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	<title>Zero Slideshow - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS parabeniza ministras e ministros da Saúde pela aprovação do Plano Andino para a eliminação do estigma e da discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 14:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS parabeniza os Ministérios da Saúde da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, membros do Organismo Andino de Saúde &#8211; Convênio Hipólito Unanue (ORAS-CONHU), pela aprovação do Plano Andino para a Eliminação do Estigma e da Discriminação contra Pessoas com HIV, Populações-Chave e Populações Vulneráveis. A aprovação ocorreu durante a XXXVIII Reunião, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/05/unaids-parabeniza-pela-aprovacao-do-plano-andino-para-a-eliminacao-do-estigma-e-da-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS parabeniza os Ministérios da Saúde da Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, membros do Organismo Andino de Saúde &#8211; Convênio Hipólito Unanue (ORAS-CONHU), pela aprovação do Plano Andino para a Eliminação do Estigma e da Discriminação contra Pessoas com HIV, Populações-Chave e Populações Vulneráveis.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A aprovação ocorreu durante a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.orasconhu.org/es/remsaas-ordinarias/remsaa-xxxviii" target="_blank" rel="noopener" title="">XXXVIII Reunião Extraordinária de Ministros da Saúde da Área Andina</a></span> (REMSAA). As resoluções são documentos obrigatórios que regem o funcionamento desse organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A criação e implementação de um plano para eliminar o estigma e a discriminação contra pessoas com HIV e populações-chave é uma necessidade urgente em nossa região”, afirmou Luisa Cabal, diretora regional do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. “O desenvolvimento do Plano Andino contra o Estigma e a Discriminação para o setor de saúde é uma demonstração do compromisso dos países andinos em enfrentar os obstáculos estruturais e determinantes que têm impedido maiores avanços nas metas de diagnóstico, acesso e adesão ao tratamento antirretroviral, contribuindo para a redução de novos casos de HIV e da mortalidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma análise comparativa dos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índices de Estigma</a></span> e Discriminação dos países andinos, realizada pelo UNAIDS em 2023, constatou que entre 22% e 49% das pessoas com HIV relataram ter vivenciado experiências de estigma e discriminação nos últimos 12 meses, sendo o setor de saúde o que mais apresentou discriminação: entre 45% e 59%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plano promove processos e programas educativos e de conscientização, bem como mudanças em políticas e práticas que considerem os determinantes sociais, a fim de promover transformações substanciais na percepção e no tratamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, o UNAIDS reconhece a atuação das partes nacionais para que a eliminação do estigma e da discriminação seja incorporada nas atualizações das normas sobre HIV, incluindo leis nacionais e seus respectivos regulamentos e diretrizes que facilitem sua aplicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos insistido na necessidade de responder às desigualdades, vistas como causa e consequência da discriminação. O Plano Andino nos permite dar esse passo importante ao propor uma atenção às nossas comunidades com uma abordagem integral, multissetorial e interdisciplinar, considerando aspectos das desigualdades de gênero e a perspectiva dos direitos humanos”, acrescentou Cabal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os programas nacionais dos países envolvidos construíram coletivamente o Plano Andino, com a participação da <em>Alianza en Liderazgo Positivo y Poblaciones Clave</em> (ALEP+PC) e da <em>Red Latinoamericana y del Caribe de Personas con VIH</em> (RedLac+), sob a liderança do ORAS-CONHU e com o apoio técnico do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como desdobramento da aprovação da resolução nesta quinta-feira, 15, espera-se que os países recebam o documento oficial com a assinatura do ministro da Saúde do Peru, que atualmente ocupa a presidência pró-tempore do ORAS-CONHU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais informações sobre a região da América Latina e do Caribe, acesse o site <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaidslac.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">ONUSIDA LAC</a></span>.</p>
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		<title>“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”</title>
		<link>https://unaids.org.br/2025/01/neste-dia-da-visibilidade-trans-poder-contar-a-minha-historia-e-muito-importante-pra-mim-chega-de-nos-silenciar-merecemos-respeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:28:57 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Conheci uma travesti que tinha acabado de chegar de São Paulo e foi ela que me ensinou a jogar vôlei. Depois desse momento comecei a disputar campeonatos de vôlei e no ano de 2004 fui campeã amazonense, joguei por muitos anos campeonatos LGBT que acontecem na cidade de Manaus como a Liga Gay e Grand Prix, que todo ano reúne vários atletas LGBT”, conta Bruna Assipal, educadora social na ONG CasaMiga &#8211; Acolhimento LGBT.</p>



<span id="more-29483"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A jornada de autoconhecimento de Bruna foi como o saque inicial em uma competição de vôlei, pois é este movimento que marca o ritmo da partida. O estigma e discriminação vividos por Bruna são violências que os sets de cada partida não conseguiram evitar que ela os vivenciasse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, Bruna trabalhou em conjunto com as ONGs <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Gestos</a></span> e as cinco organizações que fazem parte do Consórcio Nacional de Pessoas Vivendo com HIV no Brasil para ser uma das pessoas entrevistadoras do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">Índice de Estigma</a></span> em Manaus. A pesquisa mede o nível de estigma e discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV, que UNAIDS apoia a implementação no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi no Bairro São José, Zona Leste de Manaus, que a manauara Bruna viveu toda a infância e adolescência. E foram nesses momentos da vida que ela, uma mulher trans, teve muitas descobertas e enfrentamentos e teve que lidar diretamente com estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a adolescência, iniciou na prática de esportes e se aventurou no vôlei, basquete, handebol e queimada. Começou a participar de disputas locais até que, em 2004, se tornou campeã amazonense de vôlei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As descobertas e conquistas no esporte, mesmo positivas, não conseguiram blindar Bruna de uma infância em um ambiente de violência doméstica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi outro obstáculo para Bruna, pois foi difícil se estabelecer na educação formal, uma vez que, neste espaço, “também tinha muito preconceito”. Porém, mesmo com todas as dificuldades, Bruna conseguiu terminar o ensino médio — realidade que, segundo dados do Registro Nacional de Mortes de Pessoas Trans no Brasil em 2024: da Expectativa de Morte a um Olhar para a Presença Viva de Estudantes Trans na Educação Básica Brasileira, da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redetransbrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Trans Brasil</a></span>, 63,9% das mulheres trans não finalizam o ensino médio e 34,7% não chegam a concluir o ensino fundamental.</p>



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												<div class="slideshow_title">Ação do projeto &#8220;CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95&#8221;, realizado pela CasaMiga.</div>
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												<div class="slideshow_title">&#8220;Karen Arruda e Iara Fernanda, as duas mulheres mais  importante na minha vida&#8221;, diz Bruna Assipal</div>
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<p class="wp-block-paragraph">Bruna conseguiu entrar na faculdade, mas devido à escassez de recursos, não foi possível continuar na educação superior. “Não tive oportunidade de emprego, e só o que tinha na época para pessoas travestis era a esquina. E foi assim durante sete anos da minha vida.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, Bruna foi expulsa de casa. Durante um mês em que viveu nas ruas de Manaus Bruna conheceu a organização CasaMiga de acolhimento LGBT, local onde recebeu moradia, acolhimento e apoio psicológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do período de nove meses, Bruna passou a trabalhar como educadora social, atuando no acolhimento de novas pessoas que chegavam à CasaMiga e realizando palestras sobre prevenção combinada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ONG CasaMiga, Bruna teve seu segundo contato com o UNAIDS, pois, em 2024, o projeto CasaMiga na Rua – Caminhando para as Metas 95-95-95 foi contemplado com recursos da Iniciativa <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/ftc/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fast-Track Cities</a></span></em>. Este projeto ajudou outros e outras jovens da comunidade Terra Nova, em Manaus, a ter acesso a informações sobre prevenção e tratamento ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Neste Dia da Visibilidade Trans poder contar a minha história é muito importante pra mim. Chega de nos silenciar. Merecemos respeito”, finaliza Bruna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Clique <span style="text-decoration: underline;">aqui</span> para saber mais sobre a história CasaMiga &#8211; Acolhimento LGBT.</p>
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		<title>Opinião: &#8220;Enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida&#8221;</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/12/opiniao-enquanto-o-hiv-for-visto-como-uma-doenca-dos-outros-nao-de-pessoas-decentes-a-aids-nao-sera-vencida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 18:59:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Precisamos eliminar os rótulos de &#8216;nós&#8217; e &#8216;eles&#8217;, de &#8216;indignos&#8217; e &#8216;dignos&#8217;. Em 2024, vimos mais avanços científicos incríveis na resposta ao HIV, com novos medicamentos de prevenção de longa duração oferecendo esperança real de acabar com a transmissão do HIV e mostrando o melhor que a humanidade pode alcançar. Assim como esses avanços, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/12/opiniao-enquanto-o-hiv-for-visto-como-uma-doenca-dos-outros-nao-de-pessoas-decentes-a-aids-nao-sera-vencida/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos eliminar os rótulos de &#8216;nós&#8217; e &#8216;eles&#8217;, de &#8216;indignos&#8217; e &#8216;dignos&#8217;.</p>



