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	<title>Dia Mundial de Luta Contra a AIDS - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Dia Mundial de Luta Contra a AIDS - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Declaração do Dia dos Direitos Humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 13:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia dos Direitos Humanos, a resposta global ao HIV enfrenta o seu momento mais desafiador em décadas. Um novo relatório do UNAIDS, divulgado no mês passado antes do Dia Mundial de Luta contra a AIDS de 2025, “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, detalha as consequências de longo alcance das reduções, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/declaracao-do-dia-dos-direitos-humanos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Neste Dia dos Direitos Humanos, a resposta global ao HIV enfrenta o seu momento mais desafiador em décadas.</p>



<span id="more-31095"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório do UNAIDS, divulgado no mês passado antes do Dia Mundial de Luta contra a AIDS de 2025, “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</a></span>”, detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Milhões de pessoas perderam o acesso aos serviços de prevenção ao HIV e ao apoio essencial para acessar serviços de tratamento que salvam vidas. Uma crise de financiamento cada vez mais profunda, a fragmentação geopolítica e o retrocesso nas proteções aos direitos humanos interromperam serviços e colocaram em risco décadas de avanços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atuação de pessoas vivendo com HIV, afetadas e vulneráveis ao HIV, bem como de comunidades e pessoas aliadas da sociedade civil — que construíram e sustentaram importantes sistemas comunitários de saúde e defenderam uma abordagem transformadora em direitos humanos e gênero — fez uma contribuição incomparável para o progresso alcançado até hoje na ampliação do acesso à prevenção, ao tratamento e ao cuidado em HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atual disrupção da resposta ao HIV também ocorre em um contexto crescente de ataques aos direitos e às questões de gênero, além de coincidir com o momento em que a maioria dos países com alta incidência da epidemia, que recebiam apoio financeiro externo para a resposta ao HIV, dispõe de espaço fiscal limitado, enfrenta altos níveis de endividamento e não tem condições imediatas de financiar suas respostas nacionais ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leis punitivas, estigma e discriminação continuam a bloquear o acesso aos serviços de HIV para as comunidades mais marginalizadas: mulheres e meninas, pessoas LGBTQIA+, profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas e populações privadas de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando direitos são negados, a saúde é negada. Quando as pessoas temem prisão ou violência ao buscar cuidados, a epidemia se expande. Proteger e promover os direitos humanos, portanto, não é opcional — é essencial para acabar com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, em meio a esses desafios, vemos resiliência. Comunidades estão se mobilizando, governos estão ampliando investimentos domésticos e inovações na oferta de serviços estão surgindo. Mas a transformação só terá sucesso se estiver ancorada nos direitos humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abordagens baseadas em direitos humanos são essenciais para uma resposta sustentável ao HIV. Promover sociedades resilientes, nas quais os direitos humanos sejam protegidos e as comunidades tenham condições de liderar, exige mudanças estruturais e sistêmicas de longo prazo, incluindo investimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste Dia dos Direitos Humanos, o UNAIDS pede às lideranças globais que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reafirme, a solidariedade global, o multilateralismo e o compromisso coletivo de lutar juntos para acabar com a AIDS; mantenham o financiamento da resposta; e investir em inovação, incluindo opções acessíveis de prevenção e tratamento de longa duração para o HIV.</li>



<li>Defendam os direitos humanos. Fortaleçam as comunidades.
<ul class="wp-block-list">
<li>Conclamamos todos os parceiros e todas as parceiras a defender o direito à saúde como um direito humano fundamental. Isso significa sustentar firmemente a autonomia corporal e a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, garantindo que todas as pessoas tenham liberdade e dignidade para tomar decisões sobre seu próprio corpo e sua saúde.</li>



<li>E precisamos fortalecer a ação liderada pelas comunidades, porque elas estão no coração de toda resposta bem-sucedida. Suas vozes, lideranças e experiências vividas impulsionam o progresso e a responsabilização.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/declaracao-do-dia-dos-direitos-humanos/">Declaração do Dia dos Direitos Humanos</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS e Globo lançam campanha sobre estigma relacionado a pessoas vivendo com HIV e AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/12/unaids-e-globo-lancam-campanha-sobre-estigma-relacionado-a-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 21:32:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para celebrar o 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a AIDS, o UNAIDS e a Globo lançam uma campanha que aborda o estigma e a discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV. Com imagens de personagens marcantes da dramaturgia brasileira, a iniciativa mostra que, após 40 anos da resposta ao, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/unaids-e-globo-lancam-campanha-sobre-estigma-relacionado-a-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para celebrar o 1º de dezembro, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta contra a AIDS</a></span>, o UNAIDS e a Globo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://youtu.be/5oqWRis9A_c" target="_blank" rel="noopener" title="">lançam uma campanha</a></span> que aborda o estigma e a discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV. Com imagens de personagens marcantes da dramaturgia brasileira, a iniciativa mostra que, após 40 anos da resposta ao HIV no Brasil, viver com o vírus não define ninguém — mas o preconceito, sim.</p>



<span id="more-30994"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A data é simbólica por celebrar a vida de quem vive com HIV, lembrar das milhares de pessoas que — no Brasil e no mundo — não puderam testemunhar os avanços no tratamento e evidenciar que ainda temos um longo caminho na busca por uma sociedade livre de estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Reconhecemos que as mensagens sobre HIV precisam ser comunicadas de forma que as pessoas entendam. Celebramos essa colaboração com a TV Globo para que falemos sobre estigma e discriminação relacionada ao HIV confiando no poder da televisão aberta para alcançar pessoas que muitas vezes não têm acesso às informações disponíveis na internet ou redes sociais. A linguagem estigmatizante gera comportamento discriminatório e é essa a mudança que queremos promover&#8221;, destaca Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, segundo dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índice de Estigma</a></span> em relação às pessoas que vivem com HIV, lançado por organizações da sociedade civil com apoio do UNAIDS, 52,9% das pessoas com sorologia positiva para o HIV já sofreram ou vivenciaram algum tipo de discriminação apenas por viverem com o vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com o avanço da ciência, felizmente, muitas pessoas que vivem com HIV, vivem com qualidade. Não podemos permitir que o preconceito dificulte a inserção dessas pessoas na sociedade. A melhor forma de proteção para todos é informação e respeito. A Globo apoia essa causa e lança esta campanha, em parceria com o UNAIDS, como forma de combate ao estigma e de valorização da vida. Juntos, com conhecimento e empatia, podemos construir uma sociedade mais justa e acolhedora para todos”, explica Ana Paula Brasil, gerente de Valor Social da Globo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria em campanhas entre a área de Responsabilidade Social da Globo e o UNAIDS é de longa data. No âmbito da campanha “Viver Melhor”, houve inserções em “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2016/03/em-parceria-com-unaids-malhacao-tera-nova-serie-original-no-gshow-sobre-casais-sorodiferentes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Malhação – Seu Lugar no Mundo</a></span>”, direcionadas ao <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redeglobo.globo.com/novidades/noticia/2015/09/globo-e-unaids-lancam-campanha-para-alertar-jovens-sobre-o-virus-hiv.html" target="_blank" rel="noopener" title="">público jovem</a></span>; na série original do Gshow “Eu Só Quero Amar”, com temas como prevenção, tratamento e testagem, profilaxia pós-exposição (PEP) — que é medida emergêncial que usa medicamentos para prevenção ao HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) —, convívio familiar e escolar, bullying, leis e direitos de pessoas vivendo com HIV e, principalmente, histórias de amor entre casais sorodiferentes; e na novela “Totalmente Demais”, para incentivar a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redeglobo.globo.com/novidades/noticia/2015/09/globo-e-unaids-lancam-campanha-para-alertar-jovens-sobre-o-virus-hiv.html" target="_blank" rel="noopener" title="">adoção de crianças vivendo com HIV</a></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha é exibida na TV Globo, que alcança em média 70 milhões de pessoas por dia em território nacional, entre os dias 01 e 20 de dezembro de 2025.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DRvCIq4gQbM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DRvCIq4gQbM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DRvCIq4gQbM/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Uma publicação compartilhada por Globo (@somosglobo)</a></p></div></blockquote>
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	            data-title="UNAIDS e Globo lançam campanha sobre estigma relacionado a pessoas vivendo com HIV e AIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/unaids-e-globo-lancam-campanha-sobre-estigma-relacionado-a-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids/">UNAIDS e Globo lançam campanha sobre estigma relacionado a pessoas vivendo com HIV e AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, para o Dia Mundial de Luta contra a AIDS 2025</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/12/mensagem-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids-para-o-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 20:52:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Neste 1º de dezembro, Dia Mundial de Luta contra a AIDS, um progresso frágil está sob ameaça. Iniciarei esta mensagem&#160;contando&#160;sobre&#160;Noncedo&#160;Khumalo, uma mentora comunitária de 24 anos, de Essuatíni. Ela apoiava mulheres e meninas de sua comunidade&#160;mais expostas&#160;ao&#160;HIV, especialmente aquelas vulneráveis a homens mais velhos que as aliciavam para&#160;relações sexuais em troca de dinheiro ou benefícios.&#160;Mas agora,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/mensagem-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids-para-o-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Neste 1º de dezembro, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta contra a AIDS</a></span>, um progresso frágil está sob ameaça.</p>



