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	<title>#EseFosseComVocê? - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Jovens youtubers, influenciadores e ativistas digitais debatem HIV e discriminação no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2017 18:14:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Ninguém em meu grupo de amigos ou poucos da minha geração conhecem alguém que morreu por causa da AIDS. No passado, porque as gerações passadas viviam e testemunhavam tantas mortes relacionadas à AIDS, havia essa cultura de medo que já não está presente entre nós. No entanto, não substituímos [essa cultura do medo] por, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ninguém em meu grupo de amigos ou poucos da minha geração conhecem alguém que morreu por causa da AIDS. No passado, porque as gerações passadas viviam e testemunhavam tantas mortes relacionadas à AIDS, havia essa cultura de medo que já não está presente entre nós. No entanto, não substituímos [essa cultura do medo] por nada mais positivo&#8221;, diz o youtuber brasileiro Murilo Araújo, 26, que se descreve em seu canal Muro Pequeno como &#8220;orgulhoso de ser gay, negro, católico, orgulhoso de ser resistência em uma sociedade que me diz o tempo todo que não posso ser nada disso.&#8221;<span id="more-6466"></span></p>
<div id="attachment_6499" style="width: 5410px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6499" class="wp-image-6499 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193.jpg" alt="" width="5400" height="3650" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193-300x203.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193-768x519.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193-1024x692.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193-1775x1200.jpg 1775w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-193-720x487.jpg 720w" sizes="(max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6499" class="wp-caption-text">Murilo Araújo, do canal Muro Pequeno, durante o debate sobre juventude, discriminação e HIV. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Araújo estava entre vários jovens youtubers, influenciadores e ativistas virtuais que participaram de conversas inspiradoras organizadas pelo UNAIDS em São Paulo, Brasil, no final de maio (30/5). Tabus, estigma dentro e também contra a comunidade gay, discriminação contra pessoas vivendo com HIV e comunicação para uma geração altamente conectada. Estes foram alguns dos tópicos debatidos por eles e moderados pela jornalista e Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS, Glória Maria. &#8220;Por que vocês acham que a epidemia do HIV voltou a crescer entre os jovens e, de maneira até mais acelerada entre os jovens homens gays?&#8221;, perguntou a Glória para provocar o debate logo no início.</p>
<div id="attachment_6504" style="width: 5410px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6504" class="wp-image-6504 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188.jpg" alt="" width="5400" height="3600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-188-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6504" class="wp-caption-text">Glória Maria e Gabriel Estrela durante o debate entre jovens youtubers. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>&#8220;A gente via muito na sala de biologia, via campanha. Mas é muito difícil, Glória, a gente associar essa biologia, essa fisiologia que ensinam pra gente com o dia-a-dia, com relacionamento, com afeto, com a experiência sexual. Eu acho que é justamente essa conexão que está faltando e que a gente procura fazer&#8221;, diz o ator e youtuber Gabriel Estrela, 25, do canal Projeto Boa Sorte. O ponto de vista de Estrela, que fala abertamente sobre ser HIV positivo, reflete o crescente conservadorismo no Brasil e seus impactos reais no sistema educacional. &#8220;Parecia algo muito distante, que era algo de filme&#8221;.</p>
<p>As taxas de detecção de casos de AIDS no Brasil cresceram substancialmente entre homens jovens na última década—especialmente entre gays e homens jovens que fazem sexo com homens. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a taxa quase triplicou entre os jovens de 15 a 19 anos, e mais do que dobrou entre os entre 20 e 24 anos. Os números recentes do estado de São Paulo, o maior e mais populoso estado do Brasil, mostram uma prevalência de HIV de 15% entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens.</p>
<p><img decoding="async" width="7176" height="6713" class="alignleft size-full wp-image-5803" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1.jpg 7176w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1-300x281.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1-768x718.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1-1024x958.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1-1924x1800.jpg 1924w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1-1283x1200.jpg 1283w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2016_12_08_Grafico8-1-720x674.jpg 720w" sizes="(max-width: 7176px) 100vw, 7176px" /></p>
<p>Editor da Revista Galileu, uma das revistas mensais mais influentes do Brasil entre os jovens, o jornalista Nathan Fernandes, 28, enfatizou que, sobre HIV especificamente, “a imprensa tem um papel importantíssimo desde o começo da epidemia. Os primeiros casos surgiram pelos jornais. Antes de a sociedade civil pensar em alguma resposta, não tinha nem pergunta ainda, os jornais já estavam trazendo os casos e informando sobre isso&#8221;, lembra Fernandes. &#8220;Mas também foi a imprensa que reforçou o preconceito, reforçou termos como ‘praga gay’, ‘câncer gay’. Na Galileu a gente é muito consciente desse poder que a imprensa tem de influenciar e de levantar esses temas, e a gente tem que fazer isso com muito cuidado&#8221;.</p>
<div id="attachment_6513" style="width: 3610px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6513" class="wp-image-6513 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i.jpg" alt="" width="3600" height="2604" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i.jpg 3600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i-300x217.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i-768x556.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i-1024x741.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i-1659x1200.jpg 1659w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-256i-720x521.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 3600px) 100vw, 3600px" /><p id="caption-attachment-6513" class="wp-caption-text">Nathan Fernandes, editor da Revista Galileu, falou sobre a importância da imprensa em relação ao HIV. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>À medida em que as redes sociais gays se tornam populares, as discussões sobre HIV e prevenção tendem a ganhar o foco, diz André Fischer, diretor do Hornet Brasil. &#8220;Não tem como a gente fugir dessa questão de que a AIDS, ela sim, é uma das questões que, talvez, a gente tenha falado menos durante um tempo para tentar desmistificar de que não eram só gays que tinham AIDS [sic]&#8221;, explica. &#8220;Continua sendo um tabu muito forte, claro. Mas, cada vez mais, as pessoas estão conseguindo falar mais abertamente do seu estado sorológico (positivo para o HIV) &#8220;.</p>
<div id="attachment_6511" style="width: 5410px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6511" class="wp-image-6511 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223.jpg" alt="" width="5400" height="3600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-223-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6511" class="wp-caption-text">André Fischer, diretor do Hornet Brasil, falou sobre aplicativos de relacionamentos e a prevenção. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>O jovem ativista digital, Matheus Emílio, 22, diz que é possível incluir o HIV nas discussões das redes sociais e ajudar a quebrar o estigma e a discriminação em torno do assunto. Matheus administra a página do Facebook Menino Gay, com foco na comunidade LGBTI+, cujas mensagens alcançam, em média, mais de 600.000 seguidores. &#8220;Então não é uma página voltada para algo da saúde, é uma página para o público LGBTI+ onde, além de falar sobre nossos direitos, além de falar sobre música, sobre a cultura LGBTI+, a gente consegue também transmitir essa informação, passar também essa questão relacionada à saúde e à prevenção&#8221;, diz Emilio, que foi diagnosticado HIV positivo há dois anos e fala abertamente sobre sua sorologia.</p>
<div id="attachment_6507" style="width: 5410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6507" class="wp-image-6507 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219.jpg" alt="" width="5400" height="3600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-219-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6507" class="wp-caption-text">Mateus Emílio, da página Menino Gay, fala sobre a inclusão do HIV nas discussões das redes sociais. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Youtubers e educadores sexuais Tuy Potasso, 24, e Biel Vaz, 27, do canal do youtube Sensualise Moi, também compartilharam suas experiências como influenciadores on-line. &#8220;Biel e eu nos casamos há cinco anos. Nós nos identificamos como um casal bissexual liberal que agora está vivendo uma relação de poliamor. E é assim que gostamos de viver nossa sexualidade. E isso não deve ser marcado em nossas testas como algo ruim &#8220;, disse Tuy.</p>
<div id="attachment_6503" style="width: 5410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6503" class="wp-image-6503 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266.jpg" alt="" width="5400" height="3600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-266-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6503" class="wp-caption-text">Tuy e Biel, do canal SensualiseMoi, compartilharam o palco com a Glória Maria durante o evento. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>A série de debates #EseFosseComVocê? foi organizada pelo UNAIDS em parceria com a Embaixada Britânica, Ogilvy Brasil, Hornet e Cultura Inglesa. O evento, que foi transmitido ao vivo em diversas contas no Facebook, alcançou mais de 300.000 espectadores online.</p>
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<p>Em um dueto com Gabriel Estrela, a também Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Wanessa Camargo encerrou a noite de debates prestando uma homenagem ao cantor e compositor Cazuza &#8211; que morreu por complicações causadas pela AIDS no final da década de 1980. Cazuza foi um dos ícones da luta contra a epidemia nos anos iniciais de sua descoberta.</p>