<span id="more-29264"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, vimos mais avanços científicos incríveis na resposta ao HIV, com novos medicamentos de prevenção de longa duração oferecendo esperança real de acabar com a transmissão do HIV e mostrando o melhor que a humanidade pode alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como esses avanços científicos demonstram o melhor da humanidade, no entanto, estamos testemunhando e vivendo tempos em que o pior da humanidade é exposto, onde a desumanização e o sofrimento são abundantes, e onde uma vida é considerada mais importante que outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproximadamente 9,3 milhões de pessoas vivendo com HIV não estão recebendo tratamento. Grupos marginalizados—como a comunidade LGBTQIA+, pessoas que usam drogas, mulheres e meninas—não têm o mesmo acesso a informações de saúde, medicamentos e apoio, porque suas circunstâncias de alguma forma tornam essas pessoas indignas. Chocantemente, 44% de todas as novas infecções por HIV no mundo são entre mulheres e meninas. O risco de infecção por HIV é 23 vezes maior para homens gays e outros homens que fazem sexo com homens do que para a população geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade ameaça nosso futuro. O estigma e a discriminação, o medo e a negligência estão afastando milhões de pessoas dos serviços de saúde que salvam vidas e impedindo o fim da AIDS como uma ameaça à saúde pública. Isso, para mim, é de partir o coração, tanto pessoalmente quanto como fundador da <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.eltonjohnaidsfoundation.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Elton John AIDS Foundation</a></span></em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando criei a Fundação em 1992, não havia medicamentos revolucionários, nem apoio governamental—mas havia muito ódio aos gays e muita vergonha em relação à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, vimos grandes avanços. Testes eficazes de HIV, tratamento, prevenção e medicamentos pós-exposição, e os fundos para expandir dramaticamente seu uso, por iniciativas como o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) e o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/06/unaids-e-fundo-global-assinam-novo-quadro-estrategico-para-colaboracao-no-combate-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundo Global para Combater a AIDS, Tuberculose e Malária</a></span>, ajudaram dezenas de milhões de pessoas a acessar cuidados que salvam vidas. Mas a vergonha—a ideia de que as pessoas afetadas pelo HIV não merecem nossa ajuda—agonizantemente persiste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu conheço o sentimento de vergonha e o que ele pode fazer. Cresci em uma era em que ser gay era visto como pecado. Embora nunca tenha escondido minha sexualidade, uma das razões pelas quais, mesmo como cantor e compositor de sucesso, passei a usar drogas foi porque sentia que não era amável o suficiente. Se não houvesse pessoas que realmente me vissem pelo que sou, em vez de me descartarem por causa da minha homossexualidade ou do meu vício, eu não estaria vivo hoje.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vergonha causa sofrimento e perda. Os custos humanos que ela carrega são monumentais. Sabemos que o suicídio, a saúde mental precária, o abuso de substâncias e o risco de HIV são exacerbados pelo medo, ódio e marginalização. É hora de entendermos o verdadeiro preço e a perda da vergonha. Quando você considera as milhões de pessoas que foram desumanizadas e desfavorecidas pela diferença e indiferença—cientistas, artistas, pessoas acadêmicas e escritoras, lideranças de todos os tipos—cujas etiquetas os definiram e, em última análise, os destruíram e os dons que tinham a oferecer—parece que, como mundo, estamos sabotando nosso futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De fato, um número crescente de &#8220;nós&#8221;, como pode ser politicamente conveniente definir, está se tornando &#8220;eles&#8221; para muitas de nossas lideranças e quem as segue. Em nosso mundo, e em um momento em que a própria democracia muitas vezes parece estar à beira do colapso, os valores democráticos de liberdade, igualdade e respeito mútuo estão sendo sistematicamente desafiados ou descartados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos eliminar os rótulos de &#8220;nós&#8221; e &#8220;eles&#8221;, de &#8220;indignos&#8221; e &#8220;dignos&#8221;, em nossas sociedades—rótulos que levam a doença para a clandestinidade, causam sofrimento imensurável e, em última análise, destroem o potencial necessário e precioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que o trabalho da Elton John AIDS Foundation se concentra nas pessoas que muitas vezes estão sendo deixadas para trás. Trabalhamos em alguns dos países e contextos mais desafiadores porque acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública depende do acesso para todas as pessoas, em todos os lugares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas também precisamos que os governos de todo o mundo invistam em programas de prevenção, testagem e cuidados que possam manter as pessoas seguras; construir sistemas de saúde que não discriminem; e investir e compartilhar a riqueza de novas tecnologias e tratamentos que podem, em última análise, acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública. Acima de tudo, as lideranças devem remover as leis que promovem o estigma e a discriminação, para que, como sociedades, possamos fomentar culturas que celebrem as diferenças, não as demonizem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há uma capela na minha casa em Windsor dedicada às amizades que perdi para a AIDS; suas memórias estão gravadas na minha alma. E de todas as pessoas que conheci nas últimas quatro décadas, desde uma jovem mãe em um bairro pobre da África do Sul até um homem gay em Kiev, aprendi que, enquanto o HIV for visto como uma doença dos &#8216;outros&#8217;, e não das chamadas &#8216;pessoas decentes&#8217;, a AIDS não será vencida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ciência, medicina e tecnologia podem ser o &#8220;quê&#8221; para acabar com a AIDS, mas inclusão, empatia e compaixão são o &#8220;como&#8221;. Demonizar outras pessoas, torná-las bodes expiatórios e assustar a sociedade sobre elas vem com muito drama e disfarce e se presta a segredos e mentiras. Abraçar as pessoas por suas diferenças honestas, reconhecer que todos temos uma contribuição única a fazer no mundo e que valemos a pena ser amados e salvos, é mais desafiador no mundo de hoje, mas, em última análise, mais enriquecedor e mais nobre. Certamente estamos à altura desse desafio?&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Elton John</strong><br>Músico e fundador da Elton John AIDS Foundation &#8211; Artigo publicado no relatório do UNAIDS “Sigamos o caminho dos direitos”, lançado em 26 de novembro de 2024</em>.</p>
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		<title>UNAIDS parabeniza governo brasileiro por alcançar mais uma meta para acabar com a AIDS como problema de saúde pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 14:42:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita o governo brasileiro por alcançar mais uma meta global para acabar com a AIDS como problema de saúde pública. Segundo as estimativas de 2024, 96% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu diagnóstico no Brasil. A meta 95-95-95 tem como objetivo que 95%, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/12/unaids-parabeniza-governo-brasileiro-por-alcancar-mais-uma-meta-para-acabar-com-a-aids-como-problema-de-saude-publica/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) felicita o governo brasileiro por alcançar mais uma meta global para acabar com a AIDS como problema de saúde pública. Segundo as estimativas de 2024, 96% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu diagnóstico no Brasil.</p>



