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	<title>Ban Ki-moon - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Ban Ki-moon - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS homenageia Secretário-Geral das Nações Unidas nas celebrações do Dia Mundial contra a AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 19:25:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vésperas do Dia Mundial contra a AIDS, o UNAIDS organizou um evento especial na sede das Nações Unidas em Nova York como parte das celebrações do dia 1º de dezembro. O evento Avançando juntos: sem deixar ninguém para trás também foi realizado para homenagear a liderança do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/11/unaids-dia-mundial-contra-aids-homenagem-secretario-geral-onu-resposta-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vésperas do Dia Mundial contra a AIDS, o UNAIDS organizou um evento especial na sede das Nações Unidas em Nova York como parte das celebrações do dia 1º de dezembro. O evento Avançando juntos: sem deixar ninguém para trás também foi realizado para homenagear a liderança do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e sua contribuição notável para a resposta à AIDS ao longo de seus dois mandatos à frente da organização. A homenagem chega a um mês da entrega do posto ao novo Secretário-Geral, António Guterres, que assume suas funções no início de 2017.<span id="more-4754"></span></p>
<p>Depois de um momento de silêncio para lembrar as 35 milhões de pessoas que perderam a vida por problemas relacionados à AIDS, Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, agraciou Ban Ki-moon com Prêmio UNAIDS de Liderança pelo seu posicionamento e se comprometimento perante as populações mais afetadas pelo HIV.</p>
<p>Ao aceitar o prêmio, Ban disse que estava orgulhoso de ser um ativista dos direitos das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais e falou de sua motivação. &#8220;Estamos motivados para lutar contra a AIDS porque sabemos que cada criança merece cuidados, cada pessoa merece tratamento e todos as populações vulneráveis merecem proteção contra o estigma e o abuso. Tolerância e consciência ajudam a frear a AIDS. Falar protege a vida&#8221;, ele disse.</p>
<div id="attachment_4758" style="width: 4917px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4758" class="wp-image-4758 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052.jpg" alt="Special Event: “Moving forward together: Leaving no one behind” (on the occasion of the World AIDS Day (1 December)) (organized by the Joint United Nations Programme on HIV/AIDS (UNAIDS))" width="4907" height="3300" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052.jpg 4907w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052-300x202.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052-768x516.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052-1024x689.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052-1784x1200.jpg 1784w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706052-720x484.jpg 720w" sizes="(max-width: 4907px) 100vw, 4907px" /><p id="caption-attachment-4758" class="wp-caption-text">Ban Ki-moon, Secretário-geral da ONU, recebeu de Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, o Prêmio UNAIDS de Liderança. Foto: UN Photo/Mark Garten</p></div>
<p>Sidibé prestou homenagem ao Secretário-Geral e aos resultados excepcionais alcançados na resposta à AIDS durante o seus dois mandatos. &#8220;Secretário-Geral Ban Ki-moon, você tem sido um verdadeiro líder para as pessoas que vivem com HIV. Quando você assumiu o posto, apenas três milhões de pessoas estavam em tratamento contra o HIV. Agora, o nosso relatório do Dia Mundial contra a AIDS mostra que mais de 18 milhões de pessoas estão em tratamento”, destacou. “Não se trata apenas de números, mas das próprias vidas das pessoas. Você tem demonstrado através destes anos que a dignidade das pessoas é central para a sua agenda&#8221;, disse Sidibé.</p>
<p>Desde que Ban assumiu o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas, em Janeiro de 2007, o número de pessoas que vivem com o HIV e com acesso a terapias antirretrovirais aumentou de 2,9 milhões no final de 2006 para 18,2 milhões [16,1 milhões-19,0 milhões] em junho de 2016. O número de pessoas que morreram de doenças relacionadas à AIDS diminuiu para metade passando de 2 milhões em 2006 para 1,1 milhão em 2015. Além disso, o número de novas infecções por HIV entre crianças foi reduzido em dois terços, passando de 430 000 em 2006 para 150 000 em 2015.</p>
<p>Durante o evento, Ban Ki-moon reencontrou Rebecca Awiti, uma mulher vivendo com HIV, que esteve com o Secretário-Geral em 2011 durante uma visita oficial ao Quênia, onde lançou o <a href="https://unaids.org.br/2016/06/unaids-e-pepfar-anunciam-grandes-reducoes-em-novas-infeccoes-pelo-hiv-entre-criancas-nos-21-paises-mais-afetados-pelo-hiv-na-africa/">Plano Global para a Eliminação de Novas Infecções pelo HIV entre Crianças até 2015 e Manter suas Mães Vivas</a>. A Sra. Awiti é a mãe de trigêmeos, nascidos livres do HIV graças aos medicamentos antirretrovirais. &#8220;Você trouxe esperança para mim, meus filhos e filhos de meus filhos. Uma geração livre de AIDS é possível em nossa vida&#8221;, disse ela.</p>
