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	<title>África - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>África - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>ONU e União Africana trabalham em conjunto rumo ao desenvolvimento sustentável</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/onu-e-uniao-africana-trabalham-em-conjunto-rumo-ao-desenvolvimento-sustentavel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 20:24:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Não podemos alcançar o desenvolvimento sustentável sem manter a paz. Tampouco podemos construir um futuro seguro para todos sem abordar as causas profundas de nossos conflitos e vulnerabilidades”, disse Amina Mohammed, Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas. Mohammed estava falando em Marraquexe, no Marrocos, na 20ª sessão do Mecanismo de Coordenação Regional para a África (RCM–África), <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/onu-e-uniao-africana-trabalham-em-conjunto-rumo-ao-desenvolvimento-sustentavel/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Não podemos alcançar o desenvolvimento sustentável sem manter a paz. Tampouco podemos construir um futuro seguro para todos sem abordar as causas profundas de nossos conflitos e vulnerabilidades”, disse Amina Mohammed, Vice-Secretária-Geral das Nações Unidas.<span id="more-10949"></span></p>
<p>Mohammed estava falando em Marraquexe, no Marrocos, na 20ª sessão do Mecanismo de Coordenação Regional para a África (RCM–África) ―um órgão conjunto das Nações Unidas e da União Africana que apoia o desenvolvimento na África.</p>
<p>“A Organização das Nações Unidas está trabalhando com a União Africana para tirar as pessoas de baixo da linha da pobreza, levar energia para a porta das 500 milhões de pessoas sem eletricidade e conseguir os US$ 60 bilhões necessários para empoderar as mulheres africanas”, disse Vera Songwe, Secretária Executiva da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África.</p>
<p>A Comissária de Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia da União Africana, Sarah Anyang Agbor, encorajou os participantes a “Viver pela filosofia Ubuntu. É minha, sua, nossa responsabilidade fortalecer a colaboração para reformas.”</p>
<p>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, co-presidiu um painel com Anyang Agbor durante a RCM–África. Durante a reunião, intitulada “Ampliando as soluções duráveis, incluindo a abordagem ao deslocamento forçado―nexo de desenvolvimento”, os participantes apontaram que mais de um terço das pessoas deslocadas no mundo está na África. Os participantes concordaram com a necessidade de entender e abordar as raízes do deslocamento forçado e trabalhar para quebrar o ciclo de vulnerabilidades. Sidibé enfatizou que fomentar sociedades resilientes significa, primeiramente, enfrentar o desafio da desigualdade de renda.</p>
<p>A sessão RCM-África foi realizada em 23 e 24 de março.</p>
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	            data-title="ONU e União Africana trabalham em conjunto rumo ao desenvolvimento sustentável" 
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		<title>Líderes africanos vislumbram Cobertura Universal de Saúde com qualidade</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/africa-lideres-africanos-vislumbram-cobertura-universal-de-saude-com-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 15:41:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Cobertura Universal de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Internacional sobre a Agenda Africana de Saúde de 2019]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O impulso pela Cobertura Universal de Saúde (UHC na sigla em inglês para Universal Health Coverage) está em crescimento na África e muitos países africanos já integraram a UHC em suas estratégias nacionais de saúde. Entretanto, com 11 milhões de africanos empurrados para a pobreza extrema a cada ano por conta das despesas com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/africa-lideres-africanos-vislumbram-cobertura-universal-de-saude-com-qualidade/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O impulso pela Cobertura Universal de Saúde (UHC na sigla em inglês para <em>Universal Health Coverage</em>) está em crescimento na África e muitos países africanos já integraram a UHC em suas estratégias nacionais de saúde. Entretanto, com 11 milhões de africanos empurrados para a pobreza extrema a cada ano por conta das despesas com saúde, como a África pode alcançar a Cobertura Universal de Saúde, e oferecer um pacote de serviços de qualidade para a população?<span id="more-10800"></span></p>
