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	<title>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Implementação local dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foi tema de debate em evento da ONU</title>
		<link>https://unaids.org.br/2023/07/implantacao-local-das-ods-foi-tema-de-debate-em-evento-da-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jul 2023 13:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e da Agenda 2030 na América Latina no âmbito local foi tema de evento em Nova Iorque, que aconteceu em 18 de julho em paralelo ao Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas. Durante o evento, o UNAIDS Brasil apresentou sua experiência com as Fast-Track, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/07/implantacao-local-das-ods-foi-tema-de-debate-em-evento-da-onu/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A implementação dos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a></span> (ODS) e da Agenda 2030 na América Latina no âmbito local foi tema de evento em Nova Iorque, que aconteceu em 18 de julho em paralelo ao Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas. </p>



<span id="more-25315"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, o UNAIDS Brasil apresentou sua experiência com as <em><a href="https://unaids.org.br/fast-track-cities/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fast-Track Cities</a></em>, iniciativa que busca acelerar a resposta ao HIV no âmbito municipal. O evento “A experiência da América Latina na implementação local da Agenda 2030” foi organizado pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://feim.org.ar/presentacion/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação para o Estudo e Pesquisa da Mulher</a></span> e pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ONG Gestos</a></span>, teve o apoio do escritório regional do UNAIDS para a América Latina e do <em>Mecanismo de Participación de la Sociedad Civil para el Desarrollo Sostenible</em> (Mecanismo de Participação da Sociedade Civil para o Desenvolvimento Sustentável, em tradução livre para o português).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alessandra Nilo, coordenadora geral da GESTOS, destacou a relevância do papel dos governos locais na territorialização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7-1024x962.jpeg" alt="" class="wp-image-25319" width="768" height="722" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7-1024x962.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7-300x282.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7-768x721.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7-720x676.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH7.jpeg 1037w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Alessandra Nilo, ONG Gestos. Créditos: ONG Gestos</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Ela ressaltou que é preocupante que no âmbito das cidades ainda existam poucos espaços de governança dedicados ao atendimento da Agenda 2030. “A estruturas de governança inclusiva, participação social e de reconhecimento e respeito ao papel de diferentes personagens são importantes, assim como a necessidade do reconhecimento da sociedade civil como uma parceria de desenvolvimento&#8221;, ressalta.</p>



<h5 class="has-medium-font-size wp-block-heading">As experiências na América Latina</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, foram apresentadas experiências da América Latina:</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, apresentou a iniciativa Fast-Track Cities e outros trabalhos desenvolvidos com e para pessoas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa busca fortalecer o trabalho das organizações da sociedade civil em diálogo com as secretarias locais de saúde para prover uma atenção integral na resposta ao HIV com um foco em 15 das 42 cidades que fazem parte do <em>Fast-Track Cities</em> e cujos dados epidemiológicos demandam mais atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A resposta ao HIV está associada a 10 dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, esta é uma forma eficaz de integrar ações e resultados que podem acelerar o fim da AIDS até 2030. Por esse motivo, o compartilhamento de ideias e projetos no HLPF 2023 é tão importante, pois ações que acontecem por toda a América Latina podem ser replicados localmente, respeitando as realidades de cada país&#8221;, ressalta.<br>&#8220;No caso do Brasil, os resultados alcançados no <em>Fast-Track Cities</em> são importantes norteadores que estamos no caminho certo, uma vez que o trabalho é feito entendendo as potências e limitações que diferencia cada cidade brasileira participante do projeto&#8221;, finaliza.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Apresentação UNAIDS HLPF2023" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/LFBAUKcT0Mw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portal.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Oswaldo Cruz</a></span> (FIOCRUZ) apresentou a experiência de trabalho no Complexo da Maré (RJ) onde conseguiram envolver a população e reduzir a mortalidade por covid-19 a quase zero. O vídeo apresentado pela Fiocruz pode ser conferido <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://feim.org.ar/2023/07/19/8208/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, Renata Sene, prefeita do município de Francisco Morato (SP), falou que a Agenda 2030 está sendo implementada há sete anos, alcançando excelentes resultados em termos de melhoria de indicadores.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3.jpeg"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3-1024x898.jpeg" alt="" class="wp-image-25322" width="768" height="674" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3-1024x898.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3-300x263.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3-768x673.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3-720x631.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/08/HLPF2023_PH3.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Renata Sene, prefeira do município de Francisco Morato (SP). Créditos: ONG Gestos.</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">O vídeo apresentado pela Prefeitura de Francisco Mourato pode ser conferido <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jWmNYifSP7U" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Argentina</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O país apresentou um vídeo sobre a experiência na província de Tierra del Fuego. O país foi representado por Marisol Merkel, presidente do Conselho de Políticas Sociais, da Presidência da Argentina, e Matías Sotomayor, coordenador do Conselho de Políticas Sociais, da Presidência da Argentina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo apresentado pela Argentina pode ser conferido <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://feim.org.ar/2023/07/19/8208/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>.</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Chile</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência chilena foi apresentada pela embaixadora Carla Serazzi, do Ministério das Relações Exteriores, que apresentou a Iniciativa Rapa Nui, “Um território espelho para a implementação da Agenda 2030”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa demonstra como comunidades e governos locais podem desempenhar um papel fundamental na implementação efetiva dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vídeo apresentado pela representação chilena pode ser conferido <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jWmNYifSP7U" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>.</p>