<p>Um dos fundadores do movimento mundial de acesso ao tratamento do HIV, Eric Sawyer, elogiou o Secretário-Geral por seu compromisso com a zero discriminação. &#8220;Senhor Secretário-Geral, agradeço-lhe como sobrevivente de longo prazo do HIV e como membro de longa data da UN Plus e da UN Cares (duas iniciativas internas da ONU para resposta ao HIV) e membro da campanha Livres e Iguais, por sua liderança, por sua compaixão e por seu compromisso com a resposta à AIDS e seu compromisso com a igualdade e os direitos humanos para todos&#8221;, afirmou.</p>
<div id="attachment_4759" style="width: 4938px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4759" class="wp-image-4759 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042.jpg" alt="Special Event: “Moving forward together: Leaving no one behind” (on the occasion of the World AIDS Day (1 December)) (organized by the Joint United Nations Programme on HIV/AIDS (UNAIDS))" width="4928" height="3300" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042.jpg 4928w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042-300x201.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042-768x514.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042-1024x686.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042-1792x1200.jpg 1792w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/706042-720x482.jpg 720w" sizes="(max-width: 4928px) 100vw, 4928px" /><p id="caption-attachment-4759" class="wp-caption-text">UNAIDS homenageia Ban Ki-moon com prêmio pelo seu posicionamento e se comprometimento perante as populações mais afetadas pelo HIV. Foto: UN Photo/Mark Garten</p></div>
<p>Como convidada especial do evento, a primeira-dama do Panamá, Lorena Castillo de Varela, que também é embaixadora especial do UNAIDS na América Latina, destacou a importância de quebrar o estigma que ainda envolve o HIV e manter-se firme na zero discriminação. &#8220;Todos nós temos que dar continuidade ao trabalho realizado pelo Secretário-Geral e, como líderes, lutar contra a discriminação todos os dias de nossas vidas&#8221;, disse ela. &#8220;Devemos celebrar a diversidade que nos une e promover a solidariedade, o respeito, a inclusão e a paz.&#8221;</p>
<p>Kenneth Cole, presidente da amfAR e designer de moda, alertou sobre o crescimento da população que está desengajada e dessensibilizada quanto ao vírus e disse que era um momento crítico para coordenar e acelerar o esforço para acabar com a AIDS. &#8220;Podemos conter e reverter a epidemia de AIDS através de uma resposta coordenada. Eu acredito firmemente que nós podemos, devemos e faremos a história da AIDS, &#8220;disse.</p>
<p>O Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Peter Thomson, convidou o mundo a fazer mais e a alcançar objetivos claros e com prazos que foram estabelecidos pelos Estados-Membros na <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/2016_Declaracao_Politica_HIVAIDS.pdf">Declaração Política de 2016 sobre o fim da AIDS</a>. &#8220;Neste Dia Mundial contra a AIDS, honramos aqueles que morreram com o compromisso de acabar com a epidemia de AIDS, alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e construir um futuro saudável, seguro, pacífico e sustentável para todos nós&#8221;, disse ele.</p>
<div id="attachment_4760" style="width: 970px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4760" class="wp-image-4760 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/20161130_SG_event_1.jpg" alt="20161130_SG_event_1" width="960" height="618" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/20161130_SG_event_1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/20161130_SG_event_1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/20161130_SG_event_1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/20161130_SG_event_1-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-4760" class="wp-caption-text">Coro das Nações Unidas encerrou o evento com a apresentação da música japonesa Mae. Foto: UNAIDS</p></div>
<p>A modelo, atriz e filântropa Naomi Campbell falou da tripla ameaça que enfrentam as mulheres e meninas jovens por não conhecerem o seu estado sorológico, não ter acesso a tratamentos que salvam vidas e não terem o poder de se proteger contra o HIV. &#8220;Hoje, sou solidária com as milhões de jovens mulheres e adolescentes que crescem em um mundo em que correm o risco de contrair o HIV&#8221;, disse ela. &#8220;Quero fazer a diferença &#8211; você pode contar comigo para fazer o que puder para ajudar a acabar com a AIDS.&#8221;</p>
<p>A Diretora-Executiva Adjunta do Fundo de População das Nações Unidas, Laura London, ressaltou a importância de trabalhar como um para acelerar a resposta ao HIV. &#8220;Só podemos alcançar o objetivo de acabar com a epidemia de AIDS até 2030 se levarmos a sério a prevenção do HIV. Precisamos acabar com o isolamento e o medo que as populações-chave enfrentam todos os dias&#8221;, disse ela.</p>
<p>O evento culminou em uma apresentação inspiradora e edificante do Coro das Nações Unidas, que apresentou a canção japonesa Mae, que fala sobre seguir em frente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto de capa: UN Photo/Mark Garten</p>
