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	<title>ONUSIDA - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS parabeniza ministras e ministros da Saúde pela aprovação do Plano Andino para a eliminação do estigma e da discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza os Ministérios da Saúde da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, membros do Organismo Andino de Saúde &#8211; Convênio Hipólito Unanue (ORAS-CONHU), pela aprovação do Plano Andino para a Eliminação do Estigma e da Discriminação contra Pessoas com HIV, Populações-Chave e Populações Vulneráveis. A aprovação ocorreu durante a XXXVIII Reunião, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/05/unaids-parabeniza-pela-aprovacao-do-plano-andino-para-a-eliminacao-do-estigma-e-da-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS parabeniza os Ministérios da Saúde da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, membros do Organismo Andino de Saúde &#8211; Convênio Hipólito Unanue (ORAS-CONHU), pela aprovação do Plano Andino para a Eliminação do Estigma e da Discriminação contra Pessoas com HIV, Populações-Chave e Populações Vulneráveis.</p>



<span id="more-30172"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação ocorreu durante a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.orasconhu.org/es/remsaas-ordinarias/remsaa-xxxviii" target="_blank" rel="noopener" title="">XXXVIII Reunião Extraordinária de Ministros da Saúde da Área Andina</a></span> (REMSAA). As resoluções são documentos obrigatórios que regem o funcionamento desse organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A criação e implementação de um plano para eliminar o estigma e a discriminação contra pessoas com HIV e populações-chave é uma necessidade urgente em nossa região”, afirmou Luisa Cabal, diretora regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. “O desenvolvimento do Plano Andino contra o Estigma e a Discriminação para o setor de saúde é uma demonstração do compromisso dos países andinos em enfrentar os obstáculos estruturais e determinantes que têm impedido maiores avanços nas metas de diagnóstico, acesso e adesão ao tratamento antirretroviral, contribuindo para a redução de novos casos de HIV e da mortalidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma análise comparativa dos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índices de Estigma</a></span> e Discriminação dos países andinos, realizada pelo UNAIDS em 2023, constatou que entre 22% e 49% das pessoas com HIV relataram ter vivenciado experiências de estigma e discriminação nos últimos 12 meses, sendo o setor de saúde o que mais apresentou discriminação: entre 45% e 59%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano promove processos e programas educativos e de conscientização, bem como mudanças em políticas e práticas que considerem os determinantes sociais, a fim de promover transformações substanciais na percepção e no tratamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, o UNAIDS reconhece a atuação das partes nacionais para que a eliminação do estigma e da discriminação seja incorporada nas atualizações das normas sobre HIV, incluindo leis nacionais e seus respectivos regulamentos e diretrizes que facilitem sua aplicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos insistido na necessidade de responder às desigualdades, vistas como causa e consequência da discriminação. O Plano Andino nos permite dar esse passo importante ao propor uma atenção às nossas comunidades com uma abordagem integral, multissetorial e interdisciplinar, considerando aspectos das desigualdades de gênero e a perspectiva dos direitos humanos”, acrescentou Cabal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os programas nacionais dos países envolvidos construíram coletivamente o Plano Andino, com a participação da <em>Alianza en Liderazgo Positivo y Poblaciones Clave</em> (ALEP+PC) e da <em>Red Latinoamericana y del Caribe de Personas con VIH</em> (RedLac+), sob a liderança do ORAS-CONHU e com o apoio técnico do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como desdobramento da aprovação da resolução nesta quinta-feira, 15, espera-se que os países recebam o documento oficial com a assinatura do ministro da Saúde do Peru, que atualmente ocupa a presidência pró-tempore do ORAS-CONHU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações sobre a região da América Latina e do Caribe, acesse o site <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaidslac.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">ONUSIDA LAC</a></span>.</p>
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		<title>Declaração do UNAIDS para América Latina e o Caribe sobre a exclusão de países de renda média da licença para versão genérica da injeção contra o HIV pela Gilead</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/10/declaracao-do-unaids-sobre-a-exclusao-de-paises-de-renda-media-da-licenca-para-versao-generica-da-injecao-contra-o-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2024 20:22:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao concluir a 5ª Conferência de Pesquisa para a Prevenção do HIV da IAS (HIVR4P 2024) em Lima, no Peru, entre os dias 22 e 24, o Escritório Regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe celebra os novos dados do estudo PURPOSE2 sobre o uso de lenacapavir duas vezes ao ano para, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/10/declaracao-do-unaids-sobre-a-exclusao-de-paises-de-renda-media-da-licenca-para-versao-generica-da-injecao-contra-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ao concluir a 5ª Conferência de Pesquisa para a Prevenção do HIV da IAS (HIVR4P 2024) em Lima, no Peru, entre os dias 22 e 24, o Escritório Regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe celebra os novos dados do estudo PURPOSE2 sobre o uso de lenacapavir duas vezes ao ano para a prevenção do HIV e a decisão da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2024/october/20241014_cabotegravir-dapivirine" target="_blank" rel="noopener" title=""><em>Gilead</em> de disponibilizar a versão genérica de sua injeção para 120 países de recursos limitados e alta incidência de HIV</a></span>. </p>



