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	<title>LGBT - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS e UNESCO levam prevenção combinada ao HIV e educação integral em sexualidade para a 21ª Feira Cultural da Diversidade da Parada do Orgulho LGBT+</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/06/unaids-e-unesco-levam-prevencao-combinada-ao-hiv-e-educacao-integral-em-sexualidade-para-a-21a-feira-cultural-da-diversidade-da-parada-do-orgulho-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2022 17:42:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estiveram presentes na 21ª Feira Cultural da Diversidade da Parada LGBT+, que aconteceu no Largo do Arouche, na região central de São Paulo, no dia 16 de junho. Entre as, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/06/unaids-e-unesco-levam-prevencao-combinada-ao-hiv-e-educacao-integral-em-sexualidade-para-a-21a-feira-cultural-da-diversidade-da-parada-do-orgulho-lgbt/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) estiveram presentes na 21ª Feira Cultural da Diversidade da Parada LGBT+, que aconteceu no Largo do Arouche, na região central de São Paulo, no dia 16 de junho. Entre as atividades que aconteceram ao longo do dia, visitantes puderam testar seus conhecimentos sobre gênero e sexualidade e também tiveram acesso a preservativos, géis lubrificantes e autoteste para o HIV.</p>



<span id="more-21309"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos muito felizes em voltar às ruas com a Feira Cultural da Diversidade LGBT+, que é um importante espaço de troca de experiências, vivências e networking. Mas não apenas isso. A Feira também oferece oportunidade de gerar renda para os comerciantes e artesãos LGBT+, além de serviços na área da saúde, educação e cidadania&#8221;, reforça Matheus Silva, membro da diretoria na APOLGBT-SP.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/2022_06_17_Feira_da_Diversidade_Texto.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="940" height="788" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/2022_06_17_Feira_da_Diversidade_Texto.png" alt="" class="wp-image-21311" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/2022_06_17_Feira_da_Diversidade_Texto.png 940w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/2022_06_17_Feira_da_Diversidade_Texto-300x251.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/2022_06_17_Feira_da_Diversidade_Texto-768x644.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/2022_06_17_Feira_da_Diversidade_Texto-720x604.png 720w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /></a></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a&nbsp;Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOLGBT-SP), ao longo do dia circularam cerca de 200 mil pessoas pela Feira.&nbsp; Houve, ainda, uma feira de arte queer, na qual artistas plásticos tiveram a oportunidade de comercializar suas obras. Além do UNAIDS e UNESCO, participaram também a Organização Internacional do Trabalho (OIT), governo, pequenos empreendimentos, empresas privadas, ONGs e instituições sociais que promovem ações em favor dos direitos humanos voltados à população LGBTQIA+. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Participar da Feira da Diversidade representou uma oportunidade excelente para conversar e interagir diretamente com as pessoas em temas tão importantes como a prevenção, o diagnóstico e o tratamento do HIV&#8221;, diz Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na feira, o UNAIDS e a UNESCO fizeram uma dinâmica sobre educação sexual integral com visitantes, compartilharam informação sobre prevenção combinada ao HIV e distribuíram materiais informativos, adesivos, autoteste para HIV, gel lubrificante e preservativos, fornecidos pelo Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Marlova Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil, “a educação em sexualidade de qualidade e a prevenção combinada ao HIV, baseadas na ciência e apropriadas para cada faixa etária, podem contribuir com novas habilidades e conhecimentos e, assim, garantir um futuro mais saudável para os jovens”. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse aqui</a></strong> materiais sobre prevenção combinada do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://unaids.org.br/paradalgbtqia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse aqui</a></strong> materiais sobre educação integral em sexualidade preparados pela UNESCO.</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1024" height="473" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21312" data-id="21312" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1-1024x473.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1-1024x473.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1-300x139.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1-768x355.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1-1536x709.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1-720x333.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-1.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Visitantes também acessaram preservativos, géis lubrificantes e autoteste para o HIV, fornecidos pelo Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP. Créditos: UNAIDS Brasil/Eduardo Almeida</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1024" height="576" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21313" data-id="21313" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2-1024x576.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2-1536x864.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-2.jpeg 1599w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Visitantes também acessaram preservativos, géis lubrificantes e autoteste para o HIV, fornecidos pelo Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP. Créditos: UNAIDS Brasil/Eduardo Almeida</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21314" data-id="21314" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3-1024x576.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3-1536x864.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-3.jpeg 1599w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Renato Viterbo, vice-presidente da Parada de SP e Ariadne Ribeiro, Oficial para Comunidades, Gênero e Direitos Humanos do UNAIDS Brasil. Créditos: UNAIDS Brasil/Eduardo Almeida </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="473" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21315" data-id="21315" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4-1024x473.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4-1024x473.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4-300x139.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4-768x355.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4-1536x709.jpeg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4-720x333.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-4.jpeg 1600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Entre as atividades que aconteceram ao longo do dia, visitantes puderam testar seus conhecimentos sobre gênero e sexualidade. Créditos: UNAIDS Brasil/Eduardo Almeida </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="473" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21316" data-id="21316" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5-473x1024.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5-473x1024.jpeg 473w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5-139x300.jpeg 139w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5-709x1536.jpeg 709w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5-554x1200.jpeg 554w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5-333x720.jpeg 333w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-5.jpeg 739w" sizes="auto, (max-width: 473px) 100vw, 473px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Luiz França, diretor da APOGLBT-SP, Ariadne Ribeiro, Oficial para Comunidades, Gênero e Direitos Humanos do UNAIDS Brasil, Franco Reinaudo, Conselheiro da Parada LGBT+ de São Paulo, Matheus Silva, membro da diretoria na Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo APOLGBT-SP</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="583" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-21317" data-id="21317" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-6-1024x583.jpeg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-6-1024x583.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-6-300x171.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-6-768x437.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-6-720x410.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/06/Foto-6.jpeg 1233w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Entre as atividades que aconteceram ao longo do dia, visitantes puderam testar seus conhecimentos sobre gênero e sexualidade. Créditos: UNAIDS Brasil/Eduardo Almeida </figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



