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	<title>Reunião de Alto Nível sobre HIV/AIDS - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Reunião de Alto Nível sobre HIV/AIDS - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Vídeo “Acabar com as desigualdades. Acabar com a AIDS” envia uma mensagem poderosa para líderes mundiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 19:52:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após 40 anos desde que os primeiros casos de AIDS foram relatados, um grupo de celebridades e pessoas apoiadoras de alto nível da resposta ao HIV apareceram em um novo vídeo como parte de uma campanha para manter as lideranças mundiais em seus compromissos de acabar com a epidemia da AIDS até 2030. O, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/video-acabar-com-as-desigualdades-acabar-com-a-aids-envia-uma-mensagem-poderosa-para-lideres-mundiais/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Após 40 anos desde que os primeiros casos de AIDS foram relatados, um grupo de celebridades e pessoas apoiadoras de alto nível da resposta ao HIV apareceram em um novo vídeo como parte de uma campanha para manter as lideranças mundiais em seus compromissos de acabar com a epidemia da AIDS até 2030. O filme, Uma Mensagem às Líderanças Mundiais sobre o Fim da AIDS, mostra como a epidemia de HIV continua sendo uma emergência de saúde global e que muitas pessoas estão sendo deixadas para trás na resposta, porque as desigualdades subjacentes que impulsionam a epidemia não estão sendo abordadas.</p>



<span id="more-18248"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lado da Diretora Executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, o vídeo apresenta celebridades e pessoas apoiadoras que fazem parte do movimento mundial do HIV de longa data, incluindo Kenneth Cole, Toumani Diabaté, Youri Djorkaeff, David Furnish, Sir Elton John, Princesa Stéphanie de Mônaco, Sheryl Lee Ralph, Stéphanie Seydoux, Charlize Theron, Brigitte Touadera, Yousra e outras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas são convidadas a aderir à campanha enviando suas próprias mensagens às lideranças mundiais nas mídias sociais usando a hashtag #EndInequalitiesEndAIDS (#AcabarComAsDesigualdadesAcabarComAAIDS, em tradução livre para o português) e assinando uma carta à Prezada Liderança Mundial que expõe o progresso feito contra a epidemia do HIV até o momento, ao mesmo tempo em que exorta a uma ação mais forte para reduzir as desigualdades, mobilizar recursos e capacitar as comunidades que vivem e são afetadas pelo HIV para acabar de vez com a epidemia da AIDS. A carta também expressa preocupação sobre o impacto da COVID-19 nos serviços de HIV e como a pandemia aumentou a vulnerabilidade à infecção pelo HIV entre certos grupos de pessoas, tais como mulheres jovens e meninas por causa de interrupções na escolaridade, casamento infantil e violência baseada no gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha reflete a recentemente adotada <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/03/o-conselho-do-unaids-adota-nova-estrategia-global-para-a-aids-que-prepara-o-caminho-para-acabar-com-a-aids-ate-2030" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estratégia Global UNAIDS para AIDS 2021-2026</a></span></strong>: Acabar com as Desigualdades, acabar com a AIDS, e apoia os resultados da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS de 2021. Na reunião, os Estados-membros apoiaram a <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Declaração Política sobre HIV e AIDS de 2021: Acabar com as Desigualdades e Entrar no Rumo do Fim da AIDS até 2030</a></span></strong>, que estabelece novas metas para a prevenção e tratamento do HIV e a redução do estigma e da discriminação relacionados ao HIV. Se essas metas forem atingidas até 2025, o mundo estará no caminho certo para acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. As metas buscam garantir que 95% dos serviços de HIV sejam prestados às pessoas que necessitam, a redução do número de novas infecções pelo HIV anualmente para menos de 370 mil e a redução das mortes relacionadas à AIDS para menos de 250 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Progressos incríveis foram feitos contra o HIV durante as últimas quatro décadas, com o número de pessoas em tratamento antirretroviral que salvam vidas mais que triplicou desde 2010. Mas a campanha chama a atenção para quem ficou para trás, como mulheres jovens e meninas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas trans e pessoas que usam drogas. O recente relatório divulgado pelo UNAIDS “<strong><em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/novo-relatorio-do-unaids-mostra-que-podemos-acabar-com-a-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Compromissos Globais, ações locais</a></span></em></strong>”, mostra que 10,2 milhões de 37,6 milhões de pessoas vivendo com HIV globalmente ainda estão esperando por tratamento. Somente no ano passado, 690 mil pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS e houve 1,5 milhão de novas infecções por HIV em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo foi lançado durante a 48ª reunião da Junta de Coordenação do Programa, conhecida em inglês como Programme Coordinating Board (PCB). O vídeo e a carta às lideranças mundiais podem ser encontrados <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://endinequalitiesendaids.unaids.org">aqui</a></span></strong> <em>(em inglês)</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DESTAQUES IMPORTANTES</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Precisamos que os governos façam sua parte, precisamos que as comunidades se mobilizem e se organizem, precisamos que a sociedade civil defenda aqueles e aquelas que compreendem a necessidade de solidariedade mundial, aqueles e aquelas cujos corações lhes dizem que a coisa certa a fazer é cuidar da humanidade, devem organizar e vencer o debate público.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Winnie Byanyima</span>, Diretora Executiva do UNAIDS e Subsecretária Geral das Nações Unidas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;O estigma associado [à AIDS] era indiscutivelmente pior do que a própria doença. Se trabalharmos de forma conjunta para atingir estes objetivos comuns [na prevenção e tratamento do HIV] e se forem atingidos até 2025, o mundo estará novamente no caminho certo para acabar com a AIDS como uma crise de saúde pública até 2030.&#8221;<br></em><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Kenneth Cole</span>, designer, ativista e Embaixador da Boa Vontade Internacional do UNAIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;É importante que continuemos esta luta e redobremos nossos esforços. É urgente.&#8221;<br></em><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Toumani Diabaté</span>, músico e Embaixador da Boa Vontade Internacional do UNAIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;O vírus não desapareceu. O acesso à prevenção, ao tratamento e aos cuidados continua sendo uma prioridade vital.&#8221;<br></em><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Youri Djorkaeff</span>, Diretor Geral da Fundação FIFA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;As pessoas que se sentem marginalizadas e afastadas da sociedade é aí que o HIV tende a entrar e a se enraizar mais. [Precisamos] garantir que todas as pessoas que estão mais expostas ao risco de contrair o HIV se sintam seguras, se sintam amadas e tenham acesso ao teste e ao tratamento de que precisam&#8221;.<br></em><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">David Furnish</span>, Presidente, Fundação Elton John AIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Crianças da Indonésia foram expulsas de suas escolas quando profissionais da educação e pais descobriram que elas viviam com HIV&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Atiqah Hasiholan</span>, atriz, modelo e Embaixadora da Boa Vontade do UNAIDS para a Indonésia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Fizemos muitos progressos científicos e médicos, mas ainda temos um longo caminho a percorrer. [Acabar com a AIDS] é um sonho realizável, mas o que temos que fazer é acabar com o estigma. Devemos continuar a dar às pessoas em todo o mundo a esperança de que a AIDS está na agenda. Não podemos deixar essas pessoas para trás. Todas as pessoas nascem iguais, todas devem ser tratadas da mesma maneira.&#8221;<br></em><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Sir Elton John</span>, músico e fundador da Fundação Elton John AIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Hoje, as pessoas vivendo com HIV podem desfrutar de vidas longas e saudáveis com um comprimido por dia. Precisamos de um novo compromisso para acabar com a ignorância, o estigma e, sim, às vezes, é o silêncio que nos separa do fim da epidemia da AIDS.&#8221;<br></em><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Sheryl Lee Ralph</span>, atriz, cantora, autora e ativista</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Sabemos como acabar com a AIDS e temos as ferramentas para fazê-lo.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Stéphanie Seydoux</span>, Embaixadora da França para a Saúde Global</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Podemos encorajar nossas lideranças a fornecer os meios para deter esta pandemia.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Princesa Stéphanie de Mônaco</span>, Embaixadora da Boa Vontade Internacional do UNAIDS</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Há uma razão simples para estarmos longe do nosso objetivo: a desigualdade. As populações-chave com maior probabilidade de se contrair HIV têm menor probabilidade de ter acesso aos serviços de que precisam para sobreviver. Se você vive ou morre por doenças relacionadas à AIDS ainda é muito frequentemente determinado por quem você é, quem você ama e onde você vive.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Charlize Theron</span>, atriz, fundadora do projeto Charlize Theron Africa Outreach Project e Mensageira da Paz das Nações Unidas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Infelizmente, a complacência está se instalando e as desigualdades estão se aprofundando. Apelo às lideranças de todo o mundo para que se comprometam com um mundo sem AIDS.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Brigitte Touadera</span>, Primeira-Dama da República Centro-Africana</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Muitas pessoas não estão acessando os serviços por medo de serem reconhecidas ou julgadas ou por causa da segurança pessoal e da segurança.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Pia Wurtzbach</span>, Miss Universo 2015 e Embaixadora da Boa Vontade do UNAIDS para a Ásia e o Pacífico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Para acabar com a AIDS, precisamos falar sobre isso. O HIV não discrimina. Nós discriminamos.&#8221;</em><br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Yousra</span>, atriz, cantora e Embaixadora da Boa Vontade do UNAIDS para o Oriente Médio e o Norte da África</strong></p>
