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	<title>Rede Globo - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Rede Globo visita o UNAIDS após indicação ao Emmy Kids</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 16:01:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma equipe da Rede Globo visitou a sede do UNAIDS em Genebra, na Suíça, na véspera (9/4) da cerimônia de premiação do International Emmy Kids Awards, em Cannes, na França. A Globo e o UNAIDS foram nomeados para o Emmy Kids na categoria digital pela websérie Eu Só Quero Amar—um desdobramento da temporada 2015-2016, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/04/rede-globo-visita-o-unaids-apos-indicacao-ao-emmy-kids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma equipe da Rede Globo visitou a sede do UNAIDS em Genebra, na Suíça, na véspera (9/4) da cerimônia de premiação do International Emmy Kids Awards, em Cannes, na França. A Globo e o UNAIDS foram nomeados para o Emmy Kids na categoria digital pela websérie</span><i><span style="font-weight: 400;"> Eu Só Quero Amar</span></i><span style="font-weight: 400;">—um desdobramento da temporada 2015-2016 de </span><i><span style="font-weight: 400;">Malhação: Seu Lugar no Mundo. </span></i><span style="font-weight: 400;">A série finalista do Emmy Kids mistura realidade e ficção para falar sobre a vida de casais sorodiferentes, quando um dos parceiros vive com HIV e o outro não.</span></p>
<p><span id="more-8732"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Genebra, a primeira parte do encontro foi marcada pela assinatura de uma Carta de Acordo (Letter of Agreement) entre o UNAIDS e a Globo. O documento reconhece a parceria já existente desde 2015 na promoção de mensagens sobre prevenção ao HIV e respeito aos direitos humanos. Estas ações fazem parte dos esforços conjuntos para a promoção da Agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030 e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), incluindo o fim da epidemia de AIDS até 2030, através das plataformas Tudo Começa pelo Respeito e Geração do Amanhã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O acordo assinado pelo Diretor de Comunicação da Globo, Sérgio Valente, e pelo Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, propõe a continuidade desta parceria para o desenvolvimento de novas campanhas de conscientização da população sobre o HIV e sobre iniciativas inovadoras de defesa e promoção dos direitos humanos em torno de questões-chave para a resposta à epidemia de AIDS no Brasil e no mundo. O documento destaca também o compromisso das duas organizações em realizar oficinas e treinamentos para profissionais de diversas áreas da TV Globo sobre HIV, AIDS, estigma e discriminação.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8841" style="width: 3010px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8841" class="wp-image-8841 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754.jpg" alt="" width="3000" height="2000" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754.jpg 3000w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1754-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 3000px) 100vw, 3000px" /></a><p id="caption-attachment-8841" class="wp-caption-text">UNAIDS e Rede Globo assinaram uma Carta de Acordo (Letter of Agreement) que reconhece a parceria já existente desde 2015 na promoção de mensagens sobre prevenção ao HIV e respeito aos direitos humanos. Foto: Roman Levchenko/UNAIDS</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de representantes do UNAIDS, participaram também da cerimônia de assinatura Beatriz Azeredo, Diretora de Responsabilidade Social da Globo, Emanuel Jacobina, autor da temporada 2015-2016 de Malhação (Seu Lugar no Mundo) e da websérie Eu Só Quero Amar, e Leonardo Nogueira, Diretor Artístico da série. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segunda parte da visita à sede do UNAIDS em Genebra foi marcada por um debate realizado para funcionários do UNAIDS e da OMS, convidados especiais e diplomatas, incluindo a participação da Representante da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas em Genebra, Maria Farani Azevedo.  “A TV Globo é uma verdadeira inspiração, porque tem trilhado um longo caminho retratando mais mulheres como exemplos de empoderamento e informando as pessoas sobre zero discriminação e direitos humanos”, disse durante o debate. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Os resultados dessa parceria com a Globo têm sido fundamentais para que o UNAIDS consiga promover a aceleração da resposta ao HIV no Brasil porque nos ajuda a levar mensagens importantes a um número muito grande de pessoas, principalmente os jovens”, explicou Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, que foi a anfitriã do encontro em Genebra. “Esta indicação ao Emmy Kids com a Malhação já é uma vitória que vem coroar esta parceria, demonstrando a qualidade do trabalho feito com o apoio da área de Responsabilidade Social da Globo ao longo dos últimos anos.”</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_8736" style="width: 3010px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-8736" class="wp-image-8736 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809.jpg" alt="" width="3000" height="2000" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809.jpg 3000w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MG_1809-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 3000px) 100vw, 3000px" /><p id="caption-attachment-8736" class="wp-caption-text">&#8220;Essa parceria com o Brasil é muito importante para nós. Estou muito feliz porque vocês estão lidando com novas fronteiras, estão falando sobre colocar os jovens no centro&#8221;, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. Foto: Roman Levchenko/UNAIDS</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de toda a primeira temporada de Malhação: Seu Lugar no Mundo, o UNAIDS prestou assessoria técnica e apoio ao autor, roteiristas e produtores da série para as cenas envolvendo o personagem Henrique (Thales Cavalcanti), um jovem vivendo com HIV. Com o sucesso de audiência—uma média diária de 24 milhões de telespectadores, principalmente pré-adolescentes e seus pais—o casal “Camique” logo se tornou<br />
queridinho entre os casais da trama e ganhou espaço nessa série especial e nas redes sociais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">UNAIDS, Globo e Gshow co-produziram o spin-off para a web,</span><a href="https://gshow.globo.com/webseries/eu-so-quero-amar-malhacao-seu-lugar-no-mundo/playlist/eu-so-quero-amar.ghtml"> <span style="font-weight: 400;">disponível no Globoplay</span></a><span style="font-weight: 400;">, a plataforma de streaming da Globo. A websérie de cinco episódios se tornou a terceira série original mais assistida na plataforma, com quase 1 milhão de visualizações em apenas 3 meses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, parabenizou a Globo, destacando como a mídia desempenha um papel fundamental para o fim do estigma e da exclusão relacionados ao HIV. Ele elogiou a parceria com a Globo por usar o </span><i><span style="font-weight: 400;">edutainment</span></i><span style="font-weight: 400;"> (educação e entretenimento) para alcançar jovens com informações envolventes e relevantes sobre o HIV. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Emmanuel Jacobina contou que a ideia da websérie surgiu de uma conversa que teve com a equipe do UNAIDS sobre HIV no Brasil. Jacobina disse que ficou perturbado ao saber que, apesar de todos os métodos de prevenção, dezenas de milhares de pessoas ainda são infectadas por HIV a cada ano no Brasil. Como resultado, a websérie pareceu a melhor ferramenta para aprofundar esse debate e falar abertamente sobre relacionamentos, sexualidade e HIV. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Diretora de Responsabilidade Social da Globo reiterou o compromisso da empresa em mobilizar a sociedade brasileira em torno de grandes questões sociais com séries de televisão e publicidade social. O Diretor de Comunicações da Globo, Sergio Valente, destacou a presença da Globo em mais de 100 países e seu alcance de 99% dos lares brasileiros.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550">
<p lang="en" dir="ltr">We are all winners. Congratulations to everyone involved in this great production, &#39;I Just Want To Love&#39; ❤ <a href="https://twitter.com/hashtag/iemmyKIDS?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#iemmyKIDS</a> <a href="https://t.co/2MlSy3c2wn">pic.twitter.com/2MlSy3c2wn</a></p>
<p>&mdash; UNAIDS Brasil (@UNAIDSBrasil) <a href="https://twitter.com/UNAIDSBrasil/status/983806951866945538?ref_src=twsrc%5Etfw">April 10, 2018</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Na cerimônia realizada no dia seguinte, em Cannes, a série norueguesa <i>Jenter</i> (<i>Young Girls</i>), produzida pela NRK, foi a premiada com o Emmy. Entre as finalistas ao lado de Eu <i>Só Quero Amar</i>, estavam também outras produções da Noruega e do Japão.</p>
<p><strong>Assista ao evento completo aqui:</strong></p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FUNAIDS%2Fvideos%2F10156898309348797%2F&amp;width=700&amp;show_text=true&amp;height=391&amp;appId" width="700" height="391" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CITAÇÕES </strong></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>&#8220;Nós sabemos como criar histórias, mas a parceria com o UNAIDS é fundamental porque vocês nos ensinam o que é importante falar e a forma correta de falar. E nós transformamos essa mensagem em entretenimento, que é a melhor forma de ensinar.&#8221;<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"><br />
</span><strong>SERGIO VALENTE, DIRETOR DE COMUNICAÇÕES, TV GLOBO</strong></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>“A TV Globo é uma ponte para nos ajudar a acabar com o estigma e o preconceito e, esperamos, mudar as atitudes.”<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"><br />
</span><strong>MICHEL SIDIBÉ, DIRETOR EXECUTIVO DO UNAIDS</strong></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>“A TV Globo é uma verdadeira inspiração, porque percorreu um longo caminho retratando mais mulheres como exemplos e informando as pessoas sobre Zero Discriminação.”<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"><br />
</span><strong>MARIA FARANI AZEVEDO, REPRESENTANTE PERMANENTE DO BRASIL NAS NAÇÕES UNIDAS EM GENEBRA</strong></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>“Escrever sobre saúde pública é falar de medo, discriminação. Com medo, você não se abre para o outro, não exerce a tolerância. Para contar a história do casal sorodiferente, foram muito importantes as informações dadas pelo UNAIDS pois conseguimos fugir dos estereótipos e falamos de saúde pública com toda a família sem deixar de fazer entretenimento”<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"><br />
</span><strong>EMANUEL JACOBINA, AUTOR DE <i>MALHAÇÃO </i>E <i>EU SÓ QUERO AMAR</i></strong></p>
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		<title>Artistas devem apoiar luta da ONU por um mundo melhor, defende Mateus Solano</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/03/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 15:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030. “A classe artística, como formadora de opinião, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030.<span id="more-8530"></span></p>
<p>“A classe artística, como formadora de opinião e como classe que tem um contato direto com o coração das pessoas, tem uma responsabilidade muito importante nessa luta por um mundo melhor”, afirmou Mateus em entrevista à ONU no Brasil. Na avaliação do ator, o papel de seus colegas deve ser “multiplicar a ideia e os esforços para que os ODS sejam cumpridos até 2030”.</p>
<p>Entre as metas da agenda da ONU, adotada em 2015 pelos 193 países-membros da Organização, estão compromissos com o fim da fome e da miséria, com a redução das desigualdades, com uma educação de qualidade para todos, com a preservação da natureza, com a promoção da saúde e com a adoção de padrões sustentáveis de consumo e produção.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/3zA6GXS6Fts" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“A gente precisa que os ODS sejam cumpridos em bloco. Se você comete um preconceito de gênero, você gera um problema de justiça. Se você tem um problema de meio ambiente, isso pode virar um problema de saúde. Está tudo interligado”, explica Mateus.</p>