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		<title>Conselho Econômico e Social das Nações Unidas pede ação urgente para acelerar a resposta à AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 17:42:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) adotou uma resolução que pede aos países que intensifiquem com urgência os programas informados por evidências para acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. Ele afirma que a epidemia de AIDS ainda não acabou e apela para esforços, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/07/conselho-economico-e-social-das-nacoes-unidas-pede-acao-urgente-para-acelerar-a-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) adotou uma resolução que pede aos países que intensifiquem com urgência os programas informados por evidências para acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. Ele afirma que a epidemia de AIDS ainda não acabou e apela para esforços revigorados por parte de todas as partes interessadas.  </p>



<span id="more-12391"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Adotada em 24 de julho de 2019, durante a reunião de coordenação e gestão do ECOSOC em Nova Iorque, Estados Unidos, a resolução convida a Assembleia Geral das Nações Unidas a decidir até setembro do próximo ano, data de uma reunião de alto nível, a analisar os progressos alcançados no compromisso das Nações Unidas para acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora acolha os avanços alcançados em relação às metas de 2020, a resolução expressa preocupação com as disparidades no progresso entre os países e apela para esforços mais intensos para proteger os direitos humanos e promover a igualdade de gênero.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução do ECOSOC acolhe igualmente os esforços do UNAIDS no sentido de aperfeiçoar e adaptar o seu modelo de funcionamento para apoiar de maneira mais eficaz os esforços para acabar com a epidemia da AIDS dentro do âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ECOSOC criou o UNAIDS, há 25 anos, como uma iniciativa conjunta e inovadora que reúne as vantagens comparativas de várias organizações das Nações Unidas para enfrentar a epidemia da AIDS&#8221;, disse Gunilla Carlsson, diretora executiva interina do UNAIDS. &#8220;Nossa abordagem multissetorial, com várias partes interessadas e centrada nas pessoas, ajuda os países a traduzir compromissos globais em ações de nível nacional que levam a resultados reais para as pessoas no local, inclusive aquelas que ficam para trás&#8221;.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecendo a necessidade urgente de fechar a lacuna de recursos para o HIV, a resolução incentiva os países a aumentarem o financiamento nacional e internacional para a resposta à AIDS.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução reconhece que os esforços para alcançar o acesso universal a saúde devem ser informados pelas lições aprendidas com a resposta à AIDS. São bem-vindos os esforços para integrar e coordenar o programa de HIV e outros programas e setores da saúde, incluindo a tuberculose e o HIV, assegurando o acesso universal a serviços integrados de prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidados.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resolução reconhece o papel central do Programa Conjunto no contexto de esforços mais amplos para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a importância de aprender com as lições da resposta ao HIV, incluindo o foco na equidade e nos direitos humanos, nas inovações no financiamento da saúde e na governança inclusiva. Elogia igualmente o papel crucial que a sociedade civil desempenha na resposta global ao HIV.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">China e Estados Unidos co-facilitaram as negociações dos Estados-membros sobre a resolução em Genebra, Suíça, e apresentaram a resolução ao ECOSOC em 24 de julho em Nova Iorque. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto:  UN Photo/Eskinder Debebe </p>
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		<title>UNAIDS participa de encontro sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/04/unaids-participa-de-encontro-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-em-recife/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 13:38:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (30/04), o UNAIDS Brasil participou do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife (PE). O evento foi organizado pela ONG&#160;Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, como&#160;cofacilitadora&#160;do Grupo&#160;Temático (GT)&#160;da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG). O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/unaids-participa-de-encontro-sobre-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel-em-recife/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"></p>


<p>Nesta terça-feira (30/04), o UNAIDS Brasil participou do 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Recife (PE). O evento foi organizado pela ONG&nbsp;Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, como&nbsp;cofacilitadora&nbsp;do Grupo&nbsp;Temático (GT)&nbsp;da Sociedade Civil para Agenda 2030, em parceria com a Associação Brasileira de ONGs (ABONG). <span id="more-11278"></span></p>


