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	<title>Índice - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Índice - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>23,8% das pessoas que vivem com HIV em Porto Alegre reduziram contato social com amigos e família em razão de sua sorologia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/12/238-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre-reduziram-contato-social-com-amigos-e-familia-em-razao-de-sua-sorologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 23:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O webinário que apresentou a análise em profundidade do Índice de Estima em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e AIDS da cidade de Porto Alegre, realizado na última sexta-feira, dia 11, destacou que o diagnóstico positivo influencia a maneira que as pessoas se veem e se relacionam com parentes e amigos. De acordo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/238-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-porto-alegre-reduziram-contato-social-com-amigos-e-familia-em-razao-de-sua-sorologia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O webinário que apresentou a análise em profundidade do Índice de Estima em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e AIDS da cidade de Porto Alegre, realizado na última sexta-feira, dia 11, destacou que o diagnóstico positivo influencia a maneira que as pessoas se veem e se relacionam com parentes e amigos. De acordo com a pesquisa, 23,8% das pessoas entrevistadas afirmaram se isolarem de amigos e família em função do diagnóstico; 32,7% decidiram não fazer sexo e 26,4% decidiram não se candidatarem para uma vaga de emprego.</p>



<span id="more-16752"></span>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="602" height="375" src="https://lh6.googleusercontent.com/D2C_rGrbjTanxEBUd0YvpPZdJF1s1BeeRT1Cf2j13FNYK0eY6Qu5yWeBiqE61Cvq2EApAFSS1NkVGj5cbP-JmRYgv430Xb7Oy75SQDFmSx737WBL6GShYRJIayEt7nthTJor4EXW"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início de novembro, o UNAIDS, a Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero e a  PUC-RS realizaram uma série de webinários para apresentação das análises em profundidade de cinco cidades (Manaus/AM, São Paulo/SP, Recife/PE, Salvador/BA e Porto Alegre/RS); e quatro populações-chave: mulheres cis, população trans, população negra, homens gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens. Os webinários foram direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. O último webinário apresentado foi o de Porto Alegre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na cidade, 29% das pessoas que vivem com HIV perderam a fonte de renda ou emprego, ou foram rejeitadas em uma oferta de emprego em função de sua sorologia. O Brasil possui <a href="https://unaids.org.br/legislacao-e-hiv/">legislação específica</a> que garante o direito ao sigilo da sorologia para o HIV. Ainda em relação à situação trabalhista, 14% afirmaram que a natureza de seu trabalho já mudou, ou uma promoção já lhe foi negada porque a pessoa é soropositiva(o) para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos entrando na quarta década e não considero que tenhamos avançado em relação ao estigma e ao preconceito em relação às pessoas vivendo com HIV e Aids. Diante das pesquisas científicas e de tudo o que já se avançou em relação à prevenção e ao tratamento, é injustificável que exista ainda um estigma tão forte em relação ao HIV e à Aids, que faz com que as pessoas reduzam sua vida social e reduzam sua existência por medo de serem discriminadas e excluídas&#8221;, considera Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos serviços de saúde, 23,6% das pessoas entrevistadas afirmaram que o despreparo para lidar com sua sorologia foi o que as afastou ou as fez evitarem receber cuidados e/ou tratamento relativo ao HIV. Cerca de 11% também disseram ter medo que profissionais de saúde as tratassem mal ou revelassem a sorologia sem consentimento.</p>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><img decoding="async" width="602" height="384" src="https://lh4.googleusercontent.com/GpTihw0bJS2HzuRH7VBSsL9tbB63X3d7ua86Lfui8vhiN4o-829iigHYs5JU0IYaPpLJGJoaP97xk9A0FmlfBrJYR7mxk-u15jGZe39B1Xr054FZKKbPd3chOcVkwjNXKBDqhQkm"></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gostaria de fazer um apelo especial para que as pessoas presentes nesse seminário: usem a ferramenta do Índice de Estigma relacionado às pessoas que vivem com HIV para que as políticas públicas mais efetivas contribuam para que os serviços de saúde fiquem livres de estigma. Desejo que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas, seus direitos assegurados e suas demandas atendidas&#8221;, destacou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS publicado pelo Ministério da Saúde em 2020, o Rio Grande do Sul é o estado que apresenta a maior taxa de detecção de AIDS do Brasil: 28,3 para 100 mil habitantes. A capital, Porto Alegre apresenta uma taxa ainda maior: 58,5 a cada 100 mil habitantes. Este valor é mais que o dobro do estado e 3,3 vezes