<p>No fim de 2017, o ator participou da campanha Geração do Amanhã, uma iniciativa da Rede Globo para disseminar os ODS junto ao público do canal. O projeto também realizou, com apoio técnico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a série de debates online Repercutindo Ideias, com especialistas das diferentes áreas contempladas pela agenda das Nações Unidas.</p>
<p>O envolvimento de Mateus com a ONU, porém, é mais antigo. Em 2014, após a repercussão do personagem gay Félix, da novela Amor à Vida, o ator foi escolhido pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para o ocupar o cargo honorário de embaixador da Boa Vontade da agência.</p>
<p>“A partir de um personagem na televisão, que falava muito sobre o preconceito e a intolerância com as diferenças, eu tive um convite na vida real, que foi, sem dúvida, o convite que mais me enobreceu como ser humano”, lembra o artista.</p>
<p>Filho de diplomata, Mateus conta que a ONU “sempre o rondou” como ideia, “a ideia de que nós vivamos num mundo em que nos respeitemos”.</p>
<p>“A ONU me lembra muito a Mafalda, do Quino. O sonho da Mafalda era ser a tradutora da ONU e, quando os Estados Unidos fossem falar com a Rússia (durante a Guerra Fria), ela traduziria tudo ‘errado’, de uma forma boa. Assim, como tradutora da ONU, ela ia promover a paz mundial”, brinca o artista.</p>
<p>Para Mateus, alcançar os ODS exigirá mudanças de comportamento de toda a sociedade.</p>
<p>“O ser humano gosta de encontrar uma forma de viver e de repetir (essa forma), porque ali ele se sente mais confortável. Mas existem hábitos que a gente repete automaticamente, sem pensar sobre eles. Muitos desses hábitos são ruins para o planeta, para o próximo, para quem está a sua volta e para você mesmo. Existe muito preconceito aprendido.”</p>
<p>“Não faz sentido a gente estar aqui se não for para mudar”, completa o ator.</p>
<p><em>Com informações de: <a href="https://nacoesunidas.org/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/" target="_blank" rel="noopener">ONU Brasil</a></em></p>
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		<title>Websérie sobre casais sorodiferentes concorre ao Emmy Kids 2017</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/10/webserie-eu-so-quero-amar-concorre-ao-emmy-kids-2017/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 20:12:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A novela Malhação &#8211; Seu Lugar no Mundo foi indicada ao Emmy Kids 2017 na categoria Digital pela série original Eu Só Quero Amar, produzida e exibida pelo Gshow. O projeto é fruto de uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a área de Responsabilidade Social da TV Globo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/webserie-eu-so-quero-amar-concorre-ao-emmy-kids-2017/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A novela <a href="http://gshow.globo.com/novelas/malhacao/2015/" target="_blank" rel="noopener"><em>Malhação &#8211; Seu Lugar no Mundo</em></a> foi indicada ao Emmy Kids 2017 na categoria Digital pela série original <a href="http://gshow.globo.com/webseries/eu-so-quero-amar-malhacao-seu-lugar-no-mundo/playlists/0/eu-so-quero-amar.html" target="_blank" rel="noopener"><em>Eu Só Quero Amar</em></a>, produzida e exibida pelo <a href="http://gshow.globo.com/" target="_blank" rel="noopener">Gshow</a>. O projeto é fruto de uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), a área de Responsabilidade Social da TV Globo e o Gshow.<span id="more-7493"></span></p>
<p>O anúncio das nomeações foi feito nesta segunda-feira (16/10), pela Academia Internacional das Artes &amp; Ciências Televisivas. Os vencedores de todas as categorias serão conhecidos no dia 10 de abril de 2018, em uma cerimônia na França. <em>Malhação</em> disputa o prêmio com produções do Japão e da Noruega.</p>
<p>Com roteiro de Filipe Lisboa e Giovana Moraes e direção de Fernando Nipper e Filipe Lisboa, a produção, que mistura documentário e ficção, gira em torno da história do casal sorodiferente Henrique e Camila, interpretados pelos atores <a href="http://gshow.globo.com/artistas/thales-cavalcanti/" target="_blank" rel="noopener">Thales Cavalcanti</a> e <a href="http://gshow.globo.com/artistas/manuela-llerena/" target="_blank" rel="noopener">Manuela Llerena</a> na novela Malhação—Seu Lugar no Mundo. Na série, eles participam de um webdocumentário, ao lado de casais sorodiferentes reais, falando sobre seu relacionamento.<img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-7500 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/eusoqueroamar-1.gif" alt="" width="690" height="389" />Por meio de parceria com a área de Responsabilidade da TV Globo, o UNAIDS prestou consultoria à equipe de Malhação: Seu Lugar no Mundo para apoiar o autor da trama, roteiristas e produtores no refinamento da linguagem e nas sugestões de temas e histórias reais capazes de apoiar as cenas com os personagens envolvidos direta e indiretamente com a questão do HIV.</p>
<p>&#8220;A ideia da websérie surgiu de toda discussão que travei com o pessoal do UNAIDS sobre o HIV no Brasil no século XXI. Percebemos que tudo que precisava ser dito seria dito com mais clareza em uma série específica sobre o tema. Foi isso que originou Eu só quero amar”, disse o autor Emanuel Jacobina, que celebrou a indicação e comentou a importância do projeto. &#8220;Acho um trabalho muito importante que retomou a discussão sobre o HIV, de esclarecimento sobre a questão da prevenção. Sinto-me honrado e orgulhoso com a indicação. É um projeto que teve um reconhecimento importante, tivemos um vídeo da série apresentado em um seminário da ONU. Independente do resultado do prêmio, fizemos um grande trabalho.&#8221;</p>
<div id="attachment_7501" style="width: 5626px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7501" class="wp-image-7501 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o.jpg" alt="" width="5616" height="3744" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o.jpg 5616w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/27849989680_e4eebecf29_o-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5616px) 100vw, 5616px" /><p id="caption-attachment-7501" class="wp-caption-text">Evento paralelo do UNAIDS Brasil durante a Reunião de Alto Nível da ONU sobre o Fim da AIDS. Foto: Roman Levchenko/UNAIDS</p></div>
<p>O caso de sucesso em edutainment (educação com entretenimento) foi apresentado na sede da ONU, em Nova York, em um <a href="https://unaids.org.br/2016/06/novas-maneiras-de-engajar-jovens-atraves-do-edutainment-para-atingir-as-metas-de-aceleracao-de-resposta-do-unaids/" target="_blank" rel="noopener">evento paralelo</a> realizado pelo UNAIDS Brasil durante a Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre o Fim da AIDS, que aconteceu em junho de 2016. Participaram do encontro a Diretora de Responsabilidade Social da Globo, Beatriz Azeredo, o jovem ator e criador de conteúdo online Gabriel Estrela, do canal Projeto Boa Sorte no Youtube, além de jovens de outros países, autoridades brasileiras e Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-7498" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k-211x300.jpg" alt="" width="266" height="378" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k-211x300.jpg 211w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k-768x1090.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k-722x1024.jpg 722w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k-846x1200.jpg 846w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k-507x720.jpg 507w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/CkbqA7-W0AAoo0k.jpg 874w" sizes="auto, (max-width: 266px) 100vw, 266px" /></p>
<p>Para Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil, foi muito importante fazer a ficção conversar com a realidade. “Um dos pontos de sucesso da websérie foi ter conseguido levar a mensagem de quem vive e convive com HIV em uma linguagem interessante para os adolescentes”, relembra. “Tivemos um personagem jovem vivendo com HIV interagindo com outros jovens, misturando o mundo da novela e o mundo real com mensagens corretas e acessíveis para esse público.&#8221;</p>
<p>Gabriel Estrela, jovem vivendo com HIV que também é criador do musical autobiográfico <em>Boa Sorte</em>, foi convidado pelo UNAIDS para participar do processo de quase cinco meses de consultoria à novela <em>Malhação—Seu Lugar no Mundo</em> e das conversas para a concepção do roteiro da websérie <em>Eu Só Quero Amar</em>. Estrela também participou da websérie como um dos personagens, ao representar um trecho de seu musical e ao dar um dos depoimentos de casais sorodiferentes da vida real. Na websérie, o personagem HIV-positivo, Henrique, identifica-se com a história de Gabriel ao assistir à peça. “O sucesso da websérie é uma evidência de que a união da grande mídia com a sociedade civil e organismos internacionais para fazer um trabalho responsável pode nos levar a lugares mais distantes.”</p>
<p>Com apoio do UNAIDS, os roteiristas e diretores da websérie buscaram aprofundar o debate sobre HIV para um público jovem, tendo como ponto central a vida de diversos casais sorodiferentes, desde os desafios no convívio social—como o enfrentamento do estigma e da discriminação—até a vivência de uma sexualidade saudável e bem informada.</p>
<p>A websérie conta com <a href="https://unaids.org.br/2016/03/em-parceria-com-unaids-malhacao-tera-nova-serie-original-no-gshow-sobre-casais-sorodiferentes/" target="_blank" rel="noopener">5 episódios, que podem ser vistos pelo Gshow</a>, a plataforma online voltada exclusivamente a conteúdo de entretenimento da Globo ou pelo Globo Play, a plataforma online de vídeos da rede. De abril a junho de 2016, a websérie havia se consolidado como a terceira série original mais vista da história do Gshow, com mais de 800 mil visualizações, segundo informações da Rede Globo.</p>
<p><a href="http://gshow.globo.com/webseries/eu-so-quero-amar-malhacao-seu-lugar-no-mundo/playlists/0/eu-so-quero-amar.html" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui e reveja a série!</strong></a></p>
<p><em>Com informações do <a href="https://gshow.globo.com/novelas/malhacao/2017/noticia/malhacao-seu-lugar-no-mundo-concorre-ao-emmy-kids-2017.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Gshow</a>.</em></p>
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	            data-title="Websérie sobre casais sorodiferentes concorre ao Emmy Kids 2017" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/10/webserie-eu-so-quero-amar-concorre-ao-emmy-kids-2017/">Websérie sobre casais sorodiferentes concorre ao Emmy Kids 2017</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Brasil, Wanessa Camargo, participa de conversa sobre HIV e discriminação com a Revista Glamour</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 21:18:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Brasil, Wanessa Camargo, participou, na noite do dia 24 de agosto, de um Facebook Live na página da Revista Glamour, da Editora Globo. A conversa foi sobre HIV e discriminação e contou também com a participação do ator e youtuber Gabriel Estrela e dos jornalistas Nathan Fernandes,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/08/embaixadora-de-boa-vontade-do-unaids-brasil-wanessa-camargo-participa-de-conversa-sobre-hiv-e-discriminacao-com-revista-glamour/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Brasil, Wanessa Camargo, participou, na noite do dia 24 de agosto, de um <em>Facebook Live</em> na página da Revista Glamour, da Editora Globo. A conversa foi sobre HIV e discriminação e contou também com a participação do ator e youtuber Gabriel Estrela e dos jornalistas Nathan Fernandes, da Revista Galileu, e Felipe Carvalho, da Glamour.<span id="more-7390"></span></p>
<div class="fb-video" data-href="https://www.facebook.com/glamourbrasil/videos/vb.196329073799810/1359961424103230/?type=2&amp;theater" data-width="700" data-show-text="true">
<blockquote class="fb-xfbml-parse-ignore" cite="https://www.facebook.com/glamourbrasil/videos/1359961424103230/"><p><a href="https://www.facebook.com/glamourbrasil/videos/1359961424103230/">Wanessa Camargo bate papo com a Glamour e Galileu</a></p>
<p>Wanessa Camargo, embaixadora da Unaids, fala com a Glamour e a Galileu sobre HIV, aids e preconceito. Mande suas perguntas!</p>
