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	<title>Plano de Ação sobre Gênero - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Promovendo a igualdade de gênero no Brasil passo a passo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 19:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela de Barros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Daniela de Barros, assistente de finanças no escritório do UNAIDS no Brasil, também é ponto focal em igualdade de gênero do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. Ela recorda que seu interesse e motivação em ajudar os outros e promover a igualdade surgiu de uma boa ação em sua infância. “Foi uma, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/11/promovendo-a-igualdade-de-genero-no-brasil-passo-a-passo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Daniela de Barros, assistente de finanças no escritório do UNAIDS no Brasil, também é ponto focal em igualdade de gênero do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. </p>



<span id="more-13521"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recorda que seu interesse e motivação em ajudar os outros e promover a igualdade surgiu de uma boa ação em sua infância. “Foi uma daquelas situações do sonho que vira realidade. Quando minha irmã e eu éramos mais jovens, meus pais não podiam pagar pelas aulas de balé. Mas a irmã da minha melhor amiga dirigia um estúdio de balé e nos convidou para começar a ter aulas sem custo. A partir de então, nunca parei de dançar.” Barros diz que a dança a ensinou a ser disciplinada, organizada, focada e trouxe a conexão entre “corpo e alma” à sua vida pessoal e ao trabalho.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além de todas essas habilidades importantes que uso o tempo todo como profissional e como mãe de gêmeos adolescentes, também aprendi outra lição importante nas minhas aulas de balé: aprendi a me conectar comigo mesma e a conhecer meu potencial e poder interior”, ela disse. &#8220;Não é isso que queremos de uma iniciativa tão importante como o Plano de Ação sobre Gênero do UNAIDS? Empoderamento e transformação para todas as mulheres dentro e fora desta organização?” </p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de sua função como supervisora de aspectos financeiros, administrativos e operacionais do escritório do UNAIDS no Brasil, Barros viu que mudanças no gerenciamento são cruciais para manter a motivação da equipe. “Embora a mudança gere alguma insegurança, no final pode ser um sopro de ar fresco. Aprendi a reconhecer que a mudança é importante para as organizações.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniela de Barros em seu trabalho para o UNAIDS:</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="2048" height="1365" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13529" data-id="13529" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="2048" height="1366" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13530" data-id="13530" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1600" height="1200" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13531" data-id="13531" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-640x480.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-720x540.jpg 720w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Barros acredita que é hora de encorajar as mulheres a ter confiança em alcançar os seus objetivos. &#8220;O Plano de Ação sobre Gênero que temos no UNAIDS não apenas reforça nossa autoconfiança e coragem, mas também inspira os homens a apoiar as mulheres com quem trabalham&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Barros tem certeza de que &#8220;o UNAIDS a escolheu&#8221;, e não o contrário. &#8220;Estudei relações internacionais e sempre quis trabalhar para as Nações Unidas, mas confesso que nunca tinha ouvido falar do UNAIDS, até que um amigo me disse que eu deveria me candidatar à vaga&#8221;, disse ela. &#8220;Eu cresci e aprendi muito com o UNAIDS.