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	<title>China - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>O motorista voluntário em Wuhan</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 19:13:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 8 de fevereiro, no dia do Festival das Lanternas—parte das celebrações do Ano Novo chinês—, Shen Ming fazia os bolinhos doces yuanxiao, iguaria tradicional do festival, em sua casa, em Wuhan, na província chinesa de Hubei. De tempos em tempos, ele levantava a cabeça para assistir ao noticiário local na televisão e receber, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/03/o-motorista-voluntario-em-wuhan/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em 8 de fevereiro, no dia do Festival das Lanternas—parte das celebrações do Ano Novo chinês—, Shen Ming fazia os bolinhos doces <em>yuanxiao</em>, iguaria tradicional do festival, em sua casa, em Wuhan, na província chinesa de Hubei. De tempos em tempos, ele levantava a cabeça para assistir ao noticiário local na televisão e receber as últimas notícias sobre o surto de COVID-19. </p>



<span id="more-14743"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Ele prestou atenção especial às novas medidas de restrição de tráfego. Diferentemente da maioria das pessoas na cidade, que ficava em casa o dia inteiro por causa do bloqueio, Shen Ming precisava sair quase todos os dias. Como voluntário, ele se encarregava de levar pessoas que vivem com HIV até os serviços de saúde  para buscar seus remédios durante o surto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquela tarde, Shen Ming tinha plenajado levar alguém para o Hospital Jinyintan. “Tempo suficiente para comer os bolinhos doces”, pensou. Quando a água começou a ferver, o telefone tocou. Um colega do Centro de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros de Wuhan perguntou se ele poderia levar outras duas pessoas para buscar seus remédios imediatamente. Ele disse sim. &#8220;Você vê&#8221;, respondeu, &#8220;isso me poupará muito tempo, porque eu posso levar três pessoas ao hospital de uma só vez.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desligou o fogão e vestiu seu traje de proteção e uma máscara. “Esquece os bolinhos doces. Eu posso cozinhá-los mais tarde”, pensou. &#8220;Além disso, posso fazer uma chamada de vídeo com meus pais enquanto como bolinhos à noite.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazia mais de duas semanas que Wuhan, o epicentro do surto de COVID-19, estava sob bloqueio. Um silêncio desconfortável pairava sobre a cidade, que parecia deserta, em forte contraste com a energia da metrópole antes do surto. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Shen Ming tinha planos de ano novo totalmente diferentes. Ele havia reservado um voo para sua cidade natal, na província de Zhejiang, e até comprado algumas guloseimas locais para seus pais como presentes de ano novo. &#8220;Eles estão mais acostumados à comida doce, mas eu queria que eles provassem algo diferente&#8221;, relembra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois dias antes do voo, Shen Ming recebeu uma mensagem do namorado. &#8220;Como você está?&#8221; dizia a mensagem. “Recebi más notícias: meu pai foi diagnosticado com COVID-19. E minha mãe e eu também estamos com febre alta. Estamos todos a caminho do hospital e ficaremos lá se houver camas para nós. ” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Shen Ming ofereceu sua solidariedade ao namorado e, no dia seguinte, foi ver seu médico. Ficou aliviado ao saber que não estava infectado, mas foi aconselhado a ficar em Wuhan para observação—ele nunca pensou que o coronavírus seria o motivo de seu primeiro ano novo longe de sua família. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Então, você também é HIV positivo, como nós? </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Graças a uma determinação do Centro Nacional de Controle e Prevenção de AIDS/IST da China, as pessoas que vivem com HIV podem receber reposição de medicamentos onde quer que estejam no país. Tudo o que eles precisam é de uma carta do serviço de saúde onde recebe atendimento rotineiro. No entanto, neste contexto, eles tinham um desafio, pois os táxis e os serviços de transporte público foram interrompidos durante o período de confinamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa realizada em conjunto pelo UNAIDS e pela aliança BaiHuaLin de pessoas vivendo com HIV, uma organização comunitária em