<p>Posted by <a href="https://www.facebook.com/glamourbrasil/">Glamour Brasil</a> on Thursday, August 24, 2017</p></blockquote>
</div>
<p>Em um debate descontraído de 50 minutos, Wanessa lembrou que a AIDS é um tema que deve ser discutido por todos. A conversa repercutiu a <a href="https://unaids.org.br/2017/08/unindo-ficcao-realidade-unaids-erede-globo-promovem-debate-em-torno-da-aids/">parceria do UNAIDS com a Rede Globo</a>, que promoveu debates sobre o tema a partir da inserção de personagens diagnosticados com HIV na série <em>Os Dias Eram Assim</em>, na série<em> Sob Pressão</em> e da discussão do tema no programa matinal <em>Encontro com Fátima</em>.</p>
<p>Wanessa também contou um pouco sobre sua trajetória como Embaixadora do UNAIDS e do seu próprio processo de reeducação e aprendizagem sobre HIV desde que começou a parceria, há dois anos. Segundo ela, foi possível descobrir o quanto a discriminação pesa sobre as pessoas que vivem com HIV e as populações mais vulneráveis. Wanessa destacou a importância de encontros com jovens engajados no tema e de fazer perguntas que podem ajudar na hora de comunicar sobre o HIV.</p>
<p>O debate também focou nos jovens e na importância da educação sexual. “Todo mundo faz sexo, os jovens vão fazer sexo. Temos que falar sobre isso”, disse Wanessa, que defendeu a importância de se criar espaços seguros para o debate sobre sexualidade e sobre HIV. Segundo ela, adolescência é uma fase muito vulnerável e o fim do tabu é essencial para o fim da epidemia de AIDS.</p>
<p>Durante a conversa, os convidados destacaram a importância do uso de preservativo, do teste para o HIV e de como o tratamento avançou nos últimos anos. A disponibilização do teste de farmácia também foi mencionado, com uma comparação ao teste de gravidez, que pode ser uma ferramenta contra a discriminação como forma de tornar essa ferramenta ainda mais acessível, sensibilizando todos sobre a importância de dar seguimento com um médico.</p>
<p>O live teve mais de 23 mil visualizações no Facebook, 400 comentários e 50 compartilhamentos, incluindo publicações importantes como a GQ Brasil e Revista Vogue.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Wanessa-Camargo-fala-sobre-HIV-no-Facebook-Live-da-Revista-Glamour-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Veja a repercussão nas redes sociais do UNAIDS.</a><br />
<noscript>[View the story &#8220;Wanessa Camargo fala sobre HIV no Facebook Live da Revista Glamour&#8221; on Storify]</noscript></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/08/embaixadora-de-boa-vontade-do-unaids-brasil-wanessa-camargo-participa-de-conversa-sobre-hiv-e-discriminacao-com-revista-glamour/">Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Brasil, Wanessa Camargo, participa de conversa sobre HIV e discriminação com a Revista Glamour</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Unindo ficção à realidade, UNAIDS e Rede Globo promovem debate em torno da AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 13:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro com Fátima Bernardes]]></category>
		<category><![CDATA[Globo]]></category>
		<category><![CDATA[Os Dias Eram Assim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana iniciada em 21 de agosto, o UNAIDS e a Responsabilidade Social da Rede Globo se uniram mais uma vez para promover ações com objetivo de incentivar o debate em torno de temas relacionados ao HIV e à AIDS. A iniciativa faz parte da parceria na plataforma de direitos humanos Tudo Começa pelo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/08/unindo-ficcao-realidade-unaids-erede-globo-promovem-debate-em-torno-da-aids/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/08/unindo-ficcao-realidade-unaids-erede-globo-promovem-debate-em-torno-da-aids/">Unindo ficção à realidade, UNAIDS e Rede Globo promovem debate em torno da AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana iniciada em 21 de agosto, o UNAIDS e a Responsabilidade Social da Rede Globo se uniram mais uma vez para promover ações com objetivo de incentivar o debate em torno de temas relacionados ao HIV e à AIDS. A iniciativa faz parte da parceria na plataforma de direitos humanos<em> Tudo Começa pelo Respeito</em>. O foco dessas ações foi o de promover o debate em torno da repercussão dos capítulos da série <a href="http://gshow.globo.com/series/os-dias-eram-assim/" target="_blank" rel="noopener"><em>Os Dias Eram Assim</em></a> e do episódio 5 da <a href="http://gshow.globo.com/series/sob-pressao/" target="_blank" rel="noopener"><em>série Sob Pressão</em></a>.<br />
<span id="more-7015"></span></p>
<p>A série Sob Pressão levantou temas que buscam mostrar a realidade dos serviços de saúde e urgência e emergência no Brasil. No episódio 5, que foi ao ar no dia 22 de agosto, Maicon (interpretado por Rafael Losso) chega ao hospital com a sua esposa em trabalho de parto e confessa ao médico de plantão que teve relações sexuais sem preservativo antes do casamento com uma mulher que acabara de ser diagnosticada com HIV. Além de precisar fazer a testagem, Maicon também precisa contar à esposa que existe a possibilidade de ter transmitido o vírus para ela e para o bebê—já que o casal não fez os exames de pré-natal, como previsto.</p>
<p>Para a repercussão desse episódio, o UNAIDS foi convidado pela Rede Globo para apoiar a produção da mensagem de sensibilização, exibida no final da série, e na elaboração do conteúdo para a página de <a href="http://redeglobo.globo.com/Responsabilidade-Social/" target="_blank" rel="noopener">Responsabilidade Social</a>, que busca levantar debates relevantes ligados às temáticas desenvolvidas pela área de entretenimento da emissora.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="900" class="alignnone size-full wp-image-7016" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617.jpg" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/cartela5-270617-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a></p>
<p>Já em relação à série <em>Os Dias Eram Assim</em>, o UNAIDS tem apoiado a Rede Globo e alguns de seus programas incentivando debates com sugestões de convidados e temas, além de mobilização nas redes sociais. A mensagem de sensibilização, exibida ao final do capítulo do dia 21 da série—quando a personagem Nanda recebeu o diagnóstico de que estava com AIDS—também contou com o apoio e sugestão do UNAIDS.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Aids-768x480.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7017" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Aids-768x480.jpg" alt="" width="828" height="518" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Aids-768x480.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Aids-768x480-300x188.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Aids-768x480-720x450.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 828px) 100vw, 828px" /></a></p>
<p>Em <em>Os Dias Eram Assim</em>, que se passa no início dos anos 80, a personagem Nanda (interpretada por Julia Dalavia) foi diagnosticada com AIDS, em uma época em que a doença ainda era muito desconhecida e o diagnóstico era visto como uma sentença de morte. As cenas tiveram grande repercussão nas redes sociais e tocaram muitas pessoas. “Quando esse tipo de ação de sensibilização acontece, fica claro que nós ainda estamos carentes de um debate sobre HIV e AIDS em nossa sociedade”, diz Daniel de Castro, Assessor de Comunicação do UNAIDS no Brasil. “Falar de HIV e de AIDS também é uma forma de trabalhar a prevenção. No mínimo, conseguimos alertar as pessoas para o fato de que a AIDS ainda não acabou e de que todo mundo precisa estar atento e se prevenir do HIV.”</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-7377 alignnone" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda1.png" alt="" width="374" height="616" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda1.png 485w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda1-182x300.png 182w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda1-437x720.png 437w" sizes="auto, (max-width: 374px) 100vw, 374px" /></a> <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda2.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-7378 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda2.png" alt="" width="375" height="632" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda2.png 490w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda2-178x300.png 178w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/nanda2-427x720.png 427w" sizes="auto, (max-width: 375px) 100vw, 375px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda como parte da estratégia, a campanha “<a href="https://unaids.org.br/2015/09/globo-e-unaids-lancam-campanha-para-alertar-sobre-o-aumento-de-casos-de-aids-entre-jovens-e-importancia-do-teste-do-hiv/" target="_blank" rel="noopener">Viver Melhor</a>”, também fruto da parceria entre o UNAIDS Brasil e a Rede Globo, foi exibida nos intervalos da programação como forma de levar uma mensagem completa sobre a importância da prevenção e do tratamento para o HIV. “O filme criado em parceria com a Responsabilidade Social da Globo tem como objetivo alertar as pessoas, e principalmente os jovens, sobre a necessidade de se fazer o teste do HIV e de se prevenir, explica Castro. “Além disso, ele cumpre uma missão importante de fazer a conexão entre a ficção e realidade, unindo entretenimento à informação e à educação.”</span></p>
<div id="attachment_1588" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://redeglobo.globo.com/video/viver-melhor-campanha-alerta-sobre-a-aids-4447454.ghtml" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1588" class="wp-image-1588 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Untitled-1-01-1024x576.jpg" alt="Untitled-1-01" width="640" height="360" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Untitled-1-01-1024x576.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Untitled-1-01-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Untitled-1-01-1800x1012.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Untitled-1-01-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1588" class="wp-caption-text">Clique na imagem e assista ao vídeo da campanha Viver Melhor.</p></div>
<p>Outro complemento dessa estratégia foi um vídeo gravado pela Globo com o médico-psiquiatra Jairo Bouer, especialista em sexualidade, em que ele esclarece pontos importantes sobre diagnóstico e tratamento do HIV e sobre o combate ao estigma e à discriminação. O vídeo faz parte da plataforma REP: Repercutindo Ideias, lançada pela diretoria de Responsabilidade Social da Globo, com o objetivo de compartilhar ideias sobre temas relevantes no debate de sociedade.</p>
<p>“O ‘REP’ é uma nova plataforma para dar voz ao público sobre temas de interesse social. Com o lançamento da nova temporada de Malhação, enxergamos a oportunidade de ouvir a contribuição das pessoas sobre o tema diversidade”, disse Beatriz Azeredo, diretora de Responsabilidade Social da Globo no lançamento da plataforma em maio.</p>
<p>O REP produzido com o Dr. Jairo Bouer faz parte de uma série de vídeos feitos sobre temas relevantes abordados na série Sob Pressão. Clique aqui, ou na foto abaixo, para assistir.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/zWUkVXyDh-c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>Mais repercussão</strong></p>
<p>O programa <em>Encontro com Fátima</em> do dia 21 de agosto dedicou mais de 20 minutos ao debate sobre a epidemia de HIV entre jovens e à repercussão da cena que iria ao ar naquela noite, com a personagem de Nanda, em <em>Os Dias Eram Assim</em>. O debate contou também com a presença do Dr. Jairo Bouer e de Andreia Fernandes, assistente social, HIV-positiva, com uma história semelhante a da personagem da série.</p>
<p>Na mesma semana, a Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS Brasil, Wanessa Camargo, participou, na noite do dia 24 de agosto, de um <em>Facebook Live</em> na página da Revista Glamour, também do Grupo Globo. A conversa foi sobre HIV e discriminação e contou com a participação do ator e youtuber Gabriel Estrela e dos jornalistas Nathan Fernandes, da Revista Galileu, e Felipe Carvalho, da Revista Glamour.</p>
<p>Em um debate descontraído de 50 minutos, Wanessa lembrou que a AIDS é um tema que deve ser discutido por todos. A conversa também repercutiu a parceria do UNAIDS com a Rede Globo, que promoveu debates sobre o tema a partir da inserção de personagens diagnosticados com HIV nas séries <em>Os Dias Eram Assim</em> e <em>Sob Pressão</em>, na mesma semana.</p>
