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	<title>Transmissão vertical - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS parabeniza o Brasil pela eliminação da transmissão vertical do HIV</title>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza o Brasil por alcançar a certificação de eliminação da transmissão vertical&#160;(TV)&#160;—&#160;quando a transmissão para da&#160;gestante, parturiente ou via amamentação&#160;—&#160;do HIV e da sífilis, conforme determinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Estou muito feliz que o Brasil tenha acabado de ser certificado pela OMS/OPAS pela eliminação da transmissão vertical — o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/12/unaids-parabeniza-o-brasil-pela-eliminacao-da-transmissao-vertical-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS parabeniza o Brasil por alcançar a certificação de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.paho.org/pt/noticias/18-12-2025-oms-certifica-brasil-pela-eliminacao-da-transmissao-do-hiv-mae-para-filho" target="_blank" rel="noopener" title="">eliminação da transmissão vertical</a></span>&nbsp;(TV)&nbsp;—&nbsp;quando a transmissão para da&nbsp;gestante, parturiente ou via amamentação&nbsp;—&nbsp;do HIV e da sífilis, conforme determinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<span id="more-31012"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Estou muito feliz que o Brasil tenha acabado de ser certificado pela OMS/OPAS pela eliminação da transmissão vertical — o primeiro país com mais de 100 milhões de habitantes a alcançar esse marco”, afirmou Winnie&nbsp;Byanyima, diretora&nbsp;executiva do UNAIDS.&nbsp;“Isso foi possível porque o país fez o que sabemos que funciona: priorizou a saúde universal,&nbsp;buscou&nbsp;minorizar&nbsp;os determinantes sociais que impulsionam a epidemia, protegeu os direitos humanos e, quando necessário, quebrou monopólios para garantir o acesso a medicamentos.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A OMS desenvolve e atualiza regularmente orientações sobre os critérios e processos para a validação da eliminação da transmissão vertical do HIV, da sífilis e/ou do vírus da hepatite B. Desde 2015, os Estados-membros podem solicitar a validação por terem reduzido a transmissão a um nível em que ela deixa de representar uma ameaça ou problema de saúde pública.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa conquista mostra que eliminar a transmissão vertical do HIV é possível quando gestantes conhecem sua sorologia, recebem tratamento oportuno e têm acesso a serviços de saúde materna e a um parto seguro”, afirmou Jarbas Barbosa, diretor da OPAS. “É também o resultado da dedicação incansável de profissionais de saúde, agentes comunitários de saúde e organizações da sociedade civil. A cada dia, eles mantêm a continuidade do cuidado, identificam obstáculos e trabalham para superá-los, garantindo que até as populações mais vulneráveis possam acessar serviços essenciais de saúde.”&nbsp;</p>



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												<div class="slideshow_title">Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical</div>
																		<div class="slideshow_description">Crédito: OPAS/OMS/Karina Zambrana.</div>
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												<div class="slideshow_title">Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical</div>
																		<div class="slideshow_description">“A certificação do Brasil pela eliminação da transmissão vertical do HIV representa a afirmação de décadas de luta das mulheres vivendo com HIV, da sociedade civil organizada e do SUS”, diz Renata Souza, representante do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).</div>
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																		<div class="slideshow_description">“A certificação do Brasil pela eliminação da transmissão vertical do HIV representa a afirmação de décadas de luta das mulheres vivendo com HIV, da sociedade civil organizada e do SUS”, diz Renata Souza, representante do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Nas Américas, a OMS reconheceu a eliminação dupla em Cuba, em 2015; em Anguilla, Antígua e Barbuda, Bermudas, Ilhas Cayman, Montserrat e São Cristóvão e Névis, em 2017; e em Belize, Jamaica e São Vicente e Granadinas, em 2024. Mais recentemente, as Maldivas alcançaram a “eliminação tripla” da hepatite B, do HIV e da sífilis — o primeiro país do mundo a atingir esse feito.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), principal instituição de pesquisa em saúde pública do Brasil, constatou que o programa de transferência de renda <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2025/08/especialistas-destacam-em-webinario-sobre-relatorio-global-sobre-aids-a-importancia-de-projetos-e-politicas-publicas-na-prevencao-ao-hiv/" target="_blank" rel="noopener" title="">Bolsa Família</a></span> esteve associado a reduções significativas nos casos e nas mortes por AIDS entre mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade. Analisando dados de mais de 12 milhões de mulheres de baixa renda, a Fiocruz apontou que o programa esteve relacionado a uma redução de quase metade nas taxas de incidência e mortalidade por AIDS, com maior impacto entre mulheres que enfrentam múltiplas vulnerabilidades, especialmente mães afrodescendentes vivendo em extrema pobreza.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil é o maior país do mundo a eliminar a transmissão vertical do HIV. Os avanços que celebramos refletem um esforço coletivo, nacional e global, que consolidou o acesso gratuito à terapia antirretroviral e a estratégias modernas de prevenção no país”, afirmou o ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha. “Hoje, o&nbsp;Sistema&nbsp;Único de&nbsp;Saúde&nbsp;(SUS)&nbsp;garante cuidado integral às pessoas que vivem com HIV e busca ampliar o acesso a tratamentos ainda mais eficazes.”</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DSaTKizjupH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DSaTKizjupH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/reel/DSaTKizjupH/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">Um post compartilhado por Luiz Inácio Lula da Silva (@lulaoficial)</a></p></div></blockquote>
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		<title>Fast-Track Cities: no Rio Grande do Sul, gestantes recebem apoio para evitar a transmissão vertical do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 17:55:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A rotina de uma gestante exige múltiplos cuidados – com a alimentação, o sono, o aspecto emocional e, principalmente, com a saúde. Para Cristina Ávila, mãe de Lauanda e Valentina, que descobriu seu diagnóstico positivo para o HIV há 17 anos, este aspecto era particularmente importante. “Quando descobri a gravidez, fui direto no serviço, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/01/ftc-rs-gestantes-recebem-apoio-para-evitar-a-transmissao-vertical-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A rotina de uma gestante exige múltiplos cuidados – com a alimentação, o sono, o aspecto emocional e, principalmente, com a saúde. Para Cristina Ávila, mãe de Lauanda e Valentina, que descobriu seu diagnóstico positivo para o HIV há 17 anos, este aspecto era particularmente importante. “Quando descobri a gravidez, fui direto no serviço de saúde e comecei o pré-natal. Deixava todos os documentos na frente da geladeira para sempre lembrar”, explica.</p>