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		<title>Secretário-geral da ONU condena atentado em Orlando, nos Estados Unidos</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/06/onu-condena-atentado-em-orlando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2016 14:28:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou neste domingo (12) o ataque “horrível” em Orlando, Flórida, nos Estados Unidos. Um homem de identidade ainda não confirmada alvejou uma boate e atirou nos presentes. Segundo a imprensa e as autoridades locais, 50 pessoas foram mortas e outras 53 feridas. A imprensa local informou ainda, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/06/onu-condena-atentado-em-orlando/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, condenou neste domingo (12) o ataque “horrível” em Orlando, Flórida, nos Estados Unidos.<span id="more-3282"></span></p>
<p>Um homem de identidade ainda não confirmada alvejou uma boate e atirou nos presentes. Segundo a imprensa e as autoridades locais, 50 pessoas foram mortas e outras 53 feridas. A imprensa local informou ainda que a motivação do agressor era de caráter homofóbico.</p>
<p>“Ele estende suas mais profundas condolências às famílias das vítimas e manifesta a sua solidariedade com o governo e ao povo dos Estados Unidos”, disse um comunicado publicado pelo porta-voz de Ban.</p>
<p>As Nações Unidas mantêm diversas iniciativas de igualdade LGBT, sendo a principal a <a href="https://nacoesunidas.org/livreseiguais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">campanha “Livres e Iguais”</a>(<a href="http://www.unfe.org/pt" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Free &amp; Equal</a>, em inglês). O objetivo da iniciativa é objetivo aumentar a conscientização sobre a violência e a discriminação homofóbica e transfóbica, bem como promover um maior respeito pelos direitos das pessoas LGBTI+, em todos os lugares do mundo.</p>
<p>Fonte: <a href="https://nacoesunidas.org/secretario-geral-da-onu-condena-atentado-em-orlando-nos-estados-unidos/">ONU Brasil</a></p>
<p>Foto de capa: Flickr/Ted Eytan</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/06/onu-condena-atentado-em-orlando/">Secretário-geral da ONU condena atentado em Orlando, nos Estados Unidos</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Novo relatório mostra que é necessária ação urgente para que o fim da epidemia de AIDS seja alcançado até 2030</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/05/novo-relatorio-mostra-que-e-necessaria-acao-urgente-para-que-o-fim-da-epidemia-de-aids-seja-alcancado-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2016 16:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Acelerando a Resposta para acabar com a epidemia de AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório lançado pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, adverte que a epidemia de AIDS pode ser prolongada indefinidamente se medidas urgentes não forem implementadas dentro dos próximos cinco anos. O relatório, Acelerando a Resposta para acabar com a epidemia de AIDS, revela que a aceleração extraordinária do progresso feito nos últimos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/05/novo-relatorio-mostra-que-e-necessaria-acao-urgente-para-que-o-fim-da-epidemia-de-aids-seja-alcancado-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um novo relatório lançado pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, adverte que a epidemia de AIDS pode ser prolongada indefinidamente se medidas urgentes não forem implementadas dentro dos próximos cinco anos. </span><span id="more-2890"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório, </span><i><span style="font-weight: 400;">Acelerando a Resposta para acabar com a epidemia de AIDS</span></i><span style="font-weight: 400;">, revela que a aceleração extraordinária do progresso feito nos últimos 15 anos pode ser perdida e convoca todos os parceiros a concentrar seus esforços para reforçar os investimentos  capazes de assegurar que a epidemia global de AIDS acabe e deixe de ser uma ameaça à saúde pública até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;A resposta à AIDS já mostrou mais que resultados. Ela nos deu a ambição e a base  prática para acabar com a epidemia até 2030&#8221;, disse Ban no relatório. &#8220;Mas, se aceitarmos o </span><i><span style="font-weight: 400;">status quo</span></i><span style="font-weight: 400;"> sem mudanças, a epidemia vai se recuperar em vários países de baixa e média renda. Nosso investimento enorme e o movimento mais inspirador do mundo pelo direito à saúde terão sido em vão.” </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A revisão do progresso alcançado avalia os os ganhos obtidos, particularmente desde a Declaração Política das Nações Unidas sobre HIV e AIDS de 2011, que acelerou a ação unindo o mundo em torno de um conjunto de metas ambiciosas para 2015. &#8220;O progresso alcançado foi inspirador&#8221;, disse o Ban no relatório.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;Temos de reforçar as abordagens fundamentadas em direitos, incluindo aqueles que promovem a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres&#8221;</p>