<p>Wanessa também contou um pouco sobre sua trajetória como Embaixadora do UNAIDS e do seu próprio processo de reeducação e aprendizagem sobre HIV desde que começou a parceria, há dois anos. Além de sua trajetória, o debate teve como foco os jovens e a importância da educação sexual.</p>
<div class="fb-video" data-href="https://www.facebook.com/glamourbrasil/videos/vb.196329073799810/1359961424103230/?type=2&amp;theater" data-width="700" data-show-text="true">
<blockquote class="fb-xfbml-parse-ignore" cite="https://www.facebook.com/glamourbrasil/videos/1359961424103230/"><p><a href="https://www.facebook.com/glamourbrasil/videos/1359961424103230/">Wanessa Camargo bate papo com a Glamour e Galileu</a></p>
<p>Wanessa Camargo, embaixadora da Unaids, fala com a Glamour e a Galileu sobre HIV, aids e preconceito. Mande suas perguntas!</p>
<p>Posted by <a href="https://www.facebook.com/glamourbrasil/">Glamour Brasil</a> on Thursday, August 24, 2017</p></blockquote>
</div>
<p>Para encerrar a semana, o tema também ganhou uma reportagem no Fantástico, que foi ao ar no dia 27 de agosto. O programa é exibido todos os domingos na TV Globo. A reportagem, que contou com apoio e consultoria do UNAIDS, trouxe uma repercussão do debate gerado em torno das cenas de Os Dias Eram Assim e mostrou o que mudou dos anos 80 para os dias de hoje, assim como as perspectivas atuais para o fim da epidemia. Foram abordados pontos importantes como testagem de HIV, PrEP, PEP e tratamento como prevenção. A diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga também foi uma das entrevistada e falou sobre as <a href="https://unaids.org.br/2014/11/metas-90-90-90-podem-evitar-28-milhoes-de-novas-infeccoes/" target="_blank" rel="noopener">metas 90-90-90</a>.</p>
<div id="attachment_7386" style="width: 627px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/08/personagem-de-os-dias-eram-assim-conta-sobre-virus-da-aids-e-emociona.html"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7386" class="wp-image-7386 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/gbf.png" alt="" width="617" height="346" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/gbf.png 617w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/08/gbf-300x168.png 300w" sizes="auto, (max-width: 617px) 100vw, 617px" /></a><p id="caption-attachment-7386" class="wp-caption-text">Clique na imagem e assista à reportagem do Fantástico.</p></div>
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	            data-title="Unindo ficção à realidade, UNAIDS e Rede Globo promovem debate em torno da AIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/08/unindo-ficcao-realidade-unaids-erede-globo-promovem-debate-em-torno-da-aids/">Unindo ficção à realidade, UNAIDS e Rede Globo promovem debate em torno da AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Plataforma ‘Tudo Começa Pelo Respeito’ lança filme sobre homofobia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2017 19:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[#EseFosseComVocê?]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS se aliou mais uma vez à Globo dentro da plataforma de direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito para lançar, juntamente com UNESCO, UNICEF e ONU Mulheres um filme sobre homofobia como parte das celebrações da semana do Orgulho LGBTI+. Com narração do ator Carmo Dalla Vechia, a peça de publicidade social provoca, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS se aliou mais uma vez à Globo dentro da plataforma de direitos humanos </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa pelo Respeito </span></i><span style="font-weight: 400;">para lançar, juntamente com </span><a href="http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">UNESCO</span></a><span style="font-weight: 400;">, </span><a href="http://www.unicef.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">UNICEF</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">ONU Mulheres</span></a><span style="font-weight: 400;"> um filme sobre homofobia como parte das celebrações da semana do Orgulho LGBTI+. Com narração do ator Carmo Dalla Vechia, a peça de publicidade social provoca a reflexão do telespectador sobre o preconceito e a discriminação ainda existentes de forma tão exacerbada em nossa sociedade. </span><span id="more-6961"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil está entre os países que mais matam pessoas LGBTI+ em todo o mundo. A plataforma </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa Pelo Respeito</span></a><span style="font-weight: 400;"> é um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTI+, negros, deficientes, religiosos, soropositivos e pessoas vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo busca sensibilizar a sociedade sobre a importância do respeito para o bem comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja aqui o filme da campanha contra a homofobia:</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/qjBkOXB33X4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O lançamento da plataforma </span><a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa Pelo Respeito</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi marcado pela veiculação do filme </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=gfVe-2lKPsU"><span style="font-weight: 400;">‘Fio’</span></a><span style="font-weight: 400;">, exibido desde 28 de julho de 2016, na tela e nas redes sociais da Globo e de seus parceiros, entre eles o UNAIDS. O filme traz o contraponto entre as piores manifestações do preconceito, da discriminação, e a melhor forma para combatê-las. Palavras como ‘assédio’, ‘violência’, ‘racismo’ e ‘homofobia’ são formadas a partir do torcer e distorcer de um fio gráfico, como uma corda—as torções dão a ideia do quão devastadoras podem ser essas atitudes. Enquanto as expressões são exibidas na tela, a locução reforça que, para dar fim à violência contra a mulher, contra negros e contra a diversidade sexual, é preciso lembrar que Tudo Começa pelo Respeito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro da plataforma </span><i><span style="font-weight: 400;">Tudo Começa pelo Respeito</span></i><span style="font-weight: 400;">, a Globo também apoiou a campanha mais recente do UNAIDS pelo fim da discriminação: </span><a href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i><span style="font-weight: 400;">#EseFosseComVocê</span></i></a><span style="font-weight: 400;">. Criados pela Ogilvy Brasil, os filmes provocam a reflexão e o debate sobre as diferentes formas de discriminação que ainda existem na sociedade, em pleno século XXI: contra cor, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, deficiência e até mesmo sorologia positiva para o HIV, entre tantas outras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre os desdobramentos da campanha #EseFosseComVocê </span><a href="https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">aqui</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">FICHA TÉCNICA (TUDO COMEÇA PELO RESPEITO &#8211; HOMOFOBIA):</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Direção de criação: Sergio Valente, Mariana Sá e Leandro Castilho</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criação: Alexandre Tommasi e Monica Tommasi</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atendimento: Andrea Couto e Flavio Carrijo</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Gerente de Produção RTV: Jaqueline Couto</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">RTV: José Fernando Pereira Silveira</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Finalização: Jonas Assis Ribeiro e Carolina Miranda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Montion:Jonas Assis Ribeiro e Carolina Miranda</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Produção do áudio: Cream Estúdio</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apoio institucional: UNAIDS, UNESCO, UNICEF, Onu Mulheres e Fundo de Investimento Social Elas</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/">Plataforma ‘Tudo Começa Pelo Respeito’ lança filme sobre homofobia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS é lançada no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/03/campanha-esefossecomvoce-do-unaids-e-lancada-no-programa-encontro-com-fatima-bernardes-da-rede-globo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 20:43:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Slideshow]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A pessoa é muito mais que o HIV. Então toda vez que há preconceito, você dificulta o acesso ao tratamento e à testagem”, disse o psiquiatra Jairo Bouer durante o debate sobre discriminação e HIV que aconteceu o programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3). Além de dedicar uma parte do programa ao, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/campanha-esefossecomvoce-do-unaids-e-lancada-no-programa-encontro-com-fatima-bernardes-da-rede-globo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">“A pessoa é muito mais que o HIV. Então toda vez que há preconceito, você dificulta o acesso ao tratamento e à testagem”, disse o psiquiatra Jairo Bouer durante o debate sobre discriminação e HIV que aconteceu o programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3). Além de dedicar uma parte do programa ao tema, a apresentadora Fátima Bernardes anunciou o lançamento da campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS, em parceria com a Globo.</span><span id="more-5743"></span></p>
<div id="attachment_5755" style="width: 1365px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globoplay.globo.com/v/5702367/"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5755" class="wp-image-5755 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani.png" width="1355" height="763" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani.png 1355w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-1024x577.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc_silvia_geovani-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1355px) 100vw, 1355px" /></a><p id="caption-attachment-5755" class="wp-caption-text">Campanha #EseFosseComVocê? foi lançada no programa Encontro com Fátima Bernardes no dia 6 de março. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Estrelada pelos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS, Mateus Solano e Wanessa Camargo, a campanha busca provocar uma reflexão nos telespectadores e internautas sobre como cada pessoa reagiria se fosse confrontada com uma situação de discriminação.  A campanha #EseFosseComVocê? foi produzida pela Ogilvy Brasil e faz parte da plataforma de defesa dos direitos humanos Tudo Começa pelo Respeito, lançada pela Direção de Responsabilidade de Globo em setembro de 2016. Quatro diferentes filmes mostram situações de discriminação ocorridas em um cinema de uma capital brasileira – situações que buscam simbolizar todos os outros tipos de discriminação sofrida por diferentes grupos e em diferentes contextos da vida cotidiana do brasileiro, em pleno século XXI.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Logo na abertura do programa, Fátima falou da importância da celebração do Dia Mundial de Zero Discriminação – em 1º de março – e usou as borboletas que são símbolo da iniciativa do UNAIDS para decorar o estúdio ao longo do debate, colocando também a hashtag #ZeroDiscriminação em evidência para os telespectadores.</span></p>
<div id="attachment_5744" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://globoplay.globo.com/v/5702367/"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5744" class="wp-image-5744 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_ZD-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /></a><p id="caption-attachment-5744" class="wp-caption-text">Clique na imagem acima para assistir ao lançamento da campanha no Encontro com Fátima Bernardes. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Em seguida, Fátima contou a história do jovem Geovanni Henrique, que teve um post viralizado no Facebook no final de janeiro, depois de dizer abertamente HIV positivo. “As pessoas ficam se escondendo, têm vergonha. Pra mim, foi fácil por causa da aceitação da família. No meu primeiro trabalho, eles me aceitaram, mas pediram para eu não comentar, para não ficar aqueles comentários”, contou o jovem que descobriu há três anos que vive com HIV. “Tem muito preconceito, mas quem quer dar a cara a tapa pra isso?”, questionou Henrique.</span></p>
