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	<title>igualdade de gênero - UNAIDS Brasil</title>
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	<title>igualdade de gênero - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS reforça necessidade de estabelecer caminhos em direção a uma educação sexual abrangente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 17:13:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A educação sexual abrangente baseada na escola desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e do bem-estar de crianças e adolescentes, tanto agora quanto no futuro. Ela melhora os resultados em saúde sexual e reprodutiva, inclusive para infecções sexualmente transmissíveis (IST) e HIV, promove ambientes de aprendizagem seguros e equitativos de gênero e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/unaids-reforca-necessidade-uma-educacao-sexual-abrangente/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A educação sexual abrangente baseada na escola desempenha um papel fundamental na promoção da saúde e do bem-estar de crianças e adolescentes, tanto agora quanto no futuro. Ela melhora os resultados em saúde sexual e reprodutiva, inclusive para infecções sexualmente transmissíveis (IST) e HIV, promove ambientes de aprendizagem seguros e equitativos de gênero e melhora o acesso à educação.</p>



<span id="more-18471"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma prévia do próximo relatório global sobre a situação da educação sexual abrangente, mais de 700 pessoas participaram de um evento on-line aberto e liderado por Stefania Giannini, diretora geral adjunta de educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Embora algum progresso tenha sido feito, Stefania Giannini observou que ainda há um longo caminho a percorrer e destacou a educação sexual abrangente como uma das principais prioridades de ação para alcançar a igualdade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participantes do evento ouviram as perspectivas e recomendações de jovens ativistas pela saúde sexual e reprodutiva e direitos e estudos de caso da Suécia, Tunísia e Namíbia, juntamente com o engajamento de lideranças políticas sobre como estão trabalhando para garantir uma educação sexual abrangente e de qualidade para toda a juventude. &#8220;Como todas as jornadas, o caminho para uma educação sexual abrangente é longo e às vezes traiçoeiro, mas está nos levando para futuros mais brilhantes e saudáveis para nossa juventude&#8221;, disse Stefania.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel de jovens, coletivamente, apelou para o reconhecimento da educação como um direito fundamental, a necessidade de uma forte implementação com financiamento adequado, monitoramento, avaliação suficientes e currículos verdadeiramente abrangentes que respondam às necessidades de toda a juventude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Shannon Hader, diretora executiva adjunta de Programa do UNAIDS, dirigiu-se à reunião referindo-se à nova Estratégia Global de AIDS 2021-2026, à Declaração Política das Nações Unidas sobre AIDS 2021 e à importância da educação sexual abrangente para ambas. &#8220;A educação sexual abrangente é uma intervenção central necessária para prevenir o HIV entre jovens e também para capacita-los a reconhecer e tratar de questões de violência, abuso sexual e elementos de sua saúde e bem-estar sexual geral. É importante ressaltar que as lacunas no conhecimento da educação sexual abrangente não são iguais. Existem desigualdades baseadas no local onde vivem, níveis de renda familiar ou educação, acesso digital e graus de desigualdade de gênero na comunidade. A estratégia global reconhece que devemos acabar com as desigualdades para acabar com a AIDS.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório sobre o status global da educação sexual é uma colaboração entre a UNESCO, o UNAIDS, o UNFPA, o UNICEF, ONU Mulheres e a OMS, com o apoio dos governos e da sociedade civil. O relatório fornece um retrato da situação da educação sexual abrangente baseada na escola em todo o mundo, que pode ajudar a informar os esforços de defesa e recursos, à medida que governos e parcerias trabalham para o objetivo de assegurar que estudantes recebam educação sexual abrangente de boa qualidade durante toda a sua escolaridade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Para governos e partes interessadas internacionais, queremos que vocês se levantem, falem, mudem as regras e destinem recursos para uma educação sexual abrangente&#8221;</p><cite>Reuben Ávila, jovem liderança mexicana da iniciativa She Decides e diretor da Sin Control Parental</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O evento foi realizado no período que antecede o <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://forum.generationequality.org/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fórum Geração Igualdade</a></span></strong> (em inglês), que será realizado de 30 de junho a 2 de julho e que lançará uma série de ações concretas, ambiciosas e transformadoras para alcançar progressos imediatos e irreversíveis em direção à igualdade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Autonomia corporal, saúde e direitos sexuais e reprodutivos&#8221; é uma das seis Ações de Coalizão que serão estabelecidas durante o Fórum Geração Igualdade. Entre as três ações acordadas para as Ações de Coalizão, a primeira é &#8220;Expandir a educação sexual abrangente&#8221;, com o objetivo de aumentar a oferta de educação sexual abrangente dentro e fora da escola para atingir mais 50 milhões de crianças, adolescentes e jovens até 2026. Esta meta é totalmente apoiada pela Estratégia Global para AIDS 2021-2026, que tem como meta geral atingir educação sexual abrangente para 90% de toda juventude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para um engajamento significativo da juventude, temos que nos certificar de que tenham ouvidos, olhos e dentes&#8221;. Os ouvidos significam que jovens estão conscientes de seus direitos, a voz significa que podem defender esses direitos e os direitos a serem satisfeitos pelas pessoas que têm direitos e os dentes significam que jovens podem responsabilizar as pessoas que têm direitos por isso&#8221;, disse Marina Plesons, oficial técnica sobre saúde sexual e reprodutiva de adolescentes na OMS.</p>
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		<title>UNAIDS reforça que igualdade de gênero e justiça são fundamentais para acabar com a AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/unaids-reforca-igualdade-de-genero-e-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 17:03:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 10 de junho, representantes das Nações Unidas, Estados-membros, movimentos de mulheres jovens e sociedade civil traçaram caminhos estratégicos para o avanço da justiça de gênero e dos direitos da mulher e no painel temático &#8220;Promovendo a igualdade de gênero e capacitando mulheres e meninas na resposta à AIDS&#8221;, realizado durante a Reunião de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/unaids-reforca-igualdade-de-genero-e-justica/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 10 de junho, representantes das Nações Unidas, Estados-membros, movimentos de mulheres jovens e sociedade civil traçaram caminhos estratégicos para o avanço da justiça de gênero e dos direitos da mulher e no painel temático &#8220;Promovendo a igualdade de gênero e capacitando mulheres e meninas na resposta à AIDS&#8221;, realizado durante a Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS.</p>