<span id="more-28819"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, acreditamos firmemente que a seleção de países beneficiados pelos acordos de licenciamento voluntário realizada pela <em>Gilead</em> não é suficiente, pois continua não incluindo milhões de pessoas vulneráveis e mais expostas ao risco globalmente, especialmente na América Latina, região onde as infecções por HIV estão aumentando em muitos países.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora essa medida represente um avanço na resposta global ao HIV e beneficie quem está ficando para trás em países de baixa renda, lamentavelmente exclui muitos países de renda média, dez deles na América Latina: Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai e Peru.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Entre as 2.184 pessoas participantes que foram aleatoriamente designadas para receber lenacapavir subcutâneo a cada seis meses como parte dos ensaios estavam gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens, mulheres e homens trans, e pessoas não binárias da Argentina, Brasil, México e Peru.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, na última década, embora as infecções por HIV tenham diminuído globalmente, na América Latina houve um aumento de 9%, com populações-chave e mais vulneráveis sendo desproporcionalmente afetadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos em um momento crucial na resposta ao HIV na América Latina e Caribe. A decisão de permitir versões genéricas deste medicamento que salva vidas é notável, mas não suficiente&#8221;, afirma Luisa Cabal, diretora Regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe. &#8220;Não devemos permitir que surja uma disparidade em que algumas das populações mais vulneráveis do mundo fiquem sem acesso a serviços e produtos essenciais contra o HIV. O crescente número de novas infecções por HIV na América Latina é uma nítida evidência de que não podemos nos dar ao luxo de ampliar a desigualdade que temos trabalhado incansavelmente para reduzir.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de que a América Latina tenha acesso às licenças de medicamentos genéricos é destacada pelos altos custos dos antirretrovirais em comparação com outras regiões. Nesse sentido, as versões genéricas de medicamentos como o lenacapavir da <em>Gilead</em> poderiam transformar o cenário, oferecendo uma opção mais acessível e ajudando a abordar a urgente crise de prevenção na região.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Escritório Regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe faz um apelo por uma ação coordenada para responder a essas exclusões e trabalhar em direção a uma abordagem verdadeiramente inclusiva de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">prevenção</a></span> e tratamento do HIV. Estamos à disposição para apoiar todos os esforços na negociação e redução de preços, incluindo a oferta de acesso aos mercados genéricos de tecnologias essenciais para o HIV, garantindo que medicamentos e insumos essenciais sejam acessíveis a todas as pessoas que deles necessitam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Peço à <em>Gilead Sciences</em> e outras partes interessadas a iniciarem negociações para a redução dos preços dessa ferramenta fundamental de prevenção. Devemos trabalhar de forma conjunta para garantir acesso equitativo à prevenção e ao tratamento do HIV para todas as pessoas, independentemente das fronteiras geográficas ou da situação econômica&#8221;, afirma Cabal.</p>
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		<title>Brasil anuncia sua adesão à Parceria Global contra o estigma e a discriminação relacionados ao HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 21:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil juntou-se, hoje, aos 34 países que desde 2018 aderiram à Parceria Global de ação para eliminar todas as formas de estigma e discriminação relacionados ao HIV. A adesão acontece no dia que marca internacionalmente o enfrentamento à violência contra as pessoas LGBTQIA+. Em representação do governo brasileiro estiveram o ministro dos Direitos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/05/brasil-anuncia-sua-adesao-a-parceria-global-contra-o-estigma-e-a-discriminacao-relacionados-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Brasil juntou-se, hoje, aos 34 países que desde 2018 aderiram à <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/parceria-global/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parceria Global</a></span> de ação para eliminar todas as formas de estigma e discriminação relacionados ao HIV. A adesão acontece no dia que marca internacionalmente o enfrentamento à violência contra as pessoas LGBTQIA+.</p>