<div id="attachment_5745" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5745" class="wp-image-5745 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/fatima_geovanni_zd3-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-5745" class="wp-caption-text">Geovanni Henrique participou do Encontro com Fátima Bernardes e falou sobre o post que publicou na Facebook revelando sua sorologia. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra convidada do programa foi a ativista em HIV e AIDS Silvia Almeida. “Eu tinha um casamento de 14 anos. Meu marido foi diagnosticado com HIV. Na verdade, ele já tinha AIDS”, contou Silvia. “Quando veio meu resultado, minha médica disse que tinha um notícia boa e uma ruim, a ruim era que eu estava infectada e a boa era que meu filho de 1 ano e meio não estava infectado. Eu considero essa como minha primeira vitória contra o HIV.” </span></p>
<div id="attachment_5746" style="width: 919px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5746" class="wp-image-5746 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia.png" width="909" height="509" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia.png 909w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia-300x168.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia-768x430.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/silvia-720x403.png 720w" sizes="auto, (max-width: 909px) 100vw, 909px" /><p id="caption-attachment-5746" class="wp-caption-text">Durante o Encontro com Fátima Bernardes, Silvia Almeida falou sobre HIV, superação, amor e família. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos ao redor do mundo comprovam que o estigma e a discriminação relacionados ao HIV e à AIDS estão entre os maiores obstáculos para que as pessoas procurem a testagem e tenham adesão ao tratamento antirretroviral. Populações-chave para a resposta à epidemia – que, no caso do Brasil, são gays e outros homens que fazem sexo com homens, travestis e mulheres trans, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas – tornam-se ainda mais vulneráveis do que já são à epidemia por se sentirem desencorajadas de buscar serviços de saúde e de falar abertamente sobre a sorologia positiva para o HIV.</span></p>
<div id="attachment_5747" style="width: 924px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5747" class="wp-image-5747 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd.png" width="914" height="516" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd.png 914w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd-768x434.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/zd-720x406.png 720w" sizes="auto, (max-width: 914px) 100vw, 914px" /><p id="caption-attachment-5747" class="wp-caption-text">A apresentadora Fátima Bernardes e os convidados Henrique Geovanni e Silvia Almeida, durante o programa Encontro com Fátima de 6/3/2017</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">“E claro que bateu uma tristeza, a vida vira de cabeça pra baixo. Durante o processo de adoecimento dele, durante dois anos, preferi ficar ao lado do meu marido, que sempre foi um ótimo pai e um ótimo companheiro. Eu acho que troquei a mágoa pela dor da perda. Não quis sentir raiva do meu marido”, contou Silvia, que é mãe de dois filhos.</span><br />
<span style="font-weight: 400;">E continuou: “hoje eu consigo brincar com isso, mas foi difícil. Eu perdi muito cabelo, eu fiquei com 37 quilos, viúva, sem uma herança, com HIV, careca, baixinha, com dois filhos pequenos. A psicóloga me ajudou muito, ela não me deixava falar do HIV, ela queria que eu falasse sobre quem eu era, sobre meus sonhos&#8230; Eu me reergui. Primeiro, eu me relacionei com uma pessoa também portadora do vírus HIV. Depois disso, me relacionei com uma pessoa do trabalho que não tinha nada a ver com HIV. Antes de sair com ele, eu mandei um email de uma matéria que eu tinha saído sobre viver e trabalhar com HIV. Eu disse pra ele: ‘olha, vou te mandar um email, se você quiser sair depois de ler o email, estou aqui.’ Meu coração ficou batendo. Meia hora depois ele me ligou e disse eu só quero saber uma coisa, que horas você sai?”.</span></p>
<div id="attachment_5748" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5748" class="wp-image-5748 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/todos_zd-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-5748" class="wp-caption-text">Convidados e especialista participaram de debate sobre discriminação e HIV no programa Encontro com Fátima Bernardes (6/3). Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">A cantora Vitória Falcão, da dupla Anavitória, também participou do programa como convidada musical e contribuiu para o debate. “Não se tem informação, há um tabu com relação ao HIV”, disse a jovem. “Tem um youtuber curitibano [Gabriel Comicholi] fazendo vários vídeos sobre todos os passos de seu diagnóstico”, lembrou a cantora. “Quanto mais se fala, quanto mais se discute, menos preconceito.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCzJHW09mot3JJvSqJi_ve-g"><span style="font-weight: 400;">Gabriel Comicholi</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, citado pela cantora, outras pessoas vivendo com HIV têm servido de inspiração para jovens como Geovanni Henrique nas redes sociais. Só no Youtube, existem pelo menos 10 canais liderados por </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/2017/01/jovens-talentos-online-trazem-nova-voz-para-resposta-ao-hiv-e-discriminacao/"><span style="font-weight: 400;">jovens vivendo com HIV</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e que têm mobilizado parceiros e outros jovens para dar destaque ao tema. Entre eles, o canal do ator </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCcg2yzyxjl1Lc8LMjo6y1Tg"><span style="font-weight: 400;">Gabriel Estrela</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; que foi um dos precursores dessa onda com o </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.facebook.com/projetoboasorte/"><span style="font-weight: 400;">Projeto Boa Sorte</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e co-autor, em parceria com o UNAIDS, na </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://gshow.globo.com/webseries/eu-so-quero-amar-malhacao-seu-lugar-no-mundo/no-ar.html"><span style="font-weight: 400;">websérie Eu Só Quero Amar</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, spin-off da série de TV Malhação: Seu Lugar no Mundo. Também fazem parte do grupo, o jovem ativista </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCvORuPRYH92ZGHrxb3OugoQ"><span style="font-weight: 400;">Daniel Fernandes</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; do Prosa Positiva, </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=lco1JzqEkOM"><span style="font-weight: 400;">Bia Nickytinha</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; do Sou soropositiva e daí, </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=4-IZdAR06ck"><span style="font-weight: 400;">Filipe Santos</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; do Vida Positiva, </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=RBpFQPaQu2g"><span style="font-weight: 400;">Gilma Aranha</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, Luiz Felipe &#8211; do </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=vv17hpH-s_w"><span style="font-weight: 400;">Loka de Efavirenz</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, Rafael Bolacha &#8211; do </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/watch?v=A3kGPwN6HO8"><span style="font-weight: 400;">Chá dos 5</span></a></span><span style="font-weight: 400;">, o canal </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UC5xKuc0eOD-ZOekv3V1JPwg"><span style="font-weight: 400;">Fachki</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> e o </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/channel/UCrVvcphDBKg5YwZLE3Q0yww/feed"><span style="font-weight: 400;">Positivo Mateus</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para repercutir o debate que aconteceu no palco, Fátima consultou a plateia sobre o peso do preconceito e da discriminação para pessoas vivendo com HIV, e colheu um depoimento contundente de um jovem que convive com o HIV, pois tem um amigo HIV positivo. “A gente sempre pensa que não tem preconceito até que temos que enfrentar isso de cara. O que aconteceu com meu amigo foi muito recente. E depois que eu notei que o convívio com ele não mudou em nada, foi aí que eu pensei que temos que discutir sobre isso. O vírus não pode ser demonizado”, disse o convidado, identificado como Gabriel.</span></p>
<div id="attachment_5759" style="width: 1290px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-5759" class="wp-image-5759 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro.png" width="1280" height="720" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro.png 1280w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-300x169.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-768x432.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-1024x576.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/econtro-720x405.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p id="caption-attachment-5759" class="wp-caption-text">Jairo Bouer esclarece dúvidas relacionadas ao HIV e à AIDS durante o debate. Foto: Globo Play/Reprodução</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o debate, os convidados falaram também &#8211; de maneira informativa, emocionada e, muitas vezes, descontraída, sobre conceitos importantes para os telespectadores – com a diferença entre o HIV (o vírus) e a AIDS (a síndrome) – e discutiram questões como relacionamentos, a importância da conscientização sobre o uso do preservativo e a prevenção como um todo, até questões mais específicas da resposta à epidemia de HIV, como a evolução biomédica – teste rápido, profilaxia pré-exposição (PrEP) – e as metas mundiais de tratamento 90-90-90 para chegarmos ao fim da epidemia de AIDS até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O psiquiatra Jairo Bouer destacou que a maioria das pessoas que se infectam com HIV hoje em dia são pessoas jovens. </span><span style="font-weight: 400;">“O UNAIDS considera hoje que se 90% das pessoas souberem que têm o resultado do HIV positivo e se 90% dessas pessoas tomarem o remédio e 90% dessas que tomam remédio tornassem indetectável a sua carga viral, com carga viral zero, em até 15, 20 anos a gente não teria mais transmissão sexual do HIV. Então, é importante que as pessoas saibam o seu status, tomem remédio, se cuidem e aí a gente vai praticamente reduzir a zero essa transmissão”, disse o especialista, ao se referir às metas de tratamento 90-90-90 que precisam ser alcançadas até 2020 se quisermos chegar ao fim dos níveis epidêmicos da AIDS até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A gente viu todo mundo indo embora, Cazuza, Renato Russo, Lauro Corona, na nossa época. Mas eu acho que talvez hoje em dia, (&#8230;) como justamente não é mais uma sentença de morte, as pessoas não se preocupam mais em usar camisinha. É como se a AIDS não fosse mais. É claro que é”, disse a atriz Maria Ribeiro. “Óbvio que tá tudo bem! Você vai viver com isso, como eu vivo com meu ansiolítico. Mas também é uma coisa que é uma doença que a gente tem que se prevenir. Eu acho que a gente é muito dessituado com camisinha.”</span></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/88ta0Isifto" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://gshow.globo.com/programas/encontro-com-fatima-bernardes/episodio/2017/03/06/maria-ribeiro-lucio-mauro-filho-e-anavitoria-participam-do-encontro.html#video-5702367"><span style="font-weight: 400;">Assista ao programa</span></a></span><span style="font-weight: 400;"> Encontro com Fátima de 6/3 e acompanhe o debate. </span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://bit.ly/2n5I6Me"><span style="font-weight: 400;">Conheça a campanha #EseFosseComVocê.</span></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Junte aos nossos Embaixadores de Boa Vontade, Mateus Solano e Wanessa Camargo: </span><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="http://bit.ly/2mc1jMY"><span style="font-weight: 400;">participe do debate! Faça parte dessa mudança!</span></a></span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/03/campanha-esefossecomvoce-do-unaids-e-lancada-no-programa-encontro-com-fatima-bernardes-da-rede-globo/">Campanha #EseFosseComVocê? do UNAIDS é lançada no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2017 19:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) lança uma campanha publicitária pelo respeito e pelo fim da discriminação: #EseFosseComVocê. Os quatro filmes, que são apoiados pela Globo e serão exibidos nos intervalos da programação a partir de 7 de março, contam com a participação dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) lança uma campanha publicitária pelo respeito e pelo fim da discriminação: <em>#EseFosseComVocê</em>. Os quatro filmes, que são apoiados pela Globo e serão exibidos nos intervalos da programação a partir de 7 de março, contam com a participação dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus Solano e Wanessa Camargo. O lançamento da campanha acontece no programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3), que traz como um dos temas de debate a discriminação com pessoas vivendo com HIV.<br />
