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	<title>transfobia - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 19:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe. O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/novo-estudo-recomenda-estrategias-para-apoiar-a-comunidade-trans-caribenha/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa <a href="https://outrightinternational.org/content/over-policed-under-protected" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe.</span></strong></a></p>



<span id="more-17510"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio da OutRight Action International. O material apresenta o feedback de pessoas trans e de outros gêneros diversos de 11 países, obtido a partir de pesquisas, entrevistas individuais e sessões de grupos focais de discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas identificaram a incapacidade de mudar seu marcador de gênero, a discriminação no emprego e a discriminação nos serviços de saúde como os principais desafios enfrentados pela comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com exceção de Cuba, nenhum país caribenho permite que pessoas trans modifiquem seu gênero no documento oficial de identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretora executiva da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Está além dos hormônios&#8221;, disse Yaisah Val da Action Communautaire pour l&#8217;integration des Femmes Vulnerable en Haiti, ACIFVH, (Ação Comunitária para a Integração das Mulheres Vulneráveis no Haiti, na tradução livre para o português). &#8220;Precisamos de reconhecimento legal e documentos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">42% das pessoas entrevistadas pelo estudo indicaram que estavam sem emprego na época. De acordo com o relatório, a discriminação e a falta de local de trabalho e de proteção social agravam esta questão.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg" alt="" class="wp-image-17511" width="490" height="653" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg 450w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tivemos alguém que estava trabalhando com o governo e disse que elas tinham que ir para casa&#8221;. O governo disse que não contratou &#8216;ela&#8217;, e sim contrataram &#8216;ele'&#8221;, disse Brandy Rodriguez da Trinidad and Tobago Transgender Coalition (Coalizão Trinidad e Tobago Trans, na tradução livre para o português), retratada acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de quatro entre cinco pessoas entrevistadas (78%) relataram ter experimentado depressão ou ansiedade. Mas apenas um terço (32%) das pessoas que estavam recebendo acesso aos serviços de saúde disseram que eram trans-afirmativo ou pelo menos trans-competente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevalência do HIV é desproporcionalmente alta entre pessoas trans do Caribe—51% na Jamaica, 28% na República Dominicana, 8% na Guiana e 3% em Cuba. Em 2019, 5% das novas infecções pelo HIV no Caribe estavam entre as pessoas trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ciclo de deslocamento contribui significativamente para este risco de contrair HIV&#8221;, disse Alexus. &#8220;Se você for expulso ou expulsa do país desde cedo, experimentar violência baseada no gênero e se encontrar dormindo nas praias ou nas ruas, é mais provável que você tenha relações sexuais para uma refeição ou um lugar para ficar. Alguém com educação, acesso a moradia e saúde teria menos probabilidade de contrair o HIV.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV na comunidade trans exige maiores investimentos em apoio psicossocial. Brandy, que é uma educadora entre pares para pessoas trans com acesso ao tratamento do HIV em Trinidad e Tobago, diz que a COVID-19 aumentou a proporção de clientes que não têm dinheiro para transporte, alimentação e moradia. Uma pessoa entrevistada da Guiana disse que muitos de seus amigos cometeram suicídio por não serem capazes de lidar com seu status de HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advocacy para a população trans na região floresceu durante a última década com avanços importantes feitos para aumentar a consciência pública e a vontade política. Alexus D&#8217;Marco credita à RedLacTrans, a rede regional trans para a América Latina e o Caribe, a ajuda para construir a capacidade de advocacy no Caribe. Em muitos países, ativistas e organizações comunitárias têm ampliado a conscientização pública e os esforços de engajamento político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está apoiando este movimento de diferentes maneiras. O UNAIDS Jamaica ajudou a TransWave a desenvolver a Estratégia Nacional de Saúde Trans e Não Conformidade de Gênero, um roteiro de cinco anos baseado em direitos para o avanço da saúde e bem-estar da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe colaborou com a Caribbean Vulnerable Communities Coalition, the Caribbean Broadcasting Union, the Caribbean Media Workers Association and the University of the West Indies Rights Action Project para conduzir treinamentos práticos de jornalistas regionais e nacionais sobre como cobrir pessoas trans e seus assuntos de forma responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe também tem apoiado o engajamento comunitário e a comunicação estratégica em torno de dois casos bem sucedidos de litígio estratégico que desafiam leis discriminatórias que afetam pessoas LGBT, incluindo uma lei de travessias da era colonial na Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;À medida que aumentamos nosso foco em alcançar excelentes resultados na prevenção, tratamento e direitos humanos do HIV para todos os principais grupos populacionais, é fundamental que enfrentemos os desafios únicos que a comunidade trans do Caribe enfrenta&#8221;, disse Dr. James Guwani, diretor do UNAIDS para o Caribe. &#8220;Precisamos de mais informações estratégicas, mais investimentos em serviços baseados na comunidade e estratégias abrangentes para aumentar o acesso das pessoas trans à educação, emprego, justiça e saúde.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg" alt="" class="wp-image-17531" width="679" height="437" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /><figcaption><em>&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretor executivo da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</em></figcaption></figure></div>
