes e mulheres jovens, as novas infecções por HIV nessa faixa etária caíram 35%. E em Suazilândia, as novas infecções por HIV entre mulheres jovens de 15 a 24 anos caíram 54%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por muito tempo, a resposta ao HIV negligenciou crianças, adolescentes e mulheres jovens&#8221;, disse Henrietta Fore, diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância. “Mas há esperança. O momento recente na redução de novas infecções entre meninas e mulheres adolescentes em países como Suazilândia  e África do Sul nos mostra o que é possível quando governos e comunidades, liderados pelas próprias meninas, unem esforços. Não devemos deixar que a COVID-19 e suas questões econômicas nos atrapalhem. Devemos permanecer ousados ​​e ambiciosos em nossos esforços conjuntos para garantir que a próxima geração de crianças permaneça livre do HIV e da AIDS”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que crianças e adolescentes permaneçam livres da AIDS, os países convocaram metas ambiciosas, mas alcançáveis, para o tratamento do HIV—oferecer terapia antirretroviral a 1,4 milhão de crianças vivendo com HIV até 2020. Em 2019, no entanto, apenas 950.000 (53%) dos 1,8 milhão de crianças vivendo com HIV estavam recebendo tratamento para HIV—muito abaixo dos 67% dos adultos em tratamento. É claro que, para salvar vidas, as 840.000 crianças que não estão em tratamento—estima-se que dois terços delas estejam entre 5 e 14 anos—devem ser diagnosticadas e tratadas com urgência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A falta de medicamentos ideais para o HIV com formulações pediátricas adequadas tem sido uma barreira de longa data para melhorar os resultados de saúde para crianças vivendo com HIV, contribuindo para a baixa cobertura do tratamento&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde. &#8220;O acesso aos serviços para grupos vulneráveis ​​deve ser expandido através de um maior envolvimento da comunidade, de melhoria na prestação de serviços e de combate ao estigma e discriminação.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das falhas, a notícia positiva é que sabemos como o mundo poderia ter atingido as metas previstas nesta iniciativa. E com bastante comprometimento, ainda podemos superar os principais obstáculos e reverter estas falhas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A década passada foi marcada por inovação e progresso no campo pediátrico do HIV, mas a dramática falha em alcançar as metas para as crianças que vimos neste último relatório é simplesmente inaceitável. Precisamos renovar urgentemente nosso compromisso de lutar por uma geração livre de AIDS. Hoje, como comunidade global, estamos desapontando os mais vulneráveis ​​entre nós: crianças e jovens”, disse Chip Lyons, Presidente e CEO da Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós podemos fazer melhor. Precisamos fazer melhor”, acrescentou Byanyima. “Sabemos como salvar vidas e impedir novas infecções por HIV entre crianças. Exijo que não poupemos esforços. Nada menos que isso é vergonhoso”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS  (PEPFAR) lançaram o marco <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS Free (opens in a new tab)" href="https://free.unaids.org/" target="_blank"><strong>Start Free, Stay Free, AIDS Free</strong></a><strong> </strong>em 2016 para aproveitar as realizações do Plano Global, finalizado em 2015, para a <a rel="noreferrer noopener" aria-label="eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manutenção de suas mães vivas (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2011/20110609_JC2137_Global-Plan-Elimination-HIV-Children_en.pdf" target="_blank"><strong>eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manutenção de suas mães vivas</strong></a>. </p>
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		<title>Recorde no número de pessoas em tratamento para a tuberculose</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/10/recorde-no-numero-de-pessoas-em-tratamento-para-a-tuberculose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 13:51:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2018, o número de pessoas que receberam tratamento para a tuberculose, que pode salvar vidas, bateu um recorde histórico – em grande parte devido a uma melhor detecção e diagnóstico da doença. Em todo o mundo, 7 milhões de pessoas foram diagnosticadas e tratadas para TB, contra 6,4 milhões em 2017. Isso permite, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/10/recorde-no-numero-de-pessoas-em-tratamento-para-a-tuberculose/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, o número de pessoas que receberam tratamento para a tuberculose, que pode salvar vidas, bateu um recorde histórico – em grande parte devido a uma melhor detecção e diagnóstico da doença. Em todo o mundo, 7 milhões de pessoas foram diagnosticadas e tratadas para TB, contra 6,4 milhões em 2017. Isso permite que o mundo cumpra com um dos marcos da declaração política das Nações Unidas sobre tuberculose. </p>