<p>O debate sobre a Cobertura Universal de Saúde aconteceu em Kigali, capital da Ruanda, durante uma das maiores reuniões de saúde da África, a <a href="https://ahaic.org/">Conferência Internacional sobre a Agenda Africana de Saúde de 2019</a>. Co-patrocinado pelo Ministério da Saúde da Ruanda e pela <a href="https://amref.org/home/">Fundação Africana de Pesquisa e Medicina</a> (<em>Amref Health Africa</em> em inglês), o evento contou com a presença de 1500 líderes de saúde, que compartilharam novas ideias e soluções locais para os desafios de saúde mais urgentes do continente.</p>
<p>Os participantes discutiram a necessidade de os países adotarem o conceito de Cobertura Universal de Saúde e fazer o máximo para que funcione. Eles enfatizaram que saúde de qualidade permite que as crianças aprendam e os adultos contribuam para as sociedades e a economia. Eles também ressaltaram que a UHC permite que as pessoas saiam da pobreza e forneçam a base para a segurança econômica a longo prazo, essencial para o futuro do continente.</p>
<p>O presidente do país anfitrião, Paul Kagame, recebeu a honra de excelência em reconhecimento a sua liderança política na Cobertura Universal de Saúde. Em um tweet, ele agradeceu à Amref dizendo: &#8220;Devemos esse progresso a parceiros como vocês, que uniram forças a nossa jornada para levar uma vida digna e saudável a todos os ruandeses&#8221;. O ministro da Saúde da Etiópia também recebeu um prêmio pelo trabalho do país na promoção a atenção primária à saúde.</p>
<p>Garantir que todos tenham acesso aos serviços básicos de saúde é um desafio, e a chave para o sucesso da UHC será garantir que a qualidade dos serviços seja boa o suficiente para melhorar a saúde das pessoas que os acessam.</p>
<p>&#8220;Precisamos acompanhar o impacto da Cobertura Universal de Saúde&#8221;, disse Michel Sidibé, co-moderador de um painel ministerial de alto nível. “Apenas a Cobertura não é suficiente, precisamos fornecer serviços de qualidade, acessíveis e para todos. A medida final do sucesso da UHC será a de saber se os mais pobres, os marginalizados e os mais vulneráveis estão sendo beneficiados”.</p>
<p>Durante a conferência, Sidibé participou de uma audiência pública com jovens. Ele falou sobre o papel significativo dos jovens no processo da Cobertura Universal de Saúde dizendo que eles precisam &#8216;reivindicar e assumir seu espaço&#8217;. Ele também conversou com grupos da sociedade civil sobre o notável progresso para alcançar as metas de tratamento 90-90-90 do UNAIDS em toda a África, e a necessidade crítica de seu envolvimento contínuo envolvendo o HIV dentro da Cobertura Universal de Saúde.</p>
<p><em>A primeira <a href="https://www.uhc2030.org/un-hlm-2019/">Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre Cobertura Universal de Saúde</a> será realizada em 23 de setembro de 2019 durante a Assembleia Geral das Nações Unidas sob o tema &#8220;Cobertura Universal de Saúde: Movendo-se juntos para construir um mundo mais saudável&#8221;.</em></p>
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	            data-title="Líderes africanos vislumbram Cobertura Universal de Saúde com qualidade" 
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		<title>Primeiras-damas da África trabalham para impedir novas infecções por HIV entre crianças</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2018 18:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atualmente, 1,8 milhão de crianças entre 0 e 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão destas crianças estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/primeiras-damas-da-africa-trabalham-para-impedir-novas-infeccoes-por-hiv-entre-criancas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Atualmente, 1,8 milhão de crianças entre 0 e 14 anos vivem com HIV em todo o mundo, e 1,7 milhão destas crianças estão na África. Como parte dos esforços para eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho em todo o continente, a União Africana e a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra HIV/AIDS (<strong><a href="https://oaflad.org/en/" target="_blank" rel="noopener">OAFLAD</a></strong>), com o apoio do UNAIDS e parceiros, lançaram a campanha <em>Livres para Brilhar</em>, (<strong><a href="https://oaflad.org/en/pt/campaigns/free-to-shine/" target="_blank" rel="noopener">página oficial em ingês</a></strong>) no início de 2018.<span id="more-9919"></span></p>
<p>Agora a campanha está pronta para ser implementada em 42 países africanos, mas precisa urgentemente de financiamento. Para tornar o lançamento possível, a União Africana e a OAFLA realizaram um evento paralelo à 73ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas para ajudar na arrecadação dos recursos necessários.</p>
<p>O lançamento da campanha permitirá que membros da OAFLA se envolvam em atividades comunitárias para ajudar a reduzir o estigma e a discriminação em casa e na comunidade, conscientizar a comunidade sobre a importância da adesão ao tratamento e retenção no cuidado de mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando e promover o envolvimento masculino.</p>