<span id="more-5592"></span></p>
<p>A ação é apoiada por meio da plataforma de defesa de direitos humanos<a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> Tudo Começa pelo Respeito</em></a>, lançada pela Diretoria de Responsabilidade Social da Globo em 2016. Criados pela Ogilvy Brasil, os filmes provocam a reflexão e o debate sobre as diferentes formas de discriminação que ainda existem na sociedade, em pleno século XXI: contra cor, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, deficiência e até mesmo sorologia positiva para o HIV, entre tantas outras.</p>
<p>“O pano de fundo para a campanha é uma sala de cinema em uma grande capital do país. Em formato de experimento social, os filmes simulam situações reais que ocorrem diariamente nos mais diversos momentos da vida cotidiana dos brasileiros”, conta Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “O objetivo é realmente provocar desconforto em quem assiste aos filmes e provocar uma reflexão construtiva sobre como cada pessoa reagiria caso se deparasse diretamente com uma situação dessas de envolvendo preconceito e discriminação.”</p>
<p>Através de lentes de câmeras escondidas instaladas na bilheteria de um cinema, o vendedor é flagrado colocando os clientes diante de situações evidentes de discriminação em relação à pessoa que se sentará na poltrona ao seu lado durante o filme. Ao incitar a reflexão com a pergunta “E se fosse com você?”, Mateus Solano e Wanessa Camargo encerram os filmes com uma mensagem inspiradora, com o objetivo de promover a empatia e o respeito para a construção de uma sociedade livre da discriminação.</p>
<p><strong>Situações retratadas nos filmes – e seus desdobramentos</strong></p>
<p>Dentre todas as formas de discriminação vivenciadas até os dias de hoje por todo o Brasil, nos mais diversos ambientes e situações, os criadores da campanha escolheram retratar especificamente quatro delas: a discriminação contra pessoas vivendo com HIV, contra negros, contra pessoas com deficiência e contra nordestinos – esta última ainda muito comum nas regiões Sul e Sudeste do país. O objetivo é o de que essas histórias representem, mesmo que de forma simbólica, o conjunto das situações discriminatórias reportadas por diversas outras populações e grupos.</p>
<p><strong>Pessoas vivendo com HIV</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5717" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png" width="400" height="213" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png 1914w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-300x159.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-768x408.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-1024x544.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-1800x956.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-720x383.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Nessa situação, o atendente do cinema, de forma discriminatória, avisa ao comprador que sua poltrona será ao lado de uma pessoa soropositiva. A reação do cliente segue a linha discriminatória do caixa ao dizer que não aceita a poltrona sugerida. Dados da PCAP (Pesquisa de Comportamentos, Atitudes e Práticas) de 2013, do Ministério da Saúde mostram que 90,8% das pessoas afirmam saber que uma pessoa com aparência saudável pode estar infectada pelo HIV. Contudo, cerca de 26% dos entrevistados ainda acreditam que uma pessoa pode ser infectada pelo HIV ao compartilhar talheres ou ao usar banheiros públicos. E quase 67% deles não sabem que uma pessoa que esteja tomando medicamento para HIV tem menos risco de transmitir o vírus para outra pessoa.  De acordo com pesquisa realizada pelo Índice de Estigma sobre Pessoas Vivendo com HIV (<u>People Living with HIV Stigma Index</u>), pessoas que vivem com HIV têm altas probabilidades de sofrerem insultos verbais, assédio e ameaças.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/88ta0Isifto" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>População afrodescendente</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5719" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png" width="400" height="223" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png 1898w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-768x428.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-1024x570.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-1800x1002.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-720x401.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Nesse filme, o atendente faz comentário discriminatório parecido e deixa o casal da fila perplexo, sem reação. No Brasil, estatísticas apontam que a violência contra jovens homens negros é crescente e com elevada disparidade em relação aos jovens homens brancos – o que sugere que a população negra tem expectativa de vida menor (2011, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/5211/1/Comunicados_n91_Din%C3%A2mica_Demogr%C3%A1fica.pdf">fonte</a></u>).  Em estudo feito no município do Rio de Janeiro, observou-se que mulheres negras e pardas são majoritariamente atendidas em estabelecimentos públicos, 58,9% e 46,9%, respectivamente, e nas maternidades conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS), 29,6% e 32%, respectivamente. Por outro lado, quase metade das brancas, 43,7%, tiveram seus partos realizados em maternidades privadas. A mesma pesquisa mostrou que um terço das mulheres negras e pardas não conseguiu atendimento no primeiro estabelecimento procurado e, no parto vaginal, recebeu menos anestesia (2005, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89102005000100013">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>Pessoas com deficiência</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5718" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png" width="400" height="224" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png 1891w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-300x168.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-768x431.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-1024x574.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-1800x1009.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-720x404.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>O terceiro filme mostra o atendente do cinema comentando com uma cliente que a poltrona dele é ao lado de um deficiente. Ela reage imediatamente ao ato discriminatório perguntando de volta “qual o problema?” – e o atendente tenta justificar sua posição. O Censo 2010 apontou que a taxa de alfabetização para a população total foi de 90,6%, enquanto a do segmento de pessoas com pelo menos uma das deficiências foi de 81,7%. Em 2010, 6,7% das pessoas com deficiência possuíam diploma de curso superior, enquanto 10,4% das pessoas sem deficiência o possuíam (2010). Em 2010 havia, sem instrução e fundamental completo, um total de 61,1% das pessoas com deficiência, entre as pessoas sem nenhuma deficiência, esse número era 38.2% (2010).</p>
<p><strong>Discriminação regional</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5722" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png" width="400" height="214" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png 1916w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-300x160.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-768x410.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-1024x547.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-1800x962.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-720x385.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Para simbolizar a discrimnação geralmente praticada até os dias de hoje pelas pessoas das regiões Sul e Sudeste do país contra aquelas vindas das regiões Norte e Nordeste, o quarto filme mostra o vendedor de bilhetes do cinema dizendo a uma senhora que a poltrona escolhida por ela fica ao lado de um nordestino. Essa situação também deixa a pessoa sem entender o que se passa: “Como assim?”, indaga. As desigualdades regionais ainda são marcantes no país. Em 2004, a média de anos de estudos da população nordestina era de 5,5, contra 7,5 anos no Sudeste (2011, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.ipea.gov.br/igualdaderacial/images/stories/pdf/segundaedicao.pdf">fonte</a></u>). O segundo maior motivo de denúncias na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo é relacionado à discriminação contra nordestinos (2016, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/02/24/negros-e-nordestinos-sao-principais-vitimas-de-discriminacao-em-sp.htm">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>Outras populações e grupos discriminados</strong></p>
<p>Preconceito é a atitude negativa – ou seja, uma avaliação ou julgamento – em relação aos membros de um grupo social. Como atitude, ele envolve emoções como medo, desgosto, raiva e desprezo. Enquanto o estigma reside na estrutura e nas relações da sociedade, o preconceito reside na mente dos indivíduos. A discriminação é comportamento. Refere-se ao tratamento diferenciado dos indivíduos de acordo com seu pertencimento a um determinado grupo. Discriminação, o ato, é distinto de preconceito, a atitude. Muitos outros grupos e populações são vulneráveis a essas situações em seu cotidiano: por serem LGBTI+, refugiados, imigrantes, praticarem uma ou outra religião, vestirem-se de um determinado jeito&#8230;</p>
<p>De acordo com estimativas calculadas pelo UNAIDS, a homofobia, por exemplo, custa ao Brasil  2,3 bilhões de dólares por ano &#8211; o que daria mais de 7 bilhões de reais por ano pela cotação média de março de 2017. O custo da homofobia para cada país é calculado a partir da construção de um índice de homofobia, que considera aspectos de homofobia institucional (legislação) e homofobia social (aceitação da diversidade sexual). O cálculo considera o custo em  termos de perda de produtividade (desemprego, negação de promoção) e em termos de saúde (saúde mental, física, morte prematura por crime de ódio). O índice de homofobia no Brasil é de 0,338. O Brasil está atrás de Uruguai (0,189), Argentina (0,298) e México (0,321). O índice para América Latina é de 0,489. Quanto menor o índice, mais inclusivo é o país (2016, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2016-prevention-gap-report_en.pdf">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>“É difícil imaginar que até hoje muitas pessoas ainda sejam obrigadas a enfrentar algum tipo de discriminação ao longo de suas vidas, simplesmente por serem quem são. Isso precisa acabar! E essa mudança, começa pelo respeito.”</strong></p>
<p>(Mateus Solano, ator e Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS)</p>
<p><strong>“Ter uma atitude Zero Discriminação significa aceitar e respeitar o direito que cada pessoa tem de viver sua vida de forma digna e plena. Chega de discriminação em nossa sociedade. Que eu, você e todo mundo possamos ser quem somos, do jeito que queremos ser. E que sejamos respeitados por isso.”</strong></p>
<p>(Wanessa Camargo, cantora e Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS)</p>
<p><strong>ZERO DISCRIMINAÇÃO</strong></p>