<p style="text-align: center;">&#8211; Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon</p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Ter alcançado 15 milhões de pessoas com terapia antirretroviral nove meses antes da data limite de dezembro de 2015 foi uma grande vitória global.&#8221; O relatório destaca que a rápida ampliação do acesso ao tratamento foi um fator de contribuição importante para o declínio de 42% no número de mortes relacionadas à AIDS desde o pico registrado em 2004. Além disso, o documento observa que isso fez com que a expectativa de vida nos países mais afetados pelo HIV aumentasse acentuadamente nos últimos anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O<strong><a href="http://sgreport.unaids.org/"> relatório</a></strong> ressalta o papel crucial da sociedade civil na garantia de muitos dos avanços obtidos e na liderança exercida por pessoas vivendo com HIV. Os esforços de comunidades têm sido chave para remover muitos dos obstáculos enfrentados na ampliação da resposta à AIDS, alcançando  inclusive pessoas em situação de risco de infecção pelo HIV por meio de serviços de HIV, do apoio às pessoas na adesão ao tratamento e no reforço de outros serviços essenciais de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma grande área de sucesso tem sido a da redução de novas infecções por HIV entre as crianças. Em 2011, na Reunião de Alto Nível da Assembleia Geral da ONU sobre AIDS, o UNAIDS e seus parceiros lançaram o </span><em><a href="https://unaids.org.br/2015/06/oms-valida-eliminacao-da-transmissao-de-mae-para-filho-do-hiv-e-da-sifilis-em-cuba/">Plano Global para a eliminação de novas infecções pelo HIV entre crianças até 2015, mantendo suas mães vivas</a></em><i><span style="font-weight: 400;">. </span></i><span style="font-weight: 400;">Em apenas cinco anos, de 2009 a 2014, novas infecções por HIV foram reduzidas à metade nos países que reúnem 90% de todas as mulheres grávidas vivendo com o HIV. Cerca de 85 países estão agora prontos para praticamente eliminar novas infecções por HIV entre as crianças.</span></p>
<div id="attachment_2897" style="width: 243px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://sgreport.unaids.org/pdf/20160423_SGreport_HLM_en.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2897" class="wp-image-2897 size-medium" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/05/sgreportunaids-233x300.png" alt="sgreportunaids" width="233" height="300" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/05/sgreportunaids-233x300.png 233w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/05/sgreportunaids-560x720.png 560w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/05/sgreportunaids.png 621w" sizes="auto, (max-width: 233px) 100vw, 233px" /></a><p id="caption-attachment-2897" class="wp-caption-text">Clique aqui para acessar o novo relatório.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">No <strong><a href="http://sgreport.unaids.org/">relatório</a></strong>, no entanto, o Ban também classifica como inquietantes as pendências existentes na implementação da Declaração Política sobre HIV e AIDS de 2011, revelando que, mesmo com o surgimento de novas ferramentas e abordagens de prevenção ao HIV, os programas de prevenção ao vírus se enfraqueceram nos últimos anos devido a problemas como liderança inadequada, fraco senso de responsabilidade e transparência e o declínio nos financiamentos. Ele observa que as novas infecções por HIV diminuíram  apenas 8% entre 2010 e 2014.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O documento do Secretário-Geral chama atenção para regiões onde novas infecções pelo HIV continuam aumentando &#8211; Europa do Leste e Ásia Central, onde as novas infecções por HIV cresceram 30% entre 2000 e 2014 principalmente entre pessoas que usam drogas injetáveisinjetam drogas, e também no Oriente Médio e Norte de África e na região Ásia-Pacífico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele observa que as normas de gênero que perpetuam a desigualdade continuam a prevalecer em muitas sociedades e que as meninas e mulheres jovens continuam a ser particularmente afetadas pelo HIV. Estima-se que, dos 2,8 milhões de jovens com idades entre 15-24 anos que vivem com HIV na África Subsaariana, 63% sejam do sexo feminino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A publicação <i>Acelerando a Resposta para acabar com a epidemia de AIDS</i> destaca que, apesar dos progressos realizados na expansão do acesso à terapia antirretroviral, cerca de 22 milhões de pessoas ainda não têm acesso ao tratamento. O relatório classifica o diagnóstico tardio como o obstáculo mais significativo para que o tratamento de HIV seja ampliado, destacando que cerca de metade de todas as pessoas que vivem com o HIV desconhece seu estado sorológico positivo para o vírus &#8211; o que reforça a urgência de se promover um aumento no acesso ao teste de HIV, principalmente para pessoas com maior risco de infecção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar dos desafios descritos no relatório, o documento traz uma dose substancial de esperança para o futuro, afirmando que, se o mundo puder alterar o </span><i><span style="font-weight: 400;">status quo</span></i><span style="font-weight: 400;">, a epidemia de AIDS poderá ser eliminada como uma ameaça à saúde pública até 2030. Para tal, o relatório descreve que a resposta tem de ser inclusiva, acessível e fundamentada em direitos humanos, e que devemos nos concentrar na expansão dos serviços para as pessoas e lugares que mais precisam. O relatório também enfatiza a necessidade de revogar leis punitivas e políticas repressivas que criminalizam relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, e que criminalizam pessoas que usam drogas e trabalhadores do sexo, uma vez que estas ações impedem o acesso aos serviços.