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	<title>tuberculose - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Pela primeira vez desde 2006 aumentam as mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2022 17:39:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tuberculose (TB) é a principal causa de morte entre as pessoas vivendo com HIV, sendo responsável por cerca de um terço das mortes relacionadas à AIDS em todo o mundo. Esforços coordenados e intensificados para prevenir, diagnosticar e tratar as duas doenças resultaram em um declínio de 68% nas mortes por tuberculose entre, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/03/pela-primeira-vez-desde-2006-aumentam-as-mortes-por-tuberculose-entre-pessoas-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A tuberculose (TB) é a principal causa de morte entre as pessoas vivendo com HIV, sendo responsável por cerca de um terço das mortes relacionadas à AIDS em todo o mundo. Esforços coordenados e intensificados para prevenir, diagnosticar e tratar as duas doenças resultaram em um declínio de 68% nas mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV entre 2006 e 2019. Entretanto, em seu <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.who.int/publications/i/item/9789240037021" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Relatório Global de Tuberculose de 2021</a></span>, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que as mortes por TB entre pessoas vivendo com HIV aumentaram pela primeira vez em 13 anos, de 209 mil, em 2019, para 214 mil, em 2020.</p>



<span id="more-20365"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O aumento das mortes por TB entre pessoas vivendo com HIV é alarmante e demonstra a fragilidade do progresso pandêmico&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Quando a pandemia de COVID-19 começou, a atenção global sobre o HIV e a TB mudou à medida que o mundo se concentrava em enfrentar a nova pandemia. Isto significou vidas perdidas desnecessariamente e importantes metas para o HIV, TB e outras doenças deixando de ser alcançadas. São necessárias ações urgentes e maiores investimentos para nos colocar novamente no caminho certo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas vivendo com HIV têm 18 vezes mais chances de desenvolver tuberculose. Embora cerca de 85% das pessoas que desenvolvem a TB possam ser tratadas com sucesso, as taxas de sucesso do tratamento para pessoas vivendo com HIV são muito menores, em torno de 77%. Isto demonstra a importância de aumentar os esforços de prevenção, bem como o tratamento das duas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação coletiva nesta área tem salvo vidas nos últimos anos. Entre 2018 e 2020, cerca de 7,5 milhões de pessoas vivendo com HIV receberam tratamento preventivo contra a tuberculose, superando a meta global de seis milhões. Entretanto, muito mais precisa ser feito para enfrentar as desigualdades subjacentes que continuam a alimentar a propagação do HIV e da TB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas refugiadas e deslocadas correm um risco particularmente alto de desenvolver a TB. No final de 2020, o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unhcr.org/uk/figures-at-a-glance.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Escritório do Alto-comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) estimou que 82,4 milhões de pessoas</a></span> em todo o mundo foram deslocadas de suas casas. A guerra na Ucrânia já forçou 3,5 milhões de pessoas a fugir do país e outras milhões estão desalojadas internamente. É fundamental que a Ucrânia e seus países vizinhos recebam apoio urgente para fornecer serviços de saúde essenciais para as pessoas afetadas pela guerra, incluindo serviços para tuberculose e HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Neste momento de crise, há uma oportunidade de construir um futuro resistente à pandemia se as lideranças trabalharem de forma conjunta para enfrentar as desigualdades que colocam todas as pessoas em perigo&#8221;, disse Winnie. &#8220;Enquanto a AIDS, a TB e a COVID-19 se espalham de maneiras únicas, estamos observando como cada uma delas é impulsionada pela desigualdade social e econômica que deixa algumas comunidades mais vulneráveis e o mundo inteiro em risco. Temos a opção de enfrentar essas desigualdades ou deixar que essas pandemias continuem—o poder está em nossas mãos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária (Fundo Global) é o principal financiador internacional de programas de TB; entretanto, a COVID-19 tem tido um impacto devastador. Entre 2019 e 2020, o número de pessoas tratadas para a TB nos países onde o Fundo Global investe caiu em cerca de um milhão. Este ano, em sua sétima reposição, o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.theglobalfund.org/en/seventh-replenishment/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundo Global está pedindo um adicional de US$ 18 bilhões para salvar 20 milhões de vidas</a></span> e colocar o mundo novamente no caminho certo para acabar com o HIV, a TB e a malária. Para acabar com as três doenças até 2030, e construir sistemas nacionais de saúde fortes para responder às pandemias emergentes, é essencial que o Fundo Global seja totalmente financiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS continua a trabalhar com parceiros para alcançar as <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2021_political-declaration-on-hiv-and-aids_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">metas estabelecidas para HIV e TB para 2025</a></span>, que incluem garantir que 90% das pessoas vivendo com HIV recebam tratamento preventivo para a TB e reduzir as mortes relacionadas à TB entre pessoas vivendo com HIV em 80% (a partir de uma linha de base de 2010). Para que isso aconteça, será necessário que o Fundo Global seja totalmente financiado e que sejam feitos investimentos em pesquisa e desenvolvimento, na expansão dos serviços, bem como na adoção de estratégias novas e inovadoras para alcançar as pessoas em mais vulnerabilidade.