maior que a taxa média do Brasil, que é de 17,8%</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente sabe que apesar dos avanços biomédicos e novas tecnologias, ainda enfrentar estigma é muito difícil. Pouco mudou nesse campo se comparado ao início da epidemia. No caso das mulheres que vivem com HIV, elas são afetadas de uma forma diferente. Por isso, este recorte de gênero, raça e local da pesquisa é fundamental para delinear as nossas ações&#8221;, analisou Silvia Aloia, do Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (MNCP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a rel="noreferrer noopener" href="https://mncp.org.br/" target="_blank"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a rel="noreferrer noopener" href="https://gestos.org.br/" target="_blank"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.pucrs.br/" target="_blank"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.br.undp.org/" target="_blank"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Porto Alegre encontram-se <strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_-Porto-Alegre_4aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link.</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações <a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sobre os seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>
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		<title>Estigma: 27,2% das pessoas com HIV e Aids em Salvador perderam a fonte de renda ou foram demitidas em função de sua sorologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 13:34:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A análise em profundidade da cidade de Salvador, Bahia do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids apontou como o preconceito e a discriminação afetam diretamente a vida das pessoas. Na capital baiana, nada menos que 27,2% das pessoas vivendo com HIV e Aids entrevistadas declararam terem perdido a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/estigma-272-das-pessoas-com-hiv-e-aids-em-salvador-perderam-a-fonte-de-renda-ou-foram-demitidas-em-funcao-de-sua-sorologia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A análise em profundidade da cidade de Salvador, Bahia do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids apontou como o preconceito e a discriminação afetam diretamente a vida das pessoas. Na capital baiana, nada menos que 27,2% das pessoas vivendo com HIV e Aids entrevistadas declararam terem perdido a fonte de renda ou o emprego por ser soropositivo para o HIV nos últimos 12 meses. Outras 20,8% das pessoas entrevistadas revelaram já terem sofrido assédios verbais e agressões físicas (6,8%) por viverem com HIV e Aids.</p>



<span id="more-16721"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e o preconceito se revelam também no ambiente e no convívio social. As pessoas entrevistadas relataram que a forma de discriminação mais experienciada foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (53,0%). Essa forma de discriminação também aconteceu entre membros da família (50,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revelação da sorologia sem o consentimento das pessoas – um crime previsto em lei – também foi elatada pelas pessoas entrevistadas. Entre os principais responsáveis pelas principais ocorrências desta violação estiveram os vizinhos (29,6%), colegas de escola (11,1%) e amigas(os) (10,9%), apontando como o bairro e o ambiente escolar podem ser constrangedores para pessoas soropositivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Salvador, 82,9% das entrevistas apontaram dificuldades das pessoas em revelarem que vivem com HIV e Aids. A atitude predominante entre os/as entrevistados/as foi esconder a condição (75,5%). O estigma e o preconceito fazem muitas das pessoas vivendo com HIV e Aids em Salvador sentirem vergonha (41%) e culpa (40,8%) por serem soropositivas. E também prejudicou o início do atendimento de saúde dessas pessoas, já que 54,4% relataram terem adiado o início do tratamento por terem medo que pessoas que não fossem familiares soubessem do diagnóstico; enquanto 43,7% disseram que não estavam preparadas para o fato de serem soropositivas para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preconceito também se reflete em relação às pessoas responsáveis pelo atendimento nos serviços saúde. As pessoas entrevistadas pelo Índice de Estigma em Salvador-BA relataram que profissionais de saúde evitaram contato físico ou tomaram precauções por causa da sorologia positiva para o HIV (9,6%); fizeram comentários negativos ou fofocas sobre a pessoa (8,4%); e revelaram para outras pessoas sem o consentimento a sorologia positiva para o HIV (9,6%). Essas experiências podem estar entre os fatores que fazem as pessoas vivendo com HIV e Aids entrevistadas em Salvador-BA acreditarem que seus prontuários médicos não são confidenciais. Nada menos que 42,6% dos entrevistados/as disseram não saber se os prontuários são confidenciais, enquanto 19% acreditam que os prontuários não são mantidos em sigilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos entrando