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	<title>Brasil - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Nova Estratégia Global para a AIDS 2026-2031 e GT sobre transição são adotados na 57ª reunião do PCB do UNAIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Dec 2025 14:40:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último dia 18, foi concluída, em Brasília, a 57ª reunião da Junta de Coordenação do Programa (PCB). Em um momento de graves interrupções na resposta ao HIV em diversos países e no trabalho do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), o PCB adotou uma nova Estratégia Global contra a AIDS para, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/na-57a-reuniao-da-junta-de-coordenacao-de-programa-do-unaids-sao-adotados-nova-estrategia-global-contra-a-aids-e-gt-sobre-transicao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No último dia 18, foi concluída, em Brasília, a 57ª reunião da <a href="https://unaids.org.br/junta-de-coordenacao-de-programa/" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">Junta de Coordenação do Programa (PCB)</span></a>. Em um momento de graves interrupções na resposta ao HIV em diversos países e no trabalho do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), o PCB adotou uma nova Estratégia Global contra a AIDS para 2026–2031, intitulada “Em União para Acabar com a AIDS”.</p>



<span id="more-31039"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“A inação não é uma opção. Se pararmos e não alcançarmos as metas estabelecidas na Estratégia, até 2030, veremos cerca de 3,3 milhões de novas infecções. Não podemos permitir que isso aconteça”, afirmou Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Criação de Grupo de Trabalho para a transição do UNAIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante os três dias de reunião, os membros da Junta aprovaram a criação de um Grupo de Trabalho do PCB (GT). O objetivo é desenvolver um plano e um cronograma para a transição do UNAIDS e sua integração ao sistema das Nações Unidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo garantirá o engajamento significativo de todas as partes relevantes. Entre elas estão a sociedade civil, governos, copatrocinadores e outras parcerias. A iniciativa está alinhada à <a href="https://brasil.un.org/pt-br/297054-iniciativa-onu80" target="_blank" rel="noopener" title="">Iniciativa ONU80</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma de nossas principais tarefas, por meio da Estratégia Global para a AIDS, da transição do UNAIDS e da Iniciativa ONU80 de forma mais ampla, é compreender melhor como podemos incentivar, de maneira eficaz, o reengajamento da comunidade internacional”, disse Amina J. Mohammed, vice-secretária-geral da ONU. “Vidas, dignidade e progressos arduamente conquistados ainda estão em jogo. O UNAIDS demonstrou o que a ação coletiva pode alcançar. Esse legado precisa ser protegido.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reconhecimento ao papel do UNAIDS na resposta ao HIV</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da reunião, organismos membros e observadores do PCB expressaram profundo reconhecimento pelo papel crítico que o UNAIDS desempenha na resposta ao HIV. Também destacaram o trabalho de sua equipe em diferentes contextos. Participantes falaram com convicção sobre o significado da dedicação para governos e comunidades em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compromisso do Brasil com a eliminação da AIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil reafirmou, como prioridade central de governo, a eliminação das doenças socialmente determinadas, incluindo a epidemia de AIDS”, afirmou Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS). “Essa agenda está fundamentada no nosso Sistema Único de Saúde (SUS) — universal, integral e gratuito — que garante prevenção, diagnóstico e tratamento em um país de escala continental e profunda diversidade regional”, disse Simão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Solidariedade global e participação da sociedade civil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não podemos retroceder depois de termos assumido um compromisso com as pessoas mais vulneráveis”, afirmou Erica Schouten, embaixadora do Reino dos Países Baixos junto às Nações Unidas. “Também não podemos nos afastar exatamente quando a resposta ao HIV precisa, mais do que nunca, de solidariedade global.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sentimento ecoado pela delegação de ONGs da América do Norte: “A inclusão das vozes das ONGs no UNAIDS não é simbólica; ela é fundamental para a força e a legitimidade do UNAIDS”, afirmou Shamin Mohamed Jr. “Um encerramento prematuro da coordenação e do apoio internacional representa um retrocesso. Se fizermos as coisas cedo demais, as vidas das pessoas também terminarão cedo demais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Copatrocinadores e próximos marcos globais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Junta reconheceu que o PNUD, o UNFPA, o ACNUR, o UNICEF, o UNODC e a OMS atuarão como <a href="https://unaids.org.br/copatrocinadores/" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">copatrocinadores líderes</span></a>. Já a OIT, a UNESCO, a ONU Mulheres, o PMA e o Banco Mundial serão copatrocinadores afiliados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Estratégia Global e as metas para 2030 irão subsidiar a Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre AIDS. Também orientarão a Declaração Política sobre HIV/AIDS em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS agradeceu aos organismos e países doadores pelo apoio contínuo e pelas contribuições de 2025. Entre eles estão Austrália, Bélgica/Flandres, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Irlanda, Japão, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Mônaco, Espanha e Reino Unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avanços com antirretrovirais de longa duração</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A sessão temática da reunião sobre antirretrovirais injetáveis de longa duração, tanto para prevenção quanto para tratamento, demonstrou como esses medicamentos podem acelerar o progresso rumo ao fim da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com vontade política, financiamento adequado, liderança comunitária e parcerias estratégicas, essas tecnologias podem transformar a resposta ao HIV. Além disso, contribuem para reduzir desigualdades de acesso e diminuir drasticamente as novas infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximas reuniões do PCB</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 57ª reunião do PCB foi presidida pelo Brasil. Para 2026, o Conselho elegeu os Países Baixos como presidência, as Filipinas como vice-presidência e o Quênia como relatoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório da diretora executiva do UNAIDS à Junta, assim como os relatórios de cada item da agenda e as decisões do PCB, podem ser consultados <span style="text-decoration: underline;">aqui</span>, em inglês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 58ª reunião do PCB ocorrerá em Genebra, de 30 de junho a 2 de julho de 2026.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-scaled.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="31042" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-31042" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09577-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: UNAIDS Brasil/Kayo Oliveira</figcaption></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0200.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="670" height="431" data-id="31045" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0200.jpg" alt="" class="wp-image-31045" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0200.jpg 670w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0200-300x193.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: UNAIDS Brasil/Kayo Oliveira</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0045.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="670" height="431" data-id="31046" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0045.jpg" alt="" class="wp-image-31046" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0045.jpg 670w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG-20251218-WA0045-300x193.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: UNAIDS Brasil/Dammer Martins</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="31047" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-31047" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09570-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: UNAIDS Brasil/Kayo Oliveira</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="31048" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-31048" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/SJA09990-1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: UNAIDS Brasil/Dammer Martins</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="31049" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-31049" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1-720x480.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/12/WB-NGO-Delagation-1-1.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Foto: UNAIDS Brasil/Kayo Oliveira</figcaption></figure>
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		<title>UNAIDS celebra 25 anos de atuação e 40 anos da resposta à aids em parceria com o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas (UNAIDS) completa, em 2025, 25 anos de atuação no Brasil em um momento simbólico: os 40 anos da resposta brasileira à AIDS. Essa celebração dupla reforça a importância da parceria com o país construída de forma sólida, sempre trabalhando promoção de políticas públicas multissetoriais que coloquem as pessoas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/unaids-celebra-25-anos-de-atuacao-e-40-anos-da-resposta-a-aids-em-parceria-com-o-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas (UNAIDS) completa, em 2025, 25 anos de atuação no Brasil em um momento simbólico: os 40 anos da resposta brasileira à AIDS. Essa celebração dupla reforça a importância da parceria com o país construída de forma sólida, sempre trabalhando promoção de políticas públicas multissetoriais que coloquem as pessoas que vivem com HIV no centro da resposta nacional para que tenham vidas sem estigma e discriminação.</p>



