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		<title>Fast-Track Cities: como emergências climáticas afetaram as pessoas que vivem com HIV em Porto Alegre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 15:58:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quatorze trilhões e duzentos milhões de litros. Essa foi a quantidade de água recebida pelo Rio Guaíba, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, entre os dias 1º e 7 de maio de 2024. Os dados são do Instituto de Pesquisa Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). As, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/01/fast-track-cities-como-emergencias-climaticas-afetaram-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quatorze trilhões e duzentos milhões de litros. Essa foi a quantidade de água recebida pelo Rio Guaíba, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, entre os dias 1º e 7 de maio de 2024.</p>



<span id="more-29388"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.ufrgs.br/iph/" target="_blank" rel="noopener" title="">Instituto de Pesquisa Hidráulicas</a></span> (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As inundações impactaram 458 municípios, o que representa mais de 90% das cidades do estado, prejudicando mais de 2 milhões de pessoas. As enchentes afetaram toda a estrutura urbana das cidades, aumentar a insegurança alimentar e causar o fechamento e limitação aos serviços de saúde &#8211; fatores que impactam diretamente a adesão ao tratamento antirretroviral das pessoas que vivem com HIV. Em Porto Alegre, de acordo com a prefeitura, 31 unidades de saúde tiveram suas estruturas comprometidas.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Para apoiar essa população, o UNAIDS deu suporte a organizações da sociedade civil para ampliar a assistência a partir de um Projeto Emergencial, que aconteceu na cidade de Porto Alegre &#8211; segundo dados da prefeitura municipal, estimou-se que em maio cerca de 14 mil pessoas estavam desabrigadas e em atendimento em abrigos emergenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, que está alinhado aos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noopener" title="">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a></span> (ODS) 03, 05, 10 e 17, destinou recursos para o fortalecimento de ações em 15 abrigos da cidade, atuando na busca ativa de pessoas LGBTQIA+ e pessoas vivendo com HIV e AIDS (PVHA) e dialogou com as equipes desses locais para qualificar o atendimento nos temas de gênero, sexualidade e HIV e AIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">ONG SOMOS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Aprovado no Edital <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/04/unaids-anuncia-os-projetos-contemplados-pelo-2o-edital-fast-track-cities/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fast-track Cities</a></span></em>, o projeto “Baile Vermelho: cuidado de si e promoção da saúde entre a comunidade Ballroom de Porto Alegre”, proposto pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.somos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">ONG Somos</a></span>, precisou ser reformulado para atividades de emergência relacionadas à crise climática. O projeto previa ações de cuidado para a comunidade ballroom e foi adaptado para promover atendimento psicossocial para LGBTI+ e Pessoas vivendo com HIVAIDS.</p>



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<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Casa Fonte Colombo</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.fontecolombo.org.br/fontecolombo" target="_blank" rel="noopener" title="">Casa Fonte Colombo</a></span> também esteve presente nas ações direcionadas à população de Porto Alegre. Com apoio do UNAIDS, a ONG, por meio do projeto “Reconstruir Vidas e Sonhos”, visou a ajuda às famílias atingidas pela enchente de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações foram direcionadas em dois eixos: ajuda psicológica para que famílias pudessem lidar com a situação vivenciada pelas enchentes; e colaborar com as famílias desabrigadas na reorganização das suas casas, assim como assistência alimentar visando o restabelecimento à retina familiar sem descuidar da adesão e continuidade do tratamento para o HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">HIV e contexto climático</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro, na COP29, o UNAIDS e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) alertaram que as mudanças climáticas podem interromper os serviços de HIV e aumentar os riscos de infecção para algumas das populações mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/11/na-cop29-unaids-e-pnud-alertam-sobre-o-agravamento-da-aids-devido-a-emergencia-climatica/" target="_blank" rel="noopener" title="">A Crise Climática e o HIV: Um Resumo de Políticas do PNUD e UNAIDS</a></span>” mostra que as conquistas em relação à estrutura de serviços não são permanentes e que as emergências climáticas podem fragilizar o progresso em relação à redução das novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Edital <em>Fast-Track Cities</em></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Coordenado pelo UNAIDS e com apoio do Ministério da Saúde, o projeto “Apoio emergencial em atendimento psicossocial para LGBTI+ e PVHA no contexto das inundações em Porto Alegre” foi contemplado pelo <em>Edital Fast-Track Cities</em>, que financia projetos realizados por Organizações da Sociedade Civil (OSC) que atuam na resposta ao HIV em cidades selecionadas como prioritárias de acordo com dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo está o vídeo gravado durante a realização das ações em Porto Alegre.</p>



<figure class="wp-block-embed is-provider-youtube wp-block-embed-youtube"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<span class="embed-youtube" style="text-align:center; display: block;"><iframe loading="lazy" class="youtube-player" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/LpUE2oEywEk?version=3&#038;rel=1&#038;showsearch=0&#038;showinfo=1&#038;iv_load_policy=1&#038;fs=1&#038;hl=pt-BR&#038;autohide=2&#038;wmode=transparent" allowfullscreen="true" style="border:0;" sandbox="allow-scripts allow-same-origin allow-popups allow-presentation allow-popups-to-escape-sandbox"></iframe></span>
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		<title>UNAIDS apoia ONGs de Porto Alegre na atenção emergencial a pessoas vivendo com HIV/AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/05/unaids-apoia-ongs-de-porto-alegre-na-atencao-emergencial-a-pessoas-vivendo-com-hiv-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 13:14:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS anunciou hoje o apoio a duas ONGs de Porto Alegre que acolhem pessoas vivendo com HIV/AIDS e que foram fortemente afetadas pelo desastre climático no Rio Grande do Sul.  As ONGs &#8220;Somos &#8211; Comunicação, Saúde e Sexualidade&#8221; e &#8220;Casa Fonte Colombo&#8221; têm uma longa e reconhecida trajetória de atenção e atendimento a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/05/unaids-apoia-ongs-de-porto-alegre-na-atencao-emergencial-a-pessoas-vivendo-com-hiv-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS anunciou hoje o apoio a duas ONGs de Porto Alegre que acolhem pessoas vivendo com HIV/AIDS e que foram fortemente afetadas pelo desastre climático no Rio Grande do Sul. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As ONGs &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.somos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Somos &#8211; Comunicação, Saúde e Sexualidade</a></span>&#8221; e &#8220;<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.fontecolombo.org.br/fontecolombo" target="_blank" rel="noopener" title="">Casa Fonte Colombo</a></span>&#8221; têm uma longa e reconhecida trajetória de atenção e atendimento a esta população, cuja vulnerabilidade foi ampliada em consequência do desastre ambiental. Ambas as organizações sofreram com a inundação de suas instalações, mas se adaptaram rapidamente, com o apoio de pessoas voluntárias, para continuar operando. </p>



<span id="more-27976"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas das pessoas e famílias atendidas pelas ONGs perderam seus locais de moradia e, dada a situação de extrema vulnerabilidade que se encontram, têm limitada sua capacidade de acessar os medicamentos de uso contínuo, como os antirretrovirais, para controle do HIV.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Também precisam lidar com dificuldades logísticas para fazer o acompanhamento médico ou acessar recursos de prevenção do HIV, como a Profilaxia pré-exposição (PrEP) e Profilaxia pós-exposição (PEP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, além do apoio humanitário de emergência, as organizações apoiadas pelo UNAIDS identificaram a urgência de trabalhar o tema da saúde mental com as pessoas e famílias afetadas, diante do enorme desafio de reconstrução que terão pela frente.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Atenção psicossocial em abrigos de Porto Alegre</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto da ONG Somos busca dar apoio emergencial em atendimento psicossocial para pessoas LGBTQIA+ e vivendo com HIV/AIDS, por meio de grupos fixos de pessoas voluntárias que circularão por 15 abrigos na região metropolitana de Porto Alegre.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas visitas, será feita busca ativa de pessoas LGBTQIA+ (com foco em travestis e pessoas trans) e pessoas vivendo com HIV/AIDS, proporcionando atendimento especializado. Também haverá um diálogo com as equipes atuando nos abrigos, voluntárias ou não, para responder a dúvidas e melhorar o atendimento nos temas de gênero, sexualidade e HIV/AIDS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como parte do projeto apoiado pelo UNAIDS, vamos produzir um guia emergencial com informações necessárias para o bom atendimento dessas duas populações em situações de emergência humanitária, para ser distribuído no maior número de abrigos possível&#8221;, diz Caio Klein. &#8220;Também vamos disponibilizar vales-transporte de ida e volta, para viabilizar o acesso de pessoas LGBTI+ e vivendo com HIV/AIDS em maior vulnerabilidade a serviços de saúde, assistência e justiça que estejam distantes dos abrigos&#8221;, completa.