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	            data-title="Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha" 
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		<title>Combater a transfobia e a violência em um post de cada vez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 18:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se você quer saber que [Keem] é um homem, apenas pegue seu telefone e corra&#8221;, zombou um hater da Internet sobre a nova foto do perfil de Keem Love Black no Facebook. Como uma mulher trans que vive em Uganda, a Keem Black não estranha os ataques com teor a homofóbico e a transfóbico, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/combater-a-transfobia-e-a-violencia-em-um-post-de-cada-vez/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se você quer saber que [Keem] é um homem, apenas pegue seu telefone e corra&#8221;, zombou um hater da Internet sobre a nova foto do perfil de Keem Love Black no Facebook.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma mulher trans que vive em Uganda, a Keem Black não estranha os ataques com teor a homofóbico e a transfóbico que a comunidade LGBT (Lésbica, Gay, Bissexual e Travestis e Transsexuais) recebe no países da África Oriental.</p>



<span id="more-17931"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas frequentemente atacam Keem Black por postar fotos de vestidos e utilizando maquiagem. &#8220;Há muito cyberbullying&#8221;, diz Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de Trolling (trollagem, na tradução livre para o português) é uma motivação para o ativismo de Keem Black nas mídias sociais. Ela dirige a Trans Positives Uganda (Trans Positivas da Uganda, em tradução livre para português), uma organização comunitária que cuida de mulheres trans trabalhadoras do sexo e refugiadas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os comentários ofensivos que acontecem de forma online refletem a violência que a maioria das mulheres trans experimenta na Uganda nas mãos de seus parceiros, suas parceiras e até mesmo de profissionaisde serviços de saúde. A marginalização criou uma grande quantidade de problemas para as pessoas trans no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tenho sido persistente nas mídias sociais porque queria falar ao mundo sobre questões trans&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV afeta desproporcionalmente as trabalhadoras do sexo e as mulheres trans. O Relatório Global sobre AIDS de 2020 informa que em oito países subsaarianos quase uma em cada três mulheres trans disse ter sido agredida fisicamente e 28% ter sido estuprada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é somente a violência sexual que Keem Black reporta, mas também a violência do parceiro ou parceira que se relaciona de forma íntima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossos namorados realmente nos violam&#8221;, diz Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescenta que as trabalhadoras sexuais trans também encontram o mesmo destino nas mãos de clientes. Entretanto, ela acredita que a violência contra mulheres trans precisa ser abordada, além de que a criminalização das pessoas LGBT e do trabalho sexual em Uganda impede que as sobreviventes se manifestem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O trabalho sexual é ilegal e nosso tipo de sexo é muito, muito ilegal&#8221;. Você pode acabar sendo presa&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação muitas vezes persistem na vida de pessoas trans, por exemplo, em salas de consulta de estabelecimentos de saúde, onde, enquanto procuram tratamento, podem ser degradadas e envergonhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você diz a um/a médico/a: &#8220;Eu tenho gonorréia anal&#8221; e todos e todas ficarão em choque. Vão chamar todos e todas as profissionais para ver porque não acreditam em sexo anal. Dirão que é contra a religião que acreditam&#8221;, diz a Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Keem Black perdeu uma amiga trans que vivia com HIV por negligência médica em 2013, foi a gota d&#8217;água final. Sua amiga foi classificada como gay, o que fez com que ela não tivesse acesso aos cuidados de saúde que poderiam ter salvado sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu estava pensando: ‘Ok, tenho que começar uma campanha nas redes social’ porque as pessoas só conheciam lésbicas e gays&#8221;, diz Keem. Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa campanha fez a conta de Facebook de Keem Black crescer de 100 seguidores para 50 mil seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A página de Keem Black no Facebook é uma mistura de assuntos sobre questões Ugandesas contemporâneas, defesa da comunidade trans e moda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de seu sucesso no Facebook, Keem Black está se voltando para outras redes sociais. &#8220;Estou começando a usar minha página no Instagram para defender e sensibilizar as pessoas sobre questões de trans e saúde. Tenho notado que as mídias sociais são fortes para advocacy&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último ano, o isolamento devido à pandemia de COVID-19 teve um grande efeito sobre as mulheres e meninas e sobre as populações-chave. Profissionais do sexo, homens e mulheres trans, pessoas que usam drogas e homens gays perderam a vida, enfrentaram a violência e muitas vezes são bodes expiatórios como os transmissores da COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como trabalhadoras do sexo que costumavam conseguir clientes em bares e clubes, ainda estamos sofrendo. O governo ainda não decidiu quando os bares serão oficialmente abertos&#8221;, diz ela. &#8220;Durante o fechamento, todos estávamos deprimidas; foi um choque para nós e não</p>