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela diz que completar 40 anos trouxe algumas mudanças significativas, e que agora quer se envolver em projetos que possam transformar vidas. Há mais de seis meses, ela ensina balé a outras mulheres e está prestes a começar o que descreve como um desejo antigo: ensinar dança a crianças e adolescentes de comunidades pobres de Brasília, onde mora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gosto de pensar no balé como a realização de um pensamento budista que diz que vemos nosso mundo externo por dentro e que, trabalhando em nossa perspectiva interna, podemos mudar o mundo lá fora. Esse é o poder da dança e para onde ela pode nos levar. É isso que eu quero ensinar crianças e mulheres através do projeto.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a matéria original publicada no site do UNAIDS (em inglês), <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2019/october/20191030_de-barros" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (opens in a new tab)">aqui</a>.</p>
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	            data-title="Promovendo a igualdade de gênero no Brasil passo a passo" 
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		<title>Liderança como processo de influência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 20:29:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acelerar o progresso rumo à igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres é fundamental para acabar com a epidemia de AIDS. E começa dentro do UNAIDS. Em 2018, o UNAIDS lançou seu Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023 com o objetivo de melhorar a eficácia do UNAIDS promovendo a liderança feminina em toda, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/lideranca-como-processo-de-influencia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Acelerar o progresso rumo à igualdade de gênero e ao empoderamento das mulheres é fundamental para acabar com a epidemia de AIDS. E começa dentro do UNAIDS.</p>



<span id="more-11988"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, o UNAIDS lançou seu <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/06/unaids-lanca-plano-de-acao-de-genero-2018-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023</a></strong> com o objetivo de melhorar a eficácia do UNAIDS promovendo a liderança feminina em toda a organização e assegurando que todos os funcionários, mulheres e homens, estejam cientes das questões que aumentam o risco de infecção pelo HIV em mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/20190611_GAP_progress_report">primeiro relatório anual de progresso </a></strong>do Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023 mostra o avanço rumo as metas, embora ainda exista muito a ser feito. “O Plano de Ação sobre Gênero é uma ferramenta para a mudança”, disse Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Interina do UNAIDS, &#8220;Com base no progresso impressionante alcançado apenas no primeiro ano de sua implementação, é fundamental manter o ritmo e sustentar as conquistas ao longo do tempo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 30 ações determinadas para alcançar as quatro metas estabelecidas no Plano de Ação sobre Gênero em cinco anos, o UNAIDS avançou com sucesso em 20 delas nos primeiros 12 meses. &#8220;O Plano de Ação sobre Gênero é importante porque se trata de igualdade, equilíbrio, justiça e equidade&#8221;, disse Helene Badini, assessora comunitária regional da equipe de apoio do UNAIDS em Dakar, Senegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano inclui oportunidades de treinamento e mentoria, objetivos de trabalho obrigatórios relacionados a gênero e apoio em toda a organização. “Todos os funcionários do meu escritório têm um objetivo de aprendizado sobre gênero e eu faço trabalho de <em>advocacy</em> contra qualquer violência baseada no gênero”, afirmou Françoise Ndayishimiye, diretora do UNAIDS no Gabão. “Além disso, como membro da UN+, gosto de estar conectada com outras mulheres vivendo com HIV que trabalham no UNAIDS para unir nossos pontos fortes e agir em conjunto”, acrescentou ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na região da África Ocidental e Central, a maioria dos funcionários do UNAIDS são homens e metade dos diretores de país são mulheres, responsáveis por liderar equipes pequenas em uma região que enfrenta uma das epidemias de AIDS que mais crescem no mundo e desafios severos relacionados à segurança, desastres humanitários e naturais. Marie Engel, assessora  regional de programa do UNAIDS em Dakar acredita que “ter uma rede de colegas mulheres é uma ferramenta poderosa e única para promover a liderança feminina, e é por isso que estou facilitando a colaboração entre a Aliança da África Ocidental e Central do Programa de Liderança Feminina.