<p>Como parte da campanha, as primeiras-damas também potencializarão sua posição única para impactar os formuladores de políticas e agendas para atender melhor às necessidades das mulheres vivendo com HIV—defendendo políticas e leis que desestimulem o estigma e a discriminação com base no estado sorológico para o HIV e para a remoção de taxas financeiras para mulheres grávidas e mulheres que estão amamentando, bem como outras barreiras que limitam o acesso aos serviços de saúde e de HIV.</p>
<p>A sessão foi moderada pela jornalista de rádio e televisão Zeinab Badawi.</p>
<p>CITAÇÕES</p>
<p>“Estamos em um estágio crítico na eliminação de novas infecções entre crianças, particularmente em áreas de emergência, especialmente na África Central e Ocidental. Agradeço ao nosso parceiro fundador, UNAIDS, por seu compromisso inabalável em acabar com a AIDS na África e em todo o mundo.”</p>
<p><strong>Adjoavi Sika Kabore, Primeira-dama de Burkina Faso e Presidente Interina da Organização de Primeiras-damas Africanas Contra HIV/AIDS</strong></p>
<p>“Tudo mudou quando descobri que estava grávida e fiz um teste de HIV. O que era para ser um dos melhores dias da minha vida passou a ser um dos momentos mais odiados. Não houve apoio psicossocial. A organização <em>Mães para Mães</em> foi o elo que faltava e me ensinou como tomar meus remédios e combater o estigma relacionado ao HIV. A melhor coisa é que meu bebê nasceu livre do HIV. <em>Mães para Mães </em>me empoderou e estamos construindo sociedades mais saudáveis. Estamos criando o futuro, uma mãe, um bebê, uma comunidade de cada vez.”</p>
<p><strong>Mãe de Três Crianças e Treinadora da Organização <em>Mães Para Mães</em>, de Khayelitsha, África Do Sul</strong></p>
<p>“A AIDS ainda não acabou. Estamos na reta final, que não é fácil de percorrer. Precisamos ser fortes e assegurar que essa parceria com a Organização das Primeiras-Damas Africanas contra o HIV/AIDS vai acabar com a transmissão vertical do HIV de mãe para filho. Seus esforços serão essencias. ”</p>
<p><strong>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS</strong></p>
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		<item>
		<title>Líderes da China e África reúnem-se para construir comunidades mais fortes e saudáveis</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/09/lideres-da-china-e-africa-reunem-se-para-construir-comunidades-mais-fortes-e-saudaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2018 13:20:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Líderes de países africanos e da China reuniram-se em Pequim, na China, durante a Cúpula do Fórum de Cooperação China–África (FOCAC) de 2018, nos dias 3 e 4 de setembro, para acelerar o desenvolvimento social e econômico da África. Com o tema “China e África: em direção a uma comunidade ainda mais forte com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/09/lideres-da-china-e-africa-reunem-se-para-construir-comunidades-mais-fortes-e-saudaveis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Líderes de países africanos e da China reuniram-se em Pequim, na China, durante a <strong>Cúpula do Fórum de Cooperação China–África (FOCAC)</strong> de 2018, nos dias 3 e 4 de setembro, para acelerar o desenvolvimento social e econômico da África. Com o tema “China e África: em direção a uma comunidade ainda mais forte com um futuro compartilhado através da cooperação de benefício mútuo”, a cúpula de dois dias serviu para aprimorar a colaboração África-China em oito áreas principais: promoção industrial, conectividade de infraestrutura, facilitação de comércio, desenvolvimento ambiental, desenvolvimento de capacidades, serviços de saúde, intercâmbios interpessoais e paz e segurança. O presidente da China, Xi Jinping, também anunciou um pacote de ajuda, investimentos e empréstimos de US$ 60 bilhões para a África.<span id="more-9840"></span></p>
<p>Durante a abertura oficial, o Presidente da China enfatizou que a África tem muito potencial e é um continente cheio de esperança. Ele disse que a China lançará uma iniciativa de assistência médica e que a cooperação e o intercâmbio de informações sobre saúde pública serão intensificados. Serão lançados programas de cooperação sobre prevenção e controle de doenças transmissíveis emergentes e reemergentes, esquistossomose, HIV e malária.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>O atual Vice-Presidente da FOCAC, Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul, saudou as novas iniciativas da Cúpula, que terão um impacto significativo e duradouro para a paz, estabilidade e desenvolvimento sustentável no continente africano. O atual Presidente da União Africana, Paul Kagame, Presidente de Ruanda, disse que os países africanos vão intensificar o trabalho na indústria, infraestrutura e comércio. Antonio Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, descreveu a FOCAC como uma encarnação de duas grandes prioridades das Nações Unidas: buscar uma globalização justa e promover o desenvolvimento sem deixar ninguém para trás. O Presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, destacou a necessidade de criar ainda mais sinergia entre a Agenda 2063 da União Africana e a Iniciativa Cinturão e Estrada da China.