<span id="more-23108"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Cristina foi uma das gestantes acompanhadas pela ONG Casa Fonte Colombo, que desenvolveu o projeto “Mãe Acompanhada, bebê protegido”, contemplado pelo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/04/unaids-anuncia-os-projetos-de-osc-contemplados-edital-fast-track-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edital <em>Fast-Track Cities</em></a></span>, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS). O projeto se desenvolveu em Porto Alegre e Viamão, no Rio Grande do Sul, cidades que apresentam índices mais altos de transmissão vertical que a média nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2022/hiv-aids/boletim_hiv_aids_-2022_internet_31-01-23.pdf/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Epidemiológico</a></span> HIV/AIDS 2022 do Ministério da Saúde, Porto Alegre é a capital com a maior taxa de detecção de HIV em gestantes: são 17,1 casos por mil nascidos vivos, quase seis vezes a taxa nacional, que é de 3 casos/mil NV, e duas vezes a do estado do Rio Grande do Sul, que é de 8,4 casos/mil NV.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/14663134"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Porto Alegre apresenta, historicamente, um cenário epidemiológico impactante em relação à transmissão vertical de HIV e sífilis. Projetos como o desenvolvido pela Casa Fonte Colombo são importantes para a melhoria deste cenário”, destaca Denise Pedroso, médica ginecologista e obstetra responsável pelo eixo da prevenção da transmissão vertical na Coordenação de atenção a Tuberculose, IST/HIV e hepatites virais (CAIST) da Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Maria Leticia Ikeda, membro das Coordenações do Programa Estadual de IST/Aids da SES/RS e do Programa Municipal de Viamão, concorda que o projeto desenvolvido pela Fonte Colombo ajudou a fortalecer a ação do estado e dos municípios para suprir lacunas. “Houve uma contribuição para a redução de barreiras de acesso, disseminação de informação qualificada e promoção de saúde nos territórios de maior vulnerabilidade social.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Gestantes que vivem com HIV podem evitar a transmissão vertical, que é quando o HIV é transmitido para a criança durante a gestação, parto ou amamentação. Para isso, é fundamental que realizem o pré-natal.</em></p>
</blockquote>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrapper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23117" data-id="23117" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-1.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Aqui [na Casa Fonte Colombo] eu me sinto abraçada, me sinto acolhida. Aqui é minha segunda casa”, diz Cristina Ávila, gestante que vive com HIV e é acompanhada pela ONG há 17 anos. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23116" data-id="23116" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-2.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Cristina Ávila, entre seu parceiro Carlos Przybylski e sua filha mais velha, Lauanda Ávila. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23115" data-id="23115" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-683x1024.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-683x1024.jpg 683w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-768x1152.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-1024x1536.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-1200x1800.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-800x1200.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3-480x720.jpg 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-3.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Quando eu descobri a gravidez, fui direto no serviço de saúde e comecei o pré-natal direto. Eu organizo tudo, não falto em nenhuma consulta”, conta Cristina Ávila. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23114" data-id="23114" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-683x1024.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-683x1024.jpg 683w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-768x1152.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-1024x1536.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-1200x1800.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-800x1200.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4-480x720.jpg 480w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-4.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">“Foi emocionante quando eu descobri que estava grávida porque eu esperava por isso há muitos anos”, conta Edimara de Campos, gestante acompanhada pela ONG. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23113" data-id="23113" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-5.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Edimara de Campos acompanhada por Jandira de Campos, sua mãe, que é atendida pela Casa Fonte Colombo. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23112" data-id="23112" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-1024x682.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-1024x682.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-6.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Camila Moraes, gestante acompanhada pela Casa Fonte Colombo, ao lado de Janete Gomes, vizinha que vive com HIV atendida pela ONG. Foi Janete quem convidou Camila a participar do projeto “Mãe acompanhada, bebê protegido”. Foto: UNAIDS Brasil/Leticia Durlo</figcaption></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="692" height="516" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-23111" data-id="23111" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-7.png" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-7.png 692w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/01/2022_12_22_FTC_FonteColomboRS_Foto-7-300x224.png 300w" sizes="auto, (max-width: 692px) 100vw, 692px" /><figcaption class="wp-block-jetpack-slideshow_caption gallery-caption">Camila Moraes, gestante acompanhada pela Casa Fonte Colombo, ao lado de Janete Gomes, vizinha que vive com HIV atendida pela ONG, no recebimento do enxoval. Foto: Divulgação/Casa Fonte Colombo</figcaption></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “Mãe Acompanhada, bebê protegido&#8221; teve como objetivo apoiar e acompanhar gestantes por meio de uma rede de apoio formada pela ONG. A Casa Fonte Colombo conta com 149 pessoas usuárias que participam das atividades da organização. Estas pessoas também assumem o papel de mapear gestantes em suas comunidades e trazê-las para o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para isso, houve a realização de ações de sensibilização sobre Transmissão Vertical do HIV e Sífilis e distribuição de sete mil exemplares de uma cartilha com orientações sobre os cuidados na gestação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atuamos com essas pessoas que não têm acesso à rede de saúde. Por isso, sair dos muros e ter um olhar amplo foi importante para iniciar esse processo de vinculação das gestantes aos serviços de saúde e evitar a transmissão vertical”, explica Cristiane Marins, coordenadora de Projetos Sociais da Casa Fonte Colombo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oitenta gestantes receberam acompanhamento e vinculadas ao serviço de saúde. Desse total, 72 completaram o pré-natal, enquanto outras oito permanecem em acompanhamento. No oitavo mês de gestação, a ONG doou um enxoval de bebê (banheira, roupas, toalha, cobertor, travesseiro, fraldas, mamadeira) para cada gestante acompanhada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O projeto desenvolvido pela Fonte Colombo é um exemplo do que acontece quando a sociedade civil, gestão municipal e comunidades trabalham conjuntamente para que todas as pessoas consigam, de fato, acessar os serviços de saúde”, completa Ariadne Ribeiro, oficial do UNAIDS de Equidade e Direitos para Todos.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Edital <em>Fast-Track Cities</em> </h5>