<span id="more-18349"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do progresso significativo na resposta ao HIV, a epidemia continua a ter um pesado impacto sobre as mulheres e meninas. Esta foi uma oportunidade para refletir sobre as realidades das mulheres e meninas em toda sua diversidade no contexto da resposta ao HIV e para compartilhar recomendações prospectivas sobre a igualdade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento foi o resultado de um novo compromisso global das lideranças mundiais para reduzir o número anual de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS, eliminar novas infecções por HIV entre crianças, acabar com a AIDS pediátrica e eliminar todas as formas de discriminação relacionada ao HIV até 2025. Os governos falharam em relação às metas feitas em 2016 para reduzir o número de meninas adolescentes e mulheres jovens entre 15 e 24 anos de idade infectadas por HIV para 100 mil por ano até 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Phumzile Mlambo-Ngcuka, diretora executiva da ONU Mulheres, observou o enorme trabalho ainda a ser feito, especialmente com a desafiadora convergência da violência baseada no gênero, COVID-19 e HIV, com o aumento dos níveis de violência contra mulheres e meninas durante os lockdowns, que chegou a até 500% em alguns países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nadine Gasman, presidente do Instituto Nacional da Mulher, compartilhou as melhores práticas do México, onde autoridades municipais e a sociedade civil trabalharam juntas para melhorar o acesso a serviços abrangentes de HIV de qualidade para populações deixadas para trás, tais como pessoas trans, e serviços integrados de HIV e saúde sexual e reprodutiva para mulheres vivendo com HIV, bem como para gays e outros homens que fazem sexo com homens e pessoas que usam drogas injetáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O painel observou que muitas mulheres, meninas e comunidades diversificadas em maior risco e vivendo com o HIV estão sendo deixadas para trás nos serviços de testagem, tratamento e cuidados com o HIV. Mulheres e meninas continuam a enfrentar formas intersetoriais de discriminação, estigma, violência e criminalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi levantada uma preocupação especial com as meninas adolescentes e mulheres jovens da África subsaariana que permanecem em alto risco de contrair o HIV. Em 2020, seis em cada sete novos casos de HIV entre adolescentes entre 15 e 19 anos de idade na região estavam entre meninas. As participantes enfatizaram a importância de alavancar a educação, particularmente a conclusão do ensino secundário de qualidade por meninas, como um poderoso ponto para acelerar a prevenção do HIV, a igualdade de gênero, um ambiente inclusivo livre de estereótipos, o empoderamento econômico e a prevenção da violência baseada no gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en/topics/education-plus" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Education Plus</a></span></strong></em> (Mais Educação, na tradução livre para o português), uma nova iniciativa ousada codirigida pela liderança do UNAIDS, ONU Mulheres, UNFPA, UNESCO e UNICEF, que está apelando para uma ação política de alto nível para o empoderamento de mulheres jovens e meninas na África subsaariana para reduzir urgentemente o HIV, foi saudada como uma resposta oportuna e muito necessária. Muitas pessoas enfatizaram a necessidade de colocar a justiça de gênero no centro da resposta ao HIV e o engajamento significativo sustentado e a inclusão de meninas adolescentes e mulheres jovens na tomada de decisões em todos os níveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os apelos à ação enfatizaram a importância de aumentar os investimentos em intervenções transformadoras de gênero e o apoio aos movimentos e liderança da juventude na resposta ao HIV, reformas legais e políticas nas exigências de consentimento parental que minam o direito à saúde de adolescentes, a proteção da saúde sexual e reprodutiva e os direitos de todas as mulheres e meninas adolescentes e a ampliação urgente de programas abrangentes de prevenção do HIV, bem como o envolvimento de homens e meninos na transformação de normas de gênero nocivas e na promoção de masculinidades positivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DESTAQUES</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos mais perto do fim da AIDS do que nunca, mas o HIV não acabou. Vemos novas infecções pelo HIV inaceitavelmente altas entre adolescentes e mulheres jovens na África subsaariana. Através da <em>Generation Equality</em> (Geração Igualdade, na tradução livre para o português) tomaremos medidas urgentes em questões-chave, incluindo a autonomia corporal das mulheres e a violência baseada no gênero, trabalhando em solidariedade através de uma coalizão intergeracional de governos, sociedade civil, organizações feministas e de jovens, setor privado, filantropia e organizações internacionais. Trabalhando de forma conjunta para enfrentar as desigualdades de gênero, podemos impulsionar mudanças sistêmicas e duradouras.&#8221;<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Phumzile Mlambo-Ngcuka</span></strong>, diretora executiva, ONU Mulheres</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Agora é o momento de nós, da comunidade global, enfrentarmos as exclusões e desigualdades que perpetuam esta crise. Precisamos de uma transformação radical e rápida das normas e práticas nocivas de gênero. Mas para que isso aconteça, devemos dar às pessoas mais afetadas pelo HIV, uma voz mais alta em nossas conversas, para que essas pessoas possam contribuir para as soluções.&#8221;<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Karina Gould</span></strong>, ministra canadense do Desenvolvimento Internacional</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A criminalização, leis e políticas punitivas baseadas na atividade e orientação sexuais e identidade de gênero, uso de drogas e status de HIV expõem ainda mais adolescentes e mulheres jovens de populações-chave a níveis extremos de violência, estigma e discriminação. Tais leis e políticas só as levam mais longe no acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV de que necessitam, com pouco ou nenhum recurso à justiça social e de gênero para violações de seus direitos.