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	<title>90-90-90 - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>90–90–90: bom progresso, mas o mundo está longe de atingir as metas de 2020</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/09/90-90-90-bom-progresso-mas-o-mundo-esta-longe-de-atingir-as-metas-de-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 21:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2016, na Declaração Política da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o Fim da AIDS, os países se comprometeram com as metas 90-90-90, que visam levar testagem e tratamento do HIV para a grande maioria das pessoas que vive com HIV até o final de 2020 e reduzir a carga de viral em, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/09/90-90-90-bom-progresso-mas-o-mundo-esta-longe-de-atingir-as-metas-de-2020/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 2016, na Declaração Política da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o Fim da AIDS, os países se comprometeram com as metas 90-90-90, que visam levar testagem e tratamento do HIV para a grande maioria das pessoas que vive com HIV até o final de 2020 e reduzir a carga de viral em seus organismos a níveis indetectáveis, para que se mantenham saudáveis e evitem a propagação do vírus.</p>



<span id="more-16305"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Mundialmente, houve ganhos notáveis em toda a cascata de testes e tratamento de HIV. No final de 2019, 81% das pessoas que vivem com HIV sabiam seu status sorológico, e mais de dois terços (67%) estavam em terapia antirretroviral, o equivalente a cerca de 25,4 milhões dos 38 milhões de pessoas vivendo com HIV—um número que cresceu mais de três vezes desde 2010.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="459" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Graficos-_-Site-2.png" alt="" class="wp-image-16306" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Graficos-_-Site-2.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Graficos-_-Site-2-300x172.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Graficos-_-Site-2-768x441.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Graficos-_-Site-2-720x413.png 720w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os ganhos na eficácia do tratamento, bem como o aumento no número de pessoas que conhecem seu estado e estão em tratamento, refletem-se no fato de que os níveis de supressão da carga viral entre todas as pessoas que vivem com HIV aumentaram 18 pontos percentuais entre 2015 e 2019. Quase 59% das pessoas vivendo com HIV mundialmente tiveram cargas virais suprimidas em 2019. No entanto, atingir as metas 90-90-90 resulta em um mínimo de 73% das pessoas que vivem com HIV tendo cargas virais suprimidas, portanto, é improvável que a meta global para o fim de 2020 seja cumprida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 também pode ter impacto na carga viral. A modelagem inicial mostrou que uma interrupção severa no tratamento de HIV poderia resultar em mortes adicionais relacionadas à AIDS na África Subsaariana. Alguns países relataram reduções no fornecimento de medicamentos de até 20% em algumas áreas e houve vários relatos de pessoas que vivem com HIV não tendo medicamentos antirretrovirais suficientes para um lockdown de mais de 60 dias, bem como relatos de pessoas que abandonaram seus tratamentos de HIV por falta de comida. No entanto, os dados mensais de janeiro a junho de 2020 relatados ao UNAIDS pelos países não mostraram quedas substanciais no número de pessoas atualmente em tratamento durante o período de seis meses.</p>
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		<title>Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/01/alerta-do-pma-sobre-fome-no-sul-da-africa-chama-atencao-para-os-desafios-ao-tratamento-do-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 19:02:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A insegurança alimentar e o HIV estão entrelaçados em um ciclo que aumenta a vulnerabilidade e piora a gravidade de cada uma delas. No Sul da África, região mais afetada pela crise de fome atualmente, a insegurança alimentar pode estar associada ao aumento dos comportamentos de risco de transmissão e à diminuição do acesso, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/01/alerta-do-pma-sobre-fome-no-sul-da-africa-chama-atencao-para-os-desafios-ao-tratamento-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A insegurança alimentar e o HIV estão entrelaçados em um ciclo que aumenta a vulnerabilidade e piora a gravidade de cada uma delas. No Sul da África, região mais afetada pela crise de fome atualmente, a insegurança alimentar pode estar associada ao aumento dos comportamentos de risco de transmissão e à diminuição do acesso ao tratamento e cuidados com o HIV. Entre as pessoas que fazendo o uso de medicamentos antirretrovirais, a insegurança alimentar também pode afetar a adesão ao tratamento. </p>



<span id="more-14097"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os <a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="dados mais recentes do UNAIDS (opens in a new tab)">dados mais recentes do UNAIDS</a>, os avanços contra a epidemia continuam, mas a meta 90-90-90—meta ambiciosa de tratamento para contribuir para o fim da epidemia de AIDS—ainda está longe de ser alcançada. No Sul da África, por exemplo, estima-se que 20,6 milhões de pessoas vivam com HIV. Nos últimos anos, houve uma diminuição no número de novos casos de infecções por HIV e de mortes relacionadas à AIDS. Entretanto, o progresso é frágil, e varia consideravelmente dentro da região.  </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" width="756" height="932" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV.jpg" alt="Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV" class="wp-image-14100" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV.jpg 756w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV-243x300.jpg 243w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV-584x720.jpg 584w" sizes="(max-width: 756px) 100vw, 756px" /><figcaption><em>Gráfico disponível na versão original em inglês no relatório UNAIDS Data 2019</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" label="Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável (opens in a new tab)">Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável</a> reflete a interdependência e a complexidade de um mundo em mudança e que necessita de ação coletiva global. Como um conjunto de metas inseparáveis, os ODS dão um mandato para a integração de esforços de todas as partes envolvidas. O objetivo 2, “fome zero”, inclui o “ fim da fome, o alcance à segurança alimentar e melhoria da nutrição e promoção da agricultura sustentável&#8221;. O UNAIDS alerta que a fome prejudica a adesão ao tratamento do HIV e acelera a progressão para a AIDS. Além disso, o apoio nutricional às famílias vulneráveis e sistemas integrados a serviços de HIV ajudam a melhorar a saúde das pessoas.