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/03/pela-primeira-vez-desde-2006-aumentam-as-mortes-por-tuberculose-entre-pessoas-vivendo-com-hiv/">Pela primeira vez desde 2006 aumentam as mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV diminuem mundialmente, mas as lacunas preocupantes no tratamento persistem</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 21:58:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mundialmente, o número de pessoas vivendo com HIV que morreram de tuberculose (TB), uma doença curável e evitável, caiu 63%: foram quase 600.000 mortes em 2010 para pouco mais de 200.000 em 2019. Em 2016, uma meta global foi estabelecida pelas Nações Unidas para reduzir 75% das mortes por TB entre pessoas vivendo com, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/as-mortes-por-tuberculose-entre-pessoas-vivendo-com-hiv-diminuem-mundialmente-mas-as-lacunas-preocupantes-no-tratamento-persistem/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mundialmente, o número de pessoas vivendo com HIV que morreram de tuberculose (TB), uma doença curável e evitável, caiu 63%: foram quase 600.000 mortes em 2010 para pouco mais de 200.000 em 2019. Em 2016, <a href="https://undocs.org/en/A/RES/70/266" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>uma meta global foi estabelecida pelas Nações Unidas</strong></span></a> para reduzir 75% das mortes por TB entre pessoas vivendo com o HIV entre 2010 e 2020. Nove países (Djibuti, Eritréia, Etiópia, Índia, Malauí, África do Sul, Sudão, Tailândia e Togo) atingiram ou ultrapassaram a meta global até o final de 2019, um ano antes do previsto.</p>



<span id="more-17223"></span>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Tuberculosis-deaths-among-PLHIV_graph_PT.png" alt="" class="wp-image-17228" width="813" height="466" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Tuberculosis-deaths-among-PLHIV_graph_PT.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Tuberculosis-deaths-among-PLHIV_graph_PT-300x172.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Tuberculosis-deaths-among-PLHIV_graph_PT-768x441.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Tuberculosis-deaths-among-PLHIV_graph_PT-720x413.png 720w" sizes="(max-width: 813px) 100vw, 813px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Mais progressos em direção às metas globais foram feitos para tornar o tratamento preventivo da TB disponível para mais pessoas vivendo com HIV. O tratamento preventivo da TB reduz o risco dessa população de adoecerem e morrerem de TB. Em apenas dois anos, 2018 e 2019, 5,3 milhões de pessoas vivendo com HIV receberam tratamento preventivo que salva vidas contra a TB. Isso já é 88% da meta de 6 milhões estabelecida para 2022, de acordo com a <strong><span style="text-decoration: underline;">Declaração Política das Nações Unidas para Acabar com a TB de 2018.</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o progresso em alguns países deva ser parabenizado, estes sucessos cobrem as muitas desigualdades e lacunas que ainda existem no fornecimento dos melhores cuidados integrados para as pessoas vivendo com HIV e TB. Estas lacunas resultaram em uma estimativa de 208 mil mortes relacionadas à TB em 2019—cerca de uma em cada três mortes relacionadas à AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma das maiores disparidades na resposta mundial ao HIV e à TB está em atingir as crianças&#8221;, disse Shannon Hader, diretora vice-diretora executiva para programa do UNAIDS. &#8220;Ferramentas muito melhores para prevenir, diagnosticar e tratar a TB e a TB resistente a medicamentos para crianças pequenas estão agora disponíveis, mas ainda não são suficientes. Muitas crianças ainda não estão sendo alcançadas com estas novas ferramentas. Alguns e algumas profissionais de saúde não têm confiança para lidar com a TB entre as crianças que vivem com o HIV e, por medo de causarem danos e pelo desejo de os e as protegerem, nem sempre agem. As crianças estão sendo ‘protegidas até a morte’. Precisamos construir confiança para controlar a TB e o HIV em crianças pequenas e alcançar metas transformadoras.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A TB é especialmente difícil de diagnosticar entre bebês mais novos e crianças que vivem com o HIV—principalmente crianças com menos de dois anos de idade. As formas mais severas de TB—tuberculose disseminada e meningite tuberculosa—são comuns entre esta faixa etária e ameaçam a vida quando não hám diagnóstico e tratamento imediatos. Grandes avanços têm sido feitos para melhorar o diagnóstico da TB para crianças. Remédios amigáveis às crianças para o tratamento e prevenção da TB estão disponíveis a baixo custo no <span style="text-decoration: underline;"><strong>Stop TB Partnership Global Drug Facility</strong></span> (Parceria Global de Medicamentos para acabar com a TB, na tradução livre para o português). O desafio é levar essas inovações à escala e qualidade necessárias para alcançar todas as crianças que precisam e que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.paediatrichivactionplan.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rome Paediatric HIV &amp; TB Action Plan</a></strong></span> (Plano de Ação Pediátrico de Roma sobre HIV e TB, na tradução livre para o português), parte do UNAIDS e da Iniciativa Religiosa do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR), estão fechando as lacunas para crianças vivendo com HIV. É uma parceria única de múltiplas partes que estimulou uma colaboração sem precedentes entre a comunidade religiosa, setor privado, pessoas reguladoras, pessoas doadoras e outras partes para acelerar o desenvolvimento e a implementação de melhores testes diagnósticos, medidas preventivas e tratamentos para HIV e TB entre crianças vivendo com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, menos da metade (49%) das 815 mil pessoas que vivem com HIV e que também têm a doença de TB foram recebem tanto o tratamento do HIV quanto o tratamento da TB. Isto demonstra que ainda existem grandes lacunas na triagem, teste e tratamento tanto para o HIV quanto para a TB. Para resolver essa situação, os programas nacionais precisam ir além das instalações de saúde tradicionais para encontrar os milhões de pessoas que ainda precisam de tratamento para o HIV, TB ou ambos. É necessária uma abordagem integrada, baseada na comunidade e com as pessoas no centro. A triagem familiar e comunitária para tuberculose, HIV, COVID-19, hipertensão arterial, diabetes e outras condições comuns pode ser desestigmatizante e pode reduzir os custos dos programas e das pessoas. É fundamental incentivar todas as pessoas recentemente diagnosticadas com HIV, TB ou COVID-19 a permitir a triagem confidencial de seus contatos familiares e comunitários, incluindo crianças e jovens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relógio já está correndo para alcançarmos as ambiciosas novas metas para 2025 para a TB e o HIV estabelecidas na <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/PCBSS_March_2021_Global_AIDS_Strategy_2021-2026_EN.