<span id="more-30982"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciarei esta mensagem&nbsp;contando&nbsp;sobre&nbsp;Noncedo&nbsp;Khumalo, uma mentora comunitária de 24 anos, de Essuatíni. Ela apoiava mulheres e meninas de sua comunidade&nbsp;mais expostas&nbsp;ao&nbsp;HIV, especialmente aquelas vulneráveis a homens mais velhos que as aliciavam para&nbsp;relações sexuais em troca de dinheiro ou benefícios.&nbsp;Mas agora, o programa que financiava seu trabalho foi encerrado, e&nbsp;Noncedo&nbsp;perdeu seu emprego.&nbsp;Ela está preocupada com o futuro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas das jovens e adolescentes com quem ela trabalhava não têm informações precisas ou adequadas sobre HIV. Perder uma mentora — alguém que é da própria comunidade e em quem elas podiam confiar — aumenta o risco de infecção pelo HIV. E Noncedo não é a única. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 60% de todas as organizações de HIV lideradas por mulheres perderam financiamento ou foram obrigadas a suspender suas atividades. Outros serviços de prevenção ao HIV também foram fortemente afetados. O número de pessoas que utilizam&nbsp;a profilaxia&nbsp;pré-exposição (PrEP), que é um medicamente utilizado para prevenção ao HIV,&nbsp;caiu 64% no Burundi, 31% em Uganda e 21% no Vietnã.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso ocorre em meio a um retrocesso em direitos humanos. O número de países que criminalizam relações entre pessoas do mesmo sexo aumentou este ano, com Burkina Faso, Níger, Mali e Trinidad e Tobago introduzindo criminalização. E isso ocorre dentro de uma onda mais ampla de legislações regressivas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente nos últimos 12 meses, 316 milhões de mulheres&nbsp;passaram por situações de&nbsp;violência física ou sexual por&nbsp;seus cônjuges. Leis que protegem a autonomia corporal e os direitos sexuais e reprodutivos de adolescentes e mulheres estão sob ameaça. Alguns países chegaram perto de revogar leis que proíbem a mutilação genital feminina.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na África Subsaariana, mulheres que sofreram violência&nbsp;por&nbsp;seus cônjuges&nbsp;no último ano têm 3,2 vezes mais&nbsp;chances&nbsp;de adquirir HIV.&nbsp;E não se enganem: há uma campanha determinada, organizada e bem financiada contra os direitos humanos, sobretudo os&nbsp;direitos de&nbsp;grupos&nbsp;minorizados&nbsp;como&nbsp;mulheres, meninas e&nbsp;a comunidade&nbsp;LGBTQIA+. Essa campanha está afastando ainda mais as pessoas dos serviços de HIV que salvam vidas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, mesmo diante das circunstâncias mais difíceis, tenho esperança de que podemos superar as interrupções&nbsp;e transformar&nbsp;a resposta à AIDS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinto enorme inspiração nas comunidades, lideranças e organizações da sociedade civil que se uniram para apoiar umas às outras e&nbsp;dar continuidade e sustentação&nbsp;a resposta à AIDS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos governos tomaram medidas para aumentar o financiamento doméstico para saúde e HIV. Isso permitiu que alguns países mantivessem — ou até aumentassem — o número de pessoas em tratamento para o HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<em>Roteiro da União Africana para 2030</em>, adotado pelos Estados-Membros em 2025, coloca o foco na sustentabilidade da resposta ao HIV e no fortalecimento dos sistemas de saúde. O recém-lançado&nbsp;<em>Accra Reset</em>&nbsp;coloca o financiamento da saúde e a soberania no centro de um ecossistema de desenvolvimento transformado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS&nbsp;apoia&nbsp;países a ampliar o financiamento&nbsp;nacional&nbsp;para o HIV. Até&nbsp;este momento, 25 países desenvolveram seus próprios roteiros de sustentabilidade,&nbsp;visando&nbsp;um futuro em que a resposta seja mais autônoma,&nbsp;mais bem&nbsp;integrada aos sistemas de saúde e&nbsp;sempre&nbsp;com as comunidades no centro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, com a arrecadação de receitas na África em apenas 16% do Produto Interno&nbsp;Bruno (PIB)&nbsp;— muito abaixo da média global — há limites para o que os governos podem fazer. Impostos sobre produtos nocivos à saúde e outras medidas inovadoras podem ajudar no curto prazo. Mas, para um financiamento doméstico robusto do HIV, países de baixa e média rendas&nbsp;precisam de crescimento econômico contínuo,&nbsp;políticas que evitem&nbsp;a&nbsp;evasão fiscal e tributação progressiva sobre renda, riqueza e lucros corporativos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um grande obstáculo é que os países com maiores índices de infecções por&nbsp;HIV também estão entre os&nbsp;que possuem as maiores dívidas&nbsp;do mundo. As taxas de juros&nbsp;cresceram, com pagamentos de&nbsp;dívida ultrapassando orçamentos de saúde em muitos países de baixa e média rendas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Conferência de Financiamento para o Desenvolvimento e a Cúpula do G20&nbsp;de 2025&nbsp;destacaram o problema e a necessidade&nbsp;de uma&nbsp;ação&nbsp;urgente. Mas, em 2026, os governos precisam tornar a&nbsp;renegociação&nbsp;da dívida uma realidade, permitindo que os países aumentem seus gastos domésticos em HIV e saúde.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que alguns países estão avançando na proteção dos direitos humanos. Em Ruanda, por exemplo, adolescentes agora podem acessar serviços de saúde sexual e reprodutiva sem consentimento&nbsp;de responsáveis&nbsp;a partir dos 15 anos, o que faz com que jovens sejam protagonistas de sua própria proteção e segurança.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As primeiras doses de&nbsp;lenacapavir&nbsp;—&nbsp;novo medicamento injetável de longa duração&nbsp;aplicado&nbsp;a cada seis meses&nbsp;— já chegaram à África. A implementação, porém, ainda é lenta: poucos fabricantes receberam licença para produzir versões genéricas, e muitos países em desenvolvimento&nbsp;— como o Brasil —foram excluídos do acesso ao genérico. Isso é uma questão fundamental de justiça.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, mesmo em um cenário financeiro desafiador, governos doadores não estão desistindo. A <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.state.gov/america-first-global-health-strategy" target="_blank" rel="noopener" title="">estratégia <em>America First</em></a></span> para a Saúde Global continua investindo significativamente na resposta ao HIV. E a oitava recomposição do Fundo Global contra AIDS, Tuberculose e Malária já garantiu mais de US$ 11,34 bilhões (cerca de R$ 60,44 bilhões) em compromissos e outras promessas importantes estão previstas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Países em desenvolvimento estão iniciando uma transição gradual para respostas ao HIV mais sustentáveis, inclusivas e de propriedade nacional. É assim que podemos superar interrupções e acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe solução única. Nenhuma medida isolada nos levará&nbsp;ao alcance da meta. Mas, se governos, comunidades e organizações internacionais se unirem para desbloquear o financiamento doméstico, proteger os direitos humanos,&nbsp;a igualdade de gênero e tornar as novas inovações acessíveis e disponíveis para todas as pessoas poderemos aproveitar este momento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mundo pode acabar com a AIDS.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/12/mensagem-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids-para-o-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/">Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, para o Dia Mundial de Luta contra a AIDS 2025</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thaina]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 15:10:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um novo relatório do UNAIDS divulgado hoje, às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025. O relatório detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/unaids-divulga-seu-relatorio-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids-2025-eliminar-as-barreiras-transformar-a-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A resposta global ao HIV sofreu seu revés mais significativo em décadas, alerta um <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/11/UNAIDS_WAD_report.pdf" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">novo relatório do UNAIDS</span></a> divulgado hoje, às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025. O relatório detalha as consequências de longo alcance das reduções no financiamento internacional e da falta de solidariedade global, que causaram um choque nos países de baixa e média renda com mais incidência de HIV.</p>