<p class="wp-block-paragraph">O objetivo do encontro foi fortalecer o diálogo entre organizações da sociedade civil, gestão pública, academia,&nbsp;imprensa e&nbsp;outros&nbsp;grupos sobre a importância dos objetivos que compõem a&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home.html" target="_blank"><strong>Agenda 2030</strong></a>.  O evento abordou dimensões dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), com foco especial nas questões de gênero, e também contou com a participação de representantes da&nbsp;<strong><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label=" (opens in a new tab)">ONU Mulheres</a></strong>,&nbsp;<strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="UNFPA (opens in a new tab)" href="https://brazil.unfpa.org/pt-br" target="_blank">UNFPA</a></strong>, Ordem dos Advogados de Pernambuco (OAB-PE), Associação Municipalista de PE (AMUPE), ABONG, entre outras organizações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O encontro foi um momento muito&nbsp;significativo&nbsp;para discutir os desafios e a&nbsp;importância&nbsp;da implementação da Agenda 2030. Considerando o contexto local de Pernambuco, é interessante ver os diversos atores da sociedade civil, poder público municipal e estadual e da academia discutindo os meios de implementação&nbsp;e monitoramento&nbsp;dos ODS”, disse&nbsp;o Diretor&nbsp;interino do UNAIDS no Brasil, Cleiton Euzébio de Lima. “Discutiu-se também a importância de fazer com que esta agenda esteja&nbsp;focada&nbsp;nas pessoas, por ser uma agenda integral que só será alcançada se todos os ODS forem trabalhados conjuntamente, sem deixar ninguém para trás”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram abordados temas como as parcerias e meios de financiamento da Agenda 2030 e os desafios e oportunidades para implementação dos ODS em Pernambuco. O Diálogo ocorre no momento em que a Comissão Estadual (PE) dos ODS começa a se consolidar, depois de sua primeira reunião ordinária, e em que a Rede ODS Brasil também&nbsp;acaba de constituir&nbsp;um núcleo em Pernambuco.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 1º Diálogo Público sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável tem o apoio financeiro da União Europeia e da <em>Action&nbsp;for&nbsp;Sustainable&nbsp;Development&nbsp;</em>(A4SD).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o encontro, a <strong><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Gestos  (opens in a new tab)">Gestos </a></strong>lançou a publicação&nbsp;<em>A Agenda 2030 e o acesso à Justiça – Relatório sobre audiências de custódia em Pernambuco, Brasil</em>, com dados sobre a implementação do ODS 16 (Paz e Justiça) no estado, análises sobre a população carcerária, panorama das execuções criminais e um estudo sobre as audiências de custódia como meio para garantir acesso à justiça em Pernambuco.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>ODS 3, sobre saúde e bem-estar, é o Objetivo do Mês em abril</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2019 17:08:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[ODS 3]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=11198</guid>

					<description><![CDATA[<p>Todos os meses, no contexto de datas relevantes, eventos e prioridades temáticas, o Sistema das Nações Unidas no Brasil destaca um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para que ele seja apresentado ao público de maneira informativa, relevante e engajadora. O foco desta ação é oferecer à sociedade uma oportunidade de se aprofundar, a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/ods-3-sobre-saude-e-bem-estar-e-o-objetivo-do-mes-em-abril/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Todos os meses, no contexto de datas relevantes, eventos e prioridades temáticas, o Sistema das Nações Unidas no Brasil destaca um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para que ele seja apresentado ao público de maneira informativa, relevante e engajadora. O foco desta ação é oferecer à sociedade uma oportunidade de se aprofundar, a cada mês, nos objetivos e suas metas assumidos pelos Estados-membros da ONU como parte da Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030.<span id="more-11198"></span></p>
<p>Em abril, as celebrações do Dia Mundial da Saúde (7/4) pautaram a escolha do ODS 3 como Objetivo do Mês.</p>
<p>Conheça abaixo um pouco mais sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustantável e o ODS 3.</p>
<p>Mais mais informações e materiais sobre os ODS e a Agenda 2030, visite também <strong><a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU Brasil</a></strong> e <a href="https://www.undp.org/pt/brazil/news/pnud-lan%C3%A7a-curso-dist%C3%A2ncia-sobre-desenvolvimento-sustent%C3%A1vel-para-pa-mt-e-am" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>PNUD Brasil.</strong></a></p>
<h5><strong>O que são os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável?</strong></h5>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, também conhecidos como Objetivos Globais, são um chamado universal para ação contra a pobreza, proteção do planeta e para garantir que todas as pessoas tenham paz e prosperidade. Esses 17 Objetivos foram inspirados no sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), incluindo novos temas, como a mudança global do clima, desigualdade econômica, inovação, consumo sustentável, paz e justiça, entre outras prioridades. Os objetivos são interconectados – o sucesso de um ODS envolve a resposta a temas que estão associados a outros objetivos.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e suas metas são globais em sua natureza e universalmente aplicáveis, levando em conta diferentes realidades nacionais, capacidades e níveis de desenvolvimento, respeitando políticas e prioridades nacionais. Os ODS são o resultado de um processo transparente, inclusivo e participativo, que durou três anos, enovlvendo todas as partes interessadas.</p>
<p>Eles representam um acordo sem precedentes em torno das prioridades de desenvolvimento sustentável entre os 193 Estados-membros da ONU. Eles têm recebido apoio global de sociedade civil, setor privado, parlamentares e outros atores engajados na agenda de desenvolvimento sustentável. A decisão de se lançar um processo para a definição de um conjunto de ODS foi feita pelos Estados-membros das Nações Unidas na Conferência de Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada na cidade do Rio de Janeiro em junho de 2012.</p>
<p>Os ODS entraram em vigor em 1º de janeiro de 2016 e espera-se que suas metas sejam cumpridas até 31 de dezembro de 2030. Entretanto, há a expectativa de que algumas metas, baseadas em acordos internacionais, cumpram-se antes do prazo estabelecido.</p>
<h5><strong>ODS 3 &#8211; Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todas as pessoas, em todas as idades</strong></h5>
<p><strong>3.1</strong> Até 2030, reduzir a taxa de mortalidade materna global para menos de 70 mortes por 100.000 nascidos vivos</p>
<p><strong>3.2 </strong>Até 2030, acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos, com todos os países objetivando reduzir a mortalidade neonatal para pelo menos 12 por 1.000 nascidos vivos e a mortalidade de crianças menores de 5 anos para pelo menos 25 por 1.000 nascidos vivos</p>
<p><strong>3.3</strong> Até 2030, acabar com as epidemias de AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais negligenciadas, e combater a hepatite, doenças transmitidas pela água, e outras doenças transmissíveis</p>
<p><strong>3.4</strong> Até 2030, reduzir em um terço a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis via prevenção e tratamento, e promover a saúde mental e o bem-estar</p>
