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	<title>União Africana - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>União Africana - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>ONU e União Africana trabalham em conjunto rumo ao desenvolvimento sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 20:24:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Não podemos alcançar o desenvolvimento sustentável sem manter a paz. Tampouco podemos construir um futuro seguro para todos sem abordar as causas profundas de nossos conflitos e vulnerabilidades”, disse Amina Mohammed, Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas. Mohammed estava falando em Marraquexe, no Marrocos, na 20ª sessão do Mecanismo de Coordenação Regional para a África (RCM–África), <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/onu-e-uniao-africana-trabalham-em-conjunto-rumo-ao-desenvolvimento-sustentavel/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Não podemos alcançar o desenvolvimento sustentável sem manter a paz. Tampouco podemos construir um futuro seguro para todos sem abordar as causas profundas de nossos conflitos e vulnerabilidades”, disse Amina Mohammed, Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas.<span id="more-10949"></span></p>
<p>Mohammed estava falando em Marraquexe, no Marrocos, na 20ª sessão do Mecanismo de Coordenação Regional para a África (RCM–África) ―um órgão conjunto das Nações Unidas e da União Africana que apoia o desenvolvimento na África.</p>
<p>“A Organização das Nações Unidas está trabalhando com a União Africana para tirar as pessoas de baixo da linha da pobreza, levar energia para a porta das 500 milhões de pessoas sem eletricidade e conseguir os US$ 60 bilhões necessários para empoderar as mulheres africanas”, disse Vera Songwe, Secretária Executiva da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África.</p>
<p>A Comissária de Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia da União Africana, Sarah Anyang Agbor, encorajou os participantes a “Viver pela filosofia Ubuntu. É minha, sua, nossa responsabilidade fortalecer a colaboração para reformas.”</p>
<p>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, co-presidiu um painel com Anyang Agbor durante a RCM–África. Durante a reunião, intitulada “Ampliando as soluções duráveis, incluindo a abordagem ao deslocamento forçado―nexo de desenvolvimento”, os participantes apontaram que mais de um terço das pessoas deslocadas no mundo está na África. Os participantes concordaram com a necessidade de entender e abordar as raízes do deslocamento forçado e trabalhar para quebrar o ciclo de vulnerabilidades. Sidibé enfatizou que fomentar sociedades resilientes significa, primeiramente, enfrentar o desafio da desigualdade de renda.</p>
<p>A sessão RCM-África foi realizada em 23 e 24 de março.</p>
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		<title>Libéria elabora Plano de Recuperação para a resposta nacional ao HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/liberia-elabora-plano-de-recuperacao-para-a-resposta-nacional-ao-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2019 21:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África Central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A epidemia do HIV ainda tem um impacto humanitário profundo na saúde pública da África Ocidental e Central, regiões que podem ficar para trás na resposta global ao fim da epidemia de AIDS. Em julho de 2017, a União Africana endossou um plano de recuperação regional para a África Ocidental e Central, que procura, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/liberia-elabora-plano-de-recuperacao-para-a-resposta-nacional-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A epidemia do HIV ainda tem um impacto humanitário profundo na saúde pública da África Ocidental e Central, regiões que podem ficar para trás na resposta global ao fim da epidemia de AIDS. Em julho de 2017, a <a href="https://unaids.org.br/tag/uniao-africana/" target="_blank" rel="noopener"><strong>União Africana</strong> </a>endossou um plano de recuperação regional para a África Ocidental e Central, que procura ampliar rapidamente o acesso ao tratamento de HIV e fechar a lacuna entre as regiões africanas. Planos nacionais de recuperação foram estabelecidos em 18 países da África Ocidental e Central, inclusive na Libéria.<span id="more-10955"></span></p>