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		<title>Promoção da saúde sexual e reprodutiva de jovens é importante para melhorar resposta ao HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 13:44:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 25% da população mundial tem entre 10 e 24 anos— e em algumas partes do hemisfério sul a proporção é de 66% ou mais. Esta é uma geração que se encontra entre curiosidade, perguntas e preocupações sobre seus “eus” sexuais e reprodutivos emergentes e os controles, restrições e condições impostas por leis,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/promocao-da-saude-sexual-e-reprodutiva-melhora-resposta-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mais de 25% da população mundial tem entre 10 e 24 anos— e em algumas partes do hemisfério sul a proporção é de 66% ou mais. Esta é uma geração que se encontra entre curiosidade, perguntas e preocupações sobre seus “eus” sexuais e reprodutivos emergentes e os controles, restrições e condições impostas por leis, políticas e práticas comunitárias.</p>



<span id="more-18383"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, um grupo de jovens ativistas, representantes governamentais e especialistas se reuniu em um evento virtual no dia 10 de junho para discutir os Fatos da Vida: Juventude, Sexualidade e HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião, coorganizada pelo UNAIDS e a Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), trouxe à tona a urgência da ação. Cerca da metade de todas as novas infecções pelo HIV no mundo inteiro ocorre entre jovens de 15 a 24 anos, sendo que mulheres jovens têm o dobro da probabilidade de serem infectadas. Mundialmente, as doenças relacionadas à AIDS são a segunda principal causa de morte entre jovens (de 10 a 24 anos de idade) e a causa mais comum de mortalidade de jovens na África.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova Estratégia Global para AIDS 2021-2026 destaca a necessidade urgente de capacitar a juventude para construir a resposta de hoje e liderar a resposta de amanhã ao HIV para esse público e suas comunidades. Nipun Srivastava, jovem ativista indiano contra o HIV, apontou os desafios futuros. &#8220;Temos uma meta ambiciosa para acabar com a AIDS até 2030, mas isso não é possível com estas políticas retrógradas sobre sexo e sexualidade&#8221;. Perdemos muitas pessoas nos anos 80 e 90 porque não falávamos sobre sexo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os esforços para ajudar a juventude a atingir seu potencial na vida pública precisam ser espelhados em sua vida privada e íntima. Alvaro Bermejo, diretor geral da IPPF, enfatizou a conexão entre o bem-estar físico e emocional de adolescentes (incluindo quem vive com HIV)— e suas sociedades— e o acesso a informações e serviços sexuais e reprodutivos precisos e adequados à idade, permitindo-lhes evitar gravidez indesejada, aborto inseguro, infecções sexualmente transmissíveis, incluindo HIV, e todas as formas de violência e coerção sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, ainda assim, a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos da juventude continuam sendo altamente controversos. &#8220;Case-in-point é a própria Reunião de Alto Nível sobre AIDS&#8221;, disse Shereen El Feki, diretora da equipe de apoio regional do UNAIDS para o Oriente Médio e Norte da África. &#8220;Algumas das negociações mais controversas, e o recuo dos Estados-membros, sobre a Declaração Política das Nações Unidas sobre a AIDS foi sobre saúde sexual e reprodutiva e direitos e educação sexual abrangente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas ouviram que os mesmos governos elogiaram as iniciativas sobre emprego ou engajamento cívico da juventude, muitas vezes declinaram quando tentam trazer o mesmo espírito de empoderamento da juventude para o acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva e de direitos da juventude ou educação sexual. Amery Browne, ministro das Relações Exteriores e da CARICOM para Trinidad e Tobago, falou sobre o delicado ato que governos enfrentam ao equilibrar as forças conservadoras e as vozes juvenis, e estimulou todas as pessoas que trabalham por uma maior abertura a continuar sua luta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas participantes está Nadia Abdalla, secretária administrativa chefe do Ministério das TIC, Inovação e Juventude do Quênia. Nadia falou sobre os esforços de seu país para ajudar a juventude a se organizar e se mobilizar por seus direitos, incluindo a capacidade de prevenir ou viver com o HIV. Já nos Estados Unidos, a ativista Ponny White descreveu seu trabalho com Advocates for Youth (<em>Advogando pela Juventude, na tradução livre para o português</em>), uma organização não-governamental que faz lobby junto aos governos estaduais para uma reforma legal que permita que a juventude tenha acesso a seus direitos sexuais e reprodutivos plenos. &#8220;Jovens estão vivenciando encontros sexuais que não compreendem porque alguém está lhes apresentando&#8221;, advertiu, &#8220;Queremos equipar a juventude com ferramentas e educação para que possam ter autonomia e ter uma vida plena&#8221;, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A internet é uma dessas ferramentas de empoderamento. Abir Sarras, cofundadora da Love Matters Arabic (<em>O Amor Importa &#8211; Arábico, na tradução livre para o português</em>), uma plataforma pioneira de mídia social que atinge milhões de jovens em todo o Oriente Médio e no Norte da África, apontou a importância do sexo— mensagens positivas— enfatizando os prazeres, em vez de apenas os problemas, associados ao sexo — como um meio fundamental de comunicação com a juventude. Mas o acesso online não chega a várias pessoas dessa população—Stefania Gianinni, diretora geral de educação da UNESCO, descreveu os sucessos e retrocessos enfrentados na implementação da orientação das Nações Unidas sobre educação sexual abrangente nos currículos escolares. &#8220;Não há pílula do conhecimento que possamos dar para a juventude&#8221;, disse ela. &#8220;Mas a educação, de mãos dadas com o acesso a serviços favoráveis é a ferramenta mais poderosa para acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública e dar direitos às novas gerações.&#8221;</p>
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		<title>Discurso de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, na abertura da Reunião de Alto Nível sobre a AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 23:54:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vossas Excelências, distintos Delegados, colegas, amigos e amigas. Obrigada, presidente da Assembleia Geral Bozkir, cofacilitadores embaixador Gertze, da Namíbia, e embaixador Fifield, da Austrália, e todos os Estados-membros. De forma conjunta redigiram, negociaram e entregaram esta Declaração Política, que será a base do nosso trabalho para acabar com a pandemia da AIDS que tem, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/discurso-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-sobre-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Vossas Excelências, distintos Delegados, colegas, amigos e amigas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obrigada, presidente da Assembleia Geral Bozkir, cofacilitadores embaixador Gertze, da Namíbia, e embaixador Fifield, da Austrália, e todos os Estados-membros. De forma conjunta redigiram, negociaram e entregaram esta <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021_political-declaration-on-hiv-and-aids" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Declaração Política</a></span>, que será a base do nosso trabalho para acabar com a pandemia da AIDS que tem devastado comunidades durante 40 anos.</p>



<span id="more-17712"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A AIDS não acabou. É uma das pandemias mais fatais dos tempos modernos. Desde o começo da epidemia, 77,5 milhões de pessoas foram infectadas por HIV. Perdemos quase 35 milhões de pessoas por causa da AIDS. Uma morte por AIDS a cada minuto é uma emergência! As taxas de infecção por HIV não acompanham a trajetória que nos comprometemos de forma conjunta. De fato, em meio às consequências da crise de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/covid19/" target="_blank" rel="noopener" title="">COVID-19</a></span>, podemos, inclusive, ver uma retomada da pandemia de HIV.</p>



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<iframe title="&quot;Depende apenas de nós&quot;" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/1kmeNJ221Rw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Para legendas em português, ative o CC (closed caption) no Youtube.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mas uma pandemia interminável de HIV é evitável. Apesar de todos os obstáculos, se nos unirmos, podemos acabar com a AIDS como uma ameaça de saúde pública até 2030, tal como prometemos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, seguir fazendo o que temos feito resultará em fracasso. Os programas que permitiram avanços substanciais não seguirão garantindo que terminemos esta jornada porque o caminho esta interditado. As evidências e análises são nítidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desigualdades de poder, status, direitos e voz estão ajudando a impulsionar a pandemia de HIV. As desigualdades matam. Como estabelece a Estratégia Global de AIDS: para acabar com a AIDS, temos de acabar com as desigualdades que a perpetuam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há outro benefício nessa abordagem. As mesmas legislações, políticas e serviços de saúde centrados nas pessoas, que são necessários para acabar com a AIDS, também ajudarão o mundo a superar a COVID-19 e estar preparado para fazer enfrentar futuras pandemias e apoiar o crescimento econômico inclusivo e os direitos humanos de todas as pessoas. Nós faremos melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui há <strong>três mudanças ousadas</strong> que devemos fazer de forma conjunta:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Precisamos acabar com as desigualdades no acesso às tecnologias sanitárias, impulsionando a ciência e garantindo que ela chegue a todo mundo. A COVID-19 mostrou que a ciência avança de acordo com a velocidade da vontade política.<br>Precisamos acelerar a ciência sobre a AIDS investindo em inovações no tratamento, prevenção, atenção e vacinas como bens públicos mundiais. E precisamos impulsionar a ciência de maneira a reduzir as desigualdades em vez de aumentá-las. Por exemplo, devemos levar os novos medicamentos antirretrovirais de ação prolongada que facilitarão o tratamento e a prevenção do HIV às mulheres em toda a sua diversidade e a populações-chave no Sul global primeiro, não anos depois de que as pessoas nos países ricos tenham acesso. Vamos assegurar que todos os medicamentos que podem prevenir a morte de pessoas que vivem com HIV sejam fabricados por múltiplos produtores de maneira acessível, especialmente no Sul global, onde mais se concentra a enfermidade. Precisamos de financiamento, mas também temos de reformar as normas falhas de propriedade intelectual e apoiar a distribuição da produção globalmente, de modo que o acesso à ciência que salva vidas já não dependa do passaporte que cada pessoa tenha.<br></li>



