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		<title>Nova aliança global é lançada para acabar com a AIDS em crianças até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 18:55:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Globalmente, apenas 52% das crianças das crianças que vivem com HIV estão recebendo tratamento antirretroviral, o que as deixa bem atrás da população adulta, cujo acesso aos antirretrovirais está em 76%, de acordo com os dados recém-divulgados no Relatório Global do UNAIDS para AIDS 2022, disponível em inglês. Preocupados com a paralisação do progresso, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/08/nova-alianca-global-e-lancada-para-acabar-com-a-aids-em-criancas-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, apenas 52% das crianças das crianças que vivem com HIV estão recebendo tratamento antirretroviral, o que as deixa bem atrás da população adulta, cujo acesso aos antirretrovirais está em 76%, de acordo com os dados recém-divulgados no <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2022/in-danger-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório Global do UNAIDS para AIDS 2022</a></span>, disponível em inglês. </p>



<span id="more-21893"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Preocupados com a paralisação do progresso da resposta ao HIV para crianças e com o aumento da distância entre os dados de crianças e adultos, o UNAIDS, UNICEF, OMS e outras parcerias se juntaram em uma aliança global para garantir que nenhuma criança vivendo com o HIV seja privada de tratamento até o final desta década e para prevenir novas infecções infantis pelo HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/global-alliance-end-AIDS-in-children_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aliança Global para Acabar com a AIDS em Crianças até 2030</a></span>, disponível em inglês, foi anunciada na Conferência Internacional sobre AIDS que se realizou em Montreal, Canadá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das agências, fundos e programas das Nações Unidas, a Aliança inclui movimentos da sociedade civil, como a Rede Global de Pessoas Vivendo com HIV, governos nacionais dos países mais afetados e parcerias internacionais, incluindo o PEPFAR e o Fundo Global. Na primeira fase Angola, Camarões, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Quênia, Moçambique, Nigéria, África do Sul, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbábue aderiram à agenda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As consultas realizadas pela Aliança identificaram quatro pilares para a ação coletiva:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Fechar lacunas do tratamento para adolescentes grávidas, lactantes e mulheres vivendo com HIV otimizando a continuidade do tratamento;</li><li>Prevenir e detectar novas infecções pelo HIV entre meninas e mulheres adolescentes grávidas e em período de amamentação;</li><li>Testes acessíveis, tratamento otimizado e cuidados abrangentes para bebês, crianças e adolescentes expostos ao HIV e vivendo com ele;</li><li>Abordagem dos direitos, igualdade de gênero e das barreiras sociais e estruturais que impedem o acesso aos serviços.</li></ol>



<figure class="wp-block-gallery columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="618" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3.jpg" alt="" data-id="21895" data-full-url="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3.jpg" data-link="https://unaids.org.br/?attachment_id=21895" class="wp-image-21895" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH3-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Phiona (38 anos) em sua casa com seu filho mais novo. Phiona trabalha como Mãe Par no Centro de Saúde Rugaga IV em Uganda. Crédito: UNICEF/Schermbrucker</figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2.jpg"><img decoding="async" width="960" height="618" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2.jpg" alt="" data-id="21896" data-full-url="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2.jpg" data-link="https://unaids.org.br/?attachment_id=21896" class="wp-image-21896" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH2-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Margret e seu filho Ronald (9 anos) participam de um exame em Centro de Saúde de Madulu em Mubende, Uganda. Crédito: UNICEF/Schermbrucker </figcaption></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1.jpg"><img decoding="async" width="960" height="618" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1.jpg" alt="" data-id="21897" data-full-url="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1.jpg" data-link="https://unaids.org.br/?attachment_id=21897" class="wp-image-21897" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/08/2022_08_02_New-Global-Alliance_PH1-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Ensaio para o lançamento do vídeo da Aliança Global 2022: Acabar com a AIDS em crianças até 2030. Créditos: UNICEF</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na Conferência Internacional sobre AIDS, Limpho Nteko, de Lesoto, compartilhou como ela descobriu que vivia com HIV aos 21 anos de idade, quando estava grávida de sua primeira criança. Isto a levou até o programa mothers2mothers (mães para mães, em tradução literal para o português), que é liderado por mulheres. Ela percebeu que capacitar a liderança comunitária é a chave para uma resposta eficaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Devemos todos correr juntos para acabar com a AIDS em crianças até 2030&#8221;, disse a Limpho Nteko. &#8220;Para ter sucesso, precisamos de uma nova geração de pessoas jovens que seja saudável e informadas e que se sinta livre para falar sobre o HIV e para obter os serviços e o apoio de que precisam para se protegerem e proteger suas crianças do HIV. [O projeto] mother2mothers alcançou a eliminação virtual da transmissão vertical do HIV para nossas mulheres beneficiadas inscritas por oito anos consecutivos, mostrando o que é possível quando permitimos que mulheres e comunidades criem soluções sob medida para suas realidades.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aliança se estenderá pelos próximos oito anos até 2030, com o objetivo de corrigir uma das mais gritantes disparidades na resposta à AIDS. Existe uma avaliação entre quem faz parte da aliança de que o desafio é superável por meio de parcerias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A grande lacuna na cobertura do tratamento entre crianças e adultos é um ultraje&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Por meio desta aliança, canalizaremos este ultraje para a ação. Ao reunir novos medicamentos melhorados, novo compromisso político e o ativismo determinado das comunidades, podemos ser a geração que acaba com a AIDS em crianças. Podemos vencer este desafio, mas só podemos vencer juntos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Catherine Russel, diretora executiva da UNICEF, “apesar do progresso para reduzir a transmissão vertical, aumentar os testes e tratamentos e expandir o acesso à informação, as crianças em todo o mundo ainda são muito menos propensas do que os adultos a ter acesso à prevenção, cuidados e serviços de tratamento do HIV.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O lançamento da Aliança Global para Acabar com a AIDS em Crianças é um importante passo em frente &#8211; e a UNICEF está empenhada em trabalhar ao lado de todos os nossos parceiros para alcançar um futuro sem AIDS&#8221;.</p><cite>Catherine Russel, diretora executiva da UNICEF,</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma criança deve nascer com, ou crescer com, HIV. E nenhuma criança com HIV deve ficar sem tratamento&#8221;, disse o Dr. Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS. &#8220;O fato de apenas metade das crianças com HIV receberem antirretrovirais é um escândalo e uma mancha em nossa consciência coletiva. A Aliança Global para Eliminar a AIDS em Crianças é uma oportunidade para renovar nosso compromisso com as crianças e suas famílias de se unirem, falarem e agirem com propósito e em solidariedade com todas as mães, crianças e adolescentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dr. Osagie Ehanire, ministro da Saúde da Nigéria, se comprometeu a &#8220;mudar a vida das crianças deixadas para trás&#8221;, implantando os sistemas necessários para garantir que os serviços de saúde atendam às necessidades das crianças que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dr. Ehanire anunciou que a Nigéria será o país anfitrião do lançamento político da aliança na África, em uma reunião ministerial em outubro de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, vídeo em inglês do lançamento da Aliança Global 2022, em inglês.</p>