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano de Ação sobre Gênero lembra que a igualdade de gênero é um direito humano e fundamental para o desempenho e a efetividade do UNAIDS. A importância de promover a igualdade de gênero, inclusive por meio da conquista da paridade de gênero, é agora reconhecida em maior escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano, que é focado nos funcionários, traduz-se rapidamente em ação programática. Na República Democrática do Congo, por exemplo, o UNAIDS ajuda mulheres envolvidas em redes de pessoas vivendo com HIV da sociedade civil a desenvolver suas habilidades e reduzir a auto-discriminação e o auto-estigma. Os membros da rede viajaram para Nova Iorque em 2018 para participar da Comissão sobre as Condições das Mulheres para compartilhar suas experiências. A mulher responsável por este trabalho é Natalie Marini Nyamungu, conselheira em direitos humanos e igualdade de gênero do escritório do UNAIDS no Congo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desenvolvi habilidades que me permitiram criar um ambiente de trabalho positivo com igualdade e respeito à diversidade em sua essência, sem discriminação ou preconceito”, disse Natalie Marini Nyamungu. “Eu também ajudei nossos parceiros da sociedade civil a desenvolver novas habilidades, recursos e a autoconfiança que eles precisavam para impulsionar sua própria liderança.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apoiar a liderança das mulheres é fundamental para o Plano de Ação sobre Gênero. A experiência da equipe feminina do UNAIDS mostrou que a liderança é um processo de influência, não apenas uma posição na hierarquia organizacional.</p>
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		<title>UNAIDS revisa política interna sobre licença paternidade, adoção e gestação por substituição</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/10/unaids-revisa-politica-interna-sobre-licenca-paternidade-casos-de-adocao-e-gestacao-de-substituicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 19:17:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS revisou sua política interna de licença paternidade e de adoção e introduziu novas regras sobre a licença de mulheres em caso de gestação por substituição, marcando um passo importante para garantir um ambiente de trabalho mais inclusivo. A política revisada inclui: extensão da licença de adoção de oito para 16-18 semanas, dependendo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/10/unaids-revisa-politica-interna-sobre-licenca-paternidade-casos-de-adocao-e-gestacao-de-substituicao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS revisou sua política interna de licença paternidade e de adoção e introduziu novas regras sobre a licença de mulheres em caso de gestação por substituição, marcando um passo importante para garantir um ambiente de trabalho mais inclusivo.<span id="more-10108"></span></p>
<p>A política revisada inclui: extensão da licença de adoção de oito para 16-18 semanas, dependendo do número de crianças sendo adotadas, extensão da licença paternidade de quatro a 16 semanas e introdução de 16 semanas de licença por parto para mães por substituição e 18 semanas para nascimentos múltiplos por gestação por substituição.</p>
<p>A nova política é resultado de esforços combinados de advocacy da Associação de Funcionários do UNAIDS (USSA), em colaboração com a administração do UNAIDS, e é um dos compromissos assumidos no <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/06/unaids-lanca-plano-de-acao-de-genero-2018-2023/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023</a></strong>, lançado recentemente pelo UNAIDS.</p>
<p>“A política revisada permitirá que os pais passem mais tempo com suas famílias em um estágio fundamental da vida,” disse um membro da equipe que logo se tornará pai. “Os homens podem e devem desempenhar um papel importante no cuidado infantil e desafiar ativamente as normas de gênero que passam a maior responsabilidade pelo cuidado das crianças para as mulheres,” disse ele.</p>