<li>Precisamos acabar com as desigualdades no acesso aos serviços essenciais, proporcionando saúde e educação para todas as pessoas. Para muitas comunidades, as novas infecções por HIV tornaram-se raras; e viver uma vida longa e plena com o HIV é comum. Mas dentro dos países, ou entre eles, uma lacuna cada vez maior separa quem tem acesso a serviços de prevenção, tratamento e assistência e tem seus direitos respeitados daquelas pessoas que são excluídas. Hoje estamos definindo metas ambiciosas e ousadas para alcançar 95% de quem precisa de tratamento e prevenção do HIV: para alcançar estas metas, precisamos redesenhar os serviços de HIV tornando-os de fácil acesso e pensados em função da vida das pessoas. Precisamos assegurar que todas as meninas completem a educação secundária e estejam empoderadas com acesso pleno a serviços e direitos. É necessário por fim às tarifas para pessoas por serviços essenciais e proporcionar estes serviços por meio de sistemas públicos financiados por impostos. Precisamos integrar os serviços proporcionados pela comunidade. Precisamos combater a evasão fiscal, que impede a obtenção dos recursos internos para a saúde e a educação. A maioria dos países em desenvolvimento enfrenta uma grave crise fiscal, com uma perda de recursos superior a 20% em 2020 e tem os orçamentos de saúde ameaçados &#8211; e África sofre uma pressão especial. Este é o momento para aumentar as receitas e isso requer o fim da evasão fiscal e da competição fiscal que esvaziam os cofres públicos. Também necessitamos uma reestruturação da dívida para superar o impacto da COVID-19 e o estabelecimento de um mecanismo justo de resolução da crise da dívida. Devemos intensificar, não retroceder, o compromisso de destinar 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) de todos os países desenvolvidos e assegurar que a maior parte dos Direitos Especiais de Saque do FMI, no valor de 650 bilhões de dólares, fluam para países de renda baixa e média.<br></li>



<li>Precisamos acabar com as desigualdades na implementação dos direitos, em particular para as pessoas que vivem com HIV e as pessoas vulneráveis ou afetadas pelo HIV. Felicito o compromisso dos Estados-membros de reformar as legislações e proteger os direitos. A evidência mostra que, quando as leis se fortalecem para apolar a igualdade de gênero e os diretos das populações-chave e enfrentar a estigmatização, os países têm muito mais sucesso nos programas de tratamento e prevenção, beneficiando a todas as pessoas. Fizeram retroceder os avanços relacionados ao HIV. Precisamos seguir avançando em nossa jronada comum, longe das legislações que causam danos, punitivas, obsoletas, muitas vezes coloniais, e de todas as formas de discriminação.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Este momento exige que trabalhemos de forma conjunta em todos os setores, em todos os países. As falsas promessas do populismo estão demonstrando que não estão à altura da biologia: como nos recorda a COVID-19, não apenas estamos interconectadas e interconectados, como somos inseparáveis.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube aligncenter wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="&quot;Este momento exige que trabalhemos de forma conjunta&quot;" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/_pjY9-hUlnY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">Para legendas em português, ative o CC (closed caption) no Youtube.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos acabar com a AIDS apenas em um país ou continente, só podemos acabar com a AIDS em todos quando isso acontecer em todos lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parabenizo os grupos da sociedade civil de todo o mundo cuja luta contra as desigualdades são um estímulo para a ação. Vocês, comunidades, grupos de mulheres e movimentos de base, têm nos encorajado constantemente. Às vezes, essa pressão pode ser desconfortável, mas minha mensagem para vocês é: sigam nos encorajando. Sigam lutando! A pressão do poder das pessoas é chave para acabar com as desigualdades e com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Martin Luther King disse que o arco moral do universo é longo, mas se inclina em direção à justiça. Ele não quis dizer que este processo é automático. Como ele destacou: “o progresso social nunca se move sobre as rodas da inevitabilidade; vem de um esforço incansável das pessoas”. A trajetória das novas infecções por HIV e das mortes relacionadas à AIDS não se reduzirão pelas iniciativas de sempre, mas podemos forçá-las a diminuírem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos ocupar uma posição de neutralidade frente às desigualdades. Para voltar ao caminho para acabar com a AIDS devemos exercer a proatividade para enfrentá-las. A única alternativa é um círculo vicioso de injustiça, enfermidade e emergência. O mais irreal que poderíamos fazer agora é imaginar que podemos superar nossas crises mediante pequenos ajustes ou retoques.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depende de apenas de nós como queremos que fique a nossa marca: como pessoas que quebraram promessas ou cumpriram suas promessas, como pessoas fracassadas ou vencedoras, como as pessoas que acabaram com a AIDS ou somente como as pessoas que poderiam ter acabado com a AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As epidemias amplificam nossas piores características—as desigualdades, as injustiças e o medo; mas também as nossas melhores características— ingenuidade, resistência e coragem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confio que vamos vencer, de forma conjunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Obrigada.</p>



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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/06/discurso-de-winnie-byanyima-diretora-executiva-do-unaids-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-sobre-a-aids/">Discurso de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, na abertura da Reunião de Alto Nível sobre a AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estados-membros das Nações Unidas adotam nova Declaração Política para enfrentar desigualdades e acabar com a AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 23:12:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[assembleia geral da ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Estados-membros das Nações Unidas adotaram um conjunto de metas novas e ambiciosas como parte da Declaração Política aprovada na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre AIDS, realizada entre 8 e 10 de junho em Nova York. Se a comunidade internacional atingir as metas, 3,6 milhões de novas infecções, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os Estados-membros das Nações Unidas adotaram um conjunto de metas novas e ambiciosas como parte da Declaração Política aprovada na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre AIDS, realizada entre 8 e 10 de junho em Nova York. Se a comunidade internacional atingir as metas, 3,6 milhões de novas infecções por HIV e 1,7 milhão de mortes relacionadas à AIDS serão evitadas até 2030.</p>



<span id="more-17685"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A Declaração Política apela aos países para que forneçam acesso a opções de prevenção combinadas, eficazes e centradas nas pessoas a 95% de todas as pessoas expostas a situações de risco de contrair HIV em todos os grupos epidemiologicamente relevantes, grupos de idade e contextos geográficos. O documento também demanda aos países a garantia de que 95% das pessoas que vivem com HIV conheçam seu status sorológico, 95% das pessoas que conheçam seu status sorológico estejam sob tratamento antirretroviral, e 95% das pessoas em tratamento antirretroviral estejam com a carga viral suprimida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesta Década de Ação, se quisermos cumprir a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ODS/" target="_blank" rel="noopener" title="">Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável</a></span>, todos os Estados-membros devem se comprometer novamente a acabar com a epidemia de AIDS até 2030”, disse Volkan Bozkir, Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para acabar com a AIDS, precisamos acabar com as injustiças que causam novas infecções por HIV e evitam que as pessoas tenham acesso aos serviços”, disse Amina J. Mohammed, secretária-geral adjunta das Nações Unidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Declaração Política observa com preocupação que as populações-chave—gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis, pessoas trans e pessoas em privação de liberdade—têm maior probabilidade de serem expostas ao HIV e enfrentarem violência, estigma, discriminação e leis que restringem sua liberdade ou acesso aos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Estados-membros concordaram com a meta de garantir que, até 2025, menos de 10% dos países tenham estruturas jurídicas e políticas restritivas que levem à negação ou limitação do acesso aos serviços. Também se comprometeram a garantir que, até 2025, menos de 10% das pessoas que vivem com, em risco de ou afetadas pelo HIV enfrentem estigma e discriminação, inclusive tornando mais conhecido o conceito de<span style="text-decoration: underline;"> indetectável = intransmissível</span> (pessoas vivendo com HIV que atingiram a supressão viral não transmitem o HIV).