<p>Estima-se que, em 2017, 40.000 pessoas viviam com HIV na Libéria, incluindo cerca de 3.000 crianças com idades entre 0 e 14 anos. Menos de um em cada três adultos (entre 15 e 49 anos) que vivem com HIV têm acesso a medicamentos antirretrovirais. Para as crianças, a situação é ainda mais desafiadora, com apenas 18% em tratamento.</p>
<p>No entanto, há sinais encorajadores de que a Libéria está ampliando sua resposta à epidemia de HIV e adotando programas e políticas com as melhores práticas para assegurar a entrega e vinculação de testes de HIV, tratamento e serviços de prevenção. Sob liderança do Ministério da Saúde e da Comissão Nacional de AIDS da Libéria, foi desenvolvido um Plano de Aceleração da Resposta para 2019-2020, que identifica programas de alto impacto para acelerar a resposta e a necessidade urgente de ajustes nos programas existentes, assim como as barreiras que devem ser removidas para garantir uma melhor prestação de serviços. O Plano também reconhece que as medidas de prevenção devem ser reforçadas e que o estigma e a discriminação associados ao vírus devem ser eliminados.</p>
<p>O Plano de Recuperação da Libéria procura triplicar os números de testagem e tratamento do país, de maneira que as pessoas que recebem o resultado positivo para o teste de HIV sejam imediatamente encaminhadas para tratamento. O Plano de Recuperação é guiado por uma abordagem de localização da população, com foco na prestação de serviços para as três províncias com mais necessidade de serviços de testagem, tratamento e cuidados de HIV, áreas urbanas e alguns outros locais. Os serviços são direcionados para adultos entre 15 e 49 anos, especialmente para mulheres grávidas e populações-chave, como homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas injetáveis, pessoas privadas de liberdade e pessoas que trabalham em minas. Bebês expostos ao vírus durante a gravidez e amamentação também são uma prioridade. O plano também visa combater a baixa vinculação de homens nos serviços.</p>
<p>“Estamos planejando intervenções que incentivem mais homens a fazer o teste e conhecer seu estado sorológico para o HIV. Das pessoas testadas até agora, 80% são mulheres”, disse Theodosia Kolle, Diretora da Comissão Nacional de AIDS da Libéria. “O estigma continua sendo uma questão importante na Libéria.”</p>
<p>O UNAIDS desempenhou um papel significativo ao ajudar a redigir o plano de recuperação, mobilizando o envolvimento das partes interessadas e garantindo que pessoas que vivem com HIV, sociedade civil e membros de populações-chave fossem incluídas na elaboração do plano. Cerca de 70 pessoas participaram de um workshop especial de dois dias em março para elaborar as medidas políticas e programáticas necessárias para melhorar a prestação de serviços, aumentar a mobilização da comunidade, aumentar o financiamento, permitir o uso mais eficiente dos recursos existentes e de um sistema aprimorado de monitoramento e avaliação.</p>
<p>O workshop também foi uma oportunidade para validar o relatório do <a href="https://unaids.org.br/2018/07/como-o-unaids-calcula-os-dados-sobre-pessoas-vivendo-com-hiv-em-tratamento-antirretroviral/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Monitoramento Global da AIDS</strong> </a>(GAM) de 2019 na Libéria. O GAM é a mais extensa coleta de dados sobre epidemiologia, cobertura de programas e recursos em HIV, e publica as informações mais confiáveis e atualizadas sobre a epidemia de HIV—essencial para uma resposta efetiva à AIDS.</p>
<p>“Com o trabalho em equipe, podemos alcançar as Metas de Aceleração da Resposta até 2020, se priorizarmos e implementarmos programas de alto impacto”, disse Miriam Chipimo, Diretora do UNAIDS para a Libéria.</p>
<p>As metas 90-90-90 fazem parte da Aceleração da Resposta ao HIV e estipulam que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV estejam  diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% destas pessoas tenham carga viral indetectável.</p>
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		<title>Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 18:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, 1,8 milhão de crianças entre 0 e 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão destas crianças estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, 1,8 milhão de crianças entre 0 e 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão destas crianças estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (<strong><a href="https://oaflad.org/en/" target="_blank" rel="noopener">OAFLAD</a></strong>), com o apoio do UNAIDS e parceiros, lançaram a campanha <em>Livres para Brilhar</em>, (<strong><a href="https://oaflad.org/en/pt/campaigns/free-to-shine/" target="_blank" rel="noopener">página oficial em ingês</a></strong>) no início de 2018.<span id="more-9919"></span></p>