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Programa Mundial de Alimentos (PMA) informou (opens in a new tab)" href="https://www.wfp.org/news/southern-africa-throes-climate-emergency-45-million-people-facing-hunger-across-region" target="_blank">Programa Mundial de Alimentos (PMA) informou</a>, na última quinta-feira (16), que tem apenas 41% disponível dos US$ 489 milhões necessários para alimentar pessoas em situação de &#8220;crise&#8221; ou em situação de &#8220;emergência&#8221; nos oito países do Sul da África mais atingidos pela fome: Zimbábue, Zâmbia, Moçambique, Madagascar, Namíbia, Lesoto, Eswatini e Malawi. O alerta do PMA também chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência explica que a crise é agravada por diversos fatores, entre eles o preço dos alimentos e o desemprego e que, à medida que a crise se aprofunda, o mundo precisa avançar para salvar vidas e permitir que as comunidades se adaptem também às mudanças climáticas. Para as pessoas vivendo com HIV, as preocupações com a saúde e acesso a medicamentos agravaram uma situação que já era difícil.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esta crise da fome está em uma escala que nunca vimos antes e as evidências mostram que vai piorar&#8221;, disse Lola Castro, diretora regional do PMA para a África Austral. &#8220;A temporada anual de ciclones começou e simplesmente não podemos permitir uma repetição da devastação causada pelas tempestades sem precedentes do ano passado&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos de pessoas vulneráveis, incluindo pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus, estão particularmente expostas ao aumento da intensidade de eventos climáticos extremos que acontecem em áreas do mundo onde os mecanismos de enfrentamento já estão desgastados. Pessoas que vivem com HIV muitas vezes estão em comunidades frágeis e são mais afetadas pela desigualdade e instabilidade. As preocupações dessas pessoas devem estar no centro dos esforços para o desenvolvimento sustentável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS pede que os países cumpram o compromisso assumido na Declaração Política das Nações Unidas sobre o Fim da AIDS para que a prestação de serviços liderada por comunidades seja expandida para cobrir pelo menos 30% de toda a prestação de serviços até 2030. Investimentos adequados devem ser feitos na construção da capacidade das organizações da sociedade civil para prestar serviços de prevenção e tratamento do HIV que sejam livres de discriminação, baseados em direitos humanos e voltados para as pessoas nas comunidades mais afetadas pelo vírus.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O mandato do PMA no UNAIDS </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta do PMA, que chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV, também esá ligado ao mandato do PMA no UNAIDS. A nutrição e a segurança alimentar são componentes essenciais de cuidados e apoio para pessoas vivendo com HIV e doentes de tuberculose. O trabalho do Programa Mundial de Alimentos (PMA) em relação ao HIV é focado em conectar a alimentação e a saúde pelo fornecimento de nutrição e assistência alimentar para melhores resultados em saúde, tais como a recuperação nutricional para pessoas subnutridas que vivem com HIV e pacientes com tuberculose, retenção em programas de cuidados e sucesso do tratamento. O PMA fornece suporte para indivíduos e famílias – incluindo alimentos, mas também dinheiro e vales-alimentação – a permitir um melhor acesso e adesão ao tratamento do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações do Programa Mundial de Alimentos (PMA) </em></p>
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	            data-title="Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV" 
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		<title>Jovens participam de curso sobre prevenção do HIV em Salvador</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/jovens-participam-de-curso-sobre-prevencao-do-hiv-em-salvador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 13:27:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 24 e 31 de agosto, o projeto Viva Melhor Sabendo Jovem reuniu 24 jovens em Salvador para o curso AIDS, Gênero e Sexualidade, Direitos Humanos e Manejo do Teste de Fluido Oral. A iniciativa implementada pelo Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia (GAPA Bahia) e pela Secretaria Municipal, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/jovens-participam-de-curso-sobre-prevencao-do-hiv-em-salvador/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Entre os dias 24 e 31 de agosto, o projeto </span><span style="font-weight: 400;">Viva Melhor Sabendo Jovem </span><span style="font-weight: 400;">reuniu 24 jovens em Salvador para o curso AIDS, Gênero e Sexualidade, Direitos Humanos e Manejo do Teste de Fluido Oral. A iniciativa implementada pelo Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia (<a href="https://pt-br.facebook.com/gapabahia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>GAPA Bahia</strong></a>) e pela <a href="http://www.saude.salvador.ba.gov.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Secretaria Municipal de Saúde</strong></a> contou com o apoio do <a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>UNICEF</strong> </a>e do UNAIDS. </span><span id="more-9783"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes também foram capacitados para atuar na prevenção e diagnóstico do HIV. Com duração de 40 horas, o encontro reuniu palestras, oficinas e relatos de experiências, fornecidos por profissionais de saúde e pessoas ligadas ao movimento social. Os jovens participaram de duas oficinas: uma sobre manejo do teste por fluido oral, ministrada pela equipe da Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM) e um bate-papo sobre as metas 90-90-90 e os compromissos assumidos por Salvador para alcance dessas metas, facilitado por Javier Angonoa, Consultor do UNICEF.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao final do curso, os jovens partiram para a prática e fizeram ações de prevenção e testagem em diversos pontos da cidade. No total, estão previstas 20 ações de prevenção e testagem para HIV em Salvador até o final de 2018. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projeto Viva Melhor Sabendo Jovem existe desde 2013 e tem como objetivo contribuir para a aceleração da resposta ao HIV em Salvador, ampliando, para adolescentes e jovens entre 15 e 24 anos, o acesso ao teste de HIV, a adesão ao tratamento entre aqueles que vivem com HIV e o acesso às informações sobre prevenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Salvador é uma das 42 cidades brasileiras </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/conheca-os-10-compromissos-unaids-de-aceleracao-da-resposta-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener"><b>signatárias da Declaração de Paris</b></a><span style="font-weight: 400;">, por meio da qual o município se compromete a alcançar as metas 90-90-90 até 2020, ou seja: ter 90% das pessoas vivendo com HIV testadas; que destas, 90% estejam em tratamento antirretroviral; e que destas, 90% estejam com carga viral indetectável. As pessoas vivendo com HIV e que estejam com <strong>carga viral indetectável</strong>, além de garantir uma melhora significativa na qualidade de vida, tornam-se também agentes de prevenção, uma vez que deixam de transmitir o vírus a seus parceiros.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo dados mais recentes do Ministério da Saúde, a taxa de detecção de casos de AIDS em Salvador é de 27,2 para cada 100 mil habitantes, enquanto a taxa nacional é de 18,5 casos por 100 mil habitantes.  </span></p>