<span id="more-29198"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A meta 95-95-95 tem como objetivo que 95% das pessoas que vivem com HIV conheçam seu diagnóstico; que 95% das pessoas que sabem que vivem com HIV estejam em tratamento antirretroviral; que 95% das pessoas em tratamento estejam com a carga viral suprimida. Segundo <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">AIDSinfo</a></span>, plataforma de dados do UNAIDS, o Brasil registra 96-82-95 &#8211; o país já tinha alcançado a terceira meta 95 em 2020.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">“Quanto mais avançamos na ciência, na tecnologia, nos tratamentos e no cuidado com as pessoas, a tendência é que aumente a desigualdade social de quem não têm acesso. E por isso as determinações sociais são tão importantes: só com os sistemas universais que trabalham a equidade, o trabalho integrado e o cuidado é que nós podemos, de fato, avançar”, destacou a Ministra da Saúde Nísia Trindade na cerimônia de Certificação pela Eliminação da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatite B, que aconteceu na última sexta-feira, dia 29, em Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil ainda não alcançou a meta de tratamento, que representa o percentual das pessoas que conhecem seu diagnóstico e estão em tratamento.</p>



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																		<div class="slideshow_description">Socorro Gross, representante da OPAS/OMS no Brasil, Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil, Nísia Trindade, Ministra da Saúde, e Ethel Maciel, Secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, na cerimônia de Certificação pela Eliminação da Transmissão Vertical de HIV, Sífilis e Hepatite B. Créditos: Rafael Nascimento/MS</div>
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																		<div class="slideshow_description">Créditos: Rafael Nascimento/MS</div>
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<p class="wp-block-paragraph">“Agora nos falta a meta mais desafiadora. Precisamos superar barreiras como pobreza, fome, trabalho e a promoção de serviços de saúde sem discriminação que impedem que as pessoas que vivem com HIV sigam em tratamento”, destaca Andrea Boccardi Vidarte, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “Celebramos esse resultado que é compartilhado com os movimentos sociais, redes de pessoas que vivem com HIV e com a liderança do governo ao promover um sistema de saúde universal e equitativo, mas agora precisamos do envolvimento de outros setores do governo para além da saúde”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Sigamos o caminho dos direitos</a></span></em>, lançado pelo UNAIDS no dia 26 de novembro, destaca que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas mais expostas e que vivem com HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">A meta 95-95-95</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, os Estados-membros das Nações Unidas adotaram um <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">conjunto de metas</a></span> ambiciosas como parte da Declaração Política aprovada na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre AIDS, realizada em junho em Nova York. A Declaração Política apelou aos países para que forneçam acesso a opções de prevenção combinadas, eficazes e centradas nas pessoas e observou com preocupação que as populações-chave—gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis, pessoas trans e pessoas privadas de liberdade—têm maior probabilidade de serem expostas ao HIV e enfrentarem violência, estigma, discriminação e leis que restringem sua liberdade ou acesso aos serviços. Leia mais sobre a <span style="text-decoration: underline;">meta 95-95-95</span> (em inglês).</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/12/unaids-parabeniza-governo-brasileiro-por-alcancar-mais-uma-meta-para-acabar-com-a-aids-como-problema-de-saude-publica/">UNAIDS parabeniza governo brasileiro por alcançar mais uma meta para acabar com a AIDS como problema de saúde pública</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Mundial da Luta contra AIDS 2024: Mensagem de Andrea Boccardi Vidarte, representante do UNAIDS Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 01:26:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Globalmente, o mundo fez um enorme progresso na redução do impacto do HIV nos últimos 15 anos. Em 2023, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo &#8211; em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Globalmente, o mundo fez um enorme progresso na redução do impacto do HIV nos últimos 15 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Em 2023</a></span>, um total de 30,7 milhões de pessoas estavam em tratamento, ou seja, 77% das pessoas que vivem com HIV no mundo &#8211; em comparação com apenas 7,7 milhões em 2010. Esse avanço no tratamento resultou em uma redução significativa nas mortes relacionadas à AIDS, com queda de 51% no mesmo período.</p>



<span id="more-29178"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, o progresso global avança de forma muito lenta: em pelo menos 28 países, as novas infecções por HIV estão aumentando e particularmente na América Latina aumentou 9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que o HIV não é uma questão biomédica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil lidera a resposta global há mais de 40 anos. Foi o primeiro país a oferecer tratamento de forma gratuita e disponibiliza uma variedade de ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento e informação para que cada pessoa possa tomar decisões sobre seus corpos de acordo com as suas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) mostra ao mundo qual é o caminho certo para promover a resposta ao HIV: pelo caminho dos direitos humanos, respeitando todas as pessoas. Em 2024, foram mais de 311 milhões de preservativos e mais de 9 milhões de autoteste para HIV distribuídos gratuitamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/painel-prep" target="_blank" rel="noopener" title="">o Brasil alcançou o número de 100 mil pessoas usuárias de PrEP</a></span>, a Profilaxia Pré-exposição, um medicamento capaz de prevenir o HIV. Esse número representa um marco no que diz respeito à diversidade de estratégias fornecidas pelo SUS. Essa também é uma oportunidade para que pensemos e planejemos a prevenção do HIV a partir da perspectiva da escolha.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/19735829"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/19735829/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, mais do que nunca, o HIV é uma questão de desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lacunas no reconhecimento dos direitos humanos para todas as pessoas estão impedindo que estejamos no caminho para a eliminação da AIDS e estão prejudicando a saúde pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É urgente que eliminemos as barreiras de acesso à saúde. A criminalização, discriminação e marginalização de grupos de pessoas estão prejudicando que os direitos dessas populações sejam respeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por causa do impacto da discriminação que o risco de contrair o HIV é 23 vezes maior para homens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH), nove vezes maior para profissionais do sexo e 20 vezes maior para mulheres trans do que para a população em geral, em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, há esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que vivem com HIV, profissionais do sexo, as pessoas LGBTQIA+, pessoas que usam drogas, pessoas quilombola, pessoas com deficiência e pessoas indígenas precisam ter seus direitos e demandas reconhecidas para que possam acessar os serviços sem discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizando um trabalho conjunto com governos e sociedade civil conseguiremos garantir que todas as populações mais expostas à desigualdade sejam priorizadas na resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids-2024-sigamos-o-caminho-dos-direitos/" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">Para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de cada pessoa</span></a>.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Dia Mundial da Luta contra AIDS 2024: Mensagem de Andrea Boccardi, representante do UNAIDS Brasil" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/FKnmDy8GaiI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/11/dia-mundial-da-luta-contra-aids-2024-mensagem-de-andrea-boccardi-representante-do-unaids-brasil/">Dia Mundial da Luta contra AIDS 2024: Mensagem de Andrea Boccardi Vidarte, representante do UNAIDS Brasil</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Relatório do UNAIDS mostra que defesa dos direitos humanos é essencial para acabar com a AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 13:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 1º de dezembro, um novo relatório do UNAIDS mostra que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Antes do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta Contra a AIDS</a></span>, 1º de dezembro, <a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">um novo relatório do UNAIDS</a> mostra que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas que vivem com HIV e mais expostas ao risco de infecção pelo vírus. A mensagem do relatório é resumida em seu título: “Sigamos o caminho dos direitos”. </p>