<p>A adoção de uma estrutura política mais equitativa que apoia o cuidado por homens e mulheres pode ajudar a derrubar percepções de que mulheres em idade fértil são potencialmente muito caras ou um risco quando comparadas a homens com qualificações semelhantes.</p>
<p>“A Associação de Funcionários do UNAIDS dá boas-vindas a esse marco importante em nossa estrutura de política interna, que não apenas trará benefícios diretos aos membros da equipe que se tornarão pais, mas a todos os funcionários, pois desafia as normas de gênero,” disse Pauliina Nykanen-Rettaroli, Presidente da Associação.</p>
<p>A introdução da licença específica para nascimentos por gestação por substituição reflete o compromisso do UNAIDS com a diversidade. “Não faz diferença se você se torna pai por nascimento natural, adoção ou gestação por substituição; você ainda se torna pai e deve ter direito aos mesmos benefícios,” disse um membro da equipe. “Essa política reflete o compromisso da organização em ser o mais inclusiva o possível e promover o diálogo sobre o que defende, que é dignidade e respeito por todos,” acrescentou ela.</p>
<p>“Em nosso novo Plano de Ação de Gênero, nos comprometemos em adotar uma política única de licença parental e tenho orgulho de que o UNAIDS já tenha cumprido isso. Todos os pais devem ser apoiados para passar tempo com seus filhos. Ao apoiar isso, o UNAIDS está contribuindo para mudar a sobrecarga do cuidado infantil e promover a igualdade de gênero,” disse Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Adjunta para Gestão e Governança.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/10/unaids-revisa-politica-interna-sobre-licenca-paternidade-casos-de-adocao-e-gestacao-de-substituicao/">UNAIDS revisa política interna sobre licença paternidade, adoção e gestação por substituição</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Defensores dos direitos das mulheres juntam-se ao UNAIDS para abordar assédio sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2018 19:15:47 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por décadas, líderes dos direitos das mulheres e organizações da sociedade civil têm trabalhado ativamente para promover a igualdade de gênero. A sociedade civil também tem sido parceira fundamental do UNAIDS desde sua criação em 1996, sendo o UNAIDS a única organização das Nações Unidas a incluir organizações não-governamentais como participantes ativos em sua, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/06/defensores-dos-direitos-das-mulheres-juntam-se-ao-unaids-para-abordar-o-assedio-sexual/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Por décadas, líderes dos direitos das mulheres e organizações da sociedade civil têm trabalhado ativamente para promover a igualdade de gênero. A sociedade civil também tem sido parceira fundamental do UNAIDS desde sua criação em 1996, sendo o UNAIDS a única organização das Nações Unidas a incluir organizações não-governamentais como participantes ativos em sua Junta de Coordenação.<span id="more-9153"></span></p>
<p>A parceria entre UNAIDS e sociedade civil continua essencial e, nos dias 18 e 19 de junho, o UNAIDS e a <strong><em><a href="https://theathenanetwork.com/" target="_blank" rel="noopener">Rede ATHENA</a></em></strong> convocaram uma reunião sobre como enfrentar o assédio sexual. A reunião proporcionou uma oportunidade única de diálogo com a sociedade civil sobre preocupações e questões sobre assédio sexual e igualdade de gênero, além de fornecer informações valiosas sobre como fortalecer o trabalho do UNAIDS nesta área.</p>
<p>O UNAIDS recebeu mais de 30 líderes dos direitos das mulheres e ativistas da sociedade civil para compartilhar boas práticas, articular preocupações e discutir formas de avançar para fortalecer as respostas baseadas em direitos ao assédio sexual e proteger sobreviventes e pessoas que denuciam casos de assédio.</p>
<p>Os participantes expressaram uma ampla gama de perspectivas sobre as ações tomadas até o momento e demonstraram um compromisso compartilhado de trabalhar junto com o UNAIDS para garantir que o assédio sexual dentro e fora do UNAIDS seja abordado e prevenido.</p>
