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	<title>Pessoas trans - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:28:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Conheci uma travesti que tinha acabado de chegar de São Paulo e foi ela que me ensinou a jogar vôlei. Depois desse momento comecei a disputar campeonatos de vôlei e no ano de 2004 fui campeã amazonense, joguei por muitos anos campeonatos LGBT que acontecem na cidade de Manaus como a Liga Gay e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/01/neste-dia-da-visibilidade-trans-poder-contar-a-minha-historia-e-muito-importante-pra-mim-chega-de-nos-silenciar-merecemos-respeito/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Conheci uma travesti que tinha acabado de chegar de São Paulo e foi ela que me ensinou a jogar vôlei. Depois desse momento comecei a disputar campeonatos de vôlei e no ano de 2004 fui campeã amazonense, joguei por muitos anos campeonatos LGBT que acontecem na cidade de Manaus como a Liga Gay e Grand Prix, que todo ano reúne vários atletas LGBT”, conta Bruna Assipal, educadora social na ONG CasaMiga &#8211; Acolhimento LGBT.</p>



<span id="more-29483"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A jornada de autoconhecimento de Bruna foi como o saque inicial em uma competição de vôlei, pois é este movimento que marca o ritmo da partida. O estigma e discriminação vividos por Bruna são violências que os sets de cada partida não conseguiram evitar que ela os vivenciasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, Bruna trabalhou em conjunto com as ONGs <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Gestos</a></span> e as cinco organizações que fazem parte do Consórcio Nacional de Pessoas Vivendo com HIV no Brasil para ser uma das pessoas entrevistadoras do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índice de Estigma</a></span> em Manaus. A pesquisa mede o nível de estigma e discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV, que UNAIDS apoia a implementação no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi no Bairro São José, Zona Leste de Manaus, que a manauara Bruna viveu toda a infância e adolescência. E foram nesses momentos da vida que ela, uma mulher trans, teve muitas descobertas e enfrentamentos e teve que lidar diretamente com estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a adolescência, iniciou na prática de esportes e se aventurou no vôlei, basquete, handebol e queimada. Começou a participar de disputas locais até que, em 2004, se tornou campeã amazonense de vôlei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As descobertas e conquistas no esporte, mesmo positivas, não conseguiram blindar Bruna de uma infância em um ambiente de violência doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi outro obstáculo para Bruna, pois foi difícil se estabelecer na educação formal, uma vez que, neste espaço, “também tinha muito preconceito”. Porém, mesmo com todas as dificuldades, Bruna conseguiu terminar o ensino médio — realidade que, segundo dados do Registro Nacional de Mortes de Pessoas Trans no Brasil em 2024: da Expectativa de Morte a um Olhar para a Presença Viva de Estudantes Trans na Educação Básica Brasileira, da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redetransbrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Trans Brasil</a></span>, 63,9% das mulheres trans não finalizam o ensino médio e 34,7% não chegam a concluir o ensino fundamental.</p>



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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
																		<div class="slideshow_description">Créditos: UNAIDS Brasil / Eduardo Almeida</div>
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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
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												<div class="slideshow_title">&#8220;Karen Arruda e Iara Fernanda, as duas mulheres mais  importante na minha vida&#8221;, diz Bruna Assipal</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Bruna conseguiu entrar na faculdade, mas devido à escassez de recursos, não foi possível continuar na educação superior. “Não tive oportunidade de emprego, e só o que tinha na época para pessoas travestis era a esquina. E foi assim durante sete anos da minha vida.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, Bruna foi expulsa de casa. Durante um mês em que viveu nas ruas de Manaus Bruna conheceu a organização CasaMiga de acolhimento LGBT, local onde recebeu moradia, acolhimento e apoio psicológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do período de nove meses, Bruna passou a trabalhar como educadora social, atuando no acolhimento de novas pessoas que chegavam à CasaMiga e realizando palestras sobre prevenção combinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ONG CasaMiga, Bruna teve seu segundo contato com o UNAIDS, pois, em 2024, o projeto CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95 foi contemplado com recursos da Iniciativa <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ftc/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fast-Track Cities</a></span></em>. Este projeto ajudou outros e outras jovens da comunidade Terra Nova, em Manaus, a ter acesso a informações sobre prevenção e tratamento ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”, finaliza Bruna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique <span style="text-decoration: underline;">aqui</span> para saber mais sobre a história CasaMiga &#8211; Acolhimento LGBT.</p>
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		<title>Dia da Visibilidade Trans: propostas de projetos de lei podem criminalizar a atenção médica a crianças e adolescentes trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mês de março começou com um chamado do UNAIDS, no contexto do Dia de Zero Discriminação, pelo fim de legislações que criminalizam a população LGBTQIA+ &#8211; especialmente pessoas trans &#8211; e pessoas vivendo com HIV. Esta é uma realidade infelizmente ainda presente em muitos países do mundo. O Brasil sempre foi exemplo positivo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/03/dia-da-visibilidade-trans-propostas-de-projetos-de-lei-podem-criminalizar-a-atencao-medica-a-criancas-e-adolescentes-trans/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O mês de março começou com um chamado do UNAIDS, no contexto do Dia de Zero Discriminação, pelo fim de legislações que criminalizam a população LGBTQIA+ &#8211; especialmente pessoas trans &#8211; e pessoas vivendo com HIV.</p>



<span id="more-24044"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é uma realidade infelizmente ainda presente em muitos países do mundo. O Brasil sempre foi exemplo positivo ao disponibilizar acesso gratuito ao diagnóstico, prevenção e tratamento do HIV e ao ter um sistema jurídico que não criminaliza pessoas vivendo com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, ao fim de março, quando se celebra o Dia Internacional da Visibilidade Trans, um levantamento sobre projetos de lei apresentados nas esferas federal, estadual e municipal, feito pela ONG Minha Criança Trans, indica que esta situação pode estar em risco.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Levantamento legislativo</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, há 24 projetos de lei que potencialmente atentam contra os direitos de acesso à saúde especializada de crianças e adolescentes trans, segundo dados do “<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://minhacriancatrans.org/blog/publicacao/2216508/levantamento-do-discurso-de-dio-em-ataque-s-crian-as-e-adolescentes-trans-e-suas-fam-lias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Levantamento do Discurso de Ódio em ataque às Crianças e Adolescentes Trans e suas famílias</a></span>”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos projetos apresentados, 87,5% foram no período entre 29 de janeiro e 15 de março de 2023; 41,6% tramitam no Congresso Nacional; e 58,3% estão nos legislativos estaduais e municipais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Várias das propostas criminalizam diretamente a atenção médica especializada a crianças e adolescentes trans.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="596" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans-1024x596.png" alt="Levantamento de propostas legislativas sobre crianças e adolescentes trans." class="wp-image-24045" style="width:768px;height:447px" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans-1024x596.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans-300x175.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans-768x447.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans-720x419.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/03/DVT-2023-ONG-Minha-Crianca-Trans.png 1094w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://minhacriancatrans.org/blog/publicacao/2216508/levantamento-do-discurso-de-dio-em-ataque-s-crian-as-e-adolescentes-trans-e-suas-fam-lias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONG Minha Criança Trans</a></span></figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O levantamento feito pela ONG surgiu a partir de um projeto anterior apoiado pela UNESCO e pelo UNAIDS que fez um estudo sobre as <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aliancalgbti.org.br/wp-content/uploads/2021/12/eBook-Completo-0912-FINAL.