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>Os líderes concordaram com a Declaração de Pequim e o Plano de Ação de Pequim, que servirão como um plano para complementar a cooperação entre a China e a África nos próximos três anos. Os documentos finais, que listam o fim da AIDS como parte da cooperação de saúde China–África, também focam na sustentabilidade na saúde e incluem a produção local de medicamentos na África, fortalecendo sistemas e desenvolvendo a capacidade dos profissionais de saúde pública como ponto essencial para alcançar o atendimento de saúde universal.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, participou de reuniões bilaterais com Presidentes da Costa do Marfim, Guiné Equatorial, Mali e Serra Leoa e destacou contribuições importantes para a saúde que a cooperação China–África podem fazer para melhorar o acesso a medicamentos e produção farmacêutica local na África.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span>A União Africana endossou a iniciativa de <a href="https://unaids.org.br/2018/05/lideres-globais-se-reunem-para-promover-a-eficacia-dos-agentes-comunitarios-de-saude/"><b>2 milhões de agentes comunitários de saúde</b><b> para a África</b></a>, que foi levantada durante a reunião bilateral do Diretor Executivo do UNAIDS com o Presidente de Serra Leoa, Julius Maada Bio. Segundo ele, há apenas dois ginecologistas em todo o país e a abordagem do agente comunitário de saúde é um meio fundamental para garantir que as pessoas tenham acesso aos serviços essenciais de saúde.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Sidibé também reuniu-se com o Conselho Empresarial China–África, que também preside a Aliança da Indústria da Saúde China-África. A cooperação China–África pode gerar mudanças transformadoras na saúde e fornecer uma plataforma para encontrar soluções centradas em pessoas para acabar com a AIDS e expandir a cobertura universal de saúde.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/09/lideres-da-china-e-africa-reunem-se-para-construir-comunidades-mais-fortes-e-saudaveis/">Líderes da China e África reúnem-se para construir comunidades mais fortes e saudáveis</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O poder da televisão na educação e diversão de milhões de pessoas na África Ocidental</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/02/o-poder-da-televisao-na-educacao-e-diversao-de-milhoes-na-africa-ocidental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 20:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um bebê abandonado em uma clínica de saúde, um namorado abusivo, namoros e remédios falsos são reviravoltas do enredo de C&#8217;est la Vie (A Vida é Assim, na tradução para o português), uma série de televisão baseada e produzida na África. Filmada no Senegal, a série acontece em uma clínica de saúde fictícia de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/02/o-poder-da-televisao-na-educacao-e-diversao-de-milhoes-na-africa-ocidental/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bebê abandonado em uma clínica de saúde, um namorado abusivo, namoros e remédios falsos são reviravoltas do enredo de <em>C&#8217;est la Vie</em> (<em>A Vida é Assim</em>, na tradução para o português), uma série de televisão baseada e produzida na África. Filmada no Senegal, a série acontece em uma clínica de saúde fictícia de Ratanga, na qual as parteiras interagem com os pacientes e trabalham em diversos casos. Suas histórias de vida e de trabalho entram em jogo, mas o objetivo geral é aumentar a conscientização sobre saúde através do entretenimento.<span id="more-8492"></span></p>
<p>A série, a primeira na África Ocidental, foi inspirada pelo pioneiro mexicano Miguel Sabido—que usou telenovelas para promover alfabetização e planejamento familiar—e pela série educacional de televisão <em>Shuga</em>. A série <em>Shuga,</em><em> </em>da MTV em língua inglesa, está agora em sua sexta temporada e tem feito tanto sucesso que mudou seu local de filmagem do Quênia para capturar novas histórias na Nigéria e na África do Sul.</p>
<p>A Rede Africana de Educação para a Saúde (RAES, na sigla em francês), uma organização não-governamental apoiada por várias agências das Nações Unidas e pelo governo francês, fundou a produtora <em>Keewu</em> para promover a série.</p>
<p>O membro fundador da RAES e produtor da <em>Keewu</em>, Alexandre Rideau, disse que a motivação para o lançamento de<em> C&#8217;est la Vie</em> foi alcançar milhões de pessoas através da televisão. &#8220;As estatísticas falam por si mesmas na África Ocidental&#8221;, disse Rideau. &#8220;Os jovens não têm conhecimento sobre sexualidade, prevenção do HIV e questões simples, como a menstruação&#8221;. Ele também acrescentou que ficou claro, devido às várias questões recebidas, que as pessoas têm dificuldade no acesso à informações.</p>