<span id="more-30977"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito dos 40 anos da resposta à AIDS, nesta segunda-feira, dia 01, será inaugurada em Brasília a exposição “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2025/11/exposicao-em-brasilia-celebra-40-anos-da-resposta-brasileira-ao-hiv-e-a-aids-com-exposicao-alusiva-ao-mes-de-conscientizacao-sobre-o-tema/" target="_blank" rel="noopener" title="">40 anos da história da resposta brasileira à aids</a></span>”. A exposição, realizada pelo Ministério da Saúde, com apoio do UNAIDS, SESI Lab, Fiocruz, Museu da Pessoa e Grupo Pela Vidda, marca quatro décadas de políticas públicas, ciência, mobilização social e conquistas que transformaram o Brasil em referência mundial na resposta ao HIV e à AIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Uma história compartilhada com o Brasil</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sua chegada ao país, o UNAIDS tem trabalhado para apoiar projetos como <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ftc/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fast-Track Cities</a></span></em>, que acelera resposta municipais; o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índice de Estigma</a></span>, que usa dados e evidências coletados pela sociedade civil para medir o estigma e a discriminação na sociedade brasileira, com diferentes populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS também atua no apoio às organizações da sociedade civil e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/organizacoes-da-sociedade-civil-de-hiv-e-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">redes de pessoas que vivem com HIV</a></span> para fortalecer políticas públicas que ampliam o acesso à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento do HIV, contribuindo para solidificar estratégias que fortalecem na sociedade brasileira uma cultura sem estigma e discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS reúne os esforços de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/copatrocinadores/" target="_blank" rel="noopener" title="">11 organizações da ONU</a></span> &#8211; ACNUR, UNICEF, WFP, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS e Banco Mundial &#8211; e trabalha em estreita colaboração com parcerias globais e nacionais para acabar com a epidemia de AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil sempre se destacou por uma resposta pioneira. No entanto, manter esse protagonismo exige esforços contínuos. Por isso, o UNAIDS atua para ampliar diálogos com governos, sociedade civil, academia, setor privado e, principalmente, as comunidades, que devem sempre estar no centro da resposta.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Fortalecimento de políticas públicas com foco nas pessoas</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de 25 anos, o UNAIDS tem colaborado para que a resposta brasileira permaneça guiada por evidências e inclusão. Isso significa apoiar ações que reconhecem a diversidade do país e que respondam às necessidades reais das populações mais vulneráveis ao vírus como a comunidade LGBTQIA+, em especial pessoas trans; homens que fazem sexo com outros homens (HSH); profissionais do sexo; pessoas privadas de liberdade, população negra, indígena e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a chegada de novas tecnologias de prevenção e tratamento, como os medicamentos injetáveis de longa duração e a ampliação da testagem, novas oportunidades surgem. No entanto, essas ferramentas só produzem impacto quando chegam às pessoas que mais precisam. Assim, o UNAIDS segue atuando para apoiar políticas que levem informação de qualidade, ampliem o acesso e reduzam desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A resposta brasileira é um exemplo para o mundo e mostra que colocando as comunidades no centro e a partir de uma estratégia multissetorial é possível transformar a resposta à AIDS. O UNAIDS está no Brasil há 25 anos e celebramos essa trajetória de trabalho conjunto com o governo com muito orgulho, baseada nos direitos humanos de todas as pessoas vivendo com HIV e AIDS. Seguiremos trabalhando para não deixar ninguém para trás”, destaca Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Avanços, desafios e o futuro da resposta</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os 40 anos da resposta à AIDS no Brasil mostram um caminho marcado por conquistas importantes. Desde o acesso universal e tratamento gratuito via Sistema Único de Saúde (SUS) até campanhas que colocaram o país como referência global, a história brasileira é reconhecida internacionalmente. Entretanto, os desafios persistem. A redução das desigualdades, a ampliação dos serviços e a eliminação do estigma continuam sendo prioridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS acredita que o futuro exige inovação, cooperação e compromisso permanentes com os direitos humanos. Por isso, a parceria com o Brasil segue firme. Com evidências, tecnologias e oportunidades, o UNAIDS apoia iniciativas que acelerem o alcance das metas globais e que garantam que ninguém fique para trás.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">25 anos de UNAIDS no Brasil: respeito, equidade e transformação</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de sua trajetória, o UNAIDS se consolidou como um aliado estratégico, trabalhando lado a lado com o país para transformar vidas. O compromisso com o fim da AIDS como ameaça à saúde pública permanece firme. No entanto, essa meta só será possível com ações integradas, participativas e guiadas por direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é necessário investir em estratégias que combatam desigualdades e fortaleçam comunidades. A experiência mostra que respostas bem-sucedidas dependem de políticas multissetoriais que respeitam a autonomia das pessoas e que garantem acesso a serviços de saúde de qualidade. Além disso, o engajamento da sociedade civil organizada continua sendo essencial para manter o Brasil como referência global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O futuro da resposta à AIDS depende de ações integradas e do fortalecimento de todas as pessoas que compõem essa trajetória. Com determinação, colaboração e visão estratégica, a resposta precisa ser cada vez mais inclusiva, inovadora e transformadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lançamento da exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids”*.</strong><br><strong>Data</strong>: 1° de dezembro de 2025<br><strong>Horário</strong>: 16h<br><strong>Local</strong>: SESI Lab &#8211; SCTS 01, Bloco A &#8211; Brasília – DF &#8211; (ao lado da rodoviária do Plano Piloto, mapa abaixo).</p>



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<p class="wp-block-paragraph">*Não é necessário credenciamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entrevistas, por favor, entrar em contato com: Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil | +55 61 99304-2654 | <span style="text-decoration: underline;"><a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noopener" title="">kedzierskith@unaids.org</a></span>. </p>



<p class="has-text-align-center has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8a7323311816bd7acc7cdb01d8c43048 wp-block-paragraph" style="color:#f90000"><strong>Confira a programação da exposição</strong></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
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<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-2" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 2</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-3" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 3</strong></a></div>



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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/unaids-celebra-25-anos-de-atuacao-e-40-anos-da-resposta-a-aids-em-parceria-com-o-brasil/">UNAIDS celebra 25 anos de atuação e 40 anos da resposta à aids em parceria com o Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 15:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um novo relatório do UNAIDS divulgado hoje, às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025. O relatório detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/11/UNAIDS_WAD_report.pdf" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">novo relatório do UNAIDS</span></a> divulgado hoje, às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025. O relatório detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque nos países de baixa e média renda com mais incidência de HIV.</p>



<span id="more-30939"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As reduções abruptas na assistência internacional ao HIV em 2025 aprofundaram os déficits de financiamento existentes. A OCDE estima que a assistência externa à saúde deverá cair entre 30 e 40% em 2025 em comparação com 2023, causando interrupções imediatas e ainda mais graves nos serviços de saúde em países de baixa e média renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A crise de financiamento expôs a fragilidade do progresso que lutamos tanto para alcançar”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Por trás de cada dado deste relatório estão pessoas, bebês e crianças que não tiveram acesso a exames de HIV ou diagnóstico precoce, mulheres jovens que não receberam apoio à prevenção e comunidades que de repente ficaram sem serviços e cuidados. Não podemos abandoná-las. Precisamos superar essa interrupção e transformar a resposta à AIDS.”</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Um sistema global em choque</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços de prevenção — que já estavam sob pressão antes da crise — foram os mais afetados. Reduções significativas no acesso a medicamentos para prevenir o HIV (profilaxia pré-exposição, conhecida como PrEP) e quedas acentuadas na circuncisão médica voluntária para prevenção do HIV deixaram uma lacuna significativa na proteção de milhões de pessoas. O fim dos programas de prevenção do HIV concebidos com e para mulheres jovens privou as adolescentes e as mulheres jovens de serviços de prevenção do HIV, saúde mental e violência de gênero em muitos países. Isso aumenta ainda mais a sua exposição à vulnerabilidade &#8211; em 2024, havia globalmente 570 novas infecções por HIV todos os dias entre mulheres jovens e meninas com idades entre 15 e 24 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações lideradas pela comunidade — a base da resposta ao HIV e que conseguiam alcançar as pessoas mais expostas ao HIV — relatam fechamentos generalizados, com mais de 60% das organizações lideradas por mulheres suspendendo programas essenciais. Os serviços para populações-chave, incluindo serviços para homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis e pessoas trans, também foram severamente afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fracasso em atingir as metas globais para o HIV de 2030 da próxima <a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-a-aids-2026-2031/" target="_blank" rel="noopener" title="">Estratégia Global para a AIDS</a> pode resultar em 3,3 milhões de novas infecções por HIV entre 2025 e 2030.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Preocupações crescentes com os direitos humanos</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A crise de financiamento se desenrolou em um contexto de fragilização do ambiente global dos direitos humanos, com consequências particularmente graves para as populações marginalizadas. Em 2025, o número de países que criminalizam a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo e a expressão de gênero aumentou pela primeira vez desde que o UNAIDS começou a monitorar leis punitivas em 2008. As restrições à sociedade civil — particularmente aquelas que trabalham com populações-chave em todo o mundo e mulheres jovens e meninas na África Subsaariana — estão prejudicando ainda mais o acesso essencial aos serviços de HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Resiliência e inovação oferecem esperança</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desses desafios, vários países tomaram medidas rápidas na tentativa de&nbsp;suprir&nbsp;as lacunas de financiamento. Como resultado, muitos países estão demonstrando&nbsp;resiliência no que diz respeito&nbsp;ao&nbsp;tratamento para o&nbsp;HIV. Alguns países relataram números relativamente estáveis ou mesmo um aumento nas novas iniciações&nbsp;de tratamento antirretroviral como resultado de medidas rápidas para manter os serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países Nigéria, Uganda, Costa do Marfim, África do Sul e Tanzânia comprometeram-se a aumentar os investimentos nacionais para serviços de HIV. O UNAIDS está trabalhando com mais de 30 países para acelerar os planos nacionais de sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação também está ganhando impulso. As tecnologias de prevenção de longa duração do HIV — incluindo injeções duas vezes ao ano para prevenir o vírus — têm o potencial de prevenir milhares de novas infecções em locais de alta incidência. Novas parcerias anunciadas em 2025 pela Fundação Gates, UNITAID, Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária e o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.state.gov/pepfar/" target="_blank" rel="noopener" title="">Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio da AIDS</a></span> (PEPFAR) lançaram iniciativas para garantir o acesso generalizado a formulações genéricas de medicamento com preços acessíveis — cerca de US$ 40 por pessoa.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos o que funciona — temos a ciência, as ferramentas&nbsp;biomédicas&nbsp;e as&nbsp;estratégias comprovadas”, afirmou&nbsp;Winnie&nbsp;Byanyima.&nbsp;“O que precisamos agora é de coragem política. Investir nas comunidades, na prevenção, na inovação e na proteção dos direitos humanos como caminho para acabar com a AIDS.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aa segunda metade de 2025&nbsp;demonstrou&nbsp;alguma esperança para a manutenção do financiamento internacional crítico. Os EUA divulgaram&nbsp;sua nova Estratégia Global de&nbsp;Saúde, “<em>America&nbsp;First</em>”,&nbsp;e&nbsp;estão estabelecendo acordos bilaterais com cerca de 70 países para continuar o financiamento durante uma transferência progressiva para respostas nacionais autossuficientes ao HIV nos próximos dois a cinco anos. A recente&nbsp;conferência&nbsp;de reposição do Fundo Global também gerou promessas de US$ 11,34 bilhões, com mais parceiros ainda por vir. Esta é uma conquista extraordinária.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Chamado à ação</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo, 1,3 milhão de novas infecções ocorreram em 2024 e 9,2 milhões de pessoas ainda não têm acesso ao tratamento.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS, o UNAIDS apela às lideranças globais para que:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reafirmem a solidariedade global, o multilateralismo e o compromisso coletivo de combater e acabar com a AIDS de forma conjunta.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Essa é a base do nosso progresso até o momento. Os compromissos com a saúde e a dívida assumidos na Declaração dos Lideranças na Cúpula do G20 e na reposição do Fundo Global no último fim de semana reforçam os sinais de esperança.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mantenham o financiamento para a resposta global</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>A assistência internacional deve ser mantida para os países que mais precisam dela, a fim de garantir uma transição gradual, segura e sustentável para o financiamento doméstico.</li>