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vivências de crianças e adolescentes trans no sistema educacional brasileiro</a></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as entrevistas feitas com famílias de crianças e adolescentes trans, 77,5% delas indicaram que suas crianças entre 5 e 17 anos já haviam sido vítimas de bullying transfóbico no ambiente escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este primeiro projeto mostrou a importância de um trabalho de formação e conscientização do ambiente escolar para garantir o acolhimento de crianças e adolescentes trans&#8221;, explica Thamirys Nunes, coordenadora do levantamento. &#8220;Mas, em seguida, percebemos o surgimento de iniciativas legislativas que visam impedir o acesso de crianças e adolescentes trans à atenção de saúde e psicológica fundamentais. Algumas dessas iniciativas tentam, inclusive, penalizar famílias ou responsáveis que buscam apenas apoiar suas crianças trans, que ficam em situação ainda de maior vulnerabilidade, que motivou o novo estudo que fizemos. Como mãe de uma criança trans, isto me deixou extremamente preocupada.&#8221;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Impacto de legislações criminalizatórias</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Embora as iniciativas legislativas mapeadas pelo levantamento ainda estejam em discussão e não tenham sido aprovadas e promulgadas, a quantidade e variedade de proposições geram um clima de incerteza e insegurança para famílias e responsáveis pelas crianças e adolescentes trans e para os serviços de apoio médico e psicológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil é signatário de importantes compromissos internacionais, como a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/reuniao-da-onu-sobre-aids-chega-ao-fim-com-novas-metas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Declaração Política sobre HIV e AIDS</a></span>, aprovada pelos Estados-membros da ONU em junho de 2021, pela qual os países se comprometem a garantir o amplo acesso a opções de prevenção combinada do HIV, ao diagnóstico e ao tratamento, assim como implantar políticas que combatam as desigualdades e garantam o acesso a estes serviços a todas as pessoas em um contexto livre de estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Existe uma robusta evidência científica sobre os impactos negativos de legislações criminalizadoras no controle da epidemia de HIV ao longo das quatro décadas de resposta global à AIDS&#8221;, ressalta Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. &#8220;O que essas legislações fazem é criar empecilhos a que determinados seguimentos mais vulneráveis da população tenham pleno acesso aos serviços de saúde e acompanhamento psicológico, além de aumentar a carga de estigma e discriminação, o que acaba, na verdade, aumentando risco de infecção pelo HIV. É muito preocupante ver tramitando tantas propostas que acabam criminalizando o cuidado e o acolhimento de jovens trans, indo na contramão de importantes tratados internacionais e marcos legais&#8221;, completa</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados sobre pessoas trans no Brasil</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A população trans, no Brasil, é uma das que mais sofre o impacto da epidemia da AIDS, principalmente pela carga de estigma e discriminação, amplificada pelas desigualdades do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do UNAIDS, a prevalência global de infecção pelo HIV chega a 19% entre pessoas trans que, muitas vezes, por falta de acompanhamento e acolhida adequados, inicia seu processo de modificação corporal com métodos clandestinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, isto acaba impactando-as diretamente, aumentando sua vulnerabilidade e expondo-as à exploração sexual, a situações de violência e ao risco aumentado de infeção pelo HIV e outras IST.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Existe, ainda, uma escassez de dados e indicadores que sejam capazes de visibilizar as especificidades deste tipo de violação de direitos humanos”, acrescenta Ariadne Ribeiro Ferreira, Oficial de Igualdade e Direitos do UNAIDS. “Isto dificulta a formação de políticas públicas capazes de oferecer cuidado a todas as pessoas, promovendo a equidade como um princípio constitucional que deve influenciar as políticas de saúde e educação&#8221;, finaliza.</p>
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	            data-title="Dia da Visibilidade Trans: propostas de projetos de lei podem criminalizar a atenção médica a crianças e adolescentes trans" 
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		<title>América Latina: Um farol de esperança na Guatemala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 15:41:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi um dia de orgulho para Stacy Velasquez, diretora executiva da OTRANS Reinas de la Noche (Rainhas da Noite, em tradução livre para o português), em junho, ao abrir as portas da clínica comunitária que acabava de ser oficialmente aprovada como posto de saúde pelo Ministério da Saúde Pública e Assistência Social. Isso significava, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/07/america-latina-um-farol-de-esperanca-na-guatemala/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Foi um dia de orgulho para Stacy Velasquez, diretora executiva da OTRANS Reinas de la Noche (Rainhas da Noite, em tradução livre para o português), em junho, ao abrir as portas da clínica comunitária que acabava de ser oficialmente aprovada como posto de saúde pelo Ministério da Saúde Pública e Assistência Social. Isso significava que haveria, em tempo integral, profissionais de medicina.</p>



<span id="more-22254"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 40 mulheres trans e profissionais do sexo vieram à clínica desde a chegada do médico. A clínica existe há vários anos, mas com a aprovação do Ministério da Saúde e apoio financeiro do Fundo Global e da OXFAM, as pessoas atendidas agora têm acesso a cuidados integrais: prevenção e diagnóstico do HIV e de outras infecções sexualmente transmissíveis; aconselhamento psicossocial; consultas médicas incluindo terapia hormonal; um serviço de laboratório para testes de saúde sexual e uma farmácia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A clínica oferece a profilaxia pré-exposição (PrEP), uma intervenção biomédica inserida na abordagem de prevenção combinada, que se refere ao uso de medicamentos antirretrovirais por pessoas com sorologia negativa para HIV para reduzir o risco de contrair o vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em 2016, foi aprovada uma estratégia abrangente de saúde para pessoas trans com apoio técnico do UNAIDS. [Essa estratégia] inclui um manual de diretrizes para a atenção à saúde de pessoas trans&#8221;, disse Stacy, que trabalha há quase 18 anos como advocacia pela comunidade trans.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">OTRANS contribui com o CEDOSTALC, Centro de Documentação e Situação Trans da América Latina e o Caribe, um sistema comunitário para coletar informações, monitorar e responder às barreiras relacionadas aos direitos humanos enfrentadas pela população trans em 26 países da América Latina e o Caribe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Guatemala, as mulheres trans ainda enfrentam exclusão, discriminação, estigma, violências verbal e física, criminalização, marginalização e falta de reconhecimento de seus direitos, resultando em uma expectativa de vida de apenas 35 a 40 anos, sendo que a expectativa média de vida no país é de 74 anos.</p>



<figure class="wp-block-gallery aligncenter has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" data-id="22256" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH3.jpg" alt="" class="wp-image-22256" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH3.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH3-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH3-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH3-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" data-id="22257" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH2.jpg" alt="" class="wp-image-22257" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH2.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH2-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH2-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH2-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="618" data-id="22258" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH1.jpg" alt="" class="wp-image-22258" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/2022_07_15_A-beacon-of-hope-in-Guatemala_PH1-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Durante uma visita à clínica, a diretora nacional do UNAIDS, Marie Engel, elogiou o trabalho local e prestou homenagem a Andrea Gonzalez, representante legal da OTRANS, assassinada em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Guatemala, a taxa de prevalência de HIV é de 22,2% entre a população trans, em comparação com 0,2% para a população geral”, disse Marie Engel. “E embora as novas infecções por HIV tenham diminuído 23% entre todas as mulheres entre 2010 e 2019 em todo o mundo, elas não diminuíram entre mulheres trans. No entanto, as pessoas trans têm menos acesso aos serviços de HIV do que o resto da população.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação têm um efeito negativo profundo na saúde mental das pessoas trans, o que, por sua vez, pode influenciar sua vulnerabilidade à infecção pelo HIV. Dados reportados ao UNAIDS nos últimos anos mostram que a porcentagem de pessoas trans que evitam fazer o teste de HIV devido ao estigma e à discriminação varia de 47% a 73%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O arquivo &#8220;<strong>HIV e Pessoas Trans e Outras Pessoas de Gênero Diverso</strong>&#8221; pode ser acessado <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media/documents/04-hiv-human-rights-factsheet-transgender-gender-diverse_pt.pdf">aqui</a></span>, em português.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O texto original, em inglês, pode ser conferido <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2022/july/20220715_guatemala" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</em></p>