<span id="more-24564"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em representação do governo brasileiro estiveram o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, e o secretário de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, representando a ministra Nísia Trindade. Também assinaram o documento de adesão à Parceria Global a diretora regional do UNAIDS na América Latina, Luisa Cabal, e o diretor do escritório da OIT no Brasil, Vinícius Pinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Parceria Global é uma iniciativa desenvolvida conjuntamente pelo UNAIDS, ONU Mulheres, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.undp.org/pt/brazil" target="_blank" rel="noopener" title="">Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento</a></span> (PNUD), Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV, Delegação de ONGs na Junta de Coordenação do Programa do UNAIDS (PCB) e Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária.É apoiada, também, por um grupo de trabalho técnico composto por 10 agências das Nações Unidas e 24 organizações da sociedade civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a adesão do Brasil, agora 35 países aderiram formalmente à Parceria Global, comprometendo-se a atuar contra o estigma e a discriminação relacionados ao HIV nos contextos dos serviços de saúde, espaços educacionais, locais de trabalho, sistema de justiça, ambiente doméstico e comunitário, sistemas de emergência e crises humanitárias. Na América Latina e Caribe já haviam aderido à Parceria Global a Argentina, Costa Rica, Equador, Jamaica e República Dominicana.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Para Luisa Cabal, a adesão do Brasil é um passo significativo na resposta coletiva contra o estigma e a discriminação relacionados ao HIV na região e no mundo. &#8220;Ao juntar-se a esta iniciativa mundial, o Brasil reafirma seu compromisso de defender os direitos humanos, promover a inclusão social e eliminar as barreiras de acesso à prevenção, diagnóstico, tratamento e resposta continuada ao HIV&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta adesão, o Brasil terá acesso a uma plataforma que permitirá ao país compartilhar experiências e boas práticas com os outros países participantes da Parceria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este intercâmbio de conhecimentos criará oportunidades de aprendizagem coletiva, fortalecendo a resposta coletiva ao estigma e à discriminação relacionados ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É importante ressaltar que, ao aderir à Parceria Global o Brasil reforça, também, seu papel de liderança na região e na diplomacia mundial para a saúde e direitos humanos, demonstrando seu compromisso com a equidade e a justiça social&#8221;, destaca Luisa Cabal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Silvio Almeida reforçou seu apoio irrestrito e seu compromisso, na condição de ministro de Estado dos Direitos Humanos e da Cidadania, com as políticas públicas de promoção e proteção dos direitos das pessoas LGBTQIA+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Helvécio Miranda, por sua vez, compartilhou o compromisso do Ministério da Saúde de acolher a pauta dos direitos da população LGBTQIA+ e de garantir o acesso à saúde integral para todas as pessoas, mas com olhar especial para quem tem riscos, necessidades ou sofrem violências diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela OIT, Vinícius Pinheiro ressaltou a importância da Parceria Global na promoção da da justiça social e do trabalho decente para que nenhuma pessoa fique para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, algumas imagens do evento.</p>



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																		<div class="slideshow_description">Helvécio Miranda Magalhães Júnior, representando a ministra Nísia Trindade; ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida; Luisa Cabal, diretora do Escritório Regional do UNAIDS; e Vinícius Pinheiro, diretor do Escritório da OIT no Brasil. Crédito: Clarice Castro/MDHC</div>
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																		<div class="slideshow_description">A cantora e ativista Daniela Mercury. Crédito: Clarice Castro/MDHC</div>
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																		<div class="slideshow_description">A cantora e ativista Daniela Mercury. Crédito: Clarice Castro/MDHC</div>
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																		<div class="slideshow_description">Luisa Cabal, diretora do Escritório Regional do UNAIDS. Crédito: Clarice Castro/MDHC</div>
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																		<div class="slideshow_description">Symmy Larrat, secretária Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. Crédito: Clarice Castro/MDHC</div>
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												<div class="slideshow_title">A cantora e ativista Daniela Mercury e o ministro Silvio Almeida. Crédito: Clarice Castro/MDHC</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Para acessar mais informações sobre a Parceria Global, acesse <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/parceria-global/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>. </p>