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	            data-title="Jovens participam de curso sobre prevenção do HIV em Salvador" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/09/jovens-participam-de-curso-sobre-prevencao-do-hiv-em-salvador/">Jovens participam de curso sobre prevenção do HIV em Salvador</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alcançar o 10-10-10 colocará a Europa no caminho para alcançar as metas dos ODS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/07/alcancar-o-10-10-10-colocara-a-europa-no-caminho-para-alcancar-as-metas-dos-ods/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 18:02:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Líderes políticos da União Europeia reuniram-se para discutir os sucessos, desafios e prioridades futuras para enfrentar o HIV na Europa durante uma reunião ministerial paralela à Conferência de AIDS 2018. A sessão começou com um poderoso apelo da co-presidente da sociedade civil europeia Esther Dixon-Williams (Grupo Europeu de Tratamento da AIDS) para garantir que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/alcancar-o-10-10-10-colocara-a-europa-no-caminho-para-alcancar-as-metas-dos-ods/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Líderes políticos da União Europeia reuniram-se para discutir os sucessos, desafios e prioridades futuras para enfrentar o HIV na Europa durante uma reunião ministerial paralela à Conferência de AIDS 2018. A sessão começou com um poderoso apelo da co-presidente da sociedade civil europeia <i>Esther Dixon-Williams </i>(Grupo Europeu de Tratamento da AIDS) para garantir que as pessoas vivendo com HIV e as populações-chave permaneçam no centro das discussões, alinhado com a chamada presente desde o início da resposta à epidemia de AIDS: &#8220;nada sobre nós, sem nós&#8221;.</span><span id="more-9378"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns países da União Europeia (UE) estão a caminho de alcançar as metas 90-90-90. Entretanto, para alcançar a meta de acabar com a AIDS até 2030 e não deixar ninguém para trás,é necessário um aumento dos esforços para alcançar homens que fazem sexo com homens, transgêneros, migrantes, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas injetáveis e pessoas privadas de liberdade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O crescimento da epidemia entre homens que fazem sexo com homens na Europa Central e no Sudeste da Europa foi destacado, bem como a emergência contínua para pessoas que usam drogas nos estados do Leste Europeu. O estigma relacionado ao HIV e a criminalização de pessoas que usam drogas, profissionais do sexo, HSH e pessoas transexuais, são grandes obstáculos para buscar, acessar ou permanecer em tratamento. Compreender esse estigma e reduzi-lo deve ser uma prioridade-chave nos próximos meses e anos para as instituições da União Europeia e os Estados membros da UE. A Sociedade Civil chamou a atenção para a Declaração de Ljubljana 2.0, um apelo por uma ação urgente em resposta à rápida expansão da epidemia de HIV entre homens homossexuais, outros homens que fazem sexo com homens e pessoas trans nos novos Estados membros da UE e nos países do alargamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Anúncios importantes foram feitos pela Alemanha, França e Holanda, destacando que aumentar a demanda e tornar a profilaxia pré-exposição (PREP) disponível nacionalmente para todos é uma prioridade nos próximos meses. Foi destacado que a Europa precisa fazer mais para garantir que o direito à saúde dos migrantes seja respeitado. Os migrantes devem ser protegidos contra o aumento da vulnerabilidade ao HIV para acessar os serviços de saúde necessários, independente da sua situação de moradia ou de segurança, bem como de não serem enviados a países onde não há acesso real ao tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A reunião ministerial proporcionou uma oportunidade para mostrar a enorme contribuição dos Estados Membros da União Europeia e da Comissão Europeia para a resposta à AIDS a nível mundial e dentro das suas próprias fronteiras. Os participantes salientaram que juntos, os Estados-Membros da UE e da própria UE, por meio da Comissão Europeia, contribuem significativamente para o financiamento internacional da resposta à AIDS. O próximo reabastecimento do Fundo Global será realizado em Paris, na França, em 2019. O papel da União Europeia é ainda mais crítico à medida que o financiamento internacional é reduzido e a necessidade de apoio é grande, principalmente em países da Europa Oriental e da Ásia Central.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sessão foi também uma oportunidade para ouvir sobre as inovações e excelentes práticas em alguns países da região. Palestrantes destacaram a importância de ambientes legais de apoio bem como do engajamento das comunidades afetadas. Portugal destacou seu compromisso com a agenda e a diferença que a introdução da abordagem de redução de danos representou, uma vez que houve uma redução drástica nas novas infecções pelo HIV. A Comissão Europeia mostrou como uma abordagem integrada para o HIV, a TB, as hepatites virais e ISTs, bem como estruturas legais que permitam o envolvimento da comunidade na prestação de serviços de saúde fora do ambiente médico, é o caminho para alcançar mais pessoas e maximizar os investimentos a nível nacional. Essa abordagem sustenta o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável na saúde e na justiça. A cidade de Amsterdã mostrou que praticamente alcançou as metas 90-90-90 com uma política municipal que apoia o direito à saúde, a coordenação entre as partes interessadas e um ambiente inclusivo e inovador para todos os cidadãos da cidade. Os palestrantes também destacaram a expansão da epidemia na Europa Oriental e a necessidade de maior colaboração com a região.