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		<title>Atlas de Populações-Chave tem novos indicadores adicionados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Atlas de Populações-Chave do UNAIDS (em inglês) é uma ferramenta online que fornece uma gama de informações sobre populações-chave &#8211; profissionais do sexo, pessoas trans, pessoas que usam drogas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens &#8211; em todo o mundo, juntamente com informações sobre pessoas vivendo com HIV. As, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/01/atlas-de-populacoes-chave-tem-novos-indicadores/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.aidsinfoonline.org/kpatlas/#/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atlas de Populações-Chave</a></strong></span> do UNAIDS (em inglês) é uma ferramenta online que fornece uma gama de informações sobre populações-chave &#8211; profissionais do sexo, pessoas trans, pessoas que usam drogas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens &#8211; em todo o mundo, juntamente com informações sobre pessoas vivendo com HIV.</p>



<span id="more-19490"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As informações sobre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens foram ampliadas com a inclusão de 11 novos indicadores dos projetos <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.emis2017.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EMIS</a></strong></span> (Pesquisa Europeia sobre HSH na internet, em tradução livre para o português) e LAMIS (Pesquisa para América Latina sobre HSH na internet, em tradução livre para o português).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com financiamento da Comissão Europeia, o EMIS-2017 coletou dados de homens gays e outros homens que fazem sexo com homens em 50 países entre outubro de 2017 e janeiro de 2018. A LAMIS é a versão latino-americana da EMIS e terminou a coleta de dados em mais 18 países em maio de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 11 novos indicadores mostrados no Atlas de População-Chave &#8211; sífilis, sífilis sintomática, gonorreia, gonorreia sintomática, clamídia, clamídia sintomática, testes de infecções sexualmente transmissíveis, notificação da pessoa parceira com sífilis, notificação da pessoa parceira com gonorreia e vacinação contra as hepatites A e B &#8211; foram escolhidos devido à sua alta relevância para as comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A infraestrutura liderada e baseada na comunidade é essencial para enfrentar as desigualdades que impulsionam as pandemias, como as da AIDS e da COVID-19, bem como para assegurar a continuidade dos serviços de saúde e proteger os direitos e a subsistência de pessoas mais vulneráveis. As descobertas da EMIS e da LAMIS serão importantes para informar as organizações da sociedade civil que trabalham com saúde sexual, prevenção do HIV e direitos das minorias sexuais e para responsáveis por formulação de políticas, planejamento de prevenção extracomunitária, epidemiologistas e modeladores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Para não deixar ninguém para trás, precisamos de uma coleta de dados centrada nas pessoas e que evidencie as desigualdades que estão dificultando o acesso aos serviços. É fundamental entender quem são as pessoas mais afetadas e com menor capacidade de acessar os serviços. Isto permitirá que a Comissão Europeia, os Estados-membros da União Europeia, a sociedade civil e organizações comunitárias possam abordar as necessidades específicas dos homens gays e outros homens que fazem sexo com homens&#8221;</p><cite>Jantine Jacobi, representante do UNAIDS na União Europeia</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A sociedade civil e as organizações de base comunitária, especialmente aquelas lideradas por populações-chave, podem complementar as respostas pandêmicas dos sistemas de saúde tradicionais, mas isto exige que sejam tratadas como parceria plena &#8211; envolvidas em governança, projeção, planejamento e orçamento das respostas pandêmicas &#8211; com o apoio técnico e financeiro para fazê-lo de forma eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados dos novos indicadores ajudarão a aumentar o papel das parcerias e comunidades em cada país e servirão como base para a tomada de decisões e o planejamento de políticas. Por exemplo, na Irlanda, o Relatório Nacional EMIS-2017 (em inglês) reconhece que algumas dessas intervenções positivas em relação aos testes de HIV também podem ser atribuídas ao aumento da disponibilidade de testes comunitários&#8221;.</p>
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		<title>Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/04/novo-estudo-recomenda-estrategias-para-apoiar-a-comunidade-trans-caribenha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 19:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe. O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/novo-estudo-recomenda-estrategias-para-apoiar-a-comunidade-trans-caribenha/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa <a href="https://outrightinternational.org/content/over-policed-under-protected" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe.</span></strong></a></p>



<span id="more-17510"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio da OutRight Action International. O material apresenta o feedback de pessoas trans e de outros gêneros diversos de 11 países, obtido a partir de pesquisas, entrevistas individuais e sessões de grupos focais de discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas identificaram a incapacidade de mudar seu marcador de gênero, a discriminação no emprego e a discriminação nos serviços de saúde como os principais desafios enfrentados pela comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com exceção de Cuba, nenhum país caribenho permite que pessoas trans modifiquem seu gênero no documento oficial de identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretora executiva da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Está além dos hormônios&#8221;, disse Yaisah Val da Action Communautaire pour l&#8217;integration des Femmes Vulnerable en Haiti, ACIFVH, (Ação Comunitária para a Integração das Mulheres Vulneráveis no Haiti, na tradução livre para o português). &#8220;Precisamos de reconhecimento legal e documentos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">42% das pessoas entrevistadas pelo estudo indicaram que estavam sem emprego na época. De acordo com o relatório, a discriminação e a falta de local de trabalho e de proteção social agravam esta questão.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg" alt="" class="wp-image-17511" width="490" height="653" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg 450w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 490px) 100vw, 490px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tivemos alguém que estava trabalhando com o governo e disse que elas tinham que ir para casa&#8221;. O governo disse que não contratou &#8216;ela&#8217;, e sim contrataram &#8216;ele'&#8221;, disse Brandy Rodriguez da Trinidad and Tobago Transgender Coalition (Coalizão Trinidad e Tobago Trans, na tradução livre para o português), retratada acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de quatro entre cinco pessoas entrevistadas (78%) relataram ter experimentado depressão ou ansiedade. Mas apenas um terço (32%) das pessoas que estavam recebendo acesso aos serviços de saúde disseram que eram trans-afirmativo ou pelo menos trans-competente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevalência do HIV é desproporcionalmente alta entre pessoas trans do Caribe—51% na Jamaica, 28% na República Dominicana, 8% na Guiana e 3% em Cuba. Em 2019, 5% das novas infecções pelo HIV no Caribe estavam entre as pessoas trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ciclo de deslocamento contribui significativamente para este risco de contrair HIV&#8221;, disse Alexus. &#8220;Se você for expulso ou expulsa do país desde cedo, experimentar violência baseada no gênero e se encontrar dormindo nas praias ou nas ruas, é mais provável que você tenha relações sexuais para uma refeição ou um lugar para ficar. Alguém com educação, acesso a moradia e saúde teria menos probabilidade de contrair o HIV.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV na comunidade trans exige maiores investimentos em apoio psicossocial. Brandy, que é uma educadora entre pares para pessoas trans com acesso ao tratamento do HIV em Trinidad e Tobago, diz que a COVID-19 aumentou a proporção de clientes que não têm dinheiro para transporte, alimentação e moradia. Uma pessoa entrevistada da Guiana disse que muitos de seus amigos cometeram suicídio por não serem capazes de lidar com seu status de HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advocacy para a população trans na região floresceu durante a última década com avanços importantes feitos para aumentar a consciência pública e a vontade política. Alexus D&#8217;Marco credita à RedLacTrans, a rede regional trans para a América Latina e o Caribe, a ajuda para construir a capacidade de advocacy no Caribe. Em muitos países, ativistas e organizações comunitárias têm ampliado a conscientização pública e os esforços de engajamento político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está apoiando este movimento de diferentes maneiras. O UNAIDS Jamaica ajudou a TransWave a desenvolver a Estratégia Nacional de Saúde Trans e Não Conformidade de Gênero, um roteiro de cinco anos baseado em direitos para o avanço da saúde e bem-estar da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe colaborou com a Caribbean Vulnerable Communities Coalition, the Caribbean Broadcasting Union, the Caribbean Media Workers Association and the University of the West Indies Rights Action Project para conduzir treinamentos práticos de jornalistas regionais e nacionais sobre como cobrir pessoas trans e seus assuntos de forma responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe também tem apoiado o engajamento comunitário e a comunicação estratégica em torno de dois casos bem sucedidos de litígio estratégico que desafiam leis discriminatórias que afetam pessoas LGBT, incluindo uma lei de travessias da era colonial na Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;À medida que aumentamos nosso foco em alcançar excelentes resultados na prevenção, tratamento e direitos humanos do HIV para todos os principais grupos populacionais, é fundamental que enfrentemos os desafios únicos que a comunidade trans do Caribe enfrenta&#8221;, disse Dr. James Guwani, diretor do UNAIDS para o Caribe. &#8220;Precisamos de mais informações estratégicas, mais investimentos em serviços baseados na comunidade e estratégias abrangentes para aumentar o acesso das pessoas trans à educação, emprego, justiça e saúde.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg" alt="" class="wp-image-17531" width="679" height="437" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2-300x193.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 679px) 100vw, 679px" /><figcaption><em>&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretor executivo da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</em></figcaption></figure></div>