<span id="more-13353"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O novo <a href="https://www.who.int/publications/i/item/9789241565714"><strong>Relatório Global de TB da OMS</strong></a>, lançado nesta quinta-feira (17), também revela que houve uma redução no número de mortes por tuberculose: 1,5 milhão de pessoas morreram de tuberculose em 2018, ante 1,6 milhão em 2017. Além disso, o número de novos casos de tuberculose vem diminuindo constantemente nos últimos anos. No entanto, a carga da doença permanece alta entre populações de baixa renda e em situação de vulnerabilidade: cerca de 10 milhões de pessoas desenvolveram TB em 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Hoje marcamos a passagem do primeiro marco no esforço de alcançar pessoas que estão perdendo serviços para prevenir e tratar a tuberculose&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso é uma prova de que podemos alcançar metas globais se unirmos forças, como fizemos por meio da iniciativa conjunta Find.Treat.All.EndTB entre OMS, Stop TB Partnership e Fundo Global de Combate à Aids, TB e Malária”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo relatório global de TB da OMS, divulgado nesta quinta-feira (17), destaca que o mundo deve acelerar o progresso para alcançar a meta de desenvolvimento sustentável de acabar com a tuberculose até 2030. O documento também observa que cerca de 3 milhões de pessoas com a doença ainda não estão recebendo os cuidados dos quais precisam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O papel da Cobertura Universal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, em muitos países, a frágil infraestrutura de saúde e a escassez da força de trabalho em saúde dificultam o diagnóstico oportuno e os tratamentos adequados para a tuberculose. Sistemas de notificação frágeis são outro problema: prestadores de serviços de saúde podem tratar as pessoas, mas não relatam casos às autoridades nacionais, deixando uma imagem incompleta das epidemias e necessidades de serviços nacionais. Além disso, até 80% dos pacientes com TB em países de alta carga gastam mais de 20% de sua renda familiar anual no tratamento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tedros acrescentou que “o progresso sustentado da TB exigirá sistemas de saúde fortes e um melhor acesso aos serviços. Isso significa um investimento renovado na atenção primária à saúde e um compromisso com a cobertura universal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mês passado, chefes de Estado concordaram com uma declaração política sobre Cobertura Universal de Saúde, nas Nações Unidas, Nova York, destacando a importância de expandir a cobertura de serviços e se comprometendo especificamente em fortalecer os esforços para lidar com doenças transmissíveis como HIV, TB e malária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma maneira de melhorar a cobertura é adotar abordagens centradas nas pessoas. Programas integrados de HIV e TB aprimorados já levaram dois terços das pessoas diagnosticadas com TB a conhecerem seu status de HIV. Além disso, mais pessoas vivendo com HIV estão em tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, os programas de saúde infantil nem sempre se concentram adequadamente na TB: metade das crianças com a doença não tem acesso a um atendimento de qualidade e apenas um quarto das crianças com menos de cinco anos de idade em famílias afetadas pela tuberculose atualmente recebe tratamento preventivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Combate à resistência aos medicamentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A resistência aos medicamentos continua sendo outro impedimento ao fim da TB. Em 2018, havia cerca de meio milhão de novos casos de tuberculose resistente a medicamentos. Apenas uma em cada três dessas pessoas foi teve acesso ao tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova orientação da OMS tem o objetivo de melhorar o tratamento da tuberculose multirresistente, mudando para regimes totalmente orais que são mais seguros e eficazes. A orientação faz parte de um pacote maior de etapas divulgadas em 24 de março de 2019 &#8211; Dia Mundial da TB &#8211; para ajudar os países a acelerar os esforços para acabar com a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A OMS está trabalhando em estreita colaboração com países, parceiros e sociedade civil