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	<title>Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Orgulhe-se: conheça a campanha que apoia a segurança alimentar da população LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Nov 2021 21:16:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/11/orgulhe-se-conheca-a-campanha-que-apoia-a-seguranca-alimentar-da-populacao-lgbtqia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O dia 18 de novembro marca o lançamento da campanha “Orgulhe-se”, que vai mobilizar a sociedade para levantar recursos, por meio de uma plataforma colaborativa online, para apoiar as ações de segurança alimentar para pessoas LGBTQIA+ em situação de vulnerabilidade desenvolvidas por casas de apoio e centros de acolhimento. A iniciativa será implementada em parceria pela Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexo (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.abglt.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABGLT</a></span>), a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://antrabrasil.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ANTRA)</a></span> e a Associação Baiana de Travestis, Transexuais e Transgêneros em Ação (<span style="text-decoration: underline;"><a href="http://instagram.com/atracao_ba" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Atração</a></span>), com o apoio da campanha ONU Livres &amp; Iguais, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (<span style="text-decoration: underline;"><a href="https://acnudh.org/pt-br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ACNUDH</a></span>), da Rede Brasil do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.pactoglobal.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pacto Global</a></span>, do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.forumempresaslgbt.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+</a></span>.</p>



<span id="more-18901"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19 tem impactado de forma desproporcional parcelas mais vulnerabilizadas da população, entre elas pessoas LGBTQIA+, especialmente pessoas trans e travestis. De acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/indice-estigma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Estigma em Relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS</a></span>, realizado em 2019, 46,7% das pessoas trans que vivem com HIV não conseguem atender, algumas vezes, a necessidades básicas como comida, moradia e vestimenta. Já 16,7% não conseguem atender essas necessidades a maior parte do tempo. Os impactos socioeconômicos da pandemia de COVID-19 afetaram significativamente o trabalho que essas pessoas desenvolvem. Somado a isso, os processos de estigmatização e violências cotidianas intensificaram situações de desabrigamento e insegurança alimentar dessa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A pandemia intensificou as desigualdades e empurrou ainda mais as populações mais vulneráveis para as margens da sociedade. A campanha <em>Orgulhe-se</em> terá um papel fundamental para fortalecer a sociedade civil a fim de que pessoas LGBTQIA+ mais vulneráveis tenham acesso a serviços básicos, como alimentação e higiene”, destaca Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o representante da ONU Direitos Humanos na América do Sul, Jan Jarab, essa é uma oportunidade para que empresas reforcem seu apoio às pautas LGBTQIA+ para além do mês do orgulho, celebrado em junho. “O setor privado pode assumir um papel importante aqui, contribuindo para que a recuperação da pandemia seja mais justa com essas pessoas. Proporcionar uma alimentação adequada é o primeiro passo de um longo caminho de oportunidades que precisam ser ofertadas à população LGBTQIA+, e especialmente à população trans”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A retomada pós-covid precisa levar em consideração as pessoas mais vulneráveis e de maneira rápida. E o setor privado precisa estar atento a isso. Fazer, mas fazer da forma correta. Precisamos pensar nas pessoas e termos elas como o centro de todos esses esforços. As empresas impactam mais do que apenas quem está dentro dos seus muros, mas também de toda a comunidade em que estão inseridos. Campanhas como a &#8216;Orgulhe-se&#8217; são fundamentais para engajar ainda mais pessoas e empresas dentro dessas agendas&#8221;, defende Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.casaum.org/wp-content/uploads/2021/06/Guia-de-cuidado-e-atencao-nutricional-a-populacao-LGBTQIA_1edicao.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guia de Cuidado e Atenção Nutricional à População LGBTQIA+</a></span>, um levantamento preliminar mostrou que 68,8% das pessoas LGBTQIA+ estão em algum grau de Insegurança Alimentar (IA), sendo 20,2% em IA grave, o que provavelmente foi agravado no contexto de isolamento social e pandemia. O recurso arrecadado por meio da plataforma de financiamento colaborativo da Campanha Orgulhe-se será distribuído a 25 casas de acolhimento de 12 estados e do Distrito Federal, que utilizarão o valor para dar continuidade e fortalecer as ações voltadas à segurança alimentar que vêm sendo realizadas desde o início da pandemia, como distribuição de cestas básicas, kits de limpeza e higiene pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As exclusões que já existiam deixaram graves consequências a populações vulneráveis como a LGBTQIA+ nessa pandemia&#8221;, ressalta Symmy Larrat, presidenta da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) e coordenadora da Casa Neon Cunha, uma das instituições beneficiadas pela campanha. &#8220;É urgente que a solidariedade e a empatia fortaleçam redes que respondam a estas demandas. É disso que falamos quando uma campanha dessa chega e atende uma população como a nossa&#8221;.