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	            data-title="Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/novo-estudo-recomenda-estrategias-para-apoiar-a-comunidade-trans-caribenha/">Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mulheres no espelho: enxergando a si mesma</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 01:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite anterior ao início das filmagens, a produtora Swati Bhattacharya passou longas horas com uma das atrizes para garantir que ela entendesse o espírito de seu filme. &#8220;Por causa da COVID-19, eu não pude participar, então falamos ao telefone e eu disse a ela que, sem utilizar palavras, ela precisava transmitir medo seguido, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na noite anterior ao início das filmagens, a produtora Swati Bhattacharya passou longas horas com uma das atrizes para garantir que ela entendesse o espírito de seu filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por causa da COVID-19, eu não pude participar, então falamos ao telefone e eu disse a ela que, sem utilizar palavras, ela precisava transmitir medo seguido de aceitação&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



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<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Dia Internacional da Visibilidade Trans 2021 | O Espelho" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/kK9xNuHUbdg?start=27&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme “O espelho” retrata um menino que está chateado e escolhe não brincar com outras crianças durante um festival indiano de pipa. Sua mãe o provoca para participar, mas ele sai escada abaixo sozinho. Ele se envolve em um lenço de uma mulher e sorri ao ver seu reflexo em um espelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Momentos depois, sua mãe e sua avó o pegam dançando vestido com pulseiras e batom. A música para e as mulheres olham para o menino. Alguns segundos de susto passam e, de repente, as mulheres se juntam a ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vejam, esta história se desenrola em muitos níveis&#8221;, disse Bhattacharya. &#8220;O ponto principal é que temos que aceitar as crianças como elas são e, neste caso, construir a confiança&#8221;. Ela apontou para o fato de que 98% das pessoas trans na Índia deixam seus lares ou são expulsas. Inevitavelmente, muitas vivem nas ruas sem dinheiro ou educação, muitas vezes realizando trabalho sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A visibilidade também é algo importante&#8221;, disse a executiva de publicidade. &#8220;Ou você não gosta do corpo em que vive ou odeia a sociedade em que vive.&#8221; Ela queria captar o momento crucial do autorreconhecimento. Muitas vezes, explicou ela, olhamos as crianças como nossos projetos e queremos torná-las extrovertidas, estudiosas e obedientes, recusando vê-las pelo que elas são e como elas querem crescer&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu queria mostrar como as pessoas (trans) estão vendo o que querem ver e não como o mundo as vê&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citando uma frase frequentemente utilizada, ela acrescentou: &#8220;É mais fácil aceitar uma criança do que consertar um adulto quebrado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua opinião, a maioria dos adultos foi agredida e machucada de alguma forma, mas as pessoas trans em seu país e em todo o mundo sofrem ainda mais—por falta de moradia, por violência sexual e por doenças mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estatísticas mostram que adolescentes trans têm mais propensão a tentar o suicídio do que adolescentes cujas identidades correspondem ao que consta em suas certidões de nascimento. Além disso, pessoas trans enfrentam discriminação e em alguns países podem ser presas apenas por ser quem são. Além disso, as mulheres trans têm algumas das maiores taxas de HIV, até 40% em alguns casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bhattacharya conhece muito bem estes números sombrios. Uma de suas campanhas publicitárias anteriores focava em desafiar as tradições de exclusão de longa data. Sua equipe tornou uma celebração tradicionalmente restrita às mulheres casadas e a abriu a todas as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como publicitária, percebi que estávamos usando a versão padrão de mulher ideal, quando, na verdade, as mulheres são muito diversas&#8221;, disse ela. Rindo, Bhattacharya disse que percebeu que durante anos ela não tinha atendido consumidoras como ela. Isso a levou a conhecer mais mulheres e a buscar suas histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha <em>Sindoor Khela</em> não só ganhou elogios e prêmios, como também abriu seus olhos para a diversidade e também para as muitas divisões sociais. &#8220;Mulheres casadas contra não casadas, mães contra não casadas, divorciadas contra viúvas, etc.&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produtora queria reunir essas divisões enfatizou que a irmandade é um recurso inexplorado. Seu filme, “O Espelho”, reforça esse recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De certa forma, a mãe tem uma aspiração, ela está tomando a decisão de aceitar seu filho e transformá-lo em uma celebração&#8221;, disse Bhattacharya. &#8220;O filme tem uma forte agenda feminista porque as duas mulheres são como um manto, ou duas luzes de palco, se você preferir.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2.png" alt="" class="wp-image-17304" width="637" height="446" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-300x210.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-768x539.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-720x505.png 720w" sizes="auto, (max-width: 637px) 100vw, 637px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Tea Uglow, acima, descreveu o filme como descarado. &#8220;No final das contas é um conto de fadas e sabemos que é um conto de fadas. No entanto, você se pergunta ‘o que realmente está impedindo que isto seja perfeitamente bom?’&#8221; Como uma mulher trans que vive na Austrália, ela deseja que as famílias reajam exatamente assim. O que também a impressionou sobre o filme é que ele não tem tons emocionais negativos. Sem raiva, sem medo. &#8220;Ninguém tem motivos para temer uma criança trans… ainda que nos digam isso repetidamente&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3.jpg" alt="" class="wp-image-17305" width="502" height="671" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3.jpg 449w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jas Pham, acima, uma mulher trans que vive em Bangkok, Tailândia, o vídeo tocou seu coração. &#8220;Basicamente, eu chorei ao ver o vídeo. Isso me fez lembrar da minha infância&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela disse que se concentrou na criança, mas depois pensou mais sobre o espelho. &#8220;É apenas um reflexo; você se vê e não há julgamento&#8221;, disse ela, acrescentando que esta é uma mensagem poderosa de reconhecimento e aceitação para as famílias de crianças trans e com gênero diverso em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole Young, um americano trans, sabe que os pais nem sempre abraçam seus filhos desta maneira aberta e acolhedora, mas ele gosta da sensação positiva e feliz do filme. &#8220;Conhecemos as más reações e já as experimentamos, por isso não precisamos retraumatizar as pessoas trans&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole e Jas trabalham para a Asia Pacific Transgender Network, uma organização não-governamental que promove os direitos das pessoas trans e de diversidade de gênero. Além disso, concordaram que, mesmo que o vídeo tenha sido filmado na Índia, a mensagem é universal.