<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de apoiar financeiramente projetos desenvolvidos por OSC que atuam na resposta ao HIV em algumas das 15 cidades participantes da iniciativa, o Edital Fast-Track Cities seleciona projetos com base nos dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2021, do Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa <em>Fast-Track Cities</em> é uma parceria global conjunta entre municípios e a Associação Internacional de Provedores de Cuidados com a AIDS (IAPAC), o UNAIDS, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e a Cidade de Paris. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, o UNAIDS apresenta o vídeo sobre o projeto “Mãe acompanhada, bebê protegido”, nas cidades de Porto Alegre e Viamão, no Rio Grande do Sul.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Fast-Track Cities: no RS, gestantes recebem apoio para evitar a transmissão vertical do HIV" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/3s7HlY70WHk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Apesar do grande progresso desde o início da epidemia, a resposta ao HIV ainda está falhando em relação às crianças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório mais recente sobre o progresso das metas Start Free, Stay Free, AIDS Free (Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, na tradução livre para o português) mostra que, apesar dos grandes progressos realizados desde o início da epidemia, a resposta ao HIV para crianças tem ficado para trás. Ano após ano, o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="relatório mais recente sobre o progresso (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2020/start-free-stay-free-aids-free-2020-progress-report" target="_blank"><strong>relatório mais recente sobre o progresso</strong></a> das metas Start Free, Stay Free, AIDS Free (Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, na tradução livre para o português) mostra que, apesar dos grandes progressos realizados desde o início da epidemia, a resposta ao HIV para crianças tem ficado para trás. Ano após ano, o objetivo ambicioso de eliminar novas infecções por HIV entre as crianças está sendo esquecido e elas estão morrendo desnecessariamente por doenças relacionadas à AIDS—mortes que poderiam ser evitadas com tratamentos simples e de baixo custo se as crianças fossem diagnosticadas e tratadas a tempo. </p>



<span id="more-15819"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma tragédia ver tantas crianças perdidas e sendo deixadas para trás enquanto temos  tantas ferramentas disponíveis, tantas novas infecções por HIV prevenidas entre crianças e tantas crianças com HIV vivendo bem&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Não podemos aceitar que dezenas de milhares de crianças ainda sejam infectadas pelo HIV e morram de doenças relacionadas à AIDS todos os anos&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O marco <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS Free (opens in a new tab)" href="https://free.unaids.org/" target="_blank"><strong>Start Free, Stay Free, AIDS Free</strong></a> possui três conceitos simples. Primeiro, os bebês têm o direito de entrar neste mundo livres do HIV. Segundo, através da prevenção do HIV, crianças, adolescentes e mulheres jovens têm o direito de permanecer livres do vírus. Terceiro, crianças e adolescentes que adquirem o HIV têm o direito de receber diagnóstico, tratamento e cuidados, para que possam permanecer livres da AIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países concordaram com uma série de metas de prevenção e tratamento do HIV. Para que as crianças comecem a viver sem HIV, um desses objetivos era reduzir as novas infecções infantis (de 0 a 14 anos) para menos de 40.000 em 2018 e para 20.000 em 2020. No entanto, estimativas recém-publicadas mostram que 150.000 crianças foram infectadas com HIV em 2019—uma redução de 52% desde 2010, mas ainda quatro vezes acima da meta de 2018. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao garantir que as mulheres grávidas que vivem com HIV sejam diagnosticadas, iniciadas e retidas no tratamento com medicamentos antirretrovirais durante a gravidez, o parto e a amamentação, a chance de transmitir o vírus é inferior a 1%. Globalmente, 85% das mulheres grávidas que vivem com HIV receberam esses medicamentos em 2019. Mas, apesar da alta cobertura, as crianças ainda estão sendo infectadas devido ao acesso desigual aos serviços de tratamento (principalmente na África Ocidental e Central), mulheres que estão evadindo os cuidados de saúde e grávidas e mulheres que se infectam por HIV na fase de amamentação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como comunidade global, fizemos um progresso notável no controle da pandemia do HIV, mas ainda estamos perdendo muitas crianças, adolescentes e mulheres jovens&#8221;, disse Angeli Achrekar, principal coordenadora adjunta de AIDS Global dos Estados Unidos no PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS). &#8220;Todos devemos redobrar nossos esforços para alcançar urgentemente essas populações críticas—e o PEPFAR continua profundamente comprometido em fazer sua parte.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">O componente Stay Free (permaneça livre) estabeleceu uma meta de reduzir as novas infecções por HIV entre meninas e mulheres jovens para menos de 100.000 até 2020. Há muito tempo, meninas e mulheres jovens são afetadas pelo HIV de maneira desproporcional – entre os países- foco da iniciativa Start Free, Stay Free, AIDS Free , meninas adolescentes e mulheres jovens representam 10% da população total, mas correspondem a 25% das novas infecções por HIV e têm um risco quase duas vezes maior de infecção pelo vírus em comparação com os homens.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, novas infecções por HIV entre mulheres jovens vêm caindo. Na África do Sul, onde existem programas de prevenção combinada para meninas adolescentes e mulheres jovens, as novas infecções por HIV nessa faixa etária caíram 35%. E em Suazilândia, as novas infecções por HIV entre mulheres jovens de 15 a 24 anos caíram 54%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por muito tempo, a resposta ao HIV negligenciou crianças, adolescentes e mulheres jovens&#8221;, disse Henrietta Fore, diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância. “Mas há esperança. O momento recente na redução de novas infecções entre meninas e mulheres adolescentes em países como Suazilândia  e África do Sul nos mostra o que é possível quando governos e comunidades, liderados pelas próprias meninas, unem esforços. Não devemos deixar que a COVID-19 e suas questões econômicas nos atrapalhem. Devemos permanecer ousados ​​e ambiciosos em nossos esforços conjuntos para garantir que a próxima geração de crianças permaneça livre do HIV e da AIDS”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que crianças e adolescentes permaneçam livres da AIDS, os países convocaram metas ambiciosas, mas alcançáveis, para o tratamento do HIV—oferecer terapia antirretroviral a 1,4 milhão de crianças vivendo com HIV até 2020. Em 2019, no entanto, apenas 950.000 (53%) dos 1,8 milhão de crianças vivendo com HIV estavam recebendo tratamento para HIV—muito abaixo dos 67% dos adultos em tratamento. É claro que, para salvar vidas, as 840.000 crianças que não estão em tratamento—estima-se que dois terços delas estejam entre 5 e 14 anos—devem ser diagnosticadas e tratadas com urgência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A falta de medicamentos ideais para o HIV com formulações pediátricas adequadas tem sido uma barreira de longa data para melhorar os resultados de saúde para crianças vivendo com HIV, contribuindo para a baixa cobertura do tratamento&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde. &#8220;O acesso aos serviços para grupos vulneráveis ​​deve ser expandido através de um maior envolvimento da comunidade, de melhoria na prestação de serviços e de combate ao estigma e discriminação.