<div id="attachment_6505" style="width: 5410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6505" class="wp-image-6505 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316.jpg" alt="" width="5400" height="3600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-316-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6505" class="wp-caption-text">Wanessa Camargo e Gabriel Estrela cantaram Codinome Beija-Flor em homenagem ao Cazuza. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<div id="attachment_6506" style="width: 5410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6506" class="wp-image-6506 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286.jpg" alt="" width="5400" height="3600" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/06/RN-FlowCinema-30052017-286-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /><p id="caption-attachment-6506" class="wp-caption-text">Georgiana Braga- Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil, e jornalista Glória Maria durante a cerimônia e nomeação de Embaixadora de Boa Vontade. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/">Jovens youtubers, influenciadores e ativistas digitais debatem HIV e discriminação no Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Plataforma ‘Tudo Começa Pelo Respeito’ lança filme sobre homofobia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 16 Jun 2017 19:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[#EseFosseComVocê?]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS se aliou mais uma vez à Globo dentro da plataforma de direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito para lançar, juntamente com UNESCO, UNICEF e ONU Mulheres um filme sobre homofobia como parte das celebrações da semana do Orgulho LGBTI+. Com narração do ator Carmo Dalla Vechia, a peça de publicidade social provoca, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS se aliou mais uma vez à Globo dentro da plataforma de direitos humanos </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa pelo Respeito </span></i><span style="font-weight: 400;">para lançar, juntamente com </span><a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">UNESCO</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://www.unicef.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">UNICEF</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">ONU Mulheres</span></a><span style="font-weight: 400;"> um filme sobre homofobia como parte das celebrações da semana do Orgulho LGBTI+. Com narração do ator Carmo Dalla Vechia, a peça de publicidade social provoca a reflexão do telespectador sobre o preconceito e a discriminação ainda existentes de forma tão exacerbada em nossa sociedade. </span><span id="more-6961"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil está entre os países que mais matam pessoas LGBTI+ em todo o mundo. A plataforma </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa Pelo Respeito</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTI+, negros, deficientes, religiosos, soropositivos e pessoas vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo busca sensibilizar a sociedade sobre a importância do respeito para o bem comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja aqui o filme da campanha contra a homofobia:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/qjBkOXB33X4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O lançamento da plataforma </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa Pelo Respeito</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi marcado pela veiculação do filme </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=gfVe-2lKPsU"><span style="font-weight: 400;">‘Fio’</span></a><span style="font-weight: 400;">, exibido desde 28 de julho de 2016, na tela e nas redes sociais da Globo e de seus parceiros, entre eles o UNAIDS. O filme traz o contraponto entre as piores manifestações do preconceito, da discriminação, e a melhor forma para combatê-las. Palavras como ‘assédio’, ‘violência’, ‘racismo’ e ‘homofobia’ são formadas a partir do torcer e distorcer de um fio gráfico, como uma corda—as torções dão a ideia do quão devastadoras podem ser essas atitudes. Enquanto as expressões são exibidas na tela, a locução reforça que, para dar fim à violência contra a mulher, contra negros e contra a diversidade sexual, é preciso lembrar que Tudo Começa pelo Respeito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro da plataforma </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa pelo Respeito</span></i><span style="font-weight: 400;">, a Globo também apoiou a campanha mais recente do UNAIDS pelo fim da discriminação: </span><a href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400;">#EseFosseComVocê</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Criados pela Ogilvy Brasil, os filmes provocam a reflexão e o debate sobre as diferentes formas de discriminação que ainda existem na sociedade, em pleno século XXI: contra cor, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, deficiência e até mesmo sorologia positiva para o HIV, entre tantas outras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre os desdobramentos da campanha #EseFosseComVocê </span><a href="https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">FICHA TÉCNICA (TUDO COMEÇA PELO RESPEITO &#8211; HOMOFOBIA):</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Direção de criação: Sergio Valente, Mariana Sá e Leandro Castilho</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criação: Alexandre Tommasi e Monica Tommasi</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atendimento: Andrea Couto e Flavio Carrijo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gerente de Produção RTV: Jaqueline Couto</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">RTV: José Fernando Pereira Silveira</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalização: Jonas Assis Ribeiro e Carolina Miranda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Montion:Jonas Assis Ribeiro e Carolina Miranda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Produção do áudio: Cream Estúdio</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apoio institucional: UNAIDS, UNESCO, UNICEF, Onu Mulheres e Fundo de Investimento Social Elas</span></p>
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		<title>Glória Maria é nomeada Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 01:00:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A jornalista Glória Maria é a mais nova Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil. A cerimônia de nomeação aconteceu nesta terça-feira (30/5), durante o evento #EseFosseComVocê?, realiizado pelo UNAIDS em parceria com a Embaixada do Reino Unido no Brasil, em São Paulo. Glória se junta ao seleto time de celebridades comprometidas com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/05/gloria-maria-e-nomeada-embaixadora-de-boa-vontade-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornalista Glória Maria é a mais nova Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil. A cerimônia de nomeação aconteceu nesta terça-feira (30/5), durante o evento #EseFosseComVocê?, realiizado pelo UNAIDS em parceria com a Embaixada do Reino Unido no Brasil, em São Paulo. Glória se junta ao seleto time de celebridades comprometidas com as ações do UNAIDS na resposta ao HIV e à discriminação. Além dos brasileiros Mateus Solano e Wanessa Camargo, fazem parte do grupo de Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS personalidades como Victoria Beckham, Annie Lennox, Naomi Watts, a princesa Stéphanie de Mônaco, entre outros.<span id="more-6285"></span></p>
<p>Depois de moderar três blocos da série de <a href="https://unaids.org.br/2017/05/esefossecomvoce-unaids-e-embaixada-reino-unido-promovem-conversas-inspiradoras-sobre-hiv-juventude-e-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">conversas inspiradoras #EseFosseComVocê?</a>, que contou com a participação de youtubers, influenciadores e ativistas virtuais, Glória recebeu as boas-vindas da Diretora do UNAIDS, Georgiana Braga-Orillard, acompanhada da também Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Wanessa Camargo.</p>
<div id="attachment_6291" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6291" class="wp-image-6291 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6291" class="wp-caption-text">Glória Maria recebe o certificado de Embaixadora de Boa Vontade de Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>“Estamos muito felizes por você ter aceitado esse desafio de estar aqui ao vivo e de fazer parte do nosso time. Com todo mundo que a gente fala e conversa, você é uma unanimidade, por ser um exemplo vivo de Zero Discriminação”, disse a diretora do UNAIDS no Brasil.</p>
<p>“É o mínimo que a gente pode fazer. Se cada um de  nós fizer um pouquinho, podemos tentar melhorar essa situação. Eu sou um exemplo de que a gente precisa lutar contra a discriminação, mas a gente precisa lutar com atos”, disse Glória ao aceitar o convite. “E como eu nasci, cresci e aprendi a viver com luta, eu aceito esse desafio. Tudo o que eu puder fazer para diminuir a discriminação, eu vou estar aqui com a alma aberta.”</p>
<p>O ator Mateus Solano, outro integrante do time de Embaixadores do UNAIDS, marcou sua participação com um vídeo enviado do Projac, onde estava gravando cenas da nova novela das sete na TV Globo. “Glória, querida, é uma pena eu não poder estar aí nesse momento importante. Queria te dar boas-vindas para nosso time, do qual eu e Wanessa já fazemos parte”, disse <a href="https://youtu.be/gBeBsrtPQ2A" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Solano na mensagem em vídeo.</a> “É muito bom saber que com seu carisma, seu humor, toda sua alegria, sua experiência e seu talento, você vai nos ajudar nessa caminhada contra a discriminação e das campanhas do UNAIDS na resposta ao HIV.”</p>
<div id="attachment_6293" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6293" class="wp-image-6293 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.14-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6293" class="wp-caption-text">Wanessa Camargo dá as boas-vindas a Glória Maria ao time de Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Ainda durante a cerimônia, Wanessa Camargo também falou sobre a nomeação de Glória e sobre <a href="https://youtu.be/qagB0Is37LM" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sua experiência de quase dois anos como Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS</a>. “Quando eu cheguei, eu cheguei bem ‘cruzinha’. Só na boa vontade. É um tema que me interessava muito porque eu tenho um público LGBTI+ que amo e que sofre muito com a discriminação”, disse Wanessa. “O UNAIDS tem me educado como ser humano e tenho aprendido e levado isso para minha vida. Você vai sentir que é muito gratificante, a passinhos  lentos, mas a gente chega lá. E quando a gente percebe que conseguiu atingir alguém, transformar uma pessoa, o discurso de alguém, o coração de alguém, não tem nada melhor do que você saber que é uma sementinha ali plantada.”</p>