<p class="wp-block-paragraph">estávamos nada preparadas. Algumas de nós tínhamos algumas economias, outras não tinham nada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Black diz que as pessoas vivendo com HIV enfrentaram muitos desafios na obtenção de seu tratamento, pois o transporte público havia parado. &#8220;Muitas pessoas deixaram de fazer o tratamento do HIV&#8221;, observa ela.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="400" height="600" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO.jpg" alt="" class="wp-image-17933 size-full" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO.jpg 400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO-200x300.jpg 200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Como em muitas comunidades da África Oriental e Austral, a comunidade de profissionais do sexo trans demonstrou notável resistência diante da adversidade, sobrevivendo de alguma forma à perda de meios de subsistência e à insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem qualquer apoio financeiro formal, a Trans Positives Uganda se uniu a uma organização de profissionais do sexo chamada Lady Mermaids, iniciou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma GoFundMe e levantou mais de 5 mil euros para comprar e fornecer alimentos a seus membros. Elas conseguiram e, &#8220;agora que o lockdown foi flexibilizado, estamos lentamente nos restabelecendo&#8221;, diz Keem Black.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Através de tudo isso, a Keem Black mantém seu jeito brincalhão e muitas vezes ri de quem a confronta. No entanto, os memes de redes sociais não são apenas diversão e jogos para ela. &#8220;O ativismo acontece de muitas maneiras&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontre-a no Facebook <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/keem.love.5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span></strong> e a Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/p/CMR0Fi0LUgf/?igshid=b555iftgg5jf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a></strong> .</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Orgulho LGBTI+: OIT, UNAIDS e MPT lançam vídeo sobre direitos da população LGBTI+ em meio à pandemia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/06/orgulho-lgbti-oit-unaids-e-mpt-lancam-video-sobre-direitos-da-populacao-lgbti-em-meio-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2020 21:24:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em 28 de junho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançam uma campanha em vídeo (veja o vídeo) com o objetivo de chamar atenção para necessidade de assegurar a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/06/orgulho-lgbti-oit-unaids-e-mpt-lancam-video-sobre-direitos-da-populacao-lgbti-em-meio-a-pandemia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Para marcar o Dia Internacional do Orgulho LGBTI+, celebrado em 28 de junho, a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) lançam uma campanha em vídeo <a rel="noreferrer noopener" aria-label="(veja o vídeo) (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/OrgulhoLGBT2020" target="_blank"><strong>(veja o vídeo)</strong></a> com o objetivo de chamar atenção para necessidade de assegurar a garantia dos direitos e a proteção da população lésbica, gay, bissexual, travesti, transexual e intersex (LGBTI+) no Brasil. </p>



<span id="more-15515"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em meio à crise de saúde com a COVID-19 e de seus fortes impactos sobre a sociedade, a economia e o mundo do trabalho, é fundamental voltar a atenção para as pessoas historicamente excluídas por conta de preconceitos e discriminação em relação à sua orientação sexual e identidade de gênero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="No vídeo (opens in a new tab)" href="https://bit.ly/OrgulhoLGBT2020" target="_blank"><strong>No vídeo</strong></a>, homens e mulheres trans, lésbicas, gays e travestis dizem o que querem: respeito, dignidade, oportunidades de trabalho decente, ser feliz, direitos, e o fim da transfobia. E perguntam: “É diferente do que você quer? Pense nisso”. O vídeo termina com uma homenagem à Amanda Marfree, mulher trans de 35 anos, que faleceu na última terça-feira (23) vítima de COVID-19. Amanda é uma das participantes do vídeo da campanha e uma grande ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A OIT tem sua missão histórica de promover o trabalho decente que só pode ser concretizado em uma sociedade onde todas as pessoas sejam livres para existir em toda sua identidade e potencialidade. As pessoas do grupo LGBTI+, especialmente as pessoas transexuais, são excluídas historicamente, o que torna sua inserção e permanência no trabalho mais difícil. A sociedade ganha com a inclusão de trabalhadores e trabalhadoras livres para exercer sua profissão, com criatividade e direitos”, disse Martin Georg Hahn, diretor do Escritório da OIT no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Declaração do Centenário da OIT coloca as pessoas no centro de todas as ações de promoção de justiça social e do trabalho decente. E o próprio conceito de trabalho decente sintetiza a missão da Organização de promover oportunidades para que todas as pessoas obtenham um trabalho produtivo