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gostaria de agradecer aos Estados-membros. Eles adotaram uma Declaração Política ambiciosa para colocar o mundo de volta no caminho certo para acabar com a pandemia da AIDS que assola comunidades há 40 anos”, disse Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao expressar preocupação com o número de novas infecções por HIV entre adolescentes, especialmente na África Subsaariana, os Estados-membros assumiram o compromisso de reduzir o número de novas infecções por HIV entre meninas adolescentes e mulheres jovens para menos de 50 mil até 2025. Também se comprometeram a eliminar todas as formas de violência sexual e de gênero, incluindo violência contra parceiro íntimo, pela adoção e aplicação de leis que abordam as formas múltiplas e cruzadas de discriminação e violência enfrentadas por mulheres que vivem com, em risco e afetadas pelo HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro compromisso foi o de reducir, até 2025, para não mais de 10% o número de mulheres, meninas e pessoas afetadas pelo HIV que vivenciam desigualdades de gênero e violência sexual e de gênero. Além disso, compromissos firmados para garantir que todas as mulheres possam exercer seu direito à sexualidade, incluindo sua saúde sexual e reprodutiva, livre de coerção, discriminação e violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi pedido aos países também que usem dados epidemiológicos nacionais para identificar outras populações prioritárias que estão em maior risco de exposição ao HIV, como pessoas com deficiência, minorias étnicas e raciais, povos indígenas, comunidades locais, pessoas que vivem na pobreza, migrantes, pessoas refugiadas, pessoas deslocadas internamente, militares, pessoas em emergências humanitárias e em situações de conflito e pós-conflito. Os países também se comprometeram a garantir que 95% das pessoas que vivem com, em risco de e que são afetadas pelo HIV sejam protegidas contra pandemias, incluindo a pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As gritantes desigualdades expostas pelo encontro das pandemias de HIV e COVID-19 são um alerta para o mundo priorizar e investir integralmente na efetivação do direito humano à saúde para todas as pessoas, sem discriminação”, disse a Winnie Byanyima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Estados-membros também se comprometeram a aumentar e financiar de forma integral a resposta à AIDS. Eles concordaram em investir 29 bilhões de dólares anualmente até 2025 em países de baixa e média renda. Isso inclui o investimento de pelo menos 3,1 bilhões de dólares em capacitação social, incluindo a proteção dos direitos humanos, redução do estigma e da discriminação e reforma da legislação. Os Estados-membros também se comprometeram a incluir a prestação de serviços de HIV liderada por pares, inclusive por meio de contratos sociais e outros mecanismos de financiamento público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um foco na expansão do acesso às tecnologias mais recentes para prevenção, monitoramento, diagnóstico, tratamento e vacinação da tuberculose (TB), os Estados-membros concordaram em garantir que 90% das pessoas que vivem com HIV recebam tratamento preventivo para tuberculose, além do compromiso em reduzir as mortes por tuberculose relacionadas à AIDS em 80% até 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países também se comprometeram a garantir a acessibilidade e disponibilidade global de medicamentos seguros, eficazes e de qualidade garantida, incluindo genéricos, vacinas, diagnósticos e outras tecnologias de saúde para prevenir, diagnosticar e tratar a infecção por HIV, suas infecções oportunistas e outras comorbidades por meio do uso de flexibilidades existentes no âmbito do Acordo TRIPS (Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio) e garantir que as disposições sobre direitos de propriedade intelectual nos acordos comerciais não prejudiquem as flexibilidades existentes, conforme descrito na Declaração de Doha sobre o Acordo TRIPS e Saúde Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A resposta à AIDS ainda está deixando milhões para trás—pessoas LGBTI, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, migrantes, pessoas em privação de liberdade, adolescentes, jovens, mulheres e crianças—que também merecem uma vida normal, com os mesmos direitos e dignidade que a maioria das pessoas gozam nesta sala”, disse Yana Panfilova, mulher vivendo com HIV e membro da Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV (GNP+).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reunião de Alto Nível está sendo realizada de forma virtual e presencial em Nova York e conta com a participação de chefes de estado e governo, ministros e delegados, além de pessoas vivendo com HIV, organizações da sociedade civil, populações-chave, comunidades afetadas pelo HIV, organizações internacionais, cientistas e pesquisadores, pesquisadoras e o setor privado. O UNAIDS apoiou as consultas regionais e a participação da sociedade civil na Reunião de Alto Nível. As organizações da sociedade civil demandaram aos Estados-Membros a adoção de uma resolução mais forte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora tenhamos feito algum progresso significativo como comunidade global, ainda estamos errando o alvo e as pessoas estão pagando o preço com suas vidas. Há uma única razão pela qual estamos perdendo nosso objetivo: é a desigualdade”, disse Charlize Theron, fundadora do <em>Charlize Theron Africa Outreach Project</em> (Projeto de Solidariedade Charlize Theron na África, na tradução livre para o português) e Mensageira da Paz das Nações Unidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Estados-membros também se comprometeram a apoiar e alavancar os 25 anos de experiência e conhecimento do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a financiar integralmente o programa para que continue liderando os esforços globais contra a AIDS e dando suporte aos esforços de preparação para pandemias futuras e para a saúde global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao tomar em conta a Estratégia Global de AIDS 2021-2026: Fim das Desigualdades, Fim da AIDS, adotada por consenso em 25 de março de 2021 pela Junta de Coordenação do Programa do UNAIDS (PCB), e o relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas <em><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://hlm2021aids.unaids.org/sg-report/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Superar as desigualdades e voltar ao camino certo para acabar com a AIDS até 2030”</a></strong></span></em>, lançado em 31 de março de 2021, o UNAIDS teria parabenizado compromissos ainda mais fortes com educação sexual abrangente, saúde e direitos sexuais e reprodutivos, orientação sexual e identidade de gênero, aceitação irrestrita de opções de prevenção de HIV baseadas em evidências, como redução de danos, um apelo à descriminalização da transmissão do HIV, trabalho sexual, uso de drogas e leis que criminalizam as relações sexuais entre pessoas do mesmo gênero e maior flexibilização das regras de propriedade intelectual para o acesso a medicamentos, vacinas e tecnologias que salvam vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2020, 27,4 milhões das 37,6 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento, contra apenas 7,8 milhões em 2010. Estima-se que a implantação de tratamento acessível e de qualidade tenha evitado 16,2 milhões de mortes desde 2001. As mortes relacionadas à AIDS caíram 43% desde 2010—em 2020, foram registradas para 690 mil mortes. O progresso na redução de novas infecções por HIV também tem acontecido, mas tem sido marcadamente mais lento—uma redução de 30% desde 2010, com 1,5 milhão de pessoas infectadas por HIV em 2020, em comparação com as 2,1 milhões de pessoas em 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais sobre a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://hlm2021aids.unaids.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Reunião de Alto Nível sobre o fim da AIDS</a></strong></span> (em inglês).</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" data-id="17692" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto3-1.jpg" alt="" class="wp-image-17692" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto3-1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto3-1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto3-1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto3-1-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" data-id="17693" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto4.jpeg" alt="" class="wp-image-17693" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto4.jpeg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto4-300x193.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto4-768x494.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/06/2021_06_08_NewPoliticalDeclaration_Foto4-720x464.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></figure>
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		<title>“Podemos vencer a guerra contra este vírus”, diz Yana Panfilova na abertura da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/podemos-vencer-a-guerra-contra-este-virus-diz-yana-panfilova-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 16:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Originalmente publicado no site do UNICEF. Meu nome é Yana. Sou da Ucrânia, tenho 23 anos de idade e nasci com HIV. Acredito que todas as pessoas nascem livres. Mas a má legislação e o estigma social nos dão rótulos. Eu fui rotulada como uma pessoa vivendo com HIV. A sociedade decidiu como me, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/podemos-vencer-a-guerra-contra-este-virus-diz-yana-panfilova-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Originalmente publicado no site do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.unicef.org/ukraine/en/stories/we-can-win-war-against-virus" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">UNICEF</span></strong></a>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu nome é Yana. Sou da Ucrânia, tenho 23 anos de idade e nasci com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que todas as pessoas nascem livres. Mas a má legislação e o estigma social nos dão rótulos. Eu fui rotulada como uma pessoa vivendo com HIV. A sociedade decidiu como me vê e se vou viver ou morrer.</p>