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Temos de reforçar as abordagens fundamentadas em direitos, incluindo aqueles que promovem a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres&#8221;, disse Ban no relatório. &#8220;O acesso aos serviços deve ser garantido para as pessoas mais afetadas, marginalizadas e discriminadas, incluindo pessoas vivendo com HIV, mulheres jovens e seus parceiros sexuais na África Subsaariana, crianças e adolescentes em todos os lugares, além de homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e seus clientes, pessoas que usam drogas injetáveis, transexuais, pessoas privadas de liberdade, pessoas com deficiência, migrantes e refugiados&#8221;.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;O acesso aos serviços deve ser garantido para as pessoas mais afetadas, marginalizadas e discriminadas, incluindo pessoas vivendo com HIV, mulheres jovens e seus parceiros sexuais na África Subsaariana, crianças e adolescentes em todos os lugares, além de homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo e seus clientes, pessoas que usam drogas injetáveis, transexuais, pessoas privadas de liberdade, pessoas com deficiência, migrantes e refugiados.&#8221;</p>
<p style="text-align: center;">(Ban Ki-moon, Secretário Geral da ONU)</p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório dá forte ênfase aos elos entre a resposta ao HIV e o sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), destacando a forte correlação com o ODS 3 (assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades), o ODS 5 (alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas), o ODS 10 (reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles), o ODS16 (promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis) e o ODS 17 (fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A publicação observa que a ampliação em escala dos recursos nos últimos anos tem sido uma força motriz por trás do progresso alcançado na resposta ao HIV. O documento estima que, em 2014, 19,2 bilhões de dólares estavam disponíveis para a resposta ao HIV em países de baixa e média renda e que, em 2020, estes recursos precisam aumentar para um valor estimado de 26,2 bilhões de dólares se quisermos alcançar a meta de 2030, de acabar com a epidemia de AIDS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório insta os países a adotar a abordagem do UNAIDS de </span><i><span style="font-weight: 400;">Aceleração da Resposta </span></i><span style="font-weight: 400;">para acabar com a epidemia de AIDS, o que exigirá o alcance de um ambicioso conjunto de metas até 2020, incluindo a redução do número de pessoas infectadas pelo HIV e pessoas que morrem de causas relacionadas à AIDS para menos de 500 000 por ano, bem como a eliminação da discriminação relacionada ao HIV. Entre as metas para se chegar a estes objetivos estão a meta de tratamento 90-90-90 que prevê que, até  2020: 90% das pessoas que vivem com HIV estejam diagnosticadas;  90% das pessoas diagnosticadas positivas para o HIV tenham acesso ao tratamento; e 90% das pessoas em tratamento tenham carga viral indetectável.</span></p>
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	            data-title="Novo relatório mostra que é necessária ação urgente para que o fim da epidemia de AIDS seja alcançado até 2030" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/05/novo-relatorio-mostra-que-e-necessaria-acao-urgente-para-que-o-fim-da-epidemia-de-aids-seja-alcancado-ate-2030/">Novo relatório mostra que é necessária ação urgente para que o fim da epidemia de AIDS seja alcançado até 2030</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mensagem do Secretário-Geral da ONU para o Dia dos Direitos Humanos 2015</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/12/mensagem-do-secretario-geral-da-onu-para-o-dia-dos-direitos-humanos-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2015 17:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Ban Ki-moon]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional de Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio atrocidades em larga escala e abusos generalizados em todo o mundo, o Dia dos Direitos Humanos deve mobilizar uma ação global mais coordenada para promover os princípios atemporais com os quais nos comprometemos coletivamente a defender. Em um ano que marca o 70º aniversário das Nações Unidas, podemos nos inspirar na história, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/12/mensagem-do-secretario-geral-da-onu-para-o-dia-dos-direitos-humanos-2015/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio atrocidades em larga escala e abusos generalizados em todo o mundo, o Dia dos Direitos Humanos deve mobilizar uma ação global mais coordenada para promover os princípios atemporais com os quais nos comprometemos coletivamente a defender.<span id="more-1989"></span></p>
<p>Em um ano que marca o 70º aniversário das Nações Unidas, podemos nos inspirar na história do movimento moderno dos direitos humanos, que surgiu a partir da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Naquela época, o presidente Franklin D. Roosevelt, dos Estados Unidos, identificou quatro liberdades fundamentais como o direito natural de todos os povos: a liberdade de expressão, a liberdade de culto, a liberdade contra a miséria e a liberdade contra o medo. Sua esposa, Eleanor Roosevelt, reuniu forças nas Nações Unidas com os principais promotores dos direitos humanos de todo o mundo para consagrar essas liberdades na Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/110609_0472.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1992 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/110609_0472-1024x683.jpg" alt="Secretary-General Ban Ki-moon at Launch of the Global Plan towards elimination of new HIV infections among children and keeping their mothers alive, at UN Headquarters, NYC, on June 9, 2011." width="640" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/110609_0472-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/110609_0472-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/110609_0472-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/12/110609_0472-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a>Os extraordinários desafios atuais podem ser vistos – e abordados – através das lentes dessas quatro liberdades.</p>