<span id="more-30939"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As reduções abruptas na assistência internacional ao HIV em 2025 aprofundaram os déficits de financiamento existentes. A OCDE estima que a assistência externa à saúde deverá cair entre 30 e 40% em 2025 em comparação com 2023, causando interrupções imediatas e ainda mais graves nos serviços de saúde em países de baixa e média renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A crise de financiamento expôs a fragilidade do progresso que lutamos tanto para alcançar”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Por trás de cada dado deste relatório estão pessoas, bebês e crianças que não tiveram acesso a exames de HIV ou diagnóstico precoce, mulheres jovens que não receberam apoio à prevenção e comunidades que de repente ficaram sem serviços e cuidados. Não podemos abandoná-las. Precisamos superar essa interrupção e transformar a resposta à AIDS.”</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Um sistema global em choque</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços de prevenção — que já estavam sob pressão antes da crise — foram os mais afetados. Reduções significativas no acesso a medicamentos para prevenir o HIV (profilaxia pré-exposição, conhecida como PrEP) e quedas acentuadas na circuncisão médica voluntária para prevenção do HIV deixaram uma lacuna significativa na proteção de milhões de pessoas. O fim dos programas de prevenção do HIV concebidos com e para mulheres jovens privou as adolescentes e as mulheres jovens de serviços de prevenção do HIV, saúde mental e violência de gênero em muitos países. Isso aumenta ainda mais a sua exposição à vulnerabilidade &#8211; em 2024, havia globalmente 570 novas infecções por HIV todos os dias entre mulheres jovens e meninas com idades entre 15 e 24 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações lideradas pela comunidade — a base da resposta ao HIV e que conseguiam alcançar as pessoas mais expostas ao HIV — relatam fechamentos generalizados, com mais de 60% das organizações lideradas por mulheres suspendendo programas essenciais. Os serviços para populações-chave, incluindo serviços para homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis e pessoas trans, também foram severamente afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fracasso em atingir as metas globais para o HIV de 2030 da próxima <a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-a-aids-2026-2031/" target="_blank" rel="noopener" title="">Estratégia Global para a AIDS</a> pode resultar em 3,3 milhões de novas infecções por HIV entre 2025 e 2030.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Preocupações crescentes com os direitos humanos</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A crise de financiamento se desenrolou em um contexto de fragilização do ambiente global dos direitos humanos, com consequências particularmente graves para as populações marginalizadas. Em 2025, o número de países que criminalizam a atividade sexual entre pessoas do mesmo sexo e a expressão de gênero aumentou pela primeira vez desde que o UNAIDS começou a monitorar leis punitivas em 2008. As restrições à sociedade civil — particularmente aquelas que trabalham com populações-chave em todo o mundo e mulheres jovens e meninas na África Subsaariana — estão prejudicando ainda mais o acesso essencial aos serviços de HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Resiliência e inovação oferecem esperança</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desses desafios, vários países tomaram medidas rápidas na tentativa de&nbsp;suprir&nbsp;as lacunas de financiamento. Como resultado, muitos países estão demonstrando&nbsp;resiliência no que diz respeito&nbsp;ao&nbsp;tratamento para o&nbsp;HIV. Alguns países relataram números relativamente estáveis ou mesmo um aumento nas novas iniciações&nbsp;de tratamento antirretroviral como resultado de medidas rápidas para manter os serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países Nigéria, Uganda, Costa do Marfim, África do Sul e Tanzânia comprometeram-se a aumentar os investimentos nacionais para serviços de HIV. O UNAIDS está trabalhando com mais de 30 países para acelerar os planos nacionais de sustentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A inovação também está ganhando impulso. As tecnologias de prevenção de longa duração do HIV — incluindo injeções duas vezes ao ano para prevenir o vírus — têm o potencial de prevenir milhares de novas infecções em locais de alta incidência. Novas parcerias anunciadas em 2025 pela Fundação Gates, UNITAID, Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária e o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.state.gov/pepfar/" target="_blank" rel="noopener" title="">Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para Alívio da AIDS</a></span> (PEPFAR) lançaram iniciativas para garantir o acesso generalizado a formulações genéricas de medicamento com preços acessíveis — cerca de US$ 40 por pessoa.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos o que funciona — temos a ciência, as ferramentas&nbsp;biomédicas&nbsp;e as&nbsp;estratégias comprovadas”, afirmou&nbsp;Winnie&nbsp;Byanyima.&nbsp;“O que precisamos agora é de coragem política. Investir nas comunidades, na prevenção, na inovação e na proteção dos direitos humanos como caminho para acabar com a AIDS.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aa segunda metade de 2025&nbsp;demonstrou&nbsp;alguma esperança para a manutenção do financiamento internacional crítico. Os EUA divulgaram&nbsp;sua nova Estratégia Global de&nbsp;Saúde, “<em>America&nbsp;First</em>”,&nbsp;e&nbsp;estão estabelecendo acordos bilaterais com cerca de 70 países para continuar o financiamento durante uma transferência progressiva para respostas nacionais autossuficientes ao HIV nos próximos dois a cinco anos. A recente&nbsp;conferência&nbsp;de reposição do Fundo Global também gerou promessas de US$ 11,34 bilhões, com mais parceiros ainda por vir. Esta é uma conquista extraordinária.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Chamado à ação</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV em todo o mundo, 1,3 milhão de novas infecções ocorreram em 2024 e 9,2 milhões de pessoas ainda não têm acesso ao tratamento.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Às vésperas do Dia Mundial da Luta contra a AIDS, o UNAIDS apela às lideranças globais para que:</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Reafirmem a solidariedade global, o multilateralismo e o compromisso coletivo de combater e acabar com a AIDS de forma conjunta.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Essa é a base do nosso progresso até o momento. Os compromissos com a saúde e a dívida assumidos na Declaração dos Lideranças na Cúpula do G20 e na reposição do Fundo Global no último fim de semana reforçam os sinais de esperança.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mantenham o financiamento para a resposta global</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>A assistência internacional deve ser mantida para os países que mais precisam dela, a fim de garantir uma transição gradual, segura e sustentável para o financiamento doméstico.</li>