<p>A série destaca várias realidades da região, desde os altos níveis de mortalidade materna até a infecção pelo HIV. Quatro em cada cinco crianças que vivem com HIV na África Ocidental e Central ainda não têm acesso aos medicamentos que salvam vidas e o número de mortes relacionadas à AIDS entre adolescentes de 15 a 19 anos está aumentando na região, de acordo com o relatório<a href="http://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2017/december/20171205_wca" target="_blank" rel="noopener"><em> Step up the pace</em>, feito pelo UNAIDS e pelo UNICEF.</a></p>
<p>Em sua segunda temporada, a série<em> C&#8217;est la Vie</em> ganhou tanta popularidade que seus atores estão sendo reconhecidos na rua. Rideau relatou o caso de um cobrador de pedágio em Dakar que não queria permitir que uma atriz que interpreta uma personagem desagradável na série atravessasse o pedágio.</p>
<p>Transmitido em países da África Ocidental e Central nos canais <em>A+, </em><em>TV5 Monde Afrique </em>e em outros canais locais, a série alcança cerca de 100 milhões de telespectadores. Rideau explicou que a série pode não conseguir mudar o comportamento das pessoas, mas dá início a conversas cruciais sobre questões de saúde. No Senegal e no Togo, acontecem debates abertos sobre os temas abordados pela série nas praças das cidades após a transmissão.</p>
<p>Rideau disse que quer lançar a série em mais seis países em 2018. Um <em>spin-off</em> para rádio na língua Hausa está sendo transmitido no Níger.</p>
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	            data-title="O poder da televisão na educação e diversão de milhões de pessoas na África Ocidental" 
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		<title>Jovens viajam 1.000 quilômetros para participar da ICASA</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/12/jovens-viajam-1-000-quilometros-para-participar-da-icasa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 15:08:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[África]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os jovens saíram do ônibus, felizes por terem chegado à Costa do Marfim. Não só conseguiram esticar as pernas após a última etapa da jornada, mas chegaram ao seu destino final: a Conferência Internacional sobre AIDS e ISTs na África (International Conference on AIDS and STIs in Africa, da sigla ICASA). A Caravana da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/12/jovens-viajam-1-000-quilometros-para-participar-da-icasa/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens saíram do ônibus, felizes por terem chegado à Costa do Marfim. Não só conseguiram esticar as pernas após a última etapa da jornada, mas chegaram ao seu destino final: a <em>Conferência Internacional sobre AIDS e ISTs na África</em> (<em>International Conference on AIDS and STIs in Africa</em>, da sigla ICASA). A Caravana da Juventude começou com 10 jovens na Nigéria, com mais 10 em Benin e outras duas paradas em Togo e Gana.<span id="more-8075"></span></p>
<p>Ao longo da viagem de três dias e 1.000 quilômetros, mais de 40 jovens compartilharam suas histórias e experiências e falaram sobre HIV, estigma e empoderamento dos jovens nas cidades ao longo da viagem.</p>
<p>Um dos participantes, Jefferson Kudolo, de Gana, não pôde acreditar em quão divertida foi a viagem, apesar da distância: &#8220;A viagem nos aproximou e esquecemos dos quilômetros&#8221;, disse ele. Outro participante, Dayo Sunday, da Nigéria, concordou. Ele gostou de conectar-se com pessoas com histórias semelhantes de outros países.</p>
<p>Todos os dias, a Caravana da Juventude liderou ou assistiu a eventos, que incluíram exibições de filmes relacionados ao HIV, uma reunião com a Primeira-Dama de Benin, debates e uma competição internacional de dança.</p>
<p>Sunday disse que a música e a dança deixaram o grupo mais descontraído e permitiram que interagissem com outros jovens ao longo do caminho. Um educador de pares da organização não-governamental <em>Crianças e Jovens Nigerianos</em>, disse: &#8220;A dança é uma das melhores ferramentas para atrair pessoas muito tímidas para participar de eventos relacionados ao HIV.&#8221;</p>
<p>&#8220;Eu sei o que funciona, e a música definitivamente funciona&#8221;, disse Kudolo, ao explicar como ele e os outros participantes da Caravana da Juventude distribuíram camisinhas e conselhos nos pontos de encontro. O UNAIDS e os parceiros começaram a recrutar participantes para a Caravana da Juventude há quase um ano.</p>
<p>Kodo Ngabane, Oficial de Juventude e Organização Social do UNAIDS para a região da África Ocidental e Central, sorriu orgulhoso enquanto o ônibus ia para Abidjan. &#8220;Nós dizemos constantemente que os jovens precisam estar envolvidos e aqui temos um claro exemplo disso&#8221;, disse ele. &#8220;Nós os ouvimos e passaram para o banco do motorista.&#8221; Rapidamente, ele acrescentou, &#8220;Figurativamente, não realmente dirigindo o ônibus.&#8221;</p>