<p>Os Embaixadores de Boa Vontade são personalidades do mundo das artes, música, filmes, esportes, jornalismo e literatura que dedicam parte de seu tempo e sua imagem a causas humanitárias. No caso do UNAIDS, as atividades dos Embaixadores envolvem o apoio na promoção de estratégias de prevenção, testagem e tratamento do HIV, assim como de mensagens que nos ajudem a eliminação de toda e qualquer forma de discriminação, um dos principais obstáculos para o pleno acesso a serviços de saúde.</p>
<p><b>Glória Maria</b></p>
<div id="attachment_6289" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6289" class="wp-image-6289 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-19.21.49.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-19.21.49.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-19.21.49-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-19.21.49-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-19.21.49-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-19.21.49-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6289" class="wp-caption-text">Glória Maria é nomeada Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Glória Maria foi apontada por uma pesquisa da Revista Imprensa como a jornalista mais querida da TV brasileira. Já comandou o RJTV, o Bom Dia Rio, Jornal Nacional e em quatro décadas a serviço do telejornalismo, explorou desde histórias da vida cotidiana a reportagens sobre grandes eventos como Copas do Mundo, Olimpíadas, guerras, entre inúmeros outros eventos.</p>
<p>Primeira mulher negra a apresentar um telejornal no Brasil e primeira mulher a cobrir uma guerra na televisão brasileira (guerra das Malvinas), Glória Maria acostumou-se desde sempre a romper formatos estabelecidos. Entrevistou algumas das maiores personalidades do planeta como o ex-presidente americanos Jimmy Carter, o ex-primeiro ministro de Israel Isaac Rabin, o roqueiro Mick Jagger, o ator Harrison Ford, Michael Jackson, Freddie Mercury, Nicole Kidman, Leonardo DiCaprio e muitos outros.</p>
<p>Veja como foram as nomeações de<a href="https://unaids.org.br/2015/11/wanessa-sera-nomeada-embaixadora-da-onu-durante-celebracoes-de-1o-de-dezembro-em-brasilia/"> Wanessa Camargo</a>,  em <a href="https://unaids.org.br/2015/12/cerimonia-de-nomeacao-de-wanessa-como-embaixadora-do-unaids-e-vista-ao-vivo-por-mais-de-100-mil-pessoas-no-facebook/">dezembro de 2015</a>, e de<a href="https://unaids.org.br/2014/08/1258/"> Mateus Solano</a>, em agosto de 2014.</p>
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		<title>#EseFosseComVocê?—UNAIDS e Embaixada do Reino Unido promovem conversas inspiradoras sobre HIV,  juventude e direitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2017 19:10:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Youtubers, influenciadores e ativistas virtuais se reuniram em São Paulo nesta terça-feira (30/5) para participar de conversas inspiradoras sobre temas relevantes para a resposta à epidemia de HIV, como estigma e discriminação, juventude, universo gay e direitos. Moderados pela jornalista Glória Maria, os debates aconteceram na sala Cultura Inglesa (Duke of York Auditorium), no, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/05/esefossecomvoce-unaids-e-embaixada-reino-unido-promovem-conversas-inspiradoras-sobre-hiv-juventude-e-direitos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Youtubers, influenciadores e ativistas virtuais se reuniram em São Paulo nesta terça-feira (30/5) para participar de conversas inspiradoras sobre temas relevantes para a resposta à epidemia de HIV, como estigma e discriminação, juventude, universo gay e direitos. Moderados pela jornalista Glória Maria, os debates aconteceram na sala Cultura Inglesa (Duke of York Auditorium), no Centro Brasileiro Britânico, na capital paulista.</p>
<p><span id="more-6275"></span></p>
<p>Realizado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) em parceria com a Embaixada do Reino Unido, e o encontro contou também com o apoio de Ogilvy, Hornet e Cultura Inglesa.  Além dos debates, o evento foi  marcado pela nomeação da jornalista Glória Maria como Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS e por um show da cantora Wanessa Camargo, também Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS. Durante o show, Wanessa fez dueto com o jovem cantor e ator HIV positivo Gabriel Estrela para homenagear o cantor e compositor Cazuza<b>—</b>um dosícones da luta contra a AIDS no Brasil nos anos 1980.</p>
<div id="attachment_6300" style="width: 1293px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6300" class="wp-image-6300" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316.jpg" alt="" width="1283" height="855" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-316-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1283px) 100vw, 1283px" /><p id="caption-attachment-6300" class="wp-caption-text">Wanessa Camargo e Gabriel Estrela cantaram Codinome Beija-Flor em homenagem a Cazuza. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<div id="attachment_6278" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6278" class="wp-image-6278 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.12.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.12.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.12-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.12-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.12-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-22.32.12-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6278" class="wp-caption-text">Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, entregou o certificado de Embaixadora de Boa Vontade a Glória Maria. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>“Nosso objetivo é promover conectar pessoas e promover o debate sobre HIV  além do  ponto de vista da ciência, da saúde e da gestão pública e, por isso, nossa ideia foi provocar um debate de cunho mais social, envolvendo a juventude, a cultura digital, o universo dos jovens gays e a questão de direitos”, explica Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “O desafio foi exatamente o de falar de HIV sem ter especialistas no tema e, ao mesmo tempo, mostrar a responsabilidade da sociedade como um todo em relação ao HIV, para alcançarmos o fim da epidemia até 2030.”</p>
<p>Os jovens youtubers e educadores sexuais Tuy Potasso e Biel Vaz, do canal Sensualise Moi, foram os mestres de cerimônia do evento. Ao longo da noite, eles conduziram as passagens entre os blocos de conversas compartilhando suas experiências no canal do Youtube, trazendo também à plateia informações relevantes sobre estigma, discriminação e o crescimento da epidemia de HIV entre jovens. “Eu e Biel somos casados e ao mesmo tempo pessoas bissexuais e vivemos um poliamor. E é assim que nos identificamos e é assim que gostamos de viver nossa sexualidade. E isso não deveria ficar estampado em nossas testas como algo ruim”, disse Tuy durante o evento. “Somos felizes assim. Pare e reflita: e se fosse com você?”</p>
<div id="attachment_6279" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6279" class="wp-image-6279 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-20.39.55-1.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-20.39.55-1.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-20.39.55-1-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-20.39.55-1-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-20.39.55-1-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-20.39.55-1-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6279" class="wp-caption-text">O casal Tuy e Biel, do canal SensualiseMoi, dividiu o palco com Glória Maria durante o evento #EseFosseComVocê?. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p>Uma das estatísticas apresentadas foi a de crescimento das taxas de detecção de casos de AIDS entre jovens do sexo masculino na última década. Segundo dados do Ministério da Saúde,  eles quase triplicaram entre jovens de 15 e 19 anos, e mais de dobraram entre os de 20 a 24 anos. “Quanto mais a gente falar sobre HIV e sobre AIDS,  quanto mais a gente se informar, melhor vai ser a vivência da nossa sexualidade”, disse Biel.</p>
<p><b>Youtubers e a juventude conectada</b></p>
<p>O primeiro bloco de conversas teve como tema central a juventude conectada via Youtube e outras redes sociais. Para isso, foram convidados jovens gays que atuam como criadores de conteúdo nas redes e que falam abertamente sobre prevenção e HIV.  Participaram da conversa Gabriel Estrela (Projeto Boa Sorte), Daniel Fernandes (Prosa Positiva), Gabriel Comicholi (Hdiário)—três youtubers que vivem com HIV e falam abertamente sobre o tema—e Murilo Araújo (Muro Pequeno) —cujo canal no Youtube debate sobre sua vivência como jovem gay, negro e cristão em tempos de intolerância.</p>
<p>“Meninos, o youtube é um lugar bem descontraído onde a moçada se diverte, mas também se informa muito. E vocês estão usando esse formato e essa linguagem leve para falar de assuntos muito importantes e, muitas vezes, bem complexos”, disse Glória Maria. “Parabéns pela coragem de falarem abertamente sobre esses temas.”</p>
<div id="attachment_6280" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6280" class="wp-image-6280 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.08.04.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.08.04.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.08.04-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.08.04-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.08.04-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.08.04-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6280" class="wp-caption-text">Glória Maria e youtubers se reúnem ao final do bloco para uma selfie. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p><b>Prevenção ao HIV nos diferentes universos da comunidade gay</b></p>
<p>O segundo bloco de debates foi marcado pelo encontro de representantes de diferentes universos da comunidade gay. Gays e outros homens que fazem sexo com homens são uma das populações-chave mais afetadas pelo crescimento da epidemia de HIV na última década. Estigmatizada no início da epidemia, essa população se reinventa, se reforça, quebra barreiras e constrói pontes para lidar com o HIV e as questões da sexualidade de forma mais aberta, madura e pragmática.</p>
<p>Participaram do debate: Bruno Motta, criador do bloco de carnaval Boca de Veludo; Fernando Scarpi, responsável pelo festival gay de música eletrônica Hell &amp; Heaven; André Fischer, diretor do aplicativo de relacionamentos Hornet no Brasil; Fuh Miguel, responsável pela família D’Mattah—um dos coletivos da iniciativa Consulado das Famílias—; e Matheus Emílio, jovem liderança vivendo com HIV e criador da página Menino Gay, no Facebook.</p>