<p><strong>3.5</strong> Reforçar a prevenção e o tratamento do abuso de substâncias, incluindo o abuso de drogas entorpecentes e uso nocivo do álcool</p>
<p><strong>3.6</strong> Até 2020, reduzir pela metade as mortes e os ferimentos globais por acidentes em estradas</p>
<p><strong>3.7 </strong>Até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais</p>
<p><strong>3.8 </strong>Atingir a cobertura universal de saúde, incluindo a proteção do risco financeiro, o acesso a serviços de saúde essenciais de qualidade e o acesso a medicamentos e vacinas essenciais seguros, eficazes, de qualidade e a preços acessíveis para todos</p>
<p><strong>3.9 </strong>Até 2030, reduzir substancialmente o número de mortes e doenças por produtos químicos perigosos, contaminação e poluição do ar e água do solo</p>
<p><strong>3.a </strong>Fortalecer a implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco em todos os países, conforme apropriado</p>
<p><strong>3.b </strong>Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de vacinas e medicamentos para as doenças transmissíveis e não transmissíveis, que afetam principalmente os países em desenvolvimento, proporcionar o acesso a medicamentos e vacinas essenciais a preços acessíveis, de acordo com a Declaração de Doha, que afirma o direito dos países em desenvolvimento de utilizarem plenamente as disposições do acordo TRIPS sobre flexibilidades para proteger a saúde pública e, em particular, proporcionar o acesso a medicamentos para todos</p>
<p><strong>3.c </strong>Aumentar substancialmente o financiamento da saúde e o recrutamento, desenvolvimento e formação, e retenção do pessoal de saúde nos países em desenvolvimento, especialmente nos países menos desenvolvidos e nos pequenos Estados insulares em desenvolvimento</p>
<p><strong>3.d </strong>Reforçar a capacidade de todos os países, particularmente os países em desenvolvimento, para o alerta precoce, redução de riscos e gerenciamento de riscos nacionais e globais de saúde</p>
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		<title>Amina Mohammed visita a sede do UNAIDS e fala sobre a reforma das Nações Unidas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/amina-mohammed-visita-a-sede-do-unaids-e-fala-sobre-a-reforma-das-nacoes-unidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Mar 2019 17:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Amina Mohammed]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão ligados pela ideia de não deixar ninguém para trás. Em cada país e cada distrito, precisamos definir quem está sendo deixado para trás e colocá-los no centro”, disse Amina Mohammed, Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas, durante uma visita à sede do UNAIDS em Genebra, Suíça, em 22 de março., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/amina-mohammed-visita-a-sede-do-unaids-e-fala-sobre-a-reforma-das-nacoes-unidas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão ligados pela ideia de não deixar ninguém para trás. Em cada país e cada distrito, precisamos definir quem está sendo deixado para trás e colocá-los no centro”, disse Amina Mohammed, Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas, durante uma visita à sede do UNAIDS em Genebra, Suíça, em 22 de março. Na reunião, ela descreveu sua visão de uma Organização das Nações Unidas reformada e apta a cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.<span id="more-10935"></span></p>
<p>Mohammed destacou a importância dos jovens e de garantir que a próxima geração de funcionários das Nações Unidas construa um futuro forte para a organização. Ela também falou sobre as oportunidades de paridade de gênero, de reforma das Nações Unidas e parcerias inovadoras. Ela lembrou à equipe do UNAIDS que, “estamos todos aqui para servir a humanidade e trabalhar para fazer a diferença na vida das pessoas. Não estamos aqui apenas como profissionais, devemos trazer mais de nós mesmos e, portanto, mais urgência e empatia em nosso trabalho. ”</p>
<p>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, disse em sua recepção: “a reforma das Nações Unidas não é simples. É sobre implementação e as necessidades de países e pessoas. O UNAIDS está na vanguarda desta agenda desde o início e assim continuará. Vamos lutar para que ninguém seja deixado para trás.”</p>
<p>Mohammed estendeu seus agradecimentos ao UNAIDS, afirmando que, &#8220;os <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</strong></a> não teriam a ambição de colocar as pessoas no centro se o UNAIDS não tivesse mostrado que isto pode ser feito com a resposta à AIDS. Coisas boas vêm em pequenos pacotes e o papel do UNAIDS é essencial.”</p>
<p>Para encerrar, ela disse: “nosso produto é a esperança. É a esperança que fornecemos enquanto tentamos fechar a lacuna entre a realidade de nossos desafios e as aspirações dos nossos sonhos e de milhões de pessoas.”</p>
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		<title>Organizações globais de saúde se comprometem com novas formas de trabalho conjunto para impacto maior</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/10/organizacoes-globais-de-saude-se-comprometem-com-novas-formas-de-trabalho-conjunto-para-impacto-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 14:21:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram hoje um compromisso marcante de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Coordenada pela Organização Mundial da Saúde, a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, com outras, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/10/organizacoes-globais-de-saude-se-comprometem-com-novas-formas-de-trabalho-conjunto-para-impacto-maior/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram hoje um compromisso marcante de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar os <strong><a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> </strong>das Nações Unidas.<span id="more-10099"></span></p>
<p>Coordenada pela <strong><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde</a></strong>, a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, com outras preparadas para participar na próxima fase.</p>
<p>O compromisso segue um pedido da Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, do Presidente de Gana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo, e da Primeira-Ministra da Noruega, Erna Solberg, com apoio do Secretário-Geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, para desenvolver um plano de ação global para definir como os atores globais podem colaborar melhor para acelerar o progresso para cumprir as metas relacionadas à saúde da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>“Pessoas saudáveis são essenciais para o desenvolvimento sustentável–para acabar com a pobreza, promover sociedades pacíficas e inclusivas e proteger o meio ambiente. No entanto, apesar dos grandes avanços alcançados contra muitas das principais causas de mortes e doenças, devemos redobrar nossos esforços. Se não fizermos isso, não alcançaremos várias das metas relacionadas à saúde,” anunciaram as organizações hoje na Cúpula Mundial da Saúde (página oficial <strong><a href="https://www.worldhealthsummit.org/" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong>) em Berlim. “O Plano de Ação Global para Vidas Saudáveis e Bem-Estar para Todos (disponível <strong><a href="http://www.who.int/sdg/global-action-plan" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong>) representa um compromisso histórico com novas formas de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para cumprir as metas até 2030. Estamos comprometidos em redefinir o trabalho conjunto entre nossas organizações para oferecer um apoio mais efetivo e eficiente aos países e para alcançar todas as pessoas com saúde e bem-estar.”</p>