na quarta década e não considero que tenhamos avançado em relação ao estigma e ao preconceito em relação às pessoas vivendo com HIV e Aids. Diante das pesquisas científicas e de tudo o que já se avançou em relação à prevenção e ao tratamento, é injustificável que exista ainda um estigma tão forte em relação ao HIV e à Aids, que faz com que as pessoas reduzam sua vida social e reduzam sua existência por medo de serem discriminadas e excluídas&#8221;, considera Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As violações de direitos seguem também para a questão da saúde sexual e reprodutiva das pessoas vivendo com HIV e Aids. Entre as entrevistas apareceram “recomendações” do atendimento de saúde para que as pessoas não engravidassem ou se tornassem pai/mãe (3,2%); além da pressão para serem esterilizados/as (1,6%); e condicionamento do tratamento para HIV/Aids à necessidade de adotar métodos contraceptivos (2,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caminhamos para a quarta década de epidemia de HIV e Aids e infelizmente ainda vemos dados como estes. Ainda hoje profissionais de saúde orientam a interrupção da gravidez e incentivam a esterilização das pessoas vivendo com HIV e Aids – uma violência à saúde sexual e reprodutiva das mulheres”, analisou Gladys Almeida, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids da Bahia (GAPA-BA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Salvador encontram-se <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_-Salvador_4aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>neste link.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações <a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>sobre os seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids.</strong></a></p>
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		<title>No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/12/recife/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 19:59:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentada neste dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade do Recife/PE mostrou como ainda é difícil para as pessoas vivendo com HIV e Aids externarem sua condição na sociedade e como, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apresentada neste dia 1º de Dezembro, Dia Mundial de Luta contra a Aids, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade do Recife/PE mostrou como ainda é difícil para as pessoas vivendo com HIV e Aids externarem sua condição na sociedade e como o preconceito e o estigma ainda afetam diretamente a possibilidade de uma vida plena de direitos para estas pessoas. Para 87% das pessoas entrevistadas no Recife é difícil contar para a família que vive com HIV e Aids.</p>



<span id="more-16643"></span>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="767" height="541" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw.jpg" alt="" class="wp-image-16654" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw.jpg 767w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw-300x212.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/graphrecifeqw-720x508.jpg 720w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas vivendo com HIV e Aids no Recife entrevistadas, a forma mais experienciada foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (44,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo entre membros da família essa forma de discriminação foi bastante relatada (42,9%), não ficando restrita a fofocas ou comentários discriminatórios, pois também foram relatados assédios verbais (19,3%), agressões físicas (4,3%) e até mesmo perda de fonte de renda ou emprego por ser soropositivo para o HIV (8,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A discriminação provoca uma atitude de isolamento das pessoas soropositivas para o HIV. Isolamento da família ou dos amigos e não fazer sexo por ser soropositivo para o HIV são relatados por pouco menos de 30% dos participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas no Recife também relataram violações de direitos e agressões por viverem com HIV/Aids. Das pessoas entrevistadas que sofreram violações de direitos, 28% não sabiam a quem recorrer para fazer uma denúncia e 20% se sentiram intimidados/as e assustados/as para denunciar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado que chamou atenção nos resultados do Índice de Estigma e Discriminação em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Recife foi que 34,3% evitaram iniciar o tratamento, após se saberem soropositivos para o HIV, por não se sentirem preparados para lidar com o fato de ser soropositivo; e 28% se preocuparam de que ao iniciar o tratamento, familiares e pessoas conhecidas descobrissem a sorologia para o HIV. Outros 24,7% tiveram medo de que profissionais de saúde e médicos revelassem para conhecidos que ela vivia com HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados indicam que existe uma insegurança sobre a confidencialidade dos prontuários médicos e sobre o sigilo da sorologia. Somadas as proporções de participantes que indicaram não saber se seus prontuários