para acelerar a resposta à TB&#8221;, disse Tereza Kasaeva, diretora do Programa Global de TB da OMS. &#8220;Trabalhar em diferentes setores é fundamental para finalmente tirarmos o melhor desta terrível doença e salvar vidas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Financiamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate à tuberculose permanece cronicamente subfinanciado. A OMS estima que o déficit para prevenção e tratamento da doença em 2019 seja de US$ 3,3 bilhões. O financiamento internacional (fundamental para muitos países de baixa e média renda) chegou a US$ 0,9 bilhão em 2019, com 73% desse valor proveniente do Fundo Global. A reposição bem-sucedida do Fundo Global, realizada na última semana, será fundamental para fortalecer o financiamento internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior doador bilateral é o governo dos EUA, que fornece quase 50% do financiamento total de doadores internacionais para TB quando combinado com fundos canalizados e alocados pelo Fundo Global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe uma necessidade urgente de financiamento da pesquisa e desenvolvimento para TB, com um déficit anual de US$ 1,2 bilhão. Entre as necessidades prioritárias, estão uma nova vacina ou tratamento medicamentoso preventivo eficaz; testes rápidos de diagnóstico no local de atendimento; e regimes de medicamentos mais seguros, mais simples e mais curtos para tratar a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para acelerar a pesquisa e a inovação em TB, a OMS está desenvolvendo uma estratégia global&#8221;, acrescentou Kasaeva. “Estamos colaborando com a academia, redes de pesquisa como a BRICS TB Research e parceiros, incluindo a Fundação Bill &amp; Melinda Gates e UNITAID, para colocar inovações em prática e quebrar a trajetória da epidemia de TB”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota aos editores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Metas globais de TB:</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ODS 3.3 inclui a meta de acabar com a epidemia de TB até 2030. A Estratégia Global de TB aprovada pela Assembleia Mundial da Saúde visa uma redução de 90% nas mortes por TB e uma redução de 80% na taxa de incidência de TB até 2030, em comparação com os níveis de 2015. A Estratégia estabeleceu marcos para 2020 de uma redução de 35% nas mortes por TB e uma redução de 20% na taxa de incidência em relação aos níveis de 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://unaids.org.br/2018/09/onu-tera-1a-reuniao-de-alto-nivel-sobre-tuberculose-em-setembro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Declaração Política da ONU sobre TB (opens in a new tab)">Declaração Política da ONU sobre TB</a> de 2018 inclui quatro novas metas globais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Tratar 40 milhões de pessoas contra a tuberculose em um período de cinco anos, entre 2018 e 2022 (7 milhões em 2018);</li><li>Alcançar ao menos 30 milhões de pessoas com tratamento preventivo de TB para infecção latente no período de cinco anos (2018-22);</li><li>Mobilizar pelo menos US$ 13 bilhões por ano para o acesso universal ao diagnóstico, tratamento e assistência da TB até 2022;</li><li>Mobilizar ao menos US$ 2 bilhões para pesquisa de TB anualmente.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Os países devem apresentar um relatório à Assembleia Geral da ONU sobre os seus progressos em setembro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais informações sobre tuberculose</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A tuberculoseé causada por bactérias (Mycobacterium tuberculosis) que mais frequentemente afetam os pulmões. A tuberculose é curável e pode ser prevenida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de um quarto da população mundial tem tuberculose latente. Isso significa que as pessoas foram infectadas por bactérias da tuberculose, mas ainda não estão desenvolveram a doença e, por isso, não podem transmiti-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior carga da TB em 2018 se concentra em oito países: Bangladesh, China, Índia, Indonésia, Nigéria, Paquistão, Filipinas e África do Sul.<br>Brasil, China, Federação Russa e Zimbábue, todos com alta carga da doença, alcançaram níveis de cobertura de tratamento de mais de 80%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: OPAS/OMS</em></p>