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Atendimento terapêutico e ajuda humanitária</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG Casa Fonte Colombo, por sua vez, vai oferecer espaço de atenção terapêutica, individual e em grupo, para as 140 famílias de pessoas vivendo com HIV/AIDS atendidas pela organização. Segundo levantamento interno, 15 dessas famílias foram fortemente afetadas, com suas casas tomadas pela enchente. Elas uma ajuda humanitária de emergência composta por um &#8220;kit casa&#8221;, com roupas de cama e banho, utensílios de cozinha e material de limpeza, além de cestas de alimentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Junto com a participação nos grupos terapêuticos, vamos acompanhar a adesão ao tratamento do HIV, conferindo a situação dos exames de carga viral, o atendimento às datas de consultas agendadas e a retirada dos medicamentos nas unidades de saúde. A continuidade do tratamento do HIV é uma condição para o recebimento do kit casa e cesta de alimentos&#8221;, explica Frei José Bernardi, coordenador da Casa Fonte Colombo. &#8220;A questão não é puramente prestar ajuda humanitária, mas realmente garantir que estas pessoas e famílias vivendo com HIV mantenham sua saúde, mesmo em uma situação tão difícil como a que vivemos no Rio Grande do Sul&#8221;, finaliza.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">A ONU garantindo que ninguém fique para trás</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, destaca que o trauma e o estresse provocados pelo desastre ambiental impactam fortemente a saúde mental de todas as pessoas afetadas e é amplificado para quem vive com HIV/AIDS, aumentando o impacto da depressão e ansiedade. A insegurança alimentar e a desnutrição resultantes da interrupção das cadeias de suprimentos alimentares são ameaças adicionais ao bem-estar e à saúde imunológica, intensificando os desafios enfrentados por quem está vivendo com HIV/AIDS e outras IST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As enchentes no Rio Grande do Sul destacam a importância crítica de garantir a continuidade do<br>tratamento do HIV/AIDS de todas as pessoas, mesmo em meio a situações emergenciais&#8221;, diz Claudia<br>Velasquez. &#8220;A ação coordenada de todos os níveis de governo, junto com ONGs, empresas e a<br>comunidade internacional, e especialmente com as organizações e voluntariado local, é fundamental<br>para certificar o apoio imediato às comunidades e populações afetadas, garantindo que ninguém fique<br>para trás&#8221;, conclui.</p>
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	            data-title="UNAIDS apoia ONGs de Porto Alegre na atenção emergencial a pessoas vivendo com HIV/AIDS" 
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		<title>Fast-Track Cities: no Rio Grande do Sul, gestantes recebem apoio para evitar a transmissão vertical do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 17:55:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A rotina de uma gestante exige múltiplos cuidados – com a alimentação, o sono, o aspecto emocional e, principalmente, com a saúde. Para Cristina Ávila, mãe de Lauanda e Valentina, que descobriu seu diagnóstico positivo para o HIV há 17 anos, este aspecto era particularmente importante. “Quando descobri a gravidez, fui direto no serviço, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/01/ftc-rs-gestantes-recebem-apoio-para-evitar-a-transmissao-vertical-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A rotina de uma gestante exige múltiplos cuidados – com a alimentação, o sono, o aspecto emocional e, principalmente, com a saúde. Para Cristina Ávila, mãe de Lauanda e Valentina, que descobriu seu diagnóstico positivo para o HIV há 17 anos, este aspecto era particularmente importante. “Quando descobri a gravidez, fui direto no serviço de saúde e comecei o pré-natal. Deixava todos os documentos na frente da geladeira para sempre lembrar”, explica.</p>



<span id="more-23108"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Cristina foi uma das gestantes acompanhadas pela ONG Casa Fonte Colombo, que desenvolveu o projeto “Mãe Acompanhada, bebê protegido”, contemplado pelo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/04/unaids-anuncia-os-projetos-de-osc-contemplados-edital-fast-track-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edital <em>Fast-Track Cities</em></a></span>, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). O projeto se desenvolveu em Porto Alegre e Viamão, no Rio Grande do Sul, cidades que apresentam índices mais altos de transmissão vertical que a média nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2022/hiv-aids/boletim_hiv_aids_-2022_internet_31-01-23.pdf/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Epidemiológico</a></span> HIV/AIDS 2022 do Ministério da Saúde, Porto Alegre é a capital com a maior taxa de detecção de HIV em gestantes: são 17,1 casos por mil nascidos vivos, quase seis vezes a taxa nacional, que é de 3 casos/mil NV, e duas vezes a do estado do Rio Grande do Sul, que é de 8,4 casos/mil NV.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/14663134"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Porto Alegre apresenta, historicamente, um cenário epidemiológico impactante em relação à transmissão vertical de HIV e sífilis. Projetos como o desenvolvido pela Casa Fonte Colombo são importantes para a melhoria deste cenário”, destaca Denise Pedroso, médica ginecologista e obstetra responsável pelo eixo da prevenção da transmissão vertical na Coordenação de atenção a Tuberculose, IST/HIV e hepatites virais (CAIST) da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Maria Leticia Ikeda, membro das Coordenações do Programa Estadual de IST/Aids da SES/RS e do Programa Municipal de Viamão, concorda que o projeto desenvolvido pela Fonte Colombo ajudou a fortalecer a ação do estado e dos municípios para suprir lacunas. “Houve uma contribuição para a redução de barreiras de acesso, disseminação de informação qualificada e promoção de saúde nos territórios de maior vulnerabilidade social.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Gestantes que vivem com HIV podem evitar a transmissão vertical, que é quando o HIV é transmitido para a criança durante a gestação, parto ou amamentação. Para isso, é fundamental que realizem o pré-natal.</em></p>
</blockquote>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23117" data-id="23117" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Aqui [na Casa Fonte Colombo] eu me sinto abraçada, me sinto acolhida. Aqui é minha segunda casa”, diz Cristina Ávila, gestante que vive com HIV e é acompanhada pela ONG há 17 anos. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23116" data-id="23116" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Cristina Ávila, entre seu parceiro Carlos Przybylski e sua filha mais velha, Lauanda Ávila. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23115" data-id="23115" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-683x1024.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-683x1024.jpg 683w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-768x1152.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-1024x1536.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-1200x1800.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-800x1200.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-480x720.jpg 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Quando eu descobri a gravidez, fui direto no serviço de saúde e comecei o pré-natal direto. Eu organizo tudo, não falto em nenhuma consulta”, conta Cristina Ávila. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23114" data-id="23114" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-683x1024.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-683x1024.jpg 683w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-768x1152.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-1024x1536.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-1200x1800.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-800x1200.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-480x720.jpg 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Foi emocionante quando eu descobri que estava grávida porque eu esperava por isso há muitos anos”, conta Edimara de Campos, gestante acompanhada pela ONG. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23113" data-id="23113" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Edimara de Campos acompanhada por Jandira de Campos, sua mãe, que é atendida pela Casa Fonte Colombo. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23112" data-id="23112" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Camila Moraes, gestante acompanhada pela Casa Fonte Colombo, ao lado de Janete Gomes, vizinha que vive com HIV atendida pela ONG. Foi Janete quem convidou Camila a participar do projeto “Mãe acompanhada, bebê protegido”. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="692" height="516" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23111" data-id="23111" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-7.png" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-7.png 692w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-7-300x224.png 300w" sizes="auto, (max-width: 692px) 100vw, 692px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Camila Moraes, gestante acompanhada pela Casa Fonte Colombo, ao lado de Janete Gomes, vizinha que vive com HIV atendida pela ONG, no recebimento do enxoval. Foto: Divulgação/Casa Fonte Colombo</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “Mãe Acompanhada, bebê protegido&#8221; teve como objetivo apoiar e acompanhar gestantes por meio de uma rede de apoio formada pela ONG. A Casa Fonte Colombo conta com 149 pessoas usuárias que participam das atividades da organização. Estas pessoas também assumem o papel de mapear gestantes em suas comunidades e trazê-las para o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, houve a realização de ações de sensibilização sobre Transmissão Vertical do HIV e Sífilis e distribuição de sete mil exemplares de uma cartilha com orientações sobre os cuidados na gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atuamos com essas pessoas que não têm acesso à rede de saúde. Por isso, sair dos muros e ter um olhar amplo foi importante para iniciar esse processo de vinculação das gestantes aos serviços de saúde e evitar a transmissão vertical”, explica Cristiane Marins, coordenadora de Projetos Sociais da Casa Fonte Colombo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oitenta gestantes receberam acompanhamento e vinculadas ao serviço de saúde. Desse total, 72 completaram o pré-natal, enquanto outras oito permanecem em acompanhamento. No oitavo mês de gestação, a ONG doou um enxoval de bebê (banheira, roupas, toalha, cobertor, travesseiro, fraldas, mamadeira) para cada gestante acompanhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O projeto desenvolvido pela Fonte Colombo é um exemplo do que acontece quando a sociedade civil, gestão municipal e comunidades trabalham conjuntamente para que todas as pessoas consigam, de fato, acessar os serviços de saúde”, completa Ariadne Ribeiro, oficial do UNAIDS de Equidade e Direitos para Todos.