Pequim, mostrou que quase 65% dos entrevistados na província de Hubei tiveram dificuldade de obter seus medicamentos durante o bloqueio. Com a maioria das equipes médicas concentrando-se na COVID-19, organizações de base comunitária, como o Centro de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros de Wuhan, pediram a voluntários como Shen Ming que transportassem pessoas vivendo com HIV para buscar seus medicamentos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como motorista voluntário, seu primeiro passageiro foi de Xangai. Wuhan acabara de ser colocada em quarentena quando esta estava prestes a sair da cidade. Para piorar, seu remédio para o HIV estava acabando. “Se o tratamento de pessoas vivendo com HIV for interrompido, a saúde delas pode sofrer. Neste contexto, eu sempre percebi um pouco do medo, da ansiedade e do desespero deles com esta situação”, conta Shen Ming. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta primeira viagem, Shen Ming colocou três máscaras e abriu a janela do carro para reduzir a possibilidade de ser infectado. Sua viagem foi ao mesmo hospital que cuidava das pessoas afetadas pela COVID-19. Ele estava nervoso ao chegar ao hospital, mas, para seu alívio, a clínica de HIV e a clínica de COVID-19 estavam distantes. O Centro de LGBTs de Wuhan deu a ele um traje de proteção depois de saber que ele não tinha equipamento de proteção adequado e ele, com o tempo, o motorista voluntário ficou mais tranquilo com a situação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de levá-los de carro até o serviço de saúde, ele os acompanhava até a clínica e os esperava lá até que recebessem os remédios. Depois, conversavam sobre o tema. &#8220;Então, você também é HIV positivo, como nós?&#8221;, perguntavam quase todos a Shen Ming, que não vive com HIV. &#8220;Não importa&#8221;, respondia ele. “A AIDS é apenas uma doença crônica. O atendimento às pessoas vivendo com HIV vai além da comunidade de pessoas vivendo com HIV.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já era tarde quando ele voltou para casa depois de levar as três pessoas ao hospital no dia do Festival das Lanternas. Com fome, ligou o fogão e cozinhou macarrão. Esta foi a primeira vez que Shen Ming não comeu bolinhos doces no Festival das Lanternas, mas ficou feliz porque encontrou o namorado, ainda que brevemente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vou continuar meu trabalho voluntário até que eles não precisem de mim. Seria melhor se eu não fosse necessário &#8220;, disse ele com um sorriso no rosto.&#8221; Eu provavelmente ficarei nesta cidade. Vou comprar uma casa quando a epidemia acabar e construir um lar aqui. &#8221; </p>
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		<title>Correntes de solidariedade e bondade durante o surto de COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 19:58:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Receber ligações a qualquer hora do dia não é incomum para Liu Jie, a oficial de Mobilização Comunitária no escritório do UNAIDS na China. Devido ao surto de COVID-19 pelo qual o país está passando, todo o escritório tem se dedicado a ajudar as pessoas que vivem com HIV na continuidade do acessar ao tratamento, especialmente na província de Hubei, onde a pandemia foi relatada pela primeira vez. Recentemente, Liu ficou surpresa quando recebeu uma ligação da Polônia. </p>



<span id="more-14745"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Um homem chinês se apresentou dizendo que está isolado e que ficará sem medicamento para o HIV em dois dias&#8221;, conta Liu. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as restrições de viagem fechando cada vez mais países, o homem não podia voltar para casa nem acessar remédios. Sem saber o que fazer, ele procurou uma organização comunitária chinesa, a Birch Forest National Alliance, e através deles fez contato com o UNAIDS em Pequim, explicou ela. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele, como inúmeras outras pessoas no exterior, foi pego de surpresa pelas consequências do surto de COVID-19. Dias antes, o escritório do UNAIDS na China havia ajudado outra pessoa chinesa vivendo com HIV a ter acesso a medicamentos enquanto estava presa em Angola. Nos dois casos, colegas em Pequim procuraram os escritórios nacionais do UNAIDS e a equipe global de Mobilização Comunitária em Genebra, Suíça. O Diretor Nacional do UNAIDS na Angola fez a ponte com a Rede Angolana de Organizações de Serviços de AIDS e a pessoa conseguiu acesso aos medicamentos rapidamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da Polônia, Jacek Tyszko, um polonês que faz parte da equipe de mobilização comunitária do UNAIDS, sabia exatamente o que fazer. &#8220;Como estivemos em contato com redes regionais de pessoas vivendo com HIV na Europa Central e Oriental, fiz uma ligação&#8221;, relembra. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Anna Marzec-Boguslawska, chefe do Centro Nacional de AIDS da Polônia, concordou rapidamente em dar seguimento. Ela sempre foi muito receptiva, o que nos permite avançar rapidamente em campo. Vinte e quatro horas depois, Liu recebeu uma foto de um homem segurando uma caixa de remédio em frente a um prédio cinza. Minutos depois, o telefone tocou. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Era o mesmo chinês ligando novamente da Polônia. Ele estava chorando de alegria, dizendo que tinha o remédio e que essa era uma foto dele agora, conta. &#8220;Ele continuou dizendo que não podia acreditar que tornamos possível o que parecia impossível.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor da Birch Forest National Alliance, Bai Hua, também agradeceu ao UNAIDS. &#8220;Este caso realmente mostra que o UNAIDS está enraizado nas comunidades e próximo das pessoas que vivem com HIV&#8221;, disse ele. </p>
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		<title>UNAIDS trabalha para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando durante o surto de coronavírus</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/02/unaids-trabalha-com-parceiros-na-china-para-assegurar-que-servicos-de-hiv-continuem-funcionando-durante-o-surto-do-novo-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 19:19:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS trabalha para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando durante o surto de coronavírus, e manifesta suas mais profundas condolências para aquelas famílias que perderam entes queridos após o recente surto de coronavírus (2019-nCoV). O UNAIDS se solidariza com a China e oferece seu total apoio a medidas que estão em curso, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/02/unaids-trabalha-com-parceiros-na-china-para-assegurar-que-servicos-de-hiv-continuem-funcionando-durante-o-surto-do-novo-coronavirus/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS trabalha para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando durante o surto de coronavírus, e manifesta suas mais profundas condolências para aquelas famílias que perderam entes queridos após o recente surto de coronavírus (2019-nCoV). O UNAIDS se solidariza com a China e oferece seu total apoio a medidas que estão em curso para acabar com o surto. </p>



<span id="more-14190"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“A China está se esforçando muito para conter o surto e eu tenho total confiança na capacidade do país de manter a epidemia sob controle,” disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse momento difícil, o UNAIDS oferece seu apoio aos esforços globais para acabar com a disseminação do vírus.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="UNAIDS está trabalhando em colaboração estreita com parceiros e autoridades na China (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2020/february/20200206_coronaVirus_PS" target="_blank">UNAIDS está trabalhando com parceiros e autoridades na China</a> para assegurar que serviços de HIV continuem funcionando durante o surto de coronavírus, e que as pessoas afetadas pelo HIV continuem tendo acesso a serviços essenciais para o HIV. Nas áreas afetadas pelo surto do 2019-nCoV, a locomoção pode ser restrita e o acesso a serviços limitados, enquanto hospitais focam em acompanhar os números crescentes de pacientes com o 2019-nCoV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É particularmente importante que pessoas vivendo com HIV e outras doenças crônicas tenham acesso a suprimentos adequados de medicamentos para que isso os permita continuar o tratamento e se manter saudáveis. O UNAIDS parabeniza o Centro Nacional Chinês para Controle e Prevenção de AIDS/IST por tomar uma ação rápida para assegurar que pessoas vivendo com HIV, que estão longe de suas cidades natais durante esse período de bloqueio, consigam obter suas doses mensais de terapia antirretroviral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não é claro quantas <a rel="noreferrer noopener" aria-label="pessoas vivendo com HIV (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/2017/11/china-se-concentra-no-fortalecimento-da-prevencao-do-hiv/" target="_blank">pessoas vivendo com HIV</a> foram afetadas pelo 2019-nCoV na China e o UNAIDS vai continuar monitorando seus desdobramentos. O UNAIDS trabalhará para que serviços de HIV continuem funcionando durante o surto de coronavírus, e também irá continuar a trabalhar com as autoridades e parceiros comunitários para assegurar que as pessoas que vivem com e são afetadas pelo HIV tenham informação correta sobre como prevenir o 2019-nCoV e como acessar os serviços que precisam. </p>