<p>Primeiro: a liberdade de expressão, negada a milhões de pessoas e cada vez mais ameaçada. Temos de defender, preservar e expandir as práticas democráticas e o espaço para a sociedade civil. Isso é essencial para a estabilidade duradoura.</p>
<p>Segundo: a liberdade de culto. Em todo o mundo, terroristas sequestraram a religião e traíram o seu espírito matando em seu nome. Outros estão alvejando as minorias religiosas e explorando os medos para ganhos políticos. Em resposta, devemos promover o respeito pela diversidade com base na igualdade fundamental de todos os povos e no direito à liberdade de religião.</p>
<p>Terceiro: a liberdade contra a miséria, que ainda assola grande parte da humanidade. Os líderes mundiais adotaram em setembro deste ano a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, com o objetivo de acabar com a pobreza e capacitar todas as pessoas a viver com dignidade em um planeta pacífico e saudável. Agora, temos de fazer o possível para concretizar esta visão.</p>
<p>Quarta: a liberdade contra o medo. Milhões de refugiados e pessoas deslocadas internamente são um produto trágico do fracasso em cumprir essa liberdade. Desde a Segunda Guerra Mundial que não tínhamos tantas pessoas forçadas a fugir de suas casas. Elas correm de guerra, da violência e da injustiça através dos continentes e oceanos, muitas vezes arriscando suas vidas. Em resposta, não devemos fechar, mas abrir as portas, garantindo o direito de todos à busca por asilo, sem qualquer discriminação. Migrantes que procuram fugir da pobreza e da desesperança também devem desfrutar seus direitos humanos fundamentais.</p>
<p>Hoje, nós reafirmamos nosso compromisso de proteger os direitos humanos como a fundação de nosso trabalho. Este é o espírito da iniciativa da ONU “Direitos Humanos em Primeiro Lugar” [em inglês, Human Rights up Front], que busca prevenir e responder às violações em grande escala.</p>
<p>No Dia dos Direitos Humanos, vamos nos comprometer com a garantia das liberdades fundamentais e a proteção dos direitos humanos de todos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ban Ki-moon</strong><br />
<strong>Secretário-Geral da ONU</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>* * *<br />
Leia a mensagem em inglês em<a href="http://www.un.org/en/events/humanrightsday/sgmessage.shtml" target="_blank" rel="noopener">un.org/en/events/humanrightsday/sgmessage.shtml</a>. Saiba mais em <a href="http://www.un.org/en/events/humanrightsday" target="_blank" rel="noopener">un.org/en/events/humanrightsday</a></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/12/mensagem-do-secretario-geral-da-onu-para-o-dia-dos-direitos-humanos-2015/">Mensagem do Secretário-Geral da ONU para o Dia dos Direitos Humanos 2015</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Resposta à AIDS foi um marco para o reconhecimento da saúde como um direito humano, diz Ban Ki-moon</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/07/resposta-aids-foi-um-marco-para-o-reconhecimento-da-saude-como-um-direito-humano-diz-ban-ki-moon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 14:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[15 milhões]]></category>
		<category><![CDATA[Ban Ki-moon]]></category>
		<category><![CDATA[Como a AIDS mudou tudo]]></category>
		<category><![CDATA[ODM 6]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veja abaixo o Prefácio escrito pelo Secretário-Geral da ONU para o relatório Como a AIDS mudou tudo &#8211; ODM 6: 15 anos, 15 lições de esperança da resposta à AIDS Há quinze anos, a AIDS destruía famílias, comunidades e nações inteiras. Mas a epidemia também unia o mundo nos esforços para deter e reverter, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/07/resposta-aids-foi-um-marco-para-o-reconhecimento-da-saude-como-um-direito-humano-diz-ban-ki-moon/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Veja abaixo o Prefácio escrito pelo Secretário-Geral da ONU para o relatório </span><a href="https://unaids.org.br/2015/07/objetivo-de-alcancar-15-milhoes-de-pessoas-em-tratamento-para-o-hiv-foi-alcancado-antes-do-prazo/"><span style="font-weight: 400;">Como a AIDS mudou tudo &#8211; ODM 6: 15 anos, 15 lições de esperança da resposta à AIDS</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há quinze anos, a AIDS destruía famílias, comunidades e nações inteiras.<span id="more-1520"></span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Mas a epidemia também unia o mundo nos esforços para deter e reverter seus efeitos, assim como para garantir que pessoas, em todos os lugares, tivessem acesso a medicamentos essenciais capazes de salvar vidas.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;A resposta à AIDS tem sido única, como nenhuma outra.&#8221;</p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">O Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 6 desempenhou um papel fundamental nesta grande mobilização global para intensificar as ações contra um dos desafios de desenvolvimento mais complexos e devastadores de nossos tempos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta à AIDS tem sido única, como nenhuma outra. Desde o início, focou-se nas pessoas e em suas necessidades. Ela foi um marco para o reconhecimento da saúde como um direito humano. E isso trouxe resultados extraordinários tanto para o tratamento quanto para a prevenção.</span></p>