<p>Eles concordaram que as medidas para transformar a cultura organizacional, garantir que os perpetradores sejam responsabilizados e proteger os sobreviventes e denunciantes foram ações centrais a serem cumpridas pelo UNAIDS. Foi enfatizada a importância de não adotar apenas uma abordagem interna, mas também de priorizar esforços para promover a igualdade e a diversidade de gênero e acabar com a violência baseada em gênero, como parte do trabalho do UNAIDS para acabar com a AIDS em todo o mundo.</p>
<p>A Associação de Funcionários do UNAIDS compartilhou os resultados de uma pesquisa recente que revelou que 4% dos funcionários do UNAIDS já sofreram algum tipo de assédio sexual no ambiente de trabalho, mas apenas uma pessoa informou que denunciou o incidente. A liderança do UNAIDS delineou novas medidas em implementação, incluindo uma linha telefônica confidencial disponível 24 horas, treinamentos e avaliações 360 ​​graus—para impedir qualquer tipo de assédio no UNAIDS—, garantir que os funcionários sejam apoiados em denunciar e que todos os casos denunciados sejam abordados imediatamente. O UNAIDS também lançou recentemente o <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/06/unaids-lanca-plano-de-acao-de-genero-2018-2023/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023</a></strong>, que inclui uma série de medidas para fortalecer a cultura organizacional.</p>
<p>Durante a reunião, aconteceram discussões entre e com representantes da sociedade civil, que trouxeram suas experiências pessoais, reflexões e contribuições para fortalecer os esforços atuais empreendidos pelo UNAIDS e por outras partes interessadas. A reunião também proporcionou a oportunidade de manter discussões com outras organizações das Nações Unidas baseadas em Genebra que trabalham para eliminar o assédio sexual no ambiente de trabalho.</p>
<p>A reunião foi construída sobre uma série de discussões em todo o mundo sobre assédio sexual, incluindo aquelas lideradas pelo UNAIDS, como o <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/03/usando-as-midias-sociais-para-transformar-resposta-ao-hiv-entre-mulheres-e-meninas/" target="_blank" rel="noopener">diálogo com a sociedade civil e mulheres líderes na Comissão sobre a Situação da Mulher em março de 2018</a></strong>, uma reunião virtual em maio de 2018 que envolveu mais de 40 líderes da sociedade civil, bem como reuniões individuais com a sociedade civil realizadas pela Diretoria Executiva do UNAIDS no <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/05/uma-sociedade-civil-dinamica-continua-no-centro-da-resposta-ao-hiv-no-quenia/" target="_blank" rel="noopener">Quênia</a></strong>, <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/05/mensagem-do-diretor-executivo-do-unaids-apos-reuniao-com-lideres-da-sociedade-civil-na-africa-do-sul/" target="_blank" rel="noopener">África do Sul</a></strong> e <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/05/michel-sidibe-conclui-missao-de-5-dias-lesoto-africa-do-sul-e-zambia/" target="_blank" rel="noopener">outras partes do mundo</a></strong>.</p>
<p>O UNAIDS continuará engajado com líderes e ativistas dos direitos das mulheres para aprender com suas experiências e utilizar seus conhecimentos no desenvolvimento e na implementação de políticas para enfrentar o assédio no ambiente de trabalho e abordar outras questões mais amplas de desigualdade de gênero, violência baseada em gênero e discriminação como esforços essenciais para acabar com a AIDS.</p>
<p>O UNAIDS tomou uma série de medidas para reforçar sua política de tolerância zero ao assédio. Um <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/02/unaids-apresenta-plano-para-prevenir-e-enfrentar-todas-as-formas-de-assedio-e-garantir-maior-responsabilizacao-e-transparencia/" target="_blank" rel="noopener">plano de cinco pontos</a></strong> está sendo implementado para garantir que todas as formas de assédio e abuso de autoridade sejam identificadas já no início, que as medidas tomadas sejam devidamente documentadas e que a ação siga o processo devido e seja rápida e eficaz, com proteção adequada para sobreviventes e denunciantes.</p>
<p>O UNAIDS também está tornando mais fácil para as pessoas apresentarem denúncias de maneira segura e confidencial por meio de uma linha direta anônima, que está disponível 24 horas por dia, todos os dias, e oferece uma forma alternativa para os funcionários reportarem queixas.</p>