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4.jpg" alt="" class="wp-image-17307" width="629" height="472" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Love Black, acima, uma mulher trans ugandense, disse que o filme ressoou com ela porque na mesma idade ela viveu momentos semelhantes, e ainda vive até hoje. &#8220;Eu tenho momentos em frente ao espelho o tempo todo, especialmente quando estou saindo&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Love Black dirige a <em>Trans Positives Uganda</em>, uma organização comunitária que cuida de mulheres trans trabalhadoras do sexo e refugiadas que vivem com HIV. Ela tem usado a mídia social para aumentar a conscientização sobre questões relativas a lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e pessoas intersexo (LGBTI) porque poucas pessoas se atrevem a falar. Uganda criminaliza a homossexualidade, de modo que ainda lida com a homofobia persistente e a transfobia entre seus pares e entre a comunidade e nos serviços de saúde. Refletindo sobre o filme, ela disse: &#8220;Devemos aproveitar todas as oportunidades que surgem para nossa visibilidade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS lança “O Espelho” no Dia Internacional da Visibilidade Trans. A diversidade de gênero não é uma escolha de estilo de vida, mas um direito inerente de todas as pessoas. Os estereótipos de gênero, especialmente em relação às pessoas LGBTI, levam ao estigma e à discriminação. Isto é mais acentuado em crianças e adolescentes, pois a diversidade entre esse grupo não é comumente compreendida e a sociedade os e as pressiona maciçamente para que se conformem às normas de gênero atribuídas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5.jpg" alt="" class="wp-image-17308" width="642" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Acima, Kanykei (que preferiu não dar um sobrenome) é uma das poucas pessoas trans que vive abertamente na capital quirguizistanesa de Bishkek. Ela se lembra de colocar lenços de pescoço quando era uma criança, um pouco como a criança do filme. No entanto, sua família não a levou a sério. Desde que ela se lembra, antes de perceber a diferença entre meninos e meninas, ela se sentia como uma menina. &#8220;Eles riam como se uma criança pequena estivesse brincando, mas, com o tempo, era percebida de maneira diferente, tanto na família quanto na sociedade&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela teve que ajustar seu comportamento e se comportar como um homem. Antes da morte de sua avó, há cinco anos, ela começou a considerar a transição, mas não podia lhe dizer a verdade. &#8220;Eu vivia com este conflito de identidade de gênero o tempo todo até que decidi fazer a transição e viver como eu me sinto&#8221;, disse ela.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6.jpg" alt="" class="wp-image-17309" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ariadne Ribeiro, acima, uma mulher trans brasileira, compara seu próprio momento espelho como se estivesse tentando se encontrar dentro de si mesma. Dito isso, também a assustou. &#8220;Havia sempre um medo muito grande de que as pessoas pudessem me ver através do espelho como eu me via e meu segredo seria revelado, e eu não estava pronta&#8221;, disse ela. &#8220;Sinto que o vídeo aproxima uma realidade do ideal de aceitação, algo que eu, aos 40 anos de idade, não vivi&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ativista trans de longa data e agora assessora de para apoio Comunitário no UNAIDS, a Ariadne disse que a mudança está acontecendo, mas que é preciso haver mais engajamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era exatamente isso que Bhattacharya pretendia mostrar em seu filme. Para ela, quando o trabalho ganha força, é isso que faz com que tudo isso valha a pena. Ela também enfatizou que as &#8220;dores de crescimento&#8221; que muitos de amigos e amigas de gênero fluido sofreram ao longo dos anos são reais. &#8220;Eu queria abrir os portões e fazer com que as pessoas continuassem o diálogo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kK9xNuHUbdg&amp;t=27s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja o filme</a></strong></span>. Participe da campanha #Seemeasiam on this #TransDayOfVisibility #TDOV2021.</p>
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		<title>Fundo Solidário apoia pessoas trans durante a pandemia de COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 16:40:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto a pandemia de COVID-19 permanece, as contínuas crises globais de saúde e as consequências econômicas resultantes das medidas impostas para conter a COVID-19 destacaram as vastas e crescentes desigualdades que ameaçam a subsistência das pessoa mais vulneráveis. Essa situação tem acontecido especialmente para as pessoas trans em todo o mundo, que suportaram desproporcionalmente, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/fundo-de-solidario-apoia-pessoas-trans-durante-a-pandemia-de-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a pandemia de COVID-19 permanece, as contínuas crises globais de saúde e as consequências econômicas resultantes das medidas impostas para conter a COVID-19 destacaram as vastas e crescentes desigualdades que ameaçam a subsistência das pessoa mais vulneráveis.</p>



<span id="more-17269"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Essa situação tem acontecido especialmente para as pessoas trans em todo o mundo, que suportaram desproporcionalmente as dificuldades socioeconômicas da pandemia. Falando sobre a comunidade trans na Índia, a ativista trans Laxmi Narayan Tripathi disse: &#8220;As pessoas não tinham dinheiro para pagar aluguel. Nem mesmo para comprar arroz. As pessoas podem morrer de COVID-19, mas podem morrer de fome ainda mais cedo.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="632" height="407" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_India-1.jpg" alt="" class="wp-image-17294" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_India-1.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_India-1-300x193.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 632px) 100vw, 632px" /><figcaption><em>O Kineer Services, uma iniciativa criada pela ativista trans Laxmi Narayan Tripathi com foco na criação de empregos para a comunidade trans na Índia, organizou e criou uma plataforma para fornecer alimentos à comunidade trans em vários estados da Índia, a fim de enfrentar as dificuldades imediatas das pessoas.</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Os Serviços Kineer, uma iniciativa criada por Tripathi com foco na criação de empregos para a comunidade trans na Índia, tem como objetivo organizar e criar uma plataforma para fornecer alimentos para a comunidade trans em vários estados da Índia, a fim de enfrentar as dificuldades imediatas das pessoas. O apoio sustentável, entretanto, é um desafio. &#8220;O que seria melhor do que capacitarmos nosso próprio povo, as pessoas que vivem à margem da sociedade, a se tornarem empreendedores?”, acrescentou Tripathi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reconhecer que o acesso ao financiamento é um fator crítico para apoiar as populações vulneráveis para a sobrevivência durante a crise e do impacto do lockdown, o UNAIDS e parceiros lançaram o Solidarity Fund for Key Population Social Entrepreneurship (Fundo Solidário para Empreendedorismo Social para Populações-Chave, na tradução livre para o português) e apoiarão oito propostas de empreendimentos sociais liderados pela comunidade trans em sua fase piloto. O piloto está acontecendo no Brasil, Gana, Índia, Madagascar e Uganda. O Fundo Solidário, que terá o resultado lançado no início de abril, financiará uma série de subsídios para empreendimentos sociais selecionados liderados por populações-chave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Solidarity Fund é um pequeno passo para enfrentar as desigualdades econômicas enfrentadas pelas comunidades trans. Precisamos construir e apoiar pessoas empreendedoras da comunidade trans para enfrentar a extrema discriminação e vulnerabilidade que a comunidade enfrenta&#8221;, disse Pradeep Kakkattil, diretor de inovações do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A variedade de iniciativas sociais recebidas da comunidade trans através da primeira chamada de propostas do Solidarity Fund é uma prova do talento das organizações lideradas pela comunidade diante das dificuldades. Em Uganda, a Tranz Network Uganda estabeleceu o programa piloto TREE (Transgender Resilience and Economic Empowerment) a fim de contribuir para a transformação econômica das pessoas trans em Uganda. <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://tranznetwork.org/2021/02/02/tree-project-launch/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O projeto TREE</a></strong></span> construirá o capital social e a resiliência das pessoas trans em Uganda através da formação de grupos de poupança, da promoção da inclusão financeira, do empreendedorismo, do desenvolvimento de habilidades vocacionais e de vínculos com outras atividades de empoderamento econômico social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os projetos selecionados para a fase piloto do Solidarity Fund mostraram como as organizações e redes da sociedade civil estão desempenhando um papel fundamental no fornecimento de redes de segurança social para as comunidades vulneráveis e populações trans durante a pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Gana, a Hope Alliance Foundation (HAF) e a Iniciativa OHF vêm trabalhando juntos nos últimos nove anos na implementação de numerosos programas relacionados ao HIV que incluem apoio de emergência, cuidados domiciliares, capacitação e apoio de pares. Com a pandemia e os lockdowns, ainda há um a ter um forte impacto no mercado de trabalho ganense, particularmente para profissionais mais vulneráveis, a HAF e a Iniciativa OHF têm como objetivo enfrentar os desafios econômicos resultantes através de programas de capacitação e da implementação de atividades que geram renda. Através do Community Economic Empowerment Program (Programa de Empoderamento Econômico Comunitário, na tradução para o português) as duas organizações trabalharão com lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans, pessoas intersexo e pessoas vivendo com HIV para promover treinamento de habilidades e técnicas para revitalizar as pequenas e médias empresas que foram afetadas pela crise econômica devido aos lockdowns elacionados à COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Bihar, na Índia, Reshma Prasad vê uma oportunidade única para a comunidade trans, que desenvolveu habilidades únicas em dança, canto, arte e entretenimento dentro da cultura local e em todo o país. Através da Nachbaja, Prasad quer preencher a lacuna atual entre a comunidade trans e a mídia digital, fornecendo uma plataforma online na qual a população pode comercializar suas habilidades, permitir que as pessoas se conectem diretamente com os e as artistas. O objetivo é colaborar para que os e as artistas tenham uma oportunidade de apresentar preços justos e possam expor seus serviços de forma mais ampla. A Nachbaja.com já registrou mais de 1000 artistas para sua plataforma e tem como objetivo fazer crescer a plataforma para alcançar toda a Índia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="515" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_CozinhaSolidaria.jpg" alt="" class="wp-image-17295" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_CozinhaSolidaria.