<li>O financiamento doméstico não tem condições de crescer rápido o suficiente para preencher essa lacuna, portanto, o apoio global contínuo é fundamental.</li>



<li>Os compromissos com uma reestruturação urgente e significativa da dívida, de acordo com a Declaração das Lideranças do G20, são essenciais para liberar recursos atualmente vinculados ao pagamento da dívida.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Investir em inovação, incluindo opções acessíveis de prevenção e tratamento de longa duração.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Expandir e acelerar a implementação do lenacapavir para atingir rapidamente 20 milhões de pessoas</li>



<li>Licenciar mais empresas para produzir em escala, a fim de reduzir ainda mais os custos</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Defender os direitos humanos. Empoderar as comunidades.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Apelamos a todos os parceiros para que defendam o direito à saúde como um direito humano fundamental. Isso significa defender com firmeza a autonomia corporal e a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, garantindo que todas as pessoas tenham a liberdade e a dignidade de tomar decisões sobre o seu próprio corpo e saúde.</li>



<li>E devemos fortalecer as ações lideradas pela comunidade, porque as comunidades estão no centro de todas as respostas bem-sucedidas. Suas vozes, liderança e experiência de vida impulsionam o progresso e a responsabilidade.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de luta, a resposta global ao HIV estava perto de atingir seu objetivo de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. O mundo avançou muito — e conquistou muito — para permitir que o progresso se desfaça neste momento de oportunidade histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é o nosso momento de escolher”, disse Winnie Byanyima. “Podemos permitir que esses choques desfaçam décadas de conquistas duramente alcançadas ou podemos nos unir por uma visão compartilhada de acabar com a AIDS. Milhões de vidas dependem das escolhas que fazemos hoje.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entrevistas, por favor, entrar em contato com:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil</strong> | +55 61 99304-2654 | <a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">kedzierskith@unaids.org</span></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse também a <a href="http://UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">ficha informativa</span></a> 2025.</p>
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		<title>Lançamento do Relatório do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 16:03:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV. A combinação de uma crise financeira cada vez mais grave, o aumento da fragmentação geopolítica e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/lancamento-do-relatorio-do-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</a></span>”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV.</p>



<span id="more-30919"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de uma crise financeira cada vez mais grave, o aumento da fragmentação geopolítica e dúvidas sobre o futuro da coordenação global do HIV criou o cenário mais desafiador em mais de duas décadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, comemorado sempre em 1º de dezembro, o UNAIDS lançará um novo relatório na terça-feira, 25 de novembro, destacando o impacto dos cortes de financiamento e algumas das medidas adotadas por países e comunidades para manter o avanço da resposta ao HIV, apesar das diminuições de recursos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV sempre foi uma prova do que a humanidade pode alcançar quando há união. Até hoje, ações coletivas globais salvaram milhões de vidas. Esse progresso está ameaçado. Nenhum país pode responder ao HIV individualmente. Globalmente, cerca de 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV, destas, 22,1% &#8211; cerca de 9 milhões de pessoas &#8211; não estão em tratamento e 2024 foram registradas 1,3 milhão de novas infecções por HIV. &nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o lançamento do Relatório</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Coletiva de imprensa para o lançamento do relatório do UNAIDS para o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 – <em>Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</em>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira, 25 de novembro, 10h00 às10h45, horário de Brasília, em inglês.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Palestrantes</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</li>



<li>Byrone Chingombe, diretor técnico do Centre for Sexual Health and HIV/AIDS Research (CeSHHAR), de Harare, Zimbábue</li>



<li>Angeli Achrekar, vice-diretora executiva do UNAIDS</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do relatório será realizado de forma virtual. Clique no link abaixo para acompanhar: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TJ0jQ_De-Do" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=TJ0jQ_De-Do</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais relacionados ao lançamento do Relatório Global estão sob embargo até dia 25 de novembro,<strong> </strong>às 10 horas, horário de Brasília.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao material embargado, por favor, entrar em contato com:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil</strong> | +55 61 99304-2654 | <a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">kedzierskith@unaids.org</a>  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a imprensa internacional que deseja participar da coletiva remotamente, por favor, contatar:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Charlotte Sector</strong> | tel. +41 79 500 8617 | <a href="mailto:sectorc@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sectorc@unaids.org</a> <br><strong>Michael Hollingdale</strong> | tel. +41 79 500 2119 | <a href="mailto:hollingdalem@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hollingdalem@unaids.org</a> </p>
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		<title>UNAIDS parabeniza anúncio de novos acordos para tornar os novos medicamentos de prevenção de longa duração do HIV disponíveis; Brasil continua excluído do acordo</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/09/unaids-parabeniza-anuncio-de-novos-acordos-para-tornar-os-novos-medicamentos-de-prevencao-de-longa-duracao-do-hiv-disponiveis-brasil-continua-excluido-do-acordo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 14:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Medicamentos Injetáveis de Longa Duração]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS acolhe com grande satisfação o anúncio de dois novos acordos para promover o progresso na prevenção de novas infecções pelo HIV. As estimativas do UNAIDS mostram que 1,3 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV em 2024, um número muito superior à meta de 370 mil até 2025. O lenacapavir, produzido pela, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/09/unaids-parabeniza-anuncio-de-novos-acordos-para-tornar-os-novos-medicamentos-de-prevencao-de-longa-duracao-do-hiv-disponiveis-brasil-continua-excluido-do-acordo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS acolhe com grande satisfação o anúncio de dois novos acordos para promover o progresso na prevenção de novas infecções pelo HIV. As estimativas do UNAIDS mostram que 1,3 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV em 2024, um número muito superior à meta de 370 mil até 2025.</p>