<span id="more-17699"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Quando eu tinha 10 anos, eu já tinha AIDS. Comecei a tomar um comprimido todos os dias que salvou a minha vida. E hoje esta pequena pílula mágica está salvando a vida de 27 milhões de pessoas que vivem com HIV em todo o mundo. Esta pequena pílula nos dá esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que podemos vencer a guerra contra este vírus. Sabemos que com o tratamento, uma pessoa se iguala a outra. Você não precisa viver com medo de transmitir HIV para seu parceiro ou parceira. Sabemos que podemos ter crianças saudáveis, que nasçam livres do HIV, e sabemos que estaremos com vida para vê-los crescer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isto não é uma realidade para milhões de pessoas vivendo com HIV, que ainda vivem em constante medo e isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando soube do meu status de HIV, ainda tinha muitas perguntas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Por que minha mãe mantém meu status de HIV em segredo?</li><li>Eu viverei uma vida normal, como todo mundo que vive sem HIV?</li><li>Eu tenho que tomar esta pílula para sempre?</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que fui crescendo, as respostas foram maldosas. Meu professor disse à minha turma para não falar com pessoas com HIV. Minha vizinha estava com raiva porque durante anos ela não sabia que eu tinha HIV. Percebi que meu status de HIV era um segredo sombrio para todas as outras pessoas em minha vida, mas não para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais médicos não falariam COMIGO sobre a MINHA saúde, por causa das leis de consentimento dos pais. Eles só falavam com minha mãe. Foi por isso que encontrei minhas próprias respostas perguntando ao Dr. Google.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois fiz 16 anos e minhas perguntas mudaram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>E se eu encontrar alguém que eu ache interessante? Tenho que dizer a essas pessoas que tenho HIV?</li><li>Posso ter relações sexuais? Se eu fizer, vou transmitir HIV?</li><li>Devo usar o dinheiro no meu bolso para comprar um preservativo ou uma garrafa de cerveja?</li><li>O que acontecerá se eu parar de tomar esta pílula?</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Percebi que milhões de outros e outras adolescentes se encontravam na mesma situação. Criamos o &#8220;<a href="https://teenergizer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Teenergizer</span></strong></a>&#8221; (Energia jovem, na tradução livre para o português), o primeiro grupo de apoio para adolescentes com HIV na Europa Oriental e Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fomos às ruas e aos espaços públicos para conseguir mudanças nas leis e políticas. Lutamos pelo sigilo de profissionais médicos para pacientes adolescentes. Lutamos pela saúde sexual e reprodutiva e pelos direitos e educação sexual abrangente. Lutamos para ser ouvidos e ouvidas porque não há nada sobre nós, sem nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não tínhamos o financiamento e a experiência necessária para que isso acontecesse. Eles nos disseram que éramos apenas crianças, enquanto as decisões sobre nossas vidas, nossa saúde e nosso futuro estavam sendo tomadas por pessoas adultas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somos mais do que nosso status de HIV. Temos um conjunto incrível de habilidades. Precisamos de serviços para nosso HIV, serviços de saúde mental e de apoio social, não importa quem somos ou quem amamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano eu fiquei furiosa quando perdemos Diana. Ela nasceu com HIV e tinha apenas 19 anos. Mas ela tinha comprimidos que eram impossíveis de tomar, nenhum apoio à saúde mental e nenhuma confidencialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se a Diana tivesse nascido em Nova York? Ela teria tido o melhor tratamento para o HIV, através de uma injeção que ela poderia tomar uma vez por mês. Em uma clínica que a tratasse como uma jovem adulta, e não apenas como um diagnóstico. Ela poderia ter viajado, trabalhado ou estudado em qualquer lugar, porque seu status de HIV não seria uma barreira para viver uma vida feliz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas coisas são uma realidade para algumas pessoas que vivem com HIV, mas não para Diana. Como milhões de pessoas com HIV, ela morreu por conta das desigualdades. Milhões de pessoas com HIV podem ter medicamentos que controlem o HIV, mas vivem em um mundo onde suas famílias e suas sociedades não as aceitam pelo que são.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou aqui hoje como a voz de 38 milhões de pessoas vivendo com HIV. Para algumas pessoas, estas pílulas estão nos mantendo com vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas estamos morrendo devido à pandemia do estigma, da discriminação e da falta de flexibilidade do Acordo TRIPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presidente Biden, você pode mudar nosso futuro. Assim como você fez com a COVID-19, você pode tornar as tecnologias de saúde, tratamentos e vacinas de ponta aqui nos Estados Unidos disponíveis para todas as pessoas, em qualquer lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta à AIDS ainda está deixando milhões para trás. Pessoas LGBTQI+, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, migrantes e pessoas privadas de liberdade, adolescentes, jovens, mulheres e crianças que também merecem uma vida comum, com os mesmos direitos e dignidade desfrutados pela maioria das pessoas nesta sala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não sei como é uma vida normal, mas não deve terminar como a de Diana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia de COVID-19, o mundo mudou muito rapidamente. Milhões de pessoas perderam seus empregos, famílias foram destruídas e as pessoas jovens estão sentindo estresse, depressão e ansiedade, estão usando mais drogas e tendo relações sexuais que as expõem a mais riscos. A violência, as desigualdades e o radicalismo estão aumentando. <strong>Por que não podemos usar este momento para construir um mundo melhor e mais justo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar o fim da AIDS até 2030, precisamos urgentemente de atenção e recursos para as pessoas mais afetadas, como as da Europa Oriental e Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos acabar com a AIDS até 2030? Sim, mas somente se fizermos algumas mudanças radicais. O que me leva à minha última pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta reunião assumirá novos e ousados compromissos. Mas, sinceramente, <strong>se quisermos fazer mudanças reais, estas quatro coisas devem se tornar realidade:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Educação sexual abrangente em todas as escolas, em todos os países</li><li>Apoio psicossocial e educação entre pares para cada adolescente com HIV e jovens de populações-chave</li><li>Disponibilização de serviços comunitários de HIV imediatamente como uma realidade, não como exceção</li><li>Finalmente obtemos uma vacina contra o HIV e uma cura funcional</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Não estou sonhando em acordar em um mundo de fantasia, livre de estigma e discriminação. Estou pronta para trabalhar todos os dias com todos vocês para tornar estas coisas uma realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, como eu, há mais de um bilhão de jovens que querem assumir a liderança. Mas não podemos fazer isto sem apoio. E estamos exigindo que vocês deem um passo à frente e finalmente façam a sua parte.</p>
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		<title>Fortalecer sistemas de proteção social para fortalecer resposta ao HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/fortalecer-sistemas-social-como-solucao-para-fortalecer-resposta-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 13:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em evento paralelo à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, realizada de forma online, entre os dias 08 e 10 de junho em Nova York, as pessoas participantes ouviram que muitos fatores na sociedade, incluindo pobreza, estigma, discriminação e desigualdades persistentes de gênero e socioeconômicas, influenciam a saúde de indivíduos e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/fortalecer-sistemas-social-como-solucao-para-fortalecer-resposta-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em evento paralelo à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, realizada de forma online, entre os dias 08 e 10 de junho em Nova York, as pessoas participantes ouviram que muitos fatores na sociedade, incluindo pobreza, estigma, discriminação e desigualdades persistentes de gênero e socioeconômicas, influenciam a saúde de indivíduos e comunidades.</p>