&#8221;<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Irene Ogeta</span></strong>, jovem ativista queniana dos direitos das mulheres</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos aprimorar nossas iniciativas de colaboração entre as comunidades e as escolas e perceber que a escola é um microcosmo do que a sociedade parece. A escola e a sala de aula são um reflexo e um espelho de nossas comunidades, e as comunidades espelham o que está acontecendo nas salas de aula. Imploro a todos nós que façamos agora esse investimento também em adolescentes, mulheres jovens e meninos&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Steven Bernardus Harageib</span></strong>, diretor técnico e chefe de programas, Escritório da primeira-dama da Namibia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qualquer discussão sobre a ação feminina e a plena participação na tomada de decisões para fortalecer a prevenção do HIV e a resposta à AIDS deve ser ancorada no cumprimento de um elemento central do empoderamento das mulheres que atravesse sua educação, saúde e segurança econômica: isto é, o pleno respeito e proteção de sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Nadine Gasman</span></strong>, presidente do Instituto Nacional Para Mulheres, México</p>
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		<title>UNAIDS: uma organização na liderança rumo à igualdade de gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2020 14:23:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O terceiro relatório anual de Saúde Global 50/50 classificou novamente o UNAIDS como uma organização com &#8220;pontuação muito alta&#8221;. Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses, por organizações ativas no setor da saúde, para implementar políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/03/unaids-uma-organizacao-na-lideranca-rumo-a-igualdade-de-genero/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O terceiro <a rel="noreferrer noopener" aria-label="relatório anual de Saúde Global 50/50 (opens in a new tab)" href="http://globalhealth5050.org/2020report/" target="_blank"><strong>relatório anual de Saúde Global 50/50</strong></a> classificou novamente o UNAIDS como uma organização com &#8220;pontuação muito alta&#8221;. Foram analisados os progressos feitos nos últimos 12 meses, por organizações ativas no setor da saúde, para implementar políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho. </p>



<span id="more-14642"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS é um entre 13 dos 200 principais órgãos de saúde globais—financiadores, organizações não-governamentais, organizações corporativas e outros com presença em pelo menos três países—a ser classificado com uma pontuação muito alta. Outras 27 organizações receberam pontuações altas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tenho orgulho de que o UNAIDS seja visto como sensível a questões de gênero e inclusivo&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Mas precisamos continuar desenvolvendo esses resultados—ainda temos um longo caminho a percorrer&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores avaliaram o gênero, a geografia das lideranças globais em saúde e a presença de políticas de gênero e diversidade nos locais de trabalho. O relatório também avaliou se as organizações abordam o papel crucial das questões de gênero em seus programas de investimento em saúde e suas prioridades em saúde.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora identifique algum progresso em direção à igualdade de gênero entre as 200 organizações pesquisadas, o relatório alerta que o ritmo da mudança é muito lento, e estima que levará mais de 50 anos para alcançar a paridade nos níveis mais altos das organizações globais de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas das 200 organizações que analisamos estão aquém das medidas de igualdade que pretendem apoiar. Mais de 70% dos executivos e presidentes dos conselhos de administração são homens, enquanto apenas 5% são mulheres em países de baixa e média renda ”, disse Sarah Hawkes, co-fundadora do Saúde Global 50/50 e professora de Saúde Pública Global na University College London. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><a href="http://globalhealth5050.org/2020report/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Poder, privilégios e prioridades (opens in a new tab)">Poder, privilégios e prioridades</a> (na tradução livre para o português) é o terceiro relatório do Saúde Global 50/50. Relatórios anteriores do Saúde Global 50/50 também consideraram o UNAIDS como um líder em questões de gênero, sendo classificado entre as nove melhores de 140 organizações em 2018 e entre as 14 melhores de quase 200 organizações em 2019.</em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/03/unaids-uma-organizacao-na-lideranca-rumo-a-igualdade-de-genero/">UNAIDS: uma organização na liderança rumo à igualdade de gênero</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Promovendo a igualdade de gênero no Brasil passo a passo</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/11/promovendo-a-igualdade-de-genero-no-brasil-passo-a-passo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 19:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Daniela de Barros]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Ação sobre Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Daniela de Barros, assistente de finanças no escritório do UNAIDS no Brasil, também é ponto focal em igualdade de gênero do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. Ela recorda que seu interesse e motivação em ajudar os outros e promover a igualdade surgiu de uma boa ação em sua infância. “Foi uma, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/11/promovendo-a-igualdade-de-genero-no-brasil-passo-a-passo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Daniela de Barros, assistente de finanças no escritório do UNAIDS no Brasil, também é ponto focal em igualdade de gênero do UNAIDS para a América Latina e o Caribe. </p>



<span id="more-13521"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recorda que seu interesse e motivação em ajudar os outros e promover a igualdade surgiu de uma boa ação em sua infância. “Foi uma daquelas situações do sonho que vira realidade. Quando minha irmã e eu éramos mais jovens, meus pais não podiam pagar pelas aulas de balé. Mas a irmã da minha melhor amiga dirigia um estúdio de balé e nos convidou para começar a ter aulas sem custo. A partir de então, nunca parei de dançar.” Barros diz que a dança a ensinou a ser disciplinada, organizada, focada e trouxe a conexão entre “corpo e alma” à sua vida pessoal e ao trabalho.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além de todas essas habilidades importantes que uso o tempo todo como profissional e como mãe de gêmeos adolescentes, também aprendi outra lição importante nas minhas aulas de balé: aprendi a me conectar comigo mesma e a conhecer meu potencial e poder interior”, ela disse. &#8220;Não é isso que queremos de uma iniciativa tão importante como o Plano de Ação sobre Gênero do UNAIDS? Empoderamento e transformação para todas as mulheres dentro e fora desta organização?” </p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de sua função como supervisora de aspectos financeiros, administrativos e operacionais do escritório do UNAIDS no Brasil, Barros viu que mudanças no gerenciamento são cruciais para manter a motivação da equipe. “Embora a mudança gere alguma insegurança, no final pode ser um sopro de ar fresco. Aprendi a reconhecer que a mudança é importante para as organizações.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Daniela de Barros em seu trabalho para o UNAIDS:</p>