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		<title>Orgulhe-se: conheça a campanha que apoia a segurança alimentar da população LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Nov 2021 21:16:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/11/orgulhe-se-conheca-a-campanha-que-apoia-a-seguranca-alimentar-da-populacao-lgbtqia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em parceria pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexo (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.abglt.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABGLT</a></span>), a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTRA)</a></span> e a Associação Baiana de Travestis, Transexuais e Transgêneros em Ação (<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://instagram.com/atracao_ba" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atração</a></span>), com o apoio da campanha ONU Livres &amp; Iguais, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://acnudh.org/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACNUDH</a></span>), da Rede Brasil do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pacto Global</a></span>, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.forumempresaslgbt.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+</a></span>.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 tem impactado de forma desproporcional parcelas mais vulnerabilizadas da população, entre elas pessoas LGBTQIA+, especialmente pessoas trans e travestis. De acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS</a></span>, realizado em 2019, 46,7% das pessoas trans que vivem com HIV não conseguem atender, algumas vezes, a necessidades básicas como comida, moradia e vestimenta. Já 16,7% não conseguem atender essas necessidades a maior parte do tempo. Os impactos socioeconômicos da pandemia de COVID-19 afetaram significativamente o trabalho que essas pessoas desenvolvem. Somado a isso, os processos de estigmatização e violências cotidianas intensificaram situações de desabrigamento e insegurança alimentar dessa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pandemia intensificou as desigualdades e empurrou ainda mais as populações mais vulneráveis para as margens da sociedade. A campanha <em>Orgulhe-se</em> terá um papel fundamental para fortalecer a sociedade civil a fim de que pessoas LGBTQIA+ mais vulneráveis tenham acesso a serviços básicos, como alimentação e higiene”, destaca Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o representante da ONU Direitos Humanos na América do Sul, Jan Jarab, essa é uma oportunidade para que empresas reforcem seu apoio às pautas LGBTQIA+ para além do mês do orgulho, celebrado em junho. “O setor privado pode assumir um papel importante aqui, contribuindo para que a recuperação da pandemia seja mais justa com essas pessoas. Proporcionar uma alimentação adequada é o primeiro passo de um longo caminho de oportunidades que precisam ser ofertadas à população LGBTQIA+, e especialmente à população trans”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A retomada pós-covid precisa levar em consideração as pessoas mais vulneráveis e de maneira rápida. E o setor privado precisa estar atento a isso. Fazer, mas fazer da forma correta. Precisamos pensar nas pessoas e termos elas como o centro de todos esses esforços. As empresas impactam mais do que apenas quem está dentro dos seus muros, mas também de toda a comunidade em que estão inseridos. Campanhas como a &#8216;Orgulhe-se&#8217; são fundamentais para engajar ainda mais pessoas e empresas dentro dessas agendas&#8221;, defende Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.casaum.org/wp-content/uploads/2021/06/Guia-de-cuidado-e-atencao-nutricional-a-populacao-LGBTQIA_1edicao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia de Cuidado e Atenção Nutricional à População LGBTQIA+</a></span>, um levantamento preliminar mostrou que 68,8% das pessoas LGBTQIA+ estão em algum grau de Insegurança Alimentar (IA), sendo 20,2% em IA grave, o que provavelmente foi agravado no contexto de isolamento social e pandemia. O recurso arrecadado por meio da plataforma de financiamento colaborativo da Campanha Orgulhe-se será distribuído a 25 casas de acolhimento de 12 estados e do Distrito Federal, que utilizarão o valor para dar continuidade e fortalecer as ações voltadas à segurança alimentar que vêm sendo realizadas desde o início da pandemia, como distribuição de cestas básicas, kits de limpeza e higiene pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As exclusões que já existiam deixaram graves consequências a populações vulneráveis como a LGBTQIA+ nessa pandemia&#8221;, ressalta Symmy Larrat, presidenta da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) e coordenadora da Casa Neon Cunha, uma das instituições beneficiadas pela campanha. &#8220;É urgente que a solidariedade e a empatia fortaleçam redes que respondam a estas demandas. É disso que falamos quando uma campanha dessa chega e atende uma população como a nossa&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lançamento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento oficial da campanha Orgulhe-se acontece na quinta-feira, dia 18/11, às 15h. O evento acontecerá virtualmente pelo canal de <a href="https://youtu.be/lYOphAHazj0" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">Youtube do Pacto Global</span></a>, com uma apresentação do projeto e uma roda de conversa com Symmy Larrat, representante da Casa Neon Cunha, de São Bernardo do Campo (SP), Keila Simpson, presidenta da ANTRA, e Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, além da mediação de Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribua</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para colaborar com a campanha, acesse o link da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://abacashi.com/p/orgulhe-se-em-doar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma de financiamento colaborativo</a></span> e participe doando qualquer quantidade. Toda doação faz a diferença! O pagamento pode ser feito via cartão de crédito ou boleto. Caso você não possa colaborar, compartilhe a campanha em suas redes sociais para que mais pessoas sejam alcançadas.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/11/orgulhe-se-conheca-a-campanha-que-apoia-a-seguranca-alimentar-da-populacao-lgbtqia/">Orgulhe-se: conheça a campanha que apoia a segurança alimentar da população LGBTQIA+</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS apoia a 6ª edição do Festival Internacional de Cinema LGBTI+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 21:40:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival Internacional de Cinema LGBTI+ realiza sua 6 ª edição em 2021, entre os dias 2 e 8 de setembro, em formato online e gratuito. Serão 20 filmes de 16 países diferentes, cuidadosamente selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+ através do cinema. Este ano, o festival tem a correalização da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-apoia-a-sexta-edicao-do-festival-internacional-de-cinema-lgbti/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Festival Internacional de Cinema LGBTI+ realiza sua 6 ª edição em 2021, entre os dias 2 e 8 de setembro, em formato online e gratuito. Serão 20 filmes de 16 países diferentes, cuidadosamente selecionados para dar visibilidade e promover a pauta LGBTQIA+ através do cinema. Este ano, o festival tem a correalização da Delegação da União Europeia pelo terceiro ano consecutivo e do Sesc São Paulo.</p>



<span id="more-18235"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A programação estará disponível na <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://sesc.digital/categorias/cinema-e-video" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma Sesc Digital</a></strong></span>. Todos os filmes terão legendas em português. Por mais um ano, missões diplomáticas em Brasília se unem para produzir o Festival Internacional de Cinema LGBTI+. Por meio dele, as embaixadas e instituições participantes reafirmam o seu compromisso com a igualdade e a dignidade de todos os seres humanos, independentemente da sua orientação sexual e identidade de gênero.v</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dado o contexto atual da pandemia da COVID-19, o Festival acontece em formato online com a correalização do Sesc São Paulo, na <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://sesc.digital/categorias/cinema-e-video" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma Sesc Digital</a></strong></span>. Além disso, com o objetivo de deixar o evento acessível ao maior número de pessoas, toda a programação é gratuita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação deste ano inclui 11 longas e 9 curtas, de 16 países diferentes, em diversos idiomas, com legendas em português. A luta pelos direitos das pessoas LGBTQIA+, a descoberta da própria identidade, a homofobia e transfobia, o amor na população idosa e aluta contra os convencionalismos sociais e culturais são alguns dos temas trazidos pela seleção de filmes deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos filmes, no dia 8 de setembro às 19h, no canal do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://youtube.com/c/FestivalCurtaBrasília" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Festival Curta Brasília</a></span></strong>, acontecerá um encontro online ao vivo com representantes dos curtas brasileiros “Os últimos românticos do mundo”, “Inabitáveis” e “Marie”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival é coordenado pelas Embaixadas da Bélgica, Luxemburgo, Reino Unido e Suécia e produzido pelas embaixadas da Alemanha, Austrália, Áustria, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Irlanda, Itália, Países Baixos e Suíça assim como pelo British Council e pelo Wallonie – Bruxelles International no Brasil, em correalização da Delegação da União Europeia no Brasil e do Sesc São Paulo. Conta também com o apoio do Festival Curta Brasília e da UNAIDS, e com as empresas Estudio Sarau e Atelier como Media Partners.</p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link" href="https://sesc.digital/conteudo/cinema-e-video/cinema-lgbti/cinema-lgbti-catalogo" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-white-color">Confira a programação completa&nbsp;</span></a></div>