<p>A iniciativa <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/zero_discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Zero Discriminação</a></span> do UNAIDS celebra o direito de todos a uma vida plena e produtiva com dignidade. Por meio de seus Embaixadores de Boa Vontade e de diversas ações pelo mundo, o UNAIDS busca mobilizar principalmente jovens e comunidades na promoção da inclusão e do respeito – não importando origem, orientação sexual, identidade de gênero, estado sorológico para HIV, raça ou etnia, ou qualquer outra condição passiva de discriminação. A borboleta da campanha – símbolo da transformação – representa o compromisso em assumir um comportamento aberto à diversidade e ao respeito.</p>
<p><strong>TUDO COMEÇA PELO RESPEITO</strong></p>
<p>Racismo. Violência. Assédio. Homofobia. Machismo. Em tempos como esse, é preciso mobilizar a sociedade para o fortalecimento de uma cultura que não apenas tolere, mas respeite direitos. Em parceria com UNESCO, UNICEF, UNAIDS e ONU MULHERES, a Globo lançou, em setembro de 2016, a plataforma ‘Tudo começa pelo Respeito’, um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTs, negros, deficientes, religiosos, soropositivos e públicos vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união de esforços e de iniciativas conjugadas com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo quer sensibilizar a sociedade sobre a importância da tolerância e do respeito para o bem comum. A ideia é ganhar espaço nas conversas em casa, no trabalho, na hora do lazer, em todos os momentos e lugares em que haja espaço para a reflexão. E, principalmente, incentivar o primeiro passo para uma mudança de atitude.</p>
<p><strong>UNAIDS</strong></p>
<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lidera e inspira o mundo para alcançar sua visão compartilhada de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à AIDS. O UNAIDS une os esforços com 11 organizações &#8211; ACNUR, UNICEF, PMA, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS e Banco Mundial &#8211; e trabalha em estreita colaboração com parceiros nacionais e globais para acabar com a epidemia da AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Saiba mais em <a href="http://www.unaids.org.br/"><strong>unaids.org.br</strong></a> e conecte-se com a gente no <a href="http://www.facebook.com/unaidsbrasil"><strong>Facebook</strong></a>, <a href="https://twitter.com/unaidsbrasil"><strong>Twitter</strong></a> e <strong>Instagram</strong>.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/2017_03_06_PressRelease_Mateus-Solano-e-Wanessa-Camargo-estrelam-campanha-do-UNAIDS_V5_completo.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Acesse o comunicado de imprensa completo aqui.</a></span></p>
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	            data-title="Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/">Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Com o apoio da ONU, Globo lança plataforma de mobilização social pelos direitos humanos</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2016 00:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Racismo. Violência. Assédio. Homofobia. Machismo. Em tempos como esse, é preciso mobilizar a sociedade para o fortalecimento de uma cultura que não apenas tolere, mas respeite direitos. Em parceria com a ONU Mulheres, UNESCO, UNICEF e UNAIDS, a Globo lança a plataforma ‘Tudo começa pelo Respeito’, um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span lang="PT-BR">Racismo. Violência. Assédio. Homofobia. Machismo. Em tempos como esse, é preciso mobilizar a sociedade para o fortalecimento de uma cultura que não apenas tolere, mas respeite direitos. Em parceria com a ONU Mulheres, UNESCO, UNICEF e UNAIDS, a Globo lança a </span><a href="https://www.youtube.com/watch?v=gfVe-2lKPsU" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span lang="PT-BR">plataforma ‘Tudo começa pelo Respeito’</span></a><span lang="PT-BR">, um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTI+, negros e negras, deficientes, religiosos, soropositivos e públicos vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união de esforços e de iniciativas conjugadas com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo quer sensibilizar a sociedade sobre a importância da tolerância e do respeito para o bem comum. A ideia é ganhar espaço nas conversas em casa, no trabalho, na hora do lazer, em todos os momentos e lugares em que haja espaço para a reflexão. E, principalmente, incentivar o primeiro passo para uma mudança de atitude.</span></p>
<p><span id="more-4018"></span></p>
<p><span lang="PT-BR">O lançamento da plataforma foi marcado pela veiculação do filme ‘Fio’, veiculado desde 28 de julho, na tela e nas redes sociais da Globo. O filme traz o contraponto entre as piores manifestações do preconceito, da discriminação, e a melhor forma para combatê-las. Palavras como ‘assédio’, ‘violência’, ‘racismo’ e ‘homofobia’ são formadas a partir do torcer e distorcer de um fio gráfico, como uma corda – as torções dão a ideia do quão devastadoras podem ser essas atitudes. Enquanto as expressões são exibidas na tela, a locução reforça que, para dar fim à violência contra a mulher, contra negros e contra a diversidade sexual, é preciso lembrar que tudo começa pelo respeito.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Na segunda fase do projeto, a voz de organizações da sociedade civil que atuam na defesa de direitos tomará as telas da Globo. A emissora cederá espaço para a veiculação de filmes em parceria ou produzidos por terceiros. Entre as instituições que estarão ao lado da Globo estão Anistia Internacional, Centro de Articulação para Populações Marginalizadas (CEAP), Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), Central Única das Favelas (CUFA), Grupo Dignidade, Instituto Velho Amigo, MetaSocial, Movimento Down, Instituto Sou da Paz e Viva Rio.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">“Dentre outros tantos, o papel de uma televisão aberta é utilizar seu alcance para estimular mudanças positivas de comportamento. Fazemos isto em novelas, no jornalismo, nos programas de entretenimento e na cessão de mídia de intervalos comerciais. O recrudescimento e sucessão de episódios de intolerância na nossa sociedade nos levaram a reunir todas estas frentes numa única plataforma dedicada ao fortalecimento da luta de organizações brasileiras que historicamente atuam na defesa de direitos”, analisa Beatriz Azeredo, diretora de Responsabilidade Social da Globo. “Agora, com o lançamento da ‘Tudo começa pelo Respeito’, estamos unindo forças com organizações de referência da sociedade civil para avançar nesse objetivo e incentivar uma verdadeira mudança de atitude”, define.</span></p>
<p><span data-offset-key="9ge1g-0-0"><span data-text="true">&#8220;Usando a imagem de um fio que desfaz um novelo, o filme nos mostra que o respeito é o fio inicial para chegarmos à </span></span><span class="_5u8n" spellcheck="false" data-offset-key="9ge1g-1-0"><span data-offset-key="9ge1g-1-0"><span data-text="true">#ZeroDiscriminação</span></span></span><span data-offset-key="9ge1g-2-0"><span data-text="true">. Sem respeito, teremos violência, que afeta os mais vulneráveis&#8221;, afirma Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil. &#8220;A campanha demonstra que cada um de nós pode desfazer esse novelo &#8211; em casa, na escola, na comunidade, no trabalho e também nas áreas de atuação e influência política. Tudo começa pelo respeito.&#8221; </span></span></p>
<p><span lang="PT-BR">Para a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, desigualdades estruturais precisam ser enfrentadas e contar com o apoio constante dos meios de comunicação, para conscientizar a sociedade, informá-la com qualidade e engajar novos públicos na busca por soluções. “O respeito começa com a garantia de direitos de equidade real entre as pessoas, com a sua representação social e midiática constante e em pé de igualdade. O racismo e o sexismo têm imposto condições de vida cruéis para as mulheres negras, como mais exposição a múltiplas formas de violência de gênero e racial e efeitos na educação, saúde, trabalho em suas vidas, de suas famílias e de suas comunidades. Mulheres indígenas são vistas como menos importantes e poucas pessoas se mobilizam na defesa dos seus direitos e de seus povos. Lesbofobia e homofobia revelam outra face da violência que ameaça a existência das pessoas como elas são na diversidade”, considera Nadine Gasman.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Ela destaca, ainda, a importância de os meios de comunicação fazerem produtos com base na realidade da sociedade. “A criação fica muito mais potente e inovadora se realmente partir da pluralidade do material humano que o Brasil tem e enfrentar as desigualdades seculares que têm efeito nas vidas destas e das futuras gerações. Esse é um ciclo perverso que precisa ser rompido. E os meios de comunicação têm grande contribuição a dar de maneira contínua e cumulativa”, afirma Nadine Gasman.</span></p>
<p><strong><span lang="PT-BR">Envolvimento histórico</span></strong><b><span lang="PT-BR"> </span></b></p>
<p><span lang="PT-BR">A plataforma reforça um movimento que a Globo sempre encampou em sua história: o de estimular a empatia pelo outro e o resgate do respeito ao próximo, independente das diferenças físicas ou de escolhas de vida, por discussões sobre respeito e tolerância. Como vem fazendo a novela ‘Liberdade, Liberdade’. A história se passa entre 1792 e 1808, mas não poderia ser mais atemporal. Trata de um caso de amizade e amor entre dois homens, como também a história de uma esposa subjugada e agredida pelo marido durante anos. A trama traz a posição das mulheres dentro da sociedade de um Brasil colonial, consideradas inferiores e subservientes aos homens. Também como milhares de pessoas trocadas como objetos, tratadas com descaso pela sociedade que só os vê como escravos. Somados às crianças dispersas pelas ruas sem acesso a escola, a comida, sem teto. Todos defendidos na luta de Joaquina (Andreia Horta) por igualdade entre todos: sejam homens, mulheres, fidalgos ou escravos, idosos ou crianças, ou pessoas de diferentes classes econômicas.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">As cenas entre André (Caio Blat) e Tolentino (Ricardo Pereira) repercutem entre os brasileiros levantando questões sobre homofobia, intolerância e, principalmente, respeito – ou a falta dele. “A história de André e Tolentino é de amor, de um amor de verdade, que vai muito além do gênero ou do sexo. Discutir esse tema é sim uma quebra de tabu, mas já o fizemos outras vezes. O mais importante agora é o reforço que isso está acontecendo tardiamente. Afinal, temos presenciado inúmeros crimes de homofobia. Já passou da hora de entendermos que as pessoas só serão felizes quando respeitarem o outro, que o respeito é fundamental”, conclui Mario Teixeira, autor de ‘Liberdade, Liberdade’.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">A obra se une a tantas outras que já levantaram questões importantes para a sociedade. Novelas como ‘Irmãos Coragem’ (1970), ‘Dancin’Days’ (1978), ‘Malu Mulher’ (1979) e, mais recentemente, ‘Lado a Lado’ (2012) e ‘Joia Rara’ (2013), destacaram a força e autonomia das mulheres, enquanto ‘A Favorita’ (2008), ‘Fina Estampa’ (2011) e ‘A Regra do Jogo’ trouxeram para o centro da discussão a violência contra a mulher. As tramas de ‘Pecado Capital’ (1975), ‘A Próxima Vitíma’ (1995), ‘Babilônia’ (2015) e ‘I love Paraisópolis’ fomentaram debates sobre o preconceito étnico e a igualdade de oportunidades entre brancos e negros. Já a discriminação relacionada à orientação sexual foi discutida em histórias marcantes como as de ‘Roda de Fogo’ (1986), ‘Senhora do Destino’ (2014) e ‘Amor à Vida’.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Com a certeza de que ‘Tudo começa pelo respeito’, a Globo oferece seu potencial de mobilização à luta por um país com mais tolerância e respeito às diferenças.</span></p>