<div class="wp-block-jetpack-slideshow aligncenter" data-effect="slide"><div class="wp-block-jetpack-slideshow_container swiper-container"><ul class="wp-block-jetpack-slideshow_swiper-wrappper swiper-wrapper"><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="2048" height="1365" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13529" data-id="13529" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/23614273835_26adec7f91_k-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="2048" height="1366" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13530" data-id="13530" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k.jpg 2048w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-640x427.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/29193682136_a1e061511a_k-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></figure></li><li class="wp-block-jetpack-slideshow_slide swiper-slide"><figure><img decoding="async" width="1600" height="1200" alt="" class="wp-block-jetpack-slideshow_image wp-image-13531" data-id="13531" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c.jpg" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-640x480.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/11/a000ddc2-554e-4b9b-b774-36a395d4533c-720x540.jpg 720w" sizes="(max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></figure></li></ul><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-prev swiper-button-prev swiper-button-white" role="button"></a><a class="wp-block-jetpack-slideshow_button-next swiper-button-next swiper-button-white" role="button"></a><a aria-label="Pause Slideshow" class="wp-block-jetpack-slideshow_button-pause" role="button"></a><div class="wp-block-jetpack-slideshow_pagination swiper-pagination swiper-pagination-white"></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Barros acredita que é hora de encorajar as mulheres a ter confiança em alcançar os seus objetivos. &#8220;O Plano de Ação sobre Gênero que temos no UNAIDS não apenas reforça nossa autoconfiança e coragem, mas também inspira os homens a apoiar as mulheres com quem trabalham&#8221;, disse. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Barros tem certeza de que &#8220;o UNAIDS a escolheu&#8221;, e não o contrário. &#8220;Estudei relações internacionais e sempre quis trabalhar para as Nações Unidas, mas confesso que nunca tinha ouvido falar do UNAIDS, até que um amigo me disse que eu deveria me candidatar à vaga&#8221;, disse ela. &#8220;Eu cresci e aprendi muito com o UNAIDS.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela diz que completar 40 anos trouxe algumas mudanças significativas, e que agora quer se envolver em projetos que possam transformar vidas. Há mais de seis meses, ela ensina balé a outras mulheres e está prestes a começar o que descreve como um desejo antigo: ensinar dança a crianças e adolescentes de comunidades pobres de Brasília, onde mora. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gosto de pensar no balé como a realização de um pensamento budista que diz que vemos nosso mundo externo por dentro e que, trabalhando em nossa perspectiva interna, podemos mudar o mundo lá fora. Esse é o poder da dança e para onde ela pode nos levar. É isso que eu quero ensinar crianças e mulheres através do projeto.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a matéria original publicada no site do UNAIDS (em inglês), <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2019/october/20191030_de-barros" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (opens in a new tab)">aqui</a>.</p>
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	            data-title="Promovendo a igualdade de gênero no Brasil passo a passo" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/11/promovendo-a-igualdade-de-genero-no-brasil-passo-a-passo/">Promovendo a igualdade de gênero no Brasil passo a passo</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Países devem estimular poder e potencial da nova geração de meninas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/10/paises-devem-estimular-poder-e-potencial-da-nova-geracao-de-meninas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 18:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Meninas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem aproximadamente 1.1 bilhão de meninas atualmente no mundo, a maior geração da história. Uma nova geração de jovens mulheres, formidável e sem precedentes, está exigindo ações e responsabilidade sobre várias questões que as afetam, desde mudança climática até educação de meninas, igualdade de gênero, fim do casamento infantil forçado, saúde menstrual e eliminação, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/10/paises-devem-estimular-poder-e-potencial-da-nova-geracao-de-meninas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Existem aproximadamente 1.1 bilhão de meninas atualmente no mundo, a maior geração da história. Uma nova geração de jovens mulheres, formidável e sem precedentes, está exigindo ações e responsabilidade sobre várias questões que as afetam, desde mudança climática até educação de meninas, igualdade de gênero, fim do casamento infantil forçado, saúde menstrual e eliminação de violência de gênero.  </p>