<p>Agora a campanha está pronta para ser implementada em 42 países africanos, mas precisa urgentemente de financiamento. Para tornar o lançamento possível, a União Africana e a OAFLA realizaram um evento paralelo à 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas para ajudar na arrecadação dos recursos necessários.</p>
<p>O lançamento da campanha permitirá que membros da OAFLA se envolvam em atividades comunitárias para ajudar a reduzir o estigma e a discriminação em casa e na comunidade, conscientizar a comunidade sobre a importância da adesão ao tratamento e retenção no cuidado de mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando e promover o envolvimento masculino.</p>
<p>Como parte da campanha, as primeiras-damas também potencializarão sua posição única para impactar os formuladores de políticas e agendas para atender melhor às necessidades das mulheres vivendo com HIV—defendendo políticas e leis que desestimulem o estigma e a discriminação com base no estado sorológico para o HIV e para a remoção de taxas financeiras para mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando, bem como outras barreiras que limitam o acesso aos serviços de saúde e de HIV.</p>
<p>A sessão foi moderada pela jornalista de rádio e televisão Zeinab Badawi.</p>
<p>CITAÇÕES</p>
<p>“Estamos em um estágio crítico na eliminação de novas infecções entre crianças, particularmente em áreas de emergência, especialmente na África Central e Ocidental. Agradeço ao nosso parceiro fundador, UNAIDS, por seu compromisso inabalável em acabar com a AIDS na África e em todo o mundo.”</p>
<p><strong>Adjoavi Sika Kabore, Primeira-dama de Burkina Faso e Presidente Interina da Organização de Primeiras-damas Africanas Contra HIV/AIDS</strong></p>
<p>“Tudo mudou quando descobri que estava grávida e fiz um teste de HIV. O que era para ser um dos melhores dias da minha vida passou a ser um dos momentos mais odiados. Não houve apoio psicossocial. A organização <em>Mães para Mães</em> foi o elo que faltava e me ensinou como tomar meus remédios e combater o estigma relacionado ao HIV. A melhor coisa é que meu bebê nasceu livre do HIV. <em>Mães para Mães </em>me empoderou e estamos construindo sociedades mais saudáveis. Estamos criando o futuro, uma mãe, um bebê, uma comunidade de cada vez.”</p>
<p><strong>Mãe de Três Crianças e Treinadora da Organização <em>Mães Para Mães</em>, de Khayelitsha, África Do Sul</strong></p>
<p>“A AIDS ainda não acabou. Estamos na reta final, que não é fácil de percorrer. Precisamos ser fortes e assegurar que essa parceria com a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra o HIV/AIDS vai acabar com a transmissão vertical do HIV de mãe para filho. Seus esforços serão essencias. ”</p>
<p><strong>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS</strong></p>
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		<title>União Africana apoia novas iniciativas importantes para o fim da AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/uniao-africana-apoia-novas-iniciativas-importantes-para-o-fim-da-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 14:37:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[União Africana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Chefes de Estado africanos aprovaram duas novas iniciativas importantes para alcançar o fim da AIDS até 2030. A iniciativa da comunidade de profissionais da saúde tem como objetivo recrutar, treinar e empregar 2 milhões de profissionais comunitários de saúde em todo o continente africano até 2020. Os planos de recuperação da África Ocidental, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/uniao-africana-apoia-novas-iniciativas-importantes-para-o-fim-da-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Os Chefes de Estado africanos aprovaram duas novas iniciativas importantes para alcançar o fim da AIDS até 2030. A </span><a href="http://unaids.org/sites/default/files/media_asset/African2mCHW_en.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">iniciativa da comunidade de profissionais da saúde</span></a><span style="font-weight: 400;"> tem como objetivo recrutar, treinar e empregar 2 milhões de profissionais comunitários de saúde em todo o continente africano até 2020. Os planos de recuperação da África Ocidental e Central visam acelerar o acesso ao tratamento do HIV na região e diminuir a lacuna do acesso entre regiões africanas. As iniciativas foram aprovadas na Reunião de Monitoramento da AIDS de Chefes de Estado e de Governo da África, realizada em 3 de julho, durante a 29ª Cúpula da União Africana, em Adis Abeba, na Etiópia.</span></p>