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Edital <em>Fast-Track Cities</em> </h5>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de apoiar financeiramente projetos desenvolvidos por OSC que atuam na resposta ao HIV em algumas das 15 cidades participantes da iniciativa, o Edital Fast-Track Cities seleciona projetos com base nos dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2021, do Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa <em>Fast-Track Cities</em> é uma parceria global conjunta entre municípios e a Associação Internacional de Provedores de Cuidados com a AIDS (IAPAC), o UNAIDS, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e a Cidade de Paris. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, o UNAIDS apresenta o vídeo sobre o projeto “Mãe acompanhada, bebê protegido”, nas cidades de Porto Alegre e Viamão, no Rio Grande do Sul.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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		<title>UNAIDS e Abrasco lançam, em Porto Alegre, curso sobre HIV/AIDS para profissionais de saúde</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/10/unaids-e-abrasco-lancam-curso-sobre-hiv-aids-para-profissionais-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 14:37:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) lançaram hoje (20), em evento na Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), o curso online Zero Discriminação e HIV/AIDS, disponível na plataforma Lumina, da UFRGS. Voltado especialmente para profissionais da saúde e da proteção, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/10/unaids-e-abrasco-lancam-curso-sobre-hiv-aids-para-profissionais-de-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) lançaram hoje (20), em evento na Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), o curso online <strong><a href="https://lumina.ufrgs.br/course/view.php?id=146" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-black-color">Zero Discriminação e HIV/AIDS</span></span></a></strong>, disponível na plataforma Lumina, da UFRGS. Voltado especialmente para profissionais da saúde e da proteção social, o curso está disponível de maneira aberta e gratuita e traz um conteúdo participativo e abrangente, baseado em evidências, com o objetivo de ajudar as pessoas que participarem a aprofundar o conhecimento sobre os múltiplos aspectos da epidemia de HIV/AIDS.</p>



<span id="more-18673"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua fala no evento de lançamento, Claudia Velasquez, representante e diretora do UNAIDS no Brasil, destacou o fato de o Rio Grande do Sul ser signatário, desde 2015, da <strong><a href="https://unaids.org.br/2015/12/rs-e-15-prefeituras-gauchas-assinam-a-declaracao-de-paris-comprometendo-se-com-as-metas-90-90-90-pelo-fim-da-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-black-color"><span style="text-decoration: underline;">Declaração de Paris</span></span></a></strong>, iniciativa que reúne cidades e estados de todo o mundo comprometidos a acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Enquanto diretora do UNAIDS Brasil, quero oferecer nosso apoio técnico e político ao Rio Grande do Sul, no âmbito dos compromissos da nova <strong><a href="https://unaids.org.br/2021/03/pcb-do-unaids-adota-nova-estrategia-global-para-a-aids-que-prepara-o-caminho-para-acabar-com-a-aids-ate-2030/#:~:text=A%20Junta%20de%20Coordena%C3%A7%C3%A3o%20do%20Programa%20do%20UNAIDS,como%20uma%20amea%C3%A7a%20%C3%A0%20sa%C3%BAde%20p%C3%BAblica%20at%C3%A9%202030."><span class="has-inline-color has-black-color"><span style="text-decoration: underline;">Estratégia Global para AIDS 2021-2026</span></span></a></strong>. Podemos, juntos, endereçar os esforços necessários na redução das desigualdades, o que, como consequência, nos levará ao fim da AIDS e a uma sociedade mais justa, na defesa dos direitos humanos, e sem deixar ninguém para trás”</p>
<cite>Claudia Velasquez, representante e diretora do UNAIDS no Brasil</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ana Costa, secretária adjunta da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, destacou que o estado conta com uma ação integrada desde a prevenção até a assistência das infecções sexualmente transmissíveis. Ao final do evento, a secretária chamou atenção para o fato que o estado do Rio Grande do Sul tem sido precursor e atuado para trazer inovação em novas políticas de resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto do curso <strong>Zero Discriminação e HIV/AIDS </strong>foi construído pelo Grupo Temático Saúde LGBTI+, da Abrasco e coordenado por docentes integrantes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Daniel Canavese, coordenador do GT Saúde da População LGBTQIA+ da Abrasco, o lançamento do curso demonstra a importância da relação entre instituições públicas de ensino, pesquisa e extensão, movimento social, secretarias estaduais e municipais de saúde e o UNAIDS para alcançar as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável e da Estratégia Global para AIDS 2021-2026, a fim de acabar com as desigualdades, com o estigma, com a discriminação e as mortes por AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clarissa Habckost Dutra de Barros, representante do Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI), do Ministério da Saúde, ressaltou a importância do SUS na resposta ao HIV. &#8220;Sempre em diálogo, que consideramos muito importante, com a academia, com os organismos e parceiros internacionais e com representantes da sociedade civil”, destacou.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="577" height="1024" data-id="18676" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-577x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-18676" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-577x1024.jpeg 577w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-169x300.jpeg 169w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-768x1364.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-865x1536.jpeg 865w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-676x1200.jpeg 676w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2-405x720.jpeg 405w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.49-2.jpeg 901w" sizes="auto, (max-width: 577px) 100vw, 577px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Lançamento do Curso MOOC na sede da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Na foto, Claudia Velasquez, representante e diretora do UNAIDS no Brasil e Ana Costa, secretária adjunta da Secretária Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul. Crédito: Bruno Kauss</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="18677" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-576x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-18677" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-576x1024.jpeg 576w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-169x300.jpeg 169w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-768x1365.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-864x1536.jpeg 864w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-675x1200.jpeg 675w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35-405x720.jpeg 405w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.27.35.jpeg 900w" sizes="auto, (max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Lançamento do Curso MOOC na sede da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Na foto, Ana Costa, secretária adjunta da Secretária Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, Daniel Canavese (UFRGS) e Maurício Polidoro (IFRS), coordenadores de conteúdo do curso MOOC </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="577" data-id="18678" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1-1024x577.jpeg" alt="" class="wp-image-18678" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1-1024x577.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1-1536x865.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/10/WhatsApp-Image-2021-10-20-at-10.16.05-1.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Lançamento do Curso MOOC na sede da Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul</figcaption></figure>
</figure>



<h4 class="wp-block-heading">O curso online</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O acesso ao curso <strong>Zero Discriminação e HIV/AIDS</strong> é aberto e gratuito e cada participante poderá seguir seu próprio ritmo de aprendizagem. Os conteúdos estão distribuídos em janelas temáticas, que abrangem tópicos como as estratégias de resposta ao HIV/AIDS nos âmbitos global e nacional, neste caso destacando a importância da mobilização comunitária e das organizações da sociedade civil. Há espaço para a atualização sobre aspectos teóricos e conceituais que ajudam a ter um entendimento da interseccionalidade dos determinantes sociais em saúde, questões sobre saúde sexual e reprodutiva, vulnerabilização e violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os aspectos biomédicos associados ao HIV/AIDS também têm um espaço próprio, incluindo itinerário terapêutico, o autocuidado e a autonomia dos sujeitos, a perspectiva da integralidade, a prevenção combinada do HIV, a proposta de redução de danos e a qualidade da assistência à saúde. As múltiplas vulnerabilidades que afetam as pessoas vivendo com HIV são objeto de uma seção específica. Tudo isso é complementado com o acesso a materiais e apresentações que permitem interagir com diferentes visões e experiências, incluindo expressões artísticas e informação técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao curso Zero Discriminação e HIV/AIDS, basta <strong><a href="https://lumina.ufrgs.br/course/view.php?id=146" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-black-color"><span style="text-decoration: underline;">cadastrar-se na plataforma</span></span></a></strong> e responder a um questionário de perfil sociodemográfico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais do curso estarão no formato de videoaulas, podcasts, textos, caixas de ferramentas, bibliotecas de legislação, drops de áudios, audionovela e galerias de arte virtuais. O acesso pode ser realizado a qualquer momento por meio de smartphones, tablets e computadores. As pessoas participantes receberão um certificado de participação após concluírem sua participação no curso.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Lançamento do Curso MOOC Zero Discriminação ao HIV/AIDS" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/yC6c4LGikrk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Evento de lançamento do curso MOOC na sede da Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Sul</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>GT UNAIDS reúne cerca de 60 pessoas no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS)</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/07/gt-unaids-reune-cerca-de-60-pessoas-no-palacio-piratini-em-porto-alegre-rs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jul 2018 18:35:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Declaração de Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) reuniu cerca de 60 pessoas para sua segunda reunião de 2018, realizada esta semana (11/7) em Porto Alegre (RS), no Palácio Piratini, sede do governo estadual. Com o tema Acelerando a Resposta ao HIV no Rio Grande do Sul, o encontro buscou mobilizar, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/gt-unaids-reune-cerca-de-60-pessoas-no-palacio-piratini-em-porto-alegre-rs/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS) reuniu cerca de 60 pessoas para sua segunda reunião de 2018, realizada esta semana (11/7) em Porto Alegre (RS), no Palácio Piratini, sede do governo estadual. Com o tema <em>Acelerando a Resposta ao HIV no Rio Grande do Sul</em>, o encontro buscou mobilizar gestores públicos e especialistas que atuam nos âmbitos estadual e municipal, com foco nos 15 municípios gaúchos signatários da <strong><a href="https://unaids.org.br/2015/12/rs-e-15-prefeituras-gauchas-assinam-a-declaracao-de-paris-comprometendo-se-com-as-metas-90-90-90-pelo-fim-da-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a> </strong>(Porto Alegre, Alvorada, Cachoeirinha, Canoas, Caxias do Sul, Esteio, Guaíba, Gravataí, Rio Grande, São Leopoldo, Santana do Livramento, Sapucaia do Sul, Uruguaiana, Viamão, Novo Hamburgo).<span id="more-9277"></span></p>