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		<title>Relatório do UNAIDS mostra que as pessoas que vivem com HIV enfrentam uma ameaça dupla em relação ao HIV e à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 08:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Relatório Global do UNAIDS 2021 “Enfrentando Desigualdades &#8211; Aprendizados dos 40 anos de AIDS para respostas a pandemias” lançado hoje, traz evidências de que as pessoas que vivem com HIV são mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que indica que as desigualdades cada vez maiores impedem essas pessoas de acessar as, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Global do UNAIDS 2021 <a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>“Enfrentando Desigualdades &#8211; Aprendizados dos 40 anos de AIDS para respostas a pandemias”</em></span></strong></a> lançado hoje, traz evidências de que as pessoas que vivem com HIV são mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que indica que as desigualdades cada vez maiores impedem essas pessoas de acessar as vacinas contra a COVID-19 e os serviços de HIV.</p>



<span id="more-17925"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos da Inglaterra e da África do Sul indicam que a chance de morrer por consequência da COVID-19 entre as pessoas que vivem com HIV é o dobro da população em geral. Na África Subsaariana, onde residem dois terços (67%) das pessoas que vivem com HIV, menos de 3% receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a COVID-19 até julho de 2021. Ao mesmo tempo, a prevenção do HIV e os serviços de tratamento não estão sendo acessados pelas populações-chave, bem como às crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra a COVID-19 podem salvar milhões de vidas no mundo, mas estão sendo mantidas fora do alcance de todas as pessoas, uma vez que os países ricos e as empresas mantêm firmemente o monopólio da produção e entrega de suprimentos por interesses comerciais. Isso está tendo um forte impacto em todo o mundo, à medida em que os sistemas de saúde dos países em desenvolvimento ficam sobrecarregados, como na Uganda, onde estádios de futebol estão sendo transformados em hospitais improvisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os países ricos da Europa estão se preparando para aproveitar o verão, pois suas populações têm fácil acesso às vacinas contra a COVID-19, ao mesmo tempo em que o Sul global está em crise”, destaca Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS. “Não aprendemos com as lições do HIV, quando milhões de pessoas tiveram acesso negado aos medicamentos que salvam vidas e morreram devido às desigualdades no acesso. Isso é totalmente inaceitável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo relatório do UNAIDS mostra como os lockdowns e outras medidas restritivas de combate à COVID-19 interromperam gravemente a testagem para HIV —em muitos países, isso levou a quedas acentuadas nos diagnósticos e encaminhamentos para serviços de cuidados e de início de tratamento de HIV. Em KwaZulu-Natal, na África do Sul, por exemplo, houve uma queda de 48% nos testes de HIV depois que o primeiro lockdown nacional foi imposto em abril de 2020. Também houve redução de novos diagnósticos de HIV e uma queda acentuada no início do tratamento, na medida em que 28 mil profissionais de saúde comunitária atuando com HIV passaram por uma transferência de trabalho de testagem de HIV para o rastreamento de sintomas de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Números globais do HIV</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do UNAIDS mostra que em 2020, 1,5 milhão de novas infecções por HIV ocorreu predominantemente entre as populações-chave, seus parceiros e suas parceiras sexuais (mulheres trans, profissionais do sexo, gays e outros homens que fazem sexo com homens e pessoas que usam drogas, e parceiros e parceiras sexuais dessas populações-chave), o que corresponde a 65% das infecções por HIV em todo o mundo no ano de 2020. No entanto, justamente essas populações-chave, seus parceiros e parceiras sexuais permanecem à margem e em grande parte fora do alcance dos serviços de HIV na maioria dos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório mostra que muitos dos 19 países que alcançaram as metas 90–90–90 até 2020 são líderes na prestação de serviços diferenciados, nos quais a existência de estrutura pública de atendimento é complementada por serviços liderados pela comunidade. A maioria desses países também incluiu as populações-chave como pontos centrais de suas respostas. Na Estônia, por exemplo, a expansão dos serviços abrangentes de redução de danos foi responsável por uma redução de 61% em todo o país em infecções por HIV no país e uma redução de 97% nas novas infecções por HIV entre pessoas que usam drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão de serviços de testagem e o tratamento do HIV aumentaram massivamente nos últimos 20 anos. Cerca de 27,4 milhões das 37,7 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento em 2020. No entanto, as lacunas na prestação de serviços são muito maiores para as crianças do que para os adultos. Em 2020, ao redor de 800 mil crianças de 0 a 14 anos que viviam com HIV não estavam em tratamento para o HIV. A cobertura do tratamento era de 74% para pesssoas adultas, mas apenas 54% para crianças. Muitas crianças não foram testadas para HIV no nascimento e permanecem sem saber de sua condição, o que aumenta o desafio de encontrá-las e prover o tratamento necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>HIV e Desigualdades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Enfrentando desigualdades</strong></span></a></em> também mostra que as mulheres e meninas na África subsaariana continuam sendo mais expostas ao risco de infecção por HIV, principalmente em função da desigualdade de gênero e a violência baseada no gênero. As desigualdades de gênero e a violência baseada no gênero privam as mulheres e meninas de acessarem seus direitos humanos fundamentais, incluindo o direito à educação, saúde e oportunidades econômicas. Essas privações aumentam o risco de infecção por HIV e limita o acesso a serviços. Na África subsaariana, as meninas e mulheres jovens representam 25% de todas as novas infecções por HIV apesar de representarem apenas 10% da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza e a falta de escolaridade também são barreiras sociais de acesso aos serviços de saúde e tratamento para o HIV. O relatório do UNAIDS mostra como os serviços de planejamento familiar para mulheres e a circuncisão médica masculina voluntária para homens e meninos têm muito menos probabilidade de serem acessados por pessoas que vivem em condições de pobreza.  