<li>O financiamento doméstico não tem condições de crescer rápido o suficiente para preencher essa lacuna, portanto, o apoio global contínuo é fundamental.</li>



<li>Os compromissos com uma reestruturação urgente e significativa da dívida, de acordo com a Declaração das Lideranças do G20, são essenciais para liberar recursos atualmente vinculados ao pagamento da dívida.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Investir em inovação, incluindo opções acessíveis de prevenção e tratamento de longa duração.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Expandir e acelerar a implementação do lenacapavir para atingir rapidamente 20 milhões de pessoas</li>



<li>Licenciar mais empresas para produzir em escala, a fim de reduzir ainda mais os custos</li>
</ul>
</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Defender os direitos humanos. Empoderar as comunidades.</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li>Apelamos a todos os parceiros para que defendam o direito à saúde como um direito humano fundamental. Isso significa defender com firmeza a autonomia corporal e a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, garantindo que todas as pessoas tenham a liberdade e a dignidade de tomar decisões sobre o seu próprio corpo e saúde.</li>



<li>E devemos fortalecer as ações lideradas pela comunidade, porque as comunidades estão no centro de todas as respostas bem-sucedidas. Suas vozes, liderança e experiência de vida impulsionam o progresso e a responsabilidade.</li>
</ul>
</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após décadas de luta, a resposta global ao HIV estava perto de atingir seu objetivo de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. O mundo avançou muito — e conquistou muito — para permitir que o progresso se desfaça neste momento de oportunidade histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é o nosso momento de escolher”, disse Winnie Byanyima. “Podemos permitir que esses choques desfaçam décadas de conquistas duramente alcançadas ou podemos nos unir por uma visão compartilhada de acabar com a AIDS. Milhões de vidas dependem das escolhas que fazemos hoje.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entrevistas, por favor, entrar em contato com:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil</strong> | +55 61 99304-2654 | <a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">kedzierskith@unaids.org</span></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse também a <a href="http://UNAIDS divulga seu relatório do Dia Mundial da Luta contra a AIDS 2025: Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">ficha informativa</span></a> 2025.</p>
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		<title>Lançamento do Relatório do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 16:03:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório Global]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV. A combinação de uma crise financeira cada vez mais grave, o aumento da fragmentação geopolítica e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/lancamento-do-relatorio-do-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2025/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O tema do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 é “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</a></span>”, e ocorre em um momento de profunda corte de financiamento e incerteza para a resposta global ao HIV.</p>



<span id="more-30919"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação de uma crise financeira cada vez mais grave, o aumento da fragmentação geopolítica e dúvidas sobre o futuro da coordenação global do HIV criou o cenário mais desafiador em mais de duas décadas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, comemorado sempre em 1º de dezembro, o UNAIDS lançará um novo relatório na terça-feira, 25 de novembro, destacando o impacto dos cortes de financiamento e algumas das medidas adotadas por países e comunidades para manter o avanço da resposta ao HIV, apesar das diminuições de recursos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV sempre foi uma prova do que a humanidade pode alcançar quando há união. Até hoje, ações coletivas globais salvaram milhões de vidas. Esse progresso está ameaçado. Nenhum país pode responder ao HIV individualmente. Globalmente, cerca de 40,8 milhões de pessoas vivem com HIV, destas, 22,1% &#8211; cerca de 9 milhões de pessoas &#8211; não estão em tratamento e 2024 foram registradas 1,3 milhão de novas infecções por HIV. &nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o lançamento do Relatório</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Coletiva de imprensa para o lançamento do relatório do UNAIDS para o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS 2025 – <em>Eliminar as barreiras, transformar a resposta à AIDS</em>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Terça-feira, 25 de novembro, 10h00 às10h45, horário de Brasília, em inglês.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Palestrantes</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</li>



<li>Byrone Chingombe, diretor técnico do Centre for Sexual Health and HIV/AIDS Research (CeSHHAR), de Harare, Zimbábue</li>



<li>Angeli Achrekar, vice-diretora executiva do UNAIDS</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do relatório será realizado de forma virtual. Clique no link abaixo para acompanhar: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TJ0jQ_De-Do" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=TJ0jQ_De-Do</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os materiais relacionados ao lançamento do Relatório Global estão sob embargo até dia 25 de novembro,<strong> </strong>às 10 horas, horário de Brasília.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso ao material embargado, por favor, entrar em contato com:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil</strong> | +55 61 99304-2654 | <a href="mailto:kedzierskith@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">kedzierskith@unaids.org</a>  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a imprensa internacional que deseja participar da coletiva remotamente, por favor, contatar:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Charlotte Sector</strong> | tel. +41 79 500 8617 | <a href="mailto:sectorc@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sectorc@unaids.org</a> <br><strong>Michael Hollingdale</strong> | tel. +41 79 500 2119 | <a href="mailto:hollingdalem@unaids.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">hollingdalem@unaids.org</a> </p>
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		<title>Exposição em Brasília celebra 40 anos da resposta brasileira ao HIV e à AIDS com exposição alusiva ao mês de conscientização sobre o tema</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/11/exposicao-em-brasilia-celebra-40-anos-da-resposta-brasileira-ao-hiv-e-a-aids-com-exposicao-alusiva-ao-mes-de-conscientizacao-sobre-o-tema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 21:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial de Luta Contra a AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[WAD]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No próximo 1º de dezembro, será inaugurada em Brasília a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids”. A exposição marca quatro décadas de políticas públicas, ciência, mobilização social e conquistas que transformaram o Brasil em referência mundial no enfrentamento ao HIV e à AIDS. O UNAIDS é uma das instituições parceiras, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/11/exposicao-em-brasilia-celebra-40-anos-da-resposta-brasileira-ao-hiv-e-a-aids-com-exposicao-alusiva-ao-mes-de-conscientizacao-sobre-o-tema/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No próximo 1º de dezembro, será inaugurada em Brasília a exposição “40 anos da história da resposta brasileira à aids”. A exposição marca quatro décadas de políticas públicas, ciência, mobilização social e conquistas que transformaram o Brasil em referência mundial no enfrentamento ao HIV e à AIDS. O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">UNAIDS</a></span> é uma das instituições parceiras da atividade, que ficará aberta à visitação de 1º de dezembro de 2025 a 30 de janeiro de 2026.</p>