<span id="more-29088"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do enorme progresso feito na resposta ao HIV, as violações dos direitos humanos ainda estão impedindo o mundo de acabar com a AIDS”, disse Winnie Byanyima, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en" target="_blank" rel="noopener" title="">diretora executiva do UNAIDS</a></span>. “Quando meninas são negadas à educação; quando há impunidade para a violência de gênero; quando as pessoas podem ser presas por quem são ou por quem amam; quando uma visita aos serviços de saúde é perigosa para as pessoas por causa da comunidade a que pertencem – o resultado é que as pessoas são impedidas de acessar os serviços de HIV que são essenciais para salvar suas vidas e acabar com a pandemia de AIDS. Para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de cada pessoas.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados globais sobre HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Das <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/estatisticas/" target="_blank" rel="noopener" title="">39,9 milhões</a></span> de pessoas vivendo com HIV, cerca de 23% (9,3 milhões) ainda não acessam o tratamento antirretroviral.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, 630 mil pessoas morreram por doenças relacionadas à AIDS, e 1,3 milhão de pessoas em todo o mundo testaram positivo para o HIV. Em pelo menos 28 países, o número de novas infecções por HIV está aumentando. Para reduzir a trajetória da pandemia, é crucial que os programas que salvam vidas possam ser alcançados sem medo por quem precisa deles.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diariamente, em 2023, 570 jovens mulheres e meninas com idades entre 15 e 24 anos foram infectadas pelo HIV. Em pelo menos 22 países da África Oriental e Austral, mulheres e meninas dessa faixa etária têm três vezes mais chances de viver com HIV do que meninos jovens homens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A nenhuma menina deve ser negada a educação e à informação necessária para se manter segura. A discriminação e a violência contra meninas devem ser tratadas como uma emergência de direitos humanos e saúde”, disse Nomonde Ngema, ativista de 21 anos que fala sobre HIV.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">A criminalização e estigmatização impedem o acesso a serviços de HIV&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/reuniao-da-onu-sobre-aids-chega-ao-fim-com-novas-metas/" target="_blank" rel="noopener" title="">Declaração Política de 2021 sobre o Fim do HIV/AIDS</a></span>, os países se comprometeram a garantir que até 2025 menos de 10% dos países tenham estruturas jurídicas e políticas restritivas que levem à negação ou limitação do acesso aos serviços de HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, em 2023, 63 países ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Essas leis estão prejudicando a resposta ao HIV: Entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, a prevalência do HIV é cinco vezes maior em países que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo do que naqueles que não criminalizam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Leis e políticas punitivas mantêm as pessoas vulneráveis longe da ajuda de que precisam para prevenir o HIV, testar o HIV e tratar o HIV”, disse Axel Bautista, gerente de engajamento comunitário da MPact Global Action for Gay Men’s Health &amp; Rights (<em>Ação Global MPact para a Saúde e Direitos dos Homens Gays, em tradução livre para o português)</em>. “Em vez de punir comunidades marginalizadas, os governos precisam defender seus direitos humanos.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Inovações científicas na prevenção ao HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ciência continua a inovar contra a AIDS Medicamentos de ação prolongada que precisam ser utilizados apenas algumas vezes por ano podem mudar a realidade em relação à prevenção ao HIV, mas apenas se uma abordagem de direitos humanos for adotada para compartilhar a tecnologia, reduzir os preços e permitir a produção em todas as partes do mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ferramentas médicas que salvam vidas não podem ser tratadas apenas como mercadorias”, disse Alexandra Calmy, líder de HIV dos Hospitais Universitários de Genebra. “As opções terapêuticas e preventivas revolucionárias que estão sendo desenvolvidas atualmente devem ser acessíveis sem demora para alcançar a cobertura universal.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós conhecemos o caminho para construir uma sociedade na qual todas e todos prosperamos”, disse Jeanne Gapiya-Niyonzima, primeira pessoa no Burundi a anunciar publicamente que vivia com HIV e fundadora da Association for Support for HIV-Positive People with AIDS (ANSS), <em>Associação de Apoio às Pessoas HIV-Positivas com AIDS, em tradução literal para o português</em>. “Se o mundo quer acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública, precisa proteger os direitos de cada pessoa.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o Lançamento</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu no dia 26 de novembro e teve a participação da Cecília Ishitani, representante da Missão Permanente do Brasil junto à ONU e demais Organismos Internacionais em Genebra. Entre as informações mencionadas, Cecília lembrou que o Brasil foi o primeiro país do mundo a oferecer tratamento gratuito para as pessoas vivendo com HIV, mencionou legislação que protege os direitos das pessoas vivendo com HIV e do c<a href="https://unaids.org.br/2024/11/g20-apoia-a-ampliacao-da-producao-regional-de-medicamentos-e-reafirma-compromisso-com-a-resposta-as-desigualdades-que-impulsionam-a-aids-e-outras-pandemias/" target="_blank" rel="noopener" title="">ompromisso do G20, liderado pelo Brasil, para acabar com a AIDS até 2030</a>. Cecília também reforçou as 900 mil pessoas em tratamento e orçamento de U$ 500 milhões para a resposta ao HIV.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Relatório Global 2024 | Cecília Ishanti, representante da Missão Permanente do Brasil junto à ONU" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/oEABJmlvxlQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o Relatório Global</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório inclui dez ensaios de lideranças convidadas na resposta global à AIDS, incluindo: Elton John; Thabo Makgoba, arcebispo da Cidade do Cabo; Michael D. Higgins, presidente da Irlanda; Volker Türk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos; e Adeeba Kamarulzaman, ex-presidente da Sociedade Internacional de AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Global está disponível, em inglês, na página de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Relatórios e Publicações</a></span> do UNAIDS. Abaixo, segue o sumário executivo, também em inglês, com a principais informações do documento.</p>



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<h5 class="wp-block-heading">Contato&nbsp;para&nbsp;a&nbsp;imprensa:&nbsp;</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Thainá Kedzierski | Tel. +55 61 99304-2654 | kedzierskith@unaids.org</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>UNAIDS, em parceria com o Grindr, estimula participação na pesquisa Índice de Estigma 2024</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/09/unaids-em-parceria-com-o-grindr-estimula-participacao-na-pesquisa-indice-de-estigma-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 13:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último domingo (01), o UNAIDS, em parceria com o Grindr, iniciou inserções no aplicativo de relacionamento, incentivando a participação das pessoas usuárias da plataforma na pesquisa Índice de Estigma (Stigma Index, em tradução para o inglês). Residentes das cidades de Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/09/unaids-em-parceria-com-o-grindr-estimula-participacao-na-pesquisa-indice-de-estigma-2024/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No último domingo (01), o UNAIDS, em parceria com o Grindr, iniciou inserções no aplicativo de relacionamento, incentivando a participação das pessoas usuárias da plataforma na pesquisa Índice de Estigma (<em>Stigma Index</em>, em tradução para o inglês).</p>



<span id="more-28501"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Residentes das cidades de Brasília, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo que usam o aplicativo receberão, a cada três semanas até 30 de outubro, um <em>popup</em> que, quando clicado, as direcionará para um formulário de inscrição que, uma vez preenchido, possibilitará que as <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2024/05/edital-para-o-indice-de-estigma-2024-recebeu-288-inscricoes-de-sete-cidades-brasileiras-ong-gestos-faz-contato-com-as-pessoas-selecionadas/" target="_blank" rel="noopener" title="">pessoas que irão conduzir as entrevistas</a></span> entrem em contato para a execução das perguntas que irão gerar dados sobre estigma e discriminação no Brasil. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="721" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-721x1024.png" alt="" class="wp-image-28502" style="width:390px;height:auto" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-721x1024.png 721w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-211x300.png 211w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-768x1091.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-1082x1536.png 1082w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-845x1200.png 845w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup-507x720.png 507w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2024/09/2024_09_03-Grindr-Popup.png 1235w" sizes="auto, (max-width: 721px) 100vw, 721px" /></a></figure>
</div>


<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Parceria UNAIDS e Grindr</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o Índice de Estigma não seja direcionado especificamente à população LGBTQIA+, dados nacionais mostram que esta comunidade é constantemente vítima de discriminação e preconceito e, em muitos casos, de violência.</p>