são confidenciais (45,6%) com a proporção de participantes para quem está claro que seu prontuário não está sendo mantido em sigilo (5,2%), chega-se à proporção de 50,8% dos participantes que não sabem ou não têm certeza que seus prontuários estão sendo violados. Evidencia-se assim uma falha na explicitação e manutenção da confidencialidade dos prontuários das pessoas soropositivas que deve ser alvo de intervenções nos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, os seminários são importantes por levarem as informações sobre estigma e preconceito para as cidades onde a pesquisa foi realizada. “Os seminários possibilitam um diálogo sobre os dados do Índice de Estigma e podem dar visibilidade a essas informações com um recorte local. O mais importante é que estão sendo pensadas formas para enfrentar o estigma e o preconceito em cada contexto e em cada território onde a pesquisa foi realizada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Recife encontram-se&nbsp;<strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Stigma-Index-2019_Recife_3aprova.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações sobre os <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><strong><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></strong></span></span></strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgação dos resultados regionais continua neste mês de dezembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos dados regionais do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></span></strong> está sendo feita através de seminários online para as sete capitais brasileiras onde a pesquisa foi realizada. O levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, é um espelho do que acontece na vida das pessoas vivendo com HIV e Aids mesmo depois de 40 anos do início da epidemia e mostra como essa população ainda é discriminada e sofre com o preconceito e a desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seminários são direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. A série de eventos começou em Manaus, em 03 de novembro, em São Paulo, no dia 06 de novembro, e aconteceu neste 1º de Dezembro com foco no Recife-PE. Os próximos seminários serão: Rio de Janeiro-RJ (04/12), Brasília (07/12), Salvador-BA (08/12); Porto Alegre-RS (11/12).<br><br>Os eventos acontecerão sempre das 14h às 17h (horário local), através da Plataforma Zoom. Para participar é preciso fazer a inscrição através do <a rel="noreferrer noopener" href="https://forms.gle/VmkQ2oawYg1XKRGPA" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">link</span></strong></a>. São 50 vagas por seminário.</p>
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	            data-title="No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/12/recife/">No Recife, 34,3% das pessoas que vivem com HIV e Aids evitaram iniciar tratamento por não se sentirem preparadas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em São Paulo, 80,7% das pessoas que vivem com HIV entrevistadas para o Índice de Estigma relatam dificuldade para contar às pessoas sobre seu diagnóstico</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/11/em-sao-paulo-807-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-entrevistadas-para-o-indice-de-estigma-relatam-dificuldade-para-contar-as-pessoas-sobre-seu-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2020 12:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentado na tarde do dia 06 de novembro, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade de São Paulo/SP trouxe dados alarmantes em relação à forma que essa população se sente e é tratada nos sistemas de saúde. Entre os dados divulgados pela, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/11/em-sao-paulo-807-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-entrevistadas-para-o-indice-de-estigma-relatam-dificuldade-para-contar-as-pessoas-sobre-seu-diagnostico/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Apresentado na tarde do dia 06 de novembro, a análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade de São Paulo/SP trouxe dados alarmantes em relação à forma que essa população se sente e é tratada nos sistemas de saúde. Entre os dados divulgados pela pesquisa, se destacam o alto percentual de pessoas que vivem com HIV que confirmaram ter recebido diagnóstico de problemas de saúde mental (58,4%) e dificuldade em contar às pessoas sobre seu diagnóstico (80,7%).</p>