<p>Eric Gunn acompanhou participantes de uma associação de meninas do Togo, chamada <em>Apoio à Ação para o Desenvolvimento e Educação das Meninas</em>, e disse que estava emocionado ao ver tanto entusiasmo. &#8220;Assumimos um verdadeiro espírito de corpo, independentemente do país, idioma, gênero, orientação sexual&#8221;, disse ele. &#8220;Até nós, os mais velhos, nos juntamos à diversão e fomos bombardeados com perguntas.&#8221;</p>
<p>A Caravana da Juventude foi recebida na Vila da Comunidade ICASA pelo Ministro da Saúde da Costa do Marfim, Raymonde Goudou-Coffie, King Oyo, de Uganda, o Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, e outros.</p>
<p>Após uma aclamação em pé e palmas prolongadas aos participantes, Sidibé dirigiu-se à multidão. &#8220;Contamos com vocês! Vocês não são os líderes do amanhã, mas os líderes de hoje,&#8221; ele disse. &#8220;Não conseguiremos acabar com AIDS sem jovens.&#8221;</p>
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		<title>Resposta africana à AIDS foca em mulheres jovens e adolescentes</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/06/mulheres-meninas-na-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 15:21:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avanços consideráveis ​​foram alcançados na resposta global à epidemia da AIDS nas últimas décadas. Apesar deste progresso, no entanto, as mulheres jovens e meninas adolescentes na África ainda estão sendo deixadas para trás. Na África Subsaariana, as doenças relacionadas à AIDS seguem como as principais  causas de morte entre meninas e mulheres em idade reprodutiva., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/06/mulheres-meninas-na-africa/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Avanços consideráveis ​​foram alcançados na resposta global à epidemia da AIDS nas últimas décadas. <span id="more-133"></span>Apesar deste progresso, no entanto, as mulheres jovens e meninas adolescentes na África ainda estão sendo deixadas para trás.</p>
<p>Na África Subsaariana, as doenças relacionadas à AIDS seguem como as principais  causas de morte entre meninas e mulheres em idade reprodutiva. Em 2013, 74% das novas infecções pelo HIV entre adolescentes africanos foram em  meninas adolescentes. As mulheres jovens e meninas adolescentes adquirem o HIV, em média, cinco a sete anos mais cedo do que os homens jovens e, em alguns países da região, a prevalência do HIV entre essa população feminina pode ser até sete vezes maior do que entre os seus homólogos masculinos.</p>
<p>A fim de orientar o processo de advocacy tanto em nível regional quanto global, e garantir um  diálogo político bem informado em matéria de prevenção e tratamento do HIV entre as mulheres jovens e meninas adolescentes, o Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e a União Africana lançaram um relatório conjunto intitulado <a href="http://www.unaids.org/en/resources/documents/2015/JC2746"><em>Empoderar as mulheres jovens e meninas adolescentes: Acelerando a resposta para o fim da epidemia de AIDS na África</em></a><em>.</em></p>
<p><em><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2530883724_3c1edd980f_o.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-148 size-large aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2530883724_3c1edd980f_o-1024x698.jpg" alt=" ©Pierre Holtz/UNICEF" width="640" height="436" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2530883724_3c1edd980f_o-1024x698.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2530883724_3c1edd980f_o-300x204.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2530883724_3c1edd980f_o-1761x1200.jpg 1761w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2530883724_3c1edd980f_o-720x491.jpg 720w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></em></p>
<p>&#8220;O compromisso de acabar com a epidemia da AIDS até 2030 não pode ser alcançado a menos que um foco estratégico e abrangente seja colocado sobre  mulheres jovens e meninas adolescentes em cada país africano&#8221;, afirmou Fátima Acil, representante da União Africana.</p>
<p>O documento esboça três compromissos políticos para avançar os direitos e o empoderamento das mulheres jovens e meninas da África neste processo de Aceleração da Resposta à AIDS, firmemente enraizada na igualdade de gênero e na justiça social.</p>
<p>Os compromissos são: impedir novas infecções pelo HIV entre mulheres jovens e meninas adolescentes, a fim de garantir que a AIDS não seja mais a principal causa de morte entre adolescentes; empoderar as mulheres jovens e meninas adolescentes por meio de uma educação sexual abrangente; e prevenir infecções pelo HIV entre crianças, também mantendo suas mães vivas.</p>