<div class="flourish-embed flourish-hierarchy" data-src="visualisation/19183102"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/19183102/thumbnail" width="100%" alt="hierarchy visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">George Arison, CEO do Grindr, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://exame.com/negocios/no-rio-ceo-do-grindr-fala-do-reposicionamento-do-app-de-encontros-casuais-para-comunidades/" target="_blank" rel="noopener" title="">em recente entrevista</a></span>, disse que o Brasil é um dos “10 principais mercados” da plataforma. Sendo assim, é importante utilizar o alcance que o aplicativo de relacionamento tem na comunidade LGBTQIA+ para conseguirmos gerar dados que podem aprimorar políticas que reduzam estigmas e preconceitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Grindr tem orgulho de apoiar o Índice de Estigma das Pessoas Vivendo com HIV (PLHIV), uma ferramenta vital que capacita indivíduos vivendo com HIV a liderar a luta contra o estigma”, afirma Steph Niaupari, que lidera a iniciativa de impacto social do Grindr, o <em>Grindr for Equality</em>. “Ao centralizar suas vozes no processo, esta iniciativa gera dados cruciais para impulsionar a defesa e criar espaços mais seguros e inclusivos para a comunidade LGBTQ+”, finaliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A parceria com o Grindr no incentivo à participação da comunidade LGBTQIA+ no Índice de Estigma é bem-vinda, uma vez que o aplicativo tem políticas de informações sobre HIV, testagem e métodos de prevenção combinada ao HIV, como a PrEP”, diz Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “É também uma forma de aproximar a comunidade LGBTQIA+ de diversas partes do país a outros conteúdos e projetos do UNAIDS que visam mitigar o estigma e a discriminação em relação às pessoas que vivem com HIV”, finaliza.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados de Estigma e Discriminação entre a População LGBTQIA+</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, a média de tempo que as pessoas tinham conhecimento da sorologia positiva para o HIV foi de 10,6 anos. À época da pesquisa anterior, 50,3% das pessoas respondentes disseram ter uma relação afetiva e/ou sexual com alguém, enquanto para 49,7% não tinham o mesmo tipo de relação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a decisão de testagem para o HIV, 13% das pessoas respondentes afirmaram que foram testadas sem conhecimento e só descobriram após o teste ter sido feito; 9% foram pressionadas por outras pessoas a realizar o teste; 2% foram forçadas a fazer o teste sem seu consentimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, outros dados da primeira pesquisa do Índice de Estigma 2019.&nbsp;</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A segunda edição do Estigma Índice no Brasil possibilitará pela primeira vez que seja analisado um marco comparativo dos dados para que se possa entender onde houve avanços e onde se precisa trabalhar para melhorar os indicadores.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">O que é o Índice de Estigma?</h5>



<p class="wp-block-paragraph">É uma ferramenta utilizada para detectar e medir a mudança de tendências em relação ao estigma e à discriminação relacionados ao HIV, a partir da perspectiva das pessoas vivendo com HIV e AIDS. Os países descrevem como o Índice de Estigma foi implementado, apresentam os resultados, tiram conclusões e fornecem recomendações baseadas em evidências sobre o estigma e a discriminação relacionados ao HIV vivenciados por pessoas que vivem com HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o Índice de Estigma é executado pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e AIDS</a></span> (RNP+), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://redejovensbrasil.com.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS</a></span> (RNAJVHA), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://mncp.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Movimento Nacional das Cidadãs Posithivas</a></span> (MNCP), Rede Nacional de Travestis e Transexuais Vivendo com HIV/AIDS (RNTTHP) e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/p/Articula%C3%A7%C3%A3o-Nacional-de-Aids-100064823465540/" target="_blank" rel="noopener" title="">Articulação Nacional de Luta Contra a AIDS</a></span> (ANAIDS), coordenado pela <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://gestos.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">ONG Gestos</a></span> e tem o apoio do UNAIDS, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.cdc.gov/" target="_blank" rel="noopener" title="">Centros de Controle e Prevenção de Doenças</a></span> (CDC), <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://portal.pucrs.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul</a></span> (PUC-RS) e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.fiocruzbrasilia.fiocruz.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundação Oswaldo Cruz</a></span> (Fiocruz).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS reforça que a pesquisa é feita por pessoas que vivem com HIV e direcionada a pessoas que vivem com HIV, independentemente da orientação sexual e identidade de gênero. Quer fazer parte da pesquisa? Acesse o formulário na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noopener" title="">página do Índice de Estigma</a></span>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso a todas as notícias relacionadas ao Índice de Estigma aplicado no Brasil, acesse <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/stigma-index/" target="_blank" rel="noopener" title="">aqui</a></span>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/09/unaids-em-parceria-com-o-grindr-estimula-participacao-na-pesquisa-indice-de-estigma-2024/">UNAIDS, em parceria com o Grindr, estimula participação na pesquisa Índice de Estigma 2024</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No Mês do Orgulho, o UNAIDS reforça seu apoio à comunidade LGBTQIA+ em todo o mundo</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/06/no-mes-do-orgulho-o-unaids-reforca-seu-apoio-a-comunidade-lgbtqia-em-todo-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>À medida que comunidades LGBTQIA+ tomam as ruas em todo o mundo durante junho para celebrar o mês do ORGULHO, o UNAIDS se solidariza com sua mobilização histórica, rejeita a criminalização, discriminação e estigmatização das pessoas LGBTQIA+ e insiste no respeito para todas as pessoas.&#160; Feira da Diversidade No Brasil, um dos grandes momentos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/06/no-mes-do-orgulho-o-unaids-reforca-seu-apoio-a-comunidade-lgbtqia-em-todo-o-mundo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">À medida que comunidades LGBTQIA+ tomam as ruas em todo o mundo durante junho para celebrar o mês do ORGULHO, o UNAIDS se solidariza com sua mobilização histórica, rejeita a criminalização, discriminação e estigmatização das pessoas LGBTQIA+ e insiste no respeito para todas as pessoas.&nbsp;</p>



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<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Feira da Diversidade</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, um dos grandes momentos de celebração, que marca a abertura do Mês da Diversidade, é a Parada do Orgulho LGBT que reúne milhões de pessoas em São Paulo. A mobilização da Parada inclui a já tradicional Feira da Diversidade, quando pessoas, organizações e agências do governo se juntam para comemorar e celebrar ações e progressos, assim como exigir direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, o UNAIDS, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unesco.org/pt/fieldoffice/brasilia?https%3A%2F=" target="_blank" rel="noopener" title="">UNESCO</a></span>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://brazil.unfpa.org/pt-br" target="_blank" rel="noopener" title="">UNFPA</a></span> e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener" title="">UNICEF</a></span> se juntaram para realizar uma sondagem entre participantes da Feira para conhecer o seu nível de conhecimento e de adesão aos métodos de prevenção combinada do HIV. Também procurou-se identificar como o estigma e discriminação afetam o acesso e uso da PrEP e PEP. Foram entrevistados 695 jovens, entre 18 a 29 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos últimos 10 anos, foi justamente esta faixa etária que teve o maior incremento nos casos de AIDS&#8221;, ressalta Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. &#8220;Os resultados desse levantamento vão nos ajudar a ter evidências sobre os melhores canais para informar e diologar com as juventudes sobre prevenção combinada e uso da PrEP e PEP, por exemplo”.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">A <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.casaum.org/" target="_blank" rel="noopener" title="">Casa 1</a></span>, uma organização que oferece refúgio e suporte a jovens LGBTQIA+, complementou o trabalho de sensibilização e coleta de dados sobre a prevenção do HIV e divulgação de conhecimentos sobre <a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title=""><span style="text-decoration: underline;">PrEP e PEP</span></a> entre as pessoas jovens entrevistadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O UNAIDS tem o compromisso de trabalhar junto com a sociedade civil e acreditamos que envolver uma organização local é fundamental pelo seu conhecimento e experiência de de trabalhar com o público-alvo da enquete&#8221;, explica Claudia Velasquez.&#8221;É importante destacar que envolver a sociedade civil traz, também, um potencial transformador para as jovens e os jovens que trabalharam na implementação da atividade.&#8221;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Motivos para celebrar</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Para Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, as celebrações do Mês do Orgulho são uma demonstração do poder da inclusão e representam um longo caminho na luta para proteger os direitos humanos das pessoas LGBTQIA+. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muito já foi conquistado, mas o progresso alcançado está ameaçado. Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa do <strong>orgulho</strong> celebrado por esta comunidade, pois para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de todas elas”, ressalta Winnie Byanyima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do UNAIDS indicam que existe muito para celebrar. Por exemplo, 123 países não penalizam relações entre pessoas do mesmo sexo. Este é o maior número de países que rejeitam a criminalização já registrado.&nbsp;</p>