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O foco em serviços de saúde integrados, em direitos, em alcançar aqueles em risco de serem deixados para trás e a inclusão, está surgindo em vários Estados-membros da UE. No entanto, temos apenas doze anos até 2030 e os esforços precisam ser continuados e expandidos para garantir que a Europa esteja no caminho certo para acabar com a AIDS &#8211; não deixando ninguém para trás.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Estamos fazendo progressos &#8211; na saúde e em outros temas da Agenda 2030. Mas esse prazo está se aproximando. Precisamos acelerar nossos esforços e aumentar nossas parcerias colaborativas.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">VYTENIS ANDRIUKAITIS</span> <b>COMISSÃO EUROPEIA PARA A SAÚDE</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;A meta de acabar com a AIDS só pode ser coletiva. É por isso que a França é o segundo maior contribuinte histórico do Fundo Global com uma contribuição de 4,2 bilhões de euros desde 2002. Dentro de nossos próprios países, precisamos garantir acesso abrangente aos serviços de prevenção do HIV, incluindo preservativos, PREP, tratamento como prevenção e informações sobre I = I entre jovens, grupos LGBTI+, profissionais do sexo e migrantes.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">AGNÈS BUZYN</span> <b>MINISTRA PARA SAÚDE E SOLIDARIEDADE, FRANÇA</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Nosso objetivo é fornecer intervenções holísticas de prevenção e assistência centradas em pessoas para as pessoas que mais precisam, sem deixar ninguém para trás. Como parte da estratégia, definimos áreas de ação nacionais e internacionais para trabalhar em um ambiente aberto e não discriminatório com igualdade de acesso a serviços de prevenção, testes e assistência integrados e abrangentes para todos.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">SABINA WEISS</span> <b>SECRETÁRIA PARLAMENTAR DE ESTADO E VICE-MINISTRA PARA A SAÚDE, ALEMANHA</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os Estados-Membros da União Europeia desempenham um papel importante na resposta à AIDS: como doadores, como inovadores e como agentes intermediários do compromisso político. O que a UE faz internacionalmente também precisa ser colocado em prática em casa.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">MICHEL SIDIBÉ</span> <b>DIRETOR EXECUTIVO DO UNAIDS</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não podemos ficar em silêncio, todos devemos sair de nossas zonas de conforto e chamar a atenção para as comunidades e regiões como HSH na Europa Central e no Sudeste Europeu, que são deixadas para trás na resposta ao HIV. O Leste da UE está longe do 90- 90-90.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">FERENC BAGYINSKY</span> <b>DELEGAÇÃO DE ONG AO PCB UNAIDS</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;A Europa está cega em relação às necessidades de saúde de seus migrantes; as preocupações de segurança prevalecem. As políticas restritivas aumentam os riscos. Precisamos de dados independentes sobre a disponibilidade e a acessibilidade do tratamento na UE, geridos pela sociedade civil.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">MARC BIOT</span> <b>MSF BÉLGICA</b></p>
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	            data-title="Alcançar o 10-10-10 colocará a Europa no caminho para alcançar as metas dos ODS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/alcancar-o-10-10-10-colocara-a-europa-no-caminho-para-alcancar-as-metas-dos-ods/">Alcançar o 10-10-10 colocará a Europa no caminho para alcançar as metas dos ODS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS leva debate sobre HIV e juventude ao IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, em Brasília</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/04/unaids-debate-hiv-juventude-encontro-municipios-desenvolvimento-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Apr 2017 20:38:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
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		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes de agências da ONU participam nesta semana – de 24 a 28 de abril –, em Brasília, do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, que discutirá soluções para os principais desafios das cidades brasileiras. Realizado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/04/unaids-debate-hiv-juventude-encontro-municipios-desenvolvimento-sustentavel/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Representantes de agências da ONU participam nesta semana – de 24 a 28 de abril –, em Brasília, do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, que discutirá soluções para os principais desafios das cidades brasileiras.<span id="more-6113"></span></p>
<p>Realizado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), o evento bianual reúne prefeitos de todo país, além de ministros, parlamentares, secretários municipais e estaduais, pesquisadores, estudantes e integrantes de delegações estrangeiras e organismos internacionais.</p>
<p>A edição deste ano discutirá também a implementação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nos contextos estaduais e municipais, parte da agenda de desenvolvimento aprovada pelos Estados-membros das Nações Unidas no fim de 2015 e que deve ser cumprida até 2030.</p>
<p>Nesta segunda-feira (24/4), o UNAIDS participou do debate sobre “<em>Como engajar mais pessoas no planejamento e na melhoria dos municípios?</em>”, realizado na Sala Temática <em>&#8220;Cidadania, participação social e o direito à cidade&#8221;</em>. O objetivo principal dessa participação foi o de incluir nesse debate temas importantes para o alcance dos ODS, como o papel da juventude na resposta ao HIV e na consolidação dos princípios de zero discriminação o âmbito municipal.</p>
<p>Para Cleiton Euzébio de Lima, Assessor de Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, o momento atual é decisivo na resposta à AIDS. “Graças aos avanços científicos, ao ativismo da sociedade civil e ao compromisso político para alcançar objetivos comuns, temos uma oportunidade concreta de acabar com a epidemia de AIDS no mundo até 2030”, disse.</p>
<p>Falando sobre envolvimento das cidades na resposta ao HIV, Lima relembrou o Dia Mundial Contra a AIDS de 2014, quando o UNAIDS convocou prefeitos e prefeitas do mundo todo para discutir os avanços e desafios na resposta à epidemia. O evento resultou na assinatura da Declaração de Paris. No Brasil, mais de 20 cidades, além do Rio Grande do Sul e do Distrito Federal, já assinaram a Declaração. Juntas, elas abrangem cerca de 35 milhões de habitantes.</p>