<span id="more-30886"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A ação, realizada no SESI Lab – museu interativo de ciência, arte e tecnologia – integra a programação oficial do Dezembro Vermelho 2025, que reúne debates, atividades culturais, apresentações artísticas, oficinas e diálogos com especialistas e revisita momentos decisivos desde 1985, quando a resposta brasileira foi oficialmente instituída pela Portaria n.º 236.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os quatro eixos da mostra — História: O tempo não para; Avanços tecnológicos: Museu de grandes novidades; Conquistas: Eu quero uma pra viver; e Cinema e debate: A velha bandeira da vida — combinam relatos de vida, documentos, imagens, recursos digitais, obras de arte, campanhas emblemáticas e experiências que recuperam a memória coletiva da epidemia no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A curadoria da exposição foi realizada por um comitê que incluiu representes de redes e movimentos nacionais de pessoas vivendo com HIV e aids, além de técnicos, pesquisadores, representantes de instituições e organismos internacionais parceiros do Ministério da Saúde, como o UNAIDS. &#8220;O Brasil mostra ao mundo que a resposta à AIDS precisa colocar as pessoas e comunidades no centro. Nessas quatro décadas de resposta à AIDS no Brasil, vemos que o caminho também passa por disponibilizar ferramentas biomédicas para diagnóstico, prevenção, tratamento e cuidado, mas, principalmente, pelo compromisso contínuo do governo em não deixar ninguém para trás”, afirma Andrea Boccardi, diretora e representante do UNAIDS Brasil.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação de cinema e debate oferecerá ao público uma semana dinâmica de atividades sobre o histórico e o futuro do HIV e da aids no Brasil. Prevenção combinada, diagnóstico, transmissão vertical, determinantes sociais, produção musical, cinematográfica e de artes plásticas, comunicação e o papel da sociedade civil são alguns dos temas a serem debatidos na programação por profissionais e gestões de saúde, pesquisadores, comunicadores, artistas, influenciadores digitais, escritores, atrizes, dentre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas ações são abertas ao público, mas as vagas são limitadas. Para participar é preciso se inscrever no site da exposição. “Reviver essa trajetória é fundamental para inspirar novas gerações e orientar o futuro da resposta, pois ainda temos desafios como o estigma, a discriminação e as iniquidades sociais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale visitar a exposição e participar da programação, pois ela traduz o pacto pela vida que guiou cada avanço conquistado e a continuidade da resposta”, destaca Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, este é um momento especial para reafirmar valores que marcaram os 40 anos de resposta brasileira: “Celebrar quatro décadas é reafirmar que o cuidado está no centro de tudo — guiado pelas melhores tecnologias de saúde e pela participação social. O Brasil segue determinado a eliminar a aids como problema de saúde pública até 2030.”</p>



<p class="has-text-align-center has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-8a7323311816bd7acc7cdb01d8c43048 wp-block-paragraph" style="color:#f90000"><strong>Confira a programação da exposição</strong></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25 is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 1</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-2" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 2</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-3" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 3</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-4" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 4</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-5" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 5</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-6" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 6</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-25"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-text-align-center has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/programacao/dia-7" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Dia 7</strong></a></div>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-b42cb4df2847f702d9aed759a6cfc632 wp-block-paragraph" style="color:#f90000"><strong>Caminhos da Resposta</strong></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/caminhos-da-resposta/historia-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>O tempo não para</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/caminhos-da-resposta/avancos-tecnologicos-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Museu de Grandes Novidades</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color has-small-font-size has-custom-font-size wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/caminhos-da-resposta/conquistas-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Eu quero uma pra viver</strong></a></div>
</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-c1144ef66db804955624be6ac7698060 wp-block-paragraph" style="color:#f90000"><strong>Galeria</strong></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/galeria/memorial-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Memorial</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/galeria/musicas-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Músicas</strong>*</a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/galeria/campanhas-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Campanhas</strong>*</a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/galeria/relatos-em-video-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Relatos em Vídeo</strong>*</a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"><em>* Em atualização</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-text-align-center has-text-color has-link-color has-medium-font-size wp-elements-be7163c92b947f4cd11cf6027cba88a3 wp-block-paragraph" style="color:#f90000"><strong>Realização</strong></p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-fe48e5de wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/galeria/relatos-em-video-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Parcerias</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/equipe-tecnica-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Equipe Técnica</strong></a></div>



<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://www.gov.br/aids/pt-br/aids-40-anos-da-resposta-brasileira/comite-curador-1" style="border-radius:10px;background-color:#f90000"><strong>Comitê</strong> <strong>Curador</strong></a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<div class="gsp_post_data" 
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	            data-title="Exposição em Brasília celebra 40 anos da resposta brasileira ao HIV e à AIDS com exposição alusiva ao mês de conscientização sobre o tema" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2025/11/exposicao-em-brasilia-celebra-40-anos-da-resposta-brasileira-ao-hiv-e-a-aids-com-exposicao-alusiva-ao-mes-de-conscientizacao-sobre-o-tema/">Exposição em Brasília celebra 40 anos da resposta brasileira ao HIV e à AIDS com exposição alusiva ao mês de conscientização sobre o tema</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Opinião: &#8220;Enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida&#8221;</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/12/opiniao-enquanto-o-hiv-for-visto-como-uma-doenca-dos-outros-nao-de-pessoas-decentes-a-aids-nao-sera-vencida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 18:59:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Precisamos eliminar os rótulos de &#8216;nós&#8217; e &#8216;eles&#8217;, de &#8216;indignos&#8217; e &#8216;dignos&#8217;. Em 2024, vimos mais avanços científicos incríveis na resposta ao HIV, com novos medicamentos de prevenção de longa duração oferecendo esperança real de acabar com a transmissão do HIV e mostrando o melhor que a humanidade pode alcançar. Assim como esses avanços, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/12/opiniao-enquanto-o-hiv-for-visto-como-uma-doenca-dos-outros-nao-de-pessoas-decentes-a-aids-nao-sera-vencida/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos eliminar os rótulos de &#8216;nós&#8217; e &#8216;eles&#8217;, de &#8216;indignos&#8217; e &#8216;dignos&#8217;.</p>