<div class="flourish-embed flourish-map" data-src="visualisation/12899833"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais países têm abolido as leis punitivas prejudiciais contra LGBTQIA+, que muitas vezes são remanescentes do domínio colonial. Desde 2019, países como Botsuana, Gabão, Angola, Butão, Antígua e Barbuda, Barbados, Singapura, São Cristóvão e Nevis, Ilhas Cook, Maurício e Dominica revogaram leis que criminalizavam pessoas LGBTQIA+.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Ameaças persistem</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, os direitos humanos da comunidade LGBTQIA+ estão ameaçados por uma rede extremista de organizações e ativistas antidireitos, coordenada globalmente e bem financiada, que gasta milhões promovendo ódio e divisão social, além de propor leis cada vez mais severas para punir pessoas LGBTQIA+. Ataques a esta comunidade violam os direitos humanos e minam a saúde pública.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento que vivemos não é seguro e exige coragem e solidariedade de todas as pessoas. O Mês do Orgulho sempre foi tanto sobre protesto e comemoração, quanto sobre celebração. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que participaram das primeiras manifestações em Nova York, há mais de 50 anos, sabiam que o ORGULHO era o antídoto para o estigma e a discriminação – uma rejeição do sentimento de vergonha que outras pessoas tentavam impor sobre elas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Movimentos liderados por ativistas LGBTQIA+ impulsionaram grande parte do progresso alcançado na proteção dos direitos humanos e da saúde de todas as pessoas.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Momento crucial</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje estamos em um momento crucial: o fim da AIDS como ameaça à saúde pública pode ser alcançado ainda nesta década, mas o progresso está em risco devido ao retrocesso nos direitos humanos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um momento em que o apoio a quem defende os direitos humanos é vital e urgente, os recursos financeiros de apoio para organizações da sociedade civil estão diminuindo, à medida que os países doadores cortam seus orçamentos.&nbsp;</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/12746471"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">A evidência é nítida: o estigma mata. Mas o caminho oposto, que é o da solidariedade, salva vidas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este é um momento para solidariedade. Este é um momento para <strong>ORGULHO</strong>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/06/no-mes-do-orgulho-o-unaids-reforca-seu-apoio-a-comunidade-lgbtqia-em-todo-o-mundo/">No Mês do Orgulho, o UNAIDS reforça seu apoio à comunidade LGBTQIA+ em todo o mundo</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista: Identidade, saúde e cultura são temas de reflexão no Dia dos Povos Indígenas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/04/dia-dos-povos-indigenas-unaids-entrevista-juan-guajajara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 15:02:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 19 de abril de 1943, foi estabelecido, no Brasil, o Dia do Índio. A data foi criada seguindo algumas das medidas propostas aos países participantes do Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México em abril de 1940. O objetivo das medidas era ressaltar a importância de assegurar o respeito aos direitos dos povos indígenas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/04/dia-dos-povos-indigenas-unaids-entrevista-juan-guajajara/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 19 de abril de 1943, foi estabelecido, no Brasil, o Dia do Índio. A data foi criada seguindo algumas das medidas propostas aos países participantes do Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México em abril de 1940. O objetivo das medidas era ressaltar a importância de assegurar o respeito aos direitos dos povos indígenas em todo o continente americano. Em 2022, a data foi renomeada para Dia dos Povos Indígenas.</p>