<span id="more-16419"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de discriminação mais experienciada pelos participantes da pesquisa em São Paulo foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (43,2%). Mesmo entre membros da família, essa forma de discriminação foi bastante relatada (41,6%), não ficando restrita a fofocas ou comentários discriminatórios, pois também foram relatados assédios verbais (27,4%), agressões físicas (7,7%) e até mesmo perda de fonte de renda ou emprego por ser soropositivo para o HIV (16,6%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma em relação ao HIV e AIDS pode levar as pessoas que vivem com o vírus à redução do contato social. O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids perguntou às pessoas entrevistadas se elas já tinham tomado alguma atitude de isolamento nos últimos 12 meses em virtude de serem soropositivas para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img loading="lazy" decoding="async" width="633" height="392" src="https://lh4.googleusercontent.com/wTUS34n-mO63MJtApi0gTMw-yQ6b7sX69wWuoQ-8Z7RER15Xlysm8YpOCt60EMLuWH-L7TSiB7x-OOhHCJY4O0B2z5EBlJ2ZvTOWh4v9-duZ_JQ95G9a33hAO-_2cAc3SostNLXB"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Interações com o serviço de saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os serviços de saúde são essenciais para que as pessoas que vivem com HIV e Aids tenham acesso a seus medicamentos e possam buscar supressão da carga viral e qualidade de vida. Para que esse serviço de saúde atenda a pessoa que vive com HIV ou vive com AIDS é necessário que o sistema esteja preparado para receber essa pessoa desde o momento de prevenção e diagnóstico até o momento de tratamento, acolhendo a população e principalmente fornecendo um serviço que seja <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/zero-discriminacao-nos-servicos-de-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Zero Discriminação.</a></strong></span> Os dados, porém, trazem números preocupantes em relação à preparação do sistema de saúde para apoiar as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><img loading="lazy" decoding="async" width="643" height="419" src="https://lh6.googleusercontent.com/6ofYl4tJrGPDVKJYDyFZniJWSb-EvpESLo8296muRim85grTRPiFV8f1BZPuNmVArhVtZJ0aMz2Bpn8-J3DW_TiX2DI0vGXRq_cpY55SzbTOQbEFNjAbtp4tJ6ryNlBRz4oyUaoq"></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dado que merece uma atenção especial é o percentual de pessoas entrevistadas que relataram o diagnóstico de outros problemas de saúde. 58,4% relataram problemas de saúde mental, além de infecções sexualmente transmissíveis (21,6%), Hepatite (6,2%) e Tuberculose (5,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que esses dados podem aclarar ainda mais o caminho de luta pelos direitos das pessoas vivendo com HIV contra todo o tipo de discriminação e estigma. Que as pessoas que vivem com HIV e AIDS tenham suas vozes ouvidas&#8221;, afirmou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É mais um acesso de total protagonismo, onde conseguimos chegar até a ponta e ter informações que a população necessita. Esses dados vêm para fortalecer&#8221;, destacou Fernanda Falcão, da Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans Vivendo e convivendo com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, os seminários são importantes por levarem as informações sobre estigma e preconceito para as cidades onde a pesquisa foi realizada. “Os seminários possibilitam um diálogo sobre os dados do Índice de Estigma e podem dar visibilidade a essas informações com um recorte local. O mais importante é que estão sendo pensadas formas para enfrentar o estigma e o preconceito em cada contexto e em cada território onde a pesquisa foi realizada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de São Paulo encontram-se <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Stigma-Index-2019_Sao-Paulo_2aprova_FINAL.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link</a></span></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira outras informações sobre os <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><strong><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></strong></span></span></strong>.</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgação dos resultados regionais acontecerá até dezembro em seminários online</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos dados regionais do <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a></span></strong> está sendo feita através de seminários online para as sete capitais brasileiras onde a pesquisa foi realizada. O levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, é um espelho do que acontece na vida das pessoas vivendo com HIV e Aids mesmo depois de 40 anos do início da epidemia e mostra como essa população ainda é discriminada e sofre com o preconceito e a desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seminários são direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. A série de eventos começou em Manaus, em 03 de novembro, em São Paulo, , no dia 06 de novembro, e segue até dezembro nas demais cinco capitais onde a pesquisa foi realizada: Recife-PE (01/12), Rio de Janeiro-RJ (04/12), Brasília (07/12), Salvador-BA (08/12); Porto Alegre-RS (11/12).<br>Os eventos acontecerão sempre das 14h às 17h (horário local), através da Plataforma Zoom. Para participar é preciso fazer a inscrição através do <a href="https://forms.gle/VmkQ2oawYg1XKRGPA" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">link</span></strong></a>. São 50 vagas por seminário.