Em 2020, o número de circuncisões masculinas médicas voluntárias caiu em mais de 30% em 15 países prioritários na África oriental e austral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza também impulsiona a migração, que demonstrou ter um impacto severo no acesso aos serviços de HIV, ao mesmo tempo em que coloca vidas em perigo, pois as pessoas migrantes fogem do conflito e da pobreza na esperança de proteção e segurança econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pessoas bilionárias estão navegando em seus iates nas mesmas águas mediterrâneas em que migrantes estão se afogando”, diz Winnie Byanyima. “Como podemos ficar sem agir e deixar isso ser o “novo normal”?  Devemos enfrentar essas desigualdades horríveis e colocar a ênfase de volta no respeito pelos direitos humanos básicos e fundamentais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades não ocorrem naturalmente. Elas são resultado de políticas e ações programáticas que dividem em vez de incluir. Por exemplo, as populações-chave são marginalizadas e criminalizadas por sua identidade e expressão de gênero, orientação sexual e meios de sobrevivência. A nova análise incluída no relatório do UNAIDS mostra uma correlação entre melhores resultados para o HIV e a adoção de leis não discriminatórias. Um estudo da África Subsaariana descobriu que a prevalência de HIV entre profissionais do sexo era de 39% em países que criminalizaram o trabalho sexual, em comparação com 12% em países onde o trabalho sexual foi parcialmente legalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos há 40 anos trabalhando para acabar com a pandemia do HIV. Tanto os sucessos, como os fracassos, nos ensinaram que não podemos nos preparar ou derrotar uma pandemia a menos que eliminemos as desigualdades, que façamos abordagens centradas nas pessoas e baseadas nos direitos e trabalhemos em conjunto com as comunidades para alcançar todas pessoas que precisam”, finaliza Winnie Byanyima.</p>
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		<title>Apesar do grande progresso desde o início da epidemia, a resposta ao HIV ainda está falhando em relação às crianças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2020 13:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relatório mais recente sobre o progresso das metas Start Free, Stay Free, AIDS Free (Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, na tradução livre para o português) mostra que, apesar dos grandes progressos realizados desde o início da epidemia, a resposta ao HIV para crianças tem ficado para trás. Ano após ano, o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/08/apesar-do-grande-progresso-desde-o-inicio-da-epidemia-a-resposta-ao-hiv-ainda-esta-falhando-em-relacao-as-criancas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="relatório mais recente sobre o progresso (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2020/start-free-stay-free-aids-free-2020-progress-report" target="_blank"><strong>relatório mais recente sobre o progresso</strong></a> das metas Start Free, Stay Free, AIDS Free (Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, na tradução livre para o português) mostra que, apesar dos grandes progressos realizados desde o início da epidemia, a resposta ao HIV para crianças tem ficado para trás. Ano após ano, o objetivo ambicioso de eliminar novas infecções por HIV entre as crianças está sendo esquecido e elas estão morrendo desnecessariamente por doenças relacionadas à AIDS—mortes que poderiam ser evitadas com tratamentos simples e de baixo custo se as crianças fossem diagnosticadas e tratadas a tempo. </p>



<span id="more-15819"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma tragédia ver tantas crianças perdidas e sendo deixadas para trás enquanto temos  tantas ferramentas disponíveis, tantas novas infecções por HIV prevenidas entre crianças e tantas crianças com HIV vivendo bem&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Não podemos aceitar que dezenas de milhares de crianças ainda sejam infectadas pelo HIV e morram de doenças relacionadas à AIDS todos os anos&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O marco <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS Free (opens in a new tab)" href="https://free.unaids.org/" target="_blank"><strong>Start Free, Stay Free, AIDS Free</strong></a> possui três conceitos simples. Primeiro, os bebês têm o direito de entrar neste mundo livres do HIV. Segundo, através da prevenção do HIV, crianças, adolescentes e mulheres jovens têm o direito de permanecer livres do vírus. Terceiro, crianças e adolescentes que adquirem o HIV têm o direito de receber diagnóstico, tratamento e cuidados, para que possam permanecer livres da AIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países concordaram com uma série de metas de prevenção e tratamento do HIV. Para que as crianças comecem a viver sem HIV, um desses objetivos era reduzir as novas infecções infantis (de 0 a 14 anos) para menos de 40.000 em 2018 e para 20.000 em 2020. No entanto, estimativas recém-publicadas mostram que 150.000 crianças foram infectadas com HIV em 2019—uma redução de 52% desde 2010, mas ainda quatro vezes acima da meta de 2018. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao garantir que as mulheres grávidas que vivem com HIV sejam diagnosticadas, iniciadas e retidas no tratamento com medicamentos antirretrovirais durante a gravidez, o parto e a amamentação, a chance de transmitir o vírus é inferior a 1%. Globalmente, 85% das mulheres grávidas que vivem com HIV receberam esses medicamentos em 2019. Mas, apesar da alta cobertura, as crianças ainda estão sendo infectadas devido ao acesso desigual aos serviços de tratamento (principalmente na África Ocidental e Central), mulheres que estão evadindo os cuidados de saúde e grávidas e mulheres que se infectam por HIV na fase de amamentação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como comunidade global, fizemos um progresso notável no controle da pandemia do HIV, mas ainda estamos perdendo muitas crianças, adolescentes e mulheres jovens&#8221;, disse Angeli Achrekar, principal coordenadora adjunta de AIDS Global dos Estados Unidos no PEPFAR (Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS). &#8220;Todos devemos redobrar nossos esforços para alcançar urgentemente essas populações críticas—e o PEPFAR continua profundamente comprometido em fazer sua parte.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">O componente Stay Free (permaneça livre) estabeleceu uma meta de reduzir as novas infecções por HIV entre meninas e mulheres jovens para menos de 100.000 até 2020. Há muito tempo, meninas e mulheres jovens são afetadas pelo HIV de maneira desproporcional – entre os países- foco da iniciativa Start Free, Stay Free, AIDS Free , meninas adolescentes e mulheres jovens representam 10% da população total, mas correspondem a 25% das novas infecções por HIV e têm um risco quase duas vezes maior de infecção pelo vírus em comparação com os homens.