<span id="more-29264"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, vimos mais avanços científicos incríveis na resposta ao HIV, com novos medicamentos de prevenção de longa duração oferecendo esperança real de acabar com a transmissão do HIV e mostrando o melhor que a humanidade pode alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como esses avanços científicos demonstram o melhor da humanidade, no entanto, estamos testemunhando e vivendo tempos em que o pior da humanidade é exposto, onde a desumanização e o sofrimento são abundantes, e onde uma vida é considerada mais importante que outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproximadamente 9,3 milhões de pessoas vivendo com HIV não estão recebendo tratamento. Grupos marginalizados—como a comunidade LGBTQIA+, pessoas que usam drogas, mulheres e meninas—não têm o mesmo acesso a informações de saúde, medicamentos e apoio, porque suas circunstâncias de alguma forma tornam essas pessoas indignas. Chocantemente, 44% de todas as novas infecções por HIV no mundo são entre mulheres e meninas. O risco de infecção por HIV é 23 vezes maior para homens gays e outros homens que fazem sexo com homens do que para a população geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade ameaça nosso futuro. O estigma e a discriminação, o medo e a negligência estão afastando milhões de pessoas dos serviços de saúde que salvam vidas e impedindo o fim da AIDS como uma ameaça à saúde pública. Isso, para mim, é de partir o coração, tanto pessoalmente quanto como fundador da <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.eltonjohnaidsfoundation.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elton John AIDS Foundation</a></span></em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando criei a Fundação em 1992, não havia medicamentos revolucionários, nem apoio governamental—mas havia muito ódio aos gays e muita vergonha em relação à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, vimos grandes avanços. Testes eficazes de HIV, tratamento, prevenção e medicamentos pós-exposição, e os fundos para expandir dramaticamente seu uso, por iniciativas como o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) e o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/06/unaids-e-fundo-global-assinam-novo-quadro-estrategico-para-colaboracao-no-combate-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundo Global para Combater a AIDS, Tuberculose e Malária</a></span>, ajudaram dezenas de milhões de pessoas a acessar cuidados que salvam vidas. Mas a vergonha—a ideia de que as pessoas afetadas pelo HIV não merecem nossa ajuda—agonizantemente persiste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu conheço o sentimento de vergonha e o que ele pode fazer. Cresci em uma era em que ser gay era visto como pecado. Embora nunca tenha escondido minha sexualidade, uma das razões pelas quais, mesmo como cantor e compositor de sucesso, passei a usar drogas foi porque sentia que não era amável o suficiente. Se não houvesse pessoas que realmente me vissem pelo que sou, em vez de me descartarem por causa da minha homossexualidade ou do meu vício, eu não estaria vivo hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vergonha causa sofrimento e perda. Os custos humanos que ela carrega são monumentais. Sabemos que o suicídio, a saúde mental precária, o abuso de substâncias e o risco de HIV são exacerbados pelo medo, ódio e marginalização. É hora de entendermos o verdadeiro preço e a perda da vergonha. Quando você considera as milhões de pessoas que foram desumanizadas e desfavorecidas pela diferença e indiferença—cientistas, artistas, pessoas acadêmicas e escritoras, lideranças de todos os tipos—cujas etiquetas os definiram e, em última análise, os destruíram e os dons que tinham a oferecer—parece que, como mundo, estamos sabotando nosso futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, um número crescente de &#8220;nós&#8221;, como pode ser politicamente conveniente definir, está se tornando &#8220;eles&#8221; para muitas de nossas lideranças e quem as segue. Em nosso mundo, e em um momento em que a própria democracia muitas vezes parece estar à beira do colapso, os valores democráticos de liberdade, igualdade e respeito mútuo estão sendo sistematicamente desafiados ou descartados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos eliminar os rótulos de &#8220;nós&#8221; e &#8220;eles&#8221;, de &#8220;indignos&#8221; e &#8220;dignos&#8221;, em nossas sociedades—rótulos que levam a doença para a clandestinidade, causam sofrimento imensurável e, em última análise, destroem o potencial necessário e precioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que o trabalho da Elton John AIDS Foundation se concentra nas pessoas que muitas vezes estão sendo deixadas para trás. Trabalhamos em alguns dos países e contextos mais desafiadores porque acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública depende do acesso para todas as pessoas, em todos os lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas também precisamos que os governos de todo o mundo invistam em programas de prevenção, testagem e cuidados que possam manter as pessoas seguras; construir sistemas de saúde que não discriminem; e investir e compartilhar a riqueza de novas tecnologias e tratamentos que podem, em última análise, acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública. Acima de tudo, as lideranças devem remover as leis que promovem o estigma e a discriminação, para que, como sociedades, possamos fomentar culturas que celebrem as diferenças, não as demonizem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma capela na minha casa em Windsor dedicada às amizades que perdi para a AIDS; suas memórias estão gravadas na minha alma. E de todas as pessoas que conheci nas últimas quatro décadas, desde uma jovem mãe em um bairro pobre da África do Sul até um homem gay em Kiev, aprendi que, enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ciência, medicina e tecnologia podem ser o &#8220;quê&#8221; para acabar com a AIDS, mas inclusão, empatia e compaixão são o &#8220;como&#8221;. Demonizar outras pessoas, torná-las bodes expiatórios e assustar a sociedade sobre elas vem com muito drama e disfarce e se presta a segredos e mentiras. Abraçar as pessoas por suas diferenças honestas, reconhecer que todos temos uma contribuição única a fazer no mundo e que valemos a pena ser amados e salvos, é mais desafiador no mundo de hoje, mas, em última análise, mais enriquecedor e mais nobre. Certamente estamos à altura desse desafio?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Elton John</strong><br>Músico e fundador da Elton John AIDS Foundation &#8211; Artigo publicado no relatório do UNAIDS “Sigamos o caminho dos direitos”, lançado em 26 de novembro de 2024</em>.</p>
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	            data-title="Opinião: &#8220;Enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida&#8221;" 
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		<title>Redes de pessoas que vivem com HIV pedem integralidade do cuidado em Sessão Solene do Dia Mundial da Luta contra a AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/12/redes-de-pessoas-que-vivem-com-hiv-pedem-integralidade-do-cuidado-em-sessao-solene-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 21:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Banco de pautas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS participou na última segunda-feira, 02, da Sessão Solene realizada na Câmara dos Deputados em Homenagem ao Dia Mundial da Luta Contra a AIDS. Representantes nacionais de Organizações da Sociedade Civil (OSC) de resposta ao HIV, o Departamento de HIV/AIDS, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DATHI) e a Organização Internacional do, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/12/redes-de-pessoas-que-vivem-com-hiv-pedem-integralidade-do-cuidado-em-sessao-solene-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS participou na última segunda-feira, 02, da Sessão Solene realizada na Câmara dos Deputados em Homenagem ao <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial da Luta Contra a AIDS</a></span>.</p>



<span id="more-29240"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Representantes nacionais de Organizações da Sociedade Civil (OSC) de resposta ao HIV, o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/secretaria-de-vigilancia-em-saude-e-ambiente/departamento-de-hiv-aids-tuberculose-hepatites-virais-e-infeccoes-sexualmente-transmissiveis-dathi" target="_blank" rel="noopener" title="">Departamento de HIV/AIDS, Tuberculose, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis</a></span> (DATHI) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) também participaram da Sessão e explanaram os desafios e avanços vivenciados, assim como homenagear a importância histórica de pessoas do movimento social que perderam a vida por doenças relacionadas à AIDS, entre elas <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/08/unaids-lamenta-o-falecimento-da-ativista-jacqueline-rocha-cortes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Jaqueline Rocha Côrtez</a></span>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2023/03/unaids-lamenta-o-falecimento-de-jorge-beloqui-pioneiro-no-ativismo-para-acesso-ao-tratamento-antirretroviral-do-hiv/" target="_blank" rel="noopener" title="">Jorge Beloqui</a></span>, Amanda Marfree e Bruna Valim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sessão, requerida pela Deputada Federal Erika Kokay e pelo Deputado Federal Odair Cunha, teve o objetivo de reafirmar o compromisso com a luta contra a AIDS, promovendo a conscientização e o engajamento da sociedade na prevenção, tratamento e acolhimento das pessoas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, as mensagens de representantes da sociedade civil na Sessão Solene.</p>



	<div class="slideshow_container slideshow_container_style-light" data-slideshow-id="29245" data-style-name="style-light" data-style-version="2.7.1">
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											<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/12/VANESSA-CAMPOS.png" alt="Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Secretária Nacional de Comunicação da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids, Vanessa Campos" width="1000" height="600" />
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Secretária Nacional de Comunicação da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e Aids, Vanessa Campos</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
Arte: UNAIDS/Bruna Silva</div>
											</div>
				</div>