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nova estratégia global para a AIDS para 2021-2026</a></strong></span>. Atingir essas metas colocará o mundo novamente no caminho certo para acabar com a AIDS e a TB até 2030. É necessária uma resposta colaborativa e integrada às pandemias de TB, HIV e COVID-19 é necessária. A resposta deve estar enraizada nas comunidades afetadas e centrada nas necessidades das pessoas mais vulneráveis. Abordar as desigualdades que impulsionam a TB e o HIV ajudará a fechar a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.stoptb.org/assets/documents/communities/The%20Deadly%20Divide_TB%20Commitments%20vs%20TB%20Realities%20FINAL%20HLM%20Report.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;divisão mortal&#8221;</a></strong></span> entre os compromissos globais e a realidade viva das comunidades afetadas pela TB e pelo HIV. Ao acabar com as desigualdades, podemos impedir que pessoas adultas, jovens e crianças vivendo com o HIV morram de tuberculose.</p>
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		<title>Lacunas no tratamento da tuberculose para pessoas vivendo com HIV em alguns países</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 15:19:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todas (100%) das pessoas que vivem com HIV e que iniciaram recentemente a terapia antirretroviral devem receber tratamento preventivo da tuberculose ou tratamento da tuberculose—juntos, eles representam &#8220;cuidados ideais com a tuberculose&#8221;. A barra verde mostra a porcentagem de pessoas iniciadas recentemente na terapia antirretroviral que não receberam o tratamento ideal contra a tuberculose, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/lacunas-no-tratamento-da-tuberculose-para-pessoas-vivendo-com-hiv-em-alguns-paises/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Todas (100%) das pessoas que vivem com HIV e que iniciaram recentemente a terapia antirretroviral devem receber tratamento preventivo da tuberculose ou tratamento da tuberculose—juntos, eles representam &#8220;cuidados ideais com a tuberculose&#8221;. A barra verde mostra a porcentagem de pessoas iniciadas recentemente na terapia antirretroviral que não receberam o tratamento ideal contra a tuberculose e estão vulneráveis a ficar doentes ou morrer de tuberculose.</p>



<span id="more-17217"></span>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Huge-gaps-in-TB-care_graph_PT.png" alt="" class="wp-image-17220" width="767" height="439" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Huge-gaps-in-TB-care_graph_PT.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Huge-gaps-in-TB-care_graph_PT-300x172.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Huge-gaps-in-TB-care_graph_PT-768x441.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_03_24_Huge-gaps-in-TB-care_graph_PT-720x413.png 720w" sizes="(max-width: 767px) 100vw, 767px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as pessoas que vivem com HIV e que iniciaram recentemente a terapia antirretroviral devem receber &#8220;tratamento ideal para a TB&#8221; &#8211; seja tratamento preventivo da TB ou tratamento da TB. Desde 2012, a Organização Mundial da Saúde recomenda que todas as pessoas recém-diagnosticadas com o HIV devem ser submetidas a uma triagem para tuberculose. Se elas não apresentarem sintomas de TB (tosse, tosse com sangue, febre, suores noturnos, perda de peso, dores no peito, falta de ar ou fadiga), devem receber tratamento preventivo contra a TB. Se essas pessoas tiverem algum sintoma de tuberculose, devem ser avaliadas e diagnosticadas para a TB. Se for descoberto que essas pessoas têm tuberculose, devem ser iniciadas imediatamente no tratamento da tuberculose. Se não houver evidência de TB, devem ser iniciadas com o tratamento preventivo da TB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tuberculose é a causa mais comum de hospitalização e morte entre as pessoas que vivem com HIV. Em 2019, a TB foi responsável por 208 mil (30%) das mortes relacionadas à AIDS. No entanto, a TB é curável e evitável. O tratamento preventivo da TB reduz o risco de desenvolver a doença e pode reduzir em quase 40% as mortes entre as pessoas que vivem com HIV. Sem tratamento, uma pessoa que vive com HIV que tem a doença da tuberculose tem altas chances de morrer.</p>
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		<title>UNAIDS pede que governos fortaleçam urgentemente programas de proteção social face à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/08/unaids-pede-que-governos-fortalecam-urgentemete-programas-de-protecao-social-face-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2020 13:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS convoca os países para que adotem medidas urgentes para reforçar os programas de proteção social a fim de proteger as pessoas mais vulneráveis do impacto na saúde e das consequências socioeconômicas da pandemia COVID-19. Pessoas vivendo com HIV e tuberculose (TB) estão sendo significativamente afetadas pela COVID-19. Uma modelagem de dados estimou, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/08/unaids-pede-que-governos-fortalecam-urgentemete-programas-de-protecao-social-face-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS <a rel="noreferrer noopener" aria-label="convoca os países  (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/call-to-action-social-protection-covid19_en.pdf" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">convoca os países </span></strong></a>para que adotem medidas urgentes para reforçar os programas de proteção social a fim de proteger as pessoas mais vulneráveis do impacto na saúde e das consequências socioeconômicas da pandemia COVID-19.</p>