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, novas infecções por HIV entre mulheres jovens vêm caindo. Na África do Sul, onde existem programas de prevenção combinada para meninas adolescentes e mulheres jovens, as novas infecções por HIV nessa faixa etária caíram 35%. E em Suazilândia, as novas infecções por HIV entre mulheres jovens de 15 a 24 anos caíram 54%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por muito tempo, a resposta ao HIV negligenciou crianças, adolescentes e mulheres jovens&#8221;, disse Henrietta Fore, diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância. “Mas há esperança. O momento recente na redução de novas infecções entre meninas e mulheres adolescentes em países como Suazilândia  e África do Sul nos mostra o que é possível quando governos e comunidades, liderados pelas próprias meninas, unem esforços. Não devemos deixar que a COVID-19 e suas questões econômicas nos atrapalhem. Devemos permanecer ousados ​​e ambiciosos em nossos esforços conjuntos para garantir que a próxima geração de crianças permaneça livre do HIV e da AIDS”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que crianças e adolescentes permaneçam livres da AIDS, os países convocaram metas ambiciosas, mas alcançáveis, para o tratamento do HIV—oferecer terapia antirretroviral a 1,4 milhão de crianças vivendo com HIV até 2020. Em 2019, no entanto, apenas 950.000 (53%) dos 1,8 milhão de crianças vivendo com HIV estavam recebendo tratamento para HIV—muito abaixo dos 67% dos adultos em tratamento. É claro que, para salvar vidas, as 840.000 crianças que não estão em tratamento—estima-se que dois terços delas estejam entre 5 e 14 anos—devem ser diagnosticadas e tratadas com urgência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A falta de medicamentos ideais para o HIV com formulações pediátricas adequadas tem sido uma barreira de longa data para melhorar os resultados de saúde para crianças vivendo com HIV, contribuindo para a baixa cobertura do tratamento&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde. &#8220;O acesso aos serviços para grupos vulneráveis ​​deve ser expandido através de um maior envolvimento da comunidade, de melhoria na prestação de serviços e de combate ao estigma e discriminação.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar das falhas, a notícia positiva é que sabemos como o mundo poderia ter atingido as metas previstas nesta iniciativa. E com bastante comprometimento, ainda podemos superar os principais obstáculos e reverter estas falhas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A década passada foi marcada por inovação e progresso no campo pediátrico do HIV, mas a dramática falha em alcançar as metas para as crianças que vimos neste último relatório é simplesmente inaceitável. Precisamos renovar urgentemente nosso compromisso de lutar por uma geração livre de AIDS. Hoje, como comunidade global, estamos desapontando os mais vulneráveis ​​entre nós: crianças e jovens”, disse Chip Lyons, Presidente e CEO da Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós podemos fazer melhor. Precisamos fazer melhor”, acrescentou Byanyima. “Sabemos como salvar vidas e impedir novas infecções por HIV entre crianças. Exijo que não poupemos esforços. Nada menos que isso é vergonhoso”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS  (PEPFAR) lançaram o marco <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS Free (opens in a new tab)" href="https://free.unaids.org/" target="_blank"><strong>Start Free, Stay Free, AIDS Free</strong></a><strong> </strong>em 2016 para aproveitar as realizações do Plano Global, finalizado em 2015, para a <a rel="noreferrer noopener" aria-label="eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manutenção de suas mães vivas (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2011/20110609_JC2137_Global-Plan-Elimination-HIV-Children_en.pdf" target="_blank"><strong>eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manutenção de suas mães vivas</strong></a>. </p>
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		<title>Número de infecções por HIV entre crianças diminui</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/05/numero-de-infeccoes-por-hiv-entre-criancas-diminui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 12:04:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A queda contínua do número de infecções por HIV entre crianças é uma enorme vitória de saúde pública. No mundo, 1,6 milhão de novas infecções infantis foram evitadas entre 2008 e 2017, uma conquista que decorre do aumento acentuado da proporção de mulheres vivendo com HIV recebendo medicamentos antirretroviais para prevenir a transmissão do, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/numero-de-infeccoes-por-hiv-entre-criancas-diminui/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A queda contínua do número de infecções por HIV entre crianças é uma enorme vitória de saúde pública. No mundo, 1,6 milhão de novas infecções infantis foram evitadas entre 2008 e 2017, uma conquista que decorre do aumento acentuado da proporção de mulheres vivendo com HIV recebendo medicamentos antirretroviais para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho, ou da terapia antirretroviral sustentada, de 25% em 2008, para 80% em 2017.  </p>



<span id="more-11619"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, ainda há muito a ser feito. Os esforços para prevenir a transmissão do HIV de mãe para o filho foram prejudicados pela adesão irregular ao tratamento entre mulheres grávidas e lactantes que vivem com HIV e pelo número significativo de mulheres grávidas e lactantes que não conhecem seu estado sorológico para o vírus.  </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="629" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças-1024x629.jpg" alt="" class="wp-image-11622" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças-1024x629.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças-300x184.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças-768x472.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças-640x393.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças-720x443.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/05/2019_05_16_Grafico-Crianças.jpg 1129w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>Iniciativa ‘Cada Mulher, Cada Criança’ ressalta a importância de compromisso, ação, prestação de contas e responsabilização de líderes</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/iniciativa-cada-mulher-cada-crianca-ressalta-a-importancia-de-compromisso-acao-prestacao-de-contas-e-responsabilizacao-de-lideres-e-influenciadores-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Sep 2018 16:02:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Cada mulher cada criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A saúde de mulheres, crianças e adolescentes é o alicerce da saúde pública. Mulheres e crianças saudáveis criam sociedades saudáveis e adolescentes que alcançam seus direitos à saúde, ao bem-estar e à educação são preparados para alcançar seu pleno potencial como adultos. No entanto, a cada ano, aproximadamente 5,9 milhões de crianças morrem antes, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/iniciativa-cada-mulher-cada-crianca-ressalta-a-importancia-de-compromisso-acao-prestacao-de-contas-e-responsabilizacao-de-lideres-e-influenciadores-globais/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A saúde de mulheres, crianças e adolescentes é o alicerce da saúde pública. Mulheres e crianças saudáveis criam sociedades saudáveis e adolescentes que alcançam seus direitos à saúde, ao bem-estar e à educação são preparados para alcançar seu pleno potencial como adultos. No entanto, a cada ano, aproximadamente 5,9 milhões de crianças morrem antes dos cinco anos e 289 mil mulheres morrem na gravidez ou no parto.<span id="more-9998"></span></p>
<p>Como parte da resposta da ONU a essa crise, o ex-Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, lançou uma iniciativa durante a Cúpula das Nações Unidas sobre os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio de 2010 para salvar e melhorar a vida de milhões de mulheres, crianças e adolescentes em redor do mundo.</p>