									</div>
			<div class="slideshow_view">
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											<img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/12/SILVIA-ALOIA.png" alt="Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Representante da Movimento Nacional das Cidadãs Positivas, Silvia Aloia" width="1000" height="600" />
										<div class="slideshow_description_box slideshow_transparent">
												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Representante da Movimento Nacional das Cidadãs Positivas, Silvia Aloia</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
Arte: UNAIDS/Bruna Silva</div>
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Representante da Articulação Nacional de Luta Contra a Aids – ANAIDS, Rodrigo Pinheiro</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
Arte: UNAIDS/Bruna Silva</div>
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Representante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, João Marcos Dutra Batista.</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
Arte: UNAIDS/Bruna Silva</div>
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Dep. Erika Kokay.</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
Arte: UNAIDS/Bruna Silva</div>
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Organização Internacional do Trabalho &#8211; OIT, Diego Calisto</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Representante da Rede Nacional de Mulheres Travestis, Transexuais e Homens Trans Vivendo e Convivendo com HIV/Aids, Cleonice Felix de Araujo.</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
Arte: UNAIDS/Bruna Silva</div>
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												<div class="slideshow_title">Homenagem ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS. Representante da AHF Brasil, Beto de Jesus</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados.
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<p class="wp-block-paragraph">Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, falou à sociedade civil e homenageou, também, a memória de todas as pessoas que perderam suas vidas para a AIDS. “Para mim, esta é uma sessão muito emocionante. Gostaria de agradecer à presença da sociedade civil. Hoje estamos aqui para lembrar todas as pessoas que vivem com HIV e, em especial, aquelas que já não estão entre nós”, disse Boccardi. “Coloco a equipe do UNAIDS à disposição da sociedade civil, que se amplia e se amplifica com o nosso Programa Conjunto, que é composto por 11 agências, fundos e programas da ONU”, finaliza.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Mensagens sobre o Dia Mundial da AIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a Sessão, foi lembrado que temas como preconceito e discriminação contra as pessoas vivendo com HIV/AIDS são as maiores barreiras para uma reposta eficaz à AIDS que envolva prevenção, diagnóstico precoce e tratamento imediato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesso à moradia, boa alimentação e emprego – que são direitos humanos básicos – quando negligenciados se somam às demais barreiras que impedem que a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/12/unaids-parabeniza-governo-brasileiro-por-alcancar-mais-uma-meta-para-acabar-com-a-aids-como-problema-de-saude-publica/" target="_blank" rel="noopener" title="">segunda meta 95-95-95</a></span> seja alcançada.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Recomendação 200 da OIT</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A Recomendação 200 estabelece diretrizes para a promoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável para pessoas vivendo com HIV, abordando temas como não discriminação, igualdade de oportunidades, prevenção e apoio às pessoas vivendo com HIV/AIDS. O documento reforça o compromisso com os direitos de profissionais no contexto do HIV/AIDS, focando na promoção de ações e políticas que promovam a criação de ambientes inclusivos, seguros e sem estigma e discriminação.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados globais do HIV/AIDS</h5>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Em 2023</a></span>, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo – em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou em uma redução significativa nas mortes relacionadas à AIDS, com queda de 51% no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve uma redução histórica em novas infecções por HIV, sendo 2023 o ano com menor número desde os anos 1980, porém a falta de cobertura de terapia antirretroviral (TARV) é uma questão global: 9,3 milhões de pessoas vivendo com HIV ainda estão sem acesso tratamento.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/12/redes-de-pessoas-que-vivem-com-hiv-pedem-integralidade-do-cuidado-em-sessao-solene-do-dia-mundial-da-luta-contra-a-aids/">Redes de pessoas que vivem com HIV pedem integralidade do cuidado em Sessão Solene do Dia Mundial da Luta contra a AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em ação apoiada pelo UNAIDS, estudantes do DF participam de oficina sobre HIV e AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/11/em-acao-apoiada-pelo-unaids-estudantes-do-df-participam-de-oficina-sobre-hiv-e-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 18:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Espaço Cultural Renato Russo foi cenário na última quinta-feira, 28, da produção de peças educomunicativas feitas por jovens estudantes de escolas públicas do Distrito Federal (DF) que tinha como foco prevenção ao HIV. As atividades fizeram parte de uma oficina de comunicação em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/em-acao-apoiada-pelo-unaids-estudantes-do-df-participam-de-oficina-sobre-hiv-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Espaço Cultural Renato Russo foi cenário na última quinta-feira, 28, da produção de peças educomunicativas feitas por jovens estudantes de escolas públicas do Distrito Federal (DF) que tinha como foco prevenção ao HIV.</p>



<span id="more-29281"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades fizeram parte de uma oficina de comunicação em alusão ao <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta Contra a AIDS</a></span>, que acontece anualmente em 1º de dezembro, e foi uma parceria entre as Secretarias de Saúde e Educação do DF, o Ministério da Saúde e o UNAIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Atividades desenvolvidas</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Divididos em grupos, estudantes do Centro Educacional (CED) 203 do Recanto das Emas e do Centro de Ensino Médio (CEM) 404 de Samambaia criaram materiais educomunicativos, como publicações para redes sociais, vídeos e encenações teatrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temas como formas de transmissão do HIV e estratégias de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">prevenção combinada</a></span> foram abordados. Além do aprendizado técnico, jovens destacaram o aprendizado em relação ao acesso a informações sobre os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aprendi que dá para buscar ajuda nas unidades de saúde, onde podemos conversar, contar nossa história e acessar testes e métodos de prevenção”, contou Jéssica Cristina, de 16 anos, aluna do CEM 404.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Estratégias de comunicação para a juventude</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Estudantes contaram com o apoio técnico de profissionais de comunicação durante o processo criativo. Para a jornalista Kamila Rodrigues, uma das instrutoras, o trabalho foi enriquecedor. “Tratar temas sérios de forma lúdica torna a comunicação mais eficaz. Isso é essencial para engajar a juventude”, avaliou.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Importância da prevenção e diagnóstico precoce</h5>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/0/Boletim_HIV_AIDS_2024+SES-DF.pdf/0cc97831-211a-39cc-24bc-4ec615a1fab0?t=1732740802708" target="_blank" rel="noopener" title="">Informativo Epidemiológico (2019-2023)</a></span>, jovens de 20 a 29 anos representam mais de 44% dos casos de infecção pelo HIV no DF, seguido pela faixa etária de 30 a 39 anos, 27,6%. No caso da AIDS, essas duas faixas etárias correspondem a 60% das notificações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à prevenção, dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/painel-prep" target="_blank" rel="noopener" title="">Ministério da Saúde</a></span> coletados até 29 de novembro, mostram que, no DF, entre as pessoas que usam o método da Profilaxia Pré-exposição (PrEP), apenas 26,8% estavam na faixa etária entre 18 e 29 anos, com concentração majoritária entre jovens de cor branca.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/19756154"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/19756154/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Os jovens muitas vezes desconhecem o impacto que o HIV já teve e como a realidade mudou, especialmente em relação à prevenção, diagnóstico e tratamento”, destacou Beatriz Maciel Luz, gerente do Espaço Cultural Renato Russo.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Locais de testagem no DF</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O DF oferece testes rápidos e autotestes para HIV em <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://info.saude.df.gov.br/busca-saude-ubs/" target="_blank" rel="noopener" title="">176 Unidades Básicas de Saúde</a></span> (UBS), no Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e em <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/acesso-a-informacao/servicos-de-saude/distrito-federal" target="_blank" rel="noopener" title="">outras unidades de saúde</a></span>, respeitando sempre a privacidade do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção combinada, que reúne diversas estratégias integradas, está disponível gratuitamente na rede pública, sendo o método mais eficaz para evitar novas infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.educacao.df.gov.br/estudantes-participam-de-oficina-de-comunicacao-em-saude-sobre-hiv-e-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Secretaria de Saúde</a></span> do Distrito Federal</em>.</p>
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		<title>Relatório do UNAIDS mostra que defesa dos direitos humanos é essencial para acabar com a AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 13:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 1º de dezembro, um novo relatório do UNAIDS mostra que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Antes do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta Contra a AIDS</a></span>, 1º de dezembro, <a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">um novo relatório do UNAIDS</a> mostra que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas que vivem com HIV e mais expostas ao risco de infecção pelo vírus. A mensagem do relatório é resumida em seu título: “Sigamos o caminho dos direitos”. </p>