<p>Além disso, o UNAIDS solicitou <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/05/escritorio-da-junta-de-coordenacao-do-unaids-divulga-termos-de-referencia-para-trabalho-do-painel-independente-de-especialistas-sobre-assedio/" target="_blank" rel="noopener">à Junta de Coordenação do Programa que liderasse um Painel de Especialistas Independentes sobre Assédio</a></strong> para fornecer recomendações de políticas sobre como o UNAIDS pode melhorar sua resposta ao assédio e identificar áreas onde uma reforma seja necessária.</p>
<p>O UNAIDS lançou recentemente seu <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/06/unaids-lanca-plano-de-acao-de-genero-2018-2023/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023</a></strong>, para garantir a igualdade de gênero no ambiente de trabalho como um direito humano e fundamental para o desempenho e a eficácia do UNAIDS.</p>
<p>CITAÇÕES</p>
<p>Abordar a questão da violência contra as mulheres é um imperativo dos direitos humanos e uma prioridade para mim. Eu faço um compromisso pessoal para liderar a mudança cultural necessária e implementar as medidas necessárias para prevenir e abordar o assédio sexual dentro do UNAIDS e a violência generalizada contra mulheres e meninas—em toda a sua diversidade—em nossas comunidades.</p>
<p>MICHEL SIDIBÉ, DIRETOR EXECUTIVO DO UNAIDS</p>
<p>O assédio sexual, o abuso de poder e a violência são experiências que muitas pessoas sofreram e agora vivemos em um momento divisor de águas para alcançar transparência e transformação. Nós, como <em>ATHENA</em>, convocamos essa consulta em conjunto com o UNAIDS como parte do nosso trabalho de longa data para garantir que as mulheres, em toda a nossa diversidade, sejam parte significativa da tomada de decisões que afetam nossas vidas e que uma agenda forte de transparência beaseada nos direitos das mulheres, liderada por mulheres da sociedade civil, seja inconporada no trabalho e na governança do UNAIDS.</p>
<p>ELIZABETH TYLER CRONE, DIRETORA EXECUTIVA DA REDE ATHENA</p>
<p>Nosso trabalho com o <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/02/unaids-apresenta-plano-para-prevenir-e-enfrentar-todas-as-formas-de-assedio-e-garantir-maior-responsabilizacao-e-transparencia/" target="_blank" rel="noopener">plano de cinco pontos</a> </strong>busca sensibilizar os funcionários para que eles conheçam seus direitos, estejam protegidos, possam denunciar e também tenham o poder de responsabilizar líderes por suas ações. Estamos tomando medidas para evidenciar que nenhuma forma de assédio será tolerada. Estamos fazendo um trabalho importante para garantir uma resposta rápida e eficaz.</p>
<p>GUNILLA CARLSSON, DIRETORA EXECUTIVA DO UNAIDS PARA GESTÃO E GOVERNANÇA</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/06/defensores-dos-direitos-das-mulheres-juntam-se-ao-unaids-para-abordar-o-assedio-sexual/">Defensores dos direitos das mulheres juntam-se ao UNAIDS para abordar assédio sexual</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS lança Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jun 2018 18:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Ação sobre Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS lançou o novo Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023. O plano baseia-se no progresso alcançado no Plano 2013-2018, que forneceu uma estrutura para promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres em todo o Secretariado do UNAIDS. Cerca de 54% dos funcionários do UNAIDS são mulheres e o Secretariado do UNAIDS, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/06/unaids-lanca-plano-de-acao-de-genero-2018-2023/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS lançou o novo <strong><a href="http://www.unaids.org/en/resources/documents/2018/jc2925_unaids-gender-action-plan-2018-2023" target="_blank" rel="noopener">Plano de Ação sobre Gênero 2018-2023</a></strong>. O plano baseia-se no progresso alcançado no Plano 2013-2018, que forneceu uma estrutura para promover a igualdade de gênero e empoderar as mulheres em todo o Secretariado do UNAIDS.<span id="more-9051"></span></p>