</div>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link" href="https://www.instagram.com/fic.lgbti/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-white-color">Acompanhe o instagram do&nbsp;Festival Internacional de Cinema LGBTI+</span></a></div>
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<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="554" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-18242" data-id="18242" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-1024x554.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-1024x554.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-300x162.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-768x415.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-1536x830.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-1800x973.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto-720x389.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Suica-Beyto.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Beyto | Nadador talentoso, jovem motivado, amigo legal: Beyto está vivendo o melhor da vida. Mas quando o único filho de uma família de imigrantes turcos se apaixona por seu treinador Mike, o  seu  mundo  ideal  cai  em  pedaços.  Seus  pais  só  enxergam  uma  saída:  trazê-lo  para  sua cidade natal e para que ele se case com Seher, uma amiga de infância. De repente, Beyto se vê em um triângulo amoroso confuso. | Ficha técnica: Beyto · Direção: Gitta Gsell · 2020 · Alemão · 98’ · Suíça · Classificação: 14 anos. | Disponível de 02 a 04 de setembro de 2021. </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-18241" data-id="18241" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Reino-Unido-Algo-no-armario-1024x576.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Reino-Unido-Algo-no-armario-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Reino-Unido-Algo-no-armario-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Reino-Unido-Algo-no-armario-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Reino-Unido-Algo-no-armario-720x405.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Reino-Unido-Algo-no-armario.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Algo no armário | Uma adolescente queerluta contra sua sexualidade, enquanto os desejos se manifestam das profundezas de seu armário misterioso para a realidade. | Ficha técnica: Algo no armário ·Direção: Nosa Eke · 2019 · Inglês · Drama · 14’ · Reino Unido · Classificação: 12 anos. | Disponível de 02 a 04 de setembro de 2021. </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="636" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-18240" data-id="18240" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-1024x636.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-1024x636.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-300x186.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-768x477.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-1536x954.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-2048x1272.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-1800x1118.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Brasil-Os-ultimos-romanticos-do-mundo-720x447.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Os Últimos Românticos do Mundo | O mundo como conhecemos está prestes a ser extinto por uma nuvem rosa. Distante do caos urbano, Pedro e Miguel só buscam a eternidade. | Ficha técnica: Os Últimos Românticos do Mundo · Direção: Henrique Arruda · 2020 · Português · Ficção · 23’ · Brasil · Classificação: 14 anos. | Disponível de 02 a 08 de setembro de 2021. </figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="517" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-18239" data-id="18239" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Alemanha-Kokon-1024x517.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Alemanha-Kokon-1024x517.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Alemanha-Kokon-300x152.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Alemanha-Kokon-768x388.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Alemanha-Kokon-720x364.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Alemanha-Kokon.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Kokon | Nora (Lena Urzendowsky) é uma tímida menina de 14 anos que vive em Berlim, rodeada por uma  diversidade  de  pessoas  de  culturas  e  vivência  variadas.  Em  um  verão  que  vai  mudar sua   vida   para   sempre,   ela passa   por   algumas   de   suas   primeiras   experiências:   se apaixonando,  amadurecendo  de  corpo  e  mente  e  tendo  seu  coração  partido  pela  primeira vez. | Ficha técnica: Kokon · Direção: Leonie Kippendorf · 2020 · Alemão · Romance · 95’ · Alemanha · Classificação: 16 anos. | Disponível de 05 a 07 de setembro de 2021. </figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>
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		<title>Nos 40 anos da pandemia de AIDS, Paradas do Orgulho LGBT de São Paulo trazem o HIV como tema para acabar com o estigma e a discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jul 2021 19:30:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ame +, Cuide +, Viva + Esta foi a convocação deste ano da maior Parada do Orgulho LGBTIQIA+ do mundo, organizada na cidade de São Paulo. A Parada convidou a comunidade LGBTQIA+ e a sociedade a repensar a história de nossa própria comunidade e a necessidade urgente de acabar com o estigma e a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/nos-40-anos-da-pandemia-de-aids-paradas-do-orgulho-lgbt-de-sao-paulo-trazem-o-hiv-como-tema-para-acabar-com-o-estigma-e-a-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Ame +, Cuide +, Viva + Esta foi a convocação deste ano da maior Parada do Orgulho LGBTIQIA+ do mundo, organizada na cidade de São Paulo. A Parada convidou a comunidade LGBTQIA+ e a sociedade a repensar a história de nossa própria comunidade e a necessidade urgente de acabar com o estigma e a discriminação relacionados ao HIV.</p>



<span id="more-17915"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez em seus 25 anos de existência, a organização do evento decidiu <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/2020/01/unaids-felicita-a-parada-lgbt-de-sp-pela-adocao-do-tema-hiv-aids-para-sua-25a-edicao-em-2021/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">adotar HIV/AIDS como tema</a></strong></span>, promovendo uma oportunidade significativa para mudar a forma como a comunidade LGBTI + se relaciona com a pandemia de AIDS após décadas de estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No Brasil, há cerca de 920 mil pessoas vivendo com HIV e a AIDS mata dez vezes mais a população LGBTIQIA+ do que a violência”, destaca Ariadne Ribeiro Ferreira, Assessora de Apoio Comunitário do UNAIDS. “A prevalência da infecção por HIV entre gays e outros homens que fazem sexo com homens é de 18%. Já na população de travestis e pessoas trans chega a 30%. Mas quando falamos na população geral a prevalência está em 0,4%. Por isso é tão importante a comunidade LGBTIQIA+ abraçar o tema a fim de superarmos o estigma e a discriminação associados ao HIV”, completa Ariadne.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parada do Orgulho LGBT de São Paulo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de mobilizar a habitual multidão de mais de 3 milhões de pessoas ao longo da Avenida Paulista, a Parada foi realizada virtualmente pelo segundo ano consecutivo devido à pandemia de COVID-19. O evento foi transmitido no canal do Youtube da Parada e de 10 influencers LGBTIQIA+ (Lorelay Fox, Spartakus, Nátaly Neri, Mandy Candy, Bielo, Louie Ponto, Jean Luca, Tchaka e Alberto Pereira Jr e Lucas Raniel &#8211; dois deles vivendo com HIV) e acumulou 4,1 milhões de visualizações em junho, com mais de 41 mil pessoas assistindo simultaneamente à transmissão ao vivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Parada SP também esteve no primeiro lugar dos trending topics do Brasil no Twitter durante todo o dia e contou com shows de Gloria Groove, Majur, Pepita, Lia Clark, Sandra de Sá, Maria Gadú, Mateus Carrilho e Pabllo Vittar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada-1024x575.jpeg" alt="" class="wp-image-17917" width="841" height="471" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada-1024x575.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada-768x431.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada-720x404.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_06_28_ParadaSP_LucasRanielLinnDaQuebrada.