<span id="more-15945"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas vivendo com HIV e tuberculose (TB) estão sendo significativamente afetadas pela COVID-19. Uma modelagem de dados estimou os impactos catastróficos potenciais da pandemia de COVID-19 com aumentos de até 10%, 20% e 36% das mortes projetadas para pacientes com HIV, TB e malária, respectivamente, nos próximos cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas mais vulneráveis estão mulheres e meninas, gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas e pessoas trans. Muitas destas pessoas são excluídas dos programas de proteção social existentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os países devem garantir que todas as pessoas possam receber serviços essenciais, incluindo cuidados de saúde, e devem investir adequadamente em programas de proteção social para manter as pessoas seguras e protegê-las das consequências da perda de seus meios de subsistência”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As consequências socioeconômicas da pandemia de  COVID-19 terão maior impacto sobre algumas das pessoas mais desfavorecidas nas sociedades de todo o mundo. Por exemplo, a COVID-19 ameaça dobrar o número de pessoas que enfrentam insegurança alimentar aguda para mais de 265 milhões até o final do ano. A maioria dessas pessoas estará em países já bastante afetados por conflitos, crises econômicas ou climáticas. Pessoas em situação de refúgio estão entre os grupos que enfrentam os maiores perigos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Centenas de milhões de pessoas em todo o mundo também estão prestes a perder seus empregos nos setores formal e informal da economia. Cerca de 150 milhões de empregos em tempo integral foram perdidos no primeiro trimestre do ano e outras milhões de pessoas deverão perder seu sustento nos próximos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, apenas 29% da população mundial tem acesso à cobertura de proteção social adequada”, disse Guy Ryder, Diretor-Geral da Organização Internacional do Trabalho. “Os governos devem agir para garantir a sustentabilidade dos meios de subsistência, negócios e empregos e a proteção da saúde, direitos e rendimentos de trabalhadores e trabalhadoras durante e após a COVID-19. ”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As mulheres são particularmente vulneráveis à crise econômica por estarem desproporcionalmente empregadas nos setores informais da economia e, portanto, com maior probabilidade de perder seus rendimentos. Elas também são frequentemente empregadas na linha de frente da resposta à COVID-19, constituindo 70% da força de trabalho nos setores de saúde e assistência social e realizando a maior parte das tarefas domésticas não remuneradas em casa, creches e outras funções de cuidado de outras pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um aumento na violência de gênero durante o confinamento também torna imperativo que os governos invistam em programas de proteção social elaborados especificamente para a proteção de mulheres e meninas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma geração de jovens também corre o risco do colapso socioeconômico causado pela pandemia. A vulnerabilidade de crianças e jovens está sendo ampliada pelo fechamento de escolas, que afetou mais de 90% da população estudantil do mundo, interrompendo sua educação e seu acesso a serviços sociais essenciais, como a merenda escolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Crianças e jovens estão sofrendo desproporcionalmente com o impacto socioeconômico da crise de COVID-19”, disse Henrietta H. Fore, Diretora Executiva do UNICEF. “Antes do surto, duas em cada três crianças ou tinham proteção social inadequada ou não tinham nenhuma. Os países precisam cumprir seu compromisso de proteção social para todas as pessoas que dela necessitam.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="apelo (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/call-to-action-social-protection-covid19_en.pdf" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">apelo</span></strong></a> para que os governos invistam adequadamente em programas de proteção social é endossado pelo UNAIDS, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e apoiado pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA), o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Banco Mundial.</p>
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		<title>Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária vai apoiar resposta à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/04/fundo-global-de-combate-a-aids-tuberculose-e-malaria-vai-apoiar-resposta-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2020 20:27:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária aprovou, por unanimidade, um novo mecanismo para apoiar os países na resposta à COVID-19 e amenizar o impacto nos sistemas de saúde e em programas de combate ao HIV, tuberculose e malária de forma eficaz, dobrando o valor do financiamento disponível para, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/04/fundo-global-de-combate-a-aids-tuberculose-e-malaria-vai-apoiar-resposta-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Conselho do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária aprovou, por unanimidade, um novo mecanismo para apoiar os países na resposta à COVID-19 e amenizar o impacto nos sistemas de saúde e em programas de combate ao HIV, tuberculose e malária de forma eficaz, dobrando o valor do financiamento disponível para até US$ 1 bilhão. </p>



<span id="more-14977"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O Mecanismo de Resposta à COVID-19 autoriza o financiamento de US$ 500 milhões, além de até US$ 500 milhões em flexibilizações de doações, anunciadas pelo Fundo Global em 4 de março, e que já estão sendo implementadas por 54 países. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Peter Sands, diretor executivo do Fundo Global, enfatizou a urgência da situação e pediu aos parceiros que unam forças para responder a uma emergência de saúde pública sem precedentes que ameaça prejudicar o progresso em HIV, tuberculose e malária, e sobrecarregar os sistemas comunitários e de saúde com consequências potencialmente catastróficas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É absolutamente crucial tomar medidas imediatas, tanto para proteger as pessoas neste momento, quanto para manter programas que salvam vidas, combatendo o HIV, a tuberculose e a malária&#8221;, disse Peter. “Enfrentamos um desafio monumental e temos que trabalhar juntos como nunca foi feito antes. Não é apenas a coisa certa a fazer, é também o mais sensato a ser feito. Devemos nos unir para lutar. ” </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Global está respondendo rapidamente à pandemia de COVID-19 sob a liderança da Organização Mundial da Saúde (OMS) e em estreita colaboração com outros parceiros. O Mecanismo de Resposta a COVID-19 fornecerá apoio adicional às respostas dos países à pandemia e dará continuidade aos serviços contra o HIV, tuberculose e malária, através da rápida distribuição de fundos. Além disso, permite que o Fundo Global mobilize recursos adicionais de doadores públicos e privados dispostos a apoiar os países mais vulneráveis enquanto combatem à COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com uma verba inicial de US$ 500 milhões, o Mecanismo de Resposta à COVID-19 