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_CozinhaSolidaria-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_CozinhaSolidaria-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_03_30_Solidarity-fund_CozinhaSolidaria-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://gtp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo De Trabalhos em Prevenção Posithvo</a></strong></span> (GTP+) tem apoiado pessoas vivendo com HIV, fornecendo-lhes segurança alimentar desde 2016 através do Projeto Cozinha Solidária. Percebendo uma grande e rápida queda na renda das pessoas beneficiadas no ano passado devido à pandemia e aos lockdowns no Brasil, o GTP+ viu uma oportunidade única de combinar seus conhecimentos em confeitaria e gastronomia com empreendimentos para as pessoas beneficiadas. Através da Confeitaria Escola/Cozinha Solidária, a organização terá como objetivo comercializar e aumentar suas operações através da criação de cestas de confeitos e alimentos para ocasiões comemorativas, ao mesmo tempo em que provará orientação de treinamento empresarial relevante para todos as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente criou a Confeitaria Solitária pensando em qualificar pessoas para que essas pessoas criassem outras agendas. A maior parte do nosso público é muito específico, por isso sempre tratamos as questões de HIV e AIDS, mas sempre transversalizando com outras questões, como travestilidade, transexualidade e pessoas saídas do cárcere&#8221;, diz Fernanda Falcão, coordenadora do GTP+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O UNICEF reconhece a importância fundamental da prevenção do HIV entre as populações-chave jovens se quisermos acabar com a epidemia de AIDS. Acreditamos que esse objetivo pode ser melhor alcançado se capacitarmos diretamente as comunidades&#8221;. O Solidarity Fund é um recurso único que fará exatamente isso&#8221;. Para as pessoas jovens, estes investimentos produzirão oportunidades para toda a vida&#8221;, disse Chewe Luo, diretor associado e chefe do Programa de HIV do UNICEF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que as comunidades trans se tornam cada vez mais marginalizadas, especialmente durante a pandemia de COVID-19 e as medidas de lockdown, o UNAIDS está empenhado em erradicar todas as formas de discriminação enfrentadas pelas comunidades trans e está ao lado delas para impulsionar a igualdade no local de trabalho.</p>
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	            data-title="Fundo Solidário apoia pessoas trans durante a pandemia de COVID-19" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/03/fundo-de-solidario-apoia-pessoas-trans-durante-a-pandemia-de-covid-19/">Fundo Solidário apoia pessoas trans durante a pandemia de COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dando apoio às pessoas trans durante a pandemia da COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 20:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia da COVID-19 mudou a vida das pessoas em todo o mundo, incluindo as de muitas pessoas marginalizadas, que repentinamente começaram a enfrentar imposições e vulnerabilidades adicionais. Muitas áreas da Indonésia, que em 6 de abril apresentava 2.491 casos confirmados de COVID-19 e 209 mortes, adotaram medidas como o distanciamento físico, para conter, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/04/dando-apoio-as-pessoas-trans-durante-a-pandemia-da-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 mudou a vida das pessoas em todo o mundo, incluindo as de muitas pessoas marginalizadas, que repentinamente começaram a enfrentar imposições e vulnerabilidades adicionais. </p>



<span id="more-14930"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas áreas da Indonésia, que em 6 de abril apresentava 2.491 casos confirmados de COVID-19 e 209 mortes, adotaram medidas como o distanciamento físico, para conter a disseminação da COVID-19. Embora sejam eficazes na resposta à doença, muitas pessoas foram impactadas pelos efeitos econômicos do distanciamento físico. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 1.000 pessoas vivendo com HIV e pertencentes à populações-chave, avaliadas pela Rede Positiva da Indonésia, mais de 50% estão sofrendo graves impactos em seus meios de subsistência, incluindo muitas mulheres transgênero. Sanggar Swara (uma organização da sociedade civil de jovens trans em Jacarta, na Indonésia), realizou uma pesquisa rápida que constatou que mais de 640 pessoas trans na grande Jacarta perderam o emprego, deixando essas pessoas incapazes de se sustentar. &#8220;Em várias ocasiões em que ocorreu a distribuição de alimentos básicos, muitas dessas pessoas não puderam ter acesso porque não tinham suas carteiras de identidade em mãos ou simplesmente devido à sua identidade de gênero&#8221;, disse Kanzha Vinaa, chefe da organização Sanggar Swara. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vendo a necessidade crítica de apoio, a Coalizão de Mecanismo de Resposta a Crises (CRM na sigla em inglês), liderada pelas organizações da sociedade civil LBH Masyarakat, Arus Pelangi, Sanggar Swara e GWL Ina, com apoio do UNAIDS Indonésia, decidiu arrecadar fundos para a comunidade de pessoas transgênero. “Desde 28 de março, divulgamos as informações sobre a captação de recursos para comunidades e parceiros. Nosso plano era coletar os fundos e distribuí-los para mulheres trans carentes, com apoio de pontos focais nas área ”, disse Kanzha Vinaa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em menos de uma semana, a Coalizão coletou mais de IDR 67.000.000 (rúpias indonésia) — cerca de 4.100 dólares— e distribuiu pacotes de alimentos e de higiene para mais de 530 mulheres trans na grande Jacarta. Os pacotes cobrem as necessidades básicas por uma semana. Ryan Kobarri, chefe da organização Arus Pelangi, disse: “Inicialmente, esperávamos somente que nossas redes próximas respondessem a esse pedido de doações. Ficamos empolgados ao ver que o apoio e o entusiasmo eram muito mais do que esperávamos. Não apenas as redes locais, mas até as redes internacionais deram seu apoio. Alguém doou 100 kg de arroz! ” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora haja incerteza sobre quanto tempo durará a atual situação da COVID-19, é muito provável que a necessidade persista nas próximas semanas e meses. A Coalizão CRM continua recebendo doações de todo o mundo, a fim de ajudar a comunidade a sobreviver durante esses tempos difíceis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a sua criação em 2018, a Coalizão trabalha para coordenar e mobilizar recursos para responder à perseguição e discriminação enfrentadas por pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e intersex na Indonésia, uma das comunidades mais vulneráveis do país. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Doações para ajudar a manter esse trabalho indispensável podem ser feitas pelo PayPal em paypal.me/kanzha ou através de Ryan Kobarri em ryan@aruspelangi.or.id. </p>
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		<title>UNAIDS lança webdocumentário ‘Luz, Câmera, Zero Discriminação’ sobre formação audiovisual de pessoas trans e travestis</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/01/unaids-lanca-webdocumentario-luz-camera-zero-discriminacao-sobre-capacitacao-em-audiovisual-para-pessoas-trans-e-travestis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 21:12:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Zero]]></category>
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		<category><![CDATA[Pessoas trans]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto “Luz Câmera Zero Discriminação”]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, o UNAIDS lança o webdocumentário Luz, Câmera, Zero Discriminação, financiado pelo M·A·C AIDS Fund, com apoio da Coordenação de Políticas para LGBTI+ da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo e produção da Brodagem Filmes. O webdoc retrata as quatro semanas do curso em audiovisual realizado com 16 pessoas trans e travestis entre 27 de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/01/unaids-lanca-webdocumentario-luz-camera-zero-discriminacao-sobre-capacitacao-em-audiovisual-para-pessoas-trans-e-travestis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como parte das celebrações do Dia da Visibilidade Trans, o UNAIDS lança o webdocumentário <i>Luz, Câmera, Zero Discriminação</i>, financiado pelo <a href="http://www.macaidsfund.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>M·A·C AIDS </b><b>Fund</b></a>, com apoio da <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/direitos_humanos/lgbt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Coordenação de Políticas para LGBTI+ da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo</b></a> e produção da <a href="https://pt-br.facebook.com/brodagemfilmes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Brodagem</b><b> Filmes</b></a>. O webdoc retrata as quatro semanas do curso em audiovisual realizado com 16 pessoas trans e travestis entre 27 de fevereiro e 28 de março de 2018 em São Paulo.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span><span id="more-10605"></span></p>