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 841px) 100vw, 841px" /></a><figcaption><em>Lucas Raniel, influenciador que vive com HIV e uma das pessoas que apresentou a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, e Linn da Quebrada, cantora e atriz</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas pessoas da população LGBTIQIA+ ainda são resistentes em falar sobre HIV/Aids, alegando ter receio de fomentar o estigma de que o HIV/Aids afeta apenas as pessoas LGBTIQIA+. Porém, penso que, de forma direta ou indireta, o silêncio e a escolha em não falar são motores que colaboram para o avanço dessa epidemia que já dura quatro décadas”, explica Matheus Emílio Pereira da Silva, membro da Diretoria na Associação da Parada do Orgulho LGBT de SP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Parceria UNAIDS Brasil e Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há quatro anos, o UNAIDS mantém parceria com a Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOLGBT -SP), ONG responsável pela organização e realização da Parada do Orgulho LGBT de SP, na organização de<span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/2017/11/unaids-apoia-associacao-da-parada-lgbt-de-sp-no-i-encontro-de-saudeprevencao-istaids-entre-jovens-lgbts/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> seminários e workshops</a></strong></span> voltados para a comunidade LGBTIQIA+ a fim de discutir a necessidade urgente de acabar com o estigma e a discriminação relacionados às pessoas que vivem com HIV e às pessoas mais expostas ao risco de adquirir o vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses esforços têm ajudado redes de pessoas vivendo com HIV e organizações parceiras na resposta à epidemia a defender a adoção do tema de HIV/AIDS na edição de 2021 da Parada do Orgulho LGBT. Neste ano se recorda 40 anos dos primeiros diagnósticos de casos de AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">André Canto é diretor e criador do <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/2019/10/filme-escreve-uma-nova-carta-para-alem-dos-muros-para-acabar-com-o-estigma-sobre-o-hiv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documentário da Netflix “Cartas para Além dos Muros”</a></strong></span>, que expõe o estigma e a discriminação como produtos de uma sociedade que insiste em manter marginalizadas as pessoas que vivem com HIV. Ele teve um papel importante neste processo, defendendo a adoção do tema HIV/AIDS pelos membros da Parada durante uma sessão de votação em janeiro de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Enquanto comunidade, nós, LGBTQIA+, temos de trazer esse tema para roda de conversa. Precisamos assumir, para a gente, que temos de estar atentos às políticas públicas de saúde para pessoas vivendo com HIV/AIDS, de prevenção ao HIV e à AIDS e políticas públicas que pensam a saúde sexual da população LGBTIQIA+”, diz André Canto. “E o mais importante: a nossa primeira preocupação deve ser acolher as pessoas que vivem com HIV/AIDS. Essa população merece ser acolhida, amada e respeitada. Então, o acolhimento é fundamental também e é de responsabilidade da comunidade LGBTQIA+&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Criação do tema e slogan</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim que o tema foi adotado, o UNAIDS se uniu à Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo para apoiar a mobilização de uma equipe criativa para desenvolver a identidade visual e o slogan do desfile. A equipe envolveu profissionais de marketing e comunicação LGBT, como o cineasta André Canto, o publicitário e consultor de comunicação Bruno Couto, o também publicitário e sócio-fundador das agências Yone e Box1824 Rony Rodrigues, a consultora em criatividade, inovação e humanidade para marcas Cristina Naumovs, a arquiteta e criadora do clube de leitura no Instagram Críticas Instantâneas Patrícia Ditolvo, a ativista travesti negra e criadora da Casa Neon, Neon Cunha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse processo colaborativo resultou no slogan “Ame +, Cuide +, Viva +”, fazendo uma referência sobre a necessidade de falar sobre HIV/AIDS além da forma punitiva e de prevenção, acolhendo e amando as pessoas que vivem com HIV e sobre o quão diferente é viver com HIV hoje em comparação com os anos 80 e 90.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O principal desafio foi ajudar a dissociar a comunidade LGBT do estigma e da discriminação relacionados com o HIV que nos são impostos desde os anos 80. Também queríamos celebrar a vida, a alegria, o autocuidado e o amor, elementos-chave para todas e todos, principalmente dentro da comunidade LGBT, que ainda enfrenta constantes violações de seus direitos”, explica Daniel de Castro, Assessor Regional de Comunicação e Advocacy para a América Latina e Caribe, e um dos membros LGBTIQIA+ desta equipe criativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a decisão da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, pelo menos outras 17 paradas em cidades de São Paulo já decidiram adotar o HIV/AIDS como tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Enfrentar as desigualdades e a discriminação é fundamental para acabar com a AIDS até 2030 e é neste contexto que o UNAIDS apoia iniciativas como a da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. O <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS</a></strong></span>, pesquisa realizada em 2019 pelo UNAIDS em parceria com as redes de pessoas vivendo com HIV, indica que 64% das pessoas entrevistadas já́ sofreram alguma forma de estigma ou discriminação pelo fato de viverem com HIV ou com AIDS”, diz Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil. “É muito importante que as pessoas conversem sobre HIV e AIDS sem preconceitos e de forma aberta, no almoço, na roda de amigos ou no trabalho. Dessa forma, conseguimos transformar o mundo em um espaço mais justo, menos desigual e menos preconceituoso.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leve o tema “HIV/AIDS: ame+, cuide+, viva+” para a Parada do Orgulho da sua cidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Impulsionado pelo alcance da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, o UNAIDS Brasil agora promove o segundo momento do apoio às Paradas do Orgulho, disponibilizando um pacote composto por um material de comunicação e de monitoramento &amp; avaliação para que as Paradas de outras cidades evidenciem o tema de HIV/AIDS em 2021, ano que marca os 40 anos do primeiro diagnóstico de AIDS no mundo. <span style="text-decoration: underline;"><strong>Clique aqui</strong></span> e acesse a página.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/07/nos-40-anos-da-pandemia-de-aids-paradas-do-orgulho-lgbt-de-sao-paulo-trazem-o-hiv-como-tema-para-acabar-com-o-estigma-e-a-discriminacao/">Nos 40 anos da pandemia de AIDS, Paradas do Orgulho LGBT de São Paulo trazem o HIV como tema para acabar com o estigma e a discriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS felicita a Parada LGBT de SP pela adoção do tema HIV/AIDS para sua 25ª edição, em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 16:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo, adoção do tema HIV/AIDS para sua 25ª edição, em 2021. Tratar o HIV e a AIDS como tema central na maior parada LGBT do mundo é, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/01/unaids-felicita-a-parada-lgbt-de-sp-pela-adocao-do-tema-hiv-aids-para-sua-25a-edicao-em-2021/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita a Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, ONG responsável pela maior parada LGBT do mundo, adoção do tema HIV/AIDS para sua 25ª edição, em 2021.  </p>



<span id="more-13891"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Tratar o HIV e a AIDS como tema central na maior parada LGBT do mundo é de extrema importância. Os dados do grande impacto da epidemia de HIV entre homens gays, travestis e mulheres trans não são novos. Estima-se que um em cada cinco homens gays e HSH (homens que fazem sexo com homens) vive com HIV no Brasil; e que a prevalência do HIV entre travestis e mulheres trans pode ser superior aos 30%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos dados epidemiológicos, há evidências mais que concretas de que a epidemia do preconceito, do estigma e da discriminação segue destruindo as vidas de muitas pessoas que fazem parte desta população, considerada chave para a construção da resposta que precisamos dar para mudar este cenário.  Os dados do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV/AIDS, lançados em dezembro de 2019, trazem indicativos preocupantes: 64% das pessoas vivendo com HIV/AIDS relataram ter sofrido alguma forma de discriminação; 75% delas afirmaram esconder sua sorologia; enquanto 37% afirmaram ter vergonha de ser soropositivo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há mais de 20 anos, a Parada LGBT de São Paulo tem mostrado ao Brasil e ao mundo que nossa orientação sexual e identidade de gênero é motivo de orgulho e não de vergonha. Ao abordar o tema HIV/AIDS, a Parada contribuiria também com uma mensagem poderosa de que viver com HIV/AIDS não deve ser motivo para se esconder, para ter vergonha e para discriminação”, escreveu o diretor interino do UNAIDS, Cleiton Euzébio de Lima, em uma carta enviada à Associação da Parada do Orgulho LGBT do Estado de São Paulo, no dia 12 de dezembro de 2019, como forma de demonstrar apoio à adoção do tema para o evento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o UNAIDS, a confirmação do tema HIV/AIDS para a Parada de 2021 representa uma oportunidade excelente para fortalecer e ampliar o trabalho conjunto do movimento formado por redes de pessoas vivendo com HIV/AIDS, coletivos, organizações não governamentais e outras entidades que trabalham diretamente com as interseccionalidades envolvidas nos temas LGBT e HIV/AIDS.  </p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4102" height="2730" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13905" data-id="13905" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011.jpg 4102w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011-1800x1198.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2Marcha-orgulho-trans-011-720x479.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4102px) 100vw, 4102px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">UNAIDS felicita a Parada LGBT de SP pelo tema HIV/AIDS em 2021</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4032" height="3024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13904" data-id="13904" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2.jpg 4032w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2-1600x1200.