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	            data-title="Brasil anuncia sua adesão à Parceria Global contra o estigma e a discriminação relacionados ao HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2023/05/brasil-anuncia-sua-adesao-a-parceria-global-contra-o-estigma-e-a-discriminacao-relacionados-ao-hiv/">Brasil anuncia sua adesão à Parceria Global contra o estigma e a discriminação relacionados ao HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS parabeniza o Chile pelo pedido público de desculpas no caso de esterilização involuntária de mulheres vivendo com HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/05/unaids-parabeniza-chile-por-pedido-de-desculpa-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 20:55:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza o governo chileno pelo&#160;reconhecimento público da responsabilidade internacional no caso emblemático de violações dos direitos de mulheres que vivem com o HIV e que foram esterilizadas sem consentimento. O presidente do Chile, Gabriel Boric Font, emitiu um pedido de desculpas público como parte de um acordo resultante de um caso apresentado, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/05/unaids-parabeniza-chile-por-pedido-de-desculpa-publico/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS parabeniza o governo chileno pelo&nbsp;reconhecimento público da responsabilidade internacional no caso emblemático de violações dos direitos de mulheres que vivem com o HIV e que foram esterilizadas sem consentimento.</p>



<span id="more-21097"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Chile, Gabriel Boric Font, emitiu um <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ta8uAmLXjTc&amp;t=1130s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pedido de desculpas público</a></span> como parte de um acordo resultante de um caso apresentado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) contra o&nbsp;Chile por Francisca, uma mulher chilena que vive com HIV e que foi esterilizada sem seu consentimento pouco tempo depois de ter dado à luz, em 2002. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Saudamos o reconhecimento da responsabilização internacional neste caso emblemático de violações de direitos humanos que as mulheres que vivem com HIV, e sua autonomia reprodutiva, sofrem há muito tempo&#8221;, diz Luisa Cabal, diretora regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe. &#8220;Esta decisão coroa uma jornada de mais de 10 anos, tanto para Francisca, quanto para as organizações que a acompanharam, em sua busca por justiça.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Francisca—que vivia em uma cidade na região rural do Chile—completou 20 anos de idade, ela e o seu parceiro receberam a feliz notícia da chegada do primeiro filho. Por meio de um teste pré-natal de rotina, ela teve o diagnóstico positivo para HIV. Francisca tomou todas as medidas apropriadas para minimizar o risco de transmissão vertical do HIV e deu à luz um bebê sem o vírus em novembro de 2002. No entanto, no dia seguinte à cesariana, ela recebeu a notícia devastadora de que o médico que a operou havia decidido esterilizá-la durante o parto sem seu consentimento. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2009, o Centro de Direitos Reprodutivos e a organização chilena Vivo Positivo levaram o caso de Francisca à CIDH. Este caso fazia parte de uma documentação de histórias de mulheres chilenas vivendo com HIV que eram frequentemente pressionadas a não engravidar e a submeter-se à esterilização cirúrgica. Uma das histórias documentadas contava história de outra mulher, identificada como Daniela, que, após o parto, havia sido informada de que não poderia abraçar ou beijar sua criança porque poderia transmitir o HIV ao bebê. Em entrevistas, ela disse que foi dessa forma que entendeu o que era a discriminação. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após mais de uma década de litígios internacionais e depois de a CIDH ter estudado o caso, foi assinado um acordo de resolução amigável com o Estado chileno, no qual o governo aceitou a sua responsabilidade e se comprometeu a corrigir as violações e a tomar medidas para assegurar que tais atos não voltassem a acontecer. &nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS interveio neste caso com um <em>amicus curiae</em>, uma parte independente que provê informações relevantes para o caso, e neste papel trouxe informação para a CIDH sobre as diretrizes sanitárias e as normas de direitos humanos que cada país deve seguir para respeitar, proteger e garantir os direitos humanos das pessoas que vivem com o HIV.&nbsp;&nbsp;</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="fade"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1274" height="657" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21108" data-id="21108" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.1-1.png" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.1-1.png 1274w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.1-1-300x155.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.1-1-1024x528.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.1-1-768x396.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.1-1-720x371.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1274px) 100vw, 1274px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Créditos: ONUSIDA Latina </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1273" height="658" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21109" data-id="21109" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.2-1.png" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.2-1.png 1273w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.2-1-300x155.