<p>A iniciativa <strong><a href="http://www.everywomaneverychild.org/" target="_blank" rel="noopener">Cada Mulher, Cada Criança</a></strong> tornou-se um movimento global sem precedentes que mobilizou ações de governos, setor privado, academia e sociedade civil para abordar os principais desafios de saúde enfrentados por mulheres, crianças e adolescentes. Como parte do trabalho, o movimento colocou em prática a <strong><a href="https://sustainabledevelopment.un.org/sdinaction/everywomaneverychild" target="_blank" rel="noopener">Estratégia Global para a Saúde das Mulheres, das Crianças e dos Adolescentes</a></strong>, um roteiro para engajar liderança política e recursos e criar um movimento multisetorial poderoso para a saúde.</p>
<p>O trabalho técnico do movimento é realizado pela <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/h6/" target="_blank" rel="noopener">Parceria H6</a></strong>, atualmente presidida pelo UNAIDS, que põe em prática os pontos fortes coletivos do UNAIDS, <strong><a href="https://brazil.unfpa.org/" target="_blank" rel="noopener">Fundo de População das Nações Unidas</a>, <a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener">Fundo das Nações Unidas para a Infância</a>, <a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ONU Mulheres</a>, <a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde</a></strong> e <strong><a href="https://www.worldbank.org/pt/country/brazil" target="_blank" rel="noopener">Banco Mundial</a></strong> para operacionalizar a Estratégia Global para a Saúde da Mulher, das Crianças e dos Adolescentes.</p>
<p>Hoje, liderada pelo atual Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, a iniciativa <em>Cada Mulher, Cada Criança</em> é uma plataforma multilateral que tem salvado milhões de vidas ao colocar mulheres, crianças e adolescentes no centro da cobertura universal de saúde e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>Para destacar a necessidade de manter o impulso político, a inciativa realizou uma Recepção de Alto Nível durante a 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, nos Estados Unidos, para ressaltar a importância do compromisso, ação, prestação de contas e responsabilização de líderes e influenciadores globais em posições de alto nível.</p>
<p>No lançamento, em 2010, mais de US$ 40 bilhões foram prometidos, com inúmeros parceiros assumindo novos compromissos financeiros, de políticas públicas e de prestação de serviços. No entanto, os palestrantes do evento destacaram que mais ajuda é urgente e necessária.</p>
<p>Eles enfatizaram que a comunidade internacional deve prometer compromissos adicionais para levar a iniciativa <em>Cada Mulher, Cada Criança</em> além do ponto de inflexão que, segundo os organizadores, salvaria a vida de 16 milhões de mulheres e crianças, evitaria 33 milhões de gravidezes não planejadas, acabaria com os problemas de desenvolvimento de 88 milhões de crianças e protegeria 120 milhões de crianças da pneumonia.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>“Os desafios de hoje exigem uma nova resposta. A iniciativa <em>Cada Mulher, Cada Criança</em> e o comprometimento profundo de seus parceiros serão fundamentais para isso.”</p>
<p><strong>AMINA MOHAMMED, SECRETÁRIA-GERAL ADJUNTA DAS NAÇÕES UNIDAS</strong></p>
<p>“Dizemos que o trabalho em equipe faz o sonho tornar-se realidade, e a nossa parceria é um dos melhores exemplos de como podemos trabalhar juntos.”</p>
<p><strong>HELGA FOGSTAD, DIRETORA EXECUTIVA, PARCERIA PARA A SAÚDE MATERNA E INFANTIL</strong></p>
<p>“Estamos fazendo trabalhando muito na Índia—desde o nascimento até a adolescência, estamos implementando vários programas e iniciativas de saúde. Estamos orgulhosos da decisão ousada de nosso Primeiro-Ministro de ajudar os mais necessitados e marginalizados. Cem milhões de famílias foram identificadas em toda a Índia e todas elas se beneficiarão do apoio aos cuidados de saúde, para que não precisem pagar para cuidar de sua saúde.”</p>
<p><strong>JAGAT PRAKASH NADDA, MINISTRO DE SAÚDE E BEM-ESTAR FAMILIAR, ÍNDIA</strong></p>
<p>“Por muito tempo, simplesmente não fizemos o suficiente. Mais de 5 milhões de crianças morrem a cada ano. É como se toda a população do meu país fosse eliminada. Sabemos que 35 milhões de vidas podem ser salvas entre agora e 2030, mas somente se o Mecanismo Global de Financiamento for totalmente financiado. Realizaremos um reabastecimento em novembro<em>—</em>não há melhor motivo para vir à Noruega.”</p>
<p><strong>NIKOLAI ASTRUP, MINISTRO DE DESENVOLVIMENTO INTERNACIONAL, NORUEGA</strong></p>
<p>“É um momento de transformação sobre liderança e sobre liderança na arena da saúde global. É também sobre inovação, sobre como agir de maneira diferente. É por isso que o H6 é tão importante—é um ponto de início para a reforma das Nações Unidas—uma estrutura de resultados, uma visão—demonstrando o que podemos fazer de maneira diferente.”</p>
<p><strong>MICHEL SIDIBÉ, DIRETOR EXECUTIVO, UNAIDS</strong></p>
<p>“É tão importante que os jovens estejam engajados nesses programas, envolvidos nesses programas e liderando esses programas. Com os jovens assumindo a liderança, você terá o maior impacto. Precisamos fazer negócios de forma diferente, e para isso precisamos ter uma abordagem centrada nas pessoas e, o mais importante, trabalhar juntos.”</p>
<p><strong>TIKHALA ITAYE, SHE DECIDES</strong></p>
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		<title>Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 18:38:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[África]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, 1,8 milhão de crianças entre 0 e 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão destas crianças estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/">Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, 1,8 milhão de crianças entre 0 e 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão destas crianças estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (<strong><a href="https://oaflad.org/en/" target="_blank" rel="noopener">OAFLAD</a></strong>), com o apoio do UNAIDS e parceiros, lançaram a campanha <em>Livres para Brilhar</em>, (<strong><a href="https://oaflad.org/en/pt/campaigns/free-to-shine/" target="_blank" rel="noopener">página oficial em ingês</a></strong>) no início de 2018.<span id="more-9919"></span></p>
<p>Agora a campanha está pronta para ser implementada em 42 países africanos, mas precisa urgentemente de financiamento. Para tornar o lançamento possível, a União Africana e a OAFLA realizaram um evento paralelo à 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas para ajudar na arrecadação dos recursos necessários.</p>
<p>O lançamento da campanha permitirá que membros da OAFLA se envolvam em atividades comunitárias para ajudar a reduzir o estigma e a discriminação em casa e na comunidade, conscientizar a comunidade sobre a importância da adesão ao tratamento e retenção no cuidado de mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando e promover o envolvimento masculino.</p>
<p>Como parte da campanha, as primeiras-damas também potencializarão sua posição única para impactar os formuladores de políticas e agendas para atender melhor às necessidades das mulheres vivendo com HIV—defendendo políticas e leis que desestimulem o estigma e a discriminação com base no estado sorológico para o HIV e para a remoção de taxas financeiras para mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando, bem como outras barreiras que limitam o acesso aos serviços de saúde e de HIV.</p>
<p>A sessão foi moderada pela jornalista de rádio e televisão Zeinab Badawi.</p>
<p>CITAÇÕES</p>
<p>“Estamos em um estágio crítico na eliminação de novas infecções entre crianças, particularmente em áreas de emergência, especialmente na África Central e Ocidental. Agradeço ao nosso parceiro fundador, UNAIDS, por seu compromisso inabalável em acabar com a AIDS na África e em todo o mundo.”</p>