<div id="attachment_6281" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6281" class="wp-image-6281 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.27.15-1.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.27.15-1.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.27.15-1-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.27.15-1-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.27.15-1-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.27.15-1-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6281" class="wp-caption-text">Glória Maria também moderou o segundo bloco sobre prevenção ao HIV nos diferentes universos da comunidade gay. Foto: Flow Cinema/UNAIDS Brasil</p></div>
<p><b>Direitos e HIV</b></p>
<p>O terceiro bloco de conversas foi focado em um debate mais amplo sobre direitos e o HIV. Foram discutidas questões como o arcabouço legal e seu alcance para populações com maior probabilidade de exposição ao HIV, bem como os desafios para a superação de barreiras impostas pelo preconceito e a discriminação em nossa sociedade. Entre os debatedores estiveram Wasim Mir, Ministro Conselheiro da Embaixada do Reino Unido; Professor Conrado Hubner Mendes, da Faculdade de Direito da USP; a Professora Doutora Jaqueline Gomes de Jesus, professora do Instituto Federal do Rio de Janeiro; e Nathan Fernandes, Editor da Revista Galileu.</p>
<div id="attachment_6282" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6282" class="wp-image-6282 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.49.59-1.jpeg" alt="" width="1280" height="853" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.49.59-1.jpeg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.49.59-1-300x200.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.49.59-1-768x512.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.49.59-1-1024x682.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/WhatsApp-Image-2017-05-30-at-21.49.59-1-720x480.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-6282" class="wp-caption-text">O tema do terceiro bloco foi HIV e direitos. Foto: Flow Cinema/ UNAIDS Brasil</p></div>
<p>“Nós nos esquecemos que cada geração e cada grupo populacional tem suas próprias referências. E que, quando se trata de uma epidemia, precisamos continuar renovando as mensagens, adaptando a cada grupo e a cada geração”, afirma a Diretora do UNAIDS no Brasil. “Quebramos o protocolo. Trouxemos aqui profissionais de saúde, agências da ONU, gestores públicos, representantes de governo, mas nenhum desses setores esteve representado no palco. Nenhuma das pessoas no palco é especialista em HIV. Reservamos espaço para outro lado. Onde o indivíduo está inserido, para entendermos mais sobre a responsabilidade da sociedade como um todo. Queremos colocar setores diferentes para conversar, para inspirar e para nos tirar de nossas zonas de conforto. Não temos nenhuma resposta. Queremos que levem daqui a pergunta: E se fosse com você?”</p>
<p>O evento foi transmitido ao vivo pela página do Facebook da ONU Brasil. Acompanhe na íntegra:</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FONUBrasil%2Fvideos%2F1430642667020219%2F&amp;show_text=1&amp;width=560" width="560" height="671" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/05/esefossecomvoce-unaids-e-embaixada-reino-unido-promovem-conversas-inspiradoras-sobre-hiv-juventude-e-direitos/">#EseFosseComVocê?—UNAIDS e Embaixada do Reino Unido promovem conversas inspiradoras sobre HIV,  juventude e direitos</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Representantes da área de HIV e AIDS falam sobre a importância de se acabar com a discriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/05/representantes-da-area-de-hiv-e-aids-falam-sobre-importancia-de-se-acabar-com-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2017 16:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS realizou nesta semana (30/5) a primeira de uma série de conversas inspiradoras da campanha #EseFosseComVocê?, como parte de sua iniciativa Zero Discriminação. Feito em parceria com a Embaixada do Reino Unido e o Consulado Britânico de São Paulo, o encontro buscou promover debates informais sobre juventude, HIV e direitos. O evento aconteceu, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/05/representantes-da-area-de-hiv-e-aids-falam-sobre-importancia-de-se-acabar-com-discriminacao/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/05/representantes-da-area-de-hiv-e-aids-falam-sobre-importancia-de-se-acabar-com-discriminacao/">Representantes da área de HIV e AIDS falam sobre a importância de se acabar com a discriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS realizou nesta semana (30/5) a primeira de uma série de conversas inspiradoras da campanha #EseFosseComVocê?, como parte de sua iniciativa Zero Discriminação. Feito em parceria com a Embaixada do Reino Unido e o Consulado Britânico de São Paulo, o encontro buscou promover debates informais sobre juventude, HIV e direitos.<span id="more-6308"></span></p>
<p>O evento aconteceu na Sala Cultura Inglesa (Duke of York Auditorium), no Centro Brasileiro Britânico, no bairro de Pinheiros, e contou com a moderação da jornalista e Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS, Glória Maria. Os jovens youtubers Tuy Potasso e Biel Vaz, do canal Sensualise Moi foram os mestres de cerimônia. Participaram das conversas, youtubers, influenciadores e ativistas virtuais que vivem, convivem ou lidam com os temas de discriminação e prevenção ao HIV de alguma forma em suas funções e em seu cotidiano.<img loading="lazy" decoding="async" width="5400" height="3668" class="aligncenter size-full wp-image-6311" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118-300x204.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118-768x522.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118-1024x696.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118-1767x1200.jpg 1767w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-118-720x489.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /></p>
<p>“Fizemos um evento diferente dos moldes tradicionais. Trouxemos aqui profissionais de saúde, agências da ONU, gestores públicos, representantes de governo, mas nenhum desses setores esteve representado no palco”, explica Georgiana Braga-Orillard.  “Nenhuma das pessoas no palco era especialista em HIV. No palco, reservamos espaço para o outro lado, onde o indivíduo está inserido nessa resposta à epidemia, para entendermos mais sobre a responsabilidade da sociedade como um todo.”</p>
<p>Seguindo o tom da campanha #EseFosseComVocê?, lançada em março em parceria com a Ogilvy e apoio da Rede Globo, os debates tiveram o objetivo de provocar a reflexão. “Queremos colocar setores diferentes para conversar, criar conexões, inspirar uns aos outros e para nos tirar de nossas zonas de conforto. Não temos nenhuma resposta. Nosso objetivo foi o de fazer todo mundo sair dos debates com a pergunta: E se fosse com você?”</p>
<p>O evento foi planejado para ter uma atmosfera intimista, para  150 convidados, mas foi <a href="https://www.facebook.com/ONUBrasil/videos/1430642667020219/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transmitido ao vivo pela página do Facebook da @ONUBrasil</a> e pela <a href="https://www.facebook.com/wanessaoficial/videos/1360907917337137/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">página do Facebook da  Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil, @WanessaCamargo</a> e alcançando mais de 300 mil pessoas.  <img loading="lazy" decoding="async" width="5400" height="3600" class="aligncenter size-full wp-image-6312" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-134-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /></p>
<p>Antes do início dos debates, o anfitrião do evento, Ministro Conselheiro da Embaixada do Reino Unido no Brasil, e representantes da área de IST/AIDS do governo federal, estado e município de São Paulo fizeram as falas de boas-vindas. A Diretora do Departamento de IST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dra. Adele Benzaken, foi uma delas. Adele parabenizou o UNAIDS pela campanha e pelo evento e destacou os avanços que o Brasil teve nos últimos tempos na luta contra a AIDS, destacando a incorporação do dolutegravir e da PrEP (profilaxia pré-exposição) no SUS.</p>
<p>Adele, entretanto, ressaltou que isso ainda não é o suficiente. Para ela é preciso lutar incansavelmente contra a discriminação e o preconceito em torno do tema. “Nesse quesito, artistas, jornalistas, atletas e celebridades têm um papel fundamental, porque eles emprestam sua voz, seu talento, sua beleza e sua arte para formarem opinião e com isso contribuem para mudar essa realidade.”</p>
<p>A Diretora do UNAIDS no Brasil agradeceu o apoio do Ministério da Saúde à iniciativa Zero Discriminação e ressaltou a importância de reunir pessoas fora do universo da saúde, de governo, gestão e da ONU para discutir o tema. “Precisamos levar o debate à sociedade e falar de responsabilidade social—que é complementar e essencial ao que já está sendo feito e é o princípio da iniciativa Zero Discriminação”, explicou.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" width="5400" height="3507" class="aligncenter size-full wp-image-6319" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162.jpg 5400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162-300x195.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162-768x499.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162-1024x665.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162-1800x1169.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/05/RN-FlowCinema-30052017-162-720x468.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5400px) 100vw, 5400px" /></p>
<p>Também participaram das falas de boas-vindas ao evento Maria Clara Gianna, Diretora do Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS do Estado de São Paulo, Maria Cristina Abbate, Coordenadora do Programa Municipal de DST/AIDS de São Paulo.</p>
<p>“As agendas de DST/AIDS e dos Direitos Humanos se integram o tempo todo. É muito importante essa liderança sempre vigorosa do UNAIDS no sentido de trazer esse debate e incluindo pessoas de outros setores que não da saúde, que são muito importantes para amplificar nossa voz de profissionais de saúde e de gestores do serviço público pela questão da intransigência na defesa de direitos humanos&#8221;, disse Maria Cristina. &#8220;É impossível atuarmos na agenda da prevenção às IST/AIDS sem atuarmos na área da defesa de direitos.”</p>
<p>Para a Diretora Centro de Referência e Treinamento em DST/AIDS do Estado de São Paulo as pautas de direitos humanos e da Zero Discriminação são uma questão que tem permeado várias das discussões e das ações na área de HIV. &#8220;Mas a gente percebe que a gente tem que investir ainda mais. A hashtag #EseFosseComVocê é muito importante porque nos permite discutir diferentes questões e olhar para tudo que a gente ainda tem para fazer&#8221;, disse Maria Clara. &#8220;Hoje a gente espera avançar também na discussão da prevenção de HIV entre jovens e fundamentalmente entre jovens gays. A gente tem realmente que discutir essa questão: é uma epidemia concentrada no nosso país e no nosso estado com a necessidade de estratégias diferenciadas.”</p>