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das falhas, a notícia positiva é que sabemos como o mundo poderia ter atingido as metas previstas nesta iniciativa. E com bastante comprometimento, ainda podemos superar os principais obstáculos e reverter estas falhas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A década passada foi marcada por inovação e progresso no campo pediátrico do HIV, mas a dramática falha em alcançar as metas para as crianças que vimos neste último relatório é simplesmente inaceitável. Precisamos renovar urgentemente nosso compromisso de lutar por uma geração livre de AIDS. Hoje, como comunidade global, estamos desapontando os mais vulneráveis ​​entre nós: crianças e jovens”, disse Chip Lyons, Presidente e CEO da Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós podemos fazer melhor. Precisamos fazer melhor”, acrescentou Byanyima. “Sabemos como salvar vidas e impedir novas infecções por HIV entre crianças. Exijo que não poupemos esforços. Nada menos que isso é vergonhoso”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS  (PEPFAR) lançaram o marco <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS Free (opens in a new tab)" href="https://free.unaids.org/" target="_blank"><strong>Start Free, Stay Free, AIDS Free</strong></a><strong> </strong>em 2016 para aproveitar as realizações do Plano Global, finalizado em 2015, para a <a rel="noreferrer noopener" aria-label="eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manutenção de suas mães vivas (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2011/20110609_JC2137_Global-Plan-Elimination-HIV-Children_en.pdf" target="_blank"><strong>eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manutenção de suas mães vivas</strong></a>. </p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/">Apesar do grande progresso desde o início da epidemia, a resposta ao HIV ainda está falhando em relação às crianças</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Crise no tratamento infantil do HIV na África Ocidental e Central</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/02/crise-no-tratamento-infantil-do-hiv-na-africa-ocidental-e-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2020 19:15:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2018, a cobertura da terapia antirretroviral entre crianças vivendo com HIV na África Ocidental e Central foi de apenas 28%, muito abaixo da média global, que já era apenas 54%. Existem muitas razões para a baixa cobertura da terapia antirretroviral entre crianças na África Ocidental e Central. Poucas crianças estão sendo diagnosticadas na, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/02/crise-no-tratamento-infantil-do-hiv-na-africa-ocidental-e-central/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 2018, a cobertura da terapia antirretroviral entre crianças vivendo com HIV na África Ocidental e Central foi de apenas 28%, muito abaixo da média global, que já era apenas 54%. </p>



<span id="more-14418"></span>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="892" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Children-are-receiving-treatment_1341_PT-2-1024x892.png" alt="" class="wp-image-14422" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Children-are-receiving-treatment_1341_PT-2-1024x892.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Children-are-receiving-treatment_1341_PT-2-300x261.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Children-are-receiving-treatment_1341_PT-2-768x669.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Children-are-receiving-treatment_1341_PT-2-720x627.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Children-are-receiving-treatment_1341_PT-2.png 1341w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Existem muitas razões para a baixa cobertura da terapia antirretroviral entre crianças na África Ocidental e Central. Poucas crianças estão sendo diagnosticadas na região —com apenas 27% dos bebês expostos ao HIV sendo testados para o HIV dentro de oito semanas após o nascimento em 2018, há uma necessidade urgente de expandir o acesso ao diagnóstico precoce dos bebês.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="673" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18Coverage-of-services-to-prevent-vertical-HIV-transmission_1581_PT-2-1024x673.png" alt="" class="wp-image-14424" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18Coverage-of-services-to-prevent-vertical-HIV-transmission_1581_PT-2-1024x673.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18Coverage-of-services-to-prevent-vertical-HIV-transmission_1581_PT-2-300x197.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18Coverage-of-services-to-prevent-vertical-HIV-transmission_1581_PT-2-768x505.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18Coverage-of-services-to-prevent-vertical-HIV-transmission_1581_PT-2-720x473.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18Coverage-of-services-to-prevent-vertical-HIV-transmission_1581_PT-2.png 1581w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de serviços de saúde acessíveis em muitos países da África Ocidental e Central resulta na falta de diagnósticos de crianças vivendo com HIV. Se uma mulher grávida não faz o pré-natal, ela não é testada para o HIV e não recebe os serviços para evitar a transmissão vertical (de mãe para filho). Além disso, seu bebê também não é testado para o HIV, e sem o diagnóstico não é possível iniciar o tratamento.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo procurando um profissional de saúde, muitas vezes a mulher e seu filho perdem o acompanhamento após o parto, com o estado sorológico da criança ainda desconhecido. As crianças expostas ao HIV precisam ser testadas dentro de dois meses após o parto e testadas novamente ao final do período de amamentação. Para diagnosticar essas crianças, é necessária uma ampliação de serviços que ofereçam o teste de HIV, e outros serviços de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário também que mães e crianças se mantenham em tratamento e recebam a terapia antirretroviral. Muitas mães e crianças <a rel="noreferrer noopener" aria-label="iniciam o tratamento do HIV e param mais tarde (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2020/february/20200211_babies-becoming-infected-with-hiv-in-africa" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">iniciam o tratamento do HIV e param mais tarde</span></a>. Novos e aprimorados tratamentos de HIV para crianças também ajudam a aumentar a cobertura do tratamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como não houve progresso nos últimos anos na prevenção da transmissão vertical do HIV na região, não é de admirar que as crianças que vivem com o HIV na África Ocidental e Central estejam ficando para trás. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="938" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2-938x1024.png" alt="" class="wp-image-14423" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2-938x1024.png 938w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2-275x300.png 275w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2-768x838.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2-1099x1200.png 1099w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2-660x720.png 660w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/02/2020_02_18_Low-levels-of-testing-of-infants-exposed-to-HIV_1385_PT-2.png 1385w" sizes="auto, (max-width: 938px) 100vw, 938px" /></figure></div>
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	            data-title="Crise no tratamento infantil do HIV na África Ocidental e Central" 
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		<title>Transmissão vertical é tema da primeira reunião do GT UNAIDS de 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 18:58:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A transmissão vertical do HIV (quando o bebê pode se infectar durante a gestação, parto ou amamentação) ainda é um desafio de saúde pública para diversos países. Em 2018, cerca de 160 mil crianças de até 14 anos adquiriram o HIV globalmente, de acordo com o relatório global do UNAIDS de 2019—Communities at the, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/08/transmissao-vertical-e-tema-da-primeira-reuniao-do-gt-unaids-de-2019/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A transmissão vertical do HIV (quando o bebê pode se infectar durante a gestação, parto ou amamentação) ainda é um desafio de saúde pública para diversos países. Em 2018, cerca de 160 mil crianças de até 14 anos adquiriram o HIV globalmente, de acordo com o relatório global do UNAIDS de 2019—Communities at the centre (Comunidades no centro, na tradução livre para o português). No Brasil, a eliminação da transmissão vertical do HIV é uma das prioridades do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (DCCI) do Ministério da Saúde para os anos de 2019 e 2020. O país aderiu às metas estabelecidas pela Organização Pan-Americana de Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS) de reduzir a menos de 2% o número de casos de HIV em crianças ou torná-los inexistentes.  </p>