<p><strong>Adjoavi Sika Kabore, Primeira-dama de Burkina Faso e Presidente Interina da Organização de Primeiras-damas Africanas Contra HIV/AIDS</strong></p>
<p>“Tudo mudou quando descobri que estava grávida e fiz um teste de HIV. O que era para ser um dos melhores dias da minha vida passou a ser um dos momentos mais odiados. Não houve apoio psicossocial. A organização <em>Mães para Mães</em> foi o elo que faltava e me ensinou como tomar meus remédios e combater o estigma relacionado ao HIV. A melhor coisa é que meu bebê nasceu livre do HIV. <em>Mães para Mães </em>me empoderou e estamos construindo sociedades mais saudáveis. Estamos criando o futuro, uma mãe, um bebê, uma comunidade de cada vez.”</p>
<p><strong>Mãe de Três Crianças e Treinadora da Organização <em>Mães Para Mães</em>, de Khayelitsha, África Do Sul</strong></p>
<p>“A AIDS ainda não acabou. Estamos na reta final, que não é fácil de percorrer. Precisamos ser fortes e assegurar que essa parceria com a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra o HIV/AIDS vai acabar com a transmissão vertical do HIV de mãe para filho. Seus esforços serão essencias. ”</p>
<p><strong>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS</strong></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/">Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Chefes de agências da parceria H6 adotam novo marco de resultados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2018 14:57:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Cada mulher cada criança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em todo o mundo, muitas mulheres, crianças e adolescentes ainda têm pouco ou nenhum acesso a serviços de saúde,  educação de qualidade, ar e água limpos, saneamento adequado e alimentação nutritiva. Muitas enfrentam violência e discriminação, acesso desigual ao poder e às oportunidades e inúmeras barreiras que prejudicam sua saúde física, mental e emocional, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/chefes-de-agencias-da-parceria-h6-adotam-novo-marco-de-resultados/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em todo o mundo, muitas mulheres, crianças e adolescentes ainda têm pouco ou nenhum acesso a serviços de saúde,  educação de qualidade, ar e água limpos, saneamento adequado e alimentação nutritiva. Muitas enfrentam violência e discriminação, acesso desigual ao poder e às oportunidades e inúmeras barreiras que prejudicam sua saúde física, mental e emocional e seu bem-estar.<span id="more-8965"></span>Para acelerar a mudança, os Diretores Executivos da parceria H6 se reuniram  paralelamente ao Conselho Executivo da ONU em Londres, no Reino Unido, em 2 de maio, e concordaram sobre um novo marco  de resultados, chamado <em>Resultados do H6 para 2020</em>. A nova estrutura visa estabelecer o H6 como uma fonte confiável e valorizada de apoio técnico, assessoria política estratégica e melhores práticas para a saúde e o bem-estar de mulheres, crianças e adolescentes.</p>
<p>Desenvolvido sob a presidência do Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, o marco <em>Resultados do H6 para 2020</em> está estreitamente alinhado com a <strong><a href="https://sustainabledevelopment.un.org/sdinaction/everywomaneverychild" target="_blank" rel="noopener">Estratégia Global Cada Mulher, Cada Criança</a> </strong>e estabelece metas ambiciosas, comprometendo-se a cumprir uma série de resultados concretos até 2020.</p>
<p>“Estou animado com a revitalização da parceria H6. Com o apoio técnico do movimento <em>Cada Mulher, Cada Criança</em>, planejamos simplificar as estruturas de saúde, coordenando com os principais parceiros para potencializar capital político, conhecimento técnico e <em>advocacy </em>para resultados para mulheres, crianças e adolescentes em todos os lugares”, disse Sidibé.</p>
<p>Avançando com a visão endossada pelos Diretores Executivos em <strong><a href="https://unaids.org.br/2018/03/h6-compromete-se-em-acelerar-os-resultados-para-saude/" target="_blank" rel="noopener">março de 2018</a></strong>, o marco <em>Resultados do H6 para 2020</em> baseia-se nas conquistas do H6 e reforça os mecanismos existentes, ao mesmo tempo em que fortalece os mecanismos das Nações Unidas de apoio aos países. O novo marco descreve como o H6 harmonizará os esforços das seis organizações com os principais parceiros nos níveis nacional, regional e global e se concentrará nos países com as maiories taxas de mortalidade e morbidade materna, infantil e adolescente para ações intensificadas.</p>
<p>“A parceria H6 desempenha um papel fundamental para garantir que os países se concentrem nas necessidades de saúde das mulheres de forma interseccional, com foco em igualdade de gênero, direitos humanos e outros impulsionadores, como educação”, disse Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres.</p>
<p>Ao ampliar seu valor agregado, a parceria H6 busca servir como um laboratório vivo para a reforma das Nações Unidas—atendendo ao chamado do Secretário-Geral da ONU por um sistema mais focado nos países, coordenado, eficiente e responsável, capaz de ajudar os países na implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>&#8220;É importante que os organismos da ONU se comprometam a concentrar seu apoio técnico em elementos-chave nos países com cargas elevadas. Nosso foco deve ser impulsionado nos resultados para as pessoas&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral do Organização Mundial da Saúde.</p>
<p>Embora comprometido em impulsionar o progresso em uma série de prioridades para mulheres, crianças e adolescentes, o marco <em>Resultados do H6 para 2020</em> enfatiza claramente o alcance de adolescentes. Meninas e meninos adolescentes (com idades entre 10 e 19 anos) ainda são particularmente carentes de programas sociais e de saúde em muitos países. Garantir a saúde e o bem-estar dos adolescentes é fundamental para cumprir o mandato de cada um dos parceiros do H6.</p>
<p>“A parceria H6 provou que trabalhar em estreita colaboração e trazer conhecimentos e experiências diferentes não é eficaz apenas para permitir que os países ofereçam atendimento de qualidade baseado em direitos para as mulheres e meninas deixadas para trás, mas também garante uma forte propriedade do país”, disse Natalia Kanem, Diretora Executiva do Fundo de População das Nações Unidas.</p>
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		<title>Diagnóstico precoce de HIV em crianças: mudando vidas de mães e bebês</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/12/diagnostico-precoce-de-hiv-em-criancas-mudando-vidas-de-maes-e-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[teste de amostra de sangue seco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira filha de Mahabad Asanova foi diagnosticada com HIV depois de ser despachada para o hospital com febre alta. Em sua segunda gravidez, Asanova teve que esperar 18 meses até descobrir que seu filho era HIV-negativo. No momento da terceira gravidez, no entanto, as coisas mudaram drasticamente. Um mês após o nascimento, Asanova, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/12/diagnostico-precoce-de-hiv-em-criancas-mudando-vidas-de-maes-e-bebes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira filha de Mahabad Asanova foi diagnosticada com HIV depois de ser despachada para o hospital com febre alta. Em sua segunda gravidez, Asanova teve que esperar 18 meses até descobrir que seu filho era HIV-negativo.<span id="more-8056"></span></p>
<p>No momento da terceira gravidez, no entanto, as coisas mudaram drasticamente. Um mês após o nascimento, Asanova foi informada de que sua filha era HIV-negativa. Um método revolucionário de teste de HIV de lactantes, o teste de amostra de sangue seco (<em>dried blood spot</em>, DBS, em inglês), tinha sido introduzido, reduzindo significativamente o tempo de diagnóstico.</p>