vai alavancar o princípio de propriedade do país e permitirá que os países solicitem financiamento para controle e contenção, para amenizar o impacto no HIV, tuberculose e malária e apoiar sistemas de saúde, incluindo redes de laboratórios, cadeias de suprimentos e respostas lideradas pela comunidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira, a Diretoria também aprovou flexibilidades temporárias para tratar de rupturas na cadeia de suprimentos e programar a implementação devido a COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vários membros do Conselho enfatizaram a importância de remover as barreiras que envolvem direitos humanos e gênero para os cuidados de saúde, e o papel das comunidades, essencial para uma resposta eficaz. Assim como no HIV, tuberculose e malária, a COVID-19 afetará desproporcionalmente os mais pobres, os mais marginalizados e os mais vulneráveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço da segurança de saúde global e o fortalecimento dos sistemas locais de saúde são fundamentais para a missão do Fundo Global de acabar com as três epidemias mais mortais do mundo &#8211; HIV, TB e malária &#8211; e combater doenças novas e emergentes como a COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Global arrecada e investe mais de US$ 4 bilhões por ano para apoiar programas de combate à AIDS, Tuberculose e Malária em mais de 100 países. A infraestrutura e as capacidades para eliminar doenças como AIDS, TB e malária &#8211; cadeias de suprimentos médicos, laboratórios, agentes comunitários de saúde, vigilância de doenças &#8211; também são necessárias para combater a COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Global está respondendo rapidamente e, desde 4 de março, permitiu que os países usassem até 5% do financiamento aprovado. Um orçamento de US$ 70 milhões foi aprovado em 54 países além de dois subsídios regionais, e mais solicitações de financiamento estão sendo consideradas. Sob orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Fundo Global incentiva fortemente os países a tomarem providências imediatas para reduzir as possíveis consequências negativas da COVID-19 em programas existentes apoiados por doações do Fundo Global. </p>
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		<title>Tuberculose: um progresso significativo, mas insuficiente</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/03/tuberculose-um-progresso-significativo-mas-insuficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2020 11:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tuberculose (TB) é a décima principal causa de morte no mundo, o principal causador de doenças infecciosas e a principal causa de morte entre pessoas vivendo com HIV.&#160; A boa notícia é que a tuberculose é evitável e curável, e os países se comprometeram a acabar com&#160;ela&#160;até 2030. O conjunto de marcos&#160;fundamentais assumidos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/03/tuberculose-um-progresso-significativo-mas-insuficiente/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A tuberculose (TB) é a décima principal causa de morte no mundo, o principal causador de doenças infecciosas e a principal causa de morte entre pessoas vivendo com HIV.&nbsp;</p>



<span id="more-14736"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que a tuberculose é evitável e curável, e os países se comprometeram a acabar com&nbsp;ela&nbsp;até 2030. O conjunto de marcos&nbsp;fundamentais assumidos pelos países&nbsp;na Declaração Política&nbsp;de 2016&nbsp;das Nações Unidas sobre o Fim da&nbsp;AIDS&nbsp;incluiu&nbsp;o compromisso de&nbsp;redução de 75% em mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV até 2020.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A má notícia é que, em 2018, 10 milhões de pessoas adoeceram com tuberculose em todo o mundo e 1,5 milhão&nbsp;delas&nbsp;perderam a vida devido à doença, incluindo 251.000 pessoas vivendo com HIV. Embora tenha havido uma redução de 60% nas mortes por TB entre as pessoas que vivem com HIV desde 2000, o mundo não está no caminho&nbsp;indicado para&nbsp;alcançar a redução de 75% até&nbsp;o final deste ano, como acordado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;mundo&nbsp;celebra hoje, dia 24/3,&nbsp;o Dia Mundial da TB. Como estamos em&nbsp;meio&nbsp;à&nbsp;pandemia do COVID-19, é fundamental lembrar que precisamos&nbsp;manter e&nbsp;sustentar serviços para lidar com epidemias de TB e co-infecções por TB / HIV em todo o mundo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda há um déficit de financiamento anual de US $ 3,3 bilhões para prevenção e tratamento da TB.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é oportuno lembrar que os programas já existentes para combater a tuberculose e outras&nbsp;grandes&nbsp;doenças infecciosas podem ser aproveitados para tornar a resposta&nbsp;à&nbsp;COVID-19 mais rápida e eficaz. No entanto, a necessidade de uma resposta urgente à TB, HIV ou COVID-19 não deve significar que direitos humanos, autonomia e confidencialidade&nbsp;deixem de ser&nbsp;respeitados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O papel das&nbsp;pessoas e&nbsp;comunidades permanece essencial, assim como a resiliência do sistema de saúde, para garantir abordagens inovadoras centradas nas pessoas e baseadas&nbsp;na liderança de comunidades de pessoas mais afetadas&nbsp;para a prestação de serviços. Isso inclui a implementação de&nbsp;modelos diferenciados de prestação de serviços, saúde digital e ferramentas inovadoras para diagnosticar a infecção por TB e capacitar as pessoas que vivem com TB associada ao HIV a gerenciar seu tratamento e cuidados.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investimentos&nbsp;já realizados&nbsp;em sistemas de saúde, incluindo&nbsp;as pessoas e suas redes, farão uma diferença real na batalha contra&nbsp;a&nbsp;COVID-19.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" width="904" height="1024" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2-904x1024.jpg" alt="" class="wp-image-14738" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2-904x1024.jpg 904w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2-265x300.jpg 265w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2-768x870.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2-1060x1200.jpg 1060w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2-636x720.jpg 636w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Global-trends-in-the-estimated-number-of-deaths2.jpg 1336w" sizes="(max-width: 904px) 100vw, 904px" /></figure>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="859" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Estimated-number-of-deaths-graph-port-1024x859.jpg" alt="" class="wp-image-14737" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Estimated-number-of-deaths-graph-port-1024x859.