<p>“A ONU está comprometida em apoiar os governos para o desenvolvimento de estratégias eficientes e na implementação de ações transformadoras que possam direcionar o mundo para uma vida sustentável onde ninguém seja deixado para trás”, disse, na abertura do encontro, o Representante do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e Presidente do GT UNAIDS para o período 2017-2018. “Os dados do Ministério da Saúde apontam que as epidemias de HIV/AIDS e outras ISTs acometem as populações mais vulneráveis e menos assistidas. Os direitos sexuais e reprodutivos devem ser universais e as barreiras que impedem o pleno acesso dessas populações mais vulneráveis aos serviços de saúde devem ser removidas, a fim de que, cada vez mais, novas infecções possam ser evitadas, assim como a mortalidade por essas doenças seja igualmente reduzida.”</p>
<p><div id="attachment_9278" style="width: 4747px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9278" class="wp-image-9278 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped.jpg" alt="Presidente do GT UNAIDS para o período 2017-2018, Jaime Nadal, na abertura da reunião no RS Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes" width="4737" height="3158" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped.jpg 4737w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/Palacio-Piratini-029cropped-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4737px) 100vw, 4737px" /><p id="caption-attachment-9278" class="wp-caption-text">Presidente do GT UNAIDS para o período 2017-2018, Jaime Nadal, na abertura da reunião no RS Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes</p></div></p>
<p>Além de fazer um balanço sobre os avanços e desafios da resposta ao HIV no estado, o encontro teve também como objetivo compartilhar experiências exitosas de quatro iniciativas inovadoras de municípios gaúchos: <strong><em><a href="https://unaids.org.br/2018/07/em-viamao-rs-delegacao-do-gt-unaids-visita-projeto-inovador-sobre-prevencao-de-hiv-para-jovens/" target="_blank" rel="noopener">Tô Dentro</a></em></strong> (Viamão)<strong><em> <a href="https://unaids.org.br/2018/05/em-porto-alegre-rs-projeto-transdialogos-capacita-profissionais-para-acabar-com-discriminacao-nos-servicos-de-saude/" target="_blank" rel="noopener">Transdiálogos</a> </em></strong>(Porto Alegre)<em>, <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/03/seminario-sobre-zero-discriminacao-reune-profissionais-da-saude-e-estudantes-em-cachoeirinha-rs/" target="_blank" rel="noopener">Seminário Zero Discriminação</a> </strong></em>(Cachoeirinha) <em>e Cascata de Cuidados </em>(Canoas). O governador do estado, José Ivo Sartori, participou da abertura do encontro e reafirmou o compromisso do estado a Aceleração da Resposta ao HIV.</p>
<p>“Nós, do estado, queremos reafirmar o nosso compromisso com a população para o alcance das metas assumidas, em 2015, na assinatura da Declaração de Paris, com foco no enfrentamento da epidemia de HIV e AIDS em todo território do Rio Grande do Sul”, disse. “A ação conjunta é chave para acabarmos com a epidemia e isso inclui a oferta de testagem e tratamento, promovendo redução do estigma e discriminação.”</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016, o Rio Grande do Sul foi o estado com a segunda maior taxa de detecção de casos de AIDS no país: 31,8 casos para cada 100 mil habitantes (ficando atrás apenas de Roraima), quase o dobro da taxa nacional, que é de 18,5/100 mil habitantes. Porto Alegre é a capital brasileira com maior taxa de detecção de casos de AIDS: 65,9 casos/100 mil habitantes, o dobro do registrado no estado. Apesar de ter apresentado queda de 17,2% no coeficiente de mortalidade por causas relacionadas à AIDS na última década, o estado ainda é a unidade da federação com o maior coeficiente: 9,6 óbitos para cada 100 mil habitantes.</p>
<p>O Secretário Estadual de Saúde, Dr. Francisco Zancan Paz, informou, durante a reunião, que o estado já testou 60% das pessoas vivendo com HIV no Rio Grande do Sul; que destas, 70% estão em tratamento antirretroviral; e que deste grupo em tratamento, 90% estão com carga viral indetectável. A meta assumida pelo Rio Grande do Sul e os 15 municípios prioritários do estado é de que, até 2020, estes números estejam dentro da meta 90-90-90: 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; que destas 90% estejam em tratamento; e que destas, 90% estejam com carga viral indetectável.</p>
<p>“Nós estamos atentos que, para termos uma resposta à AIDS, precisamos vencer outros desafios de saúde pública, incluindo o enfrentamento da tuberculose, da violência de gênero e outras infecções sexualmente transmissíveis, além das ações voltadas à saúde sexual e reprodutiva, saúde materna e da criança e ações específicas para populações-chaves e prioritárias, em especial jovens, homens que fazem sexo com homens e populações privadas de liberdade”, reconheceu Paz.</p>
<p>Os municípios gaúchos e o Rio Grande de Sul assinaram a Declaração em dezembro de 2015 e hoje fazem parte de um grupo de 41 cidades brasileiras, o estado de Santa Catariana e o Distrito Federal, que também já se comprometeram com as metas 90-90-90 e as metas de zero discriminação propostas no documento. Ao redor de todo o mundo, mais de 200 cidades compõem essa rede de municípios chamados de <em>Fast-Track Cities </em>(Cidades pela Aceleração da Resposta).</p>
<p>“O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado no mundo a se comprometer com a Declaração de Paris, um sinal claro do compromisso com o fim da epidemia de HIV. É esse esforço conjunto que trará os resultados que queremos para Acelerar a Resposta ao HIV”, afirmou a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard. “Temos aqui no Rio Grande do Sul várias experiências exitosas, mas também temos muitos desafios diante de nós. Queremos fazer isso de forma conjunta.”</p>
<p><div id="attachment_9279" style="width: 5483px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9279" class="wp-image-9279 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070.jpg" alt="Delegação do GT UNAIDS no Palácio Piratini, em Porto Alegre. Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes" width="5473" height="3649" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070.jpg 5473w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/11JUL18-Piratini-1070-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5473px) 100vw, 5473px" /><p id="caption-attachment-9279" class="wp-caption-text">Delegação do GT UNAIDS no Palácio Piratini, em Porto Alegre. Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes</p></div></p>
<p>A delegação do GT UNAIDS ao Rio Grande do Sul contou também com a presença de representantes de agências copatrocinadoras do UNAIDS, como UNESCO, UNFPA, PNUD e OPAS/OMS, além de representantes da sociedade civil e de organizações de pessoas vivendo com HIV. Na véspera da reunião no Piratini, a delegação conheceu pessoalmente o projeto <em>Tô Dentro</em>, instalado na praça da Matriz em Viamão, um dos cartões postais desta que foi a primeira capital gaúcha.</p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para conhecer a Declaração de Paris</a> </strong></p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/2018/04/grupo-tematico-do-unaids-promove-debate-sobre-papel-da-midia-na-resposta-epidemia-de-hiv/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para conhecer as ações mais recentes do GT UNAIDS e seu papel</a> </strong></p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/2018/07/em-viamao-rs-delegacao-do-gt-unaids-visita-projeto-inovador-sobre-prevencao-de-hiv-para-jovens/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para ler a matéria completa sobre a visita ao Projeto <em>Tô Dentro</em>, em Viamão</a> </strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/2018_07_11_Aviso-de-pauta_GT-UNAIDS-POA.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia o comunicado de imprensa completo aqui</strong></a></p>
<p><em>Fotos: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes</em></p>
<p><strong> </strong></p>
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	            data-cat="noticias" 