<p>&#8220;Esperar 18 meses para saber sobre o estado sorológico para HIV do meu filho foi terrível&#8221;, disse Asanova. &#8220;Estou tão aliviada—esse novo teste mudou completamente minha vida.&#8221; Antes do DBS, as crianças tinham que esperar um ano para serem testadas.</p>
<p>O teste de amostra de sangue seco é simples: não são necessários equipamentos sofisticados ou métodos de teste invasivos. Depois de uma picada no calcanhar do recém-nascido, uma gota de sangue é coletada em papel de filtro e seca. A amostra é enviada a um laboratório para testes e os resultados são conhecidos antes que o bebê tenha um mês de idade, permitindo que os bebês que vivem com HIV sejam tratados imediatamente com medicamentos antirretrovirais que salvam vidas.</p>
<p>&#8220;Antes do aparecimento do teste de amostra de sangue seco em 2013, no Quirguistão, apenas cerca de 15% dos bebês foram diagnosticados precocemente&#8221;, disse Edil Tilekov, Diretor de Programa de HIV do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). &#8220;Em 2017, esse número cresceu para quase 90%.&#8221;</p>
<p>Hoje, a ciência e o diagnóstico do HIV estão se tornando cada vez mais sofisticados. O UNICEF promove métodos de diagnóstico de HIV em pontos de atendimento para bebês que deflagram o diagnóstico de HIV apenas duas horas após a coleta de sangue.</p>
<p>A introdução do teste do pezinho e a melhoria do treinamento para médicos têm ajudado a desarmar parte do estigma contra pessoas vivendo com HIV.</p>
<p>&#8220;O estigma entre a equipe médica começou a diminuir à medida que os medicamentos antirretrovirais foram integrados no sistema de cuidados primários de saúde&#8221;, disse Elmira Narmatova, Diretora do Centro para AIDS de Osh, no Quirguistão. &#8220;A AIDS passou a ser vista mais como uma doença crônica, a mortalidade diminuiu&#8221;.</p>
<p>Crianças que são tratadas precocemente se saem melhor e quanto mais os medicamentos funcionam, mais os pais se tornam confiantes. Hoje, em parte como resultado do teste de amostra de sangue seco, mais de 95% das crianças que vivem com HIV em Osh, no Quirguistão, têm acesso à terapia antirretroviral.</p>
<p>No entanto, existem bolsões de resistência. Apesar do crescimento do diagnóstico precoce, nem todos os bebês recebem os medicamentos de que precisam. &#8220;Estamos entrevistando pais e médicos para descobrir por que alguns pais ainda não ministram medicamentos antirretrovirais aos seus filhos&#8221;, disse Tilekov.</p>
<p>Conversas informais já fornecem indícios: a resistência pode ser devida à religião, ao ceticismo quanto à imunização ou mesmo aos mitos urbanos.</p>
<p>&#8220;Embora muito já tenha sido feito para fornecer aos pais informações e treinar pessoal médico, ainda faltam recursos e profissionais treinados, então alguns pais podem não ser informados sobre os efeitos colaterais&#8221;, disse Tilekov. &#8220;Então, se seus filhos perdem peso ou não comem bem após o início da terapia antirretroviral, os pais culpam os medicamentos.&#8221;</p>
<p>Quando uma criança ou mãe é testada para o HIV em Osh, o laboratório envia os resultados para o Centro de AIDS de Osh, uma casa agradável em um subúrbio arborizado, com seus portões abertos em sinal de boas-vindas. Os corredores são decorados com imagens do conto de fadas popular <em>Vitaminka</em>, uma personagem de quadrinhos que ajuda os profissionais de saúde e os pais a explicar às crianças a importância de tomar seus medicamentos antirretrovirais regularmente.</p>
<p>Ao proporcionar espaços amigáveis ​​para crianças e apoio psicossocial, além de tratamento médico, o centro faz com que os pais se sintam bem-vindos e os encoraja a visitar, pegar medicamentos prescritos e testar-se regularmente.</p>
<p>O centro, reformado pelo Ministério da Saúde do Quirguistão, juntamente com o UNICEF e o UNAIDS, com o apoio do Governo da Rússia, oferece tratamento para mais de 200 crianças e um psicólogo fornece apoio psicossocial para as crianças que vivem com o HIV.</p>
<p>Longe das pressões sociais e entre amigos, os pais podem trocar esperanças pelo futuro e encontrar o apoio necessário no centro.</p>
<p>Asanova parece relaxada enquanto as pontas dos dedos tocam em seu colo, seu vestido verde oliva contrastando com seu hijab de cor creme. Mahabad Asanova não é o seu verdadeiro nome, pois ainda se preocupa com o estigma e a discriminação além das paredes do centro. Mas ela já não tem medo, mesmo estando grávida novamente. O que quer que aconteça, graças ao teste de amostra de sangue seco, ela não precisa mais aguentar meses dolorosos de espera por um diagnóstico.</p>
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		<title>Nos EUA, altos oficiais, congressistas e parceiros reforçam compromisso para acabar com a AIDS entre crianças, adolescentes e jovens mulheres</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/09/nos-eua-altos-oficiais-congressistas-e-parceiros-reforcam-compromisso-para-acabar-com-aids-entre-criancas-adolescentes-e-jovens-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2016 20:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[#Adoslecentes]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[#FimdaAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[#PlanoGlobal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS e a Fundação Pediátrica para AIDS Elizabeth Glaser sediaram uma sessão de informação parlamentar de Alto Nível no Senado dos Estados Unidos com objetivo de aumentar o impulso em torno do marco de Superaceleração da Resposta &#8211; Comece Livre, Permaneça Livre, Livre da AIDS (em inglês Start Free, Stay Free, AIDS Free)., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/09/nos-eua-altos-oficiais-congressistas-e-parceiros-reforcam-compromisso-para-acabar-com-aids-entre-criancas-adolescentes-e-jovens-mulheres/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS e a Fundação Pediátrica para AIDS Elizabeth Glaser sediaram uma sessão de informação parlamentar de Alto Nível no Senado dos Estados Unidos com objetivo de aumentar o impulso em torno do marco de </span><i><span style="font-weight: 400;">Superaceleração da Resposta &#8211; Comece Livre, Permaneça Livre, Livre da AIDS </span></i><span style="font-weight: 400;">(em inglês </span><i><span style="font-weight: 400;">Start Free, Stay Free, AIDS Free)</span></i><span style="font-weight: 400;">.  </span><span id="more-4173"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa &#8211; lançada pelo UNAIDS, pelo Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Combate à AIDS (PEPFAR) e parceiros em junho de 2016 &#8211; descreve um conjunto de metas com prazos a serem cumpridos a fim de impedir novas infecções por HIV entre as crianças, prevenir novas infecções por HIV entre adolescentes e mulheres jovens e garantir o acesso ao tratamento antirretroviral.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa baseia-se nos progressos realizados no âmbito do</span><a href="http://www.aids.gov.br/sites/default/files/anexos/publicacao/2012/52323/plano_global_eliminar_tv_2015_pdf_27910.pdf" target="_blank"><i><span style="font-weight: 400;"> Plano Global para eliminar novas infecções por HIV em crianças até 2015 e manter suas mães vivas</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. O Plano Global fez uma grande contribuição para uma redução de 60% das novas infecções pelo HIV entre crianças desde 2009 nos 21 países da África subsariana mais afetados pela epidemia. Os participantes do painel ressaltaram a necessidade de manter essa dinâmica, alertando que a complacência poderia reverter os ganhos importantes que já foram feitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, chamou a atenção para a necessidade de aumentar o acesso ao tratamento para as crianças. Ele disse que, apesar de uma expansão do tratamento para as crianças &#8211; que foi duplicado nos últimos cinco anos e resultou em uma redução em 44% no número de mortes relacionadas ao HIV entre elas -, uma em cada duas crianças vivendo com HIV ainda não tem acesso ao tratamento. Sem acesso imediato, cerca de 50% das crianças infectadas ao nascer irão morrer aos 2 anos de idade, segundo ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Senadores Edward Markey e Benjamin Cardin, co-anfitriões honorários dessa sessão informativa, e o congressista James Himes referiram-se ao compromisso do povo americano através do PEPFAR e aos resultados importantes que foram alcançados através das fortes parcerias com os países mais afetados pela epidemia.