<span id="more-30713"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/lenacapavir/" target="_blank" rel="noopener" title="">lenacapavir</a></span>, produzido pela empresa americana <em>Gilead</em>, é um novo medicamento revolucionário que previne a infecção pelo HIV com apenas duas injeções por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os acordos foram anunciados na quarta-feira, dia 24, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova Iorque. A UNITAID, a <em>Clinton Health Access Initiative</em> (CHAI) e a <em>Wits RHI</em> fornecerão apoio financeiro, técnico e regulamentar ao fabricante indiano de genéricos <em>Dr Reddy’s Laboratories</em>, permitindo que o custo anual das injeções seja de apenas 40 dólares americanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Gates apoiará o fabricante indiano de genéricos <em>Hetero Drugs</em> com financiamento inicial e garantias de volume para garantir um custo de cerca de US$ 40 por paciente por ano, após o curto regime oral de pré-tratamento.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre Lenacapavir</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos medicamentos de ação prolongada tornarão a prevenção do HIV mais fácil e acessível para as pessoas que mais precisam. O lenacapavir se somará ao conjunto de opções de prevenção do HIV atualmente disponíveis, incluindo preservativos, anéis vaginais e pílulas de prevenção diárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados do ensaio PURPOSE 1, realizado com mulheres cis de países da África, demonstraram que o lenacapavir teve uma eficácia de 100% na prevenção do HIV. O PURPOSE 2, realizado na Argentina, Brasil, México e Peru, revelou que o lenacapavir teve uma eficácia de 96% na prevenção de novas infeções por HIV entre homens cis gays, bissexuais, mulheres trans, homens trans e pessoas não-binárias.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Custos e disponibilidade</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O preço atual do lenacapavir para o tratamento do HIV nos EUA é de US$ 28 mil por pessoa por ano. Esses novos acordos, firmados com fabricantes de genéricos, reduziriam o preço da prevenção do HIV para apenas US$ 40 por pessoa por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é um momento decisivo. Um preço de US$ 40 por pessoa por ano é um grande avanço que ajudará a ampliar o potencial revolucionário dos medicamentos injetáveis de longa duração contra o HIV”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma pesquisa publicada no The Lancet HIV no início deste ano, especialistas estimaram que, se adquirido em grande escala, o custo do lenacapavir genérico poderia variar de US$ 35 a US$ 46 por pessoa-ano. Com a alta demanda, o custo cairia para US$ 25, tornando o medicamento acessível mesmo para países de baixa renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS tem defendido que os medicamentos de ação prolongada sejam <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2025/06/unaids-pede-a-gilead-que-reduza-o-preco-de-novo-medicamento-injetavel-de-longa-duracao-para-prevencao-ao-hiv/" target="_blank" rel="noopener" title="">acessíveis e estejam disponíveis</a></span> para as pessoas que mais precisam desde que os estudos foram concluídos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A UNITAID, <em>Gates Foundation</em>, <em>CHAI</em>, <em>Witts RHI</em>, <em>Reddy</em> e <em>Hetero</em> mostraram hoje o que é possível quando as empresas priorizam o acesso equitativo a medicamentos que salvam vidas. A Gilead agora precisa corresponder a essa ambição reduzindo o preço do lenacapavir, sendo totalmente transparente em relação aos custos e preços, expandindo sua licença de genéricos para incluir todos os países de baixa e média renda e permitindo que mais pessoas nos países em desenvolvimento tenham acesso rápido a esses medicamentos que salvam vidas”, disse Winnie.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Brasil continua excluído do acordo</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com os novos acordos, Brasil continua fora da lista de 120 países que pode se beneficiar da disponibilização da versão genérica de sua injeção. Embora essa medida represente um avanço na resposta global ao HIV e beneficie quem está ficando para trás em países de baixa renda, lamentavelmente exclui muitos países de renda média, dez deles na América Latina: Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai e Peru.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Considero o anúncio uma excelente notícia, permitindo o acesso à nova tecnologia a um número expressivo de pessoas que vivem em países de renda baixa ou média, mas lamento profundamente o fato do Brasil ter sido excluído desta política de acesso, privando a população brasileira deste avanço da ciência”, destaca Draurio Barreira, diretor do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br" target="_blank" rel="noopener" title="">Departamento de HIV/AIDS, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde</a></span> (DATHI).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Nota: o acordo se enquadra na licença voluntária da Gilead, que permite que seis fabricantes de genéricos produzam lenacapavir para uso em 120 países, principalmente de baixa e média-baixa renda.</em></p>
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		<title>Sociedade civil destaca alto custo de medicamentos injetáveis de longa-duração para o HIV em audiência pública</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/09/sociedade-civil-destaca-alto-custo-de-medicamentos-em-audiencia-publica-sobre-medicamentos-injetaveis-de-longa-duracao-para-o-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:15:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quinta-feira, 28 de agosto, a Câmara dos Deputados promoveu um debate fundamental: a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial discutiu a ampliação do acesso a novos medicamentos de longa duração para o HIV. A discussão foi uma iniciativa de deputadas da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às IST/HIV/AIDS e Hepatites, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/09/sociedade-civil-destaca-alto-custo-de-medicamentos-em-audiencia-publica-sobre-medicamentos-injetaveis-de-longa-duracao-para-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na última quinta-feira, 28 de agosto, a Câmara dos Deputados promoveu um debate fundamental: a Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial discutiu a ampliação do acesso a novos medicamentos de longa duração para o HIV.</p>