<span id="more-27657"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança se deu a fim de refletir e abarcar a diversidade dos povos originários que habitavam as terras que viriam a formar o Brasil. No entanto, mesmo após 81 anos desde a criação da data, os direitos dos povos indígenas continuam diariamente sendo desrespeitados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para abordar essa questão e outras relacionadas, o UNAIDS conversou com Ruan Guajajara, um jovem indígena do povo Guajajara (Tentehar). Ruan é formado em Geografia pela Universidade de Brasília (UnB), com mestrado em Geografia da Saúde, e pesquisa a dinâmica do HIV/AIDS no Distrito Federal. Ele é, também, artista, professor, educador e agente de cultura.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Nesta conversa, Ruan Guajajara discute os desafios enfrentados pelos povos indígenas no Brasil atualmente, o papel da cultura no fortalecimento da identidade, o impacto do HIV/AIDS e outras IST no aumento da vulnerabilidade e como abordar temas como prevenção combinada do HIV, diagnóstico e tratamento com antirretrovirais respeitando a cosmovisão das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UNAIDS Brasil: O que te move como pessoa e membro do povo guajajara?</strong><br><strong>Ruan Guajajara:</strong> O que me move enquanto pessoa e enquanto guajajara é a luta pela vida de nós, povos indígenas, pela defesa e autonomia dos nossos territórios, pela saúde plena das nossas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estando em Brasília e pertencendo ao território Morro Branco (Maranhão), assim como tantos outros indígenas na capital, desempenhamos coletivamente um papel fundamental na articulação dos nossos territórios com as instituições, organizações e parceiros, atuando como ponte da base, que é a nossa comunidade, com os demais movimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB:</strong> <strong>Neste sentido, o que é ser, e se reconhecer, como indígena no Brasil hoje?</strong><br><strong>RG:</strong> É exercer sua ancestralidade em qualquer espaço que você esteja. É ser uma ponte de acesso e facilitação para quem está em mais vulnerabilidade em nossas comunidades. É atuar ativamente pela vida e pela manutenção da forma de se viver e enxergar o mundo, a cosmovisão da nação Tentehar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, é também o enfrentamento diário de políticas e acordos que negociam a terra, a água, a floresta, os rios, as nossas vidas… logo estas, que não são e nunca serão mercadoria para nós, porque são parte de nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Quais são os principais desafios enfrentados pelos povos indígenas no Brasil?</strong><br><strong>RG:</strong> Hoje, a mãe de todas as lutas é a demarcação das terras indígenas do Brasil. Não somente a delimitação em si do território, mas a garantia regional de que essas comunidades possam exercer seu modo de vida. A água, os rios, a terra, a floresta, são conectadas em rede a nós, povos indígenas, nosso corpo-território, parte indissociável de quem somos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste contexto, a existência dos povos ainda não está assegurada porque precisamos de um grande movimento nacional de demarcações e defesa dos territórios. Precisamos também de estratégias de enfrentamento às ferramentas que causam destruição e contaminação da terra, provocando eventos climáticos extremos, como os que vemos todos os dias, as secas, incêndios e cheias, aprofundadas pelo atual contexto de mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após mais de 500 anos de colonização, somente agora tivemos, no Brasil, a criação histórica de um <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/povosindigenas/pt-br" target="_blank" rel="noopener" title="">Ministério dos Povos Indígenas</a></span>. É necessário mais tempo e políticas públicas que articulem diversos eixos, como saúde indígena, bioeconomia, demarcação das terras e outras, para resolver a dívida histórica que a atual sociedade brasileira tem para com os povos originários deste país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Qual é o papel da cultura para impactar positivamente a percepção pública sobre a questão indígena?<br>RG:</strong> A cultura é a continuidade da existência dos povos. É a manutenção da nossa identidade, é a forma de ver o mundo, as rezas, as festas, as ritualísticas da menina moça, do rapaz e do mel. É a língua falada e escrita, com suas diferenças em cada território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o papel da cultura é exercer em si mesmo a ancestralidade do povo, para além do que é visto ou presenciado. É a vida em sua plenitude. E só poderemos sensibilizar o público, ou os demais grupos sociais do país, se eles estiverem abertos a pensar de uma forma diferente, virar a chave, ver a terra e a água como irmãos, e não como mercadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mística dos povos indígenas envolve e sensibiliza, basta estar junto e presenciar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Alguns estudos indicam uma forte prevalência de HIV e outras IST nas comunidades indígenas. Por que você acredita que isto ocorre?<br>RG:</strong> Desde 2015, no boletim epidemiológico de HIV/AIDS do país, nós, povos indígenas, apresentamos uma média de mais de 100 parentes infectados por HIV todos os anos. Os dados mostram, entre 2007 e 2023, um total de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2023/hiv-aids/boletim-epidemiologico-hiv-e-aids-2023.pdf/view" target="_blank" rel="noopener" title="">1.787 parentes infectados</a></span>, com os homens mais vulneráveis no processo de infecção.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/17634180"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às nossas grávidas, os dados revelam muito mais, uma vez que se houvesse pré-natal eficiente e demais ferramentas de atendimento às mães, de forma plena, a infecção não ocorreria. No entanto, entre os anos de 2000 a 2023 houve um número de 545 mães infectadas por HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão da disparidade, ausência ou deficiência dos dados sobre HIV e AIDS nas comunidades indígenas dialoga com a necessidade de termos uma saúde específica, voltada para os indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso que, dentro do subsistema de saúde indígena do Brasil, os profissionais e trabalhadores que atuam no setor estejam preparados e qualificados para a obtenção desses dados, para o preenchimento correto das informações e tenham o tato na ação de acolher o parente que precisa da prevenção e do tratamento às IST.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: O que precisa ser feito sobre esta situação?<br>RG:</strong> Uma das possíveis respostas a essa vulnerabilidade apresentada pelos povos indígenas dialoga com a dinâmica espacial das doenças, que afeta populações prioritários e chave para o HIV, incluindo os povos indígenas, as juventudes e as pessoas LGBTQIA+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os parentes que se encontram em um contexto de grande mobilidade urbana, de saída e entrada no território, proximidade a centros, cidades e garimpos, bem como a juventude indígena e os jovens que saem dos seus territórios para estudar na cidade, pertencem aos grupos mais vulneráveis para entrarem em contato com as mais diversas infecções sexualmente transmissíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala em uma estratégia de prevenção, disgnóstico e tratamento, entendo que é necessário fazer um amplo momento de diálogo nos territórios e nas comunidades urbanas. Precisamos alcançar as lideranças, homens e mulheres, jovens e anciões, envolvendo todos da comunidade em uma conversa que é necessária para a manutenção da vida e da saúde dos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso falar sobre, mas considerando as especificidades de cada povo e território, realizando um diálogo potente e parceiro das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Como reconhecer e garantir o respeito à cosmovisão dos povos indígenas ao se trabalhar temas como prevenção combinada do HIV, diagnóstico e tratamento com antirretrovirais?<br>RG:</strong> Acredito que o primeiro passo é estar em diálogo com as lideranças e pessoas centrais das comunidades, a partir de uma demanda do próprio território. Uma coisa que a ancestralidade pode ensinar é o respeito às tradições e aos mais velhos. Temos, portanto, de trabalhar juntos. Existem muitos temas sensíveis aos povos e devemos atuar com isto, caminhando junto, mas construindo pontes para diálogos que precisam ser feitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, é preciso momentos de intercâmbio em saúde, troca de experiência entre povos que enfrentam a pandemia de HIV/AIDS e demais IST, familiarizando nossas comunidades com o assunto. São necessários, também, amplos processos formativos nacionais e regionais para as comunidades, nos territórios que demonstrarem maiores vulnerabilidades e abertura à temática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo processo formativo que envolve nossos povos precisa ser feito com respeito e com uma sabedoria estratégica, caminhando e construindo coletivamente o que precisa ser feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para conhecer um pouco mais das ações desenvolvida pelo <em><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/copatrocinadores/" target="_blank" rel="noopener" title="">joint team</a></span></em> do UNAIDS em parceria com populações indígenas, visite <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unesco.org/pt/articles/educacao-em-saude-e-bem-estar-para-populacoes-indigenas-do-brasil" target="_blank" rel="noopener" title="">UNESCO</a></span>, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.ilo.org/brasilia/publicacoes/WCMS_893743/lang--pt/index.htm" target="_blank" rel="noopener" title="">OIT</a></span> e <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.awure.com.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Projeto Àwúre</a></span>, uma iniciativa realizada conjuntamente pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), OIT e UNICEF, com apoio do UNAIDS.</p>
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	            data-title="Entrevista: Identidade, saúde e cultura são temas de reflexão no Dia dos Povos Indígenas" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2024/04/dia-dos-povos-indigenas-unaids-entrevista-juan-guajajara/">Entrevista: Identidade, saúde e cultura são temas de reflexão no Dia dos Povos Indígenas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Entrevista: A Comunidade ballroom e o Movimento Social da Aids</title>
		<link>https://unaids.org.br/2024/03/entrevista-a-comunidade-ballroom-e-o-movimento-social-da-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2024 15:10:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem acompanhou o seriado &#8220;Pose&#8221; conheceu o papel poderoso que a cultura ballroom teve no acolhimento e na proteção da comunidade LGBTQIAPN+. A série se tornou um marco, ao explorar temas como identidades de gêneros dissidentes, discriminação racial e desigualdade social, especialmente a relação de pessoas vivendo com HIV/Aids na comunidade ballroom na cidade, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/03/entrevista-a-comunidade-ballroom-e-o-movimento-social-da-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Quem acompanhou o seriado &#8220;<em>Pose</em>&#8221; conheceu o papel poderoso que a cultura ballroom teve no acolhimento e na proteção da comunidade LGBTQIAPN+.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A série se tornou um marco, ao explorar temas como identidades de gêneros dissidentes, discriminação racial e desigualdade social, especialmente a relação de pessoas vivendo com HIV/Aids na comunidade <em>ballroom</em> na cidade de Nova Iorque, na época mais crítica da epidemia, entre os anos de 1980 e 1990.</p>