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><div id="attachment_4178" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Benjamin-L.-Cardin-United-States-Senator.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4178" class="wp-image-4178 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Benjamin-L.-Cardin-United-States-Senator.jpg" alt="Benjamin L. Cardin, United States Senator" width="960" height="618" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Benjamin-L.-Cardin-United-States-Senator.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Benjamin-L.-Cardin-United-States-Senator-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Benjamin-L.-Cardin-United-States-Senator-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Benjamin-L.-Cardin-United-States-Senator-720x464.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-4178" class="wp-caption-text">Benjamin L. Cardin &#8211; Senador dos Estados Unidos (Foto: UNAIDS)</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Monica Geingos, primeira-dama da Namíbia, agradeceu o apoio do PEPFAR e do UNAIDS ao seu país e enfatizou a necessidade de um compromisso contínuo para enfrentar os desafios relacionados à prevenção do HIV, desigualdade e normas nocivas de gênero. A Namíbia é líder na resposta ao HIV e um dos seis países &#8211; juntamente com Botswana, Moçambique, África do Sul, Suazilândia e Uganda &#8211; que atingiram 90% ou mais de mulheres grávidas vivendo com HIV em tratamento antirretroviral capaz de salvar vidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deborah Birx, Coordenadora Global de AIDS dos e Representante Especial dos EUA em Diplomacia para Saúde Global, apresentou dados que ilustram as dramáticas conquistas recentes para frear novas infecções pelo HIV entre as crianças, e descreveu a evolução da dinâmica da epidemia que demanda novas abordagens para que a próxima fase da resposta seja bem-sucedida em abordar as necessidades da maior geração de jovens que o mundo já viu.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas, Anthony Fauci, compartilhou uma visão geral da ciência por trás de cada pilar da iniciativa </span><i><span style="font-weight: 400;">Comece Livre, Continue Livre, Livre da AIDS</span></i><span style="font-weight: 400;">, mostrando que o mundo tem as ferramentas necessárias para atingir as metas. Outras inovações em ciência do tratamento e da prevenção trazem a promessa de acelerar a resposta ao tornar produtos e serviços mais acessíveis, de fácil utilização e, em geral, mais eficazes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falando em sua qualidade como membro do conselho da Fundação Elizabeth Glaser, o ex-senador Christopher Dodd refletiu sobre o compromisso político bipartidário por trás do PEPFAR e a coragem demonstrada por um número de oficiais eleitos num momento em que a AIDS era considerada uma questão difícil e controversa. Ele enfatizou que esse compromisso deve ser constantemente reforçado até que a visão de uma geração livre da AIDS seja alcançada.</span></p>
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	            data-title="Nos EUA, altos oficiais, congressistas e parceiros reforçam compromisso para acabar com a AIDS entre crianças, adolescentes e jovens mulheres" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/09/nos-eua-altos-oficiais-congressistas-e-parceiros-reforcam-compromisso-para-acabar-com-aids-entre-criancas-adolescentes-e-jovens-mulheres/">Nos EUA, altos oficiais, congressistas e parceiros reforçam compromisso para acabar com a AIDS entre crianças, adolescentes e jovens mulheres</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tolerância zero à violência contra crianças e adolescentes</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/05/unicef-tolerancia-zero-violencia-contra-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2016 19:08:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) no Brasil divulgou uma nota nesta sexta-feira (27) em que classifica como “inaceitáveis” os recentes casos de estupros coletivos, como os ocorridos com as adolescentes no Rio de Janeiro e no Piauí. Para a agência da ONU, estes acontecimentos são “graves violações de direitos humanos”, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/05/unicef-tolerancia-zero-violencia-contra-criancas-e-adolescentes/">Read More</a></p>
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<div>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (<a href="http://www.unicef.org.br">UNICEF</a>) no Brasil divulgou uma nota nesta sexta-feira (27) em que classifica como “inaceitáveis” os recentes casos de estupros coletivos, como os ocorridos com as adolescentes no Rio de Janeiro e no Piauí.</p>
</div>
<p><span id="more-3089"></span></p>
<div>
<p>Para a agência da ONU, estes acontecimentos são “graves violações de direitos humanos” e “se somam às altas estatísticas de violência registradas no Brasil”. Confira:</p>
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<p>“A violência contra crianças e adolescentes é inaceitável. Recentes casos de estupros coletivos, como os ocorridos com as adolescentes no Rio de Janeiro e no Piauí, são graves violações de direitos humanos e se somam às altas estatísticas de violência registradas no Brasil.</p>
<p>Em 2015, segundo dados do Disque 100, foram registradas 17.588 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes, equivalentes a duas denúncias por hora. Foram 22.851 vítimas, 70% delas meninas.</p>
<p>Os dois casos também refletem outro elemento alarmante. A divulgação maciça do estupro coletivo relatado no Rio de Janeiro demonstrou a naturalidade com que é vista a violência sexual contra crianças e adolescentes. A exposição e o julgamento moral a que foram submetidas as vítimas nas redes sociais devem ser um motivo permanente de indignação.</p>
<p>O UNICEF se solidariza com as vítimas e suas famílias e convoca o poder público a tomar as providências previstas por lei para responsabilizar os agressores. Da mesma forma, é necessário garantir que todas as crianças e todos os adolescentes vítimas de violência e suas famílias tenham o acompanhamento psicossocial adequado.</p>
<p>A sociedade brasileira tem uma grande tarefa diante de si: promover e consolidar uma cultura de equidade e de respeito aos direitos de todas as crianças para que elas possam crescer livres de violência, como determinam a Convenção sobre os Direitos da Criança e o Estatuto da Criança e do Adolescente.</p>
<p>Temos o dever de romper o silêncio, denunciando situações de violência usando canais como o Disque 100 e o aplicativo Proteja Brasil.</p>
<p>É inadmissível que a violência sexual continue sendo banalizada. Tolerância zero a todas as formas de violência contra crianças e adolescentes.&#8221;</p>
<p><strong>UNICEF Brasil, 27 de maio de 2016</strong></p>
<p><a href="https://nacoesunidas.org/brasil-unicef-pede-tolerancia-zero-a-violencia-contra-criancas-e-adolescentes/">Fonte: ONU Brasil</a></p>
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