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Lançamento</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento oficial da campanha Orgulhe-se acontece na quinta-feira, dia 18/11, às 15h. O evento acontecerá virtualmente pelo canal de <a href="https://youtu.be/lYOphAHazj0" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">Youtube do Pacto Global</span></a>, com uma apresentação do projeto e uma roda de conversa com Symmy Larrat, representante da Casa Neon Cunha, de São Bernardo do Campo (SP), Keila Simpson, presidenta da ANTRA, e Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, além da mediação de Ariadne Ribeiro, Assessora para Apoio Comunitário do UNAIDS no Brasil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Contribua</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para colaborar com a campanha, acesse o link da <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://abacashi.com/p/orgulhe-se-em-doar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">plataforma de financiamento colaborativo</a></span> e participe doando qualquer quantidade. Toda doação faz a diferença! O pagamento pode ser feito via cartão de crédito ou boleto. Caso você não possa colaborar, compartilhe a campanha em suas redes sociais para que mais pessoas sejam alcançadas.</p>
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		<title>Painel aborda impacto da pandemia de Covid-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/painel-aborda-impacto-da-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jun 2021 12:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um painel que se reuniu paralelamente à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, abordando o impacto da pandemia da COVID-19 na resposta à AIDS e a construção de uma melhor preparação para a pandemia, examinou como as respostas ao HIV e à COVID-19 podem contribuir para a construção de sistemas multissetoriais, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/painel-aborda-impacto-da-pandemia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um painel que se reuniu paralelamente à Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS, abordando o impacto da pandemia da COVID-19 na resposta à AIDS e a construção de uma melhor preparação para a pandemia, examinou como as respostas ao HIV e à COVID-19 podem contribuir para a construção de sistemas multissetoriais de preparação e resposta através do fornecimento de exemplos concretos de inovações e mudanças políticas e estruturais introduzidas no contexto da COVID-19.</p>



<span id="more-18374"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Integrantes do painel, incluindo liderança, especialistas e representantes de organizações comunitárias e redes de pessoas afetadas, abordaram como melhorar a preparação e resposta à pandemia, e sistemas de saúde de forma mais ampla, na busca dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas palestrantes compartilharam ideias e recomendações para ajudar a mobilizar liderança política, solidariedade e apoio para o fim da AIDS até 2030 e para uma preparação mais forte para pandemias no futuro. O grupo também passou a analisar como a inovação e a tecnologia podem abordar os gargalos para alcançar o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 3 (boa saúde e bem-estar) através de infraestrutura de saúde digital e modelos de entrega ágeis e diferenciados. Integrantes do painel também abordaram a importância das respostas lideradas pela comunidade na provisão de saúde para todos e refletiram sobre a importância da solidariedade entre os países para garantir acesso equitativo à saúde e apoio socioeconômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>DESTAQUES</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os retrocessos do HIV por causa da COVID-19 não teriam acontecido com políticas e leis de proteção mais eficazes. A soberania nacional não deve ser usada contra populações carentes, mas as leis devem ser aplicadas para proteger as comunidades&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Gracia Violeta Ross</span></strong>, Rede Boliviana de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Instituições adaptáveis como o Plano de Emergência do presidente dos Estados Unidos para alívio da AIDS podem fornecer bases importantes para proteção contra futuros problemas. Países em todo o mundo têm investido em seus sistemas de saúde com vistas a futuras pandemias, precisamos nos concentrar na prevenção, bem como na preparação para responder&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Smith Gayle</span></strong>, coordenador de resposta global ao COVID-19 e segurança sanitária do Departamento de Estado dos Estados Unidos</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos explorar novos arranjos institucionais para incentivar o multilateralismo efetivo. Todos os países precisam responder mais efetivamente às melhores práticas e, por exemplo, aprender com o impacto do envolvimento e da liderança da comunidade nas respostas ao HIV&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Helen Clark</span></strong>, copresidente do Painel Independente Sobre Preparação e Resposta à Pandemias</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas trans, pessoas usuárias de drogas e privadas de liberdade são particularmente vulneráveis ao HIV e frequentemente não têm acesso adequado aos serviços de HIV. No contexto da COVID-19, devemos fazer um esforço extra para garantir que esses grupos vulneráveis tenham acesso a todos os serviços de HIV de que necessitam&#8221;.<br><strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color">Zsuzsanna Jakab</span></strong>, vice-diretora geral da Organização Mundial De Saúde</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A preparação para uma pandemia deve ser uma prioridade para o continente africano. A África tem a maior carga de HIV do mundo e a pandemia na África tem interrompido serviços essenciais e estas interrupções poderiam matar indiretamente mais do que a própria COVID-19&#8221;.