<span id="more-12511"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Este foi o tema da primeira reunião do Grupo Temático Ampliado das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (GT UNAIDS), que contará com a presidência da OPAS para o biênio 2019-2021. O encontro foi realizado nesta quarta-feira (14/8), em Brasília (DF). “Este é um espaço muito importante para que todos que temos responsabilidade na resposta ao HIV possamos apontar os desafios e encontrar soluções, contribuindo para chegar à meta dos indicadores propostos e alcançar o que todos queremos: uma melhor saúde para todos os que vivem no Brasil”, afirmou María Almirón, coordenadora de Doenças Transmissíveis e Análise de Situação de Saúde da Representação da OPAS/OMS no país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro reuniu cerca de 30 representantes de governo, embaixadas, organismos da ONU e organizações da sociedade civil, representadas por pessoas vivendo com HIV. O objetivo principal foi o de debater estratégias que impactem na redução da transmissão vertical no Brasil. A reunião teve como destaque a participação do município de Curitiba, que foi o primeiro no Brasil a receber a certificação de eliminação da transmissão vertical do HIV, concedida pelo Ministério da Saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima, reforçou a importância das metas durante o encontro. “Elas são fundamentais para estimular os gestores e profissionais de saúde a melhorar suas estratégias e políticas públicas relacionadas ao HIV”, explicou.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução da transmissão vertical como problema de saúde  pública a um nível mínimo foi estabelecida como meta global em 2017 pela OPAS/OMS. O documento Framework for elimination of mother-to-child transmission of HIV, syphilis, hepatitis B and Chagas (Marco para a eliminação da transmissão de mãe para filho de HIV, sífilis, hepatite B e chagas, na tradução livre para o português), reúne as diretrizes para ações que devem ser implementadas com foco nas mulheres, antes, durante e depois da gravidez, para evitar a transmissão para os bebês.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conheça o caso de Curitiba </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cidade de Curitiba (PR) foi a primeira do país a ser considerada livre da transmissão vertical do HIV. O município recebeu a certificação do Ministério da Saúde em 2017 e mantém a condição de eliminação até hoje. “Este é o resultado de anos de trabalho em toda a rede de saúde de Curitiba, que é organizada de forma racional. Prezamos pela integração das áreas de vigilância e assistência, com foco voltado para o acolhimento da gestante nos serviços de saúde”, ressaltou o diretor do Centro de Epidemiologia da Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Alcides de Oliveira, durante o GT UNAIDS. O diretor foi convidado a compartilhar as estratégias utilizadas pelo município, que resultaram na eliminação da transmissão vertical do HIV. Para manter o certificado, a cidade de Curitiba não pode apresentar mais do que dois casos de transmissão vertical em um ano (no caso específico de Curitiba, de acordo com suas características epidemiológicas e populacionais).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na capital paranaense, o cuidado com a gestante é priorizado há pelo menos 20 anos, com a criação da rede Mãe Curitibana Vale a Vida, em 2009. O documento é um protocolo utilizado para nortear as ações desenvolvidas nos serviços de saúde e reúne todas as informações para uma abordagem adequada da gestação, e inclui todo o cuidado relacionado à prevenção da infecção por HIV de mãe para filho. O documento pontua, ainda, todas as orientações sobre as etapas da gravidez, desde a testagem—que é recomendada a partir da primeira consulta do pré-natal até o último trimestre—, o acompanhamento nos casos em que o resultado para HIV for positivo, tratamento da mãe e monitoramento da carga viral.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Presidência da OPAS no GT UNAIDS </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidência do GT UNAIDS está sob a responsabilidade da Representação da OPAS/OMS no Brasil para o biênio 2019-2021. A OPAS/OMS é responsável pela condução da resposta global à epidemia do HIV na área da saúde. Como copatrocinadora do UNAIDS, a Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OMS/OPAS)  assume a liderança no tratamento e cuidados relacionados ao HIV e a coinfecção do HIV e tuberculose e coordena o trabalho em conjunto com o UNICEF sobre a eliminação da transmissão vertical do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As reuniões do GT UNAIDS no Brasil são realizadas pelo menos duas vezes ao ano e a escolha do tema é baseada em informações técnicas e de acordo com as necessidades consideradas fundamentais pelas organizações que compõem o grupo para a resposta à epidemia de HIV no país.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A complexidade da epidemia de AIDS demanda uma mobilização de vários setores e parceiros, e coloca o HIV entre os temas prioritários de atuação conjunta do Sistema ONU. </p>
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		<title>Laços de intimidade, livres do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 11:43:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Eu pensei que nunca seria feliz novamente&#8221;, disse Mei Zi, que atualmente vive com HIV e é mãe de um garoto muito animado. Ela chama seu filho de &#8220;anjo calmo&#8221;, pois ele não fala muito. Mei Zi diz que &#8220;anjo calmo&#8221; é como um presente de Deus. Mei Zi conheceu o marido dois anos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/lacos-de-intimidade-livres-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu pensei que nunca seria feliz novamente&#8221;, disse Mei Zi, que atualmente vive com HIV e é mãe de um garoto muito animado. Ela chama seu filho de &#8220;anjo calmo&#8221;, pois ele não fala muito. Mei Zi diz que &#8220;anjo calmo&#8221; é como um presente de Deus. </p>



<span id="more-11789"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi conheceu o marido dois anos depois de descobrir que estava vivendo com HIV. Depois do casamento, ela foi morar com o marido em Pequim, na China, onde ele trabalhava. Ela se lembra de ter recebido uma jaqueta vermelha de presente do marido quando saiu do trem em Pequim. A lembrança ainda está fresca, apesar de ter sido há muito tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo após seu casamento, Mei Zi ficou grávida. Embora seu médico tenha dito que ela poderia tomar remédios para garantir que seu bebê nascesse livre do HIV, ela tomou a dolorosa decisão de interromper a gravidez. Ela e o marido viviam com o HIV e, além disso, ela vivia com hepatite C. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi tirou da cabeça a ideia de ter filhos, mas cinco anos depois, um teste mostrou que ela estava grávida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi foi tratada como qualquer outra gestante do hospital. Ela decidiu fazer o tratamento para garantir que o bebê nascesse livre do HIV e para tratar a hepatite após a chegada do bebê. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa da hepatite, Mei Zi fez uma cesariana na 34ª semana de gravidez. Ela estava com medo da cirurgia, mas ansiosa para ver seu bebê. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando a porta da sala de cirurgia foi aberta, comecei a chorar&#8221;, disse Mei Zi. “Eu senti que a porta era algo entre a vida e a morte.” Quando o médico lhe apresentou o recém-nascido, ela não podia acreditar que era verdade—um bebê saudável, e que nascera sem HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Chinesa de Mulheres contra a AIDS (WNAC na sigla em inglês) está se esforçando para garantir que mais mulheres vivendo com HIV e hepatite C estejam cientes de que podem ter filhos saudáveis e receber apoio para isso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O WNAC foi criada em 2009 com o apoio do UNAIDS, e consiste em 27 organizações comunitárias de mulheres em 12 províncias da China. É uma plataforma que reúne e defende as mulheres que vivem com HIV e garante que as mulheres recebam a ajuda e o apoio de que precisam para ter acesso a cuidados de saúde adequados e dar à luz a bebês livres do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi realizou seu sonho de ter um filho saudável, mas não foi por acaso. O apoio que ela recebeu do seu prestador de serviços de saúde, WNAC, organizações integrantes da Rede e muitos outros grupos comunitários, tornaram isso possível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Anjo calmo&#8221; tem agora quatro anos e meio, e é enérgico e curioso sobre o mundo. </p>
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	            data-title="Laços de intimidade, livres do HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/06/lacos-de-intimidade-livres-do-hiv/">Laços de intimidade, livres do HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>América Latina e Caribe:  30,8 mil bebês nasceram sem HIV entre 2010 e 2017 na região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 May 2019 20:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório Novas gerações livres de HIV, sífilis, hepatite B e doença de Chagas nas Américas 2018, lançado pela OPAS/OMS em 2019, destaca o êxito de países da América Latina e do Caribe na eliminação da transmissão dessas infecções. O estudo foi realizado com 52 nações e territórios das Américas, e apresenta que, desde, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/america-latina-e-caribe-308-mil-bebes-nasceram-sem-hiv-entre-2010-e-2017-na-regiao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O relatório Novas gerações livres de HIV, sífilis, hepatite B e doença de Chagas nas Américas 2018, lançado pela OPAS/OMS em 2019, destaca o êxito de países da América Latina e do Caribe na eliminação da transmissão dessas infecções.  O estudo foi realizado com 52 nações e territórios das Américas, e apresenta que, desde 2010, mais de 30 mil crianças na região nasceram sem HIV graças ao sucesso na prevenção de transmissão vertical do vírus.  </p>



<span id="more-11754"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O documento publicado pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) indica dados relevantes sobre esses avanços, apesar de apontar que o progresso tem sido desigual em algumas regiões e que, no caso específico da transmissão vertical do HIV, há um registro de estabilização no ritmo de queda. Estima-se que, a cada ano, 3,5 mil bebês ainda nasçam com HIV nas nações latinas e caribenhas.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo destaca os resultados alcançados nesses países na eliminação da transmissão da mãe para o filho tanto para HIV e quanto para sífilis, entre os anos de 2010 e 2017.  A pesquisa apontou que é grande o acesso a mulheres grávidas à atenção pré-natal e ao parto nessas regiões.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento ressalta também que o rastreamento e o tratamento de infecção de HIV e sífilis em grávidas soropositivas continuam a aumentar. No período de análise da pesquisa, houve um crescimento de 50% (em 2010) para 73% (em 2017) no acesso ao tratamento antirretrovial desse grupo.  </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="507" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Grafico-cobertura-estimada-de-antirretrovirais-entre-mulheres-grávidas-1-1024x507.png" alt="" class="wp-image-11759" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Grafico-cobertura-estimada-de-antirretrovirais-entre-mulheres-grávidas-1.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Grafico-cobertura-estimada-de-antirretrovirais-entre-mulheres-grávidas-1-300x149.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Grafico-cobertura-estimada-de-antirretrovirais-entre-mulheres-grávidas-1-768x380.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Grafico-cobertura-estimada-de-antirretrovirais-entre-mulheres-grávidas-1-640x317.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Grafico-cobertura-estimada-de-antirretrovirais-entre-mulheres-grávidas-1-720x356.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Somente em 2017, aumentaram em 87% os cuidados adequados de sífilis nas gestantes que compareceram aos serviços pré-natal. Entre 2010 e 2016, a média era de 83%. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="852" height="425" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Porcentagem-de-mulheres-grávidas-que-tenham-acesso-aos-cuidados-do-pré-natal.png" alt="" class="wp-image-11760" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Porcentagem-de-mulheres-grávidas-que-tenham-acesso-aos-cuidados-do-pré-natal.png 852w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Porcentagem-de-mulheres-grávidas-que-tenham-acesso-aos-cuidados-do-pré-natal-300x150.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Porcentagem-de-mulheres-grávidas-que-tenham-acesso-aos-cuidados-do-pré-natal-768x383.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Porcentagem-de-mulheres-grávidas-que-tenham-acesso-aos-cuidados-do-pré-natal-640x319.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_04_Porcentagem-de-mulheres-grávidas-que-tenham-acesso-aos-cuidados-do-pré-natal-720x359.png 720w" sizes="auto, (max-width: 852px) 100vw, 852px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para acessar o relatório completo (em espanhol), clique <strong>aqui</strong>.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Crédito da foto:  UN Photo/Loey Felipe </p>
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		<title>OPAS lança iniciativa para eliminar a transmissão vertical de HIV e outras três doenças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/08/opas-lanca-iniciativa-para-eliminar-transmissao-vertical-de-hiv-e-outras-tres-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Aug 2017 15:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os anos, estima-se que 2.100 crianças na América Latina e no Caribe nascem com o HIV ou contraem o vírus de suas mães; 22.400 são infectados com sífilis; cerca de 9.000 nascem com a doença de Chagas; e 6.000 contraem o vírus da hepatite B. Se não forem detectados e tratados a tempo,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/08/opas-lanca-iniciativa-para-eliminar-transmissao-vertical-de-hiv-e-outras-tres-doencas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os anos, estima-se que 2.100 crianças na América Latina e no Caribe nascem com o HIV ou contraem o vírus de suas mães; 22.400 são infectados com sífilis; cerca de 9.000 nascem com a doença de Chagas; e 6.000 contraem o vírus da hepatite B. Se não forem detectados e tratados a tempo, essas infecções podem causar abortos espontâneos, malformações congênitas, problemas neurológicos e cardíacos, cirrose, câncer de fígado e, em alguns casos, até a morte.<span id="more-7406"></span></p>
<p>Para acabar com a transmissão vertical (de mãe para filho) dessas quatro doenças até 2020, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) lançou o <em><a href="http://www.paho.org/hq/index.php?option=com_docman&amp;task=doc_view&amp;gid=41281&amp;Itemid=270" target="_blank" rel="noopener">Framework for elimination of mother-to-child transmission of HIV, syphilis, hepatitis B and Chagas (EMTCT-PLUS)</a></em> —Marco para a eliminação da transmissão mãe para filho do HIV, sífilis, hepatite B e Chagas, na tradução livre para o português. A iniciativa é um roteiro com estratégias e intervenções com foco nas mulheres antes e durante a gravidez, assim como em novas mães e seus bebês.</p>