<span id="more-30613"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A discussão foi uma iniciativa de deputadas da Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às IST/HIV/AIDS e Hepatites Virais. A audiência contou com a participação de empresas farmacêuticas, do governo e da sociedade civil, com acompanhamento do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do diálogo foi debater sobre estratégias para ampliar o acesso a medicamentos injetáveis de longa duração para o HIV, com foco em populações-chave e aquelas que estão mais expostas ao HIV. Entre os medicamentos discutidos estavam o lenacapavir e o cabotegravir, que demonstram eficácia superior a 95% na prevenção da infecção pelo HIV.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Medicamentos injetáveis de longa duração</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cabotegravir</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cabotegravir, registrado pela ViiV Healthcare, deve ser aplicado uma vez a cada dois meses para prevenir o HIV. O medicamento foi aprovado pela ANVISA em 2023 e lançado no mercado privado brasileiro na última semana. Atualmente, seu custo médio é de R$ 4 mil por dose e ainda não há data para o início da oferta do medicamento pelo SUS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lenacapavir</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lenacapavir, da farmacêutica Gilead, é aplicado uma vez por semestre e está em processo de registro para uso na prevenção do HIV. A Gilead ainda não anunciou o preço do medicamento para PrEP no Brasil. Contudo, seu custo para prevenção nos Estados Unidos foi registrado em US$ 28.218 por pessoa ao ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, um artigo publicado na revista <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=5293409" target="_blank" rel="noopener" title="">The Lancet</a></span></em> apresenta uma perspectiva diferente para a versão genérica. O estudo projeta que o custo do lenacapavir genérico poderia variar entre US$ 35 e US$ 46 por pessoa ao ano. Além disso, o crescimento da demanda poderia reduzir esse valor para US$ 25 anuais por pessoa, caso houvesse uma demanda comprometida de cinco a dez milhões de pessoas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, todos os países da América Latina e do Caribe foram <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/10/declaracao-do-unaids-sobre-a-exclusao-de-paises-de-renda-media-da-licenca-para-versao-generica-da-injecao-contra-o-hiv/" target="_blank" rel="noopener" title="">excluídos da licença</a></span> para a versão genérica do lenacapavir.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 2017, existe&nbsp;o SUS disponibiliza a PrEP oral para prevenção do HIV, que deve ser administrada diariamente. Saiba mais <a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/prep-profilaxia-pre-exposicao" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a>.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="453" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia-1024x453.png" alt="" class="wp-image-30616" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia-1024x453.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia-300x133.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia-768x340.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia-720x318.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828Audiencia.png 1081w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><em>Quadro comparativo apresentado pelo Grupo de Trabalho sobre Propriedade Intelectual (GTPI)</em> <em>na Audiência Pública sobre sobre medicamentos injetáveis de longa-duração para o HIV.</em></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-black-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.youtube.com/watch?v=bcBecwT-WzY">Assista a audiência completa no Youtube</a></div>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="30619" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-30619" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-683x1024.jpg 683w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-768x1152.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-1024x1536.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-1365x2048.jpg 1365w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-1200x1800.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-800x1200.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-480x720.jpg 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6485-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“O Brasil foi excluído da licença por ser considerado um país de renda média, o que não vê as desigualdades intensas que há no Brasil. Em 2022, 23% das novas infecções por HIV ocorreram nos países que foram excluídos da licença, inclusive de países que participaram dos estudos clínicos”, comenta Susana Van der Ploeg, coordenadora do GTPI/REBRIP. Foto: UNAIDS Brasil/João Rabelo </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30617" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-30617" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6526-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Há pessoas que vivem muito longe e que têm que recorrer quilômetros para acessar o pacote de prevenção do HIV que o SUS oferece. Não conseguiremos chegar nas metas se não olharmos para o acesso à saúde como um direito”, reforça Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS. Foto: UNAIDS Brasil/João Rabelo </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30618" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-30618" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6099-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Estamos falando de direitos. Não é uma relação de consumo, é uma relação de direitos humanos e de saúde que a população se aproprie da sua própria pesquisa. Estamos falando de um país onde mais de 10 mil pessoas falecem todos os anos por causa da AIDS”, destaca a deputada Erika Kokay. Foto: UNAIDS Brasil/João Rabelo</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30620" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-30620" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6112-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“Quando uma inovação pode salvar a vida das pessoas, mas não chega às pessoas que precisam dela, será que podemos considerar de fato uma inovação? Preço é uma questão chave na incorporação de medicamentos”, questiona Luciana de Melo, Coordenadora de HIV/Aids do Ministério da Saúde. Foto: UNAIDS Brasil/João Rabelo</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-scaled.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="30621" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-30621" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-1536x1024.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-2048x1365.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_6194-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">“O registro do lenacapavir foi solicitado à ANVISA em novembro de 2024 para tratamento e posteriormente foi realizado o pós registro para a prevenção, como PrEP. A ANVISA prioriza esse medicamento tanto no registro como no pós registro por considerar o HIV emergente e uma pandemia”, explica Raphael Sanches Pereira, especialista em Regulação e Vigilância Sanitária na ANVISA. Foto: UNAIDS Brasil/João Rabelo </figcaption></figure>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/09/sociedade-civil-destaca-alto-custo-de-medicamentos-em-audiencia-publica-sobre-medicamentos-injetaveis-de-longa-duracao-para-o-hiv/">Sociedade civil destaca alto custo de medicamentos injetáveis de longa-duração para o HIV em audiência pública</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Não desistimos! O UNAIDS continuará ao lado dos governos e das comunidades” foi a mensagem transmitida na 56ª reunião da Junta de Coordenação do Programa do UNAIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/07/nao-desistimos-o-unaids-continuara-ao-lado-dos-governos-e-das-comunidades-foi-a-mensagem-transmitida-na-56a-reuniao-da-junta-de-coordenacao-do-programa-do-unaids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 21:39:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 56ª reunião da Junta de Coordenação do Programa (PCB) do UNAIDS foi concluída em Genebra, Suíça, em um momento crítico da resposta global ao HIV. O encontro ocorreu em meio a cortes severos no financiamento internacional, afetando diretamente os programas de tratamento e prevenção em todo o mundo. “Estamos enfrentando uma interrupção massiva, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/07/nao-desistimos-o-unaids-continuara-ao-lado-dos-governos-e-das-comunidades-foi-a-mensagem-transmitida-na-56a-reuniao-da-junta-de-coordenacao-do-programa-do-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A 56ª reunião da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/junta-de-coordenacao-de-programa/" target="_blank" rel="noopener" title="">Junta de Coordenação do Programa</a></span> (PCB) do UNAIDS foi concluída em Genebra, Suíça, em um momento crítico da resposta global ao HIV. O encontro ocorreu em meio a cortes severos no financiamento internacional, afetando diretamente os programas de tratamento e prevenção em todo o mundo.</p>



<span id="more-30320"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos enfrentando uma interrupção massiva no financiamento internacional para o HIV, que está gerando disrupções sistêmicas em programas essenciais”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do cenário desafiador, Byanyima reforçou o papel histórico do UNAIDS em liderar a resposta global à AIDS, especialmente em contextos de crise. “Não desistimos. Continuamos ao lado de governos e comunidades comprometidos com o fim da epidemia de AIDS”, afirmou.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Novo modelo operacional reforça transformação do UNAIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a reunião, os membros do PCB endossaram o novo modelo operacional do UNAIDS. A iniciativa se baseia nas recomendações do Painel de Alto Nível e na direção estratégica da Iniciativa ONU80. A proposta fortalece o processo de reestruturação do Secretariado do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quatro funções essenciais para o UNAIDS</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Liderança e <em>advocacy</em>, incluindo mobilização de recursos;</li>



<li>Coordenação com foco na sustentabilidade da resposta global ao HIV;</li>



<li>Responsabilidade por dados, metas e estratégia;</li>



<li>Engajamento comunitário como princípio orientador do trabalho.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes de Estados-Membros, sociedade civil, comunidades e copatrocinadores expressaram apoio unânime ao trabalho do Programa Conjunto, reconhecendo sua atuação indispensável na resposta global ao HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Comunidades reafirmam a importância do UNAIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Martha Clara Nakato, delegada não-governamental da África, destacou a relevância do UNAIDS na articulação entre governos, sociedade civil e comunidades:<br>“O trabalho do UNAIDS é insubstituível. Ele garante que sejamos efetivamente incluídos nas decisões que nos afetam. Por isso, seu trabalho precisa continuar.”</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Estratégia Global de AIDS 2026–2031 é apresentada</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais pontos da reunião foi a análise preliminar da nova Estratégia Global de AIDS 2026–2031, que servirá de base para a Reunião de Alto Nível da ONU sobre HIV/AIDS em 2026. A estratégia e suas metas serão finalizadas em dezembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversos países reiteraram ou ampliaram seu apoio financeiro ao UNAIDS. A diretora executiva expressou gratidão aos principais países doadores.<br><strong>Contribuições recorrentes</strong>: Países Baixos, Dinamarca, Austrália, Alemanha, Luxemburgo, Irlanda, Noruega, Canadá, Japão e Mônaco.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Compromissos plurianuais</strong>: Dinamarca, Austrália, Países Baixos, Irlanda, Canadá, China, Luxemburgo e Reino Unido.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Apesar dos desafios, apoios se mantêm  </h5>



<p class="wp-block-paragraph">A Bélgica renovou seu Memorando de Entendimento (2025–2028), no valor de €12 milhões, cerca de R$ 76,940 milhões. Já a Alemanha adiantou €2 milhões – cerca de R$ 12 milhões – como contribuição principal para 2025 e prometeu até €500 mil – R$ 3.200 milhões – adicionais para apoiar a realocação de parte da equipe para o centro do UNAIDS em Bonn.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros anúncios incluem o aumento no apoio principal da Espanha, a contribuição dobrada de Portugal e incremento de contribuição da Polônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Cada contribuição — seja básica ou extraorçamentária — é essencial para nosso sucesso coletivo”, reforçou Winnie Byanyima.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Brasil preside a 56ª reunião do PCB</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil presidiu a 56ª reunião do PCB, com a Holanda como vice-presidente e o Quênia como relator. O próximo encontro, a 57ª reunião do PCB, será realizado em Brasília, de 16 a 18 de dezembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os relatórios da reunião, incluindo o da diretora executiva, estão disponíveis <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/speeches/2025/20250624_PCB56-exd-report" target="_blank" rel="noopener" title="">neste link</a></span>.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DLlNcOlPr_e/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DLlNcOlPr_e/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DLlNcOlPr_e/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por UNAIDS Brasil (@unaidsbrasil)</a></p></div></blockquote>
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<p class="wp-block-paragraph">Confira imagens do evento no Instagram da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/p/DLZ4TA0ocoG/?utm_source=ig_web_copy_link" target="_blank" rel="noopener" title="">Missão do Brasil em Genebra</a></span>.</p>
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	            data-title="“Não desistimos! O UNAIDS continuará ao lado dos governos e das comunidades” foi a mensagem transmitida na 56ª reunião da Junta de Coordenação do Programa do UNAIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/07/nao-desistimos-o-unaids-continuara-ao-lado-dos-governos-e-das-comunidades-foi-a-mensagem-transmitida-na-56a-reuniao-da-junta-de-coordenacao-do-programa-do-unaids/">“Não desistimos! O UNAIDS continuará ao lado dos governos e das comunidades” foi a mensagem transmitida na 56ª reunião da Junta de Coordenação do Programa do UNAIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS e ABIA promovem webinário sobre o acesso a medicamentos injetáveis de longa duração para prevenção do HIV no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/04/unaids-e-abia-promovem-webinario-sobre-o-acesso-a-medicamentos-injetaveis-de-longa-duracao-para-prevencao-do-hiv-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2025 19:06:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil e a Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) realizarão, no dia 14 de abril, das 14h às 16h, um webinário para debater o acesso ao Lenacapavir, medicamento injetável de longa duração para prevenção do HIV, além de estratégias em estudo de implementação, como, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/04/unaids-e-abia-promovem-webinario-sobre-o-acesso-a-medicamentos-injetaveis-de-longa-duracao-para-prevencao-do-hiv-no-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://abiaids.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS</a></span> (ABIA) realizarão, no dia 14 de abril, das 14h às 16h, um webinário para debater o acesso ao Lenacapavir, medicamento injetável de longa duração para prevenção do HIV, além de estratégias em estudo de implementação, como o cabotegravir injetável.&nbsp;</p>