<span id="more-18380"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No evento “Fortalecendo os sistemas nacionais de proteção social para incluir adequadamente as pessoas vivendo com, em risco de, ou afetadas pelo HIV para acabar com aa AIDS”, as pessoas palestrantes apontaram que são nas intersecções de múltiplas desigualdades que residem as pessoas mais vulneráveis. As vulnerabilidades compostas atingem as pessoas mais marginalizadas e deixadas para trás, e a COVID-19 destacou essas desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento destacou as experiências promissoras dos países. Mostraram abordagens inovadoras para melhorar o acesso à proteção social por pessoas vivendo com, em risco e afetadas pelo HIV e reuniu representantes de alto nível de governos, sociedade civil, pessoas doadoras e academia para acelerar a programação conjunta de programas de HIV e proteção social para responder à COVID-19 e acabar com a AIDS até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estratégia global de combate à AIDS visa reduzir as desigualdades que impulsionam a epidemia da AIDS e reconhece o papel central da proteção social nesse sentido. A proteção social tem o poder de enfrentar os motores sociais e econômicos da epidemia do HIV e de quebrar as barreiras que as pessoas enfrentam no acesso aos serviços de HIV. A proteção social compreende ações públicas e privadas para reduzir o risco, a pobreza e a desigualdade, tais como redes de segurança social, segurança social e políticas do mercado de trabalho. A estratégia inclui educação, nutrição, moradia, saúde e outros serviços sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">DESTAQUES</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os sistemas de proteção social estão deixando para trás pessoas vivendo com HIV; as populações-chave são ainda mais deixadas para trás. Esta situação é completamente inaceitável e é evitável. O UNAIDS sabe como alcançar pessoas vivendo com HIV e populações-chave com serviços de proteção social, incluindo transferências monetárias&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">César Núñez</span></strong>, diretor do escritório do UNAIDS em Nova Iorque</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A resposta ao HIV deve se concentrar em apoiar a pessoa de forma integral e não apenas em tratar o paciente. O papel da proteção social na resposta global à AIDS precisa receber o mesmo nível de importância e relevância que os testes e o tratamento&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Sarah Zeid</span></strong>, princesa da Jordânia</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A generalização da homofobia e da transfobia patrocinada pelo Estado é um grande obstáculo para a comunidade LGBTQ no acesso aos serviços de proteção social&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Yuri Yoursky</span></strong>, líder da Coalizão Eurasiática De Saúde, Direitos, Gênero e Diversidade Sexual</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O financiamento do Fundo Global se concentra na proteção social que vai além de dinheiro ou transferências sociais, promove o empoderamento econômico para populações-chave e vulneráveis e aborda o estigma e a discriminação no acesso ao seguro social de saúde&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Marijke Wijnroks</span></strong>, chefe de pessoal do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</p>
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		<title>Reunião de Alto Nível sobre AIDS reforça o papel fundamental da sociedade civil na resposta ao HIV/AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 18:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Reunião de Alto Nível das Nações Unidas pelo fim da AIDS de 2021]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS (High Level Meeting on HIV/AIDS), que acontece de 8 a 10 de junho, os Estados-membros adotarão uma nova declaração política para colocar a resposta ao HIV novamente no caminho certo. Após o progresso desigual realizado na resposta ao HIV desde a Reunião de Alto, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/reuniao-de-alto-nivel-sobre-aids-reforca-o-papel-fundamental-da-sociedade-civil-na-resposta-ao-hiv-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS (High Level Meeting on HIV/AIDS), que acontece de 8 a 10 de junho, os Estados-membros adotarão uma nova declaração política para colocar a resposta ao HIV novamente no caminho certo. Após o progresso desigual realizado na resposta ao HIV desde a Reunião de Alto Nível das Nações Unidas de 2016, a Reunião de Alto Nível deste ano será o ponte para uma década de ação para reduzir as desigualdades e erradicar os determinantes sociais que alimentam a epidemia do HIV.</p>



<span id="more-17679"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A fim de saber mais sobre as aspirações e esperanças da sociedade civil para a Reunião de Alto Nível e a declaração política, o UNAIDS conversou com duas pessoas que representam a sociedade civil – as duas vivem com HIV. Jacqueline Rocha Côrtes (JRC) é do Movimento Nacional de Mulheres Vivendo com HIV/AIDS (MNCP/Brasil), Movimento de Mulheres Positivas da América Latina e do Caribe (MLCM+) e Instituto Nacional de Mulheres Redesignadas (INAMUR/Brasil). Andrew Spieldenner (AS) é o Diretor Executivo do Mpact.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos fazem parteda força-tarefa multissetorial para a Reunião de Alto Nível e participaram da elaboração da <strong><span style="text-decoration: underline;"><a rel="noreferrer noopener" href="https://gnpplus.net/latest/news/end-inequalities-end-aids-act-now-civil-society-declaration-for-the-2021-hlm-on-hiv-aids/" target="_blank">Declaração da Sociedade Civil da Reunião de Alto Nível de 2021</a>,</span></strong> na qual as organizações da sociedade civil estimulam que os Estados-membros concentrem esforços e recursos onde eles são mais necessários e adotem uma declaração política que reconheça explicitamente pessoas que estão mais expostas a situações de risco de contrair HIV e reconheça por que isso acontece, e se comprometam a financiar e apoiar plenamente respostas efetivas ao HIV e a responsabilizar os Estados-membros por suas ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Qual é o propósito da declaração da sociedade civil que foi divulgada antes da reunião de alto nível?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JRC: </strong>A declaração da sociedade civil tem vários propósitos. Em primeiro lugar, reunir as principais contribuições dadas pela sociedade civil globalmente sobre o conteúdo desejado da Declaração Política sobre o fim da AIDS de 2021. Em segundo lugar, a declaração da sociedade civil serve como uma ferramenta para mobilizar esforços comunitários locais e regionais e para harmonizar e estimular nossas posições a fim de construir uma posição comunitária mais forte sobre nossas demandas em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AS:</strong> A declaração da sociedade civil divulgada antes da Reunião de Alto Nível é uma declaração clara dos valores, preocupações e necessidades de nossas comunidades. Quando os Estados-membros podem estar mais preocupados com a política, a sociedade civil continua a elevar e centralizar as pessoas mais afetadas pelo HIV— as mesmas populações mais frequentemente marginalizadas pelos governos através de leis e políticas punitivas. Como sociedade civil, queremos garantir que os Estados-membros entendam onde estamos, na esperança de que eles apoiem nosso trabalho e as comunidades no desenvolvimento da Declaração Política.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são as principais perguntas da sociedade civil aos Estados-membros?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JRC:</strong> A principal pergunta da declaração da sociedade civil, da minha perspectiva pessoal, é que mostre e lembre aos Estados-membros o quanto somos fortes sobre a nossa capacidade de mobilizar e orientar o respostas sobre o que é necessário para acabar com a AIDS. É uma oportunidade de mostrar que nós, as comunidades, estamos vivas e atentas, ainda mais em momentos como este, onde a pandemia de COVID-19 teve um impacto tão negativo na resposta à AIDS. É também um apelo às organizações internacionais e multilaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AS: </strong>Queremos que os Estados-membros reconheçam o impacto desproporcional do HIV sobre profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, pessoas transs e homens gays e bissexuais e que centralizem as necessidades das populações-chave na resposta ao HIV. Queremos que os Estados-membros apoiem a realização das intervenções necessárias sobre o HIV, tais como educação sexual abrangente, redução de danos em todas as suas formas e prevenção e tratamento do HIV. Queremos que os Estados-membros protejam a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos. Queremos que os Estados-Membros sejam flexíveis em relação ao Acordo TRIPS (Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio) das tecnologias para o HIV e que financiem totalmente a resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais são as expectativas das comunidades e das organizações da sociedade civil para a próxima Reunião de Alto Nível e para a nova Declaração Política?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JRC:</strong> Na Declaração Política, esperamos ver um padrão mínimo de linguagem ampla e progressiva que inclua todas as pessoas, a fim de deixar claro que, quando nos referimos à resposta à AIDS, estamos nos referindo aos direitos humanos, à flexibilidade dos acordos comerciais, ao financiamento da resposta à AIDS, às respostas lideradas pela comunidade, à redução e eliminação da violência baseada no gênero. Esperamos que a declaração política inclua compromissos firmes para cumprir as muitas metas estabelecidas na Declaração Política de 2016 e em outras Declarações Políticas que ainda não foram cumpridas, bem como as prioridades mais recentes estabelecidas pela Estratégia Global de AIDS 2021-2026 do UNAIDS, acordada por muitos países, que apela para a eliminação das desigualdades para acabar com a AIDS até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também esperamos que uma linguagem técnica convenientemente politicamente correta não sirva de véu para cobrir interesses particulares, deixando de lado questões como diversidade sexual e humana, saúde sexual e direitos reprodutivos e a redução e eliminação gradual de leis punitivas que estigmatizam ainda mais as pessoas e punem cidadãos e cidadãs, que muitas vezes vão para a prisão ou morrem simplesmente porque estas pessoas existem como são.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AS:</strong> Como sociedade civil e comunidades, esperamos que os Estados-membros apoiem a Estratégia Global de AIDS 2021-2026. Entendemos que alguns Estados-membros serão contra a linguagem que descreve populações-chave, bem como contra intervenções-chave sobre HIV, incluindo redução de danos, educação sexual abrangente e flexibilidades do Acordo TRIPS. Esperamos que os Estados-membros possam buscar compromissos para abraçar e apoiar o que é necessário para avançar na resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alguns Estados-membros ainda estão reticentes em avançar a agenda quando se trata de populações-chave, do uso de drogas e da criminalização do trabalho sexual. Qual seria a sua mensagem para esses Estados-membros?