<p>A formação foi composta por dez encontros, que aconteceram no <b>Centro de Cidadania LGBTI+ Luiz Carlos Ruas</b>. Ao longo do curso, os participantes aprenderam fotografia, sonorização e produção, além de roteiro, pré-produção, direção, fotografia, filmagem, edição e pós-produção. Ao final de cada parte teórica, os participantes colocaram em prática o conteúdo aprendido. A produtora Brodagem Filmes foi selecionada para montar e conduzir o treinamento.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>O objetivo do projeto foi contribuir para a redução do estigma e da discriminação em relação às pessoas trans e travestis e abrir espaços para que elas possam se apropriar das mídias sociais e de outras plataformas audiovisuais, fomentando também o acesso a esse mercado. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>&#8220;Esta é uma população que ainda tem muito pouca representatividade nas mídias, até mesmo na internet, onde esperamos encontrar um espaço mais democrático e inclusivo. Infelizmente a realidade não é esta para as pessoas trans e travestis&#8221;, explica Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. &#8220;O curso foi um projeto inovador que trouxe elementos práticos para que os alunos se apropriassem das mídias, tanto diante quanto por trás das câmeras, e pudessem mostrar sua realidade através do seu próprio olhar.&#8221;<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>A discriminação em relação a pessoas trans e travestis ainda causa muitas vítimas no Brasil, seja pela violência física e psicológica, ou mesmo pela marginalização que esta população sofre, algo que também pode resultar em mortes. Nos serviços de saúde, por exemplo, estudos apontam que o estigma e a discriminação são capazes de afastar as pessoas dos cuidados necessários para uma boa saúde. Relatórios recentes do UNAIDS apontam que travestis e mulheres trans têm até 49 vezes mais chances de se infectar pelo HIV ao longo da vida quando comparadas com a média das pessoas com vida sexualmente ativa. Globalmente, estima-se que 19% das mulheres trans e travestis vivam com HIV. Dados mais recentes do Ministério da Saúde estimam que entre 18% e 31% das travestis e pessoas trans no Brasil estejam vivendo com HIV. Na população em geral, prevalência do HIV é de 0,4%. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>“Dar voz e espaço para as pessoas trans e travestis é contribuir para o fim desta marginalização, que as leva para longe dos serviços de saúde”, conclui Georgiana. “Esperamos que elas inspirem outras pessoas e que também encontrem oportunidades para viver uma vida digna e produtiva.” <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Assim como mais de 200 cidades em todo o mundo, <a href="https://unaids.org.br/2018/07/cidade-de-sao-paulo-renova-compromisso-com-declaracao-de-paris-e-metas-90-90-90-do-unaids/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>São Paulo é uma das signatárias da Declaração de Paris</b></a>, que prevê um compromisso de Aceleração da Resposta ao HIV para alcançar, entre outros objetivos, as metas 90-90-90, propostas pelo UNAIDS: até 2020, 90% das pessoas estimadas com HIV diagnosticadas; ter 90% destas em tratamento antirretroviral; e ter 90% deste grupo com carga viral indetectável—quando a quantidade de vírus circulando no organismo é tão baixa que a <b>chance de transmissão do HIV para outra pessoa é praticamente zero</b>. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>“Só o fato da gente sair de casa, ocupar a rua com uma câmera de filmagem, com um <i>boom</i><i> </i>(microfone), e as pessoas pararem e verem que quem está atrás de uma câmara é uma trans, quem está segurando o boom é uma trans, quem está fazendo um claquete é uma trans, quem está atuando é uma trans, isso já é uma grande realização, uma grande conquista”, diz Samara Sosthenes, uma das participantes do projeto.  <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Outro participante, Gael Morais, destaca a importância de ouvir o que a população trans e travesti tem a dizer. “O importante é o que a gente quer dizer, o que a gente gostaria de falar. Isso é importante, não o que perguntam pra gente, porque as perguntas são sempre as mesmas. E a gente não quer mais responder as mesmas perguntas”, diz ele no filme.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Para Camila Biau, uma das facilitadoras do curso e sócia da Brodagem Filmes, selecionada para a condução dos treinamentos e produção do webdocumentário, o projeto reuniu “talentos incríveis, pessoas com ideias maravilhosas que só precisam de oportunidade para poder executar.” <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><b>Produções dos participantes</b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Para a realização dos projetos de conclusão do curso, a turma foi dividida em três grupos, que produziram dois curtas ficcionais—<i>(R)Existir</i> (vídeo-poesia que aborda com delicadeza e força a marginalidade imposta às travestis) e <i>Somos </i><i>Todxs</i><i> </i><i>Humanxs</i> (vídeo repleto de ironia que mostra uma realidade hipotética na qual as pessoas trans e travestis são a maioria dominante). Também foi produzido um vídeo documental —<i>TransMasculinidades</i> (que questiona o que é masculinidade na percepção da sociedade e de alguns participantes do curso, fazendo um paralelo entre homens cis e homens trans). <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}">Veja os quatro vídeos produzidos na playlist abaixo:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PL06QJYA4SlQhtuipL4C6TdYKfbFxXU7Pc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b>Teaser</b><b> </b><b><i>Bandeira</i></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Além do webdocumentário, os participantes do curso se uniram para a produção de uma campanha para redes sociais—chamada <i>Bandeira</i>—alertando as pessoas sobre a importância da representatividade trans no audiovisual. Este último vídeo foi inspirado no filme <a href="https://www.youtube.com/watch?v=CsdpCHR4Mvo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Trans</b><b> 102</b></a>, produzido em inglês pela <a href="https://www.refinery29.com/en-us" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>Refinery29</b></a>, uma empresa de entretenimento e mídia digital focada em mulheres jovens, em parceria com a <a href="https://www.maccosmetics.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>MAC </b><b>Cosmetics.</b></a></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/QxyCC3sPorg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Confira o webdocumentário completo aqui:</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/SktHB7QhGDY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Galeria de fotos</strong></p>
<p>
<a href='https://unaids.org.br/2019/01/10595/01-6/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/01-150x150.jpg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/01-640x640.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://unaids.org.br/2019/01/10595/02-1-2/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/02-1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/02-1-150x150.jpeg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/02-1-640x640.jpeg 640w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://unaids.org.br/2019/01/10595/02-4/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/02-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/02-150x150.jpeg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/02-640x640.jpeg 640w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://unaids.org.br/2019/01/10595/3-3/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/3-150x150.jpeg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/3-640x640.jpeg 640w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://unaids.org.br/2019/01/10595/encerramento/'><img loading="lazy" decoding="async" width="150" height="150" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/encerramento-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/encerramento-150x150.jpg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/encerramento-640x640.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
</p>
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	            data-title="UNAIDS lança webdocumentário ‘Luz, Câmera, Zero Discriminação’ sobre formação audiovisual de pessoas trans e travestis" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/01/unaids-lanca-webdocumentario-luz-camera-zero-discriminacao-sobre-capacitacao-em-audiovisual-para-pessoas-trans-e-travestis/">UNAIDS lança webdocumentário ‘Luz, Câmera, Zero Discriminação’ sobre formação audiovisual de pessoas trans e travestis</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No Dia Laranja, ONU Brasil aborda o tema violência de gênero contra mulheres trans e travestis</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/01/no-dia-laranja-onu-brasil-aborda-o-tema-violencia-de-genero-contra-mulheres-trans-e-travestis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 15:26:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Bruna Benevides é militante e defensora dos direitos humanos da população LGBTI+, em especial das pessoas trans e travestis. Coordenadora e articuladora do Instituto Brasileiro Trans de Educação e Presidenta do Conselho LGBTI+ de Niterói, ela também é Vice-presidenta da Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTI+. Bruna se identifica como “uma mulher, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/01/no-dia-laranja-onu-brasil-aborda-o-tema-violencia-de-genero-contra-mulheres-trans-e-travestis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bruna Benevides é militante e defensora dos direitos humanos da população LGBTI+, em especial das pessoas trans e travestis. Coordenadora e articuladora do Instituto Brasileiro Trans de Educação e Presidenta do Conselho LGBTI+ de Niterói, ela também é Vice-presidenta da Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTI+. Bruna se identifica como “uma mulher trans, identificada pela sociedade como travesti.”<span id="more-10549"></span></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19.png" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-10614" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19.png" alt="" width="400" height="400" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19.png 1000w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19-150x150.png 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19-300x300.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19-768x768.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19-720x720.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/Card_destaque_Janeiro-19-640x640.png 640w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a></p>