<span id="more-29843"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O evento busca destacar os desafios e horizontes para sua implementação no Sistema Único de Saúde (SUS), abordando o papel das novas tecnologias no tratamento e prevenção do HIV. Entre as pessoas que integram o painel estão especialistas da área de saúde, representantes da sociedade civil e do governo brasileiro.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Painelistas</h5>



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<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Uma oportunidade para acabar com a AIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Lenacapavir foi reconhecido como um dos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.science.org/content/article/breakthrough-2024" target="_blank" rel="noopener" title="">principais avanços científicos</a></span> do ano pela revista <em>Science</em>, por sua eficácia como profilaxia pré-exposição (PrEP) e tratamento do HIV. Estudos clínicos apontam que sua administração subcutânea a cada seis meses melhora a adesão e a continuidade do uso, beneficiando populações mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A incorporação de tecnologias injetáveis de longa duração é uma oportunidade para acelerarmos a resposta, reduzir as novas infecções por HIV e tem o potencial real de acabar com a AIDS até 2030. Precisamos ampliar as estratégias de prevenção para todas as pessoas, sobretudo as populações em situação de vulnerabilidade e que têm mais dificuldade no acesso aos serviços de saúde e tratamento para o HIV”, destaca Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/03/2025_03_11-UMA-OPORTUNIDADE-PARA-ACABAR-COM-A-AIDS_VF.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">lenacapavir</a></span> pode fortalecer a adesão ao tratamento, já que administração semestral simplifica a incorporação do medicamento na rotina, além de reduzir o estigma e a discriminação ligados ao uso diário de comprimidos. As enormes e diversas necessidades e circunstâncias das pessoas mais expostas ao HIV demonstram que nenhuma abordagem de prevenção única será adequada para todas as pessoas. Preservativos, por exemplo, funcionam bem para algumas, mas não para outras. A PrEP oral exige o estabelecimento de uma rotina que algumas pessoas acham difícil de aderir.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Disponibilidade do medicamento para países de renda média</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dos avanços, o acesso ao medicamento no Brasil enfrenta barreiras, uma vez que nos acordos estabelecidos para as versões genéricas, o país, assim como outros países da América Latina, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/10/declaracao-do-unaids-sobre-a-exclusao-de-paises-de-renda-media-da-licenca-para-versao-generica-da-injecao-contra-o-hiv/" target="_blank" rel="noopener" title="">não estão contemplados</a></span> nos acordos estabelecidos pela farmacêutica <em>Gilead</em>.</p>



<iframe title="Distribuição segundo acordo com a farmacêutica Gilead" aria-label="Map" id="datawrapper-chart-xH9xV" src="https://datawrapper.dwcdn.net/xH9xV/1/" scrolling="no" frameborder="0" style="width: 0; min-width: 100% !important; border: none;" height="683" data-external="1"></iframe><script type="text/javascript">!function(){"use strict";window.addEventListener("message",(function(a){if(void 0!==a.data["datawrapper-height"]){var e=document.querySelectorAll("iframe");for(var t in a.data["datawrapper-height"])for(var r,i=0;r=e[i];i++)if(r.contentWindow===a.source){var d=a.data["datawrapper-height"][t]+"px";r.style.height=d}}}))}();</script>



<p class="has-text-align-center has-small-font-size wp-block-paragraph"><strong>Mapa da distribuição de países da América Latina, segundo acordo com a farmacêutica <em>Gilead</em>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“É preciso mobilizar a sociedade brasileira para exigir a incorporação do lenacapavir a preços justos e acessíveis ao SUS. Este webinar é um passo neste sentido. O Brasil é um dos sítios onde os estudos clínicos do LEN são desenvolvidos. No entanto, o nosso país está excluído das licenças voluntárias que a empresa detentora da patente concedeu para diferentes países do Sul Global”, ressalta Veriano Terto, vice-presidente da ABIA. “Esta decisão precisa ser debatida, pois ainda não sabemos o quanto o medicamento vai custar no Brasil. São vidas que estão em jogo e não podemos deixar que interesses puramente comerciais se sobreponham à vida e à saúde pública. É preciso que o Brasil conheça mais sobre este importante medicamento e suas possíveis formas de acesso. E para tanto, precisamos nos informar, debater, participar de forma coletiva e solidária”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inscreva-se no link <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://forms.gle/cZhbd99UoSJUsARBA" target="_blank" rel="noopener" title="">https://forms.gle/cZhbd99UoSJUsARBA</a></span> e envie as suas perguntas!</p>
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	            data-title="UNAIDS e ABIA promovem webinário sobre o acesso a medicamentos injetáveis de longa duração para prevenção do HIV no Brasil" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/04/unaids-e-abia-promovem-webinario-sobre-o-acesso-a-medicamentos-injetaveis-de-longa-duracao-para-prevencao-do-hiv-no-brasil/">UNAIDS e ABIA promovem webinário sobre o acesso a medicamentos injetáveis de longa duração para prevenção do HIV no Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS celebra a decisão do Secretário de Estado dos EUA de continuar o tratamento essencial para o HIV e convoca parceiros para avaliar e mitigar impactos nos serviços de HIV </title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/01/unaids-celebra-a-decisao-do-secretario-de-estado-dos-eua-de-continuar-o-tratamento-essencial-para-o-hiv-e-convoca-parceiros-para-avaliar-e-mitigar-impactos-nos-servicos-de-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 18:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, aprovou uma “Exceção Humanitária de Emergência”, permitindo que pessoas em 55 países ao redor do mundo continuem acessando o tratamento contra o HIV financiado pelos EUA. Mais de 20 milhões de pessoas vivendo com HIV, o que representa dois terços de todas as pessoas em, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/01/unaids-celebra-a-decisao-do-secretario-de-estado-dos-eua-de-continuar-o-tratamento-essencial-para-o-hiv-e-convoca-parceiros-para-avaliar-e-mitigar-impactos-nos-servicos-de-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, aprovou uma “Exceção Humanitária de Emergência”, permitindo que pessoas em 55 países ao redor do mundo continuem acessando o tratamento contra o HIV financiado pelos EUA.</p>



<span id="more-29507"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 20 milhões de pessoas vivendo com HIV, o que representa dois terços de todas as pessoas em tratamento no mundo, recebem apoio direto do Plano de Emergência do Presidente dos EUA para o Alívio da AIDS (PEPFAR) – a maior iniciativa global para a resposta a<s> </s>o HIV.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O UNAIDS recebe com satisfação essa medida do governo dos EUA, que garante que milhões de pessoas vivendo com HIV possam continuar recebendo medicamentos essenciais durante a avaliação da assistência ao desenvolvimento estrangeiro dos EUA”, afirmou Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Essa decisão urgente reconhece o importante papel do PEPFAR na resposta à AIDS e recupera a esperança para as pessoas que vivem com HIV.” &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, o Departamento de Estado dos EUA anunciou uma suspensão imediata de 90 dias no financiamento de toda a assistência externa, incluindo o apoio financeiro e serviços oferecidos pelo PEPFAR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ordem executiva que anunciou a “suspensão da assistência ao desenvolvimento estrangeiro dos Estados Unidos por 90 dias para avaliação da eficiência programática e alinhamento com a política externa dos EUA” foi uma das primeiras grandes decisões de política externa da nova administração. Esta isenção aprova a continuidade ou retomada da “assistência humanitária essencial”, que se aplica a medicamentos e serviços médicos essenciais, incluindo o tratamento contra o HIV, bem como aos insumos necessários para a prestação dessa assistência.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS continuará trabalhando para garantir que todas as pessoas afetadas ou vivendo com HIV recebam atendimento e que outros componentes essenciais dos esforços do PEPFAR, incluindo a prestação de serviços e a prevenção do HIV, além do apoio e cuidado a órfãos e crianças vulneráveis e órfãs, sejam mantidos. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS desempenha seu papel fundamental de mobilizar e reunir parcerias, governos e comunidades ao redor do mundo, no nível local, para avaliar e reduzir o impacto da suspensão na continuidade dos serviços essenciais de HIV. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS também incentivou o presidente Donald J. Trump a priorizar a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2025/01/unaids-encoraja-o-presidente-donald-j-trump-a-continuar-a-forte-lideranca-dos-estados-unidos-na-resposta-global-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">liderança do governo dos EUA</a></span> na resposta global ao HIV para alcançar o objetivo comum de acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2025/january/20250129_us-waiver" target="_blank" rel="noopener" title="">aqui</a></span> o comunicado à imprensa, em inglês.</p>
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		<title>Entrevista: &#8220;Nas pandemias, como a da AIDS, direitos humanos e saúde pública estão intrinsecamente ligados&#8221; </title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/02/unaids-entrevista-matthew-kavanagh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matthew Kavanagh não esquece a imagem de filas de pessoas buscando enterrar seus entes queridos mortos em decorrência da AIDS na Namíbia, quando medicamentos antirretrovirais que salvam vidas já estavam amplamente disponíveis nos Estados Unidos. Este exemplo de impacto das desigualdades sobre as populações mais vulneráveis é um dos elementos que o levou a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/02/unaids-entrevista-matthew-kavanagh/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/02/unaids-entrevista-matthew-kavanagh/">Entrevista: “Nas pandemias, como a da AIDS, direitos humanos e saúde pública estão intrinsecamente ligados” </a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Matthew Kavanagh não esquece a imagem de filas de pessoas buscando enterrar seus entes queridos mortos em decorrência da AIDS na Namíbia, quando medicamentos antirretrovirais que salvam vidas já estavam amplamente disponíveis nos Estados Unidos.</p>