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		<title>Novas maneiras de engajar jovens através do &#8216;edutainment&#8217; para atingir as metas de Aceleração de Resposta do UNAIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/06/novas-maneiras-de-engajar-jovens-atraves-do-edutainment-para-atingir-as-metas-de-aceleracao-de-resposta-do-unaids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2016 18:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativas realizadas em parceria com os meios de comunicação de massa têm contribuído para mudar positivamente, a um custo muito baixo, atitudes e comportamentos de milhões de pessoas em relação ao HIV e à AIDS. O chamado edutainment (educação com entretenimento) cria personagens e histórias que fornecem modelos positivos aos espectadores, permitindo que se identifiquem, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/06/novas-maneiras-de-engajar-jovens-atraves-do-edutainment-para-atingir-as-metas-de-aceleracao-de-resposta-do-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Iniciativas realizadas em parceria com os meios de comunicação de massa têm contribuído para mudar positivamente, a um custo muito baixo, atitudes e comportamentos de milhões de pessoas em relação ao HIV e à AIDS.</span><span id="more-3405"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> O chamado e</span><i><span style="font-weight: 400;">dutainment</span></i><span style="font-weight: 400;"> (educação com entretenimento) cria personagens e histórias que fornecem modelos positivos aos espectadores, permitindo que se identifiquem em um nível pessoal e emocional.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“ </span></i><span style="font-weight: 400;">Sentimos que era hora de trazer de volta a discussão sobre HIV/AIDS e sobre discriminação. E que o edutainment seria uma das melhores formas de construir esta abordagem&#8221;, explica a Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, que coordenou a realização do evento </span><em><span style="font-weight: 400;">Novas maneiras de engajar jovens através do Edutainment para atingir as metas de Aceleração de Resposta do </span><span style="font-weight: 400;"><a href="http://unaids.org">UNAIDS</a>, </span></em><span style="font-weight: 400;">realizado em paralelo à Reunião de Alto Nível da</span><span style="font-weight: 400;">s Nações Unidas sobre o Fim da AIDS, em Nova York.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O encontro, feito em parceria com a área de Responsabilidade Social d</span>a Globo, maior empresa de mídia da América Latina e uma das maiores do mundo,  promoveu o debate<span style="font-weight: 400;"> sobre como a televisão aberta, aliada ao novos recursos da web e das redes sociais, pode ajudar a educar a população sobre questões relacionadas ao HIV, com foco nas pessoas e não nas estatísticas.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">“A única maneira de mudarmos comportamentos é através da empatia.</p>
<p style="text-align: center;">É por isso que trabalhamos com um grupo de jovens de populações vulneráveis na identificação de lacunas”</p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">A parceria do UNAIDS com a Globo tem como objetivo alcançar os jovens e discutir uma variedade de assuntos, desde a prevenção do HIV até a testagem, passando por temas relacionados ao tratamento e aos direitos humanos de populações vulneráveis e de pessoas vivendo com HIV. Em paralelo, o UNAIDS também fez uma parceria com o governo brasileiro para promover o ativismo e a liderança de jovens. O objetivo é criar novas formas de envolver a juventude para que as metas de Aceleração de Resposta do UNAIDS possam ser atingidas.</span></p>
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<div id="attachment_3421" style="width: 5626px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-3421" class="wp-image-3421 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1.jpg" width="5616" height="3744" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1.jpg 5616w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/MG_0822-1-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 5616px) 100vw, 5616px" /></a><p id="caption-attachment-3421" class="wp-caption-text">O jovem ator, diretor e roteirista, Gabriel Estrela, foi convidado a participar do evento para falar sobre a experiência de apoiar a produção do roteiro de &#8220;Eu Só QUero Amar&#8221; e sobre o Curso de Formação de Jovens Lideranças. Foto: UNAIDS</p></div>
<p>O compromisso global para o fim da epidemia da AIDS até 2030 vai exigir um maior investimento em abordagens inovadoras e criativas capazes de acelerar a resposta e alcançar os jovens e as pessoas deixadas para trás. Segundo os participantes do evento, abordagens inovadoras e criativas também são necessárias para reduzir o estigma relacionado ao HIV e promover testagem, prevenção, cuidados e tratamento.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">O debate foi moderado pela correspondente da Globo News em Nova York, Carolina Cimenti, e teve as participações de Luiz Loures (Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS), Embaixador Antonio Patriota (Chefe da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas em Nova York),  o jovem vivendo com HIV Diego Callisto (C</span><span style="font-weight: 400;">onselheiro para Jovens do Departamento de DST/AIDS do Ministério da Saúde)</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">Georgiana Braga-Orillard (Diretora do UNAIDS Brasil), o também jovem vivendo com HIV Gabriel Estrela (Ator, Diretor e Roteirista Colaborador na websérie “Eu só quero amar”) e Beatriz Azeredo (Diretora de Responsabilidade Social da Rede Globo).</span></p>
<p>No evento, jovens do Brasil e da África deram exemplos de como eles podem ser envolvidos na resposta à epidemia da AIDS. Também participaram do debate Alejandra Oraa, jornalista da CNN e Embaixadora Regional do UNAIDS para a América Latina e Caribe, e James Chau, âncora da CCTV e Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS para a China. Eles falaram sobre suas experiências no trabalho com grandes meios de comunicação e seu poder de influência e alcance nas regiões onde atuam.</p>
<p><strong>Alcance da campanha com a Globo </strong></p>
<p>&#8220;Com mais de 31 mil inserções  &#8211; entre setembro de 2015 e junho de 2016 &#8211; na grade comercial da TV Globo e suas afiliadas, o filme social <a href="https://unaids.org.br/2015/09/globo-e-unaids-lancam-campanha-para-alertar-sobre-o-aumento-de-casos-de-aids-entre-jovens-e-importancia-do-teste-do-hiv/" target="_blank" rel="noopener"><em>Viver Melhor</em></a> abriu espaço para que a iniciativa de <em>edutainment</em> pudesse ganhar uma abordagem de 360 graus&#8221;, explicou Georgiana. A campanha e a inserção do debate sobre HIV/AIDS ganharam espaço em diversos programas da emissora, como <em>Altas Horas</em>, <em>Como Será?</em>, <em>Bem Estar</em>, <em>Encontro com Fátima Bernardes</em> e <em>Mais Você</em>. &#8220;Essa repercussão abriu as portas para que pudéssemos trabalhar em parceria com o autor de <em>Malhação &#8211; Seu Lugar no Mundo,</em> ajudando-o nas cenas  e diálogos envolvendo os personagens de Henrique, que era soropositivo, e Camila, HIV-negativo&#8221;, lembra.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos destaques do evento foi o relato sobre a experiência com a construção da websérie </span><em><a href="http://gshow.globo.com/webseries/eu-so-quero-amar-malhacao-seu-lugar-no-mundo/no-ar.html"><span style="font-weight: 400;">Eu Só Quero Amar</span></a></em><span style="font-weight: 400;">. O spin-off da série de TV teen <em>Malhação &#8211; Seu Lugar no Mundo</em> foi construído em torno do casal sorodiferente, Henrique e Camila, personagens vividos pelos atores Thales Cavalcanti e Manuela Llerena na TV</span><span style="font-weight: 400;">.  A <a href="https://unaids.org.br/2016/03/em-parceria-com-unaids-malhacao-tera-nova-serie-original-no-gshow-sobre-casais-sorodiferentes/" target="_blank" rel="noopener">websérie</a>, que surgiu depois do sucesso do casal na TV aberta, contou com <a href="https://unaids.org.br/2016/03/em-parceria-com-unaids-malhacao-tera-nova-serie-original-no-gshow-sobre-casais-sorodiferentes/" target="_blank" rel="noopener">5 episódios transmitidos pelo Gshow</a> e, até junho, havia se consolidado como a “a terceira série original mais vista da história do </span><span style="font-weight: 400;">Gshow</span><span style="font-weight: 400;">, com mais de 800 mil visualizações”, de segundo Beatriz Azeredo, Diretora de Responsabilidade Social da Rede Globo.</span></p>
<div style="width: 960px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-3405-1" width="960" height="540" loop preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Gshow-veja-novo-teaser-de-“Eu-Só-Quero-Amar”-série-original.mp4?_=1" /><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Gshow-veja-novo-teaser-de-“Eu-Só-Quero-Amar”-série-original.mp4">https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/Gshow-veja-novo-teaser-de-“Eu-Só-Quero-Amar”-série-original.mp4</a></video></div>
<p>Como parte da mesma iniciativa de <em>edutainment</em>, o UNAIDS apoiou os autores da novela <a href="https://unaids.org.br/2016/05/parceria-entre-unaids-e-globo-promove-adocao-de-criancas-vivendo-com-hiv-na-novela-totalmente-demais/" target="_blank" rel="noopener">Totalmente Demais</a> com consultoria sobre as cenas envolvendo a adoção de uma criança vivendo com HIV pela personagem vivida pela atriz Juliana Paes.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/06/2016_HLM_AIDS_side_event_Brazil_Globo.pdf" target="_blank" rel="noopener">Confira aqui mais detalhes sobre o evento paralelo</a> organizado pelo UNAIDS Brasil em parceria com área de Responsabilidade Social da Globo.</p>
<p>Veja as fotos dos melhores momentos do evento.</p>
<p><a data-flickr-embed="true" href="https://www.flickr.com/photos/unaidsbrasil/albums/72157667881104254" title="Novas maneiras de engajar jovens através do ‘edutainment’ para atingir as metas de Aceleração de Resposta do UNAIDS by UNAIDS Brasil, on Flickr"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://farm8.staticflickr.com/7284/27849989680_808668837b_z.jpg" width="640" height="427" alt="Evento paralelo do UNAIDS Brasil durante a Reunião de Alto Nível da ONU sobre o Fim da AIDS."></a><script async src="https://embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>E assista abaixo ao vídeo completo do evento, realizado em inglês na sede da ONU em Nova York.</p>
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<p><strong>Citações</strong></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“Até agora, a chave para o nosso sucesso na resposta à AIDS tem sido o engajamento e a contribuição de pessoas vivendo com HIV e de populações vulneráveis”</span></em></p>
<p><strong>Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS</strong></p>
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<p><em><span style="font-weight: 400;">“Agora temos um documento forte &#8211; a Declaração Política &#8211; para fazer com que o sistema multilateral impulsione o empoderamento de jovens”</span></em></p>
<p><strong>Embaixador Antonio Patriota, Representante da Missão Permanente do Brasil nas Nações Unidas</strong></p>
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<p><em><span style="font-weight: 400;">“Um grande poder de alcance carrega uma grande responsabilidade”</span></em></p>
<p><strong>Beatriz Azeredo, Diretora de Responsabilidade Social da Rede Globo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“Eu sou um ator. Eu não sei como falar sobre números e estatísticas. Mas eu sei como falar com pessoas e alcançá-las através de sentimentos.”</span></em></p>
<p><strong>Gabriel Estrela, Ator, Diretor e Roteirista</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“A única maneira de mudarmos comportamentos é através da empatia. É por isso que trabalhamos com um grupo de jovens de populações vulneráveis na identificação de lacunas”</span></em></p>
<p><strong>Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS Brasil</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“Para transformar a resposta à AIDS, temos que inspirar corações e mentes”</span></em></p>
<p><strong>James Chau, Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS para a China</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">“Eu acredito que a mídia tem um papel muito importante a desempenhar na resposta à AIDS no alcance das pessoas deixadas para trás.”</span></em></p>
<p><strong>Alejandra Oraa, Embaixadora Regional de Boa Vontade do UNAIDS para a América Latina e o Caribe </strong></p>
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<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/06/novas-maneiras-de-engajar-jovens-atraves-do-edutainment-para-atingir-as-metas-de-aceleracao-de-resposta-do-unaids/">Novas maneiras de engajar jovens através do ‘edutainment’ para atingir as metas de Aceleração de Resposta do UNAIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
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