<p>Desde 2016, está na Diretoria da <a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>ANTRA</strong></a>, a Associação Nacional de Travestis e Transexuais e é responsável pela elaboração do <em>Dossiê dos assassinatos e violência contra travestis e transexuais no Brasil</em>. Levantamentos deste tipo já existem há mais de 30 anos no Brasil, feitos por outras instituições, mas Bruna afirma que “ficava muito incomodada com esses dados e a maneira como eles aconteciam, porque muitas vezes consistiam apenas em números, mas não se transformavam em nenhuma ação propositiva.” Assim, por iniciativa própria, decidiu criar o Dossiê e transformá-lo em um novo instrumento de <em>advocacy </em>para acabar com a violência de gênero contra a população trans, inclusive mulheres trans e travestis.</p>
<p>O monitoramento de 2018 será lançado no dia no Dia da Visibilidade Trans (29/1) deste ano, durante a VI Semana Nordestina da Visibilidade Trans, que acontece em Recife, Pernambuco. Realizado pela ANTRA e <a href="https://www.facebook.com/ibteducacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Instituto Brasileiro Trans de Educação</strong></a> – e com o apoio de oito instituições nacionais e duas internacionais – o documento foi ampliado para incluir também o levantamento de tentativas de homicídio, outros tipos de assassinatos motivados por transfobia estrutural e casos não elucidados, além de outras violações de direitos humanos. Em 2018, o dossiê foi apresentado na Casa ONU, em Brasília. O relatório foi entregue a representantes do Sistema das Nações Unidas no Brasil e à presidenta da <a href="http://www.oas.org/pt/cidh/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Comissão Interamericana de Direitos Humanos</strong></a>.</p>
<p>Bruna conta que a população trans e travesti está no foco da violência de gênero, principalmente a partir do momento em que se une ao feminismo. “Quando passamos a empoderar umas às outras, ‘ameaçamos’ o poder hegemônico, do patriarcado e nos tornamos as primeiras pessoas ‘caçadas’ e violentadas”, explica a militante LGBTI+. “Os índices estão aí pra comprovar que o Brasil é um dos países que mais violenta e mata pessoas por questões de gênero feminino”. Segundo ela, a violência é extremamente presente da vida das pessoas trans, pois “é a primeira instituição social que a população trans conhece quando passa a conviver fora do ambiente familiar – isso quando essa violência não acontece ainda dentro do próprio ambiente familiar, como em alguns casos.”</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-10550 size-medium" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40-1-298x300.jpeg" alt="" width="298" height="300" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40-1-298x300.jpeg 298w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40-1-150x150.jpeg 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40-1.jpeg 595w" sizes="auto, (max-width: 298px) 100vw, 298px" />Além dos dados, o Dossiê traz também uma análise mais aprofundada dos casos, com o número de pessoas mortas, gênero, raça, classe e contexto social. Para Bruna, o documento busca dar visibilidade às pessoas trans e travestis como pessoas totalmente capazes de construir, saber e dar conta de sua narrativa. “A importância do monitoramento é dar visibilidade aos dados, com foco na efetivação de denúncias para que esses dados sejam usados para pleitear políticas públicas”, explica. “A partir do relatório podemos provar para o Estado que estamos sendo assassinadas por questões de gênero e por sermos quem somos.”</p>
<p>O levantamento é feito por meio de pesquisas em dados de jornais, e os resultados já são visíveis. No primeiro ano, apenas 22% das mídias jornalísticas respeitavam a identidade de gênero das vítimas. Em 2018, esse número passou para 66%. “Esse avanço também auxilia no levantamento de dados, porque, às vezes, temos dificuldade com jornais que publicam que ‘homem vestido de mulher é assassinado’. Agora somos respeitadas, usam os pronomes corretos, conseguem minimamente chegar ao entendimento de que é uma pessoa trans, travesti ou mulher transexual”, conta.</p>
<p>Além da participação na diretoria da ANTRA, Bruna é Segundo-Sargento da Marinha do Brasil e ingressou na carreira militar há mais de 20 anos. Há 3 anos, ela também é coordenadora e articuladora do curso preparatório para vestibular ‘<a href="https://pt-br.facebook.com/PreparaNem/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>PreparaNem</strong></a>’ (em referência à gíria carioca ‘nem’, usada para representar as pessoas de periferia). O curso é dirigido para pessoas LGBTI em vulnerabilidade, com foco nas pessoas trans e travestis. O método de ensino é alternativo e as turmas são reduzidas. Cerca de 70% dos alunos são mulheres trans e 70% dos índices de aprovação também são dessa população.</p>
<p>“O foco principal é restabelecer a escolaridade perdida e garantir que essas pessoas possam concorrer em ‘pé de igualdade’, não só para a formação acadêmica, mas para o próprio empoderamento, o fortalecimento da entrada no mercado formal de trabalho. É criar a oportunidade que falta, digamos assim, pelo menos no campo educacional”.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-10552" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40.jpeg" alt="" width="354" height="531" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40.jpeg 561w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40-200x300.jpeg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-21-at-14.41.40-480x720.jpeg 480w" sizes="auto, (max-width: 354px) 100vw, 354px" />Bruna explica que o impacto do curso no combate à violência é grande porque abrange uma rede maior, que vai além dos alunos, alcançando também os professores e professoras voluntários. São cerca de 70 pessoas atendidas direta e indiretamente que podem fortalecer e criar uma rede de apoio e cuidados para resgatar a autoestima, fortalecer a reinserção nos espaços sociais e profissionais, gerar renda e o próprio reconhecimento da independência”, afirma. Hoje o Instituto Brasileiro Trans de Educação fornece o curso preparatório em 27 cidades do Brasil.</p>
<p>Bruna também tem contribuições importantes em seu trabalho na <strong>Rede Nacional de Operadores de Segurança Pública LGBTI+</strong>, como a <em>Cartilha de Segurança para População LGBTI+</em> – de sua autoria –, que busca mostrar à população LGBTI+ como minimizar os riscos de violência e se fortalecer para fazer denúncias. Ela também é coautora do <em>Manual de Atendimento e Abordagem para População LGBTI+ por Agentes de Segurança Pública</em>, que tem como objetivo conversar com os agentes de segurança sobre como prestar esse atendimento a essa população.</p>
<p>De acordo com Bruna, o combate à violência de gênero é um dos focos do material, “principalmente porque abordamos as questões de segurança e autossegurança, autopreservação e segurança pública das pessoas. Nos deparamos com altos índices de feminicídio e de violência doméstica, então temos esse olhar interseccional e acabamos chegando exatamente numa população que é de gênero feminino, de gênero divergente do masculino, negra e periférica.”</p>
<p>Além da violência, as pessoas trans e travestis também enfrentam dificuldades de acesso a serviços de saúde. Dados mais recentes do Ministério da Saúde estimam que entre 18% e 31% das travestis e pessoas trans no Brasil estejam vivendo com HIV. Na população em geral, essa prevalência é de 0,4%. Segundo o UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS), travestis e mulheres trans têm até 49 vezes mais chances, em comparação com a média das pessoas com vida sexualmente ativa, de se infectar pelo HIV ao longo da vida. Globalmente, estima-se que 19% das mulheres trans e travestis vivam com HIV.</p>
<p>Diante do cenário do movimento trans no Brasil, Bruna acredita que “o que falta para conseguirmos combater melhor a violência de gênero é estar junto da luta das mulheres. É de suma importância estar claro que o combate e enfrentamento à violência de gênero é uma luta não apenas de mulheres cis, mas também de pessoas trans e travestis e todas aquelas que são atravessadas pela violência de gênero. Precisamos cada vez mais, nos aproximar dos movimentos e lutar pelo reconhecimento da nossa identidade de gênero”.</p>
<p>Para o mês da Visibilidade Trans, Bruna faz um convite: “Convido as pessoas que não participam dos espaços de construção e de militância, a se aproximarem e que venham somar. No final das contas, ainda somos poucas lutando por muitas. Quando formos muitas lutando por todas, as coisas podem começar a mudar mais efetivamente”.</p>
<p><strong>#DiaLaranja pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas</strong> – Celebrado a cada dia 25 do mês, o Dia Laranja Pelo Fim da Violência contra as Mulheres e Meninas alerta para a importância da prevenção e da resposta à violência de gênero. Sendo uma cor vibrante e otimista, o laranja representa um futuro livre de violência, convocando à mobilização todos os meses do ano, culminando no 25 de Novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres. #UseLaranja todo dia 25.</p>
<p>O Dia Laranja integra a campanha do Secretário-Geral da ONU “UNA-SE Pelo Fim da Violência contra as Mulheres”, lançada em 2008, com o objetivo de dar visibilidade e aumentar a vontade política e os recursos designados a prevenir e responder à violência de gênero.</p>
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