<div id="attachment_1571" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1571" class="wp-image-1571 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-1024x683.jpg" alt="How AIDS changed everything—MDG 6: 15 years, 15 lesson of hope from the AIDS response 14 July 2015 Released in Addis Ababa, Ethiopia, on the sidelines of the Third International Conference on Financing for Development, the report demonstrates that the response to HIV has been one of the smartest investments in global health and development, generating measurable results for people and economies. It also shows that the world is on track to meet the investment target of US$ 22 billion for the AIDS response by 2015 and that concerted action over the next five years can end the AIDS epidemic by 2030." width="640" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-1798x1200.jpg 1798w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-720x481.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-1571" class="wp-caption-text">Ban Ki-moon e Michel Sidibé durante o lançamento do novo relatório.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo alcançou as metas de AIDS do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 6. O curso da epidemia foi interrompida e revertida. No ano 2000, menos de 700 mil pessoas recebiam medicamentos antirretrovirais. Hoje, cerca de 15 milhões de pessoas têm acesso a eles, ou seja, atingimos um dos objetivos de tratamento mais importantes da história.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante esse mesmo período, as novas infecções pelo HIV caíram em 35%. Eu me sinto particularmente animado ao ver o avanço na luta para garantir que todas as crianças nasçam livres do HIV. Hoje, as novas infecções pelo HIV entre crianças estão 58% abaixo dos níveis de 15 anos atrás. Estou confiante de que, em breve, poderemos chegar a zero nova infecção pelo HIV entre crianças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também colocamos em evidência o tema da discriminação. Isso não teria acontecido sem a liderança de pessoas vivendo com HIV e parceiros ao redor do mundo que acreditaram que poderíamos efetivamente combater o estigma – e que se asseguraram que nós o fizéssemos.</span></p>
<div id="attachment_1548" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1548" class="wp-image-1548 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-4-1024x683.jpg" alt="How AIDS changed everything—MDG 6: 15 years, 15 lesson of hope from the AIDS response 14 July 2015 Released in Addis Ababa, Ethiopia, on the sidelines of the Third International Conference on Financing for Development, the report demonstrates that the response to HIV has been one of the smartest investments in global health and development, generating measurable results for people and economies. It also shows that the world is on track to meet the investment target of US$ 22 billion for the AIDS response by 2015 and that concerted action over the next five years can end the AIDS epidemic by 2030. http://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2015/july/20150714_PR_MDG6report The flagship publication from UNAIDS was released at a community event at Zewditu Hospital in Addis Ababa, Ethiopia, on 14 July 2015 by United Nations Secretary-General Ban Ki-moon, Minister of Health, Kesetebirhan Admassu of the Federal Democratic Republic of Ethiopia, Executive Director of UNAIDS Michel Sidibé and Abiyot Godana, Case Manager at the Entoto Health Center." width="640" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-4-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-4-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-4-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/20150709_Addis_HowAIDSChangedEverything-4-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-1548" class="wp-caption-text">Ban Ki-moon discursa durante o lançamento do relatório Como a AIDS mudou tudo – ODM 6: 15 anos, 15 lições de esperança da resposta à AIDS .</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Este marco mostra que, juntos, podemos definir objetivos ambiciosos, até mesmo ousados, alcançá-los e, então, conquistar ainda mais. De fato, um novo objetivo surge diante de nós: acabar com a epidemia de AIDS até 2030.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ativismo em relação à AIDS trouxe lições importantes para nosso trabalho em relação à agenda de desenvolvimento. Agora reconhecemos a importância da saúde física, emocional, sexual e mental do indivíduo. Também reconhecemos que temos de ter a coragem para trabalhar temas difíceis que impactam a sociedade – direitos humanos, educação, segurança, leis, igualdade de gênero e inclusão social.</span></p>