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		<title>Uma voz poderosa na resposta à AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2019 14:48:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em setembro de 2018, durante o Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), em Pequim, a primeira-dama da China, a professora Peng Liyuan, e as primeiras-damas da África, iluminaram um laço vermelho, no centro da sala de reuniões, para lançar oficialmente a Iniciativa Conjunta do Encontro Temático China-África para Prevenção e Controle do HIV/AIDS. A cúpula, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/uma-voz-poderosa-na-resposta-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em setembro de 2018, durante o Fórum de Cooperação China-África (FOCAC), em Pequim, a primeira-dama da China, a professora Peng Liyuan, e as primeiras-damas da África, iluminaram um laço vermelho, no centro da sala de reuniões, para lançar oficialmente a Iniciativa Conjunta do Encontro Temático China-África para Prevenção e Controle do HIV/AIDS. </p>



<span id="more-12080"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A cúpula da FOCAC, em 2018, reuniu-se com 20 chefes de estado e primeiras-damas para debater uma parceria mais próxima entre a China e os países africanos, incluindo questões relacionados à saúde. Durante a reunião temática, a professora Peng anunciou uma campanha de três anos de prevenção do HIV entre os adolescentes, com início em 2019, bem como um programa comunitário de promoção da saúde envolvendo a China, vários países africanos e organizações internacionais, incluindo o UNAIDS.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por mais de dez anos, a professora Peng tem tido um interesse particular em reduzir o impacto do HIV entre crianças e adolescentes, especialmente crianças órfas pela AIDS. Em 2016, ela apoiou a organização do Acampamento de Verão China-África, que reuniu crianças afetadas ou vivendo com HIV da China, Gana, África do Sul e Zimbábue. Durante o acampamento, a primeira-dama ajudou a lançar a versão chinesa de <em>“Bravest Boy I Know” (“O menino mais corajoso que conheço”, na tradução literal para o português)</em>, um livro que ajuda crianças a entender os problemas relacionados ao HIV e reduzir o estigma e a discrimininação enfrentados pelas crianças afetadas pelo vírus.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2015, a professora Peng participou da Organização das Primeiras-Damas Africanas contra o HIV/AIDS (OAFLA) em Joanesburgo, na África do Sul, onde destacou a importância de quatro questões fundamentais para acabar com a AIDS até 2030: acesso universal ao tratamento do HIV, informação pública e educação, oportunidades educacionais para adolescentes e desenvolvimento econômico para eliminar a pobreza.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto com os embaixadores nacionais do Laço Vermelho, a professora Peng, por muitos anos, tem visitado comunidades pela China, incluindo escolas e universidades, para trazer consicência sobre a prevenção do HIV e a redução do estigma e a discriminação associados ao vírus.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma aclamada cantora soprano, a professora Peng tem provado ser uma voz poderosa para aqueles que vivem ou são afetados pelo HIV. Ela é Embaixadora da Boa Vontade da Organização Mundial da Saúde para Tuberculose e HIV/AIDS desde 2011. Em 2017, recebeu o Prêmio do UNAIDS de desempenho excepcional em reconhecimento a sua contribuição à resposta.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um coração carinhoso é nossa maior arma contra a AIDS”, disse ao receber o prêmio. “Nós podemos salvar vidas se entrarmos em ação. Nós devemos ter sucesso e nós teremos sucesso.” </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Créditos da foto:</em></strong><em> Divulgação Pessoal/Twitter @aishambuhari </em></p>