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		<title>Possível cura de um homem vivendo com HIV inspira o trabalho do UNAIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/possivel-cura-de-um-homem-vivendo-com-hiv-inspira-o-trabalho-do-unaids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2019 13:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS recebeu com muito ânimo a notícia de que um homem vivendo com HIV foi funcionalmente curado do vírus HIV. Especialistas do University College London e Imperial College London trataram um avançado linfoma de Hodgkin em 2016 usando transplantes de células-tronco de um doador que carregava uma mutação genética rara. Pesquisadores relatam que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/possivel-cura-de-um-homem-vivendo-com-hiv-inspira-o-trabalho-do-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS recebeu com muito ânimo a notícia de que um homem vivendo com HIV foi funcionalmente curado do vírus HIV. Especialistas do University College London e Imperial College London trataram um avançado linfoma de Hodgkin em 2016 usando transplantes de células-tronco de um doador que carregava uma mutação genética rara. Pesquisadores relatam que o HIV se manteve indetectável no homem desde que ele parou de tomar os medicamentos antirretrovirais há 18 meses.</span><span id="more-10769"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Encontrar uma cura para o HIV é definitivamente o maior sonho&#8221;, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “Embora este avanço seja complicado e muito trabalho ainda seja necessário, isso nos dá uma grande esperança para o futuro, de que podemos acabar com a AIDS com a ciência, por meio de uma vacina ou de uma cura. No entanto, também demonstra como estamos longe desse ponto e a absoluta importância de continuar a concentrar os esforços na prevenção e no tratamento do HIV. ”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os transplantes de células-tronco são procedimentos altamente complexos, intensivos e caros, com efeitos colaterais substanciais, e não são uma maneira viável de tratar um grande número de pessoas que vivem com o HIV. No entanto, os resultados oferecem um maior conhecimento para os pesquisadores que trabalham com estratégias de cura do HIV e destacam a importância contínua de investir em pesquisa científica e inovação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O resultado, divulgado na Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI, na sigla em inglês), em Seattle, Estados Unidos, é um dos dois únicos casos de cura funcional para o HIV já registrados. O primeiro foi o caso do paciente de Berlim, Timothy Ray Brown, que recebeu tratamento semelhante para câncer em 2007.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente não há cura para o HIV. O UNAIDS trabalha para garantir que todas as pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus tenham acesso a serviços de prevenção, tratamento, e apoio ao HIV capazes de salvar vidas. Em 2017, haviam 36,9 milhões de pessoas vivendo com HIV e 1,8 milhão de novas infecções por HIV. No mesmo ano, quase 1 milhão de pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS e 21,7 milhões de pessoas tiveram acesso ao tratamento.</span></p>
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		<title>Testagem para HIV será tema de campanha do UNAIDS para 30º Dia Mundial contra a AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 20:28:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo dia 1º de dezembro, o mundo completará 30 anos da criação do Dia Mundial contra a AIDS. Desde 1988, a resposta à AIDS alcançou progressos significativos. Atualmente, três em cada quatro pessoas vivendo com HIV conhecem seu estado sorológico. No entanto, ainda temos um longo caminho a percorrer, como mostra o último, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/testagem-para-hiv-sera-tema-de-campanha-do-unaids-para-30o-dia-mundial-contra-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">No próximo dia 1º de dezembro, o mundo completará 30 anos da criação do Dia Mundial contra a AIDS. Desde 1988, a resposta à AIDS alcançou progressos significativos. Atualmente, três em cada quatro pessoas vivendo com HIV conhecem seu estado sorológico. No entanto, ainda temos um longo caminho a percorrer, como mostra <a href="https://unaids.org.br/2018/07/unaids-alerta-o-progresso-esta-lento-e-nosso-tempo-esta-acabando-para-alcancarmos-as-metas-de-hiv-ate-2020/" target="_blank" rel="noopener"><b>o último relatório do UNAIDS</b></a>. E entre estes inúmeros desafios, precisamos alcançar as pessoas vivendo com HIV que ainda não conhecem seu estado sorológico e garantir que elas tenham acesso aos serviços de prevenção e atendimento de qualidade. Com o objetivo de reforçar e promover esse debate, o UNAIDS adotou para 30º Dia Mundial contra a AIDS o tema </span><i><span style="font-weight: 400;">Conheça seu estado sorológico para o HIV</span></i><span style="font-weight: 400;">. </span><span