<span id="more-13267"></span>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional das Meninas, que nesse ano tem como tema “<em><a href="https://www.un.org/en/events/girlchild/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="GirlForce: unscripted and unstoppable (opens in a new tab)">GirlForce: unscripted and unstoppable</a></em>” (Força das meninas: natural e invencível, na tradução livre para o português), o UNAIDS reafirma a urgência em empoderar, investir em envolver meninas adolescentes e jovens mulheres na definição da resposta à AIDS e e nas agendas mais amplas de saúde e desenvolvimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desigualdade de gênero, normas de gênero nocivas e a epidemia de violência de gênero continuam a impedir milhões de meninas a exercer seus direitos e a atingir seu potencial”, disse Gunilla Carlsson, diretora executiva interina do UNAIDS. “Investir no empoderamento, direitos e saúde de meninas adolescentes é um dos investimentos mais importantes do nosso tempo.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Problemas múltiplos e interligados de saúde, econômicos e socioculturais aumentam a vulnerabilidade de meninas e jovens mulheres ao HIV, sendo que as meninas e jovens mais socialmente e economicamente marginalizadas são as mais afetadas pela epidemia. Em 2018, a cada semana, cerca de 6 mil adolescentes e jovens mulheres (com idade entre 15–24 anos) foram infectadas pelo HIV. A maior parte das novas infecções ocorreram na África Subsaariana, onde quatro a cada cinco pessoas jovens entre 15–19 anos que se infectaram com HIV foram mulheres.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, desigualdades e violência de gênero forçam milhares de meninas a se casar e a se tornarem mães. Ao redor do mundo, todo ano, 12 milhões de meninas abaixo de 18 anos de idade se casam e, todos os dias, 20 mil meninas abaixo de 18 anos de países em desenvolvimento dão à luz. O casamento precoce geralmente significa que as meninas vão ter dificuldade em negociar sexo seguro dentro do casamento, as fazendo especialmente vulneráveis ao HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ambiciosa meta da Declaração Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS, e a <a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" label="Estratégia de 2016–2021 (opens in a new tab)">Estratégia de 2016–2021</a> do UNAIDS, defendem o empoderamento de mulheres e meninas, direitos e igualdade de gênero como indispensáveis para acabar com a AIDS e alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O UNAIDS estimula todos os países a aproveitarem a oportunidade para impulsionar o poder e potencial desta geração de meninas. </p>
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	            data-title="Países devem estimular poder e potencial da nova geração de meninas" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/10/paises-devem-estimular-poder-e-potencial-da-nova-geracao-de-meninas/">Países devem estimular poder e potencial da nova geração de meninas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Transformando palavras em ações rumo a igualdade de gênero</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/transformando-palavras-em-acoes-rumo-a-igualdade-de-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 11:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo relatório anual de Saúde Global 50/50 foi lançado no dia 7 de março em Addis Ababa, Etiópia. O relatório analisa os progressos realizados nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde para implementar políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/transformando-palavras-em-acoes-rumo-a-igualdade-de-genero/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo relatório anual de Saúde Global 50/50 foi lançado no dia 7 de março em Addis Ababa, Etiópia. O relatório analisa os progressos realizados nos últimos 12 meses por organizações ativas no setor da saúde para implementar políticas que promovam a igualdade de gênero, a não discriminação e a inclusão no local de trabalho.<span id="more-10787"></span></p>
<p>O relatório deste ano, <a href="https://globalhealth5050.org/2019-report/">Equality works</a> (‘Igualdade funciona’ na tradução livre para o português), analisa as políticas e práticas relacionadas a gênero de quase 200 organizações. A amostra inclui organizações de 10 setores, com sede em 28 países em todo o mundo, que juntos empregam cerca de 4,5 milhões de pessoas.</p>
<p>O relatório fornece um guia abrangente sobre como as organizações globais ativas na saúde estão tomando medidas para promover a igualdade de gênero em quatro áreas: comprometimento, conteúdo político com base em evidências, resultados equitativos em poder e remuneração e programação sensível ao gênero.</p>
<p>A revisão do Saúde Global 50/50 classifica 14 organizações com pontuações muito altas nestas quatro áreas, incluindo a ONU Mulheres, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). O UNAIDS está incluído em uma lista de outras 17 organizações classificadas com pontuações altas.</p>
<p>No entanto, o relatório salienta que, mesmo entre os que têm bom desempenho, ainda há a necessidade urgente de as organizações cumprirem e aplicarem as suas políticas de igualdade, não discriminação e inclusão.</p>
<p>A presidente da Etiópia, Sahle-Work Zewde, foi a oradora principal durante o lançamento e falou da necessidade de promover a liderança feminina para implementar políticas e programas em igualdade de gênero.</p>
<p>A Sra. Sahle-Work é a primeira mulher chefe de estado da Etiópia e atualmente a única mulher chefe de estado em toda a África. O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, assegurou a igualdade de gênero entre seus ministros.</p>
<p>Durante seu discurso no lançamento do relatório, Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, disse que foi oportuno a realização do evento na Etiópia e falou da importância de alcançar a igualdade de gênero como uma questão de justiça social.</p>
<p>“As mulheres continuam a ser deixadas para trás e são mais propensas a sofrer assédio, discriminação e progressão de carreira mais lenta”, disse Sidibé. “É uma afronta que, em média, as mulheres ganhem 20% menos que os homens sem nenhuma razão além do gênero. Isso deve mudar”.</p>
<p>Sidibé disse que o UNAIDS fez progressos na igualdade de gênero, mas reconheceu que há mais a ser feito. Ele disse que o UNAIDS aumentou a proporção de Diretores de países do sexo feminino de 26% em 2013 para 48% nos dias de hoje. Ele também apontou a adoção de uma política única de licença parental e a expansão do Programa de Liderança do UNAIDS para todas as mulheres da organização como exemplos de seu compromisso em alcançar a igualdade de gênero.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/03/transformando-palavras-em-acoes-rumo-a-igualdade-de-genero/">Transformando palavras em ações rumo a igualdade de gênero</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Acelerando o progresso rumo à igualdade de gênero nas Nações Unidas e além</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/04/acelerando-o-progresso-em-direcao-igualdade-de-genero-nas-nacoes-unidas-e-alem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 12:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na África Subsaariana, três em cada quatro novas infecções entre jovens de 15 a 19 anos são entre meninas, enquanto, globalmente, o HIV é a principal causa de morte entre mulheres de 30 a 49 anos. Sabemos que a igualdade de gênero e o empoderamento feminino são pontos essenciais para acabar com a epidemia, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/04/acelerando-o-progresso-em-direcao-igualdade-de-genero-nas-nacoes-unidas-e-alem/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na África Subsaariana, três em cada quatro novas infecções entre jovens de 15 a 19 anos são entre meninas, enquanto, globalmente, o HIV é a principal causa de morte entre mulheres de 30 a 49 anos. Sabemos que a igualdade de gênero e o empoderamento feminino são pontos essenciais para acabar com a epidemia de AIDS até 2030, como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O UNAIDS está comprometido com a integração da igualdade de gênero e dos direitos humanos em suas políticas programáticas e de gestão.<span id="more-8707"></span></p>