<p>O grupo concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente e interessante. A primeira fase de desenvolvimento do plano é organizada em três abordagens estratégicas: alinhar, acelerar e prestar contas.</p>
<ul>
<li><strong>Alinhar:</strong> as organizações se comprometeram a coordenar processos programáticos, financeiros e operacionais para aumentar a eficiência coletiva e o impacto em uma série de prioridades compartilhadas, como igualdade de gênero e saúde reprodutiva, materna, neonatal, infantil e adolescente.</li>
<li><strong>Acelerar:</strong> as organizações concordaram em desenvolver abordagens comuns e coordenar ações em áreas de trabalho que têm o potencial de aumentar o ritmo do progresso na saúde global. O conjunto inicial de sete “aceleradores” inclui envolvimento da comunidade e da sociedade civil, pesquisa e desenvolvimento, dados e financiamento sustentável.</li>
<li><strong>Prestar contas:</strong> para melhorar a transparência, a responsabilização e a prestação de contas aos países e parceiros de desenvolvimento, as organizações de saúde estão inovando ao estabelecer marcos comuns para quase 50 metas relacionadas à saúde de 14 <strong><a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a></strong>. Esses marcos fornecerão um ponto de verificação essencial e uma referência comum para determinar onde o mundo está em 2023 e se ele está no caminho certo para atingir os objetivos de 2030.</li>
</ul>
<p>O Plano de Ação Global (<strong><a href="http://www.who.int/sdg/global-action-plan" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong>) também reforçará a ação coletiva e impulsionará fundos para abordar as desigualdades de gênero que atuam como barreiras ao acesso à saúde e para melhorar cuidados de saúde de qualidade para mulheres e meninas, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva.</p>
<p>As organizações que já se inscreveram no Plano de Ação Global para Vidas Saudáveis e Bem-Estar para Todos são: Aliança Mundial para Vacinas e Imunização<em> (<strong><a href="https://www.gavi.org/" target="_blank" rel="noopener">Gavi the Vaccine Alliance</a></strong>)</em>, <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/fundo-global/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a></strong>, <strong><em><a href="https://www.globalfinancingfacility.org/" target="_blank" rel="noopener">Global Financing Facility</a></em></strong>, UNAIDS, <strong><a href="http://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noopener">PNUD</a></strong>, <strong><a href="https://brazil.unfpa.org/" target="_blank" rel="noopener">UNFPA</a></strong>, <strong><a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener">UNICEF</a></strong>, <strong><a href="https://unitaid.org/" target="_blank" rel="noopener">Unitaid</a></strong>, <strong><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ONU Mulheres</a></strong>, <strong><a href="https://www.worldbank.org/pt/country/brazil" target="_blank" rel="noopener">Banco Mundial</a></strong> e <strong><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener">OMS</a></strong>. O <strong><a href="http://centrodeexcelencia.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa Mundial de Alimentos</a></strong> se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.</p>
<p>O plano final será entregue em setembro de 2019 na Assembleia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Para mais informações, em inglês, acesse <strong><a href="http://www.who.int/sdg/global-action-plan" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/10/organizacoes-globais-de-saude-se-comprometem-com-novas-formas-de-trabalho-conjunto-para-impacto-maior/">Organizações globais de saúde se comprometem com novas formas de trabalho conjunto para impacto maior</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Medindo o progresso dos 10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020 por meio do Monitoramento Global da AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/05/medindo-o-progresso-dos-10-compromissos-de-aceleracao-da-resposta-ate-2020-por-meio-do-monitoramento-global-da-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 May 2018 14:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[10 Compromissos de Aceleração da Resposta]]></category>
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		<category><![CDATA[Aceleração da Resposta ao HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas para Acabar com a AIDS, que aconteceu em 2016, os países se comprometeram a alcançar os 10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020—uma agenda que visa acabar com a epidemia de AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para ajudar a garantir, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/medindo-o-progresso-dos-10-compromissos-de-aceleracao-da-resposta-ate-2020-por-meio-do-monitoramento-global-da-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas para Acabar com a AIDS, que aconteceu em 2016, os países se comprometeram a alcançar os<strong> <a href="https://unaids.org.br/2016/08/conheca-os-10-compromissos-unaids-de-aceleracao-da-resposta-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020</a></strong>—uma agenda que visa acabar com a epidemia de AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para ajudar a garantir que os prazos sejam cumpridos, a Assembléia Geral das Nações Unidas solicitou um relatório anual sobre os progressos alcançados no cumprimento desses <strong><a href="https://unaids.org.br/2016/08/conheca-os-10-compromissos-unaids-de-aceleracao-da-resposta-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/" target="_blank" rel="noopener">10 compromissos</a></strong>.<span id="more-8945"></span></p>
<p>O UNAIDS apoia os países na coleta de informações sobre suas respostas nacionais ao HIV através da estrutura do Monitoramento Global da AIDS (GAM)—uma coleção anual de 72 indicadores sobre a resposta ao HIV no país. Esses dados fazem parte do conjunto de dados usado para informar a Assembléia Geral.</p>