<p>O Ministro Conselheiro da Embaixada do Reino Unido no Brasil, abriu as falas com um discurso sobre direitos. “O trabalho em direitos humanos é muito importante para nós no Reino Unido. Já trabalhei com o UNAIDS em Nova York e quando trabalhava com o presidente da Assembleia Geral da ONU e tive que organizar um evento de alto nível para resposta ao HIV e à AIDS. Foi um dos melhores momentos de minha vida profissional”, disse Mir. “O progresso que fizemos nos últimos anos contra o HIV foi muito impressionante. Mas temos muito trabalho a fazer. E o trabalho com a sociedade civil feito pelo UNAIDS é muito importante.”</p>
<p>Logo após as falas de boas-vindas, que ocorreram durante o coquetel de recepção, os convidados foram direcionados ao auditório para assistir aos debates. O evento foi marcado também pela nomeação de Glória Maria como Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS e por um pocket show da também Embaixadora do UNAIDS, Wanessa Camargo—que prestou uma homenagem ao cantor e compositor Cazuza ao fazer um dueto com o ator e cantor Gabriel Estrela, jovem liderança que vive com HIV e que tem um canal no Youtube chamado Projeto Boa Sorte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/05/representantes-da-area-de-hiv-e-aids-falam-sobre-importancia-de-se-acabar-com-discriminacao/">Representantes da área de HIV e AIDS falam sobre a importância de se acabar com a discriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS é lançada no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/03/campanha-esefossecomvoce-do-unaids-e-lancada-no-programa-encontro-com-fatima-bernardes-da-rede-globo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 20:43:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“A pessoa é muito mais que o HIV. Então toda vez que há preconceito, você dificulta o acesso ao tratamento e à testagem”, disse o psiquiatra Jairo Bouer durante o debate sobre discriminação e HIV que aconteceu o programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3). Além de dedicar uma parte do programa ao, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/campanha-esefossecomvoce-do-unaids-e-lancada-no-programa-encontro-com-fatima-bernardes-da-rede-globo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“A pessoa é muito mais que o HIV. Então toda vez que há preconceito, você dificulta o acesso ao tratamento e à testagem”, disse o psiquiatra Jairo Bouer durante o debate sobre discriminação e HIV que aconteceu o programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3). Além de dedicar uma parte do programa ao tema, a apresentadora Fátima Bernardes anunciou o lançamento da campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS, em parceria com a Globo.</span><span id="more-5743"></span></p>
<div id="attachment_5755" style="width: 1365px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globoplay.globo.com/v/5702367/"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5755" class="wp-image-5755 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani.png" width="1355" height="763" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani.png 1355w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-1024x577.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1355px) 100vw, 1355px" /></a><p id="caption-attachment-5755" class="wp-caption-text">Campanha #EseFosseComVocê? foi lançada no programa Encontro com Fátima Bernardes no dia 6 de março. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Estrelada pelos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS, Mateus Solano e Wanessa Camargo, a campanha busca provocar uma reflexão nos telespectadores e internautas sobre como cada pessoa reagiria se fosse confrontada com uma situação de discriminação.  A campanha #EseFosseComVocê? foi produzida pela Ogilvy Brasil e faz parte da plataforma de defesa dos direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito, lançada pela Direção de Responsabilidade de Globo em setembro de 2016. Quatro diferentes filmes mostram situações de discriminação ocorridas em um cinema de uma capital brasileira – situações que buscam simbolizar todos os outros tipos de discriminação sofrida por diferentes grupos e em diferentes contextos da vida cotidiana do brasileiro, em pleno século XXI.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo na abertura do programa, Fátima falou da importância da celebração do Dia Mundial de Zero Discriminação – em 1º de março – e usou as borboletas que são símbolo da iniciativa do UNAIDS para decorar o estúdio ao longo do debate, colocando também a hashtag #ZeroDiscriminação em evidência para os telespectadores.</span></p>
<div id="attachment_5744" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globoplay.globo.com/v/5702367/"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5744" class="wp-image-5744 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-5744" class="wp-caption-text">Clique na imagem acima para assistir ao lançamento da campanha no Encontro com Fátima Bernardes. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, Fátima contou a história do jovem Geovanni Henrique, que teve um post viralizado no Facebook no final de janeiro, depois de dizer abertamente HIV positivo. “As pessoas ficam se escondendo, têm vergonha. Pra mim, foi fácil por causa da aceitação da família. No meu primeiro trabalho, eles me aceitaram, mas pediram para eu não comentar, para não ficar aqueles comentários”, contou o jovem que descobriu há três anos que vive com HIV. “Tem muito preconceito, mas quem quer dar a cara a tapa pra isso?”, questionou Henrique.</span></p>
<div id="attachment_5745" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5745" class="wp-image-5745 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-5745" class="wp-caption-text">Geovanni Henrique participou do Encontro com Fátima Bernardes e falou sobre o post que publicou na Facebook revelando sua sorologia. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra convidada do programa foi a ativista em HIV e AIDS Silvia Almeida. “Eu tinha um casamento de 14 anos. Meu marido foi diagnosticado com HIV. Na verdade, ele já tinha AIDS”, contou Silvia. “Quando veio meu resultado, minha médica disse que tinha um notícia boa e uma ruim, a ruim era que eu estava infectada e a boa era que meu filho de 1 ano e meio não estava infectado. Eu considero essa como minha primeira vitória contra o HIV.” </span></p>
<div id="attachment_5746" style="width: 919px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5746" class="wp-image-5746 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia.png" width="909" height="509" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia.png 909w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia-300x168.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia-768x430.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia-720x403.png 720w" sizes="auto, (max-width: 909px) 100vw, 909px" /><p id="caption-attachment-5746" class="wp-caption-text">Durante o Encontro com Fátima Bernardes, Silvia Almeida falou sobre HIV, superação, amor e família. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos ao redor do mundo comprovam que o estigma e a discriminação relacionados ao HIV e à AIDS estão entre os maiores obstáculos para que as pessoas procurem a testagem e tenham adesão ao tratamento antirretroviral. Populações-chave para a resposta à epidemia – que, no caso do Brasil, são gays e outros homens que fazem sexo com homens, travestis e mulheres trans, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas – tornam-se ainda mais vulneráveis do que já são à epidemia por se sentirem desencorajadas de buscar serviços de saúde e de falar abertamente sobre a sorologia positiva para o HIV.</span></p>
<div id="attachment_5747" style="width: 924px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5747" class="wp-image-5747 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd.png" width="914" height="516" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd.png 914w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd-768x434.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd-720x406.png 720w" sizes="auto, (max-width: 914px) 100vw, 914px" /><p id="caption-attachment-5747" class="wp-caption-text">A apresentadora Fátima Bernardes e os convidados Henrique Geovanni e Silvia Almeida, durante o programa Encontro com Fátima de 6/3/2017</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">“E claro que bateu uma tristeza, a vida vira de cabeça pra baixo. Durante o processo de adoecimento dele, durante dois anos, preferi ficar ao lado do meu marido, que sempre foi um ótimo pai e um ótimo companheiro. Eu acho que troquei a mágoa pela dor da perda. Não quis sentir raiva do meu marido”, contou Silvia, que é mãe de dois filhos.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">E continuou: “hoje eu consigo brincar com isso, mas foi difícil. Eu perdi muito cabelo, eu fiquei com 37 quilos, viúva, sem uma herança, com HIV, careca, baixinha, com dois filhos pequenos. A psicóloga me ajudou muito, ela não me deixava falar do HIV, ela queria que eu falasse sobre quem eu era, sobre meus sonhos&#8230; Eu me reergui. Primeiro, eu me relacionei com uma pessoa também portadora do vírus HIV. Depois disso, me relacionei com uma pessoa do trabalho que não tinha nada a ver com HIV. Antes de sair com ele, eu mandei um email de uma matéria que eu tinha saído sobre viver e trabalhar com HIV. Eu disse pra ele: ‘olha, vou te mandar um email, se você quiser sair depois de ler o email, estou aqui.’ Meu coração ficou batendo. Meia hora depois ele me ligou e disse eu só quero saber uma coisa, que horas você sai?”.</span></p>