<p>As cidades que assinam a Declaração se comprometem a alcançar as metas 90-90-90 de tratamento, que prevêem que, até 2020: 90% das pessoas estimadas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que 90% destas estejam em tratamento; e que 90% dessas pessoas em tratamento tenham carga viral indetectável. Além disso, os municípios se comprometeram a garantir que as populações-chaves participem de todas as etapas do processo de decisão e formulação de políticas públicas. “A inclusão dessas pessoas na resposta é chave para que as políticas de prevenção, testagem e tratamento tenham sucesso”, concluiu.</p>
<p>A expectativa é de que o Encontro, realizado no Estádio Nacional Mané Garrincha, reúna ao menos 10 mil participantes. Com salas temáticas, arenas de diálogo e atividades culturais, o evento tem apoio de mais de 100 instituições nacionais e internacionais. O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, enviou uma mensagem ao encontro afirmando ser fundamental adaptar a Agenda 2030 sobre o desenvolvimento sustentável às realidades locais.</p>
<p>“Tenho profunda satisfação em me dirigir a todos vocês nesse Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável. A construção de sociedades inclusivas e sustentáveis é um dos maiores desafios desse século, e o engajamento de diferentes setores é fundamental para que, juntos, consigamos erradicar a pobreza, promover o crescimento econômico, criar sociedades pacíficas e combater as mudanças climáticas”, disse Guterres.</p>
<p><iframe width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/4jWrriEMSso?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Clique <a href="https://nacoesunidas.org/frente-nacional-de-prefeitos-caixa-e-pnud-firmam-acordo-para-promover-metas-da-onu-em-municipios/">aqui</a> para saber mais sobre a participação de outros organismos da ONU no IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>(Com informações do <u><a style="color: #0000ff;" href="https://nacoesunidas.org/sistema-onu-no-brasil-participa-de-encontro-com-prefeitos-para-discutir-a-implementacao-dos-ods/">site do IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável e da ONU Brasil</a></u>)</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Foto: Guilherme Larsen/PNUD Brasil</span></i></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/04/unaids-debate-hiv-juventude-encontro-municipios-desenvolvimento-sustentavel/">UNAIDS leva debate sobre HIV e juventude ao IV Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, em Brasília</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Suécia é protagonista nos esforços para acabar com a  epidemia de AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/04/suecia-e-protagonista-nos-esforcos-para-acabar-com-epidemia-de-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2017 15:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[90-90-90]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta global ao HIV evitou quase 9 milhões de mortes desde 2000, quando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram criados. Apesar de tais progressos, a AIDS ainda é a principal causa de morte no mundo entre mulheres de 15-49 anos, a sexta maior causa de morte entre adolescentes e uma das, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/04/suecia-e-protagonista-nos-esforcos-para-acabar-com-epidemia-de-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta global ao HIV evitou quase 9 milhões de mortes desde 2000, quando os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram criados. Apesar de tais progressos, a AIDS ainda é a principal causa de morte no mundo entre mulheres de 15-49 anos, a sexta maior causa de morte entre adolescentes e uma das principais causas de morte no entre as crianças.<span id="more-6046"></span></p>
<p>Reconhecendo o impacto do HIV sobre saúde e desenvolvimento, em 2016, os Estados-Membros das Nações Unidas adotaram uma Declaração Política sobre o Fim da AIDS com o objetivo de avançar no progresso rumo ao fim da epidemia de AIDS até 2030.</p>
<p>As metas de tratamento 90-90-90 serão essenciais para a realização destes esforços. Segundo elas, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estarão cientes de seu estado sorológico positivo, 90% das pessoas vivendo com HIV estarão em tratamento, e 90% das pessoas em tratamento estarão com a carga viral indetectável.</p>
<p>Em outubro de 2016, a Suécia anunciou que foi o primeiro país a atingir as metas 90-90-90, que foram, em realidade, alcançadas em 2015. Atualmente, o país estima que 90% das pessoas vivendo com HIV estão diagnosticadas, 97% delas estão em tratamento e 95% dessas pessoas em tratamento estão com carga viral indetectável.</p>
<p>A Suécia segue como defensora política e apoiadora dos esforços globais em torno do HIV. A Suécia é também um dos principais doadores para UNAIDS e o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária. De 26 a 28 de março, a convite da Secretária de Estado Ulrika Modéer, o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, visitou a Suécia para discutir como a resposta ao HIV pode ser um catalisador capaz de acelerar os progressos rumo ao alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>Em reuniões com uma série de parceiros-chave, tanto políticos e quanto técnicos, e também com organizações da sociedade civil que trabalham com HIV, as partes interessadas salientaram que a prevenção do HIV deve ser expandida se quisermos acabar com epidemia de AIDS. Também destacaram que os programas de HIV devem ser integrados, ampliados a uma escala adequada e implementados em sua máxima efetividade, garantindo que alcancem as pessoas mais afetadas pelo vírus.</p>
<p>Houve consenso sobre o fato de que uma abordagem sobre o HIV exclusivamente focada nesse único ponto é inadequada para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e que há uma necessidade de uma abordagem capaz de olhar para a saúde não como um resultado, mas como um pré-requisito para o desenvolvimento e a sustentabilidade.</p>
<p><b>CITAÇÕES</b></p>
<p>&#8220;A epidemia de HIV tem sido uma causa e consequência de desigualdades de gênero há 30 anos, mas a resposta ao HIV é um canal para mudanças transformadoras e para o progresso.&#8221;<br />
MICHEL SIDIBÉ, Diretor Executivo do UNAIDS</p>
<p>&#8220;Precisamos de uma mudança nos sistemas e uma postura ousada em questões estruturais, como direitos humanos e gênero. Agora é a hora para garantir que nós tenhamos uma arquitetura global para a saúde ajustada à era dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O UNAIDS tem uma liderança-chave a desempenhar por causa da interseção entre o HIV com saúde e desenvolvimento.”</p>
<p>ULRIKA MODÉER, Secretária de Estado, Ministério das Relações Exteriores, Suécia</p>
<p>&#8220;Parcerias amplas para além do movimento de HIV são essenciais se quisermos alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nós precisamos aumentar a escala dos nossos esforços de prevenção e dos direitos sexuais e reprodutivos.&#8221;</p>
<p>LENNART BÅGE, Diretor-Geral Interino, AIDS</p>