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	            data-title="GT UNAIDS reúne cerca de 60 pessoas no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS)" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/gt-unaids-reune-cerca-de-60-pessoas-no-palacio-piratini-em-porto-alegre-rs/">GT UNAIDS reúne cerca de 60 pessoas no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS)</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em Viamão (RS), delegação do GT UNAIDS visita projeto inovador sobre prevenção de HIV para jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2018 23:05:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Declaração de Paris]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Tô Dentro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma delegação do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS), visitou o projeto Tô Dentro hoje (10/7), no município de Viamão (RS), uma das cidades signatárias da Declaração de Paris. Idealizado em 2016, o projeto é executado pelas Secretarias Municipais de Saúde e Educação de Viamão e busca trabalhar, de forma lúdica e inovadora, temas relacionados ao HIV e sexualidade do ponto de vista dos jovens, uma das populações mais afetas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/em-viamao-rs-delegacao-do-gt-unaids-visita-projeto-inovador-sobre-prevencao-de-hiv-para-jovens/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma delegação do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS), visitou o projeto <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/03/exposicao-itinerante-em-viamao-conscientiza-jovens-sobre-importancia-do-cuidado-com-saude/" target="_blank" rel="noopener"><i>Tô Dentro</i></a></strong> hoje (10/7), no município de Viamão (RS), uma das cidades signatárias da<strong> <a href="https://unaids.org.br/2015/12/rs-e-15-prefeituras-gauchas-assinam-a-declaracao-de-paris-comprometendo-se-com-as-metas-90-90-90-pelo-fim-da-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a></strong>. Idealizado em 2016, o projeto é executado pelas Secretarias Municipais de Saúde e Educação de Viamão e busca trabalhar, de forma lúdica e inovadora, temas relacionados ao HIV e sexualidade do ponto de vista dos jovens, uma das populações mais afetas pela epidemia de HIV no Brasil. <span id="more-9257"></span></p>
<p>O projeto conta com uma estrutura itinerante de contêineres distribuídos em cinco estações para tratar dos principais temas envolvendo sexualidade e infecções sexualmente transmissíveis, com uma metodologia leve, simples e divertida. Em um passeio de cerca de 30 minutos, estudantes das redes municipal e estadual têm igualmente a oportunidade de refletir e aprender sobre prevenção, testagem, tratamento, preconceito, discriminação e percepção de risco.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Dos 18 mil estudantes da rede pública em Viamão, mais de 7 mil deles já participaram do <i>Tô Dentro</i> nestes dois anos de existência. Além disso, a iniciativa já foi levada também para o município de Jaraguá do Sul (SC), situado a 620 km de Porto Alegre, mobilizando outros 3.500 estudantes locais. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>“O projeto Tô Dentro é um exemplo de como a criatividade, o empenho e a liderança política podem trazer respostas concretas para o HIV, com impacto direto para o cidadão. Este é um dos raros exemplos de parceria verdadeira entre Saúde e Educação para falar sobre esse tema”, explica Georgiana Braga-Orillard, Diretora do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil. “Nós convidamos os membros do GT UNAIDS e parceiros para esta visita ao projeto para que vejam como Viamão está inovando na linguagem e na abordagem para levar essa reflexão sobre prevenção e sexualidade aos jovens. Acreditamos que isso possa ser uma realidade também em todo o estado e em outras partes do Brasil.”<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Após as visitas às estações, as escolas participantes recebem apresentações teatrais com debates, onde atores interpretam situações envolvendo a sexualidade e iniciam um debate para falar sobre o assunto com os estudantes. Como resultado, a Secretaria de Saúde Municipal de Viamão já registrou um aumento na procura por testagem rápida e por serviços de saúde. Os resultados de uma enquete feita com os estudantes antes e depois das visitações será divulgada em breve, mostrando o impacto das ações no nível de conhecimento destes jovens sobre as questões propostas.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Primeira capital do estado do Rio Grande do Sul (até 1773), Viamão está situada na região metropolitana de Porto Alegre e é hoje um dos municípios mais populosos do estado, com cerca de 250 mil habitantes. Segundo dados mais recentes do Minstério da Saúde, Viamão tem cerca de 3.100 pessoas vivendo com HIV. A taxa de detecção de casos de AIDS na cidade é de 46,3 para cada 100 mil habitantes, mais que o dobro da taxa nacional, de 18,5 casos por 100 mil habitantes. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>O sucesso do projeto <i>Tô Dentro</i> foi tão grande que Viamão implantou no município, em 2017, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o projeto <i>Galera Curtição</i>, um jogo entre escolas municipais e estaduais, que aborda temas como prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo HIV e AIDS, uso de álcool e outras drogas, questões de gênero, diversidade sexual, sexualidade, bullying e preconceito. O objetivo é fomentar a promoção de saúde na comunidade local e a integração.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><div id="attachment_9265" style="width: 6010px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-9265" class="wp-image-9265 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o.jpg" alt="Membros do Grupo Temático Ampliado sobre HIV/AIDS da ONU, em uma das estações do Tô Dentro. Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes" width="6000" height="4000" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o.jpg 6000w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/41520620100_4e7d80623f_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 6000px) 100vw, 6000px" /><p id="caption-attachment-9265" class="wp-caption-text">Membros do Grupo Temático Ampliado sobre HIV/AIDS da ONU, em uma das estações do Tô Dentro. Foto: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes</p></div></p>
<p>A delegação do GT UNAIDS se reunirá amanhã (11/7) no Palácio Piratini para uma reunião com o governador do estado, José Ivo Sartori, e cerca de 60 gestores da área de saúde dos 14 municípios gaúchos signatários da Declaração de Paris. Um dos objetivos do encontro é fazer um balanço sobre os avanços e desafios do Rio Grande do Sul e seus 14 municípios prioritários em relação aos compromissos assumidos na assinatura da <strong><a href="https://unaids.org.br/2015/12/rs-e-15-prefeituras-gauchas-assinam-a-declaracao-de-paris-comprometendo-se-com-as-metas-90-90-90-pelo-fim-da-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a></strong>, em dezembro de 2015.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Um dos principais compromissos é o de Acelerar a Resposta ao HIV no estado para alcançar as metas 90-90-90—que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV estejam testadas; que destas, 90% estejam em tratamento antirretroviral; e que destas, 90% esteja com carga viral indetectável. Os municípios gaúchos e o Rio Grande de Sul fazem parte de um grupo de 41 cidades brasileiras, o estado de Santa Catariana e o Distrito Federal, que também já se comprometeram com as metas propostas na Declaração de Paris. Ao redor de todo o mundo, mais de 200 cidades compõem essa rede de municípios chamados de <i>Fast-Track Cities</i><i> </i>(Cidades pela Aceleração da Resposta).<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p>Além da Diretora do UNAIDS no Brasil, fazem parte desta delegação do GT UNAIDS o Representante do Fundo de População da ONU no Brasil (UNFPA), Jaime Nadal—que está na presidência do GT para o período de 2017-2018—,representantes Ministério da Saúde, outras agências da ONU, como UNESCO, PNUD e OPAS/OMS, sociedade civil e organizações de pessoas vivendo com HIV. Além de fazer um balanço sobre os avanços e desafios da resposta ao HIV no estado, a visita de dois dias também tem como objetivo conhecer outras três iniciativas locais inovadoras, além do projeto <i>Tô Dentro</i>, cujo objetivo é ajudar nos esforços locais para alcance das metas assumidas até 2020 na Declaração de Paris. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para conhecer a Declaração de Paris</a>  </strong></p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/2018/04/grupo-tematico-do-unaids-promove-debate-sobre-papel-da-midia-na-resposta-epidemia-de-hiv/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui para conhecer as ações mais recentes do GT UNAIDS e seu papel</a>  </strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/07/2018_07_10_Comunicado-de-Imprensa_Visita-Delegação-da-ONU-a-Viamão.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia o comunicado de imprensa completo aqui</strong></a></p>
<p><em>Fotos: UNFPA Brasil/Jefferson Bernardes</em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/em-viamao-rs-delegacao-do-gt-unaids-visita-projeto-inovador-sobre-prevencao-de-hiv-para-jovens/">Em Viamão (RS), delegação do GT UNAIDS visita projeto inovador sobre prevenção de HIV para jovens</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em Porto Alegre (RS), Projeto Transdiálogos capacita profissionais para acabar com a discriminação nos serviços de saúde</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/05/em-porto-alegre-rs-projeto-transdialogos-capacita-profissionais-para-acabar-com-discriminacao-nos-servicos-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 13:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagine essa situação: uma travesti procura o serviço de saúde precisando de atendimento básico em função de uma dor de cabeça, uma tosse insistente ou mal estar no estômago. Ao chegar na unidade de saúde, ela já encontra obstáculos a partir da entrada, quando o segurança do estabelecimento já lhe pede informações adicionais que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/em-porto-alegre-rs-projeto-transdialogos-capacita-profissionais-para-acabar-com-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine essa situação: uma travesti procura o serviço de saúde precisando de atendimento básico em função de uma dor de cabeça, uma tosse insistente ou mal estar no estômago. Ao chegar na unidade de saúde, ela já encontra obstáculos a partir da entrada, quando o segurança do estabelecimento já lhe pede informações adicionais que não seriam pedidas a outras pessoas. Ao fazer seu cadastro, mesmo com o documento do nome social, ela é tratada pelo nome civil, no gênero masculino e, muitas vezes, ridicularizada diante de todos que ocupam a sala de espera—quando não é ignorada de diversas formas.<span id="more-8867"></span></p>
<p>Motivadas por preconceito ou desinformação, situações como essa são muito comuns nos serviços de saúde espalhados pelo Brasil. Pensando em reduzir estes casos, e melhorar o atendimento para a população de travestis e transexuais, a prefeitura de Porto Alegre (RS) desenvolveu, em 2014, em parceria com a ONU e organizações locais, o projeto Transdiálogos, que busca capacitar profissionais de serviços de saúde, desde médicos e enfermeiros a profissionais terceirizados de segurança e limpeza, sobre temas como igualdade de gênero e orientação sexual, respeito à diversidade e ética profissional.</p>
<p>A ação é organizada e acompanhada por uma equipe da Coordenação de Infecções Sexualmente Transmissíveis, HIV/AIDS, Hepatites Virais e Tuberculose da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, em parceria com a Igualdade (Associação de Travestis e Transexuais do Estado do Rio Grande do Sul) e apoio do UNAIDS. Desde o início do projeto, mais de 50 Unidades Básicas de aúde na região já receberam a capacitação por meio do projeto.</p>