<div id="attachment_5748" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5748" class="wp-image-5748 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-5748" class="wp-caption-text">Convidados e especialista participaram de debate sobre discriminação e HIV no programa Encontro com Fátima Bernardes (6/3). Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A cantora Vitória Falcão, da dupla Anavitória, também participou do programa como convidada musical e contribuiu para o debate. “Não se tem informação, há um tabu com relação ao HIV”, disse a jovem. “Tem um youtuber curitibano [Gabriel Comicholi] fazendo vários vídeos sobre todos os passos de seu diagnóstico”, lembrou a cantora. “Quanto mais se fala, quanto mais se discute, menos preconceito.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCzJHW09mot3JJvSqJi_ve-g"><span style="font-weight: 400;">Gabriel Comicholi</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, citado pela cantora, outras pessoas vivendo com HIV têm servido de inspiração para jovens como Geovanni Henrique nas redes sociais. Só no Youtube, existem pelo menos 10 canais liderados por </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/2017/01/jovens-talentos-online-trazem-nova-voz-para-resposta-ao-hiv-e-discriminacao/"><span style="font-weight: 400;">jovens vivendo com HIV</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e que têm mobilizado parceiros e outros jovens para dar destaque ao tema. Entre eles, o canal do ator </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCcg2yzyxjl1Lc8LMjo6y1Tg"><span style="font-weight: 400;">Gabriel Estrela</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; que foi um dos precursores dessa onda com o </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.facebook.com/projetoboasorte/"><span style="font-weight: 400;">Projeto Boa Sorte</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e co-autor, em parceria com o UNAIDS, na </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://gshow.globo.com/webseries/eu-so-quero-amar-malhacao-seu-lugar-no-mundo/no-ar.html"><span style="font-weight: 400;">websérie Eu Só Quero Amar</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, spin-off da série de TV Malhação: Seu Lugar no Mundo. Também fazem parte do grupo, o jovem ativista </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCvORuPRYH92ZGHrxb3OugoQ"><span style="font-weight: 400;">Daniel Fernandes</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; do Prosa Positiva, </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=lco1JzqEkOM"><span style="font-weight: 400;">Bia Nickytinha</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; do Sou soropositiva e daí, </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=4-IZdAR06ck"><span style="font-weight: 400;">Filipe Santos</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; do Vida Positiva, </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=RBpFQPaQu2g"><span style="font-weight: 400;">Gilma Aranha</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, Luiz Felipe &#8211; do </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=vv17hpH-s_w"><span style="font-weight: 400;">Loka de Efavirenz</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, Rafael Bolacha &#8211; do </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=A3kGPwN6HO8"><span style="font-weight: 400;">Chá dos 5</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, o canal </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UC5xKuc0eOD-ZOekv3V1JPwg"><span style="font-weight: 400;">Fachki</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e o </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCrVvcphDBKg5YwZLE3Q0yww/feed"><span style="font-weight: 400;">Positivo Mateus</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para repercutir o debate que aconteceu no palco, Fátima consultou a plateia sobre o peso do preconceito e da discriminação para pessoas vivendo com HIV, e colheu um depoimento contundente de um jovem que convive com o HIV, pois tem um amigo HIV positivo. “A gente sempre pensa que não tem preconceito até que temos que enfrentar isso de cara. O que aconteceu com meu amigo foi muito recente. E depois que eu notei que o convívio com ele não mudou em nada, foi aí que eu pensei que temos que discutir sobre isso. O vírus não pode ser demonizado”, disse o convidado, identificado como Gabriel.</span></p>
<div id="attachment_5759" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5759" class="wp-image-5759 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-5759" class="wp-caption-text">Jairo Bouer esclarece dúvidas relacionadas ao HIV e à AIDS durante o debate. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o debate, os convidados falaram também &#8211; de maneira informativa, emocionada e, muitas vezes, descontraída, sobre conceitos importantes para os telespectadores – com a diferença entre o HIV (o vírus) e a AIDS (a síndrome) – e discutiram questões como relacionamentos, a importância da conscientização sobre o uso do preservativo e a prevenção como um todo, até questões mais específicas da resposta à epidemia de HIV, como a evolução biomédica – teste rápido, profilaxia pré-exposição (PrEP) – e as metas mundiais de tratamento 90-90-90 para chegarmos ao fim da epidemia de AIDS até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O psiquiatra Jairo Bouer destacou que a maioria das pessoas que se infectam com HIV hoje em dia são pessoas jovens. </span><span style="font-weight: 400;">“O UNAIDS considera hoje que se 90% das pessoas souberem que têm o resultado do HIV positivo e se 90% dessas pessoas tomarem o remédio e 90% dessas que tomam remédio tornassem indetectável a sua carga viral, com carga viral zero, em até 15, 20 anos a gente não teria mais transmissão sexual do HIV. Então, é importante que as pessoas saibam o seu status, tomem remédio, se cuidem e aí a gente vai praticamente reduzir a zero essa transmissão”, disse o especialista, ao se referir às metas de tratamento 90-90-90 que precisam ser alcançadas até 2020 se quisermos chegar ao fim dos níveis epidêmicos da AIDS até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A gente viu todo mundo indo embora, Cazuza, Renato Russo, Lauro Corona, na nossa época. Mas eu acho que talvez hoje em dia, (&#8230;) como justamente não é mais uma sentença de morte, as pessoas não se preocupam mais em usar camisinha. É como se a AIDS não fosse mais. É claro que é”, disse a atriz Maria Ribeiro. “Óbvio que tá tudo bem! Você vai viver com isso, como eu vivo com meu ansiolítico. Mas também é uma coisa que é uma doença que a gente tem que se prevenir. Eu acho que a gente é muito dessituado com camisinha.”</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/88ta0Isifto" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/episodio/2017/03/06/maria-ribeiro-lucio-mauro-filho-e-anavitoria-participam-do-encontro.html#video-5702367"><span style="font-weight: 400;">Assista ao programa</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> Encontro com Fátima de 6/3 e acompanhe o debate. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://bit.ly/2n5I6Me"><span style="font-weight: 400;">Conheça a campanha #EseFosseComVocê.</span></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Junte aos nossos Embaixadores de Boa Vontade, Mateus Solano e Wanessa Camargo: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://bit.ly/2mc1jMY"><span style="font-weight: 400;">participe do debate! Faça parte dessa mudança!</span></a></span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/03/campanha-esefossecomvoce-do-unaids-e-lancada-no-programa-encontro-com-fatima-bernardes-da-rede-globo/">Campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS é lançada no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Mar 2017 19:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) lança uma campanha publicitária pelo respeito e pelo fim da discriminação: #EseFosseComVocê. Os quatro filmes, que são apoiados pela Globo e serão exibidos nos intervalos da programação a partir de 7 de março, contam com a participação dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) lança uma campanha publicitária pelo respeito e pelo fim da discriminação: <em>#EseFosseComVocê</em>. Os quatro filmes, que são apoiados pela Globo e serão exibidos nos intervalos da programação a partir de 7 de março, contam com a participação dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus Solano e Wanessa Camargo. O lançamento da campanha acontece no programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3), que traz como um dos temas de debate a discriminação com pessoas vivendo com HIV.<br />
<span id="more-5592"></span></p>
<p>A ação é apoiada por meio da plataforma de defesa de direitos humanos<a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> Tudo Começa pelo Respeito</em></a>, lançada pela Diretoria de Responsabilidade Social da Globo em 2016. Criados pela Ogilvy Brasil, os filmes provocam a reflexão e o debate sobre as diferentes formas de discriminação que ainda existem na sociedade, em pleno século XXI: contra cor, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, deficiência e até mesmo sorologia positiva para o HIV, entre tantas outras.</p>
<p>“O pano de fundo para a campanha é uma sala de cinema em uma grande capital do país. Em formato de experimento social, os filmes simulam situações reais que ocorrem diariamente nos mais diversos momentos da vida cotidiana dos brasileiros”, conta Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “O objetivo é realmente provocar desconforto em quem assiste aos filmes e provocar uma reflexão construtiva sobre como cada pessoa reagiria caso se deparasse diretamente com uma situação dessas de envolvendo preconceito e discriminação.”</p>
<p>Através de lentes de câmeras escondidas instaladas na bilheteria de um cinema, o vendedor é flagrado colocando os clientes diante de situações evidentes de discriminação em relação à pessoa que se sentará na poltrona ao seu lado durante o filme. Ao incitar a reflexão com a pergunta “E se fosse com você?”, Mateus Solano e Wanessa Camargo encerram os filmes com uma mensagem inspiradora, com o objetivo de promover a empatia e o respeito para a construção de uma sociedade livre da discriminação.</p>
<p><strong>Situações retratadas nos filmes – e seus desdobramentos</strong></p>
<p>Dentre todas as formas de discriminação vivenciadas até os dias de hoje por todo o Brasil, nos mais diversos ambientes e situações, os criadores da campanha escolheram retratar especificamente quatro delas: a discriminação contra pessoas vivendo com HIV, contra negros, contra pessoas com deficiência e contra nordestinos – esta última ainda muito comum nas regiões Sul e Sudeste do país. O objetivo é o de que essas histórias representem, mesmo que de forma simbólica, o conjunto das situações discriminatórias reportadas por diversas outras populações e grupos.</p>