<div id="attachment_1560" style="width: 193px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.unaids.org/en/resources/documents/2015/MDG6_report_executive-summary"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1560" class="wp-image-1560 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/exsumMGD6.png" alt="exsumMGD6" width="183" height="243" /></a><p id="caption-attachment-1560" class="wp-caption-text">Acesse o resumo do relatório aqui.</p></div>
<p><span style="font-weight: 400;">Acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 é ambicioso, mas realista, como a história dos últimos 15 anos tem mostrado e este relatório (</span><a href="https://unaids.org.br/2015/07/objetivo-de-alcancar-15-milhoes-de-pessoas-em-tratamento-para-o-hiv-foi-alcancado-antes-do-prazo/"><span style="font-weight: 400;">Como a AIDS mudou tudo – ODM 6: 15 anos, 15 lições de esperança da resposta à AIDS</span></a><span style="font-weight: 400;">) constata.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabemos também que isso é essencial para um futuro justo e equitativo. Espero trabalhar com todos os parceiros para construir um futuro sustentável, equitativo e saudável para todos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">(tradução do Prefácio do Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, para o relatório </span><i><span style="font-weight: 400;">Como a AIDS mudou tudo: 15 anos, 15 lições de esperança da resposta à AIDS</span></i><span style="font-weight: 400;">, página 13) </span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/07/resposta-aids-foi-um-marco-para-o-reconhecimento-da-saude-como-um-direito-humano-diz-ban-ki-moon/">Resposta à AIDS foi um marco para o reconhecimento da saúde como um direito humano, diz Ban Ki-moon</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mensagem do Secretário-Geral para o Dia Mundial da AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2014 20:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Mundial da AIDS, saúdo o enorme progresso que o mundo tem feito na resposta esta epidemia. Este ano, líderes mundiais assumiram o compromisso de acabar com a AIDS até 2030. A iniciativa “Abordagem Rápida” lançada na última semana nos permitirá alcançar este objetivo. Quase 14 milhões de pessoas em todo o mundo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2014/12/mensagem-do-secretario-geral-para-o-dia-mundial-da-aids/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2014/12/mensagem-do-secretario-geral-para-o-dia-mundial-da-aids/">Mensagem do Secretário-Geral para o Dia Mundial da AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Neste Dia Mundial da AIDS, saúdo o enorme progresso que o mundo tem feito na resposta esta epidemia. Este ano, líderes mundiais assumiram o compromisso de acabar com a AIDS até 2030. A iniciativa “Abordagem Rápida” lançada na última semana nos permitirá alcançar este objetivo.<span id="more-623"></span></p>
<p>Quase 14 milhões de pessoas em todo o mundo estão recebendo tratamentos de AIDS. Conseguimos reduzir as novas infeções da AIDS em 38% desde 2001. Prevenimos 1,16 milhão de infeções a recém-nascidos através de medicamentos antirretrovirais essenciais. Estamos no caminho para oferecer terapias antirretrovirais a 15 milhões de pessoas até 2015 e eliminar a transmissão de mãe para filho nos próximos anos. Graças à dedicação e energia de muitos parceiros, incluindo os da sociedade civil, continuamos combatendo e a removendo leis que estigmatizam e discriminam. O progresso está se acelarando.</p>
<p align="justify">No entanto, os ganhos permanecem frágeis. Existem 35 milhões de pessoas vivendo com HIV hoje e cerca de19 milhões delas não têm conhecimento que contrairam o vírus. Existem lacunas importantes em nossa resposta a grupos chave de pessoas. Duas em cada três crianças necessitam de tratamento e não dispõem do mesmo. As mulheres jovens são particularmente vulneráveis em muitos países com prevalência alta de HIV. A epidemia de AIDS está aumentando na Europa de Leste, Ásia Central e Oriente Médio, alimentada pelo estigma, discriminação e leis punitivas.  Ainda assim, o trabalho essencial dos sistemas comunictários e organizações de apoio muitas vezes não dispõe de apoio. Não podemos deixar ninguém para trás.</p>
<p align="justify">Estou satisfeito e orgulhoso ao observar que estamos no caminho certo. O legado da resposta à AIDS já é aparente enquanto confrontamos o vírus do ebola na África Ocidental. Temos conhecimento de que os sistemas médicos não são suficientes para oferecer cuidados de saúde robustos. A justiça social, a democratização da ciência, uma responsabilidade partilhada para o financiamento, direitos humanos, igualdade de gênero e uma abordagem centrada nas pessoas, são todas lições que temos aprendido na resposta à AIDS que tem sido aplicada em todos os sentidos, incluindo em nossas discussões para a agenda de desenvolvimento do pós-2015.</p>
<p>Neste Dia Mundial da AIDS, apelo aos líderes mundiais para se unirem nesta causa comum. Há uma luz ao fundo do túnel. Estabelecemos uma meta concreta. Vamos todos acabar com a AIDS até 2030.<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br />
<a href="http://www.un.org/en/events/aidsday/">http://www.un.org/en/events/aidsday/</a><br />
<a href="https://www.who.int/news-room/events/detail/2014/12/01/default-calendar/world-aids-day-2014">http://www.who.int/campaigns/aids-day/2014/event/en/</a></p>
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