<p>“Elaboramos uma estratégia em que fosse possível sensibilizar os servidores e profissionais de saúde e, ao mesmo tempo, a partir das próprias contradições ou rotinas equivocadas, colocar essas experiências para uma discussão em grupo”, conta Claudio Nunes, Assessor Técnico da Coordenação de HIV e AIDS de Porto Alegre. “A própria formação profissional passa por cima dessas questões, que são tão importantes para o nosso município.”</p>
<p>Porto Alegre é uma das cidades signatárias da <strong><a href="https://unaids.org.br/2016/03/adesao-de-cidades-a-declaracao-de-paris-ja-beneficia-35-mi-de-brasileiras-e-brasileiros-hiv-aids/">Declaração de Paris</a></strong>, um compromisso assumido por mais de 200 cidades ao redor do mundo pela Aceleração da Resposta ao HIV e o cumprimento das metas de tratamento 90-90-90—que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que destas, 90% esteja em tratamento antirretroviral; e que destas, 90% esteja com carga viral indetectável.</p>
<p>Além de contribuir para o alcance das metas de tratamento propostas na Declaração de Paris, o projeto Transdiálogos tem papel fundamental na demonstração prática dos princípios da<strong><a href="https://unaids.org.br/2017/06/doze-agencias-da-onu-se-unem-pelo-fim-da-discriminacao-nos-servicos-de-saude/"> Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde</a></strong>, também proposta pelo UNAIDS como ponto de partida para garantir acesso de qualidade das populações mais vulneráveis ao HIV aos serviços de saúde. Juntos, os 15 municípios que formam a região metropolitana de Porto Alegre respondem por 10% do número de pessoas vivendo com HIV no Brasil.</p>
<p>“Se a gente não acaba com a epidemia nesta região, a gente não acaba com a epidemia no país”, explica a Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard. “O que está faltando é a parte humana. Temos que ter esse olhar humano sobre discriminação e sobre direitos humanos dentro da saúde, porque só assim vamos conseguir quebrar esse ciclo.&#8221;</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/bWjMUiz8hMM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Saiba como funciona o Transdiálogos</strong></p>
<p>Como parte da metodologia do projeto, a atriz Evelyn Ligocki, que interpreta a travesti Beth, procura uma unidade de saúde relatando algum problema de saúde comum, sem muita complexidade. Durante o atendimento, observa de que maneira esse atendimento é feito. Todo tipo de reação é esperada, desde atitudes mais rudes, até um atendimento acolhedor e inclusivo por parte dos profissionais e servidores.</p>
<p>“Em uma das unidades, a atendente me olhou e disse ‘De onde é que isto saiu?’. Assim, como se ela estivesse pensando alto. Tinha uma colega do lado, elas se olharam, e começaram a fofocar uma com a outra”, lembra Evelyn. “Uma enfermeira viu a situação e falou ‘vem cá que eu te atendo’. Quando eu entrei no consultório ela me pediu desculpas pela forma com que as colegas me trataram.”</p>
<p><div id="attachment_8872" style="width: 5194px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8872" class="wp-image-8872 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364.jpg" alt="" width="5184" height="2912" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364.jpg 5184w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364-768x431.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364-1024x575.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364-1800x1011.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/05/IMG_7364-720x404.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5184px) 100vw, 5184px" /></a><p id="caption-attachment-8872" class="wp-caption-text">A atriz Evelyn Ligocki se prepara para interpretar a travesti Beth no Projeto Transdiálogos.</p></div></p>
<p>A participação de uma atriz mulher, cisgênero, fazendo o papel de uma travesti durante a capacitação, não foi por acaso.</p>
<p>“A escolha de uma atriz foi pensada para evitar situações de constrangimento entre os envolvidos e não expor a população trans e travesti à carga emocional gerada por uma situação de preconceito e discriminação”, explica Georgiana.</p>
<p>Depois do episódio envolvendo a atriz, a equipe técnica da Secretaria Municipal de Saúde e uma mulher travesti ou transexual, representando a Associação Igualdade, participam da reunião de capacitação que acontece como parte do trabalho de sensibilização e conscientização. Até o início da discussão, os funcionários envolvidos na atividade desconhecem que a travesti interpretada por Evelyn faz parte dessa atividade de formação. E, ao final, a discussão ganha uma nova perspectiva quando ela revela a todos que é uma atriz.</p>
<p>“A gente deixa que o grupo tome o protagonismo, no sentido de identificar condutas inadequadas ou que podem ser melhor encaminhadas”, reforça Nunes. “A gente arma toda essa encenação, e as pessoas que estão na situação junto com a atriz conseguem observar depois os procedimentos que adotaram e se poderiam ter agido de outra maneira.”</p>
<p>A metodologia empregada no projeto é uma das coisas que mais chamam a atenção, já que trata de um tema sério de maneira diferente das capacitações às quais os funcionários estão acostumados. “Gostei bastante da atividade, foi uma coisa inovadora. Jamais imaginei que a Prefeitura faria algo tão dinâmico como o teatro em uma capacitação. Foi muito produtivo e o diálogo foi muito bom”, conta Denise Mattos, enfermeira na Unidade Básica de Saúde São José, no bairro Partenon, em Porto Alegre.</p>
<p>Os profissionais de saúde que participam da atividade também recebem material de apoio. O guia<em> <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/Cartilha-Garantia-Acesso-WEB.pdf">Garantia de Acesso—Atendimento à Diversidade</a></strong> </em>explica que é fundamental “assumir atitudes que reflitam o respeito aos direitos humanos e à diversidade sexual e de gênero” para fazer uma “diferença positiva” na vida das pessoas.</p>
<p>É comum que muitas travestis e transexuais acabem se afastando dos serviços de saúde após passar por situações constrangedoras ou discriminatórias, o que demonstra a necessidade de se ter equipes preparadas para prestar o atendimento de maneira inclusiva e respeitosa.</p>
<p>“Minhas amigas evitam ao máximo procurar um serviço de saúde porque, na maioria das vezes, elas são destratadas. Elas acham que aquele espaço não é delas, quando é delas sim”, conta Evelyn Mendes, convidada da Associação Igualdade para acompanhar as ações do projeto Transdiálogos. Profissional da área de tecnologia, Evelyn explica que considera “muito legal e interessante” participar de ações voltadas para a saúde, já que, dessa forma, ela pode ter um pouco mais de “propriedade para conversar sobre o tema com outras pessoas trans e travestis”.</p>
<p>“Me incomoda saber que uma amiga não vai procurar assistência porque tem certeza que não será bem tratada. Para mim, é muito importante poder discutir isso, passar adiante essas informações e falar: ‘vai naquele posto que ali o pessoal está treinado e pode te atender melhor’”, conclui Evelyn.</p>
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	            data-title="Em Porto Alegre (RS), Projeto Transdiálogos capacita profissionais para acabar com a discriminação nos serviços de saúde" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/05/em-porto-alegre-rs-projeto-transdialogos-capacita-profissionais-para-acabar-com-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">Em Porto Alegre (RS), Projeto Transdiálogos capacita profissionais para acabar com a discriminação nos serviços de saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Exposição itinerante em Viamão conscientiza jovens sobre importância do cuidado com a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 16:20:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Já imaginou entrar por uma porta e dar de cara com situações do cotidiano que envolvem sexualidade, só que com uma pitada a mais de interatividade, conectividade, acessibilidade e informação? Foi essa a experiência vivida por mais de 4 mil jovens que já participaram do projeto Tô Dentro, da Secretaria de Saúde Municipal de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/exposicao-itinerante-em-viamao-conscientiza-jovens-sobre-importancia-do-cuidado-com-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Já imaginou entrar por uma porta e dar de cara com situações do cotidiano que envolvem sexualidade, só que com uma pitada a mais de interatividade, conectividade, acessibilidade e informação? Foi essa a experiência vivida por mais de 4 mil jovens que já participaram do projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Tô Dentro</span></i><span style="font-weight: 400;">, da Secretaria de Saúde Municipal de Viamão (RS), uma das cidades signatárias da Declaração de Paris pela Aceleração da Resposta ao HIV. Idealizado em 2016 pelo Programa Municipal de IST/AIDS, a ideia é trabalhar temas como prevenção, testagem, tratamento, preconceito, discriminação e percepção de risco de uma maneira mais sensorial e lúdica. </span><span id="more-8587"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A receita do projeto foi juntar uma estrutura itinerante de contêineres e cinco estações para tratar dos principais temas envolvendo sexualidade e infecções sexualmente transmissíveis, com uma metodologia leve, simples e divertida. O resultado: jovens com olhares fixos e atentos às informações relevantes e um aumento na procura por testagem rápida e por serviços de saúde.</span></p>
<p><div id="attachment_8596" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8596" class="wp-image-8596 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2-1024x683.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Edit2-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-8596" class="wp-caption-text">Contêineres interativos compõem a estrutura do projeto Tô Dentro, que trabalha com a prevenção do HIV entre jovens de Viamão (RS). Foto: UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A médica e coordenadora do Programa Municipal de IST/AIDS, Maria Letícia Ikeda, acredita que todos que trabalham com prevenção precisam inovar na linguagem e na abordagem na hora de falar com o jovem. “É preciso chamar o público para saber como eles querem ouvir”, conta a médica. “Abrir um espaço de diálogo e entender que não dá mais para falar como há 30 anos. Não há mais espaço para a negação da sexualidade.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, ela também explica como surgiu o nome </span><i><span style="font-weight: 400;">Tô dentro</span></i><span style="font-weight: 400;">. “A ideia é que eles se sintam incluídos, que eles sintam que estão fazendo parte do processo, cuidando de sua saúde e da prevenção com as próprias mãos.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, falar a linguagem jovem é o grande mérito da ação. “Quando você se comunica na mesma linguagem, você consegue fazer o jovem entender que aquela mensagem de prevenção é para ele, que é diretamente com ele que queremos falar, e a informação é assimilada”, explicou durante visita ao projeto em Viamão.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na segunda fase do projeto, após as visitas às estações, as escolas participantes recebem apresentações teatrais com debates, onde atores interpretam situações envolvendo a sexualidade e iniciam um debate para falar sobre o assunto com os estudantes.</span></p>