id="more-9832"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O teste de HIV é essencial para expandir o tratamento e garantir que todas as pessoas vivendo com HIV possam levar vidas saudáveis e produtivas. Além disso, a testagem também é crucial para alcançar as </span><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/2015_11_20_UNAIDS_TRATAMENTO_META_PT_v4_GB.pdf" target="_blank" rel="noopener"><b>metas 90–90–90</b></a><span style="font-weight: 400;"> e capacitar as pessoas em suas escolhas relacionadas à prevenção do HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infelizmente, ainda restam muitas barreiras à testagem de HIV, como o estigma e a discriminação. O acesso a testes confidenciais ainda é uma questão preocupante. Muitas pessoas só fazem o teste depois que ficam doentes e mostram sintomas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A boa notícia é que existem novas maneiras de expandir o acesso ao teste de HIV. Autotestes, testes baseados na comunidade e testes multidisciplinares estão ajudando as pessoas a conhecer seu estado sorológico para o HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Programas de testagem de HIV devem ser expandidos. Para isso, precisamos de vontade política e investimentos, bem como abordagens inovadoras para testagem de HIV que sejam totalmente aproveitadas e ampliadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Junte-se a nós neste Dia Mundial contra a AIDS para aumentar a conscientização sobre a importância de conhecer o estado sorológico para o HIV e pedir o fim de todas as barreiras que dificultam o acesso ao teste de HIV.</span></p>
<p><b>Sobre o Dia Mundial contra a AIDS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Dia Mundial contra a AIDS teve origem durante a Cúpula Mundial de Ministros da Saúde sobre Programas de Prevenção à AIDS, em 1988. Desde então, anualmente, agências das Nações Unidas, governos e sociedade civil se unem para fazer campanhas sobre temas específicos relacionados à AIDS.</span></p>
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		<title>Nota do UNAIDS Brasil sobre relatos de dificuldade de acesso a medicamentos antirretrovirais</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/nota-unaids-brasil-noticias-dificuldade-acesso-medicamentos-antirretrovirais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 20:50:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil tem acompanhado com preocupação as notas divulgadas pela imprensa, organizações da sociedade civil e contatos individuais sobre dificuldades de acesso a alguns medicamentos antirretrovirais em algumas cidades, incluindo fracionamentos na entrega de medicamentos. Desde as primeiras décadas da resposta à epidemia, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/nota-unaids-brasil-noticias-dificuldade-acesso-medicamentos-antirretrovirais/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O escritório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil tem acompanhado com preocupação as notas divulgadas pela imprensa, organizações da sociedade civil e contatos individuais sobre dificuldades de acesso a alguns medicamentos antirretrovirais em algumas cidades, incluindo fracionamentos na entrega de medicamentos.<span id="more-6601"></span></p>
<p>Desde as primeiras décadas da resposta à epidemia de AIDS,  o Brasil tem se destacado por seu posicionamento de vanguarda, incluindo a garantia por lei de acesso universal ao tratamento do HIV, por meio de seu Sistema Único de Saúde (SUS).  Mais recentemente, o UNAIDS Brasil congratulou a importante decisão do país de incorporar um dos medicamentos antirretrovirais mais modernos hoje disponíveis, o dolutegravir, como uma opção de tratamento oferecido pelo SUS.</p>
<p>Ao receber da imprensa e sociedade civil notícias sobre dificuldades de acesso a medicamentos antirretrovirais, o UNAIDS Brasil entrou em contato com o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde. O DIAHV imediatamente esclareceu que não há interrupção de distribuição ou desabastecimento de nenhum dos 22 medicamentos antirretrovirais distribuídos pelo SUS em 37 diferentes apresentações.</p>
<p>O DIAHV esclareceu também que intercorrências no processo de aquisição, importação e/ou entrega do medicamento no país ocasionaram eventuais necessidades de gerenciamento dos estoques. Ainda assim, os estoques registrados no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM) asseguram o atendimento de, pelo menos, o consumo médio mensal. O DIAHV informou ao UNAIDS que tem trabalhado conjuntamente com os gestores locais para ajudar, quando necessário, na superação dos desafios no gerenciamento logístico que alguns estados têm enfrentado e disponibilizou o e-mail <a href="mailto:logistica@aids.gov.br">logistica@aids.gov.br</a> para mais informações.</p>