<p>O UNAIDS está na vanguarda do progresso em gênero nas Nações Unidas. Em apenas quatro anos, o UNAIDS transformou sua liderança nos países de 27% para 48% de mulheres (2013-2017).</p>
<p><strong>Plano de Ação de Gênero do UNAIDS</strong></p>
<p>O UNAIDS lançou seu primeiro Plano de Ação de Gênero em 2013. Trata-se de uma estrutura abrangente para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na organização e integra ações sensíveis ao gênero ao trabalho do UNAIDS.</p>
<ul>
<li><strong>Empoderando a equipe: </strong></li>
</ul>
<p>&#8211; O UNAIDS criou um programa especial de liderança para mulheres nos níveis P4 e P5 e para Oficiais Nacionais destinado a promover o empoderamento feminino e o desenvolvimento de suas carreiras.</p>
<p>&#8211; O Programa de Mentoria para Mulheres do UNAIDS já opera há três anos e visa contribuir para o crescimento profissional e a satisfação das mulheres no trabalho. O Programa é aberto a mulheres em todos os níveis da organização, com mentores homens e mulheres.</p>
<ul>
<li><strong>Maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional:</strong></li>
</ul>
<p>&#8211; Uma política contemporânea de Acordos de Trabalho Flexível foi adotada para apoiar a equipe na otimização da produtividade e, ao mesmo tempo, equilibrar os compromissos profissionais e pessoais.</p>
<p>&#8211; Licença maternidade estendida para fornecer às novas mães 8 semanas adicionais de licença, com pagamento integral.</p>
<ul>
<li><strong>Integração de gênero responsável:</strong></li>
</ul>
<p>&#8211; Toda a equipe é incentivada a definir objetivos de trabalho e aprendizado sensíveis a gênero.</p>
<p>&#8211; O &#8216;marcador de igualdade de gênero&#8217; foi implementado e a meta é que 15% de todas as despesas sejam gastas para apoiar a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres.</p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/04/2018_05_26_Genero-Brochura-UN.pdf" target="_blank" rel="noopener">Leia a brochura completa aqui.</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/04/acelerando-o-progresso-em-direcao-igualdade-de-genero-nas-nacoes-unidas-e-alem/">Acelerando o progresso rumo à igualdade de gênero nas Nações Unidas e além</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Falando abertamente sobre sexo e HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/falando-abertamente-sobre-sexo-e-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 19:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dezoito anos atrás, aos 19 anos, Florence Anam engravidou. Quando adolescente, ela se encantou por um homem mais velho que lhe dava bastante atenção. Uma boa aluna na escola e prestes a começar a universidade, seus pais lhe disseram que ficaram desapontados com ela, mas nunca voltaram a falar sobre o assunto. &#8220;Quando eu, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/falando-abertamente-sobre-sexo-e-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dezoito anos atrás, aos 19 anos, Florence Anam engravidou. Quando adolescente, ela se encantou por um homem mais velho que lhe dava bastante atenção. Uma boa aluna na escola e prestes a começar a universidade, seus pais lhe disseram que ficaram desapontados com ela, mas nunca voltaram a falar sobre o assunto.<span id="more-7266"></span></p>
<p>&#8220;Quando eu estava grávida, nunca houve perguntas sobre como eu acabei nessa situação ou quem era o responsável&#8221;, disse Florence. &#8220;O sexo era um tema tabu e não uma discussão que os pais tinham com seus filhos.&#8221;</p>
<p>Florence não conhecia seu estado sorológico para o HIV até 2006. Durante uma campanha nacional de prevenção do HIV no Quênia, ela e outros quatro amigos foram testados. Quando os testes de HIV confirmaram que ela estava vivendo com o vírus, Florence ficou sem chão.</p>
<p>O choque de realidade veio quando, um ano depois, Florence foi demitida de seu emprego por ser HIV-positivo. &#8220;Naquela época, não havia redes de HIV para jovens, nem havia tanta informação disponível, então entrei em contato com uma mulher que tinha sido exibida em um jornal e a abordei perguntando: ‘por que não tenho permissão para ser produtiva se ainda não estou doente?’, explicou Florence.</p>
<p>Essa mulher, Asunta Wagura, era a Diretora da Rede Queniana de Mulheres com AIDS. Asunta pediu a Florence para visitar e conhecer a organização, na qual ela começou a trabalhar como voluntária. Ela descreve a experiência como um choque de realidade. Ela ouviu histórias de outras mulheres, de quantas delas viviam na pobreza e lidavam com violência. &#8220;Era como mergulhar nesse mundo que, como uma criança protegida, eu nunca soube que existia; de repente, meus problemas se tornaram triviais e eu sabia que eu precisava contar para outras pessoas o que eu estava vendo todos os dias.&#8221;</p>
<p>Florence começou então a falar mais sobre o HIV, atraindo muita atenção para si e para seu estado sorológico. &#8220;Eu cansei de ter pessoas me dizendo quais eram suas opiniões sobre minha vida, eu senti falta da garota que eu era e eu precisava desesperadamente sair desse buraco&#8221;, conta.</p>
<p>Parte do trabalho de advocacy e comunicação de Florence com a Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV/AIDS envolve encontros mensais de mentoria com meninas e mulheres jovens que vivem com HIV. &#8220;Eu quero aumentar a conscientização delas em relação à vida que terão 20 anos adiante&#8221;, diz.</p>
<p>Florence considera que sua vida está completa. Seu filho, de 17 anos, e sua filha, adotada há 11 anos, censuram-na de forma carinhosa quando ela fala sobre sexo e outros assuntos &#8220;estranhos&#8221; na mesa de jantar.</p>
<p>&#8220;Eu sou a mãe estranha falando sobre sexo e comportamento sexual responsável nos lugares mais insanos&#8221;, comenta Florence. &#8220;Eu continuo repetindo para eles que as decisões que você toma agora, por mais imaturas que sejam, terão um impacto a longo prazo.&#8221;</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5.png"><img loading="lazy" decoding="async" width="1855" height="345" class="alignnone size-full wp-image-7267" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5.png" alt="" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5.png 1855w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-300x56.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-768x143.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-1024x190.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-1800x335.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/09/ods5-720x134.png 720w" sizes="auto, (max-width: 1855px) 100vw, 1855px" /></a></p>