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		<title>Laços de intimidade, livres do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 11:43:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Eu pensei que nunca seria feliz novamente&#8221;, disse Mei Zi, que atualmente vive com HIV e é mãe de um garoto muito animado. Ela chama seu filho de &#8220;anjo calmo&#8221;, pois ele não fala muito. Mei Zi diz que &#8220;anjo calmo&#8221; é como um presente de Deus. Mei Zi conheceu o marido dois anos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/lacos-de-intimidade-livres-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu pensei que nunca seria feliz novamente&#8221;, disse Mei Zi, que atualmente vive com HIV e é mãe de um garoto muito animado. Ela chama seu filho de &#8220;anjo calmo&#8221;, pois ele não fala muito. Mei Zi diz que &#8220;anjo calmo&#8221; é como um presente de Deus. </p>



<span id="more-11789"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi conheceu o marido dois anos depois de descobrir que estava vivendo com HIV. Depois do casamento, ela foi morar com o marido em Pequim, na China, onde ele trabalhava. Ela se lembra de ter recebido uma jaqueta vermelha de presente do marido quando saiu do trem em Pequim. A lembrança ainda está fresca, apesar de ter sido há muito tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Logo após seu casamento, Mei Zi ficou grávida. Embora seu médico tenha dito que ela poderia tomar remédios para garantir que seu bebê nascesse livre do HIV, ela tomou a dolorosa decisão de interromper a gravidez. Ela e o marido viviam com o HIV e, além disso, ela vivia com hepatite C. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi tirou da cabeça a ideia de ter filhos, mas cinco anos depois, um teste mostrou que ela estava grávida. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi foi tratada como qualquer outra gestante do hospital. Ela decidiu fazer o tratamento para garantir que o bebê nascesse livre do HIV e para tratar a hepatite após a chegada do bebê. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por causa da hepatite, Mei Zi fez uma cesariana na 34ª semana de gravidez. Ela estava com medo da cirurgia, mas ansiosa para ver seu bebê. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando a porta da sala de cirurgia foi aberta, comecei a chorar&#8221;, disse Mei Zi. “Eu senti que a porta era algo entre a vida e a morte.” Quando o médico lhe apresentou o recém-nascido, ela não podia acreditar que era verdade—um bebê saudável, e que nascera sem HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Rede Chinesa de Mulheres contra a AIDS (WNAC na sigla em inglês) está se esforçando para garantir que mais mulheres vivendo com HIV e hepatite C estejam cientes de que podem ter filhos saudáveis e receber apoio para isso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O WNAC foi criada em 2009 com o apoio do UNAIDS, e consiste em 27 organizações comunitárias de mulheres em 12 províncias da China. É uma plataforma que reúne e defende as mulheres que vivem com HIV e garante que as mulheres recebam a ajuda e o apoio de que precisam para ter acesso a cuidados de saúde adequados e dar à luz a bebês livres do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mei Zi realizou seu sonho de ter um filho saudável, mas não foi por acaso. O apoio que ela recebeu do seu prestador de serviços de saúde, WNAC, organizações integrantes da Rede e muitos outros grupos comunitários, tornaram isso possível. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Anjo calmo&#8221; tem agora quatro anos e meio, e é enérgico e curioso sobre o mundo. </p>
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		<title>Líderes da China e África reúnem-se para construir comunidades mais fortes e saudáveis</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/lideres-da-china-e-africa-reunem-se-para-construir-comunidades-mais-fortes-e-saudaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 13:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Líderes de países africanos e da China reuniram-se em Pequim, na China, durante a Cúpula do Fórum de Cooperação China–África (FOCAC) de 2018, nos dias 3 e 4 de setembro, para acelerar o desenvolvimento social e econômico da África. Com o tema “China e África: em direção a uma comunidade ainda mais forte com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/lideres-da-china-e-africa-reunem-se-para-construir-comunidades-mais-fortes-e-saudaveis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Líderes