<p>&#8220;Precisamos de um quarto ‘90’: um 90 para a qualidade de vida das pessoas vivendo com HIV. As pessoas vivendo com HIV na Suécia têm uma qualidade de vida elevada, mas algumas populações-chave continuam a enfrentar barreiras nos serviços e nas políticas.&#8221;</p>
<p>FARHAD MAZI ESFAHANI,  Gerente de Desenvolvimento de Negócios, HIV-Suécia</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Você sabe o que é HIV e o que é AIDS?</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/03/voce-sabe-o-que-e-hiv-e-o-que-e-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2017 11:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A epidemia de AIDS já pode ser considerada praticamente uma quarentona, mas muita gente ainda desconhece alguns de seus termos básicos, como por exemplo a diferença entre HIV e AIDS. Para começar, é importante ter em mente que, hoje em dia, com a evolução do tratamento, nem todo mundo que vive com HIV chega, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/voce-sabe-o-que-e-hiv-e-o-que-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A epidemia de AIDS já pode ser considerada praticamente uma quarentona, mas muita gente ainda desconhece alguns de seus termos básicos, como por exemplo a diferença entre HIV e AIDS. Para começar, é importante ter em mente que, hoje em dia, com a evolução do tratamento, nem todo mundo que vive com HIV chega a desenvolver a AIDS. Quer saber por quê?<span id="more-5463"></span></p>
<p>HIV é uma sigla para vírus da imunodeficiência humana. É o vírus que pode levar à síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). Ao contrário de outros vírus, o corpo humano não consegue se livrar do HIV. Isso significa que uma vez que você contrai o HIV, você viverá com o vírus para sempre. As pessoas que vivem com HIV ou com AIDS devem poder usufruir todos os <a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/2017_02_20_Legislacao_Br_HIV.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>seus direitos</u></a>, incluindo o direito à educação, trabalho, acesso à saúde e direitos sexuais e reprodutivos.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A infecção com o HIV não tem cura, mas tem tratamento e pode evitar que a pessoa chegue ao estágio mais avançado de presença do vírus no organismo, desenvolvendo, assim, a síndrome conhecida como AIDS. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tratamento para o HIV é denominado comumente de terapia antirretroviral &#8211; conhecido também pela sigla TARV &#8211; e é fundamental para melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV, além de diminuir drasticamente as chances de transmissão a outras pessoas. Nos casos em que não há acesso ou boa adesão ao tratamento, o HIV pode tornar o sistema imunológico insuficiente para que o próprio corpo se defenda e responda a doenças oportunistas &#8211; que podem eventualmente levar a pessoa a óbito. É quando dizemos que tal pessoa faleceu por causas relacionadas à AIDS &#8211; importante: ninguém morre “de AIDS”, mas por doenças oportunistas causadas pela falha no sistema imunológico. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico de AIDS considera a baixa quantidade de células de defesa (CD4) presentes no sangue e/ou manifestações clínicas que podem incluir uma ou mais doenças oportunistas, como a tuberculose disseminada, pneumonia,</span><span style="font-weight: 400;"> i</span><span style="font-weight: 400;">nfecções recorrentes ocasionadas por fungos (na pele, boca e garganta), neurotoxoplasmose, e diarreia crônica há mais de 30 dias, entre outras.</span></p>
<p><b>Transmissão do HIV</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transmissão do HIV se dá por meio da troca de fluidos corporais como, por exemplo, sangue, sêmen, secreções vaginais e leite materno. Ela não acontece por meio de interações comuns do dia-a-dia como abraçar, beijar, dividir objetos ou até mesmo alimentos. Essa informação é importante a fim de conscientizar a população para que consigamos acabar com estigmas associados às pessoas que vivem com HIV e com a </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/zero_discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>discriminação</u></a><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p>Nos últimos anos, novas estratégias de prevenção surgiram como ferramentas complementares no enfrentamento da epidemia de HIV. Elas ampliam  a gama de opções que os indivíduos têm para se prevenir contra o vírus e oferecem mais alternativas – cientificamente eficazes – em relação aos  preservativos masculinos e femininos. Entre as novas estratégias para a prevenção da transmissão do HIV destacam-se o uso do Tratamento como prevenção (TasP, em inglês, ou TcP, em português), a Profilaxia Pós-exposição (PEP) e a Profilaxia Pré-exposição (PrEP). Todas essas novas estratégias devem ser vistas e consideradas como opções no leque de estratégias que hoje denominamos prevenção combinada do HIV.</p>
<p><div id="attachment_5787" style="width: 1047px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://gshow.globo.com/Bastidores/noticia/2016/01/autor-de-malhacao-comenta-tema-aids-na-trama-e-revela-futuro-do-personagem-henrique.html"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5787" class="wp-image-5787 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/malhacao_2016.png" alt="" width="1037" height="587" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/malhacao_2016.png 1037w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/malhacao_2016-300x170.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/malhacao_2016-768x435.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/malhacao_2016-1024x580.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/malhacao_2016-720x408.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1037px) 100vw, 1037px" /></a><p id="caption-attachment-5787" class="wp-caption-text">Cena da Malhação &#8211; Seu Lugar no Mundo em 2016 em que a protagonista Luciana recebe informações médicas sobre o uso da PEP. Clique na imagem para assistir à cena.</p></div></p>
<p><b>A testagem para o HIV é obrigatória?</b></p>
<p>Com relação à testagem para o HIV, é importante ressaltar que ela deve ser voluntária. Os espaços que oferecem serviços de testagem devem ser locais acolhedores que possam garantir a confidencialidade e aconselhamento para todas as pessoas que necessitarem deste tipo de serviço. Estar ciente da sua condição sorológica é também uma forma de prevenção.  No Brasil, o diagnóstico é gratuito e qualquer pessoa que vive com HIV também tem o direito ao tratamento antirretroviral por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p><div id="attachment_5811" style="width: 1500px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5811" class="wp-image-5811 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/18-600-Caminhão-itinerante-realiza-testagem-de-HIV-em-SG-6.jpg" width="1490" height="762" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/18-600-Caminhão-itinerante-realiza-testagem-de-HIV-em-SG-6.jpg 1490w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/18-600-Caminhão-itinerante-realiza-testagem-de-HIV-em-SG-6-300x153.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/18-600-Caminhão-itinerante-realiza-testagem-de-HIV-em-SG-6-768x393.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/18-600-Caminhão-itinerante-realiza-testagem-de-HIV-em-SG-6-1024x524.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/18-600-Caminhão-itinerante-realiza-testagem-de-HIV-em-SG-6-720x368.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1490px) 100vw, 1490px" /><p id="caption-attachment-5811" class="wp-caption-text">Profissionais realizam testagem rápida de AIDS e sífilis. Foto: O São Gonçalo/Reprodução</p></div></p>