<p><strong>ODS 5: Alcançar igualdade de gênero e empoderar mulheres e meninas</strong></p>
<p>A desigualdade de gênero, a discriminação e as práticas prejudiciais criam uma cultura que impacta negativamente mulheres, meninas, homens e meninos. Meninas e mulheres são desproporcionalmente vulneráveis e impactadas pela infecção do HIV. Frequentemente, elas não têm a capacidade de controlar ou determinar suas próprias escolhas de vida, como ir à escola, com quem se casam ou fazem sexo, o número de filhos que têm, os serviços de saúde que elas acessam, suas opções de emprego ou sua capacidade de expressar uma opinião e ser respeitada.</p>
<p>Os programas projetados para educar e informar meninas e mulheres sobre os riscos do HIV e fornecer alguns meios para que elas se protejam são elementos essenciais para a resposta à AIDS. No entanto, ainda que necessários, eles são insuficientes. O acesso a uma educação abrangente sobre sexualidade e serviços de saúde sexual e reprodutiva só poderá será parcialmente bem-sucedido na proteção de meninas e mulheres jovens contra o HIV se seus potenciais parceiros do sexo masculino continuarem inconscientes ou não quiserem mudar seu comportamento. Aumentar a conscientização masculina dos riscos do HIV, proporcionar aos homens e aos meninos os meios de prevenção e capacitá-los para que mudem o seu próprio comportamento e vejam os benefícios de um relacionamento equilibrado e respeitoso, são essenciais para diminuir o número de novas infecções por HIV e aumentar a igualdade de gênero.</p>
<p>Como muitas mulheres jovens, Florence cresceu sem educação sexual abrangente ou acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva. Ela fez disso o trabalho de sua vida: expandir os serviços de HIV e de saúde amigáveis aos jovens e orientar mulheres jovens que vivem com o HIV, dando-lhes esperança para o futuro. A história de Florence resume o quão é importante é o progresso no ODS 5— alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as meninas e mulheres— na capacitação de mulheres e homens jovens para que tomem decisões informadas sobre como se proteger da infecção pelo HIV.</p>
<p>A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável amplia em grande escala o que a resposta à AIDS tem feito há 30 anos—uma abordagem multissetorial baseada em direitos e centrada nas pessoas que aborda os determinantes da saúde e do bem-estar. Esta é mais uma história de uma série que o UNAIDS produziu destacando os vínculos entre o HIV e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A série busca mostrar uma imagem de como o HIV está interconectado com os ODS e quão interdependentes os ODS são uns dos outros. Mais importante ainda, as histórias nos mostram o progresso alcançado com a resposta à AIDS e o caminho que ainda nos falta percorrer com os ODS.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/2017/07/acesso-universal-medicamentos-brasil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><i>Conheça a história do brasileiro Welber</i>—<i>traduzida para o português</i>—</a><i>e como o acesso universal aos serviços de HIV mudou a vida dela e de sua namorada. As demais histórias bem como o relatório estão disponíveis apenas <a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/SDGsandHIV_en.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">em inglês</a>.</i></p>
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	            data-title="Falando abertamente sobre sexo e HIV" 
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		<title>Parceiros se unem por uma gestão sensível a gênero</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/06/parceiros-unem-gestao-sensivel-genero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 20:15:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[violência de gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceiros de todo o sistema das Nações Unidas se reuniram no último 30 de maio, na sede do UNAIDS em Genebra, na Suíça, para discutir como as mudanças comportamentais, institucionais e culturais podem acelerar o progresso em rumo à igualdade de gênero. Em seu discurso de abertura, Jan Beagle, Diretora Executiva Adjunta do UNAIDS,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/06/parceiros-unem-gestao-sensivel-genero/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parceiros de todo o sistema das Nações Unidas se reuniram no último 30 de maio, na sede do UNAIDS em Genebra, na Suíça, para discutir como as mudanças comportamentais, institucionais e culturais podem acelerar o progresso em rumo à igualdade de gênero.<span id="more-6436"></span></p>
<p>Em seu discurso de abertura, Jan Beagle, Diretora Executiva Adjunta do UNAIDS, enfatizou que, se o gerenciamento de mudanças for realizado de forma sensível ao gênero, as barreiras à igualdade de gênero no local de trabalho podem ser abordadas e superadas. Ela compartilhou o progresso alcançado pelo UNAIDS em relação à igualdade de gênero, incluindo a quase paridade de gênero entre o pessoal empregado: 40% dos diretores dos escritório de país do UNAIDS são mulheres e há 100% de conformidade com os indicadores de desempenho do Plano de Ação do Sistema das Nações Unidas sobre Igualdade de Gênero e o Empoderamento de Mulheres (United Nations System-Wide Action Plan on Gender Equality and the Empowerment of Women). Ela também destacou a necessidade de mudar as culturas organizacionais para capacitar os funcionários em todos os lugares. O UNAIDS está retirando a questão de gênero do isolamento e dando visibilidade à igualdade e à inclusão dentro de todo o Secretariado.</p>
<p>Julian Braithwaite, Embaixador e Representante Permanente do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte para o Escritório das Nações Unidas e outras organizações internacionais em Genebra, que pronunciou o outro discurso de abertura, reafirmou o compromisso do Reino Unido em capacitar mulheres e meninas, ao enfatizar a importância de criar culturas organizacionais que defendam a igualdade de gênero. Ele refletiu sobre o potencial de Genebra como um centro internacional de direitos humanos, comércio e trabalho humanitário que reúne o poder coletivo das Nações Unidas e de seus Estados Membros.</p>
<p>Os participantes representaram a ampla gama de entidades das Nações Unidas em Genebra, incluindo consultores sêniores em recursos humanos, gerenciamento de mudanças e gênero. O encontro foi organizado pela rede de lideranças em igualdade de gênero International Gender Champions Geneva, pelo UNAIDS e pela Missão Permanente do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte junto ao Escritório das Nações Unidas e outras organizações internacionais em Genebra.</p>
<p>A oficina é a primeira de uma série de iniciativas a serem empreendidas pelo UNAIDS e pela Missão Permanente do Reino Unido, que compartilham a presidência do grupo de gerenciamento de impacto e mudança do International Gender Champions. Por meio do grupo de impacto, os Co-Presidentes procuram identificar e superar as barreiras institucionais que impedem o progresso e a influência de mulheres nas organizações internacionais com sede em Genebra.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>&#8220;Se nós pudermos melhor aproveitar o nosso poder coletivo para alcançar a mudança que coloca a igualdade de gênero e empoderamento feminino no centro, nós seremos uma força poderosa.&#8221;</p>