<p>O UNAIDS Brasil destaca que a adesão e o consequente sucesso do tratamento antirretroviral depende do acesso ininterrupto e em tempo adequado aos medicamentos antirretrovirais.  Além disso, o estigma e a discriminação relacionados ao HIV, somados muitas vezes a barreiras sociais e econômicas, são fatores que devem ser ser considerados nas políticas e ações de acesso ao tratamento.</p>
<p>O UNAIDS Brasil reitera seu compromisso com os governos federal, estaduais e municipais, e confia que o trabalho interfederativo conjunto permitirá ao país seguir fortalecendo sua resposta à epidemia do HIV, contribuindo para o alcance das metas globais de prevenção, tratamento e zero discriminação.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/07/nota-unaids-brasil-noticias-dificuldade-acesso-medicamentos-antirretrovirais/">Nota do UNAIDS Brasil sobre relatos de dificuldade de acesso a medicamentos antirretrovirais</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Publicação do UNAIDS destaca importância dos serviços de cuidado e apoio relacionados ao HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/12/publicacao-do-unaids-destaca-importancia-dos-servicos-de-cuidado-e-apoio-relacionados-ao-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 14:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidado e Apoio do HIV]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cuidado e o apoio relacionados ao HIV referem-se aos principais serviços clínicos de terapia não antirretroviral, ao tratamento de infecções relacionadas ao HIV e aos serviços não clínicos que, em combinação com terapia antirretroviral, contribuem para a redução das taxas de saúde debilitada e de mortes relacionadas à AIDS entre as pessoas de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/12/publicacao-do-unaids-destaca-importancia-dos-servicos-de-cuidado-e-apoio-relacionados-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O cuidado e o apoio relacionados ao HIV referem-se aos principais serviços clínicos de terapia não antirretroviral, ao tratamento de infecções relacionadas ao HIV e aos serviços não clínicos que, em combinação com terapia antirretroviral, contribuem para a redução das taxas de saúde debilitada e de mortes relacionadas à AIDS entre as pessoas de pessoas vivendo com HIV.<span id="more-4748"></span></p>
<p>À medida que o acesso à terapia antirretroviral se expande em todo o mundo e o número de mortes relacionadas à AIDS continua a diminuir, estes serviços estão se tornando cada vez mais importantes. Uma nova publicação do UNAIDS, <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/12/JC2741_HIV-care-and-support_en.pdf">HIV Care and Support</a> (Cuidado e Apoio ao relacionados ao HIV, na tradução livre para o português) demonstra como esses serviços são essenciais, levando em consideração as diretrizes da Organização Mundial da Saúde presentes no documento <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/12/9789241549684_eng.pdf">Consolidated guidelines on the use of antiretroviral drugs for treating and preventing HIV infection </a>(Diretrizes Consolidadas Sobre o Uso de Medicamentos Antirretrovirais no Tratamento e Prevenção da Infecção pelo HIV, na tradução livre para o português).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;O acesso aos programas de testagem de HIV deve ser expandido para que as pessoas que necessitam de tratamento possam ser imediatamente atendidas e incentivadas a aderir ao tratamento.&#8221;<br />
Mahesh Mahalingham, Diretor, Escritório do Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS</p>
</blockquote>
<p>O cuidado e o apoio são importantes por diversas razões: para facilitar o acesso imediato ao tratamento quando uma pessoa é diagnosticada soropositiva; apoiar a adesão ao tratamento de forma a obter a supressão viral das pessoas vivendo com HIV em nome da sua própria saúde, como também para prevenir a infecção de outras pessoas pelo HIV;  para melhorar a prevenção e a gestão das infecções relacionadas ao HIV; e para enfrentar os desafios de se viver com o HIV.</p>
<p>CITAÇÃO</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;A terapia antirretroviral deve ser fornecida imediatamente às pessoas que tenham um diagnóstico positivo, assim como também deve-se fornecer os cuidados e apoio, a assessoria e testagem, o apoio jurídico, social e econômico, acompanhamento da saúde mental e emocional e acesso a métodos contraceptivos e serviços de saúde.&#8221;</p>
<p>Meg Doherty, Coordenadora de Tratamento e Cuidado, Departamento de HIV e Programa de Hepatite Global, Organização Mundial da Saúde</p>
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