<p>Diferente das estimativas epidemiológicas relacionadas ao HIV que os países produzem para gerar os dados sobre a situação da epidemia no país—ou seja, dados para fazer estimativas sobre o número de pessoas vivendo com HIV, mortes relacionadas à AIDS etc. —o GAM coleta informações sobre os programas relacionados ao HIV, incluindo o número de pessoas que vivem com HIV e conhecem seu estado sorológico positivo, pessoas que estão em tratamento para o HIV e sobre estigma e discriminação. Uma lista completa dos indicadores é fornecida nas diretrizes do GAM.</p>
<p>Uma característica marcante da coleta de dados para o GAM e as estimativas epidemiológicas sobre HIV é a velocidade com que as informações são coletadas, enviadas e disseminadas. O UNAIDS distribui as diretrizes do GAM para os países em dezembro. Depois, os países enviam seus dados online até o final de março. Em colaboração com a Organização Mundial da Saúde, o Fundo das Nações Unidas para a Infância e o Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças, os dados são validados e finalizados. As estimativas epidemiológicas sobre HIV são produzidas ao longo do mesmo cronograma, com o software disponibilizado aos países no início de janeiro e as estimativas finais apresentadas pelos países no final de março. A análise dos resultados globais de ambas as coletas de dados é publicada no relatório de meio de ano do UNAIDS e no site <strong><a href="https://hivinfo.nih.gov/home-page" target="_blank" rel="noopener">AIDSinfo</a></strong>, e, ao final, é relatada à Assembléia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Apesar do cronograma curto, em 2017, um total de 174 países enviaram dados sobre seus indicadores por meio do GAM. A proporção de países que envia dados melhorou de forma constante, de 53% dos países em 2004 para 96% em 2012, embora os relatos tenham caído para 90% em 2017, quando o ciclo de relatórios mudou de bienal para anual. Antes de 2015, o GAM era conhecido como o Relatório de Progresso da Resposta Global à AIDS (GARPR) e foi usado para informar sobre metas globais para a resposta à AIDS nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.</p>
<p>Coletar as informações certas é um fator importante para garantir que os dados relacionados ao HIV sejam tão precisos quanto possível. Para isso, os indicadores são revisados e ajustados todos os anos, garantindo que as informações sobre as respostas nacionais à AIDS sejam corretas e relevantes. Em 2018, dois novos indicadores—sobre o teste de HIV entre mulheres grávidas e experiências de discriminação relacionada ao HIV em serviços de saúde—foram adicionados, enquanto outros foram modificados.</p>
<p>Os indicadores são cuidadosamente selecionados para garantir a coleta máxima de dados com o menor peso sobre os sistemas de monitoramento dos países e estão alinhados com os indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Os indicadores também são granulares, solicita-se que os países forneçam dados desagregados ao nível das cidades para alguns indicadores.</p>
<p>Olhando para o futuro, a coleta de dados liderada pela comunidade, seja por meio de aplicativos móveis ou observatórios da comunidade, está sendo analisada como ferramenta complementar de coleta de dados para diferentes perspectivas sobre as respostas dos países à AIDS.</p>
<p>O GAM é mais uma ferramenta que o UNAIDS tem para ajudar os países a monitorar e responder às epidemias de HIV e trabalhar para acabar com a AIDS até 2030.</p>
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	            data-title="Medindo o progresso dos 10 Compromissos de Aceleração da Resposta até 2020 por meio do Monitoramento Global da AIDS" 
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		<title>Artistas devem apoiar luta da ONU por um mundo melhor, defende Mateus Solano</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/03/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 15:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Mateus Solano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030. “A classe artística, como formadora de opinião, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030.<span id="more-8530"></span></p>
<p>“A classe artística, como formadora de opinião e como classe que tem um contato direto com o coração das pessoas, tem uma responsabilidade muito importante nessa luta por um mundo melhor”, afirmou Mateus em entrevista à ONU no Brasil. Na avaliação do ator, o papel de seus colegas deve ser “multiplicar a ideia e os esforços para que os ODS sejam cumpridos até 2030”.</p>
<p>Entre as metas da agenda da ONU, adotada em 2015 pelos 193 países-membros da Organização, estão compromissos com o fim da fome e da miséria, com a redução das desigualdades, com uma educação de qualidade para todos, com a preservação da natureza, com a promoção da saúde e com a adoção de padrões sustentáveis de consumo e produção.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/3zA6GXS6Fts" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“A gente precisa que os ODS sejam cumpridos em bloco. Se você comete um preconceito de gênero, você gera um problema de justiça. Se você tem um problema de meio ambiente, isso pode virar um problema de saúde. Está tudo interligado”, explica Mateus.</p>
<p>No fim de 2017, o ator participou da campanha Geração do Amanhã, uma iniciativa da Rede Globo para disseminar os ODS junto ao público do canal. O projeto também realizou, com apoio técnico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a série de debates online Repercutindo Ideias, com especialistas das diferentes áreas contempladas pela agenda das Nações Unidas.</p>
<p>O envolvimento de Mateus com a ONU, porém, é mais antigo. Em 2014, após a repercussão do personagem gay Félix, da novela Amor à Vida, o ator foi escolhido pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para o ocupar o cargo honorário de embaixador da Boa Vontade da agência.</p>
<p>“A partir de um personagem na televisão, que falava muito sobre o preconceito e a intolerância com as diferenças, eu tive um convite na vida real, que foi, sem dúvida, o convite que mais me enobreceu como ser humano”, lembra o artista.</p>
<p>Filho de diplomata, Mateus conta que a ONU “sempre o rondou” como ideia, “a ideia de que nós vivamos num mundo em que nos respeitemos”.</p>
<p>“A ONU me lembra muito a Mafalda, do Quino. O sonho da Mafalda era ser a tradutora da ONU e, quando os Estados Unidos fossem falar com a Rússia (durante a Guerra Fria), ela traduziria tudo ‘errado’, de uma forma boa. Assim, como tradutora da ONU, ela ia promover a paz mundial”, brinca o artista.</p>
<p>Para Mateus, alcançar os ODS exigirá mudanças de comportamento de toda a sociedade.</p>
<p>“O ser humano gosta de encontrar uma forma de viver e de repetir (essa forma), porque ali ele se sente mais confortável. Mas existem hábitos que a gente repete automaticamente, sem pensar sobre eles. Muitos desses hábitos são ruins para o planeta, para o próximo, para quem está a sua volta e para você mesmo. Existe muito preconceito aprendido.”</p>
<p>“Não faz sentido a gente estar aqui se não for para mudar”, completa o ator.</p>