<p><b>Rendendo frutos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sucesso do projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Tô Dentro</span></i><span style="font-weight: 400;"> foi tão grande que Viamão implantou no município, em 2017, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação, o projeto </span><i><span style="font-weight: 400;">Galera Curtição</span></i><span style="font-weight: 400;">, um jogo entre escolas municipais e estaduais, que aborda temas como prevenção de infecções sexualmente transmissíveis, incluindo HIV e AIDS, uso de álcool e outras drogas, questões de gênero, diversidade sexual, sexualidade, bullying e preconceito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para entrar na competição, alunos e professores participam de uma série de atividades lúdicas e educativas, dentre elas tarefas e programas de auditório, todas valendo pontos. O objetivo é fomentar a promoção de saúde na comunidade local e a integração. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A professora de Educação Física, Flávia Fernandes, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Nossa Senhora da Conceição, conta que, em uma das atividades propostas pelo jogo, os alunos precisaram buscar uma música para reescrever com base nos conceitos de igualdade de gênero e respeito. “Me marcou muito quando eles começaram a questionar se naquela letra, aquilo era ou não uma violência de gênero. Gerou um debate muito interessante”. Flávia reforça ainda que a maioria das conversas em sala de aula só aconteceram por conta do projeto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gustavo Melo, 16 anos,  foi um dos alunos que participou do </span><i><span style="font-weight: 400;">Galera Curtição</span></i><span style="font-weight: 400;">. Ele conta que o interesse surgiu quando viu que se tratavam de temas importantes para sua vida, mas que eram pouco falados na escola ou em casa. “Quando falamos de infecções sexualmente transmissíveis, eu aprendi coisas que eram justamente o contrário do que eu achava”, conta o estudante. “Aprendi muito também sobre bullying e que devo respeitar meus colegas, a opinião de cada um.”  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2018, a proposta é passar de 4.850 alunos para 12.500, entre crianças da 3ª série do Ensino Fundamental até a Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de praticamente dobrar o orçamento total de investimento no projeto de R$ 251 mil para R$ 495 mil.</span></p>
<p><div id="attachment_8589" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8589" class="wp-image-8589 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição-1024x678.png" alt="" width="640" height="424" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição-1024x678.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição-300x199.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição-768x509.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição-720x477.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/galeracurtição.png 1318w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-8589" class="wp-caption-text">Programa de auditório educativo é uma das atividades propostas pelo projeto Galera Curtição. Foto: Divulgação</p></div></p>
<p><b>Parceria</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a visita ao município, a Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, se reuniu com o Prefeito André Pacheco, para conhecer mais sobre as ações do município de conscientização e prevenção entre jovens, e debater maneiras de apoiar o trabalho. O prefeito ressaltou que os projetos </span><i><span style="font-weight: 400;">Tô Dentro</span></i><span style="font-weight: 400;"> e </span><i><span style="font-weight: 400;">Galera Curtição</span></i><span style="font-weight: 400;"> são prioridade para a saúde e educação. “Queremos avançar cada vez mais nesse trabalho para atender o maior número possível de alunos na nossa rede”, disse Pacheco. “Essas atividades também nos ajudam a entender o jovem e a realidade em que ele está vivendo atualmente.”</span></p>
<p><div id="attachment_8598" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8598" class="wp-image-8598 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349-1024x574.png" alt="" width="640" height="359" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349-1024x574.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349-300x168.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349-768x431.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349-1800x1009.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_7349-720x404.png 720w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-8598" class="wp-caption-text">Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, durante reunião sobre as ações do município de Viamão para acelerar a resposta ao HIV, com o Prefeito, André Pacheco, e os Secretários de Saúde e Educação, Luis Augusto Carvalho e Carlos Bennech. Foto: UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>A Diretora do UNAIDS no Brasil também aproveitou a ocasião para apresentar aos gestores do município a iniciativa #DesafioUNAIDS, uma mobilização digital feita pelo UNAIDS para provocar um grande debate virtual sobre HIV, sexualidade, estigma e discriminação. A ação mobilizou mais de 30 youtubers e superou a marca de mais de 1 milhão de visualizações orgânicas no Youtube.</p>
<p>&nbsp;</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/03/exposicao-itinerante-em-viamao-conscientiza-jovens-sobre-importancia-do-cuidado-com-saude/">Exposição itinerante em Viamão conscientiza jovens sobre importância do cuidado com a saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Seminário sobre Zero Discriminação reúne profissionais da saúde e estudantes em Cachoeirinha (RS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Mar 2018 14:31:45 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de colocar em prática a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde como parte da resposta à epidemia de HIV no país, o Grupo de Trabalho Intersetorial Municipal (GTI-M) de Cachoeirinha (RS), organizou nesta quinta-feira (15/3), o <em>1º Seminário de Promoção da Equidade: Zero Discriminação</em> e uma aula inaugural para alunos da saúde da Faculdade CESUCA. O evento contou com a participação de aproximadamente 400 pessoas, entre eles profissionais e estudantes da área da saúde.<span id="more-8575"></span></p>
<p>O Assessor para Mobilização Social e Trabalho em Rede do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, foi um dos palestrantes do encontro e mostrou os principais pontos da Agenda Zero Discriminação proposta pelo UNAIDS aos países e, principalmente, aos municípios signatários da Declaração de Paris—compromisso assumido por centenas de cidades ao redor do mundo pela Aceleração da Resposta ao HIV e o cumprimento das metas 90-90-90. Além disso, ele falou sobre o contexto epidemiológico mundial e sobre como o Brasil tem se saído na resposta à epidemia de AIDS.</p>
<p>“Nós avançamos muito quando o assunto é prevenção e tratamento, mas ainda temos muito para avançar no que diz respeito à discriminação”, disse Lima. “Os serviços de saúde precisam ser espaços livres de preconceitos e acolhedores, sem distinção de gênero, raça cor, sexo e tantas outras características que ainda servem de pretexto para que muitas pessoas sejam deixadas de fora desses serviços.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="1277" height="851" class="alignleft size-full wp-image-8578" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro.png" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro.png 1277w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-300x200.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-768x512.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-1024x682.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/03/seminariocachoeirinha_dentro-720x480.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1277px) 100vw, 1277px" /></p>
<p>A ideia de elaborar um seminário sobre o tema da Zero Discriminação na saúde surgiu em decorrência deste contexto de aumento da incidência de HIV, principalmente entre jovens e populações mais vulneráveis, da persistência do estigma e da discriminação nos serviços de saúde, e da ausência de registros sobre população LGBTI+ e negra no município.</p>
<p>“Os profissionais de saúde precisam desmistificar muitos assuntos e atender bem a população, independentemente de como se identifique ou de quem seja”, explica a psicóloga do Serviço de Atendimento Especializado (SAE) de Cachoeirinha, e uma das organizadoras do evento, Cristina Tosi. Ela também destaca que era possível perceber o quanto a discriminação fazia com que as pessoas não se tratassem e não procurassem atendimento. “É importante sempre manter o respeito.”</p>
<p>Entre os desdobramentos deste primeiro seminário sobre a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde no município está a organização de outras três rodas de conversa para dialogar sobre saúde, educação e cultura. Antes da realização do seminário, uma primeira roda de conversa sobre trabalho já havia acontecido em 2017.</p>
<p>O município de Cachoeirinha, que fica cerca de 20 quilômetros da capital Porto Alegre, também tem o objetivo de tentar melhorar a coleta de dados e informações sobre as populações negra e LGBTI+ na região, que são subnotificadas nas estatísticas relacionadas ao HIV. “Nós temos um trabalho longo pela frente”, destaca Gisele Tertuliano, enfermeira da Vigilância Epidemiológica do município.</p>