<p>Dentro do marco dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável,  a Assembleia Geral das Nações Unidas  adotou, na <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/2016/06/compromissos-ousados-sao-assumidos-na-reuniao-de-alto-nivel-da-assembleia-geral-das-nacoes-unidas-sobre-o-fim-da-aids/"><u>Reunião de Alto Nível sobre o Fim da AIDS de junho de 2016</u></a></span>,  uma Declaração Política com um conjunto de metas e ações que devem ser alcançadas até 2020, como parte de um esforço global para Aceleração da Resposta a fim de acabar com a epidemia de AIDS até 2030.</p>
<p>Em linha com essa <a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/2016_Declaracao_Politica_HIVAIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><u>Declaração Política</u></a> e com a Agenda 2030 adotada em setembro de 2015 pelos Países-membros da ONU, o UNAIDS definiu algumas metas para incentivar os países &#8211; e também governos regionais, estaduais e municipais &#8211; a promover essa<span style="color: #0000ff;"> <a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/estrategiaunaids20162021.png"><u>Aceleração da Resposta</u></a>.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre essas metas está a </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/2014/11/metas-90-90-90-podem-evitar-28-milhoes-de-novas-infeccoes/"><u>chamada 90-90-90</u></a></span><span style="font-weight: 400;">, que prevê que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que dessas pessoas diagnosticadas, 90% estejam em tratamento; e que desse grupo, 90% tenha carga viral indetectável. Diversos estudos científicos comprovam que uma pessoa vivendo com HIV em tratamento e com carga viral indetectável, além de experimentar uma melhor qualidade de vida, tem praticamente zero probabilidade de transmitir o vírus a outra pessoa &#8211; mostrando a eficácia do tratamento como uma ferramenta de prevenção.</span></p>
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	            data-title="Você sabe o que é HIV e o que é AIDS?" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/03/voce-sabe-o-que-e-hiv-e-o-que-e-aids/">Você sabe o que é HIV e o que é AIDS?</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>CROI mostra importância da estratégia 90-90-90</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/02/croi-mostra-importancia-da-estrategia-90-90-90/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 23:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[CROI2017]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Várias atualizações importantes foram anunciadas durante a Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI, da sigla em inglês). Elas demonstraram a importância das metas 90-90-90 e os caminhos para se atingir esses objetivos, em que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/02/croi-mostra-importancia-da-estrategia-90-90-90/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Várias atualizações importantes foram anunciadas durante a Conferência Anual sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI, da sigla em inglês). Elas demonstraram a importância das metas 90-90-90 e os caminhos para se atingir esses objetivos, em que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% das pessoas neste grupo tenham carga viral indetectável.<span id="more-5385"></span></p>
<p>Realizada em Seattle, nos EUA, entre 13 a 16 de fevereiro, a CROI, a mais importante conferência anual de investigação científica sobre o HIV, reuniu cerca de 4000 cientistas, investigadores, clínicos, estudantes e outros profissionais que trabalham na resposta ao HIV e a doenças relacionadas.</p>
<p>Uma maneira de ajudar a atingir o primeiro “90” da meta de tratamento &#8211; 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas até 2020 &#8211; é ampliar o autoteste. O projeto STAR, um programa de quatro anos cujo objetivo é desenvolver o autoteste para o HIV, já distribuiu cerca de 200.000 kits de autoteste em Malawi, Zâmbia e Zimbábue e está mostrando resultados promissores.</p>
<p>O projeto concluiu que o autoteste é uma boa maneira de alcançar pessoas que anteriormente não foram atingidas. Existem pesquisas em andamento sobre as possíveis formas de distribuição dos kits &#8211; distribuição de base comunitária, apoio farmacêutico, entre outros. Cerca de 19 milhões de pessoas vivendo com o HIV não sabem que vivem com o vírus. Nesse caso, o autoteste para HIV pode ser um passo vital para garantir que todos que necessitam de tratamento contra o vírus tenham acesso ao diagnóstico e, consequentemente, ao tratamento.</p>
<p><div id="attachment_5388" style="width: 3510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5388" class="wp-image-5388 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17.jpg" alt="CROI_7219(2-16-17)" width="3500" height="2333" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17.jpg 3500w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/02/CROI_72192-16-17-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 3500px) 100vw, 3500px" /></a><p id="caption-attachment-5388" class="wp-caption-text">Registro de uma das palestras realizadas no CROI 2017. Foto: Michelle V/Shutterfly</p></div></p>
<p>O anúncio de que várias novas drogas promissoras estão a caminho pode ajudar os países no alcance do segundo “90” da estratégia &#8211; 90% das pessoas diagnosticadas em tratamento. A gama de novos e eficazes medicamentos de dose única, incluindo novas classes de remédios, novos exemplos de classes existentes e preparações de longa duração produzidas por diferentes fabricantes, ajudará a aumentar a concorrência e, consequentemente, o acesso. Ter novos medicamentos também será uma boa notícia no caso do desenvolvimento de resistência aos medicamentos atuais no futuro.</p>
<p>A importância do terceiro “90” &#8211; 90% das pessoas em tratamento vivendo com carga viral indetectável &#8211; e uma abordagem de prevenção combinada para o HIV foi apresentada por meio de um estudo feito em Rakai, em Uganda. Estudos com mais de 33.000 pessoas entre 1999 a 2016 mostraram que um aumento na terapia antirretroviral e, portanto, a supressão viral, a ampliação da circuncisão masculina cirúrgica e a demora na iniciação sexual contribuíram para uma redução de 42% na incidência do HIV.</p>