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/20190621_125406670_editada-2-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4032px) 100vw, 4032px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">UNAIDS felicita a Parada LGBT de SP pelo tema HIV/AIDS em 2021</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditamos que, de agora até 2021—data que marcará os 40 anos das notificações dos primeiros casos da “doença que causava imunodeficiência severa e afetava especialmente homens gays”—, poderemos igualmente construir, em conjunto, oportunidades para que a comunidade LGBT se aproprie mais uma vez do tema, como no início da epidemia, assumindo a dianteira nesta empreitada para o fim do estigma e da discriminação em relação ao HIV/AIDS. Isto contribuirá fortemente para alcançarmos o fim da epidemia de AIDS como ameaça à saúde pública até 2030, meta assumida por todos os países-membros da ONU como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao felicitar o cineasta André Canto—diretor do documentário Carta para Além dos Muros e do projeto #PrecisamosFalarSobreIsso, com foco em HIV/AIDS—, responsável pela defesa do tema nas reuniões de novembro e dezembro de 2019, felicitamos também o esforço conjunto de outras 15 instituições, organizações, redes e coletivos que, assim como o UNAIDS, apoiaram este processo: Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (RNP+), Rede de Jovens São Paulo Positivo,  Fórum das ONG/Aids do Estado de São Paulo (FOAESP), Grupo de Incentivo à Vida (GIV), Grupo Pela Vidda-SP, Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), Coletivo Contágio, Fundo Positivo, Programa de Estadual DST/Aids de São Paulo, Coletivo Loka de Efavirenz, Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas do Estado de São Paulo (MNCP-SP), Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans Vivendo e Convivendo com HIV/AIDS (RNTTHP), AIDS Healthcare Foundation Brasil (AHF Brasil) e Movimento Paulistano de Luta contra a Aids (MOPAIDS) </p>



<p class="wp-block-paragraph">Há pelo menos três anos, o UNAIDS tem atuado no apoio à Associação da Parada do Orgulho LGBT do Estado de São Paulo para a promoção de encontros e debates envolvendo a população LGBT e o HIV/AIDS, com foco especial em jovens dessas populações que vivem em situação de maior vulnerabilidade à epidemia. Por isso, acreditamos que este seja um momento de celebrar esta decisão e esta conquista de todos os movimentos envolvidos. Como sempre, contem com o total apoio do UNAIDS no Brasil para este esforço coletivo que será necessário para o sucesso da 25ª Parada LGBT de São Paulo com o tema HIV/AIDS. </p>
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		<title>&#8220;As chamas do discurso do ódio&#8221;, por António Guterres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jul 2019 15:48:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em todo o mundo, o ódio avança. Uma ameaçadora onda de intolerância e violência baseada no ódio está atingindo seguidores de muitas religiões em todo o planeta. Tristemente —e perturbadoramente— estes incidentes cruéis estão se tornando comuns. Nos últimos meses, temos visto judeus assassinados em sinagogas e seus túmulos desfigurados com suásticas; muçulmanos executados, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/07/as-chamas-do-discurso-do-odio-por-antonio-guterres/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em todo o mundo, o ódio avança. Uma ameaçadora onda de intolerância e violência baseada no ódio está atingindo seguidores de muitas religiões em todo o planeta. </p>



<span id="more-12069"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Tristemente —e perturbadoramente— estes incidentes cruéis estão se tornando comuns. Nos últimos meses, temos visto judeus assassinados em sinagogas e seus túmulos desfigurados com suásticas; muçulmanos executados dentro de mesquitas e seus locais religiosos vandalizados; cristãos assassinados em oração e suas igrejas destruídas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para além destes ataques horríveis, cada vez mais uma retórica abominável está sendo usada não apenas contra grupos religiosos, mas também contra minorias, migrantes, refugiados, mulheres e os também chamados “outros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na medida em que as labaredas do ódio se espalham, as mídias sociais são exploradas pela intolerância. Movimentos neonazistas e de supremacia branca estão crescendo. E a retórica inflamada está sendo usada para benefício político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ódio está se movendo tanto na corrente das democracias liberais como nos regimes autoritários —e colocando uma sombra sobre a nossa humanidade em comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As Nações Unidas têm um longo histórico de mobilizar o mundo contra o ódio de qualquer tipo através de ações abrangentes de defesa dos direitos humanos e no avanço do Estado de Direito. De fato, a real identidade e o estabelecimento da ONU têm raízes no pesadelo que se segue quando ódio virulento é deixado sem oposição por muito tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós reconhecemos o discurso do ódio como um ataque contra a tolerância, a inclusão, a diversidade e a essência de nossas normas e princípios de direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais amplamente, ele compromete a coesão social, desgasta valores compartilhados e pode criar a base para a violência, retardando a causa da paz, da estabilidade, do desenvolvimento sustentável e da dignidade humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas décadas, o discurso de ódio tem sido precursor de crimes de atrocidade, incluindo genocídio, de Ruanda a Bósnia e ao Camboja. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Temo que o mundo esteja chegando a outro grave momento na batalha contra o demônio do ódio. Por isso, lancei duas iniciativas da ONU em resposta a esta ameaça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, acabo de divulgar a Estratégia e Plano de Ação do Discurso do Ódio para coordenar esforços através de todo o sistema das Nações Unidas, atacando as raízes que o causam e tornando nossa resposta mais efetiva. Em segundo lugar, estamos desenvolvendo um Plano de Ação para que a ONU se engaje por completo nos esforços de proteger locais religiosos e garantir a segurança nos espaços de culto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para aqueles que insistem em usar o medo para dividir comunidades, devemos dizer: diversidade é uma riqueza, nunca uma ameaça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um profundo e sustentável espírito de respeito mútuo e receptividade pode transcender posts e tuítes disparados numa fração de segundo. Afinal de contas, nunca devemos esquecer que cada um de nós é um “outro” para alguém, em algum lugar. Não pode haver ilusão de segurança quando o ódio é disseminado. Como parte de uma só humanidade, nossa tarefa é cuidar um dos outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que toda ação destinada a atacar e confrontar o discurso de ódio deve ser consistente, com direitos humanos fundamentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfrentar o discurso de ódio não significa limitar ou proibir a liberdade de expressão. Significa evitar que este discurso se transforme em algo mais perigoso, particularmente que incite discriminação, hostilidade e violência, o que é proibido pela legislação internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos tratar do discurso de ódio como tratamos qualquer ato mal-intencionado: condenando, recusando que seja ampliado, confrontando-o com a verdade, encorajando que os autores mudem seu comportamento. Chegou a hora de avançar para erradicar antissemitismo, ódio contra muçulmanos, perseguição a cristãos e todas as formas de racismo, xenofobia ou intolerância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Governos, sociedade civil, setor privado e imprensa têm importantes papéis. Líderes políticos e religiosos têm uma responsabilidade especial em promover a coexistência pacífica. Ódio é perigoso para todos —e lutar contra ele deve ser um trabalho de todos. Juntos podemos extinguir as chamas do ódio e defender os valores que nos unem como uma única família humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Confira na Folha de São Paulo</em></strong></p>
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		<title>UNAIDS destaca importância da prevenção ao HIV durante atividades relacionadas ao Dia Internacional do Orgulho LGBTI+ em São Paulo</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/06/unaids-destaca-importancia-da-prevencao-ao-hiv-durante-atividades-relacionadas-ao-dia-internacional-do-orgulho-lgbti-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 13:13:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 18 e 23 de junho, a equipe do UNAIDS Brasil esteve em São Paulo para participar de atividades relacionadas à celebração do Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em todo o mundo no dia 28 de junho. O CINUSP Paulo Emílio, recebeu na terça-feira (18 de junho), uma sessão especial de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/unaids-destaca-importancia-da-prevencao-ao-hiv-durante-atividades-relacionadas-ao-dia-internacional-do-orgulho-lgbti-em-sao-paulo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 18 e 23 de junho, a equipe do UNAIDS Brasil esteve em São Paulo para participar de atividades relacionadas à celebração do Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em todo o mundo no dia 28 de junho.</p>