<p>Você pode saber mais sobre a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>RS e 14 prefeituras gaúchas assinam a Declaração de Paris, comprometendo-se com as metas 90-90-90 pelo fim da epidemia de AIDS até 2030</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/12/rs-e-15-prefeituras-gauchas-assinam-a-declaracao-de-paris-comprometendo-se-com-as-metas-90-90-90-pelo-fim-da-epidemia-de-aids-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 19:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[90-90-90]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo do Rio Grande do Sul e outras 14 prefeituras  do estado assinaram, nesta quinta (10/12), a Declaração de Paris. Lançado pelo UNAIDS há um ano, em Paris, o documento é um termo de compromisso para chegar às metas de tratamento 90-90-90 até 2020 e acabar com a epidemia de AIDS até 2030. Estes, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/12/rs-e-15-prefeituras-gauchas-assinam-a-declaracao-de-paris-comprometendo-se-com-as-metas-90-90-90-pelo-fim-da-epidemia-de-aids-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo do Rio Grande do Sul e outras 14 prefeituras  do estado assinaram, nesta quinta (10/12), a <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a>. Lançado pelo UNAIDS há um ano, em Paris, o documento é um termo de compromisso para chegar às metas de tratamento 90-90-90 até 2020 e acabar com a epidemia de AIDS até 2030.<span id="more-2025"></span> Estes municípios – que representam cerca de 70% da epidemia em território gaúcho – formam a Força-Tafera Interfederativa para o HIV/AIDS no estado e são considerados prioritários para a resposta à epidemia no Brasil.</p>
<p><div id="attachment_2032" style="width: 2026px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2032" class="wp-image-2032 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2.jpg" alt="Assinatura da Declaração de Paris do UNAIDS por 15 prefeituras do Rio Grande do Sul e pelo governo do Estado. A Declaração é um compromisso para a aceleração da resposta à AIDS por meio do cumprimento das metas de tratamento 90-90-90 até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; 90% destas em tratamento; e 90% destas com carga viral indetectável. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview" width="2016" height="1344" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2.jpg 2016w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_039_2-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2016px) 100vw, 2016px" /></a><p id="caption-attachment-2032" class="wp-caption-text">João Gabbardo, Secretário Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil, Ivo Sartori, Governador do Rio Grande do Sul, e Sérgio Melo, Vice-Prefeito de Porto Alegre. Foto: Jefferson Bernardes/ UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>“Hoje, Dia Mundial dos Direitos Humanos, estamos vivendo aqui um momento histórico aqui em Porto Alegre”, disse Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS, na abertura de seu discurso durante a cerimônia. “Prefeitos do mundo inteiro, na Ásia, na África, na Europa e nas Américas estão assinando a declaração, demonstrando que o trabalho deve ser feito a nível local, e que autoridades das mais diversas orientações políticas, como vemos aqui hoje, estão se alinhando para acabar com a epidemia de AIDS”, acrescentou.</p>
<p>“Mesmo assim, o estado tem mostrado uma queda progressiva no coeficiente de mortalidade nos últimos 10 anos. O trabalho tem dado resultado, mas o compromisso que assumimos aqui hoje pede mais: temos que acelerar esta resposta se quisermos realmente acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, explicou a Diretora do UNAIDS.</p>
<p><div id="attachment_2029" style="width: 2410px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2029" class="wp-image-2029 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2.jpg" alt="Assinatura da Declaração de Paris do UNAIDS por 15 prefeituras do Rio Grande do Sul e pelo governo do Estado. A Declaração é um compromisso para a aceleração da resposta à AIDS por meio do cumprimento das metas de tratamento 90-90-90 até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; 90% destas em tratamento; e 90% destas com carga viral indetectável. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview" width="2400" height="1600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2.jpg 2400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_089_2-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></a><p id="caption-attachment-2029" class="wp-caption-text">Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil, durante a cerimônia de assinatura da Declaração de Paris em Porto Alegre. Foto: Jefferson Bernardes/ UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>Georgiana destacou em seu discurso que a resposta à epidemia nunca foi – e nunca será – uma resposta de governo. É uma resposta de Estado. É um pacto de longo prazo assumido com toda a sociedade. Ela também ressaltou a importância de um engajamento coletivo de gestores, organismos internacionais, cientistas, setor privado, pessoas vivendo com HIV e a sociedade civil.</p>
<p>“Para acabar com a AIDS, apenas o tratamento não basta  – é necessário reinventar a prevenção e promover a justiça social e os direitos humanos. Estarmos aqui hoje, numa data tão simbólica, só reforça este compromisso do estado e destas prefeituras”, concluiu.</p>
<p>A <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a></strong> reforça o compromisso dos Estados Membros da Organização das Nações Unidas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que são um apelo claro para a criação de condições que favoreçam o bem-estar de toda a humanidade. Além disso, reforçam a necessidade de implementação dos direitos humanos em todas as suas dimensões, garantindo que ninguém seja deixado para trás nesta nova agenda de desenvolvimento, especialmente as pessoas vivendo com HIV, as pessoas privadas de liberdade, as pessoas que usam drogas, profissionais do sexo, os migrantes e pessoas deslocadas, pessoas com deficiência e aquelas com 50 anos ou mais fazem parte das populações mais vulneráveis à epidemia.</p>
<div class="center">[fshow photosetid=72157662260205955]</div>
<p><strong>Compromissos locais</strong></p>
<p>O Rio Grande do Sul foi o primeiro estado brasileiro a se comprometer com a <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a></strong>. Segundo o governador, José Ivo Sartori, a adesão é um compromisso para que o estado consiga reduzir os números da doença nos próximos anos e é também um alerta para que a mobilização se amplie cada vez mais. Para ele, o esforço conjunto precisa se focar na prevenção e no tratamento precoces, como elementos essenciais para garantir qualidade de vida às pessoas vivendo com HIV e para reverter o curso da epidemia.</p>
<p>As taxas de detecção no estado são bem superiores aos da Região Sul e ainda maiores que os  índices nacionais. Enquanto no estado foram detectados, no ano passado, 38,3 casos para cada 100 mil habitantes, a Região Sul registrou 28,7 notificações para 100 mil e, no Brasil, as taxas foram de 19,7 pessoas a cada 100 mil.</p>
<p><div id="attachment_2034" style="width: 2410px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2034" class="wp-image-2034 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2.jpg" alt="Assinatura da Declaração de Paris do UNAIDS por 15 prefeituras do Rio Grande do Sul e pelo governo do Estado. A Declaração é um compromisso para a aceleração da resposta à AIDS por meio do cumprimento das metas de tratamento 90-90-90 até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; 90% destas em tratamento; e 90% destas com carga viral indetectável. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview" width="2400" height="1600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2.jpg 2400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_207_2-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></a><p id="caption-attachment-2034" class="wp-caption-text">Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil, entrega ao Governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, a publicação 90-90-90. Foto: Jefferson Bernardes/ UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>“Mudar este cenário vai exigir de todos nós um grande empenho. Temos de somar forças, como está se fazendo aqui, e formar parcerias para que a trajetória destes números tenha uma queda acentuada”, acrescentou Sartori.</p>
<p>Atualmente, o Rio Grande do Sul tem 84% das pessoas com HIV diagnosticadas,  49% destes pacientes em tratamento e, entre as pessoas em tratamento, 71% estão com carga viral indetectável. As metas 90-90-90 propostas pelo UNAIDS na <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a> prevêem que, até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas (testadas); que destas, 90% estejam em tratamento; e que deste grupo, 90% tenha carga viral indetectável.</p>
<p><div id="attachment_2028" style="width: 2410px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2028" class="wp-image-2028 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2.jpg" alt="Assinatura da Declaração de Paris do UNAIDS por 15 prefeituras do Rio Grande do Sul e pelo governo do Estado. A Declaração é um compromisso para a aceleração da resposta à AIDS por meio do cumprimento das metas de tratamento 90-90-90 até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; 90% destas em tratamento; e 90% destas com carga viral indetectável. FOTO: Jefferson Bernardes/ Agência Preview" width="2400" height="1600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2.jpg 2400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/UNAIDS_137_2-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2400px) 100vw, 2400px" /></a><p id="caption-attachment-2028" class="wp-caption-text">Adele Benzaken, Diretora Adjunta do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais. Foto: Jefferson Bernardes/ UNAIDS Brasil</p></div></p>
<p>A diretora-adjunta do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, também participou do evento e destacou que somente com a colaboração de todos a epidemia pode ser vencida.</p>
<p>Ela ressaltou que a cooperação interfederativa, entre União, Estado e os municípios mais afetados pela epidemia já está dando frutos, vide os resultados obtidos no último boletim epidemiológico, que apontou queda da mortalidade por aids no Estado e o aumento considerável do número de pessoas em tratamento antirretroviral, além de outras medidas como a ampliação do diagnóstico rápido no Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Municípios que assinaram a <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Declaração de Paris</a> no RS:</strong></p>
<p>&#8211; Porto Alegre</p>
<p>&#8211; Alvorada</p>
<p>&#8211; Cachoeirinha</p>
<p>&#8211; Canoas</p>
<p>&#8211; Caxias do Sul</p>
<p>&#8211; Esteio</p>
<p>&#8211; Guaíba</p>
<p>&#8211; Gravataí</p>
<p>&#8211; Rio Grande</p>
<p>&#8211; São Lepoldo</p>
<p>&#8211; Santana do Livramento</p>
<p>&#8211; Sapucaia do Sul</p>
<p>&#8211; Uruguaiana</p>
<p>&#8211; Viamão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Acesse o texto da Declaração de Paris na íntegra aqui.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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