<span id="more-27013"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Este exemplo de impacto das desigualdades sobre as populações mais vulneráveis é um dos elementos que o levou a se dedicar pessoal e profissionalmente ao HIV/AIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, ele é conselheiro especial da Diretora Executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, e diretor do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/conselho-global-sobre-desigualdade-aids-e-pandemias/" target="_blank" rel="noopener" title="">Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias</a></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Matthew esteve no Brasil recentemente e falou sobre a viabilidade da meta de acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030, a importância do Conselho Global, a contribuição do Brasil para esse conselho e para a resposta ao HIV, a necessidade de fortalecer a participação da sociedade civil e a interseção entre direitos humanos e saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas reflexões destacam a importância da abordagem multidisciplinar e multisetorial, baseada em direitos, na luta contra o HIV/AIDS e outras pandemias, ressaltando a necessidade de uma resposta global integrada e inclusiva para alcançar a meta até 2030 e prevenir futuras pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, está a entrevista que Matthew concedeu ao UNAIDS Brasil, na Casa da ONU, em Brasília.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UNAIDS Brasil: Pode falar um pouco sobre você, a trajetória profissional e o que você está fazendo agora no UNAIDS?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Matthew Kavanagh</strong>: Minha jornada no trabalho com o HIV começou por uma experiência pessoal de testemunhar o sofrimento de amigos e da comunidade em geral. Isso despertou em mim um chamado para a ação, levando-me a abraçar o ativismo como uma ferramenta para a mudança. Inicialmente, meu ativismo se concentrou nos Estados Unidos, mas logo se expandiu para uma escala global. Minha trajetória me levou a passar períodos significativos na África Oriental e Austral, onde testemunhei de perto as gritantes desigualdades no acesso ao tratamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembro-me vividamente de uma experiência marcante na Namíbia, onde vi longas filas se formando nos portões dos cemitérios, enquanto as pessoas aguardavam para enterrar seus entes queridos. Era uma cena angustiante, com tantas vidas perdidas diariamente por falta de acesso ao tratamento que, ironicamente, já estava disponível nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa experiência motivou-me a dedicar vários anos ao trabalho junto à sociedade civil e em solidariedade com as redes globais de pessoas vivendo com HIV e outras pessoas ativistas. Posteriormente, busquei oportunidades acadêmicas para compreender mais profundamente como o HIV está inserido no contexto do sistema mundial de saúde. Como professor na Universidade de Georgetown, explorei as nuances complexas dessa questão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dois anos, tive o privilégio de servir como diretor executivo adjunto do UNAIDS, apoiando na reestruturação da organização para enfrentar os desafios emergentes. Atualmente, ocupo o cargo de conselheiro especial da Diretora Executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, e diretor do Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias. Essa posição me permite continuar minha missão de combater as desigualdades e promover uma resposta eficaz às pandemias, enquanto procuro honrar o legado daqueles que perderam suas vidas para o HIV/AIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UB: Na sua opinião, a meta de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 é alcançável? O que é necessário para chegar lá?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MK</strong>: Na minha opinião, esta meta é desafiadora, mas alcançável. Já dispomos de ferramentas notáveis que demonstraram um desempenho incrível. Em muitas partes do mundo, testemunhamos uma combinação eficaz de mobilização comunitária e acesso aos melhores tratamentos disponíveis. Isso resultou em pessoas vivendo com HIV sendo capazes de iniciar e manter o tratamento com sucesso, alcançando a supressão viral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa conquista é impulsionada pela mobilização das comunidades e sociedade civil, que garante que todas as estratégias de prevenção do HIV, incluindo a oferta de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">profilaxia pré-exposição</a></span> (PrEP), sejam acessíveis e eficazes para as pessoas. Em comunidades onde essas abordagens são implementadas de forma abrangente, a ameaça do HIV está sendo significativamente reduzida, chegando mesmo a desaparecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, um dos desafios atuais é que, para muitas lideranças e autoridades, o HIV já não é percebido como uma ameaça urgente. Isso ressalta a necessidade contínua de educação e sensibilização sobre a importância de manter o foco e o investimento na luta contra a AIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UN: Em maio de 2023, você esteve no Brasil para o lançamento do Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias, do qual a ministra da Saúde Nísia Trindade é membro-fundadora. Qual é o objetivo do Conselho e qual é o seu status atual?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MK</strong>: O objetivo primordial do Conselho Global é reunir lideranças de pensamento de todo o mundo em um fórum que desempenhará três funções fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buscamos aprofundar a compreensão sobre a conexão intrínseca entre desigualdades e pandemias, incluindo não apenas a de HIV/AIDS, mas também outras, como a COVID-19, tuberculose e surtos de doenças contagiosas. Embora essas pandemias possam parecer distintas em sua manifestação, compartilham importantes padrões e implicações relacionadas às desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daí a necessidade de uma abordagem mais holística, que reconheça as ameaças comuns que permeiam todas as pandemias. Portanto, o combate eficaz à AIDS e a preparação para outras pandemias estão intrinsecamente interligados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, c Conselho Global visa mobilizar recursos e energia para entender melhor como as pandemias se desenvolvem, especialmente como as desigualdades impulsionam sua propagação e impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, a partir dessa compreensão aprofundada, o Conselho se propõe a gerar um conjunto de soluções tangíveis e baseadas em evidências, que possam reduzir as desigualdades e fortalecer as respostas às pandemias em sociedades profundamente desiguais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo apoiado pelo Conselho revelou uma associação direta entre desigualdade de renda e os resultados das pandemias, demonstrando que países com maiores índices de desigualdade também apresentavam taxas mais elevadas de mortes por HIV e COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas descobertas destacam a necessidade urgente de compreender melhor como as desigualdades afetam a resposta pandêmica e o que pode ser feito para mitigar esses efeitos prejudiciais.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UB: O Brasil tem sido um exemplo global na resposta ao HIV ao longo dos anos e também faz parte do Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias. Na sua opinião, o que o Brasil traz para o Conselho e para a luta global contra o HIV? Qual diferencial o Brasil representa nesse processo?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MK</strong>: De fato, o Brasil é reconhecido globalmente como um exemplo na resposta ao HIV e sua participação no Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias traz uma contribuição única e valiosa para a luta global contra o HIV.</p>