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JRC:</strong> Minha mensagem para eles é que quer aceitem ou não, a humanidade não será linear como alguns de seus projetos políticos e econômicos e até mesmo projetos sociais que tentam ditar o curso das vidas humanas, sobre os quais as autoridades não têm governabilidade ou direitos. Da mesma forma que os Estados-membros das Nações Unidas se referem à soberania nacional sobre se devem ou não adotar certas medidas, as pessoas têm uma autonomia inalienável para decidir o que é melhor para suas vidas e como querem viver. É imperativo que os Estados-membros reconheçam a existência e os direitos das populações-chave. Como uma mulher trans redesignada vivendo com HIV por 27 anos, não posso deixar de afirmar que, se quisermos acabar com as desigualdades, teremos necessariamente que nos aproximar e abraçar a diversidade humana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AS:</strong> Após 40 anos de HIV, o fardo desproporcional do HIV permanece sobre populações-chave, incluindo pessoas que usam drogas, profissionais do sexo, homens gays e bissexuais e pessoas trans. Não podemos acabar com a epidemia do HIV se não centralizarmos as necessidades das populações-chave, incluindo o maior envolvimento das pessoas que vivem com o HIV. Se os Estados-membros continuarem a ignorar nossas necessidades, marginalizar nossas comunidades e legislar contra nós, então a epidemia do HIV continuará sem diminuir, não importando os avanços nas tecnologias do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma vez adotada a Declaração Política, qual será o papel da sociedade civil para torná-la uma realidade?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>JRC:</strong> Faremos o que sempre fizemos — defenderemos e influenciaremos a política. Monitoraremos e mobilizaremos, lutaremos, realizaremos trabalhos comunitários e daremos respostas comunitárias, construiremos e agiremos com solidariedade, respeitaremos a dinâmica interna dos diversos setores, incluindo os governos, mas agiremos de acordo com nossos direitos e exigiremos de nossas autoridades governamentais que façam seu trabalho e cumpram com seus compromissos e deveres. E contamos com o UNAIDS, uma de nossas parcerias mais valiosas, e com outras agências das Nações Unidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>AS:</strong> As principais redes mundiais de população têm sido defensoras de respostas lideradas pela comunidade e mecanismos de responsabilização. Com o apoio de financiamentos multilaterais e filantrópicos, continuaremos a apoiar os esforços locais e regionais de base. Infelizmente, com a diminuição do espaço e do financiamento da sociedade civil, isto será um desafio. Precisamos de apoio multilateral e filantrópico para continuar este papel.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/06/reuniao-de-alto-nivel-sobre-aids-reforca-o-papel-fundamental-da-sociedade-civil-na-resposta-ao-hiv-aids/">Reunião de Alto Nível sobre AIDS reforça o papel fundamental da sociedade civil na resposta ao HIV/AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Novo relatório do UNAIDS mostra que podemos acabar com a AIDS até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2021 21:41:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro décadas após a notificação dos primeiros casos de AIDS, novos dados do UNAIDS mostram que dezenas de países atingiram ou ultrapassaram as metas determinadas na Assembleia Geral das Nações Unidas em 2016—o que mostra que as metas não eram apenas ousadas, mas também alcançáveis. O relatório mostra que os países com leis e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/novo-relatorio-do-unaids-mostra-que-podemos-acabar-com-a-aids-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quatro décadas após a notificação dos primeiros casos de AIDS, <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/global-commitments-local-action" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novos dados do UNAIDS</a></strong></span> mostram que dezenas de países atingiram ou ultrapassaram as metas determinadas na Assembleia Geral das Nações Unidas em 2016—o que mostra que as metas não eram apenas ousadas, mas também alcançáveis.</p>



<span id="more-17647"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/global-commitments-local-action" target="_blank" rel="noreferrer noopener">relatório mostra</a></strong></span> que os países com leis e políticas progressistas e sistemas de saúde fortes e inclusivos têm tido os melhores resultados na resposta ao HIV. Nesses países, as pessoas que vivem com e são afetadas pelo HIV têm mais probabilidades de ter acesso a serviços de HIV eficazes, incluindo testes de HIV, profilaxia pré-exposição (PrEp), medicamento que previne o HIV, redução de danos, dispensação multimês de medicamentos para HIV, além de acompanhamento e cuidados consistentes e de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os países com elevado desempenho proporcionaram caminhos a serem seguidos por outros&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;O financiamento adequado, o envolvimento genuíno da comunidade, abordagens baseadas nos direitos e multisetoriais e a utilização de evidências científicas para orientar estratégias focadas reverteram as epidemias e salvaram vidas. Estes elementos são inestimáveis para a preparação e respostas contra o HIV, COVID-19 e muitas outras doenças.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, o relatório mostra que o número de pessoas em tratamento mais do que triplicou desde 2010. Em 2020, 27,4 milhões dos 37,6 milhões de pessoas vivendo com o HIV estavam em tratamento, contra apenas 7,8 milhões em 2010. Estima-se que a implementação de um tratamento acessível e de qualidade tenha evitado 16,2 milhões de mortes relacionadas à AIDS desde 2001.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mortes diminuíram em grande parte devido à terapia antirretroviral. A<strong>s mortes relacionadas à AIDS diminuíram 43% desde 2010, chegando a 690 mil em 2020.</strong> Também foram registrados progressos na redução de novas infecções por HIV, mas esse progresso tem sido mais lento—a redução foi de 30% desde 2010, com 1,5 milhões de pessoas recentemente infectadas pelo HIV em 2020, em comparação com 2,1 milhões em 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório destaca que os países com leis punitivas e que não adotam uma abordagem baseada em direitos relacionadas à saúde punem, ignoram, estigmatizam e deixam as populações-chave—que constituem 62% das novas infecções por HIV a nível mundial—à margem e fora do alcance dos serviços de HIV. Por exemplo, quase 70 países em todo o mundo criminalizam as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas trans, pessoas em privação de liberdade e pessoas que usam drogas injetáveis ficam com pouco ou nenhum acesso a serviços sociais ou de saúde, permitindo que o HIV se propague entre as pessoas mais vulneráveis da sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres jovens na África subsaariana também continuam a ser deixadas para trás. Seis em cada sete novas infecções por HIV entre adolescentes entre os 15 e 19 anos de idade na região encontram-se entre as meninas. As doenças relacionadas à AIDS continuam a ser a principal causa de morte entre as mulheres entre os 15 e 49 anos na África subsariana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.unaids.org/en/covid19" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A COVID-19 demonstrou a fragilidade</a></strong></span> dos ganhos em saúde e desenvolvimento obtidos nas últimas décadas e expôs desigualdades gritantes. Para colocar o mundo no caminho para acabar com a AIDS até 2030, a comunidade mundial de AIDS e o UNAIDS utilizaram uma lente das desigualdades para desenvolver uma estratégia ambiciosa e viável, com novos objetivos a serem atingidos até 2025. O fim das desigualdades requer respostas ao HIV que possam atingir as populações atualmente deixadas para trás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se forem atingidas, as metas levarão serviços de HIV a 95% das pessoas que necessitam deles, <strong>reduzirão as infecções anuais por HIV a menos de 370 mil e as mortes relacionadas à AIDS a menos de 250 mil até 2025</strong>. Para tal, será necessário um investimento de 29 bilhões de dólares por ano até 2025. Cada 1 dólar adicional de investimento na implementação da estratégia global contra a AIDS trará um retorno de mais de 7 dólares em benefícios para a saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS apela à Assembleia Geral das Nações Unidas que haja um comprometimento com os objetivos de uma nova declaração política sobre o HIV na quinta Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre a AIDS, que acontecerá de 8 a 10 de Junho de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O mundo não pode dar-se ao luxo de investir menos na preparação e nas respostas à pandemia&#8221;, disse Winnie Byanyima. &#8220;Encorajo vivamente a Assembleia Geral das Nações Unidas a aproveitar o momento e a comprometer-se a tomar as medidas necessárias para acabar com a AIDS.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe o vídeo sobre os 40 anos da resposta à AIDS (em inglês).</p>



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<iframe loading="lazy" title="40 Years of the AIDS response" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/KAVH_s16uFo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Painel Interativo de Múltiplas Partes Interessadas precede a Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 19:27:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes de todas as partes interessadas na resposta à AIDS se reuniram virtualmente no dia 23 de abril para a audiência interativa com múltiplas partes interessadas antes da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, em junho. Entre os participantes estavam pessoas vivendo com, em vulnerabilidade e afetadas pelo HIV, representantes dos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/painel-interativo-de-multiplas-partes-interessadas-precede-a-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Representantes de todas as partes interessadas na resposta à AIDS se reuniram virtualmente no dia 23 de abril para a audiência interativa com múltiplas partes interessadas antes da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, em junho.</p>