<span id="more-12014"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="http://www.usp.br/cinusp/"><strong>CINUSP Paulo Emílio</strong></a>, recebeu na terça-feira (18 de junho), uma sessão especial de cine debate com exibição do webdocumentário <strong><em><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/2019/01/unaids-lanca-webdocumentario-luz-camera-zero-discriminacao-sobre-capacitacao-em-audiovisual-para-pessoas-trans-e-travestis/" target="_blank">Luz, Câmera, Zero Discriminação</a></em></strong>, sobre a importância do protagonismo trans e travesti no audiovisual, realizada pelo UNAIDS. Durante a sessão também foram exibidos quatro curtas produzidos inteiramente por participantes do curso homônimo realizado em São Paulo, em 2018, que capacitou 15 pessoas trans e travestis em fotografia, sonorização e produção, além de roteiro, pré-produção, direção, fotografia, filmagem, edição e pós-produção. A exibições foram seguidas por um debate sobre a importância do protagonismo trans e travesti no audiovisual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira, 20 de junho, o UNAIDS esteve na 19ª Feira Cultural LGBT, organizada pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT-SP) na Praça da República.&nbsp; A Feira integra o calendário de atividades em torno da 23ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-12032" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Montagem-Feira-da-Diversidade-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na tenda do UNAIDS, pessoas que passaram pela Feira puderam assistir aos vídeos do <a href="https://deupositivoeagora.org/"><strong>Deu Positivo, E Agora?</strong></a> e conferir materiais sobre HIV, <a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/"><strong>prevenção combinada</strong></a> e <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank">direitos das pessoas vivendo com HIV no Brasil</a></strong>. Voluntários, selecionados em parceria com a <a href="http://prceu.usp.br/programa/usp-diversidade/"><strong>USP Diversidade</strong></a>, também distribuíram os materiais e divulgaram o projeto durante a Feira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos materiais,
apresentadores passaram mensagens de prevenção e Zero Discriminação aos
participantes no palco da Feira. Também foram exibidos teasers do <em>Deu
Positivo, e Agora?</em> no telão do palco durante o dia.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/By-50LjnMvx/" data-instgrm-version="12" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/By-50LjnMvx/" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;"> View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/By-50LjnMvx/" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A post shared by UNAIDS Brasil (@unaidsbrasil)</a> on <time style=" font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px;" datetime="2019-06-21T19:04:04+00:00">Jun 21, 2019 at 12:04pm PDT</time></p></div></blockquote> <script async="" src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p class="wp-block-paragraph">A Feira Cultural LGBTI+ ocupou toda a extensão da Praça da República, reunindo tendas comerciais com produtos de segmentos variados, como moda, acessórios, livros, artes plásticas e música.  Equipes da prefeitura e do governo estadual de São Paulo estiveram presentes oferecendo serviços de testagem para o HIV, bem como diversos materiais e informações sobre direitos humanos. Também foi montado um setor específico para divulgação dos trabalhos de Organizações Não Governamentais (ONGs) e outras organizações que apoiam a causa LGBTI+ no Brasil. A estimativa é de que 20 mil pessoas tenham participado da Feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta foi a primeira vez que o UNAIDS Brasil participou da Feira e ficamos muito felizes com a oportunidade de contribuir com o evento, levando informações sobre o HIV em uma linguagem direta, acessível e sem discriminação. A juventude LGBTI+, que é uma população prioritária para a resposta à epidemia, esteve em peso na Feira”, disse Cleiton Euzébio de Lima, diretor interino do UNAIDS no Brasil. “Tiveram ali a oportunidade de acessar serviços de testagem e prevenção do HIV, e conhecer inúmeras iniciativas de promoção da saúde e zero discriminação, como o projeto <a href="https://deupositivoeagora.org/"><strong>Deu Positivo, E Agora?</strong></a>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda no dia 20, o UNAIDS apoiou a primeira edição do Chama Festival – Trans/Versalidades, que aconteceu no Teatro Oficina. O evento teve como objetivo divulgar o trabalho da <strong>Casa Chama</strong>, uma associação que articula colaboradores e voluntários para a criação de mais suporte nas áreas de saúde, jurídico, cultura e inclusão para a população <em>TRANSvestigênere</em>—termo cunhado pela ativista Indianare Siqueira e usado pela Casa Chama, que une o significado das palavras travesti, transexual e transgênero.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-12040" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Casa-Chama-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Festival aconteceu
das 13h às 23h e buscou aproximar o público <em>transvestigênere</em> e o público
aliado (pessoas cis) com rodas de conversa, eventos relacionados à saúde e ao empreendedorismo,
performances e shows culturais. O UNAIDS apoiou o evento com doação de
preservativos e materiais sobre prevenção combinada ao HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sexta-feira, 21 de junho, o diretor interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, participou da mesa de abertura do II Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBT em São Paulo, organizado pela <strong>APOGLBT-SP</strong>. O UNAIDS também foi um dos apoiadores do evento.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="491" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-1024x491.jpg" alt="" class="wp-image-12034" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-1024x491.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-300x144.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-768x369.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-640x307.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-1800x864.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/20190621_125404717_iOS-e1561640238153-720x345.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do UNAIDS falou sobre o projeto <em>Deu Positivo, E Agora </em>e destacou a importância de falar sobre HIV durante as paradas LGBTI+. “Estamos aqui com pessoas poderosas, que realizam Paradas LGBTI+ em todo o Brasil e que são, provavelmente, o maior evento cívico de suas cidades”, disse Cleiton Euzébio durante a mesa de abertura. “Essa mobilização é mais poderosa ainda porque é baseada no amor e na vontade de ser quem verdadeiramente somos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o Encontro Brasileiro de Organizações de Paradas LGBTI+, os participantes tiveram a oportunidade de pensar em estratégias de visibilidade para ações de prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis, especialmente o HIV, nas Paradas, criar uma agenda de atuação e cooperação entre as organizações, trocar experiências e definir estratégias de fortalecimento dos direitos da população LGBT, entre outras iniciativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no domingo, dia 23 de junho, dia da 23ª Parada do Orgulho LGBTI+, o diretor interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, esteve presente no Camarote Solidário, organizado pela <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)" href="http://agenciaaids.com.br/noticia/camarote-solidario-arrecada-35-toneladas-de-alimentos-e-10-ongs-sao-contempladas-com-a-doacao/" target="_blank">Agência de Notícias da AIDS</a></strong>, que contou com o apoio do UNAIDS. Cerca de 600 pessoas, entre artistas, ativistas, gestores, personalidades e políticos estiveram no Camarote, que aconteceu no Parque Mário Covas. O prefeito Bruno Covas esteve presente no Camarote e conheceu também o projeto <strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)" href="https://deupositivoeagora.org/" target="_blank">Deu Positivo, E Agora?</a></strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="823" height="486" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Bruno-Covas-UNAIDS-e1561583998757.png" alt="" class="wp-image-12025" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Bruno-Covas-UNAIDS-e1561583998757.png 823w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Bruno-Covas-UNAIDS-e1561583998757-300x177.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Bruno-Covas-UNAIDS-e1561583998757-768x454.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Bruno-Covas-UNAIDS-e1561583998757-640x378.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Bruno-Covas-UNAIDS-e1561583998757-720x425.png 720w" sizes="auto, (max-width: 823px) 100vw, 823px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa está em
sua 17ª edição, e somente neste ano, o Camarote Solidário arrecadou 3,5
toneladas de alimentos não perecíveis, que foram doados para dez ONGs que
acolhem pessoas vivendo com HIV em situação de vulnerabilidade. </p>
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	            data-title="UNAIDS destaca importância da prevenção ao HIV durante atividades relacionadas ao Dia Internacional do Orgulho LGBTI+ em São Paulo" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/06/unaids-destaca-importancia-da-prevencao-ao-hiv-durante-atividades-relacionadas-ao-dia-internacional-do-orgulho-lgbti-em-sao-paulo/">UNAIDS destaca importância da prevenção ao HIV durante atividades relacionadas ao Dia Internacional do Orgulho LGBTI+ em São Paulo</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS saúda decisão da Suprema Corte de Botsuana de revogar leis que criminalizam pessoas LGBTI+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 14:31:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Botsuana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda a decisão histórica da Suprema Corte de Botsuana de declarar como inconstitucionais disposições-chave dos Artigos 164 e 167 do Código Penal de Botsuana. Essas disposições criminalizavam atos sexuais privados e levavam à discriminação e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBTI+) em Botsuana. “Esta é uma decisão histórica para, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/botsuana-descriminalizacao-lgbt-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS saúda a decisão histórica da Suprema Corte de Botsuana de declarar como inconstitucionais disposições-chave dos Artigos 164 e 167 do Código Penal de Botsuana. Essas disposições criminalizavam atos sexuais privados e levavam à discriminação e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBTI+) em Botsuana.</p>