<p>Uma estratégia igualmente importante para a supressão viral é a de manter as pessoas em tratamento. Os estudos SWORD-1 e SWORD-2 mostram que um regime de dois fármacos é tão bom quanto a abordagem atual de três medicamentos. Ao reduzir a quantidade de drogas que as pessoas que vivem com o HIV precisam de tomar, os efeitos colaterais são reduzidos e a adesão melhora. Uma vez que a terapia antirretroviral é levada para a vida, a simplificação no tratamento pode beneficiar milhões de pessoas.</p>
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	            data-title="CROI mostra importância da estratégia 90-90-90" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/02/croi-mostra-importancia-da-estrategia-90-90-90/">CROI mostra importância da estratégia 90-90-90</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Supressão viral é ferramenta importante na prevenção do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2016 12:42:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[90-90-90]]></category>
		<category><![CDATA[Antirretroviral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A forte adesão à terapia antirretroviral além de trazer inúmeros benefícios para a saúde das pessoas vivendo com HIV,  suprime a carga viral a níveis indetectáveis, reduzindo muito o risco de transmissão do vírus para outras pessoas. Quando grandes proporções de pessoas vivendo com HIV dentro de uma comunidade estão em tratamento, tem-se demonstrado, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/12/testando-supressao-viral/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A forte adesão à terapia antirretroviral além de trazer inúmeros benefícios para a saúde das pessoas vivendo com HIV,  suprime a carga viral a níveis indetectáveis, reduzindo muito o risco de transmissão do vírus para outras pessoas. Quando grandes proporções de pessoas vivendo com HIV dentro de uma comunidade estão em tratamento, tem-se demonstrado um efeito preventivo dentro dessa comunidade.</span><span id="more-4877"></span></p>
<p>O cumprimento da meta de tratamento 90-90-90 do UNAIDS, até 2020, juntamente com a elevada cobertura das intervenções primárias de prevenção ao HIV podem tornar real o fim da epidemia de AIDS até 2030.</p>
<p>As metas de tratamento 90-90-90 significam que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV conheçam seu estado sorológico positivo para o HIV, 90% dessas pessoas diagnosticadas estejam em tratamento, e 90% dessas pessoas tratamento antirretroviral, tenham cargas virais indetectáveis.</p>
<p>No entanto, em 2015, globalmente, cerca de 11,9 milhões de pessoas vivendo com HIV desconheciam que são soropositivas, 12,7 milhões de pessoas necessitavam de tratamento antirretroviral e 13 milhões de pessoas vivendo com HIV não tinham a carga viral indetectável.</p>
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	            data-title="Supressão viral é ferramenta importante na prevenção do HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/12/testando-supressao-viral/">Supressão viral é ferramenta importante na prevenção do HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Países do BRICS destacam necessidade inadiável de melhorar a cooperação e a ação sobre HIV e tuberculose</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/10/paises-do-brics-destacam-necessidade-inadiavel-de-melhorar-cooperacao-e-acao-sobre-hiv-e-tuberculose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 13:10:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[90-90-90]]></category>
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		<category><![CDATA[cooperação Sul-Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula do BRICS de 2016 em Goa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No encerramento da Cúpula do BRICS de 2016 em Goa, na Índia, os líderes do grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul ressaltaram a necessidade inadiável de melhorar a cooperação e a ação para responder às epidemias de HIV e tuberculose. Na declaração conjunta, os líderes enfatizaram a importância da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/10/paises-do-brics-destacam-necessidade-inadiavel-de-melhorar-cooperacao-e-acao-sobre-hiv-e-tuberculose/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No encerramento da Cúpula do BRICS de 2016 em Goa, na Índia, os líderes do grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul ressaltaram a necessidade inadiável de melhorar a cooperação e a ação para responder às epidemias de HIV e tuberculose.<span id="more-4353"></span></p>
<p>Na declaração conjunta, os líderes enfatizaram a importância da cooperação entre os países do BRICS na promoção da pesquisa e desenvolvimento de produtos farmacêuticos e ferramentas de diagnóstico locais, a fim de facilitar o acesso a medicamentos seguros, eficazes, de qualidade e a preços acessíveis.</p>
<p>A Declaração de Goa, adotada ao fim da reunião de cúpula de dois dias, também registrou os esforços feitos por Ministros da Saúde do BRICS para alcançar as metas 90-90-90 até 2020, em que 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas (testadas); que destas, 90% estejam em tratamento; e que deste grupo, 90% tenha carga viral indetectável.</p>
<p>A declaração também destacou a Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre o Fim da AIDS, que aconteceu em Nova York (EUA), em junho de 2016. Durante a reunião, os países se comprometeram em seguir a meta de Aceleração da Resposta ao HIV para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.</p>
<p>No final de 2015, quase uma em cada três pessoas que vivem com HIV residiam em um país do BRICS. No mesmo ano, essas nações também contabilizaram quase um terço das novas infecções por HIV.</p>
<p>&#8220;A liderança contínua dos países do BRICS será essencial para acabar com a epidemia de AIDS&#8221;, disse o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. &#8220;A cooperação Sul-Sul será fundamental para alcançar as metas 90-90-90, que têm o objetivo de acelerar e intensificar os nossos esforços na resposta ao HIV com o objetivo de salvar vidas&#8221;, acrescentou.</p>
<p>As metas 90-90-90 são parte da Aceleração da Resposta ao HIV que visa alcançar marcos ambiciosos até 2020, incluindo a redução para menos de 500 mil novas infecções pelo HIV, menos de 500 mil mortes relacionadas à AIDS e a eliminação da discriminação relacionada ao HIV.</p>
<p>Estima-se que o fracasso em acelerar a resposta ao HIV resultaria em 17,6 milhões de novas infecções adicionais pelo HIV em todo o mundo e um adicional de 10,8 milhões de mortes relacionadas à AIDS entre 2016 e 2030.</p>
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