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.2-1-1024x529.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.2-1-768x397.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.2-1-720x372.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1273px) 100vw, 1273px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Créditos: ONUSIDA Latina </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1275" height="663" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21110" data-id="21110" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.3.png" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.3.png 1275w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.3-300x156.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.3-1024x532.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.3-768x399.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.3-720x374.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1275px) 100vw, 1275px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Créditos: ONUSIDA Latina </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1272" height="661" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21111" data-id="21111" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.4.png" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.4.png 1272w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.4-300x156.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.4-1024x532.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.4-768x399.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_30_UNAIDS-welcomes-Chiles-public-apology.4-720x374.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1272px) 100vw, 1272px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Créditos: ONUSIDA Latina </figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Gostaria de começar por pedir desculpa a Francisca que, segundo fui informado, está do outro lado da câmera, pela grave violação de seus direitos e também pela negação da justiça, e por todo o tempo que teve de esperar por isto&#8221;, disse Boric em seu discurso de abertura durante a cerimônia oficial, transmitida ao vivo por meio de redes sociais. &#8220;Quantas pessoas como você não conhecemos? Dói pensar que o Estado, que hoje tenho a honra de representar, é responsável por estes casos. Prometo a você, e às pessoas que hoje te representam aqui pessoalmente, que enquanto governarmos, daremos o melhor de cada um de nós, como autoridades, para que situações como esta não voltem a acontecer e certamente para que, nos casos em que estas atrocidades já tenham sido cometidas, que sejam devidamente reparadas.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Gostaria de ter sido eu, com a minha voz, o meu rosto e o meu corpo, o mesmo após tantos anos de luta esteve presente, para liderar este ato em meu próprio nome. No entanto, tornar a minha identidade conhecida teria me fechado diversas oportunidades&#8221;, disse Carmen Martinez, diretora associada de Estratégias Jurídicas para a América Latina e Caribe do Centro para os Direitos Reprodutivos, ao ler as palavras partilhadas por Francisca à audiência. &#8220;Até hoje, as pessoas que vivem com HIV são olhadas com desprezo como se fosse nossa decisão sermos infectadas. Entretanto, quero acreditar com convicção que isto vai mudar.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Finalmente, foi feita justiça; por meio deste caso apelamos a todos os governos para que continuem a investir na erradicação da discriminação do HIV em todos os serviços, incluindo os cuidados de saúde&#8221;, disse Sara Araya, coordenadora do Live Positive Gender. &#8220;A mensagem é clara: a autonomia e a integridade física das mulheres e de todas as pessoas que vivem com o HIV devem ser asseguradas sem discriminação. É preciso acabar de vez com as violações de direitos contra as mulheres que vivem com o HIV.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação relacionados ao HIV têm um impacto significativo na saúde, na vida e no bem-estar das pessoas que vivem com &#8211; ou em risco de se infectar &#8211; com o HIV. O estigma e a discriminação dificultam a resposta ao HIV, limitando o acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva mais amplos e a outros serviços de saúde. O UNAIDS continua a trabalhar diariamente para assegurar que governos invistam na prevenção e resposta às violações relacionadas às diferentes formas de discriminação interseccional a que as pessoas que vivem com o HIV têm sido sujeitas. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este acordo é um momento significativo para as mulheres de todo o mundo, que lutam há décadas pela justiça reprodutiva. A esterilização forçada das mulheres que vivem com HIV é uma violação dos direitos humanos mais fundamentais das mulheres&#8221;, disse a diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Infelizmente, esta prática ainda está acontecendo em muitos países e os esforços para a impedir e trazer justiça a mais mulheres devem ser intensificados.