<span id="more-11906"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta é uma decisão histórica para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e trans (LGBTI+) em Botsuana”, disse Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Interina do UNAIDS. “Ele restaura a privacidade, o respeito e a dignidade das pessoas LGBTI+ no país e este é um dia para celebrar o orgulho, a compaixão e o amor. Eu cumprimento os ativistas, organizações da sociedade civil e grupos comunitários que se empenharam tão intensamente para este momento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS tem trabalhado com grupos LGBTI+, organizações da sociedade civil e outros parceiros para promover um ambiente legal apropriado no país. Nos últimos anos, os tribunais de Botsuana assumiram a liderança na proteção e promoção dos direitos humanos de grupos marginalizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criminalização de relações sexuais consensuais entre pessoas do mesmo sexo é uma violação dos direitos humanos e legitima o estigma, a discriminação e a violência contra pessoas LGBTI+. A criminalização impede que as pessoas tenham acesso aos serviços de prevenção, teste e tratamento do HIV e aumenta o risco de infecção pelo vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, o risco de infecção pelo HIV é 28 vezes maior entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens do que entre a população geral e 13 vezes maior entre mulheres trans. Ambientes legais e políticos proibitivos e a falta de serviços específicos para populações-chave aumentam a vulnerabilidade ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS encoraja os países a garantir o respeito integral dos direitos humanos de todas as pessoas, independentemente de orientação sexual, por meio da revogação de leis que proíbem relações sexuais consensuais entre adultos em ambientes privados, da aplicação de leis para proteger as pessoas da violência e discriminação, abordando a homofobia e a transfobia e garantindo que serviços essenciais de saúde estejam disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Espero que esta decisão reflita em um movimento rumo a uma abordagem mais humana, solidária e baseada em direitos para as relações entre pessoas do mesmo sexo em todo o mundo. Esta decisão deve encorajar outros países a revogar leis injustas que criminalizam relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo e prejudicam o acesso a serviços essenciais, inclusive à saúde”, disse Carlsson.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relações sexuais consensuais entre pessoas do mesmo sexo permanecem criminalizadas em pelo menos 67 países e territórios em todo o mundo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Legabibo/Salc (via Twitter) </p>
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		<title>Filmes produzidos por travestis e pessoas trans são destaque em festival de cinema LGBTI+ de Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 16:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IV Festival Internacional de Cinema LGBTI+ de Brasília exibiu, nesta quinta-feira (30/5), na Aliança Francesa, os curtas-metragens produzidos totalmente por travestis e pessoas trans, incluindo roteiro, fotografia, filmagem, direção, pós-produção e edição. Os curtas foram produtos finais do curso de formação audiovisual “Luz, Câmera, Zero Discriminação”, realizado com 16 travestis, homens e mulheres trans, em 2017, pelo UNAIDS em parceria com o M.A.C. AIDS Fund e apoio da Coordenação de Políticas LGBTI+, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/filmes-produzidos-por-travestis-e-pessoas-trans-sao-destaque-em-festival-de-cinema-lgbti-de-brasilia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O IV Festival Internacional de Cinema LGBTI+ de Brasília exibiu, nesta quinta-feira (30/5), na Aliança Francesa, os curtas-metragens produzidos totalmente por travestis e pessoas trans, incluindo roteiro, fotografia, filmagem, direção, pós-produção e edição. Os curtas foram produtos finais do curso de formação audiovisual “Luz, Câmera, Zero Discriminação”, realizado com 16 travestis, homens e mulheres trans, em 2017, pelo UNAIDS em parceria com o M.A.C. AIDS Fund e apoio da Coordenação de Políticas LGBTI+ da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo.  </p>



<span id="more-12868"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos objetivos desta formação em audiovisual&nbsp;foi mostrar que&nbsp;travestis e&nbsp;pessoas&nbsp;trans&nbsp;podem usar a arte para assumir uma posição de protagonismo e decisão na hora de contar suas próprias histórias, vivências e, acima de tudo, expressar sua criatividade&nbsp;através de suas próprias perspectivas e visões de mundo.&nbsp;A capacitação buscou também&nbsp;construir pontes para a inserção&nbsp;profissional&nbsp;destas pessoas no&nbsp;mercado&nbsp;audiovisual.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos curtas, o público também assistiu ao&nbsp;webdocumentário&nbsp;“Luz, Câmera, Zero Discriminação”, produzido pela&nbsp;Brodagem&nbsp;Filmes—que retrata os bastidores desta formação, os anseios e visões dos participantes e pessoas envolvidas—e ao filme intitulado de “Bandeira”—uma peça de sensibilização cujo roteiro e execução também fizeram parte da formação prática dos curso.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="721" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-1024x721.jpg" alt="" class="wp-image-12897" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-1024x721.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-300x211.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-768x540.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-640x450.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-1705x1200.jpg 1705w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/2019_09_12_Filmes-LGBT-2-720x507.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Debate durante o IV Festival Internacional de Cinema LGBTI&nbsp;de Brasília </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Em debate&nbsp;realizado após a exibição dos filmes, o ativista do movimento&nbsp;trans&nbsp;e estudante de produção em áudio e vídeo, João Henrique Machado, destacou a importância de expressar sua voz por meio do audiovisual. “Normalmente, sempre escutamos coisas do tipo ‘é de verdade o que você tem no meio das pernas? Você operou? Quer dizer que você é mulher?”, conta Machado. “Na verdade, queremos ouvir coisas normais, como qualquer outra pessoa. Somos normais, não somos só corpo, todos os corpos são diferentes. Somos individuais e cada é de um jeito.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pedagoga e ativista do movimento&nbsp;trans, que também foi uma das participantes do curso, Janaína Lima, também esteve presente,&nbsp;representanto&nbsp;o grupo. “Rever estes vídeos me traz muitas emoções, e o roteiro que fiz, vejo como se fosse uma criança que botei no mundo para as pessoas verem”, contou Janaína.&nbsp;Talvez eu queira sair dessa identidade e um dia as pessoas possam me perguntar ‘como é trabalhar com cinema ou com pedagogia’ e não só falar como é ser transexual.”&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-12894" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1-640x360.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1-720x405.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CKHE0831-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Janaína e João em visita ao UNAIDS</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 43 anos, Janaína disse que agora se considera também roteirista. Ela buscou sensibilizar a plateia que participou do cine-debate sobre o estigma e a discriminação. “O HIV é tão colocado na nossa vida [de travesti e mulher&nbsp;trans], é tão comum que não impacta a gente. Temos tentado fugir disso, mas não sei se é possível. Sou uma vítima de uma tentativa de assassinato, quase me tornei uma estatística. Grande maioria das&nbsp;trans&nbsp;são assassinadas”, afirma. “Sou uma pessoa vivendo com HIV há mais de 20 anos. Isso para mim é só um detalhe. Mas a violência que sofro, que&nbsp;é&nbsp;múltipla, às vezes um olhar, alguém cutucando quando entro em um local, na academia, no trabalho, não é diferente. E como travesti, negra, nordestina, que vive com HIV,&nbsp;acumulo&nbsp;todos os estereótipos imagináveis. Quero vencer isso e mostrar que travestis podem chegar até os 95 anos. Chamo atenção para olharmos para tudo isso”, acrescenta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cineasta e responsável pela cultura e comunicação da Aliança Francesa, Bárbara Cabral, completou os pontos levantados pelos estudantes do curso: “O desafio é a própria noção de entender que as pessoas não podem ser taxadas só pelo gênero, mas por outras qualidades”, conta. “Além da formação, fiz cinema e jornalismo e não estudei com nenhuma&nbsp;pessoa&nbsp;trans, logo em uma área tão importante para a divulgação dos direitos humanos. Para mim é um absurdo. Não há protagonismo do próprio discurso.” Para ela, os principais desafios são:&nbsp;“entender que as pessoas são mais do que&nbsp;trans, pensar em identidade dos gêneros igualmente e focar na questão da formação, em ter uma política pública para incentivar as pessoas a terem esse discurso.”