<p><b>Plano de recuperação da África Ocidental e Central</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob a liderança de países e comunidades econômicas regionais e em colaboração com o UNAIDS, a </span><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Organização Mundial da Saúde</span></a><span style="font-weight: 400;">, o </span><a href="http://www.msf.org.br/"><span style="font-weight: 400;">Médicos Sem Fronteiras</span></a><span style="font-weight: 400;"> e outros parceiros, o plano de recuperação da África Ocidental e Central, que começou a ser implementado no final de 2016, busca acelerar dramaticamente a ampliação dos testes, da prevenção e do tratamento para o HIV, com o objetivo de colocar a região no processo de Aceleração da Resposta para atingir as metas 90-90-90 até dezembro de 2020.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o mundo testemunhe um progresso significativo na resposta ao HIV &#8211; com 57% de todas as pessoas vivendo com HIV conhecendo estado sorológico positivo para o vírus, 46% de todas as pessoas vivendo com HIV acessando tratamento e 38% de todas as pessoas vivendo com HIV atingindo a supressão de carga viral em 2015 &#8211; as regiões da África Ocidental e Central estão atrasadas, atingindo apenas 36%, 28% e 12%, respectivamente, em 2015. A lacuna é considerável: 4,7 milhões de pessoas vivendo com HIV não estão recebendo tratamento e 330.000 adultos e crianças morreram de doenças relacionadas à AIDS em 2015.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não podemos aceitar uma abordagem em duas velocidades para acabar com AIDS na África&#8221;, disse o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. &#8220;Para colocar a África Ocidental e Central no caminho certo para o fim da AIDS, devemos abordar o estigma, a discriminação e outros desafios para uma resposta eficiente, alocar recursos para apoiar as estratégias mais efetivas e implementar estratégias de fornecimento que atinjam as comunidades mais necessitadas&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O plano de recuperação visará aumentar o número de pessoas em tratamento de 1,8 milhão para 2,9 milhões até meados de 2018, proporcionando a 1.2 milhões de pessoas adicionais, incluindo 120.000 crianças, acesso ao tratamento urgente e necessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro pedido por um plano de recuperação para a região foi feito na </span><a href="https://unaids.org.br/2016/06/nova-declaracao-politica-ousada-sobre-o-fim-da-aids-foi-adotada-em-nova-york/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre Fim da AIDS</span></a><span style="font-weight: 400;">, em junho de 2016. Desde então, pelo menos 10 países (Benin, Camarões, República Centro-Africana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Guiné, Libéria, Nigéria, Senegal e Serra Leoa) desenvolveram planos operacionais nacionais decorrentes do plano de recuperação da África Ocidental e Central, com foco em garantir as mudanças políticas e estruturais necessárias.</span></p>
<p><b>Dois milhões de trabalhadores comunitários de saúde</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa da comunidade de profissionais de serviços de saúde visa acelerar o progresso no intuito de alcançar as metas 90-90-90 até 2020 &#8211; pelas quais 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% das pessoas neste grupo tenham carga viral indetectável &#8211; e estabelecer as bases para sistemas de serviços de saúde sustentáveis. Defendida pelo Presidente da Guiné e Presidente da União Africana, Alpha Condé, a iniciativa visa enfrentar a grave escassez de mão-de-obra em serviços de saúde em toda a África e melhorar o acesso aos serviços de saúde para as populações mais marginalizadas, inclusive as pessoas que vivem em áreas rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O recrutamento de dois milhões de trabalhadores comunitários de saúde é um passo crítico para a transformação socioeconômica de toda a África, prevista na Agenda de 2063 da União Africana&#8221;, afirmou Condé. &#8220;Poucas ferramentas têm a capacidade dos trabalhadores comunitários de saúde de impulsionar o progresso em toda a amplitude da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidências substanciais, tanto na África como em outros lugares, demonstram que  trabalhadores comunitários de saúde bem treinados e devidamente supervisionados proporcionam uma excelente qualidade de atendimento e melhoram a eficiência e o impacto das despesas de saúde. Os profissionais ajudaram a elaborar algumas das estratégias mais eficazes de prestação de serviços para o teste e tratamento do HIV e estudos também indicam conexões entre os serviços fornecidos à comunidade com taxas crescentes de imunização, amamentação materna exclusiva e controle da malária.