de países africanos e da China reuniram-se em Pequim, na China, durante a <strong>Cúpula do Fórum de Cooperação China–África (FOCAC)</strong> de 2018, nos dias 3 e 4 de setembro, para acelerar o desenvolvimento social e econômico da África. Com o tema “China e África: em direção a uma comunidade ainda mais forte com um futuro compartilhado através da cooperação de benefício mútuo”, a cúpula de dois dias serviu para aprimorar a colaboração África-China em oito áreas principais: promoção industrial, conectividade de infraestrutura, facilitação de comércio, desenvolvimento ambiental, desenvolvimento de capacidades, serviços de saúde, intercâmbios interpessoais e paz e segurança. O presidente da China, Xi Jinping, também anunciou um pacote de ajuda, investimentos e empréstimos de US$ 60 bilhões para a África.<span id="more-9840"></span></p>
<p>Durante a abertura oficial, o Presidente da China enfatizou que a África tem muito potencial e é um continente cheio de esperança. Ele disse que a China lançará uma iniciativa de assistência médica e que a cooperação e o intercâmbio de informações sobre saúde pública serão intensificados. Serão lançados programas de cooperação sobre prevenção e controle de doenças transmissíveis emergentes e reemergentes, esquistossomose, HIV e malária.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>O atual Vice-Presidente da FOCAC, Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul, saudou as novas iniciativas da Cúpula, que terão um impacto significativo e duradouro para a paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável no continente africano. O atual Presidente da União Africana, Paul Kagame, Presidente de Ruanda, disse que os países africanos vão intensificar o trabalho na indústria, infraestrutura e comércio. Antonio Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, descreveu a FOCAC como uma encarnação de duas grandes prioridades das Nações Unidas: buscar uma globalização justa e promover o desenvolvimento sem deixar ninguém para trás. O Presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, destacou a necessidade de criar ainda mais sinergia entre a Agenda 2063 da União Africana e a Iniciativa Cinturão e Estrada da China.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>Os líderes concordaram com a Declaração de Pequim e o Plano de Ação de Pequim, que servirão como um plano para complementar a cooperação entre a China e a África nos próximos três anos. Os documentos finais, que listam o fim da AIDS como parte da cooperação de saúde China–África, também focam na sustentabilidade na saúde e incluem a produção local de medicamentos na África, fortalecendo sistemas e desenvolvendo a capacidade dos profissionais de saúde pública como ponto essencial para alcançar o atendimento de saúde universal.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, participou de reuniões bilaterais com Presidentes da Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Mali e Serra Leoa e destacou contribuições importantes para a saúde que a cooperação China–África podem fazer para melhorar o acesso a medicamentos e produção farmacêutica local na África.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>A União Africana endossou a iniciativa de <a href="https://unaids.org.br/2018/05/lideres-globais-se-reunem-para-promover-a-eficacia-dos-agentes-comunitarios-de-saude/"><b>2 milhões de agentes comunitários de saúde</b><b> para a África</b></a>, que foi levantada durante a reunião bilateral do Diretor Executivo do UNAIDS com o Presidente de Serra Leoa, Julius Maada Bio. Segundo ele, há apenas dois ginecologistas em todo o país e a abordagem do agente comunitário de saúde é um meio fundamental para garantir que as pessoas tenham acesso aos serviços essenciais de saúde.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Sidibé também reuniu-se com o Conselho Empresarial China–África, que também preside a Aliança da Indústria da Saúde China-África. A cooperação China–África pode gerar mudanças transformadoras na saúde e fornecer uma plataforma para encontrar soluções centradas em pessoas para acabar com a AIDS e expandir a cobertura universal de saúde.</p>