&nbsp;</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="3024" height="2056" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-12899" data-id="12899" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1.jpg 3024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1-300x204.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1-768x522.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1-1024x696.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1-640x435.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1-1765x1200.jpg 1765w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/20190530_175524456_iOS-2-1-720x490.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 3024px) 100vw, 3024px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="2094" height="1396" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-12900" data-id="12900" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785.jpg 2094w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/CJOR0785-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 2094px) 100vw, 2094px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor interino do UNAIDS, Cleiton Euzébio de Lima, contou que a ideia do curso de formação em audiovisual para travestis e pessoas&nbsp;trans&nbsp;surgiu&nbsp;em&nbsp;2015. “Durante uma reunião com algumas pessoas&nbsp;trans, apresentamos a ideia de dar espaço para a representação desta população no audiovisual. Mas a reação foi outra”, relembra. “Ouvimos algo muito importante, que acabou pautando o curso e o resultado do que estamos vendo aqui hoje. Elas nos disseram que a sociedade já estava falando muito sobre as pessoas&nbsp;trans, mas que as pessoas&nbsp;trans&nbsp;não estavam falando de si mesmas e por si mesmas.”&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, travestis e mulheres&nbsp;trans&nbsp;fazem&nbsp;parte&nbsp;das&nbsp;populações-chave&nbsp;e populações vulneráveis à epidemia de HIV.&nbsp;Dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que a prevalência de HIV nesta população pode chegar a 36%, quase 100 vezes maior do que na população em geral, que é de 0,4%.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uso a analogia dos óculos, a ideia de que cada um tem uma perspectiva de vida diferente. Mesmo sendo gay, não posso ver o mundo de uma pessoa&nbsp;trans, mesmo&nbsp;que eu tenha&nbsp;muito interesse e queira apoiar muito a causa, é diferente.&nbsp;Por isso que a questão da representatividade é fundamental”,&nbsp;concluiu Lima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cine-debate no CINUSP</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também como parte das celebrações do Mês do Orgulho LGBTI+, os curtas e o webdocumentário retratando os bastidores do curso foram exibidos no CINUSP do Campus Butantã da Universidade de São Paulo (USP). A sessão foi fruto da parceria entre o UNAIDS e o programa USP Diversidade, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária.  </p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="681" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-12887" data-id="12887" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-1024x681.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-1024x681.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-640x426.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-1800x1198.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-15-1-720x479.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4256" height="2832" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-12888" data-id="12888" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2.jpg 4256w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2-1024x681.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2-640x426.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2-1800x1198.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-5-2-720x479.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4256px) 100vw, 4256px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="4256" height="2832" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-12889" data-id="12889" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1.jpg 4256w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1-768x511.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1-1024x681.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1-640x426.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1-1800x1198.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/09/Cinusp-24-1-720x479.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 4256px) 100vw, 4256px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" href="https://unaids.org.br/2019/01/unaids-lanca-webdocumentario-luz-camera-zero-discriminacao-sobre-capacitacao-em-audiovisual-para-pessoas-trans-e-travestis/" target="_blank">Saiba mais sobre o projeto e assista ao material completo</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça um pouco mais sobre João Henrique Machado</strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça um pouco mais sobre Janaína Lima</strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/06/filmes-produzidos-por-travestis-e-pessoas-trans-sao-destaque-em-festival-de-cinema-lgbti-de-brasilia/">Filmes produzidos por travestis e pessoas trans são destaque em festival de cinema LGBTI+ de Brasília</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS lamenta decisão da Suprema Corte do Quênia de manter leis que criminalizam e discriminam pessoas LGBTI+</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/05/unaids-lamenta-decisao-da-suprema-corte-do-quenia-de-manter-leis-que-criminalizam-e-discriminam-pessoas-lgbt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 May 2019 21:21:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS lamenta profundamente a decisão da Suprema Corte do Quênia de manter as principais disposições das Seções 162 e 165 do Código Penal do país. Essas disposições criminalizam certos atos sexuais privados e levam à discriminação e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBTI+) no Quênia. &#8220;A decisão de hoje (24/5), <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/unaids-lamenta-decisao-da-suprema-corte-do-quenia-de-manter-leis-que-criminalizam-e-discriminam-pessoas-lgbt/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS lamenta profundamente a decisão da Suprema Corte do Quênia de manter as principais disposições das Seções 162 e 165 do Código Penal do país. Essas disposições criminalizam certos atos sexuais privados e levam à discriminação e violência contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBTI+) no Quênia. </p>



<span id="more-11733"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A decisão de hoje (24/5) é uma oportunidade perdida para o Quênia defender os direitos humanos e restaurar a privacidade, respeito e dignidade para a comunidade lésbica, gay, bissexual e transgênero (LGBTI+)&#8221;, disse Gunilla Carlsson, diretora executiva interina do UNAIDS. “ Eu compartilho da grande decepção e frustração sentidas pelas pessoas LGBTI+ no Quênia e eu quero assegurar-lhes o apoio contínuo do UNAIDS para alcançar justiça e igualdade para todos.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS tem trabalhado em conjunto com a Coalizão Nacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas e outros grupos LGBTI+, bem como organizações da sociedade civil e outros parceiros para promover um ambiente jurídico mais favorável no Quênia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Há indícios de que o julgamento sofrerá apelação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A criminalização de relações sexuais homossexuais consensuais é uma violação dos direitos humanos e legitima o estigma, a discriminação e a violência contra as pessoas LGBTI+. A criminalização impede que as pessoas acessem e usem serviços de prevenção, testagem e tratamento do HIV e aumentam o risco de contrair o vírus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O fracasso na descriminalização das relações entre pessoas do mesmo sexo prejudicará a meta de cobertura universal de saúde do Quênia&#8221;, disse Carlsson. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, o risco de contrair o HIV é 28 vezes maior entre os homens gays e outros homens que fazem sexo com homens do que entre a população geral; e 13 vezes maior para as mulheres transgênero. Ambientes jurídicos e políticos proibitivos e a falta de serviços personalizados para populações-chave aumentam sua vulnerabilidade ao HIV.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS estimula os países a garantirem o respeito integral dos direitos humanos de todas as pessoas, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero, através da revogação de leis que proíbem o sexo consentido e privado entre adultos, aplicando leis para proteger as pessoas da violência e da discriminação, abordando homofobia e transfobia e assegurando que serviços cruciais de saúde estejam disponíveis e acessíveis para essa população. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos nos mover rumo a uma abordagem mais humana, compassiva e baseada em direitos para relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Essa decisão estabelece leis injustas que criminalizam as relações sexuais com pessoas do mesmo sexo e impedem o acesso das pessoas a serviços essenciais&#8221;, disse Gunilla Carlsson. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Crédito da foto: NGLHRC</p>
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