<p><em>Com informações de: <a href="https://nacoesunidas.org/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/" target="_blank" rel="noopener">ONU Brasil</a></em></p>
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		<title>Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas e lideranças discutem, em Genebra, o futuro da saúde global na Agenda 2030</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/11/secretaria-geral-adjunta-das-nacoes-unidas-e-liderancas-discutem-em-genebra-o-futuro-da-saude-global-na-agenda-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 19:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que precisamos fazer de diferente para alcançar os objetivos ousados relacionados à saúde na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável? Esta foi a principal questão de uma troca de opiniões entre a Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas, Amina Mohammed, e os líderes globais de saúde sobre o cumprimento da visão da saúde na, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/11/secretaria-geral-adjunta-das-nacoes-unidas-e-liderancas-discutem-em-genebra-o-futuro-da-saude-global-na-agenda-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O que precisamos fazer de diferente para alcançar os objetivos ousados relacionados à saúde na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável? Esta foi a principal questão de uma troca de opiniões entre a Secretária-Geral Adjunta das Nações Unidas, Amina Mohammed, e os líderes globais de saúde sobre o cumprimento da visão da saúde na Agenda 2030.<span id="more-7776"></span></p>
<p>O evento foi sediado por Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da Organização Mundial de Saúde, e Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, e foi presidido por Valentin Zellweger, Representante Permanente da Suíça nas Nações Unidas e outras organizações internacionais em Genebra. Ao engajar embaixadores, organizações internacionais, sociedade civil e partes interessadas do setor privado em Genebra, a reunião buscou identificar lacunas na agenda global de saúde e gerar soluções concretas e compartilhadas para acelerar o impacto a nível nacional.</p>
<p>Nas suas observações, Amina Mohammed destacou a saúde como central para o desenvolvimento sustentável e desafiou os participantes a identificar como a saúde pode ser uma guia e uma força integradora para ação em toda a Agenda 2030. Ela enfatizou a necessidade de dados mais robustos para entender melhor as atuais tendências de saúde e trazer programas à escala.</p>
<p>Mohammed pediu ainda um mapeamento dos determinantes da saúde para demonstrar aos líderes políticos a necessidade urgente de uma ação multisectorial mais forte. Ela encorajou os participantes a considerar como a saúde pode ser como uma vitrine das ações coletivas e resultados no contexto da reforma das Nações Unidas.</p>
<p>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) expandiram amplamente a agenda de saúde, trazendo à tona uma série de questões que representam um fardo significativo de morbidade e mortalidade, mas ainda não foram adotadas como prioridades globais de saúde. Os participantes chamaram a atenção para uma série de metas ODS que continuam recebendo comprometimento e investimento político inadequados, tais como saúde mental, doenças não transmissíveis, resistência antimicrobiana, poluição do ar, violência contra as mulheres e a saúde dos migrantes.</p>
<p>Durante o evento, os participantes forneceram uma série de propostas para alavancar a capacidade única das instituições em Genebra, incluindo a incubação de parcerias de paz, saúde e comércio, construindo conhecimentos em direitos humanos para abordar os determinantes sociais da saúde, incentivando o engajamento de ministros além da saúde em discussões de saúde global e influenciando a arquitetura de financiamento global para apoiar soluções e respostas baseadas na comunidade.</p>
<p>Os participantes enfatizaram o potencial da saúde global ser precursora da reforma das Nações Unidas e trazer novas formas de trabalho em toda a agenda para impacto em escala nacional.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>&#8220;O Secretário-Geral e eu colocamos grande ênfase na prevenção. Investir na prevenção para manter as pessoas saudáveis ​​trará o maior dividendo. Fazer isso significa abordar os determinantes sociais com uma miríade de partes interessadas na política, educação, comércio, sociedade civil, comunidade de investidores e além&#8221;.</p>
<p>AMINA MOHAMMED, SECRETÁRIA-GERAL ADJUNTA DAS NAÇÕES UNIDAS</p>
<p>&#8220;Genebra não é apenas a capital da saúde global, mas com sua quantidade crítica de conhecimentos técnicos, a cidade também materializa o espírito de ação coletiva, onde as partes interessadas, incluindo agências internacionais, Estados-Membros, sociedade civil, academia e setor privado, podem forjar parcerias inovadoras para entregar resultados para pessoas&#8221;.</p>
<p>VALENTIN ZELLWEGER, REPRESENTANTE PERMANENTE DA SUÍÇA NAS NAÇÕES UNIDAS E OUTRAS ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS EM GENEBRA</p>
<p>&#8220;Alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável é sobre velocidade, escala e qualidade. Estamos nos movendo rápido o suficiente? Os nossos esforços e investimentos são ambiciosos o suficiente? E estamos oferecendo serviços de saúde de qualidade para todos? Mas, acima de tudo, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável é um documento político. A cobertura de saúde universal é uma escolha política. Como agências técnicas, devemos fortalecer nossa capacidade de desempenhar papéis políticos&#8221;.</p>
<p>TEDROS ADHANOM GHEBREYESUS, DIRETOR-GERAL DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE</p>
<p>&#8220;A saúde pode ser um ponto de entrada importante para a implementação da reforma das Nações Unidas, simplificando e otimizando a arquitetura da saúde através de uma plataforma nacional inclusiva, um plano de implementação e um centro de dados para planejamento, monitoramento e prestação de contas. Isso ajudará o sistema das Nações Unidas a ser mais focado, mais alinhado e mais eficaz em seu apoio aos países&#8221;.</p>
<p>MICHEL SIDIBÉ, DIRETOR EXECUTIVO DO UNAIDS</p>
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		<title>Falando abertamente sobre sexo e HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 19:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezoito anos atrás, aos 19 anos, Florence Anam engravidou. Quando adolescente, ela se encantou por um homem mais velho que lhe dava bastante atenção. Uma boa aluna na escola e prestes a começar a universidade, seus pais lhe disseram que ficaram desapontados com ela, mas nunca voltaram a falar sobre o assunto. &#8220;Quando eu, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/falando-abertamente-sobre-sexo-e-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezoito anos atrás, aos 19 anos, Florence Anam engravidou. Quando adolescente, ela se encantou por um homem mais velho que lhe dava bastante atenção. Uma boa aluna na escola e prestes a começar a universidade, seus pais lhe disseram que ficaram desapontados com ela, mas nunca voltaram a falar sobre o assunto.<span id="more-7266"></span></p>