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Estimated-number-of-deaths-graph-port-300x252.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Estimated-number-of-deaths-graph-port-768x645.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Estimated-number-of-deaths-graph-port-720x604.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Estimated-number-of-deaths-graph-port.jpg 1362w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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		<title>UNAIDS agradece doadores pelo financiamento do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/10/unaids-agradece-doadores-pelo-financiamento-do-fundo-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2019 15:28:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS está fortemente motivado pelo compromisso que os doadores demonstraram com o financiamento do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária (Fundo Global). Na 6ª Conferência de Reabastecimento, realizada em Lyon, na França, nos dias 9 e 10 de outubro, o Fundo Global captou US$ 14,02 bilhões, o valor mais alto, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/10/unaids-agradece-doadores-pelo-financiamento-do-fundo-global/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está fortemente motivado pelo compromisso que os doadores demonstraram com o financiamento do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária (<a rel="noreferrer noopener" label="Fundo Global (opens in a new tab)" href="https://www.theglobalfund.org/en/" target="_blank">Fundo Global</a>). Na 6ª Conferência de Reabastecimento, realizada em Lyon, na França, nos dias 9 e 10 de outubro, o Fundo Global captou US$ 14,02 bilhões, o valor mais alto de toda a parceria, que trabalha pelo fim das três doenças. </p>



<span id="more-13248"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu realmente parabenizo todos os países e parceiros que se comprometeram a investir no Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária&#8221;, disse Gunilla Carlsson, diretora executiva interina do UNAIDS. “Esses investimentos são uma salvação crítica para milhões de pessoas em todo o mundo. No futuro, colocar as pessoas no centro será fundamental para fazer com que o dinheiro seja utilizado com mais eficiência.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS parabeniza o presidente da França, Emanuel Macron, pelo seu compromisso pessoal e apelo que faz aos países para que reforcem suas promessas de honrar o aumento proposto de 15% em relação ao último reabastecimento. A maioria dos doadores alcançou ou superou o aumento de 15%, e muitos novos doadores compareceram e se comprometeram pela primeira vez. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS continuará a trabalhar em estreita colaboração com o Fundo Global, fornecendo aos países informações estratégicas, conhecimentos técnicos e capacitação para implementação das doações. O UNAIDS defende uma abordagem centrada nas pessoas e baseada nos direitos humanos para acabar com a AIDS, e apoia totalmente o envolvimento ativo da sociedade civil e de organizações comunitárias na busca de alcançar as pessoas mais marginalizadas e as que são deixadas para trás. Em 2018, havia 37,9 milhões de pessoas vivendo com HIV, das quais 15 milhões ainda precisam urgentemente de acesso à terapia antirretroviral, que é capaz de salvar vidas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os compromissos com o Fundo Global vão impulsionar a resposta ao HIV. O UNAIDS continuará a defender o aumento do investimento para atender todas as necessidades de recursos para a resposta para acabar com a AIDS até 2030, como parte dos <a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" label="Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (opens in a new tab)">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a>.</p>
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	            data-title="UNAIDS agradece doadores pelo financiamento do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/10/unaids-agradece-doadores-pelo-financiamento-do-fundo-global/">UNAIDS agradece doadores pelo financiamento do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mortes relacionadas à tuberculose entre pessoas que vivem com HIV não estão diminuindo o suficiente</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/06/mortes-relacionadas-a-tuberculose-entre-pessoas-que-vivem-com-hiv-nao-estao-diminuindo-o-suficiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 21:41:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo que a tuberculose (TB) seja evitável e curável, ela ainda é é a infecção que causa o maior número de mortes em todo o mundo, eliminando mais de 4.400 vidas por dia. A tuberculose também continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV, causando uma em cada, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/mortes-relacionadas-a-tuberculose-entre-pessoas-que-vivem-com-hiv-nao-estao-diminuindo-o-suficiente/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que a tuberculose (TB) seja evitável e curável, ela ainda é é a infecção que causa o maior número de mortes em todo o mundo, eliminando mais de 4.400 vidas por dia. A tuberculose também continua sendo a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV, causando uma em cada três mortes relacionadas à AIDS. No entanto, houve progresso―as mortes relacionadas à tuberculose entre as pessoas que vivem com HIV alcançaram o maior índice em 2005, com 600.000 mortes; desde então, elas caíram pela metade, 300.000 em 2017. </p>



<span id="more-11775"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Os países comprometeram-se na Declaração Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS, em reduzir 75% das mortes por tuberculose (TB) entre as pessoas vivendo com HIV até 2020. Até 2017, cinco países de baixa ou média renda alcançaram ou superaram essa meta―outros 18 países reduziram as mortes por tuberculose entre pessoas que vivem com HIV em mais de 50% e estão no caminho para alcançar a meta até ao final de 2020, desde que a ampliação dos serviços seja mantida. No entanto, as estimativas também mostram que a maioria dos países não está no caminho certo e que as mortes estão aumentando em algumas regiões e países. </p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="604" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV-1024x604.png" alt="" class="wp-image-11778" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV-1024x604.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV-300x177.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV-768x453.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV-640x377.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV-720x425.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/06/2019_06_06_TB-related-deaths-PLHIV.png 1102w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: UN Photo/Fardin Waezi </p>