<p><strong>Pessoas vivendo com HIV</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5717" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png" width="400" height="213" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png 1914w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-300x159.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-768x408.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-1024x544.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-1800x956.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-720x383.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Nessa situação, o atendente do cinema, de forma discriminatória, avisa ao comprador que sua poltrona será ao lado de uma pessoa soropositiva. A reação do cliente segue a linha discriminatória do caixa ao dizer que não aceita a poltrona sugerida. Dados da PCAP (Pesquisa de Comportamentos, Atitudes e Práticas) de 2013, do Ministério da Saúde mostram que 90,8% das pessoas afirmam saber que uma pessoa com aparência saudável pode estar infectada pelo HIV. Contudo, cerca de 26% dos entrevistados ainda acreditam que uma pessoa pode ser infectada pelo HIV ao compartilhar talheres ou ao usar banheiros públicos. E quase 67% deles não sabem que uma pessoa que esteja tomando medicamento para HIV tem menos risco de transmitir o vírus para outra pessoa.  De acordo com pesquisa realizada pelo Índice de Estigma sobre Pessoas Vivendo com HIV (<u>People Living with HIV Stigma Index</u>), pessoas que vivem com HIV têm altas probabilidades de sofrerem insultos verbais, assédio e ameaças.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/88ta0Isifto" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>População afrodescendente</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5719" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png" width="400" height="223" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png 1898w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-768x428.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-1024x570.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-1800x1002.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-720x401.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Nesse filme, o atendente faz comentário discriminatório parecido e deixa o casal da fila perplexo, sem reação. No Brasil, estatísticas apontam que a violência contra jovens homens negros é crescente e com elevada disparidade em relação aos jovens homens brancos – o que sugere que a população negra tem expectativa de vida menor (2011, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/5211/1/Comunicados_n91_Din%C3%A2mica_Demogr%C3%A1fica.pdf">fonte</a></u>).  Em estudo feito no município do Rio de Janeiro, observou-se que mulheres negras e pardas são majoritariamente atendidas em estabelecimentos públicos, 58,9% e 46,9%, respectivamente, e nas maternidades conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS), 29,6% e 32%, respectivamente. Por outro lado, quase metade das brancas, 43,7%, tiveram seus partos realizados em maternidades privadas. A mesma pesquisa mostrou que um terço das mulheres negras e pardas não conseguiu atendimento no primeiro estabelecimento procurado e, no parto vaginal, recebeu menos anestesia (2005, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89102005000100013">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>Pessoas com deficiência</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5718" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png" width="400" height="224" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png 1891w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-300x168.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-768x431.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-1024x574.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-1800x1009.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-720x404.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>O terceiro filme mostra o atendente do cinema comentando com uma cliente que a poltrona dele é ao lado de um deficiente. Ela reage imediatamente ao ato discriminatório perguntando de volta “qual o problema?” – e o atendente tenta justificar sua posição. O Censo 2010 apontou que a taxa de alfabetização para a população total foi de 90,6%, enquanto a do segmento de pessoas com pelo menos uma das deficiências foi de 81,7%. Em 2010, 6,7% das pessoas com deficiência possuíam diploma de curso superior, enquanto 10,4% das pessoas sem deficiência o possuíam (2010). Em 2010 havia, sem instrução e fundamental completo, um total de 61,1% das pessoas com deficiência, entre as pessoas sem nenhuma deficiência, esse número era 38.2% (2010).</p>
<p><strong>Discriminação regional</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5722" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png" width="400" height="214" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png 1916w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-300x160.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-768x410.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-1024x547.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-1800x962.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-720x385.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Para simbolizar a discrimnação geralmente praticada até os dias de hoje pelas pessoas das regiões Sul e Sudeste do país contra aquelas vindas das regiões Norte e Nordeste, o quarto filme mostra o vendedor de bilhetes do cinema dizendo a uma senhora que a poltrona escolhida por ela fica ao lado de um nordestino. Essa situação também deixa a pessoa sem entender o que se passa: “Como assim?”, indaga. As desigualdades regionais ainda são marcantes no país. Em 2004, a média de anos de estudos da população nordestina era de 5,5, contra 7,5 anos no Sudeste (2011, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.ipea.gov.br/igualdaderacial/images/stories/pdf/segundaedicao.pdf">fonte</a></u>). O segundo maior motivo de denúncias na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo é relacionado à discriminação contra nordestinos (2016, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/02/24/negros-e-nordestinos-sao-principais-vitimas-de-discriminacao-em-sp.htm">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>Outras populações e grupos discriminados</strong></p>
<p>Preconceito é a atitude negativa – ou seja, uma avaliação ou julgamento – em relação aos membros de um grupo social. Como atitude, ele envolve emoções como medo, desgosto, raiva e desprezo. Enquanto o estigma reside na estrutura e nas relações da sociedade, o preconceito reside na mente dos indivíduos. A discriminação é comportamento. Refere-se ao tratamento diferenciado dos indivíduos de acordo com seu pertencimento a um determinado grupo. Discriminação, o ato, é distinto de preconceito, a atitude. Muitos outros grupos e populações são vulneráveis a essas situações em seu cotidiano: por serem LGBTI+, refugiados, imigrantes, praticarem uma ou outra religião, vestirem-se de um determinado jeito&#8230;</p>
<p>De acordo com estimativas calculadas pelo UNAIDS, a homofobia, por exemplo, custa ao Brasil  2,3 bilhões de dólares por ano &#8211; o que daria mais de 7 bilhões de reais por ano pela cotação média de março de 2017. O custo da homofobia para cada país é calculado a partir da construção de um índice de homofobia, que considera aspectos de homofobia institucional (legislação) e homofobia social (aceitação da diversidade sexual). O cálculo considera o custo em  termos de perda de produtividade (desemprego, negação de promoção) e em termos de saúde (saúde mental, física, morte prematura por crime de ódio). O índice de homofobia no Brasil é de 0,338. O Brasil está atrás de Uruguai (0,189), Argentina (0,298) e México (0,321). O índice para América Latina é de 0,489. Quanto menor o índice, mais inclusivo é o país (2016, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2016-prevention-gap-report_en.pdf">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>“É difícil imaginar que até hoje muitas pessoas ainda sejam obrigadas a enfrentar algum tipo de discriminação ao longo de suas vidas, simplesmente por serem quem são. Isso precisa acabar! E essa mudança, começa pelo respeito.”</strong></p>
<p>(Mateus Solano, ator e Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS)</p>
<p><strong>“Ter uma atitude Zero Discriminação significa aceitar e respeitar o direito que cada pessoa tem de viver sua vida de forma digna e plena. Chega de discriminação em nossa sociedade. Que eu, você e todo mundo possamos ser quem somos, do jeito que queremos ser. E que sejamos respeitados por isso.”</strong></p>
<p>(Wanessa Camargo, cantora e Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS)</p>
<p><strong>ZERO DISCRIMINAÇÃO</strong></p>
<p>A iniciativa <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/zero_discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Zero Discriminação</a></span> do UNAIDS celebra o direito de todos a uma vida plena e produtiva com dignidade. Por meio de seus Embaixadores de Boa Vontade e de diversas ações pelo mundo, o UNAIDS busca mobilizar principalmente jovens e comunidades na promoção da inclusão e do respeito – não importando origem, orientação sexual, identidade de gênero, estado sorológico para HIV, raça ou etnia, ou qualquer outra condição passiva de discriminação. A borboleta da campanha – símbolo da transformação – representa o compromisso em assumir um comportamento aberto à diversidade e ao respeito.</p>
<p><strong>TUDO COMEÇA PELO RESPEITO</strong></p>
<p>Racismo. Violência. Assédio. Homofobia. Machismo. Em tempos como esse, é preciso mobilizar a sociedade para o fortalecimento de uma cultura que não apenas tolere, mas respeite direitos. Em parceria com UNESCO, UNICEF, UNAIDS e ONU MULHERES, a Globo lançou, em setembro de 2016, a plataforma ‘Tudo começa pelo Respeito’, um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTs, negros, deficientes, religiosos, soropositivos e públicos vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união de esforços e de iniciativas conjugadas com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo quer sensibilizar a sociedade sobre a importância da tolerância e do respeito para o bem comum. A ideia é ganhar espaço nas conversas em casa, no trabalho, na hora do lazer, em todos os momentos e lugares em que haja espaço para a reflexão. E, principalmente, incentivar o primeiro passo para uma mudança de atitude.</p>
<p><strong>UNAIDS</strong></p>
<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lidera e inspira o mundo para alcançar sua visão compartilhada de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à AIDS. O UNAIDS une os esforços com 11 organizações &#8211; ACNUR, UNICEF, PMA, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS e Banco Mundial &#8211; e trabalha em estreita colaboração com parceiros nacionais e globais para acabar com a epidemia da AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Saiba mais em <a href="http://www.unaids.org.br/"><strong>unaids.org.br</strong></a> e conecte-se com a gente no <a href="http://www.facebook.com/unaidsbrasil"><strong>Facebook</strong></a>, <a href="https://twitter.com/unaidsbrasil"><strong>Twitter</strong></a> e <strong>Instagram</strong>.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/2017_03_06_PressRelease_Mateus-Solano-e-Wanessa-Camargo-estrelam-campanha-do-UNAIDS_V5_completo.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Acesse o comunicado de imprensa completo aqui.</a></span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/">Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Conheça a Zero Discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2017 19:56:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A iniciativa Zero Discriminação celebra o direito de todos a uma vida plena, digna e produtiva – não importando sua origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça, etnia, religião, deficiência e tantos outros motivos de discriminação. Unindo vozes, comunidades, indivíduos e sociedades, podemos transformar o mundo, todos os dias e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/conheca_zerodiscriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa Zero Discriminação celebra o direito de todos a uma vida plena, digna e produtiva – não importando sua origem, orientação sexual, identidade de gênero, sorologia para o HIV, raça, etnia, religião, deficiência e tantos outros motivos de discriminação. Unindo vozes, comunidades, indivíduos e sociedades, podemos transformar o mundo, todos os dias e em todos os lugares, para alcançarmos uma sociedade com zero discriminação. A iniciativa busca demonstrar que todos podem se informar para acabar com seus preconceitos e ajudar na promoção da tolerância, do respeito, da compaixão e da paz.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://c1.staticflickr.com/3/2859/33190008496_d264d4e1de_z.jpg" alt="Lançamento da #ZeroDiscriminação no Rio" width="640" height="427" /><script async="" src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