<p>&#8220;O novo marco é uma oportunidade para integrar e redobrar esforços para diagnosticar e tratar mulheres grávidas durante exames pré-natais, a fim de prevenir abortos espontâneos, malformações fetais e óbitos por sífilis e evitar que crianças sejam infectadas com doenças com HIV, hepatite B, ou doença de Chagas, que têm graves consequências para a saúde a longo prazo &#8220;, disse Suzanne Serruya, diretora do Centro Latino-Americano de Perinatologia (CLAP) da OPAS.</p>
<p>Desde 2010, os países da América Latina e do Caribe têm trabalhado para eliminar a transmissão mãe para filho do HIV e da sífilis, como problemas de saúde pública, através da Estratégia e Plano de Ação para a Eliminação da Transmissão de Mãe para Filho— conhecida pela sigla em inglês EMTCT—do HIV e de Sífilis Congênita, coordenada pela OPAS. Desde então, os países conseguiram reduzir as novas infecções em crianças em cerca de 55%, de 4.700 para 2.100 entre 2010 e 2015, impedindo que cerca de 28.000 crianças fossem infectadas com o HIV.</p>
<p>Avançando a partir do sucesso desta iniciativa, a OPAS criou o marco EMTCT-PLUS, que integra esforços para acabar com a transmissão vertical da doença de Chagas e da hepatite B dentro desta plataforma já estabelecida.</p>
<p><strong>Prevenção da transmissão</strong></p>
<p>Para reduzir a transmissão de mãe para filho dessas quatro doenças a um nível mínimo, a iniciativa da OPAS propõe triagem universal de todas as mulheres grávidas, uma política que todos os países da região e do mundo adotaram para o diagnóstico do HIV e da sífilis, embora ainda não tenha sido feito para a doença de Chagas e hepatite B.<br />
A partir de 2016, os 51 países e territórios das Américas tinham incluído a hepatite B em seus cronogramas oficiais de vacinação, com uma dose da vacina administrada aos 2, 4 e 6 meses de idade. Além disso, 21 países (cujas populações representam 90% da coorte de nascidos vivos da região) tinham incluído uma dose da vacina contra a hepatite B para recém-nascidos em seus cronogramas de vacinação.</p>
<p>A cobertura de vacinação regional da série de três doses é estimada em 89% e a cobertura da dose para recém-nascidos, em 75%. O sucesso dos programas de vacinação nas Américas sugere que a eliminação da transmissão perinatal e infantil da hepatite B é possível. No entanto, o acesso deve ser expandido para garantir que a vacina atinja pelo menos 95% das crianças, começando com uma dose para recém nascidos nas primeiras 24 horas de vida.</p>
<p>Até agora, a luta contra a doença de Chagas se concentrou no controle vetorial, limpeza ambiental e no rastreio de sangue para transfusões. No entanto, o próximo passo para eliminar essa doença como um problema de saúde pública é se concentrar na prevenção da transmissão vertical, que atualmente representa cerca de um terço das novas infecções. Estima-se que 1,12 milhão de mulheres em idade reprodutiva na região estão infectadas com T. cruzi, o parasita que causa a doença. O marco EMTCT-PLUS urge que todas as mulheres grávidas sejam examinadas e que os bebês daquelas que se testam positivas sejam testados e tratados, bem como as mães após o parto.</p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Queremos que a próxima geração seja livre, não apenas do HIV e do sífilis, mas também da doença de Chagas e da hepatite B&#8221;, disse Marcos Espinal, Diretor do Departamento de Doenças Transmissíveis e Análise de Saúde da OPAS. &#8220;Temos ferramentas eficientes para impedir que as crianças sejam infectadas por suas mães, mas precisamos dessas medidas para alcançar todos os que precisam delas.&#8221;</span></p></blockquote>
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		<title>UNAIDS saúda DDAHV pela realização da 1ª reunião do GT de certificação da eliminação de transmissão vertical do HIV e da sífilis</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/11/unaids-sauda-realizacao-gt-certificacao-eliminacao-transmissao-vertical-hiv-sifilis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 13:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza o governo brasileiro pela iniciativa do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV), do Ministério da Saúde, de criação do Grupo de Trabalho (GT) de Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical do HIV e/ou da Sífilis no Brasil. “Esse é um passo muito importante dado, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/11/unaids-sauda-realizacao-gt-certificacao-eliminacao-transmissao-vertical-hiv-sifilis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza o governo brasileiro pela iniciativa do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV), do Ministério da Saúde, de criação do Grupo de Trabalho (GT) de Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical do HIV e/ou da Sífilis no Brasil.<span id="more-4485"></span></p>
<p>“Esse é um passo muito importante dado pelo Brasil rumo à eliminação da transmissão do HIV e da sífilis de mãe para filho”, disse Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “O país demonstra comprometimento político e técnico para responder aos desafios ainda existentes em seu território para garantir que todas as crianças nasçam livres dessas infecções.”</p>
<p>O primeiro encontro do grupo aconteceu na última segunda-feira (7/11) na sede do DDAHV, em Brasília, e reuniu representantes de entidades ligadas à resposta ao HIV e à AIDS, bem como à sífilis. Foram discutidos o cenário epidemiológico nacional atual da transmissão vertical da sífilis e do HIV no Brasil e a formação do Grupo de Trabalho para elaboração dos documentos para certificação da eliminação da Transmissão Vertical de HIV e/ou Sífilis.</p>
<p>“Precisamos ouvir a opinião dos especialistas sobre a certificação dos municípios e adiantar que os convidados para a primeira reunião vão integrar o comitê, que vai avaliar o relatório dos municípios interessados em participar desse processo”, afirmou a Diretora do DDAHV, Adele Benzaken, ao explicar como será o processo de certificação proposto para os municípios que conseguirem alcançar esse marco.</p>
<p>A estratégia mundial do UNAIDS para 2016-2021 prevê a eliminação da transmissão do HIV de mãe para filho, a chamada transmissão vertical, nesse período e prevê esforços e iniciativas para garantir que todas a mães possam viver em condições saudáveis de forma sustentável.</p>
<p><div id="attachment_4498" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4498" class="wp-image-4498 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/adele-e-mesa-2-1.jpg" alt="adele e mesa 2" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/adele-e-mesa-2-1.jpg 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/adele-e-mesa-2-1-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/adele-e-mesa-2-1-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/adele-e-mesa-2-1-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/adele-e-mesa-2-1-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-4498" class="wp-caption-text">Primeiro encontro do GT de Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical do HIV e/ou da Sífilis no Brasil em Brasília. Foto: Renato Oliveira/DDAHV</p></div></p>
<p>“Avaliar as dinâmicas e desafios locais na resposta à epidemia em cada município seguramente contribuirá para que o Brasil avance no enfrentamento da transmissão vertical do HIV e da sífilis. Ao reunir esforços locais para o que chamamos de<em> sprint</em> final para a eliminação da transmissão vertical do HIV e da sífilis, o Brasil terá todos os elementos para fazer parte do seleto grupo de países que já conquistaram essa certificação da OMS (Organização Mundial da Saúde), entre eles <a href="https://unaids.org.br/2015/06/oms-valida-eliminacao-da-transmissao-de-mae-para-filho-do-hiv-e-da-sifilis-em-cuba/"><span style="font-weight: 400;">Cuba</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="https://unaids.org.br/2016/06/tailandia-primeiro-pais-da-asia-eliminar-transmissao-de-mae-para-filho-do-hiv/"><span style="font-weight: 400;">Tailândia</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://unaids.org.br/2016/06/3522/"><span style="font-weight: 400;">Armênia</span></a>”, destaca Georgiana.</p>