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		<title>Rede Global lança ‘Declaração dos Direitos das Pessoas Impactadas pela Tuberculose’, com apoio do UNAIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/05/rede-global-lanca-declaracao-dos-direitos-das-pessoas-impactadas-pela-tuberculose-com-apoio-do-unaids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 10:03:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[TB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tuberculose (TB) é a principal causa de mortes por doenças infecciosas no mundo e a principal causa de mortes entre pessoas vivendo com HIV, apesar de ser evitável e curável. Como reação à carga inaceitável de doenças e mortes causadas pela tuberculose, uma nova rede de sobreviventes e comunidades impactadas pela TB, denominada, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/rede-global-lanca-declaracao-dos-direitos-das-pessoas-impactadas-pela-tuberculose-com-apoio-do-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A tuberculose (TB) é a
principal causa de mortes por doenças infecciosas no mundo e a principal causa
de mortes entre pessoas vivendo com HIV, apesar de ser evitável e curável. Como
reação à carga inaceitável de doenças e mortes causadas pela tuberculose, uma
nova rede de sobreviventes e comunidades impactadas pela TB, denominada <em>TB People</em>, compilou a <em>Declaração dos Direitos das Pessoas Impactadas
pela Tuberculose</em>, com apoio dos principais defensores dos direitos humanos
e da Parceria <em>Stop TB</em>.</p>



<span id="more-11682"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração (<strong><a href="http://www.stoptb.org/assets/documents/communities/FINAL%20Declaration%20on%20the%20Right%20of%20People%20Affected%20by%20TB%2013.05.2019.pdf">veja em inglês aqui</a></strong>), lançada em 14 de maio no <em>Global Health Campus</em> em Genebra, na Suíça, orientará os países na implementação dos compromissos assumidos na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre Tuberculose de 2018 e informará a última reunião do Conselho do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária (<strong><a href="https://www.theglobalfund.org/en/">Global Fund</a></strong>) antes de sua próxima reunião de reabastecimento em Lyon, na França, em outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas pessoas que
morreram poderiam ter sido salvas se seus direitos tivessem sido protegidos”,
disse Maurine Murenga, representante de comunidades no conselho do Fundo Global.
“Muitas crianças sobreviveram e foram curadas da tuberculose e agora são forçadas
a ficar isoladas em um lado da sala de aula com seus colegas do lado oposto”,
acrescentou ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de proteção
dos direitos humanos torna as pessoas mais vulneráveis ​​ao desenvolvimento de
doenças relacionadas à TB, afeta negativamente sua capacidade de acesso ao
tratamento eficaz e as expõe ao estigma e à discriminação simplesmente por
viverem com tuberculose. As violações dos direitos humanos relacionadas à
tuberculose incluem falhas ao diagnosticar ou tratar as pessoas de forma inadequada,
acesso restrito a informações sobre a saúde de pessoas que vivem com TB e a restrição
ao acesso de pessoas privadas de liberdade ao tratamento da TB em hospitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela primeira vez, os
direitos das pessoas impactadas pela tuberculose que estão consagrados nas leis
globais e regionais de direitos humanos já existentes foram listados em uma
declaração, juntamente com uma explicação sobre sua relevância para as pessoas impactadas
pela tuberculose. Esta declaração inovadora tem como objetivo informar e
capacitar as pessoas e comunidades para que possam reivindicar e proteger seu
direito a uma vida livre de TB e, quando necessário, garantir acesso igualitário
à prevenção, diagnóstico e tratamento da tuberculose de qualidade, livres de
estigma e discriminação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As comunidades devem
ser colocadas no centro da resposta à tuberculose”, disse Shannon Hader, vice-diretora
executiva do UNAIDS para Programa, acrescentando que “as pessoas têm o direito
à ciência e ao poder de exigir acesso aos medicamentos mais eficazes contra a
tuberculose, diagnósticos e vacinas—aqueles disponíveis agora e aqueles que
estamos tentando criar para o futuro.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração também
procura garantir que os governos e outros prestadores de serviços estejam
cientes de seus compromissos e obrigações de proteger e promover os direitos
das pessoas impactadas pela tuberculose.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o lançamento
da declaração, muitos sobreviventes da TB, ativistas e parceiros compartilharam
histórias sobre como a TB e a negação de seus direitos afetaram diretamente a
eles ou a suas famílias, incluindo Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da
Organização Mundial da Saúde, cujo irmão quase faleceu devido à tuberculose por
medo do estigma relacionado à doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rhea Lobo, da<em> TB People,</em> descrebeu sua experiência angustiante
de tuberculose óssea. Os resultados de seus exames ósseos iniciais ficaram perdidos
por vários meses. Ela teve uma cópia de seus resultados negada para que não
pudesse buscar uma segunda opinião e precisou recorrer ao contrabando dos resultados
para copiá-los e devolvê-los. O novo médico descobriu que ela havia recebido a
dose errada de tratamento por seis meses, colocando-a em risco de desenvolver
tuberculose resistente a medicamentos.

A declaração foi dedicada à memória de Dean
Lewis, um ativista incansável pelos direitos das pessoas que vivem com
tuberculose e pessoas que usam drogas, que sofreu vários episódios de
tuberculose. Dean estava no grupo central que concebeu e compilou a declaração,
mas faleceu antes de sua conclusão devido à falta dos serviços de saúde que necessitava.