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo com o governo do Chile surge após anos de esforços perante a CIDH, após uma queixa anterior no sistema de justiça chileno não ter sido bem-sucedida. O caso foi litigado pela organização chilena Vivo Positivo e pela organização internacional de direitos humanos <em>Center for Reproductive Rights</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A<a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <span style="text-decoration: underline;">Estratégia Global AIDS 2021-2026: Acabar com as Desigualdades. Acabar com a AIDS</span></a> é baseada na promoção dos direitos humanos, igualdade de gênero e dignidade, livre de estigma e discriminação para todas as pessoas que vivem com e/ou são afetadas pelo HIV. É um compromisso do UNAIDS para uma visão ambiciosa de acabar com as desigualdades de gênero e garantir os direitos humanos, incluindo o direito à saúde, apelando para todas as parcerias e partes interessadas na resposta ao HIV em todos os países para que deem uma resposta efetiva às normas desiguais de gênero e acabem com o estigma e a discriminação. &nbsp;</p>
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		<title>UNAIDS parabeniza as 30 novas organizações qualificadas para receber fundos catalíticos em resposta ao HIV e à COVID-19 na América Latina e no Caribe</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/08/unaids-parabeniza-as-30-novas-organizacoes-qualificadas-para-receber-fundos-cataliticos-em-resposta-ao-hiv-e-a-covid-19-na-america-latina-e-no-caribe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 17:50:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita as 30 organizações recém qualificadas na Chamada para Propostas para o Fortalecimento das Organizações Baseadas na Comunidade que trabalham na resposta ao HIV na América Latina e no Caribe no contexto da pandemia da COVID-19. Seus projetos foram selecionados entre 133 candidaturas que preenchiam, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-parabeniza-as-30-novas-organizacoes-qualificadas-para-receber-fundos-cataliticos-em-resposta-ao-hiv-e-a-covid-19-na-america-latina-e-no-caribe/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita as 30 organizações recém qualificadas na Chamada para Propostas para o Fortalecimento das Organizações Baseadas na Comunidade que trabalham na resposta ao HIV na América Latina e no Caribe no contexto da pandemia da COVID-19. Seus projetos foram selecionados entre 133 candidaturas que preenchiam todos os critérios mínimos para participar da seleção. No total, 198 solicitações foram recebidas entre julho e agosto de 2020.</p>



<span id="more-18126"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Esta seleção é resultado de uma nova fase de financiamento, após resultados das primeiras 31 organizações que foram financiadas em 2020 por meio de um processo aberto e competitivo organizado pelo UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 30 novos projetos foram anunciados após um processo de revisão por um comitê conjunto do escritório regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe e suas agências Cosponsoring: o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Programa Mundial de Alimentação (PMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um desses projetos será implementado em um país diferente da região: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em quase 40 anos de experiência na resposta ao HIV, aprendemos que a sociedade civil e as iniciativas lideradas pela comunidade são essenciais para alcançar as pessoas mais vulneráveis à epidemia. E tenho o prazer de dizer que acertamos quando decidimos investir nestas organizações durante a pandemia de COVID-19 porque elas apresentaram resultados e mostraram que são cruciais para a resposta às pandemias&#8221;, disse Alejandra Corao, Diretora Regional do UNAIDS a.i. para a América Latina e o Caribe. &#8220;Gostaria de parabenizar as primeiras 31 organizações selecionadas em 2020 e espero que as 30 novas também sejam igualmente bem-sucedidas em alcançar as pessoas mais vulneráveis nestes tempos desafiadores para a região&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estes projetos têm como objetivo responder aos desafios dos países para enfrentar duas epidemias de HIV e COVID-19 que são se encontram e afetam profundamente as pessoas mais vulneráveis. Isto foi evidenciado nas diferentes pesquisas online realizadas desde o início da pandemia COVID-19, que mostraram as várias vulnerabilidades das pessoas vivendo com ou afetadas pelo HIV, não apenas em termos de prevenção da COVID-19, mas também na prevenção do HIV e no exercício dos direitos humanos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fase inicial da Convocatória 2020</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As 31 organizações financiadas na fase inicial da Chamada impactaram um total de 713 mil pessoas. Um total de 274 resultados foram alcançados, divididos entre fortalecimento dos serviços de saúde, cursos de formação e conscientização, ações de comunicação, proteção contra a COVID-19, estudos, planos e acordos para novas parcerias e advocacy. Estes projetos também foram apoiados financeiramente pelo WFP, PNUD, UNFPA e UNICEF.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="410" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_13_ONUSIDA_30OrganizacionesLAC_FondosCOVID_Tabela.png" alt="" class="wp-image-18134 size-full" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_13_ONUSIDA_30OrganizacionesLAC_FondosCOVID_Tabela.png 682w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_13_ONUSIDA_30OrganizacionesLAC_FondosCOVID_Tabela-300x180.png 300w" sizes="auto, (max-width: 682px) 100vw, 682px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Em termos de populações-chave, 35% dos fundos utilizados foram destinados homens gays e homens que fazem sexo com homens, 18% para mulheres, 9% para população indígena, afrodescendentes e trabalhadoras do sexo. As pessoas trans foram responsáveis pelo recebimento de 5% dos fundos catalíticos, assim como as pessoas em mobilidade, que também foram responsáveis por 5% dos fundos alocados.