<span id="more-29088"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do enorme progresso feito na resposta ao HIV, as violações dos direitos humanos ainda estão impedindo o mundo de acabar com a AIDS”, disse Winnie Byanyima, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en" target="_blank" rel="noopener" title="">diretora executiva do UNAIDS</a></span>. “Quando meninas são negadas à educação; quando há impunidade para a violência de gênero; quando as pessoas podem ser presas por quem são ou por quem amam; quando uma visita aos serviços de saúde é perigosa para as pessoas por causa da comunidade a que pertencem – o resultado é que as pessoas são impedidas de acessar os serviços de HIV que são essenciais para salvar suas vidas e acabar com a pandemia de AIDS. Para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de cada pessoas.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados globais sobre HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Das <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/estatisticas/" target="_blank" rel="noopener" title="">39,9 milhões</a></span> de pessoas vivendo com HIV, cerca de 23% (9,3 milhões) ainda não acessam o tratamento antirretroviral.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, 630 mil pessoas morreram por doenças relacionadas à AIDS, e 1,3 milhão de pessoas em todo o mundo testaram positivo para o HIV. Em pelo menos 28 países, o número de novas infecções por HIV está aumentando. Para reduzir a trajetória da pandemia, é crucial que os programas que salvam vidas possam ser alcançados sem medo por quem precisa deles.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diariamente, em 2023, 570 jovens mulheres e meninas com idades entre 15 e 24 anos foram infectadas pelo HIV. Em pelo menos 22 países da África Oriental e Austral, mulheres e meninas dessa faixa etária têm três vezes mais chances de viver com HIV do que meninos jovens homens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A nenhuma menina deve ser negada a educação e à informação necessária para se manter segura. A discriminação e a violência contra meninas devem ser tratadas como uma emergência de direitos humanos e saúde”, disse Nomonde Ngema, ativista de 21 anos que fala sobre HIV.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">A criminalização e estigmatização impedem o acesso a serviços de HIV&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/reuniao-da-onu-sobre-aids-chega-ao-fim-com-novas-metas/" target="_blank" rel="noopener" title="">Declaração Política de 2021 sobre o Fim do HIV/AIDS</a></span>, os países se comprometeram a garantir que até 2025 menos de 10% dos países tenham estruturas jurídicas e políticas restritivas que levem à negação ou limitação do acesso aos serviços de HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, em 2023, 63 países ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Essas leis estão prejudicando a resposta ao HIV: Entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, a prevalência do HIV é cinco vezes maior em países que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo do que naqueles que não criminalizam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Leis e políticas punitivas mantêm as pessoas vulneráveis longe da ajuda de que precisam para prevenir o HIV, testar o HIV e tratar o HIV”, disse Axel Bautista, gerente de engajamento comunitário da MPact Global Action for Gay Men’s Health &amp; Rights (<em>Ação Global MPact para a Saúde e Direitos dos Homens Gays, em tradução livre para o português)</em>. “Em vez de punir comunidades marginalizadas, os governos precisam defender seus direitos humanos.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Inovações científicas na prevenção ao HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ciência continua a inovar contra a AIDS Medicamentos de ação prolongada que precisam ser utilizados apenas algumas vezes por ano podem mudar a realidade em relação à prevenção ao HIV, mas apenas se uma abordagem de direitos humanos for adotada para compartilhar a tecnologia, reduzir os preços e permitir a produção em todas as partes do mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ferramentas médicas que salvam vidas não podem ser tratadas apenas como mercadorias”, disse Alexandra Calmy, líder de HIV dos Hospitais Universitários de Genebra. “As opções terapêuticas e preventivas revolucionárias que estão sendo desenvolvidas atualmente devem ser acessíveis sem demora para alcançar a cobertura universal.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós conhecemos o caminho para construir uma sociedade na qual todas e todos prosperamos”, disse Jeanne Gapiya-Niyonzima, primeira pessoa no Burundi a anunciar publicamente que vivia com HIV e fundadora da Association for Support for HIV-Positive People with AIDS (ANSS), <em>Associação de Apoio às Pessoas HIV-Positivas com AIDS, em tradução literal para o português</em>. “Se o mundo quer acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública, precisa proteger os direitos de cada pessoa.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o Lançamento</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu no dia 26 de novembro e teve a participação da Cecília Ishitani, representante da Missão Permanente do Brasil junto à ONU e demais Organismos Internacionais em Genebra. Entre as informações mencionadas, Cecília lembrou que o Brasil foi o primeiro país do mundo a oferecer tratamento gratuito para as pessoas vivendo com HIV, mencionou legislação que protege os direitos das pessoas vivendo com HIV e do c<a href="https://unaids.org.br/2024/11/g20-apoia-a-ampliacao-da-producao-regional-de-medicamentos-e-reafirma-compromisso-com-a-resposta-as-desigualdades-que-impulsionam-a-aids-e-outras-pandemias/" target="_blank" rel="noopener" title="">ompromisso do G20, liderado pelo Brasil, para acabar com a AIDS até 2030</a>. Cecília também reforçou as 900 mil pessoas em tratamento e orçamento de U$ 500 milhões para a resposta ao HIV.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Relatório Global 2024 | Cecília Ishanti, representante da Missão Permanente do Brasil junto à ONU" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/oEABJmlvxlQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o Relatório Global</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório inclui dez ensaios de lideranças convidadas na resposta global à AIDS, incluindo: Elton John; Thabo Makgoba, arcebispo da Cidade do Cabo; Michael D. Higgins, presidente da Irlanda; Volker Türk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos; e Adeeba Kamarulzaman, ex-presidente da Sociedade Internacional de AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Global está disponível, em inglês, na página de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Relatórios e Publicações</a></span> do UNAIDS. Abaixo, segue o sumário executivo, também em inglês, com a principais informações do documento.</p>



<div class="wp-block-algori-pdf-viewer-block-algori-pdf-viewer"><iframe class="wp-block-algori-pdf-viewer-block-algori-pdf-viewer-iframe" src="https://unaids.org.br/wp-content/plugins/algori-pdf-viewer/dist/web/viewer.html?file=https%3A%2F%2Funaids.org.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2024%2F11%2FTake-the-Rights-Path-to-End-Aids-Report_Sumario-Executivo_EN.pdf" style="width:900px;height:1200px"></iframe></div>



<h5 class="wp-block-heading">Contato&nbsp;para&nbsp;a&nbsp;imprensa:&nbsp;</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Thainá Kedzierski | Tel. +55 61 99304-2654 | kedzierskith@unaids.org</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/">Relatório do UNAIDS mostra que defesa dos direitos humanos é essencial para acabar com a AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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