<span id="more-17453"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os participantes estavam pessoas vivendo com, em vulnerabilidade e afetadas pelo HIV, representantes dos Estados-membros, parlamentares e representantes de governos locais, organizações da sociedade civil, fundações filantrópicas, universidades, associações médicas, setor privado e outras comunidades. O objetivo da reunião era apoiar os Estados-membros nos preparativos para a Reunião de Alto Nível através de um diálogo interativo com as comunidades, a sociedade civil e outras partes interessadas chaves para a resposta ao HIV e à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suas observações iniciais, o Presidente da Assembleia Geral, Volkan Bozkir, aplaudiu os ativistas por seu trabalho na redução do impacto da epidemia do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A participação de vocês aqui hoje não é tida como certa. Entendo que muitos e muitas de vocês começaram a defender e a se organizar após terem sofrido perdas, sofrimento, discriminação e marginalização. Eu elogio vocês por compartilharem sua experiência vivida, a fim de criar um mundo melhor para todas as pessoas. Sua resiliência é inigualável.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu discurso na reunião, a diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima, disse que foi o discurso persistente das pessoas vivendo com HIV e das comunidades mais afetadas pela epidemia que acelerou o progresso contra o vírus. Byanyima também destacou que a resposta ao HIV estava intimamente ligada às questões de justiça social.<br><br>&#8220;A luta para acabar com a AIDS está inexplicavelmente ligada à luta para acabar com as violações dos direitos humanos, incluindo a discriminação e violência contra mulheres e meninas e a marginalização e criminalização de pessoas vivendo com HIV e de populações-chave—profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens, e pessoas trans.&#8221;<br><br>Faith Ebere Onuh é uma jovem mulher que nasceu com HIV e é membro da Associação de Jovens Positivos Vivendo com HIV e AIDS na Nigéria (APYIN). Aos 14 anos de idade, Ebere Onuh começou a educar outras pessoas jovens vivendo com HIV sobre a importância de aderir aos seus medicamentos contra o HIV. Ela se tornou uma mentora e uma voz para as pessoas que não tinham espaço para a fala, conversando com jovens na Nigéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como jovem, aprendi em meu tempo vivendo com HIV e trabalhando com minha comunidade, que para atingir o objetivo de acabar com a AIDS até 2030, devemos trabalhar de forma conjunta, como uma comunidade global. Embora como vários estados membros individuais possamos estar progredindo, globalmente ainda estamos fora do caminho, e algumas regiões como a minha, a África Ocidental e Central, continuam a ficar para trás.&#8221;<br><br>Neville Gertze, representante permanente da Namíbia junto às Nações Unidas e cofacilitador para os preparativos da Reunião de Alto Nível sobre AIDS de 2021, disse que as lições aprendidas na resposta ao HIV e à COVID-19 poderiam ser alavancadas para melhorar os sistemas de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ao assumir as lições aprendidas através do HIV, o combate à COVID-19 pode ajudar a reimaginar os sistemas de saúde para acelerar os compromissos relacionados à saúde da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030. Ao mesmo tempo, a experiência com o HIV ajuda a informar as respostas da COVID-19, e o desdobramento da resposta à pandemia de COVID-19 sem dúvida produzirá lições que podem beneficiar tanto a resposta ao HIV quanto os esforços mais amplos para fortalecer os sistemas de saúde.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Havia quatro paineis durante o dia para considerar as seguintes áreas da resposta ao HIV.</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Acesso equitativo e igualitário à prevenção, tratamento e serviços de HIV.</li><li>Barreiras estruturais e sociais para a obtenção de resultados em HIV (zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS).</li><li>Como fornecer recursos e sustentar respostas eficientes ao HIV e integrá-las aos sistemas de saúde, desenvolvimento, proteção social, contexos humanitários e respostas a pandemias.</li><li>Construindo sinergias e abordando as lacunas críticas.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Um relatório resumido da audiência interativa multistakeholder estará disponível no <a href="https://www.un.org/pga/75/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">site</span></strong></a> do Presidente da Assembleia Geral antes da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, que acontece de 8 a 10 de junho de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><br></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/painel-interativo-de-multiplas-partes-interessadas-precede-a-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/">Painel Interativo de Múltiplas Partes Interessadas precede a Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS abre convocatória para participação da sociedade civil na Reunião de Alto Nível para HIV/AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2021 13:34:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O  Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) abriu convocatória para que pessoas da sociedade civil atuem como oradoras, convidadas especiais e participem das mesas temáticas na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas para HIV/AIDS, que será realizada em Nova Iorque de 8 a 10 de junho de 2021. Em edições anteriores, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/unaids-abre-convocatoria-para-participacao-da-sociedade-civil-na-reuniao-de-alto-nivel-para-hiv-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O  Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) abriu convocatória para que pessoas da sociedade civil atuem como oradoras, convidadas especiais e participem das mesas temáticas na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas para HIV/AIDS, que será realizada em Nova Iorque de 8 a 10 de junho de 2021.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Em edições anteriores da Reunião de Alto Nível para HIV/AIDS, as chamadas foram publicadas apenas em inglês, mas para essa edição o escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe fornecerá apoio na tradução da inscrição para organizações da região que gostariam participar. O convite foi feito por meio de uma carta da diretora interina do Escritório Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe, Alejandra Corao, à sociedade civil dos países da região. A partir dessa iniciativa, o UNAIDS busca que o idioma não seja uma barreira para o registro e participação no evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-black-color">Quem pode se inscrever</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o espaço como oradora na abertura da Reunião, serão selecionadas uma pessoa vivendo abertamente com HIV e uma pessoa eminente ativamente envolvida na resposta ao HIV/AIDS. Além delas, na abertura também discursarão o presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, o Secretário Geral das Nações Unidas, a diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a reunião plenária, serão selecionadas três pessoas para representação: representante de organizações não governamentais em estado consultivo com o Conselho Econômico e Social da ONU; representante de organizações da sociedade civil; e representante do setor privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as mesas temáticas, as pessoas interessadas serão convidadas a se dirigir a cada mesa redonda juntamente com representantes dos governos e outros participantes. As organizações credenciadas também podem ter a oportunidade de fazer perguntas, se o tempo o permitir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a inscrição, os Estados-Membros reveem a lista de oradores&nbsp;e oradoras, além da&nbsp;lista de credenciamentos especiais antes que a ONU possa aprová-los.&nbsp;As candidaturas &#8211; tanto para orador quanto para convidado especial &#8211; serão aceitas até 25 de abril exclusivamente pelos links dos formulários.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-black-color">Apoio em inglês</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;escritório regional&nbsp;receberá pedidos de apoio até a próxima&nbsp;segunda-feira,&nbsp;19&nbsp;de abril. Para solicitar assistência de tradução&nbsp;é preciso preencher&nbsp;<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdJsh1--tbiiJEQwnETCBJy5B_flXj7wB3ZclLKiqtngcbfBg/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>este formulário</strong></a></span>&nbsp;e estar disponível para&nbsp;uma sessão virtual em grupo ou pessoal.&nbsp;Também é&nbsp;necessário preparar as informações&nbsp;em&nbsp;espanhol.&nbsp;Serão priorizados os pedidos de apoio realizados com mais antecedência.&nbsp;&nbsp;Caso não seja possível&nbsp;solicitar o apoio, a sugestão é que&nbsp;a tradução&nbsp;seja realizada de forma&nbsp;automática pelo google clicando em “Traduzir essa página”,&nbsp;que fica na barra de digitação do navegador.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reunião de Alto Nível para HIV/AIDS da Assembleia Geral das Nações Unidas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Reunião de Alto Nível analisará o progresso feito na redução do impacto do HIV desde a última edição, que aconteceu em 2016. A Assembleia Geral também espera adotar uma Nova Declaração Política para orientar a resposta ao HIV&nbsp;para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030.&nbsp;</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Leia <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_02_24_ResolutionHLM_EN.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a></span> o documento original em inglês da Resolução 75/260 da Assembleia Geral das Nações Unidas ou a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_02_24_ResolutionHLM_PT.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>versão traduzida</strong></a></span> para o português.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <span style="text-decoration: underline;"><a rel="noreferrer noopener" href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=2zWeD09UYE-9zF6kFubccOvTA93e0tRCpxiXcqYBlUVUNUEzQjM5TkNWQ1JZTjRITFRJTTRHNExYQSQlQCN0PWcu&amp;wdLOR=c7F0E76B0-6661-8643-B736-2DBAD7212C33" target="_blank"><strong>link</strong></a></span> para se candidatar como pessoa oradora, convidada especial e para participar das mesas temáticas. Caso a organização não possua status ECOSOC das Nações Unidas será necessário realizar a aplicação <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://indico.un.org/event/35848/overview" target="_blank">neste link</a></strong></span> antes da inscrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdJsh1--tbiiJEQwnETCBJy5B_flXj7wB3ZclLKiqtngcbfBg/viewform" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aqui</strong></a></span> para solicitar apoio para a inscrição em inglês.</p>
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