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">As organizações e comunidades da sociedade civil financiadas pelo projeto tinham um amplo conhecimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Assim, 38% dos resultados alcançados focaram no Objetivo 3: Saúde e Bem-estar, e 20% deles trataram especificamente da meta 3.3 (Acabar com a AIDS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, pelo menos 23% do financiamento foi destinado às mulheres em toda a sua diversidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com estas ações estamos dando vida às pessoas esquecidas; todos os elementos que lhes demos representam vida e cuidado&#8221;, diz Georgina Gutiérrez, do Movimento Mexicano pela Cidadania Positiva, sobre o projeto que já implementou. “Agradeço ao UNAIDS por financiar nosso projeto focado em populações privadas de liberdade no México; com ele apoiamos uma população que está carente em todos os âmbitos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Graças ao financiamento concedido pelo UNAIDS, nosso projeto Hablemos Positivo (Falemos Positivo, na tradução livre para o português) entregou 450 kits de saúde sexual e reprodutiva, organizou palestras sobre promoção da saúde, prevenção do HIV, ISTs e COVID- 19; e promoveu uma campanha de conscientização de comunicação sobre redes sociais focadas em promover os direitos humanos de pessoas LGBTIQ+ em situação de mobilidade humana, assim como pessoas vivendo com HIV&#8221;, diz Danilo Manzano do Diálogo Diverso no Equador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Mudamos nossa maneira de pensar, nossa atitude em relação às pessoas vivendo com HIV, graças ao financiamento do UNAIDS. Na selva não se fala em HIV, e a cada dia há mais pessoas com o vírus&#8221;, diz Aurora Coronado da Federação Nacional de Mulheres Camponesas, Artesãs, Indígenas, Nativas e Salariadas do Peru (FENMUCARINAP). &#8220;E o conhecimento também é transmitido. Agora falamos com o coração a jovens com HIV e muitos estão agora cuidando de si e tomando antiretrovirais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as linhas estratégicas da Chamada, a linha sobre a continuidade da resposta ao HIV, prevenção e atendimento teve uma forte mobilização de ações e recursos &#8211; 45 resultados que procuraram contribuir para esse fim &#8211; enquanto a linha sobre ações comunitárias para garantir os Direitos Humanos das pessoas vivendo com HIV, combater o estigma, a discriminação e a violência contra pessoas vivendo com HIV mobilizou 77 resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova Estratégia Global para AIDS 2021 &#8211; 2026 afirma que &#8220;os serviços baseados na comunidade alcançam uma escala substancial na prestação de serviços, ao mesmo tempo em que sustentam o atendimento em clínicas e ampliam o alcance dos serviços formais de saúde. Um destaque da força da sociedade civil reside em sua diversidade, muitas vezes representando e servindo diferentes comunidades marginalizadas. É importante assegurar que a defesa da sociedade civil esteja capacitada a mobilizar apoio político para impulsionar a ambição, o financiamento e a equidade na resposta.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste sentido, Marcela Alsina, que implementou um projeto regional junto com a Associação para uma Vida Melhor em Honduras (APUVIMEH) e o Movimento Latino-Americano de Mulheres Positivas (MLCM+), destaca que, graças ao apoio do UNAIDS, foi possível realizar uma campanha em cinco países da região que reuniu dados importantes para definir suas linhas estratégicas de ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Soubemos que 35% das mulheres que responderam à pesquisa sofreram algum tipo de violência baseada em gênero ou violência institucional durante o tempo da COVID-19; que as restrições de acesso à vacina são evidentes em cada país; e que o acesso à informação continua a ser fraco, por exemplo&#8221;, diz Marcela. &#8220;Esta proposta foi uma oportunidade de influenciar as diferentes instituições que compõem nossas sociedades e instalar a questão para que elas sejam capazes de detectar, observar, defender e dar respostas adequadas a situações de estigma, violência e discriminação a partir de uma abordagem interseccional e da perspectiva dos Direitos Humanos e do gênero&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novas organizações</h2>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É importante que o UNAIDS apóie o trabalho das organizações comunitárias que atendem às necessidades das populações-chave, que muitas vezes não são atendidas pelo Estado. Este financiamento do UNAIDS nos ajudará a continuar o trabalho que ACCIONGAY vem realizando há 34 anos&#8221;, diz Richard Villarroel, Diretor de Gestão Comunitária da Acción Gay Chile.