<strong><span class="has-inline-color has-vivid-red-color"><br>John Nkengasong</span></strong>, diretor do Centro Africano para Controle e Prevenção de Doenças</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/06/painel-aborda-impacto-da-pandemia/">Painel aborda impacto da pandemia de Covid-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Precisamos de ações em direitos humanos para acabar com a epidemia de HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/02/precisamos-de-acoes-em-direitos-humanos-para-acabar-com-a-epidemia-de-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Feb 2019 14:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A epidemia do HIV é uma epidemia de direitos humanos. Uma epidemia de perda de direitos humanos e, em alguns casos, abuso e violação.” Com essas palavras, Kate Gilmore, Vice-alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, abriu a Consulta sobre a Promoção dos Direitos Humanos na Resposta ao HIV. Mas, embora existam compromissos,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/02/precisamos-de-acoes-em-direitos-humanos-para-acabar-com-a-epidemia-de-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“A epidemia do HIV é uma epidemia de direitos humanos. Uma epidemia de perda de direitos humanos e, em alguns casos, abuso e violação.” Com essas palavras, Kate Gilmore, Vice-alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, abriu a Consulta sobre a Promoção dos Direitos Humanos na Resposta ao HIV.<span id="more-10735"></span></p>
<p>Mas, embora existam compromissos, tratados e acordos, é preciso agir—esse foi o apelo da consulta, realizada em Genebra, na Suíça, em 12 e 13 de fevereiro, que buscou compartilhar estratégias e melhores práticas regionais e sub-regionais.</p>
<p>Durante a consulta, ouviu-se que o estigma e a discriminação, o frágil acesso à justiça e às leis, políticas e práticas punitivas são barreiras para as pessoas mais vulneráveis ​​no acesso à prevenção, teste, tratamento e cuidados do HIV.</p>
<p>Durante todo o evento, os temas centrais foram: remoção de leis penais discriminatórias, financiamento de direitos humanos e trabalho em estreita colaboração com a comunidade, por meio de uma convocação de instituições nacionais e regionais para ouvir, agir, liderar, reformar e financiar.</p>
<p>Enquanto as barreiras tradicionais aos direitos humanos—por exemplo, estigma, discriminação e criminalização—persistem, novos problemas estão surgindo. Foram levantadas questões sobre como garantir que as populações criminalizadas sejam incluídas na cobertura universal de saúde ou como os programas de direitos humanos e populações-chave continuarão a ser financiados. Vários oradores, incluindo Michaela Clayton, Diretora da Aliança sobre AIDS e Direitos da África Austral, aprovaram uma abordagem descendente, de baixo para cima, para promover os direitos humanos, aproveitando as ações dos líderes políticos e da sociedade civil em conjunto.</p>
<p>&#8220;Isso não é fácil. Só podemos agir trabalhando em parceria: governos, sociedade civil, mecanismos de responsabilização, grupos de direitos humanos e profissionais de saúde”, disse Tim Martineau, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS.</p>
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		<title>UNAIDS parabeniza a nomeação de Michelle Bachelet para conduzir o ACNUDH</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/08/unaids-parabeniza-a-nomeacao-de-michelle-bachelet-para-conduzir-o-acnudh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Aug 2018 12:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda a nomeação de Michelle Bachelet como Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos. Bachelet terminou seu segundo mandato de quatro anos como Presidente do Chile no início deste ano, tendo ocupado o cargo entre 2006 e 2018. Ela foi a primeira mulher a ser eleita para o mais alto cargo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/08/unaids-parabeniza-a-nomeacao-de-michelle-bachelet-para-conduzir-o-acnudh/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda a nomeação de Michelle Bachelet como Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos.<span id="more-9448"></span></p>
<p>Bachelet terminou seu segundo mandato de quatro anos como Presidente do Chile no início deste ano, tendo ocupado o cargo entre 2006 e 2018. Ela foi a primeira mulher a ser eleita para o mais alto cargo do Chile. Após seu primeiro mandato, ela foi nomeada como a primeira Diretora Executiva da agência para a igualdade de gênero das Nações Unidas, a <a href="http://www.onumulheres.org.br" target="_blank" rel="noopener"><strong>ONU Mulheres</strong></a>, em Nova York.</p>
<p>Ex-pediatra, também ocupou cargos importantes no governo chileno, como Ministério da Defesa e Ministério da Saúde.</p>
<p>&#8220;Estamos ansiosos para trabalhar de perto com Michelle Bachelet, que sempre foi uma grande defensora dos direitos humanos e da justiça social para os mais vulneráveis ​​e marginalizados da sociedade. Uma abordagem centrada nas pessoas e baseada nos direitos humanos é crucial para acabar com a epidemia de AIDS até 2030&#8221;, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS.</p>
<p>A Alta Comissária é responsável por defender os direitos humanos em todo o sistema das Nações Unidas, fortalecendo os mecanismos de direitos humanos; reforçando a igualdade; acabando com a discriminação em todas as suas formas; fortalecendo a responsabilidade e o estado de direito; ampliando o espaço democrático e protegendo os mais vulneráveis ​​de todas as formas de abuso dos direitos humanos. Com sede em Genebra, o Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (<strong><a href="https://nacoesunidas.org/agencia/acnudh/" target="_blank" rel="noopener">ACNUDH</a></strong>) tem como mandato promover e proteger o exercício universal e a plena concepção dos direitos humanos em todo o mundo, conforme estabelecido na Carta das Nações Unidas.</p>
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