</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/05/rede-global-lanca-declaracao-dos-direitos-das-pessoas-impactadas-pela-tuberculose-com-apoio-do-unaids/">Rede Global lança ‘Declaração dos Direitos das Pessoas Impactadas pela Tuberculose’, com apoio do UNAIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS destaca progresso desigual na redução de mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/unaids-destaca-progresso-desigual-na-reducao-de-mortes-por-tuberculose-entre-pessoas-vivendo-com-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 14:40:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes do Dia Mundial da Tuberculose, 24 de março, o UNAIDS pede aos países que intensifiquem os esforços para alcançar a meta de reduzir 75% das mortes por tuberculose (TB) entre as pessoas vivendo com HIV até 2020, como definido na Declaração Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS. Estimativas da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/unaids-destaca-progresso-desigual-na-reducao-de-mortes-por-tuberculose-entre-pessoas-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antes do Dia Mundial da Tuberculose, 24 de março, o UNAIDS pede aos países que intensifiquem os esforços para alcançar a meta de reduzir 75% das mortes por tuberculose (TB) entre as pessoas vivendo com HIV até 2020, como definido na <strong><a href="https://unaids.org.br/2016/06/declaracao-politica-2016-ps/" target="_blank" rel="noopener">Declaração Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS</a></strong>. Estimativas da Organização Mundial da Saúde mostram que, globalmente, o número de mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV diminuiu 42% desde 2010 (de 520.000 em 2010 para 300.000 em 2017).<span id="more-10914"></span></p>
<p>Estimativas mostram que, até 2017, cinco países de baixa ou média renda alcançaram ou superaram a meta de redução de 75% nas mortes por tuberculose em pessoas vivendo com HIV, três anos antes do previsto—Índia (redução de 84%), Eritreia (83 %), Djibouti (78%), Malawi (78%) e Togo (75%). Outros 18 países reduziram as mortes por tuberculose entre pessoas que vivem com HIV em mais de 50% e estão no caminho para alcançar a meta até ao final de 2020, desde que a ampliação dos serviços seja mantida. No entanto, as estimativas também mostram que a maioria dos países não está no caminho certo e que as mortes estão aumentando em algumas regiões.</p>
<p>“A tuberculose deveria ser uma doença do passado. É uma doença que pode ser prevenida e tratada há décadas. Anos de negligência dos direitos a cuidados básicos de saúde, alimentação e abrigo permitiram que a TB se instalasse e desenvolvesse resistências”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “As pessoas que vivem com HIV estão especialmente em risco. Ainda há uma chance para muitos países alcançarem a meta, mas temos que agir agora―é hora de acabar com a tuberculose e com a AIDS. ”</p>
<p>Cerca de 40 países apresentaram um aumento no número de mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV entre 2010 e 2017. Na Europa Oriental e Ásia Central, o número de mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV aumentou em 22% entre 2010 e 2017, com aumentos em quase todos os países da região (apenas três países não registraram crescimento). Na América Latina, as mortes aumentaram 7%. A falta de progresso em alguns países é uma indicação clara de que são necessários mais esforços para enfrentar os principais desafios, incluindo a necessidade de equidade e de garantir que grupos vulneráveis ​​tenham acesso a serviços integrados de HIV e TB.</p>
<p>Para acelerar o progresso na redução das mortes por tuberculose entre pessoas que vivem com HIV e alcançar a meta até 2020, o UNAIDS está incentivando os países a integrar plenamente os serviços de TB e HIV e usar abordagens comunitárias para encontrar, diagnosticar e tratar todos os casos. Os países precisam examinar todas as pessoas que vivem com HIV para TB e todas as pessoas com TB precisam ser testadas para o HIV. A qualidade do diagnóstico de TB e HIV também precisa ser melhorada. Os esforços de prevenção ao HIV e TB precisam ser ampliados, particularmente para pessoas em maior risco de infecção. Além disso, todas as pessoas diagnosticadas com TB e HIV precisam de acesso imediato ao tratamento e apoio para adesão.</p>
<p>“Embora o progresso seja desigual, vemos que a meta pode ser alcançada e um grande número de países pode chegar lá se agir com urgência e usar abordagens centradas na comunidade”, disse Sidibé. “Enfatizo que é essencial integrar os serviços de TB e HIV para que as pessoas possam ser examinadas, testadas e tratadas, com oferta de prevenção para ambas, idealmente sob o mesmo teto, pelo mesmo profissional de saúde e no mesmo dia. Essa é uma abordagem que sabemos que pode salvar vidas.”</p>
<p>Com menos de dois anos para alcançar a meta, o UNAIDS está pedindo a todos os países que intensifiquem suas ações e que os parceiros trabalhem juntos para garantir que todas as pessoas impactadas pelo HIV e pela TB tenham acesso a serviços efetivos de prevenção e tratamento.</p>
<p>A tuberculose é a infecção que causa mais mortes em todo o mundo, sendo responsável pela morte de 4.400 pessoas por dia. A tuberculose também é a principal causa de mortes entre as pessoas que vivem com HIV, causando uma em cada três mortes relacionadas à AIDS. Em 2017, 1,6 milhão de pessoas morreram devido à tuberculose, incluindo cerca de 300 mil pessoas vivendo com HIV.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/03/tb-and-hiv_port.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Veja um infográfico sobre TB e HIV aqui.</strong></a></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/03/unaids-destaca-progresso-desigual-na-reducao-de-mortes-por-tuberculose-entre-pessoas-vivendo-com-hiv/">UNAIDS destaca progresso desigual na redução de mortes por tuberculose entre pessoas vivendo com HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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