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		<title>China se concentra no fortalecimento da prevenção do HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2017 18:29:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Simpósio Internacional sobre Prevenção e Controle do HIV na China foi realizado em Pequim, China, nos dias 13 e 14 de novembro, para discutir a evolução da epidemia de HIV na China. O simpósio foi patrocinado pela Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar da China e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/11/china-se-concentra-no-fortalecimento-da-prevencao-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Simpósio Internacional sobre Prevenção e Controle do HIV na China foi realizado em Pequim, China, nos dias 13 e 14 de novembro, para discutir a evolução da epidemia de HIV na China. O simpósio foi patrocinado pela Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar da China e pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, com o apoio do UNAIDS, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos.<span id="more-7743"></span></p>
<p>A reunião teve como objetivo apresentar novas estratégias para a prevenção do HIV através da transmissão sexual. Wang Guoqiang, vice-ministro da Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar da China, abriu a reunião, destacando o compromisso da China com a prevenção do HIV. Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS, elogiou a China por seu compromisso político com a resposta ao HIV e por inovações que incluem uma plataforma única para financiar organizações da sociedade civil para apoiar os esforços de prevenção.</p>
<p>No início dos anos 2000, as pessoas que injetam drogas tinham o maior risco de contrair HIV do país, mas um programa de redução de danos que começou em 2006 rapidamente expandiu a terapia de substituição de opióides. De acordo com o Centro Nacional Chinês para Controle e Prevenção de AIDS/DST, o programa livre e voluntário da terapia de substituição de opióides da China é o maior do mundo, servindo cerca de meio milhão de pessoas nos últimos 10 anos. Os dados do governo mostram que a prevalência do HIV entre as pessoas que injetam drogas diminuiu para cerca de 6% em 2015, de mais de 12% em 2005.</p>
<p>Os dados de saúde pública da China sugerem que homens gays e outros homens que fazem sexo com homens estão emergindo como o grupo mais afetado pelo HIV. De acordo com dados do governo, menos da metade dos homens gays e outros homens que fazem sexo com homens conhecem seu estado sorológico para o HIV e o uso de preservativo consistente nos últimos seis meses por este grupo manteve-se em torno de 45% nos últimos anos. Uma inovação de organizações baseadas na comunidade tem desempenhado papel ativo ao prestar serviços aos seus pares com o apoio de hospitais locais. No entanto, há outras intervenções que os estudos consideraram eficazes, como o auto-teste e a profilaxia pré-exposição (PrEP), que ainda estão em fase de pesquisa na China.</p>
<p>Os participantes do simpósio apresentaram ao governo chinês recomendações preliminares sobre como fortalecer a prevenção e o controle do HIV na China, que incluem mudar o foco para uma meta 90-90-90 estratificada. As recomendações também incluem aumentar os recursos para os grupos comunitários e avançar de forma mais agressiva para além dos estudos de eficiência e eficácia, para grandes estudos de implementação e custo-eficiência. O fim do estigma e da discriminação institucionalizados, particularmente nos estabelecimentos de saúde, foi enfatizada como um componente vital de sucesso.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>&#8220;O Governo da China leva a sério a questão da prevenção do HIV. A política do governo é, em primeiro lugar, a prevenção, impulsionada pela lei e pelo pleno uso de novas tecnologias, ciência e inovação &#8220;.<br />
YANG ZHE, DIRETOR de PROJETOS DE ESCRITÓRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, CHINA</p>
<p>&#8220;A China fez grandes avanços na resposta e no controle do HIV. No entanto, ainda estamos diante de desafios assustadores e nos comprometemos a trabalhar com o UNAIDS na Coalizão de Prevenção Global para abordar nossos próprios desafios, além de contribuir com as lições da China para o mundo &#8220;.<br />
WANG GUOQIANG, VICE-MINISTRO DA COMISSÃO NACIONAL DE SAÚDE E PLANEJAMENTO FAMILIAR DA CHINA</p>
<p>&#8220;A epidemia de HIV entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens não é apenas um desafio para a China, é um desafio para o mundo. A China demonstrou que a solidariedade com as comunidades e as populações-chave, a prevenção da discriminação e a adoção da ciência e da inovação serão os principais fatores para o sucesso &#8220;.<br />
LUIZ LOURES Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS</p>
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