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/11/em-sao-paulo-807-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-entrevistadas-para-o-indice-de-estigma-relatam-dificuldade-para-contar-as-pessoas-sobre-seu-diagnostico/">Em São Paulo, 80,7% das pessoas que vivem com HIV entrevistadas para o Índice de Estigma relatam dificuldade para contar às pessoas sobre seu diagnóstico</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mais de 50% das pessoas que vivem com HIV em Manaus informam que sofreram preconceito por seu estado sorológico</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/11/mais-de-50-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-manaus-informam-que-sofreram-preconceito-por-seu-estado-sorologico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2020 20:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A divulgação da análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade de Manaus/AM na última semana mostrou como o preconceito ainda é um grande empecilho para as pessoas vivendo com HIV e Aids, impedindo que tenham uma vida plena de direitos. Entre os dados, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/11/mais-de-50-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-manaus-informam-que-sofreram-preconceito-por-seu-estado-sorologico/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/11/mais-de-50-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-manaus-informam-que-sofreram-preconceito-por-seu-estado-sorologico/">Mais de 50% das pessoas que vivem com HIV em Manaus informam que sofreram preconceito por seu estado sorológico</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A divulgação da análise em profundidade do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids da cidade de Manaus/AM na última semana mostrou como o preconceito ainda é um grande empecilho para as pessoas vivendo com HIV e Aids, impedindo que tenham uma vida plena de direitos. Entre os dados divulgados pela pesquisa, os que mais chamam a atenção mostram a falta de privacidade e respeito ao sigilo da sorologia das pessoas – provocando situações de constrangimento e insegurança.</p>



<span id="more-16402"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A forma de discriminação mais experienciada pelos participantes da pesquisa em Manaus foi saber de outras pessoas que não são membros da família fazendo comentários discriminatórios ou fofocando porque se é soropositiva(o) para o HIV (55,1%). Mesmo entre membros da família, essa forma de discriminação foi bastante relatada (42,5%), não ficando restrita a fofocas ou comentários discriminatórios, pois também foram relatados assédios verbais (23,9%), agressões físicas (5,6%) e até mesmo perda de fonte de renda ou emprego por ser soropositivo para o HIV (22,6%).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="680" height="587" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/image.png" alt="" class="wp-image-16408" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/image.png 680w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/image-300x259.png 300w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma em relação ao HIV e AIDS pode levar as pessoas que vivem com o vírus à redução do contato social. O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids perguntou aos entrevistados se eles já tinham tomado alguma atitude de isolamento nos últimos 12 meses em virtude de serem soropositivos para o HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As respostas apontam para um isolamento não apenas de eventos sociais. Nada menos que 35% dos participantes da pesquisa na cidade de Manaus relataram que se isolaram da própria família ou amigos e optaram por não fazer sexo por serem soropositivos. Das pessoas entrevistadas, 20,9% decidiram não participar de eventos sociais; 22,1% disseram que pararam de se candidatar a vagas de emprego; 20,7% deixaram de procurar apoio social; e 18% decidiram não procurar atendimento de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta última resposta é ainda mais alarmante, quando se analisa o percentual de pessoas vivendo com HIV e AIDS entrevistadas que evitam, demoram, ou são até mesmo impedidas de receberem cuidados ou tratamentos relativos ao HIV e à Aids. 59,1% relataram que não estavam preparados para lidar com o fato de serem positivos para o HIV e 41,4% tinham medo que os profissionais de saúde tratassem mal ou revelassem a sorologia sem o consentimento das pessoas. A interrupção no tratamento dificulta a supressão da carga viral, que tornaria o <strong><span style="text-decoration: underline;">HIV intransmissível</span></strong> e garantiria segurança na vida da pessoa que vive com HIV, bem como em seus parceiros sexuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma permeia também o atendimento de saúde para as pessoas que vivem com HIV e Aids. Dos participantes da pesquisa em Manaus, 10,9% tiveram atendimento de saúde recusado por profissionais da área, após revelarem a sorologia positiva para o HIV; 5,4% relataram recusa no atendimento por parte de profissionais de odontologia, após a revelação da condição sorológica; e 7% ouviram comentários negativos ou fofocas no atendimento de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos entrevistados, 19,5% relataram