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										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
																		<div class="slideshow_description">Em ordem: (Time UNAIDS Brasil) Renato Guimarães, oficial de Comunicação e Advocacy; Ariadne Ribeiro, oficial de Igualdade e Direitos; e Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.
Ao lado, Carlos da Fonseca, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República; Matthew Kavanagh, assessor Sênior da diretora executiva do UNAIDS; e Ilano Almeida Barreto e Silva, assessor especial da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.
Créditos: Gil Ferreira/ASCOM &#8211; SRI.</div>
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										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
																		<div class="slideshow_description">Matthew Kavanagh, assessor Sênior da Diretora Executiva do UNAIDS, na Casa da ONU.
Créditos: Bruna Silva / UNAIDS Brasil.</div>
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																		<div class="slideshow_description">Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil e Matthew Kavanagh, assessor Sênior da Diretora Executiva do UNAIDS, na Casa da ONU.
Créditos: Bruna Silva / UNAIDS Brasil.</div>
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																		<div class="slideshow_description">Matthew Kavanagh, assessor Sênior da Diretora Executiva do UNAIDS, na Casa da ONU.
Créditos: Bruna Silva / UNAIDS Brasil.</div>
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																		<div class="slideshow_description">Renato Guimarães, oficial de Comunicação e Advocacy do UNAIDS Brasil e Matthew Kavanagh, assessor Sênior da Diretora Executiva do UNAIDS, na Casa da ONU.
Créditos: Bruna Silva / UNAIDS Brasil.</div>
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<p class="wp-block-paragraph">O Brasil, caracterizado por uma das maiores disparidades sociais do mundo, oferece uma visão privilegiada desse fenômeno central. A liderança do país está profundamente envolvida na compreensão das desigualdades como impulsionadoras das pandemias, incluindo o HIV/AIDS, e está implementando políticas inovadoras para enfrentar esses desafios. Sob o atual governo, o país está adotando uma abordagem séria e proativa para lidar com as desigualdades, experimentando diferentes estratégias para avaliar sua eficácia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem torna o Brasil um ambiente empolgante, onde lideranças nos campos da saúde e dos direitos humanos se destacam. A ministra da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br" target="_blank" rel="noopener" title="">Saúde</a></span>, Nísia Trindade, é uma figura central no debate sobre as desigualdades como impulsionadoras de pandemias e sobre as estratégias governamentais para combatê-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua participação no Conselho Global, anunciado oficialmente em Brasília, com a presença de um de seus copresidentes, Sir Michael Marmot, professor de Epidemiologia e Saúde Pública na University College London (UCL) e diretor do Instituto de Equidade em Saúde da UCL, e da diretora-executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, demonstra o compromisso do Brasil em contribuir para soluções globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Global conta com outros copresidentes de alto perfil, como Joseph Stiglitz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, e Monica Geingos, uma importante liderança feminina da África e ex-Primeira-Dama da Namíbia. Essa diversidade de liderança e expertise proporciona um valioso conjunto de conhecimentos de diferentes setores para impulsionar o avanço das soluções.</p>



<div class="flourish-embed flourish-cards" data-src="visualisation/14026029"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil, por seu lado, se destaca também por seu trabalho inovador e prático no enfrentamento das desigualdades no dia a dia. Enquanto a contribuição acadêmica é fundamental para o entendimento teórico, o Brasil está colocando em prática estratégias eficazes para lidar com as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos governos em todo o mundo estão levando a desigualdade tão a sério quanto o Brasil, o que o torna uma parte essencial e influente do Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UB: O UNAIDS defende que a participação ativa das e da sociedade civil é uma parte crucial de todo esse processo de luta contra as desigualdades. Como garantir que as comunidades desempenhem este papel fundamental para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MK</strong>: Embora muitos reconheçam de forma geral a importância das comunidades na resposta ao HIV/AIDS, é crucial entender que o papel delas não é apenas desejável, mas sim fundamentalmente necessário. Países que estão testemunhando progressos significativos na redução da infecção pelo HIV e nas mortes relacionadas à AIDS compartilham três componentes-chave em sua abordagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, as comunidades devem estar verdadeiramente envolvidas nas decisões estratégicas. Elas não devem ser meras espectadoras, mas sim participantes ativas e influentes no processo de tomada de decisão. Quando isso ocorre, as respostas às pandemias, incluindo o HIV/AIDS, tornam-se mais eficazes e inovadoras, pois são informadas pela experiência e conhecimento das comunidades afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em segundo lugar, as comunidades desempenham um papel crucial na prestação de serviços diretos. Embora o Estado desempenhe um papel central na saúde pública, é amplamente reconhecido que as organizações comunitárias são muitas vezes mais eficazes em alcançar as populações mais marginalizadas e vulneráveis. Portanto, elas devem ser capacitadas não apenas a participar, mas também a liderar a prestação de serviços e na condução de projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, as comunidades desempenham um papel essencial no controle social e na prestação de contas do poder público. Elas podem monitorar como os recursos são utilizados, se os serviços são de qualidade e se as estratégias estão atendendo às necessidades das populações-alvo. Este monitoramento liderado pela comunidade é fundamental para garantir que os recursos sejam utilizados de forma eficaz e transparente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países bem-sucedidos na resposta ao HIV/AIDS implementam estratégias como o monitoramento liderado pelas comunidades, onde ativistas da comunidade supervisionam diretamente o uso dos recursos públicos e responsabilizam profissionais do governo. Isso não é um obstáculo, mas sim um alicerce para uma resposta eficaz às pandemias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é essencial garantir que esses três elementos – participação comunitária nas decisões estratégicas, prestação de serviços diretos e controle social – sejam integrados de forma eficaz e combinada em todas as respostas às pandemias e na luta contra as desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Global sobre Desigualdades, AIDS e Pandemias busca explorar maneiras de tornar esses elementos essenciais e garantir que cada comunidade e governo estejam preparados e capacitados para implementá-los de maneira eficaz, garantindo que todas as doenças e pandemias sejam enfrentadas com sucesso no futuro.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UB: Com a atual Estratégia Global para a AIDS, o UNAIDS trouxe os direitos humanos para o centro na resposta ao HIV/AIDS. Por que falar e agir em direitos humanos é tão importante quanto falar sobre saúde?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MK</strong>: Dentro do campo da saúde pública, existe uma corrente de pensamento que erroneamente enxerga os direitos humanos como um obstáculo à eficácia das políticas de saúde. Alguns até defendem o autoritarismo como uma abordagem eficiente para lidar com questões de saúde pública. No entanto, essa visão não se sustenta diante dos fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando os direitos individuais são violados e a discriminação é tolerada, as pessoas se sentem excluídas e desconfiadas do sistema de saúde. Mulheres e meninas, por exemplo, deixam de buscar cuidados quando seus direitos não são respeitados. Da mesma forma, as populações LGBTQIA+, em todo o mundo, evitam os serviços de saúde quando são alvo de discriminação.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Em tempos de pandemia, alienar a população que se busca alcançar para conter a propagação da doença é o pior cenário possível. Jonathan Mann, um dos pioneiros na resposta global à AIDS, demonstrou de forma incontestável que os direitos humanos e a saúde pública estão intrinsecamente ligados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo recente destacou a relação entre a criminalização da sexualidade LGBTQIA+ e a incidência do HIV. Em países onde essa população é criminalizada, as taxas de infecção por HIV são mais elevadas entre gays e homens que fazem sexo com homens. O medo de perseguição ou discriminação nos serviços de saúde leva esses grupos a evitar ou abandonar o acesso aos cuidados médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, é fundamental compreender que o respeito aos direitos humanos não só promove a equidade e a justiça social, mas também é essencial para o sucesso das políticas de saúde pública, especialmente em situações de emergência, como em pandemias.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size"><em>UB: E como isto afeta a resposta ao HIV/AIDS?</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MK</strong>: No contexto da saúde pública e da resposta ao HIV e à AIDS, é crucial reconhecer que as deficiências na realização de testes, no conhecimento do status viral e na supressão da doença não são exclusivas de qualquer grupo específico, como gays e homens que fazem sexo com homens, mas afetam toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa realidade aponta para uma questão fundamental: as violações dos direitos humanos prejudicam não apenas grupos específicos, mas toda a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas violações minam não apenas os esforços direcionados à AIDS, mas também corroem a confiança no sistema de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É imperativo que as respostas sejam fundamentadas nos direitos humanos, onde o respeito pelos direitos individuais e a capacidade de reparação em caso de violações são priorizados. Somente assim podemos cultivar a confiança das pessoas no sistema de saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de respeito pelos direitos humanos por parte de governos não pode ser ignorada pelo sistema de saúde. A confiança e a participação das pessoas nos serviços de saúde pública dependem da garantia de que seus direitos serão protegidos e respeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, para garantir a adesão aos serviços de saúde pública e a eficácia da vigilância em saúde, é essencial fortalecer as estruturas de direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não apenas promove a justiça e a equidade, mas também é fundamental para o sucesso de qualquer iniciativa de saúde pública.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/02/unaids-entrevista-matthew-kavanagh/">Entrevista: “Nas pandemias, como a da AIDS, direitos humanos e saúde pública estão intrinsecamente ligados” </a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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