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<p>Lançada mundialmente no dia 1º de março de 2013, a iniciativa Zero Discriminação tem como mascote a borboleta &#8211; símbolo de um processo de transformação – para que ela represente o compromisso de todos em assumir a transformação rumo a um comportamento aberto à diversidade e ao respeito.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/4DbsdqJJFjM?list=PL06QJYA4SlQjNBzQbdWan7l-Dapdn96sV" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Liderada pela porta-voz do UNAIDS para a Zero Discriminação e vencedora do prêmio Nobel da Paz, Daw Aung San Suu Kyi, a iniciativa consagrou o dia 1º de março como Dia Mundial de Zero Discriminação – buscando mobilizar jovens, comunidades, organizações religiosas e defensores dos direitos humanos, entre outros, na promoção da inclusão e do respeito a esses direitos inalienáveis.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/Z8dDdqY1geo?list=PL06QJYA4SlQjNBzQbdWan7l-Dapdn96sV" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>No Brasil, a Zero Discriminação conta com o apoio dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS, o ator Mateus Solano e a cantora Wanessa Camargo, para trazer à tona o debate sobre a discriminação e a promoção dos direitos humanos.</p>
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<h2><b>Prêmios e reconhecimento </b></h2>
<p>Desde o início das atividades da iniciativa Zero Discriminação no Brasil, em 2014, o UNAIDS já recebeu dois prêmios de reconhecimento pelo seu papel de apoio à diversidade sexual e à visibilidade da comunidade LGBTII+ e das pessoas vivendo com HIV.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/premioDignidade.png"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-5632 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/premioDignidade-225x300.png" alt="" width="249" height="332" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/premioDignidade-225x300.png 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/premioDignidade.png 433w" sizes="auto, (max-width: 249px) 100vw, 249px" /></a>Prêmio Aliad@s da Cidadania LGBTI+ 2016, concedido pela ONG <a href="http://www.grupodignidade.org.br/">Grupo Dignidade</a>, reconhece as contribuições de pessoas e instituições em relação ao fortalecimento da cidadania das pessoas LGBT no Paraná. Desde o início da epidemia do HIV, o Grupo Dignidade desenvolve um papel importante na promoção da prevenção ao HIV em comunidades de gays e HSH, assim como no enfrentamento do estigma e da discriminação. Em seus 24 anos, o Grupo Dignidade é considerado uma referência internacional pelo trabalho desenvolvido junto a estas comunidades e pela representatividade que tem assumido tanto em fóruns nacionais quanto internacionais.  (14/3 &#8211; Curitiba &#8211; PR)</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/cellos.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="219" class="size-medium wp-image-5634 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/cellos-300x219.png" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/cellos-300x219.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/cellos-768x561.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/cellos-720x526.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/cellos.png 787w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania LGBTI+ do Grupo Cellos (Centro de Luta Pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais) reconhece instituições, iniciativas e personalidades que contribuíram para a visibilidade e fortalecimento do movimento LGBTI+ e trabalham para o benefício da comunidade LGBTI+ em Minas Gerais e no Brasil. (14/7/2016) &#8211; Belo Horizonte (MG)</p>
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<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5777 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Nossas-Metas.png" alt="" width="810" height="450" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Nossas-Metas.png 810w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Nossas-Metas-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Nossas-Metas-768x427.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/Nossas-Metas-720x400.png 720w" sizes="auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px" /></h2>
<h2><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5779 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/ESTIGMA.png" alt="" width="810" height="450" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/ESTIGMA.png 810w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/ESTIGMA-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/ESTIGMA-768x427.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/ESTIGMA-720x400.png 720w" sizes="auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px" /></h2>
<h3 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-5780 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/PRECONCEITO.png" alt="" width="810" height="450" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/PRECONCEITO.png 810w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/PRECONCEITO-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/PRECONCEITO-768x427.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/PRECONCEITO-720x400.png 720w" sizes="auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px" /></h3>
<h6 style="text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5781 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/DISCRIMINAÇÃO.png" alt="" width="810" height="450" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/DISCRIMINAÇÃO.png 810w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/DISCRIMINAÇÃO-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/DISCRIMINAÇÃO-768x427.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/DISCRIMINAÇÃO-720x400.png 720w" sizes="auto, (max-width: 810px) 100vw, 810px" /></h6>
<h2><b>HIV, estigma e discriminação </b></h2>
<p>O estigma e a discriminação estão entre os principais obstáculos para a prevenção, tratamento, cuidado em relação ao HIV.  Pesquisas demonstram que o estigma e a discriminação prejudicam os esforços no enfrentamento à epidemia de HIV ao fazer com que as pessoas tenham medo de procurar informações, serviços e métodos capazes de reduzir o risco de infecção e de adotar comportamentos mais seguros com receio de que sejam levantadas suspeitas em relação ao seu estado sorológico.</p>
<p>Pesquisas também mostraram que o medo do estigma e da discriminação, que pode também estar ligado ao medo da violência, desencoraja pessoas que vivem com o HIV a revelar sua sorologia positiva até mesmo aos familiares e parceiros sexuais, além de prejudicar sua capacidade e sua vontade de acessar e aderir ao tratamento.</p>
<p>Clique aqui e conheça o Índice de Estigma sobre Pessoas Vivendo com HIV.</p>
<p>Assim, o estigma e a discriminação enfraquecem as chances que indivíduos e comunidades têm de se protegerem do HIV e de se manterem saudáveis caso já estejam vivendo com o vírus.</p>
<p><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Já conhece a Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde?</a></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5650 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805.jpg" alt="" width="3456" height="2148" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805.jpg 3456w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805-300x186.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805-768x477.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805-1024x636.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805-1800x1119.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/IMG_0805-720x448.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 3456px) 100vw, 3456px" /></p>
<p>O estigma relacionado ao HIV refere-se às crenças, atitudes e sentimentos negativos em relação às pessoas vivendo com o vírus (como também em relação seus familiares e pessoas próximas) e outras populações que estão em maior risco de infecção pelo vírus (populações-chave), como gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e travestis e transexuais.</p>
<p>A discriminação relacionada ao HIV refere-se ao tratamento desigual e injusto (por ação ou omissão) de um indivíduo baseado em seu estado real ou percebido em relação ao HIV. A discriminação, no contexto do HIV, também inclui o tratamento desigual daquelas populações mais afetadas pela epidemia ou mais vulneráveis a ela.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5652 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/20141201_CSJ0482.jpg" alt="" width="816" height="526" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/20141201_CSJ0482.jpg 816w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/20141201_CSJ0482-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/20141201_CSJ0482-768x495.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/20141201_CSJ0482-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" /></p>
<p>Discriminações relacionadas ao HIV normalmente se baseiam em atitudes e crenças estigmatizantes em relação a comportamentos, grupos, sexo, doenças e morte. A discriminação pode ser institucionalizada através de leis, políticas e práticas que focam negativamente em pessoas que vivem com o HIV e grupos marginalizados.</p>
<p>Saiba mais em <a style="color: #0000ff;" href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2014unaidsguidancenote_stigma_en.pdf">Redução do Estigma e da Discriminação Relacionados ao HIV (em inglês)</a>.</p>
<p>Conheça mais sobre o trabalho do <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">UNAIDS no Brasil.</a></span></p>
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