terem sido forçados a fazer sexo quando não queriam e 16,2% foram forçados a divulgar a sorologia publicamente ou ela foi revelada sem consentimento. Apesar de terem seus direitos violados, o Índice de Estigma mostrou que 41,4% das pessoas vivendo com HIV e Aids em Manaus pesquisadas não sabiam onde recorrer, ou como fazer para garantir seus direitos, enquanto 20,7% declararam-se intimidados ou assustados para fazer uma denúncia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Que com esses dados possamos fazer um movimento para mudar a forma de acolher as pessoas que vivem com HIV e vivem com AIDS e que a gente possa, juntos, buscar caminhos para combater de uma forma mais efetiva todo o estigma e a discriminação que vem se perpetuando nesses 40 anos de AIDS no Brasil”, Vanessa Campos da Rede Nacional de pessoas vivendo com HIV e vivendo com AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este projeto, que começou em 2018, é mais uma prova que nosso esforço conjunto e que a parceria com a sociedade civil trouxe esse resultado que esperamos que guie políticas públicas, projetos e leis que visam eliminar qualquer forma de discriminação”, destacou Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jô Meneses, coordenadora de Programas Institucionais da Gestos &#8211; Soropositividade, Comunicação e Gênero, os seminários são importantes por levarem as informações sobre estigma e preconceito para as cidades onde a pesquisa foi realizada. “Os seminários possibilitam um diálogo sobre os dados do Índice de Estigma e podem dar visibilidade a essas informações com um recorte local. O mais importante é que estão sendo pensadas formas para enfrentar o estigma e o preconceito em cada contexto e em cada território onde a pesquisa foi realizada.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids no Brasil é promovida pelas Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS (<a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNP+</strong></a>); Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas (<a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>MNCP</strong></a>); Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV e AIDS (<a href="https://www.instagram.com/rnajvhabrasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNAJVHA</strong></a>); Rede Nacional de Mulheres Travestis e Transexuais e Homens Trans vivendo e convivendo com HIV/AIDS (<a href="https://www.facebook.com/RNTTHP/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>RNTTHP</strong></a>). A pesquisa foi apoiada pelo Programa das Nações Unidas para o HIV e a Aids (UNAIDS), pela <a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gestos</strong></a> — Soropositividade, Comunicação e Gênero, e pela PUC do Rio Grande do Sul (<a href="https://www.pucrs.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PUC-RS</strong></a>), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a href="https://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PNUD</strong></a>). Foi realizada em sete capitais: Manaus-AM; São Paulo-SP; Recife-PE; Rio de Janeiro-RJ; Brasília-DF; Salvador-BA; e Porto Alegre-RS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos da análise em profundidade de Manaus encontram-se <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Stigma-Index-2019_-Manaus_3aprova_FINAL-1.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">neste link</span></strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira<a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></a>outras informações sobre os <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/2020/10/seminarios-detalham-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv-e-aids-em-sete-capitais-brasileiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">seminários locais do Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse o <strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-cyan-bluish-gray-color"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</a>.</span></span></strong></p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgação dos resultados regionais acontecerá até dezembro em seminários online</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação dos dados regionais do <a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20de%20Estigma%20em,com%20HIV%20e%20com%20AIDS." target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV e Aids</span></strong></a> está sendo realizada através de seminários online para as sete capitais brasileiras onde a pesquisa foi realizada. O levantamento, feito pela primeira vez no Brasil, é um espelho do que acontece na vida das pessoas vivendo com HIV e Aids mesmo depois de 40 anos do início da epidemia e mostra como essa população ainda é discriminada e sofre com o preconceito e a desinformação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seminários são direcionados para movimentos sociais e pessoas que atuam em defesa dos direitos das pessoas vivendo com HIV e Aids; para profissionais de saúde; para parlamentares e profissionais que trabalham nos Poderes Legislativo e Judiciário. A série de eventos começou em Manaus, em 03 de novembro, e segue até dezembro nas demais seis capitais onde a pesquisa foi realizada: São Paulo-SP (06/11), Recife-PE (01/12), Rio de Janeiro-RJ (04/12), Brasília (07/12), Salvador-BA (08/12); Porto Alegre-RS (11/12).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os eventos acontecerão sempre das 14h às 17h (horário local), através da Plataforma Zoom. Para participar é preciso fazer a inscrição através do <a href="https://forms.gle/VmkQ2oawYg1XKRGPA" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">link</span></strong></a>. São 50 vagas por seminário.</p>