<p>&#8220;Na ausência de uma vacina, acabar com a violência baseada no gênero, manter as meninas na escola e empoderar as mulheres jovens e as meninas adolescentes são as melhores opções que temos disponíveis&#8221;, disse A Diretora do UNAIDS para as regiões Oriental e Austral da África, Sheila Tlou.</p>
<p>O lançamento (8/6) aconteceu como parte da 26ª Campanha <em>Gênero é Minha Agenda</em> , que antecedeu  a cúpula para a reunião da União Africana, em Joanesburgo, África do Sul.</p>
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	            data-title="Resposta africana à AIDS foca em mulheres jovens e adolescentes" 
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		<title>Programa de TV voltado para jovens fala sobre sexualidade</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/04/programa-de-tv-voltado-para-jovens-fala-sobre-sexualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[SAfAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jovens ao redor do mundo muitas vezes recebem informações conflitantes e imprecisas sobre sexo e sexualidade.Isto pode levá-los a decisões mal informadas sobre como, quando e com quem ter relações sexuais e como se proteger contra o HIV. Mas uma iniciativa apoiada pelo UNAIDS está mudando esta realidade para jovens do sul e do, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/04/programa-de-tv-voltado-para-jovens-fala-sobre-sexualidade/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens ao redor do mundo muitas vezes recebem informações conflitantes e imprecisas sobre sexo e sexualidade.Isto pode levá-los a decisões mal informadas sobre como, quando e com quem ter relações sexuais e como se proteger contra o HIV. <span id="more-332"></span>Mas uma iniciativa apoiada pelo UNAIDS está mudando esta realidade para jovens do sul e do leste da África.</p>
<p>Uma série regional de programas de rádio e TV foi lançada na Zâmbia para preencher esta lacuna. A série foi projetada para oferecer educação sexual de uma forma envolvente para os jovens, além de ser um espaço de discussão de questões em torno de sexo e sexualidade, em uma região onde a prevalência do HIV é alta. Na África, doenças relacionadas à AIDS ainda são a principal causa de morte entre os adolescentes. Meninas adolescentes e mulheres jovens são especialmente vulneráveis ​​a infecções pelo HIV.</p>
<p>Lançada na Zâmbia em 21 de fevereiro, a estratégia é levá-la  para pelo menos mais cinco países da região ainda este ano: Malawi, Moçambique, Namíbia, Sudão do Sul e Tanzânia. A série tem 26 episódios de TV, 13 episódios de rádio e inclui um talk show de 15 minutos ao vivo todos os sábados, chamado <em>The Sexuality Talk Challenge</em> – O Desafio de Falar sobre Sexualidade.</p>
<p>A iniciativa conta com o apoio com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Serviço de Disseminação de Informações sobre HIV e Aids da África (SAfAIDS), uma organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de produzir e divulgar informações sobre o vírus.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03.jpg"><img decoding="async" width="816" height="526" class="alignnone size-full wp-image-333" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03.jpg" alt="20150428_sexed_03" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03.jpg 816w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 816px) 100vw, 816px" /></a></p>
<p>De acordo com Charity Banda, coordenadora de HIV/AIDS do Ministério da Educação da Zâmbia, este movimento é muito importante. “Ao enfrentar a puberdade sem estar preparados, os jovens se sentem confusos e sem apoio. Isto os torna vulneráveis ​​a comportamentos de alto risco que aumentam as suas chances de contrair o HIV. É por isso que esta nova iniciativa é tão oportuna”, diz a coordenadora.</p>
<p>Exibida na maior rede de televisão e rádio do país, a <em>Zambia National Broadcasting Corporation</em>, a série atinge mais de 4 milhões de pessoas todos os dias somente na TV. Os programas estão sendo traduzidos em diversas línguas locais.</p>
<p>Os convidados do programa incluem jovens, organizações lideradas por jovens, professores, funcionários do governo, políticos e representantes da sociedade civil. Os tópicos discutidos no ar têm tocado em assuntos como: amor, sexo e relacionamentos saudáveis; auto-estima, compreensão de si mesmo e seus direitos como um adolescente; pressão dos parceiros; e em conceitos equivocados. Um episódio também se dedicou a melhorar a comunicação entre jovens e adultos.</p>
<p>“A evidência mostra que os adolescentes que discutiram questões com seus pais ou responsáveis ​​são mais propensos a tomar decisões mais seguras e mais inteligentes sobre sexo e sua sexualidade”, disse Patricia Machawira, assessora regional da UNESCO para HIV e Educação na África Oriental e Austral. “Isso inclui esperar mais tempo para começar a ter relações sexuais, ter menos parceiros sexuais, utilizar métodos anticoncepcionais e ter confiança para dizer ‘não’ ao que não esteja confortável em fazer”, acrescentou.</p>