<span id="more-27446"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As <em>balls</em> são eventos cheios de energia, onde participantes LGBTQIAPN+ competem em diversas categorias, como melhor rosto, vestido e desfile. A dança, a performance e os figurinos, muitas vezes criados pelas pessoas que competem no evento, são elementos essenciais para alcançar o sucesso em cada &#8220;batalha&#8221;. Um painel julgador especializado na cena <em>ballroom</em> avalia minuciosamente cada apresentação, adicionando uma camada extra de emoção e competição ao evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um nome de destaque no cenário brasileiro da cultura <em>ballroom</em> é Fênix Zion, pioneira na região Nordeste, veio de Alagoas e atualmente vive no Jardim Romano, Zona Leste da cidade de São Paulo, de onde milita pelos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, especialmente nas regiões periféricas, por meio da dança e da cultura.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Fênix vive com HIV e quando descobriu seu estado sorológico teve um acolhimento e suporte imediatos da <em>House of Zion</em>, uma das principais casa de <em>ballroom</em> nacional, com representação no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta entrevista, Fênix Zion fala sobre o impacto da cultura <em>ballroom</em> na resposta ao HIV/AIDS e as ações desenvolvidas por esta comunidade no Brasil, incluindo a <em>Ball</em> Anual Vera Verão, que este ano contará com o apoio do UNAIDS e da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.ilo.org/brasilia/lang--es/index.htm" target="_blank" rel="noopener" title="">OIT</a></span> e é um dos maiores eventos <em>ballroom</em> do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UNAIDS Brasil: Poderia nos explicar o que é a comunidade <em>ballroom</em> e como ela se relaciona com o movimento social da Aids?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fênix Zion</strong>: Claro! A comunidade <em>ballroom</em> é um espaço cultural formado por pessoas negras, latinas, LGBTQIAPN+, muitas delas vivendo com HIV/Aids. Surgiu como uma resposta às marginalizações enfrentadas por essas populações. E sua relação com o movimento social da Aids é intrínseca, já que a maioria dos membros da comunidade <em>ballroom</em> é constituída por pessoas LGBTQIAPN+, especialmente homens gays e mulheres trans, transexuais e travestis, que foram duramente afetadas pela epidemia da Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comunidade <em>ballroom</em>, que surgiu no final dos anos 1960, teve seu início registrado pelo documentário &#8220;The Queen&#8221;, de 1968, no qual Crystal LaBeija denuncia o racismo nos concursos de beleza para <em>drag queens</em>, culminando na realização do primeiro baile para <em>drags queens</em> negras e latinas e na fundação da primeira casa, a <em>The Royal House of LaBeija</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas periferias de Nova Iorque, as <em>houses</em> se tornaram poderosas ferramentas de acolhimento, entretenimento e enaltecimento para pessoas negras, latinas, LGBTQIAPN+ e HIV positivas. Os bailes, conhecidos como &#8220;<em>balls</em>&#8220;, estruturaram-se como espaços de apoio e proteção, onde são realizadas performances em categorias de beleza, moda, comportamento e dança, celebrando a diversidade e os talentos das pessoas marginalizadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É na comunidade <em>ballroom</em> que nasce a dança vogue ou voguing, inventada na década de 1970 por Paris Dupree, e amplamente divulgada pela mídia, mas reconstruída em um lugar de performance radical pelas mulheres trans negras. Essa dança transcreve uma história de resiliência e lutas culturais de populações marginalizadas, remontando às <em>drag balls</em> do século XIX.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde os anos 1980, a comunidade <em>ballroom</em> desafia as estruturas sociais, dialogando com movimentos de defesa das populações marginalizadas, como o movimento social da Aids, enfrentando o estigma e lutando pelos direitos das pessoas negras, latinas, periféricas, LGBTQIAPN+ e HIV positivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Como os bailes da comunidade <em>ballroom</em> se tornaram espaços importantes para abordar questões relacionadas à prevenção do HIV/Aids e para promover o diálogo sobre esses temas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: Os bailes da comunidade <em>ballroom</em> não são apenas eventos de entretenimento, mas também são locais de conscientização e educação. Eles proporcionam um ambiente seguro onde as pessoas podem se expressar livremente e onde são realizadas ações de prevenção, como testes de HIV gratuitos e distribuição de preservativos e informações sobre a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">PrEP</a></span> (profilaxia pré-exposição ao HIV ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, como mencionado, os bailes servem como plataformas para discutir abertamente sobre o HIV/Aids e para desafiar estigmas e preconceitos relacionados a essa doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: A série “Pose” trouxe à tona muitas dessas questões, incluindo a relação entre a comunidade <em>ballroom</em> e a epidemia da Aids. Como você vê a representação desses temas na mídia?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: A série “Pose” foi um marco importante ao explorar essas questões, dando visibilidade às histórias e experiências da comunidade <em>ballroom</em> durante a epidemia da Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A representação na mídia é crucial para aumentar a conscientização e promover o diálogo sobre questões como identidade de gênero, discriminação racial e saúde pública, incluindo HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Você poderia nos contar um pouco mais sobre a <em>Latex Ball </em>e seu papel na conscientização sobre o HIV/Aids?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: Certamente! A <em>Latex Ball</em> é um evento anual que tem sido fundamental na promoção da conscientização sobre o HIV/Aids na comunidade <em>ballroom</em>. Criada em 1990 a partir de uma parceria entre a ONG GMHC, Crise de Saúde dos Homens Gays, em tradução livre para o português, e lideranças da <em>ballroom</em>, a <em>Latex Ball</em> oferece uma oportunidade única para engajar milhares de pessoas em conversas sobre saúde sexual e HIV/Aids de forma consciente e respeitosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, serve como uma poderosa intervenção comunitária, proporcionando um espaço para diálogos e reflexões sobre essas questões. É um evento que reúne milhares de pessoas, principalmente aquelas afetadas pela epidemia, e serve como uma plataforma para disseminar informações sobre prevenção, testagem e tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a <em>Latex Ball</em> evolui em um contexto distinto daquele dos anos 90, mas permanece como uma referência histórica na criação de espaços dentro da <em>ballroom</em> para discutir a questão da Aids. A doença continua a afetar especificamente determinadas populações e é ainda utilizada como uma ferramenta de necropolítica, resultando em fatalidades contínuas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, as <em>balls</em> representam uma resposta poderosa ao vírus do HIV e à epidemia da Aids, oferecendo um espaço de conscientização, apoio e resistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Como as ações da comunidade <em>ballroom</em> no Brasil estão abordando o tema do HIV/Aids?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: As ações da comunidade <em>ballroom</em> no Brasil estão se concentrando em promover a prevenção, reeducação sexual e conscientização sobre o HIV/Aids. Projetos como o “Articulando”, iniciativa da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/istaids/index.php?p=244532" target="_blank" rel="noopener" title="">Coordenaria de IST/Aids de São Paulo</a></span> em parceria com líderes da comunidade <em>ballroom</em> em São Paulo têm capacitado membros da comunidade local para atuarem como agentes de prevenção e têm proporcionado espaços para discutir abertamente sobre essas questões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, iniciativas como a PositHIVa <em>Ball</em>, a <em>Ball For Blood</em> e a <em>Ball</em> Anual Vera Verão têm buscado sensibilizar a população sobre a conscientização acerca do HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Fale um pouco mais sobre o Vera Verão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: A <em>Ball</em> Anual Vera Verão, que este ano contará com o apoio do UNAIDS e da OIT, é um dos maiores eventos <em>ballroom</em> do Brasil, em homenagem à icônica personagem interpretada por Jorge Lafond (1952 &#8211; 2003), personalidade LGBTQIAPN+ de extrema importância na representação da comunidade preta periférica. Lafond deixou um legado marcante no teatro, na televisão brasileira e na imaginação de todo o país, desafiando estereótipos e promovendo a diversidade na mídia.</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O Vera Verão não apenas celebra sua memória, mas também busca explorar as múltiplas realidades vivenciadas por corpos negros, indígenas e dissidentes, incluindo aqueles vivendo com HIV/Aids. Comprometida com os direitos humanos, a edição deste ano, que acontece no dia 30 de março, destaca questões cruciais como raça, classe, gênero, sexualidade, saúde da população preta e o estigma associado ao HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia do baile, vamos ter o apoio também da Coordenadoria de IST/Aids, da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo , com o projeto PrEP. O público presente na <em>Ball</em> Anual Vera Verão poderá fazer testagem rápida gratuita para HIV, sífilis, hepatites B e C, e iniciar o uso da PrEP. Também vai acontecer distribuição de insumos de prevenção, como preservativos e gel lubrificantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Por fim, como você vê o futuro da comunidade <em>ballroom</em> em relação à conscientização sobre o HIV/Aids?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: Eu vejo um futuro promissor para a comunidade <em>ballroom</em> no que diz respeito à conscientização sobre o HIV/Aids. Por meio de suas ações afirmativas e de seus espaços de diálogo e celebração, a comunidade <em>ballroom</em> continuará desempenhando um papel fundamental na promoção da conscientização e na luta contra o estigma em torno do HIV/Aids.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espero que essas iniciativas continuem crescendo e que possamos alcançar uma sociedade mais inclusiva e consciente em relação a essas questões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>UB: Obrigado por compartilhar suas perspectivas conosco, Fênix Zion. Foi um prazer conversar com você sobre esse tema tão relevante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>FZ</strong>: O prazer foi meu! Espero que essa entrevista ajude a promover ainda mais a conscientização sobre o HIV/Aids e o papel importante que a comunidade <em>ballroom</em> desempenha nessa luta.</p>
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