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O trabalho comunitário de saúde sustentável é uma questão de sobrevivência e desenvolvimento na Etiópia”, disse o primeiro-ministro da Etiópia, Hailemariam Desalegn. &#8220;Meus trabalhadores comunitários de saúde fizeram com que uma saúde melhor se concretizasse. É impossível alcançar cobertura de saúde universal sem construir sistemas de saúde comunitários&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS estima que hoje existem mais de um milhão de trabalhadores comunitários de saúde na África, mas a maioria se concentra em um único problema de saúde, carece de treinamento, não recebe remuneração e não está bem integrada nos sistemas de saúde. A nova iniciativa aprovada pela Reunião de Monitoramento da AIDS na África procura recrutar trabalhadores comunitários de saúde já existentes, quando possível, e recrutar novos profissionais para alcançar o objetivo de dois milhões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Poucos investimentos geram um retorno social e econômico tão notável como os  trabalhadores comunitários de saúde&#8221;, disse Jeffrey Sachs, Diretor do The Earth Institute, Universidade de Columbia (EUA). &#8220;Os programas comunitários de saúde são essencialmente auto-sustentáveis, na medida em que evitam a doença, mantêm os profissionais saudáveis ​​e produtivos e contribuem para o crescimento econômico e de oportunidades&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto os trabalhadores comunitários de saúde podem ser essenciais em muitos ambientes para o cumprimento das metas 90-90-90, os benefícios dessa nova iniciativa se estenderão muito além da resposta à AIDS. A iniciativa irá acelerar os ganhos em todas as metas de saúde e bem-estar do Objetivo 3 de Desenvolvimento Sustentável, criará novos empregos que fortalecerão as economias locais e nacionais e oferecerá novas oportunidades aos jovens. A nova iniciativa está alinhada com a Estratégia Global sobre Recursos Humanos em Saúde da Organização Mundial de Saúde.</span></p>
<p><b>Comece Livre, Permaneça Livre, Livre da AIDS</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Reunião de Monitoramento da AIDS na África, os participantes também convocaram os Estados-Membros e os parceiros de desenvolvimento a apoiarem a campanha da União Africana para eliminar novas infecções por HIV entre crianças e manter suas mães vivas como parte do quadro de colaboração </span><a href="https://unaids.org.br/2016/09/nos-eua-altos-oficiais-congressistas-e-parceiros-reforcam-compromisso-para-acabar-com-aids-entre-criancas-adolescentes-e-jovens-mulheres/" target="_blank" rel="noopener"><i><span style="font-weight: 400;">Comece Livre, Permaneça Livre, Livre da AIDS</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A complacência dá origem à regressão dos ganhos alcançados na redução da prevalência do HIV”, disse Yoweri Museveni, Presidente da Uganda. &#8220;Nós na Uganda reativamos a campanha para o fim da AIDS; a ciência existe, bem como a medicação. Podemos ganhar esta batalha.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><i><span style="font-weight: 400;">AIDS Watch Africa</span></i><span style="font-weight: 400;"> é uma entidade estatutária da União Africana com o mandato específico de liderar os esforços de </span><i><span style="font-weight: 400;">advocacy</span></i><span style="font-weight: 400;">, responsabilização e mobilização de recursos para promover uma resposta africana robusta para o fim da AIDS, tuberculose e malária até 2030.</span></p>
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	            data-title="União Africana apoia novas iniciativas importantes para o fim da AIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/07/uniao-africana-apoia-novas-iniciativas-importantes-para-o-fim-da-aids/">União Africana apoia novas iniciativas importantes para o fim da AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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