<p>&#8220;Quando eu estava grávida, nunca houve perguntas sobre como eu acabei nessa situação ou quem era o responsável&#8221;, disse Florence. &#8220;O sexo era um tema tabu e não uma discussão que os pais tinham com seus filhos.&#8221;</p>
<p>Florence não conhecia seu estado sorológico para o HIV até 2006. Durante uma campanha nacional de prevenção do HIV no Quênia, ela e outros quatro amigos foram testados. Quando os testes de HIV confirmaram que ela estava vivendo com o vírus, Florence ficou sem chão.</p>
<p>O choque de realidade veio quando, um ano depois, Florence foi demitida de seu emprego por ser HIV-positivo. &#8220;Naquela época, não havia redes de HIV para jovens, nem havia tanta informação disponível, então entrei em contato com uma mulher que tinha sido exibida em um jornal e a abordei perguntando: ‘por que não tenho permissão para ser produtiva se ainda não estou doente?’, explicou Florence.</p>
<p>Essa mulher, Asunta Wagura, era a Diretora da Rede Queniana de Mulheres com AIDS. Asunta pediu a Florence para visitar e conhecer a organização, na qual ela começou a trabalhar como voluntária. Ela descreve a experiência como um choque de realidade. Ela ouviu histórias de outras mulheres, de quantas delas viviam na pobreza e lidavam com violência. &#8220;Era como mergulhar nesse mundo que, como uma criança protegida, eu nunca soube que existia; de repente, meus problemas se tornaram triviais e eu sabia que eu precisava contar para outras pessoas o que eu estava vendo todos os dias.&#8221;</p>
<p>Florence começou então a falar mais sobre o HIV, atraindo muita atenção para si e para seu estado sorológico. &#8220;Eu cansei de ter pessoas me dizendo quais eram suas opiniões sobre minha vida, eu senti falta da garota que eu era e eu precisava desesperadamente sair desse buraco&#8221;, conta.</p>
<p>Parte do trabalho de advocacy e comunicação de Florence com a Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV/AIDS envolve encontros mensais de mentoria com meninas e mulheres jovens que vivem com HIV. &#8220;Eu quero aumentar a conscientização delas em relação à vida que terão 20 anos adiante&#8221;, diz.</p>
<p>Florence considera que sua vida está completa. Seu filho, de 17 anos, e sua filha, adotada há 11 anos, censuram-na de forma carinhosa quando ela fala sobre sexo e outros assuntos &#8220;estranhos&#8221; na mesa de jantar.</p>
<p>&#8220;Eu sou a mãe estranha falando sobre sexo e comportamento sexual responsável nos lugares mais insanos&#8221;, comenta Florence. &#8220;Eu continuo repetindo para eles que as decisões que você toma agora, por mais imaturas que sejam, terão um impacto a longo prazo.&#8221;</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1855" height="345" class="alignnone size-full wp-image-7267" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5.png" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5.png 1855w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-300x56.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-768x143.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-1024x190.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-1800x335.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-720x134.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1855px) 100vw, 1855px" /></a></p>
<p><strong>ODS 5: Alcançar igualdade de gênero e empoderar mulheres e meninas</strong></p>
<p>A desigualdade de gênero, a discriminação e as práticas prejudiciais criam uma cultura que impacta negativamente mulheres, meninas, homens e meninos. Meninas e mulheres são desproporcionalmente vulneráveis e impactadas pela infecção do HIV. Frequentemente, elas não têm a capacidade de controlar ou determinar suas próprias escolhas de vida, como ir à escola, com quem se casam ou fazem sexo, o número de filhos que têm, os serviços de saúde que elas acessam, suas opções de emprego ou sua capacidade de expressar uma opinião e ser respeitada.</p>
<p>Os programas projetados para educar e informar meninas e mulheres sobre os riscos do HIV e fornecer alguns meios para que elas se protejam são elementos essenciais para a resposta à AIDS. No entanto, ainda que necessários, eles são insuficientes. O acesso a uma educação abrangente sobre sexualidade e serviços de saúde sexual e reprodutiva só poderá será parcialmente bem-sucedido na proteção de meninas e mulheres jovens contra o HIV se seus potenciais parceiros do sexo masculino continuarem inconscientes ou não quiserem mudar seu comportamento. Aumentar a conscientização masculina dos riscos do HIV, proporcionar aos homens e aos meninos os meios de prevenção e capacitá-los para que mudem o seu próprio comportamento e vejam os benefícios de um relacionamento equilibrado e respeitoso, são essenciais para diminuir o número de novas infecções por HIV e aumentar a igualdade de gênero.</p>
<p>Como muitas mulheres jovens, Florence cresceu sem educação sexual abrangente ou acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva. Ela fez disso o trabalho de sua vida: expandir os serviços de HIV e de saúde amigáveis aos jovens e orientar mulheres jovens que vivem com o HIV, dando-lhes esperança para o futuro. A história de Florence resume o quão é importante é o progresso no ODS 5— alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as meninas e mulheres— na capacitação de mulheres e homens jovens para que tomem decisões informadas sobre como se proteger da infecção pelo HIV.</p>
<p>A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável amplia em grande escala o que a resposta à AIDS tem feito há 30 anos—uma abordagem multissetorial baseada em direitos e centrada nas pessoas que aborda os determinantes da saúde e do bem-estar. Esta é mais uma história de uma série que o UNAIDS produziu destacando os vínculos entre o HIV e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A série busca mostrar uma imagem de como o HIV está interconectado com os ODS e quão interdependentes os ODS são uns dos outros. Mais importante ainda, as histórias nos mostram o progresso alcançado com a resposta à AIDS e o caminho que ainda nos falta percorrer com os ODS.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/2017/07/acesso-universal-medicamentos-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i>Conheça a história do brasileiro Welber</i>—<i>traduzida para o português</i>—</a><i>e como o acesso universal aos serviços de HIV mudou a vida dela e de sua namorada. As demais histórias bem como o relatório estão disponíveis apenas <a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/SDGsandHIV_en.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">em inglês</a>.</i></p>
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