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	            data-title="Mais de 50% das pessoas que vivem com HIV em Manaus informam que sofreram preconceito por seu estado sorológico" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/11/mais-de-50-das-pessoas-que-vivem-com-hiv-em-manaus-informam-que-sofreram-preconceito-por-seu-estado-sorologico/">Mais de 50% das pessoas que vivem com HIV em Manaus informam que sofreram preconceito por seu estado sorológico</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS e Gestos iniciam série de treinamentos sobre ‘Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 19:08:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), realizou dias 27 e 28 de novembro, em Recife (PE), o primeiro treinamento sobre o Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV.   A capacitação de pessoas vivendo com HIV, feita em parceria, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/11/unaids-inicia-serie-de-treinamentos-sobre-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), realizou dias 27 e 28 de novembro, em Recife (PE), o primeiro treinamento sobre o <b><i>Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV. </i></b>  A capacitação de pessoas vivendo com HIV, feita em parceria com a ONG Gestos Soropositividade, Comunicação e Gênero, faz parte de uma série de sete treinamentos que serão realizados dentro do Plano Conjunto sobre HIV e AIDS das Nações Unidas 2018-2019. <span id="more-10368"></span></p>
<p>Além da capital Pernambucana, também receberão sessões de treinamento, entre dezembro de 2018 e março de 2019, as cidades de Salvador, Manaus, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Cerca de 60 voluntários serão treinados para a aplicação dos questionários entre pares, prevista para abril de 2019.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Os treinamentos sobre o Índice de Estigma são voltados para a capacitação de pessoas que vivem com HIV a fim de que elas possam aplicar os questionários entre pares para levantar informações relevantes sobre estigma e discriminação no Brasil em relação a essa população específica, hoje estimada em quase 900 mil pessoas. O Índice permite não apenas entender o impacto do estigma sobre essas pessoas, mas também oferece subsídios importantes para a construção de políticas públicas voltadas para a resposta ao HIV e à AIDS.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>O objetivo do projeto é conseguir que mais de 2 mil pessoas vivendo com HIV respondam aos questionários para que o Brasil possa ter, pela primeira vez, o seu próprio Índice de Estigma. Esta metodologia global já foi aplicada em mais de 100 países e contou com a participação de mais de 100 mil pessoas desde sua criação em 2008. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>“Estamos muito animados com a implementação deste levantamento, pois precisamos destes dados para enfrentar a falta de espaço que ainda existe em nossa sociedade para falar deste tema”, disse Alessandra Nilo, Diretora da Gestos. “Acredito que vamos abrir um diálogo muito importante com diversos atores da sociedade.” <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Serão entrevistadas pessoas vivendo com HIV maiores de 18 anos, que morem na região metropolitana de uma das sete cidades onde foram realizados os treinamentos. Todas as informações são sigilosas. A análise dos dados coletados será feita em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), e a previsão de publicação é no segundo semestre de 2019. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Para a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, o Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV mostra, a partir de um processo metodológico sério, que o preconceito e a discriminação existem na vida real. “Nós precisamos de dados que afirmem a necessidade de políticas públicas para as populações-chave. Mas para além do resultado, eu acredito que o processo todo já empodera às pessoas vivendo com HIV”, destacou. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Conheça mais sobre o Índice de Estigma em Relação às Passoas Vivendo com HIV em http://www.stigmaindex.org/.</p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/11/unaids-inicia-serie-de-treinamentos-sobre-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv/">UNAIDS e Gestos iniciam série de treinamentos sobre ‘Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV’</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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