<p><strong>Julian Braithwaite, Missão Permanente do Reino Unido da Grã-Bretanha e da Irlanda do Norte no Escritório das Nações Unidas e outras Organizações Internacionais em Genebra</strong></p>
<p>&#8220;Transformar nossas organizações de forma que a igualdade de gênero se incorpore através de estruturas, processos e níveis é nossa responsabilidade coletiva. Necessitamos do seu compromisso e da sua liderança e nós também necessitamos que você traga outros a bordo.&#8221;</p>
<p><strong>Jan Beagle, Diretora Executiva Adjunta do UNAIDS</strong></p>
<p>&#8220;É tempo mudar o nosso DNA institucional e criar ambientes para a igualdade de gênero genuína.&#8221;</p>
<p><strong>Caitlin Kraft-Buchman, Cofundadora do International Gender Champions e Diretora Executiva de WOMEN@THETABLE</strong></p>
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		<title>Dia Laranja celebra o compromisso pela igualdade de gênero na Agenda pelo Desenvolvimento Sustentável 2030</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/09/dia-laranja-celebra-o-compromisso-pela-igualdade-de-genero-na-agenda-pelo-desenvolvimento-sustentavel-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 12:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Laranja Pela Eliminação da Violência contra as Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Laranja Pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado nesse dia 25 de setembro, ressalta o compromisso mundial de adoção da Agenda pelo Desenvolvimento Sustentável 2030. Este documento reconhece que a igualdade de gênero, o empoderamento das mulheres e a eliminação da violência contra mulheres e meninas são centrais para o desenvolvimento, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/09/dia-laranja-celebra-o-compromisso-pela-igualdade-de-genero-na-agenda-pelo-desenvolvimento-sustentavel-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Laranja Pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, celebrado nesse dia 25 de setembro, ressalta o compromisso mundial de adoção da Agenda pelo Desenvolvimento Sustentável 2030. <span id="more-1692"></span>Este documento reconhece que a igualdade de gênero, o empoderamento das mulheres e a eliminação da violência contra mulheres e meninas são centrais para o desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Nesse dia, 193 líderes mundiais vão se comprometer com 17 metas globais para os próximos 15 anos, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. É chegada a hora dos governos adotarem a Agenda pelo Desenvolvimento Sustentável, propondo ações concretas e financiamento adequado para o cumprimento dos objetivos de desenvolvimento sustentável. O objetivo número 5 da Agenda é “Alcançar a Igualdade de Gênero por meio do fortalecimento das mulheres e meninas”. Além disso, outros 12 objetivos de desenvolvimento sustentável incorporam, transversalmente, metas de igualdade de gênero.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1698 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja.png" alt="Imagem_dia_laranja" width="800" height="800" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja-150x150.png 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja-300x300.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja-720x720.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Imagem_dia_laranja-640x640.png 640w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>
<p>Um dos maiores obstáculos para o alcance da igualdade de gênero é a violência contra mulheres e meninas, uma pandemia global que afeta 1 em cada 3 mulheres ao longo de suas vidas. Nenhum país do mundo é imune a ela. A Assembleia Geral da ONU deste ano será uma oportunidade para os governos tomarem os primeiros passos cruciais e traçarem seus compromissos pela eliminação da violência contra mulheres e meninas até 2030.</p>
<p>Paralelamente à Assembleia, a ONU Mulheres e a República Popular da China promovem, no dia 27 de setembro, a <em>Conferência pela Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres: Um Compromisso pela Ação</em>. Assista on-line à Conferência Global de Líderes pela Igualdade de Gênero no dia 27 de setembro, às 10:00 (horário de Brasília) em unwomen.org.</p>
<p><strong>Objetivo 5: Alcançar a Igualdade de Gênero por meio do fortalecimento das mulheres e meninas</strong></p>
<p>Para alcançar a igualdade de gênero até 2030 foram propostas uma série de metas como:</p>
<p><strong>5.1 </strong>Acabar com todas as formas de discriminação contra todas as mulheres e meninas em toda parte;</p>
<p><strong>5.2 </strong>Eliminar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas nas esferas públicas e privadas, incluindo o tráfico e exploração sexual e de outros tipos;</p>
<p><strong>5.3 </strong>Eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas;</p>
<p><strong>5.4 </strong>Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais;</p>
<p><strong>5.5 </strong>Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública;</p>
<p><strong>5.6 </strong>Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão;</p>
<p><strong>5.a </strong>Realizar reformas para dar às mulheres direitos iguais aos recursos econômicos, bem como o acesso a propriedade e controle sobre a terra e outras formas de propriedade, serviços financeiros, herança e os recursos naturais, de acordo com as leis nacionais;</p>
<p><strong>5.b </strong>Aumentar o uso de tecnologias de base, em particular as tecnologias de informação e comunicação, para promover o empoderamento das mulheres;</p>
<p><strong>5.c </strong>Adotar e fortalecer políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dia Laranja</strong></p>
<p>A campanha do Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, UNA-SE pelo Fim da Violência contra as Mulheres proclamou o dia 25 de cada mês como Dia Laranja, um dia para ampliar a conscientização e agir pela eliminação da violência contra mulheres e meninas. Sendo uma cor vibrante e otimista, o laranja representa um futuro livre de violência contra mulheres e meninas para a campanha UNA-SE.</p>
<p>O Dia Laranja convoca ativistas, governantes e membros das Nações Unidas a se mobilizarem pelo tema da prevenção e eliminação da violência contra mulheres e meninas, não só uma vez ao ano, no 25 de Novembro (O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres), mas todos os meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações:</strong></p>
<p>Amanda Kamanchek Lemos<br />
ONU Mulheres</p>
<p><strong>Tel.:</strong> (61) 3038-9296<br />
<strong>E-mail:</strong> <a href="mailto:amanda.lemos@unwomen.org">amanda.lemos@unwomen.org</a></p>
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