<p>Segundo o DDAHV, a composição do comitê será dividida em quatro grupos: avaliação de respeito aos direitos humanos; avaliação de laboratórios; avaliação de serviços e programas; avaliação do sistema de vigilância e monitoramento. Também ficou definido que a próxima reunião será entre meados de janeiro e início de fevereiro de 2017. Outras propostas de trabalho são a composição e formalização dos comitês estaduais; a subnotificação, cujo objetivo é melhorar a qualidade dos dados; a busca por informações dos serviços públicos e privados; e avaliação de área, nos municípios, com os piores indicadores.</p>
<p>O <strong><a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/plano_global_eliminar_novas_infeccoes.pdf"><i>Plano Global do UNAIDS para a eliminar novas infecções de HIV entre crianças até 2015 e manter suas mães vivas</i></a></strong><i><span style="font-weight: 400;">,</span></i> juntamente com a <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/Declara%C3%A7%C3%A3o-de-Paris-PORT-1.pdf">Declaração de Paris</a></strong><span style="font-weight: 400;">, </span>são estratégias que buscam incentivar e apoiar países, governos estaduais e municipais a promover a Aceleração da Resposta para o fim da epidemia de AIDS como ameaça à saúde pública até 2030.</p>
<p>No Brasil, prefeituras das cinco regiões brasileiras já aderiram à Declaração de Paris, comprometendo-se com a estratégia de Aceleração da Resposta ao HIV proposta pelo UNAIDS. Juntas, estas 23 cidades, somadas ao Distrito Federal e ao Estado do Rio Grande do Sul – cujos governadores também assinaram o compromisso -, contam com uma população de quase 35 milhões de brasileiras e brasileiros.</p>
<p>Ao redor do mundo, a OMS tem trabalhado em conjunto com o UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) e seus <a href="https://unaids.org.br/copatrocinadores/"><span style="font-weight: 400;">copatrocinadores </span></a>para apoiar os países nesse processo, replicando boas práticas acumuladas nos últimos anos e compartilhando lições aprendidas nos países onde atuam &#8211; nas esferas federal, estadual, municipal e local &#8211; rumo à eliminação da transmissão de mãe para filho do HIV e da sífilis.</p>
<p>Foto de capa: Renato Oliveira/DDAHV</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">(Com informações do DDAHV)</span></i></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/11/unaids-sauda-realizacao-gt-certificacao-eliminacao-transmissao-vertical-hiv-sifilis/">UNAIDS saúda DDAHV pela realização da 1ª reunião do GT de certificação da eliminação de transmissão vertical do HIV e da sífilis</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em parceria com UNAIDS, Malhação terá série original no Gshow sobre casais sorodiferentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 14:03:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Malhação: Seu Lugar no Mundo vai lançar neste sábado, 2 de abril, uma nova série original chamada Eu Só Quero Amar, cujo tema central será a vida de casais sorodiferentes (quando dos parceiros um vive com HIV e o outro não). A série, que é um misto de documentário e ficção, é fruto, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/03/em-parceria-com-unaids-malhacao-tera-nova-serie-original-no-gshow-sobre-casais-sorodiferentes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A <em>Malhação: Seu Lugar no Mundo</em> vai lançar neste sábado, 2 de abril, uma nova série original chamada <strong><a href="http://gshow.globo.com/novelas/malhacao/2015/Vem-por-ai/noticia/2016/03/eu-so-quero-amar-e-nova-serie-original-de-malhacao-com-episodios-publicados-aos-sabados.html"><em>Eu Só Quero Amar</em></a>,</strong> cujo tema central será a vida de casais sorodiferentes (quando dos parceiros um vive com HIV e o outro não). <span id="more-2594"></span>A série, que é um misto de documentário e ficção, é fruto da parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a área de Responsabilidade Social da Globo, iniciada com o lançamento da campanha <strong><a href="https://unaids.org.br/2015/09/globo-e-unaids-lancam-campanha-para-alertar-sobre-o-aumento-de-casos-de-aids-entre-jovens-e-importancia-do-teste-do-hiv/"><em>Viver Melhor</em></a></strong>, em setembro de 2015.</p>
<p>O ponto de partida da série é o casal Henrique e Camila, interpretado pelos atores Thales Cavalcanti e Manuela Llerena. Henrique vive com HIV e namora Camila na trama da série teen. Depois de uma história conturbada e cheia de obstáculos, os dois resolveram bancar a relação enfrentando até mesmo a resistência dos pais de Camila.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“Pela primeira vez na história da televisão brasileira, estamos indo além de prevenção, testagem e tratamento do HIV.&#8221;<br />
&#8211; Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil.</p>
</blockquote>
<p>O objetivo da série é aprofundar para o público jovem o debate sobre esta relação e principalmente sobre a vida de um casal sorodiferente, desde os desafios no convívio social –  como enfrentamento do estigma e da discriminação – até a vivência de uma sexualidade saudável e bem informada.</p>
<p>Desde o final de dezembro, o UNAIDS tem prestado consultoria à produção da série <em>Malhação: Seu Lugar no Mundo</em> para apoiar o  autor da trama, seus  roteiristas e produtores tanto no refinamento da linguagem quanto nas sugestões de temas e histórias reais capazes de apoiar as cenas com os personagens envolvidos direta e indiretamente com a questão do HIV na série.</p>
<p>“Pela primeira vez na história da televisão brasileira, estamos indo além de prevenção, testagem e tratamento do HIV. Estamos falando também de sexualidade, estigma e discriminação &#8211; e diretamente para o público jovem, que é o mais afetado hoje no país”, afirma Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS no Brasil. “Estamos muito felizes que Emanuel Jacobina tenha iniciado o debate e que, juntos, tenhamos conseguido aprofundá-lo desta forma. A parceria com o Gshow na criação desta série veio coroar este esforço de uma forma muito especial.”</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/230q4ImWNTI" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Nossa estratégia é mobilizar o país para temas socialmente relevantes. Assim, a parceria com o UNAIDS é fundamental para que essa mensagem de respeito, tolerância, esclarecimento e de harmonia no convívio entre casais sorodiferentes alcance o maior número possível de pessoas e assim contribua para mudanças positivas de comportamento,” destacou Bia Azeredo, diretora de Responsabilidade Social da Globo.</p>
<p>Cada sábado do mês de abril contará com um novo episódio da série, totalizando cinco episódios. Inspirada na obra de Emanuel Jacobina – autor desta temporada <em>Malhação: Seu Lugar no Mundo</em> –, a série para a internet tem como roteiristas Filipe Lisboa e Giovana Moraes, e colaboração de Gabriel Estrëla (Projeto Boa Sorte), jovem ator, cantor e diretor vivendo com HIV. A direção geral é de Leonardo Nogueira. A produção também contou com apoio de consultoria do UNAIDS Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o comunicado completo em português, <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/2016_04_01_Eu_So_Quero_Amar_Pt.pdf" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</strong></p>
<p>Acesse também as versões em <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/2016_03_31_Eu_So_Quero_Amar_f_es-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">espanhol aqui</a></strong> e em <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/04/2016_04_01_Eu_So_Quero_Amar_F_en.pdf" target="_blank" rel="noopener">inglês aqui</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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