<p>Discussões francas e abertas da série já têm gerado debate. Os criadores do programa esperam que, até final da série previsto para junho na Zâmbia,  essas discussões tenham ajudado a derrubar barreiras de comunicação, com acesso a informações precisas para capacitar os jovens a fazer escolhas informadas para um futuro melhor e mais saudável.</p>
<p>Como Medhin Tsehaiu, diretora do UNAIDS na Zâmbia, resume a estratégia: “Informação é poder e os jovens precisam ser equipados com as informações e habilidades corretas para tomarem decisões certas.”</p>
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	            data-title="Programa de TV voltado para jovens fala sobre sexualidade" 
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		<title>Líderes mundiais se unem na iniciativa All in</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/02/lideres-mundiais-se-unem-na-iniciativa-all-in-para-acabar-com-a-epidemia-de-aids-entre-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2015 19:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNAIDS, UNICEF e colaboradores juntaram-se ao Presidente Uhuru Kenyatta, do Quênia, para o lançamento da iniciativa All in, uma nova plataforma de ação em resposta à epidemia de AIDS entre adolescentes. Nairóbi, 17 de fevereiro de 2015 – Embora seja possível observar grandes avanços em todas as áreas da resposta global ao HIV, o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/02/lideres-mundiais-se-unem-na-iniciativa-all-in-para-acabar-com-a-epidemia-de-aids-entre-adolescentes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">UNAIDS, UNICEF e colaboradores juntaram-se ao Presidente Uhuru Kenyatta, do Quênia, para o lançamento da iniciativa All in, uma nova plataforma de ação em resposta à epidemia de AIDS entre adolescentes.</p>
<p align="justify">Nairóbi, 17 de fevereiro de 2015 – Embora seja possível observar grandes avanços em todas as áreas da resposta global ao HIV, o progresso junto aos adolescentes ainda deixa a desejar. É o que concluíram em Nairóbi, no Quênia, os líderes mundiais engajados na resposta pelo fim da epidemia da AIDS.</p>
<p align="justify">A AIDS se tornou a principal causa de morte na África e a segunda no mundo entre adolescentes. Apenas uma a cada quatro crianças e adolescentes com menos de 15 anos têm acesso ao tratamento antirretroviral. O número de mortes está declinando em todas as faixas etárias, exceto para o grupo de 10 a 19 anos.</p>
<p align="justify"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths.jpg"><img decoding="async" class=" wp-image-464  aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths-263x300.jpg" alt="PTAfrican-Deaths" width="370" height="422" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths-263x300.jpg 263w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths-899x1024.jpg 899w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths-1053x1200.jpg 1053w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths-632x720.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/PTAfrican-Deaths.jpg 1520w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" /></a></p>
<p align="justify">Para reagir a essa desigualdade o UNAIDS, UNICEF, UNFPA, OMS e PEPFAR, bem como pelo Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, Fundação Staying Alive da MTV e o movimento de adolescentes e jovens – representados pelo Fundo de Jovens Líderes Vivendo com HIV em nome de PACT e Y+ lançaram a plataforma de ação chamada All in (expressão em inglês que significa aderir a algo com todas suas forças/recursos). A iniciativa busca mudanças estratégicas em politicas públicas para melhorar o atendimento e acesso de adolescentes a serviços relacionados ao HIV, bem como fortalecer o engajamento de mais jovens neste esforço.</p>
<p align="justify">All in irá também identificar oportunidades para ligar as estratégias relacionadas ao HIV e a juventude com programas já existentes para este grupo nas áreas de saúde e de desenvolvimento. Por outro lado, All in irá engajar líderes nacionais na coordenação, apoio e liderança no levantamentos de programas existentes e na expansão das parcerias para a inovação entre os setores público e privado.</p>
<p align="justify">Os próximos cinco anos são cruciais. O UNAIDS apresentou as novas Metas de Aceleração da Resposta ao HIV a serem alcançadas até 2020 para os adolescentes, o que inclui reduzir as novas infecções por HIV em pelo menos 75%, diminuir as mortes relacionadas com a AIDS em 65% e acabar com a discriminação. O alcance dessas metas colocará o mundo a caminho da eliminação da AIDS na adolescência até 2030 e daria fim à epidemia global de AIDS como uma ameaça de saúde pública.</p>
<p align="justify">Para mais informações, <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/02_19_allin.pdf">clique aqui.</a></p>
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