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Da ICW Uruguai, somos muito gratos por esta grande oportunidade. Este projeto surge em um momento em que a devastação econômica da COVID-19 sobre a população de mulheres vivendo com HIV tornou a vulnerabilidade ainda mais aguda. Apoiar mulheres vivendo com HIV é parte de nossa visão e missão, e este projeto contribui para nossos objetivos&#8221;, dizem Maureen Brenson, Secretaria da ICW Uruguai, e Anahi Chittara, Presidente da ICW Uruguai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para Lila Mujer é importante que o UNAIDS apóie e acompanhe a organização de base porque fortalecerá as capacidades e o aprendizado em relação ao atendimento das necessidades da população vivendo com HIV, tanto das populações-chave quanto da conscientização entre a população em geral do Leste de Cali, da área metropolitana e até mesmo da defesa de direitos a nível do sudoeste da Colômbia&#8221;, diz Yaneth Valencia, líder de Lila Mujer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_13_ONUSIDA_30OrganizacionesLAC_FondosCOVID_ListaONG_PT_pdf.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conheça as 30 novas organizações que já começaram a implementar seus projetos.</a></span></strong></p>
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	            data-title="UNAIDS parabeniza as 30 novas organizações qualificadas para receber fundos catalíticos em resposta ao HIV e à COVID-19 na América Latina e no Caribe" 
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		<title>Alejandra Corao assume o cargo de diretora interina do Escritório Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Feb 2021 21:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de segunda-feira, 15 de Fevereiro, o Escritório Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe está sob a coordenação de Alejandra Corao, Assessora Sênior de Programas do mesmo escritório. Alejandra assume o papel de diretora interina após a partida de César Antonio Núñez, que chefiou o Escritório Regional do UNAIDS de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/02/alejandra-corao-assume-o-cargo-de-diretora-interina-do-escritorio-regional-do-unaids-para-a-america-latina-e-caribe/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A partir de segunda-feira, 15 de Fevereiro, o <strong>Escritório Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe</strong> está sob a coordenação de Alejandra Corao, Assessora Sênior de Programas do mesmo escritório. Alejandra assume o papel de diretora interina após a partida de César Antonio Núñez, que chefiou o Escritório Regional do UNAIDS de 2007 a 2021 e partiu para assumir o cargo de Diretor do Escritório do UNAIDS em Nova Iorque (EUA).</p>



<span id="more-17099"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Alejandra Corao tem quase 20 anos de trajetória profissional comprometida com a defesa dos direitos humanos, a saúde pública e apoio à resposta ao HIV a nível global, regional e local, contribuindo com os esforços para acabar com a epidemia da AIDS como uma ameaça à saúde pública, no marco da Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhou diretamente com o UNAIDS desde 2012, quando assumiu o cargo de Diretora de país do Escritório do UNAIDS na Venezuela, seu país de origem. Nesta função, coordenou a resposta das Nações Unidas ao HIV sob uma abordagem multisetorial, envolvendo todos os atores da resposta nacional, incluindo organizações da sociedade civil e pessoas vivendo com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alejandra Corao faz parte da equipe de Apoio Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe como Assessora Senior de Programas desde 2015. Nos últimos seis anos, dedicou o seu trabalho à adaptação da visão e objetivos globais do UNAIDS aos contextos diversos e complexos da região e dos seus países, apoiando a criação e implementação de programas que permitam uma resposta eficaz à AIDS a nível local, com o envolvimento de comunidades de pessoas vivendo com HIV e de pessoas vulneráveis ou afetadas pelo vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A equipe do UNAIDS está muito grata pelo trabalho do Dr. César Núñez ao longo dos últimos 14 anos. Desejamos-lhe o maior sucesso no seu novo cargo à frente do Escritório do UNAIDS em Nova Iorque, onde terá o desafio de coordenar os preparativos para a Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre a AIDS a ser realizada em junho deste ano&#8221;, disse Alejandra. &#8220;Continuaremos este trabalho muito importante porque sabemos que ainda temos muitos desafios pela frente e, para tal, continuaremos a trabalhar com os nossos parceiros regionais, a sociedade civil, o meio académico, a família da Nações Unidas e o setor privado com o objetivo de acelerar a resposta à epidemia, mantendo sempre o foco nas populações mais vulneráveis e nas pessoas que vivem com HIV.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alejandra iniciou a sua carreira nas Nações Unidas em 2003 como Assesora de Saúde Sexual e Reprodutiva do Escritório Nacional do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) na Venezuela, onde coordenou e geriu o programa de Saúde Sexual e Reprodutiva trabalhando ativamente para assegurar que todas as gestações fossem desejadas, que todos os nascimentos fossem seguros e que todos os jovens atingissem o seu pleno desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Dra. Alejandra é médica com pós-graduação em pediatria e especialização em medicina adolescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a sua biografia <a href="https://unaids.org.br/diretoria-executiva-e-regional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a>.</p>
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