<p>Cerca de 54% dos funcionários do UNAIDS são mulheres e o Secretariado do UNAIDS alcançou a paridade de gênero entre os funcionários no nível P4 (gerência intermediária) e acima. O aumento de mulheres em cargos de liderança tem acontecido entre os Diretores de países: as mulheres representam hoje 48% dos Diretores de países do UNAIDS; em 2013, elas eram 23% nestes cargos. O UNAIDS também desenvolveu o <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/04/acelerando-o-progresso-em-direcao-igualdade-de-genero-nas-nacoes-unidas-e-alem/" target="_blank" rel="noopener">Programa de Mentoria para Mulheres e o Programa de Liderança para Mulheres do UNAIDS</a></strong>.</p>
<p>“O Plano de Ação sobre Gênero vai além da paridade. É sobre empoderamento e direitos”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “A equipe é o principal recurso das Nações Unidas e eu me comprometo a garantir recursos, programas e apoio para empoderar todos os funcionários do UNAIDS para melhorar a vida das pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus.”</p>
<p>De forma consistente, o UNAIDS tem se desempenhado bem dentro do Plano de Ação para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres das Nações Unidas. O UNAIDS é reconhecido como a única entidade das Nações Unidas em total cumprimento com todos os 15 indicadores de desempenho.</p>
<p>O novo plano procura basear-se nesse progresso, ao mesmo tempo em que estabelece metas novas e mais ambiciosas. “O Plano de Ação sobre Gênero do UNAIDS é uma ferramenta para a mudança”, disse <strong><a href="https://unaids.org.br/2017/12/unaids-da-boas-vindas-gunilla-carlsson-como-sua-nova-diretora-executiva-adjunta-para-gestao-e-governanca/" target="_blank" rel="noopener">Gunilla Carlsson,</a><a href="https://unaids.org.br/2017/12/unaids-da-boas-vindas-gunilla-carlsson-como-sua-nova-diretora-executiva-adjunta-para-gestao-e-governanca/" target="_blank" rel="noopener"> Diretora Executiva Adjunta do UNAIDS</a></strong>. “Uma ferramenta para ajudar a criar um local de trabalho que maximize o poder positivo da igualdade e da diversidade, onde mulheres e homens possam seguir uma carreira gratificante, livre de discriminação e assédio de qualquer tipo. Tenho orgulho de lançá-lo como parte do <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/02/unaids-apresenta-plano-para-prevenir-e-enfrentar-todas-as-formas-de-assedio-e-garantir-maior-responsabilizacao-e-transparencia/" target="_blank" rel="noopener">plano de cinco pontos para prevenir e enfrentar o assédio no UNAIDS</a></strong>”.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/AewkNqcG7aU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em>(Para acompanhar em português, lembre-se de ativar as legendas em Português no YouTube)</em></p>
<p>O Plano de Ação sobre Gênero do UNAIDS estabelece quatro metas:</p>
<ul>
<li>Meta 1: paridade de gênero de 50:50 em todos os níveis e categorias de funcionários.</li>
<li>Meta 2: 100% dos funcionários, em todos os níveis, devem definir um objetivo de trabalho e aprendizado sobre gênero.</li>
<li>Meta 3: 100% das funcionárias mulheres elegíveis devem participar do Programa de Liderança para Mulheres e 100% dos funcionários elegíveis do UNAIDS devem participar do Programa de Mentoria para Mulheres.</li>
<li>Meta 4: 100% de cumprimento do Plano de Ação para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres das Nações Unidas 2.0.</li>
</ul>
<p>Para alcançar essas metas e garantir uma cultura organizacional que defenda plenamente a igualdade e a diversidade de gênero, o Secretariado do UNAIDS fará relatórios regulares e transparentes para todos os funcionários sobre progressos e desafios, além de reportar à <strong><a href="https://unaids.org.br/junta-de-coordenacao-de-programa/" target="_blank" rel="noopener">Junta de Coordenação do Programa</a></strong>.</p>
<p>Será criado um Grupo de Desafios, composto por funcionários de toda a organização, que serão encarregados de impulsionar o progresso e responsabilizar a liderança do UNAIDS pela implementação bem-sucedida do plano.</p>
<p>Através da implementação do Plano de Ação sobre Gênero 2018–2023, o UNAIDS continuará liderando o caminho rumo à aceleração da igualdade de gênero e capacitando cada membro da equipe para alcançar todo o seu potencial.</p>
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