e de qualidade, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, a OIT, o UNAIDS e o MPT desenvolvem atualmente dois projetos direcionados à população trans, com objetivo de apoiar o grupo neste momento de crise, promover a capacitação profissional e o aumento do conhecimento sobre temas diversos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Web Cozinha&amp;Voz atende a 100 pessoas trans em todo o país, fornecendo uma bolsa de capacitação no valor de 500,00 reais mensais e aulas de assistente de cozinha &#8211; coordenadas pela cozinheira Paola Carosella -, aulas de expressão, e de empreendedorismo, com apoio do SEBRAE. A iniciativa também promove debates com especialistas sobre temas relacionados a esta população e seus desafios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o projeto Faces &amp; Sustentabilidade, realizado em São Paulo, adquire mais de 500 quilos de alimentos diários de pequenos produtores rurais, que não estavam conseguindo escoar sua produção com a crise. Os alimentos são usados na produção de 1.000 marmitas por dia, por sua vez distribuídas em comunidades na cidade. A produção das refeições é feita pela escola de gastronomia Hotec e 30 alunos e alunas, incluindo 10 mulheres trans, auxiliam na preparação dos alimentos, enquanto participam de uma formação profissional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alunos e alunas recebem também uma bolsa no valor de 500,00 reais, alimentação e auxílio deslocamento. O uniforme utilizado pelos estudantes é produzido por migrantes e refugiados, completando o ciclo de sustentabilidade. Além dos parceiros mencionados, o projeto conta com o apoio da Unicamp e do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA). </p>



<h4 class="wp-block-heading">Experiências de estigma e discriminação</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Índice de Estigma em relação às pessoas vivendo com HIV/AIDS realizado em 2019 no Brasil,  um estudo inédito no país conduzido em sete capitais brasileiras, mais de 90% da população trans já sofreu discriminação na vida por conta da sua identidade de gênero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as situações de estigma e discriminação mais comuns, comentários discriminatórios, principalmente por membros da família, são o que mais afeta a população trans: ao menos 80,6% das pessoas relataram já terem passado por essa situação. Assédio verbal (74,2%), exclusão de atividades familiares (69,4%) e agressão física (56,5%) também aparecem como as situações de violência relacionadas à identidade de gênero que mais afetam essa população. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados foram levantados entre abril e agosto de 2019, com 1.784 pessoas vivendo com HIV e com AIDS em sete capitais brasileiras: Manaus (AM), Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), Recife (PE), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Parece óbvio, mas vivemos num tempo em que ainda é preciso mostrar que somos todos iguais em nossos sonhos e em nossas buscas por uma vida melhor. E que temos orgulho de ser quem somos, temos solidariedade e amor”, diz Ariadne Ribeiro, assessora para apoio comunitário do UNAIDS no Brasil. “Este vídeo busca mostrar que podemos nos enxergar como humanos e abraçar todas as causas, sem deixar ninguém para trás”, conclui Ariadne, que é mulher trans e vive com HIV há mais de duas décadas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Inclusão no mundo do trabalho </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por muito tempo, a discussão sobre identidade de gênero ficou à margem na sociedade. Populações LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros e Intersex) possuem uma série de especificidades sociodemográficas e de identidade, além das intersecções que aumentam a discriminação, como gênero, raça, idade, religiosidade e etnia. Dentre desses grupos, homens e mulheres transexuais são os mais vulneráveis a toda sorte de estigma, preconceito e violência. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No mundo do trabalho, as pessoas LGBTI sofrem com disparidades salariais, maior informalidade, preconceitos e prejuízos oriundos da divisão sexual do trabalho, do racismo e da homolesbotransfobia. As opções profissionais LGBTI são frequentemente restritas a setores específicos, caracterizados por altos níveis de informalidade e por ocupações de baixa qualificação, ainda que tenhamos profissionais extremamente preparados(as), fortalecendo a vulnerabilidade e facilitando a exploração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O debate sobre da empregabilidade de pessoas transexuais está sendo colocado em empresas e discutido, no Brasil, mais fortemente no Fórum Nacional de Empresas e Direitos LGBTI. De acordo com o Observatório da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades no Trabalho, da OIT e do Ministério Público do Trabalho, de 5.570 municípios brasileiros, apenas 21 possuem conselhos de direitos LGBTI. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Procuradora do Trabalho em São Paulo e gerente do Projeto do MPT de empregabilidade da população LGBTIQ+, Sofia Vilela: &#8220;É relevante darmos voz e oportunidades à população LGBTIQ+. Por isso, o MPT compreende que, além de haver um eficiente combate a todas as formas de discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero, é preciso desenvolver e estimular políticas públicas para a inclusão dessa população no mercado de trabalho com a finalidade de oferecer trabalho decente, o qual haja respeito, dignidade e igualdade entre todas as pessoas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Procuradora do Trabalho em São Paulo e gerente do Projeto do MPT de empregabilidade da população LGBTIQ+, Sofia Vilela: &#8220;É relevante darmos voz e oportunidades à população LGBTIQ+. Por isso, o MPT compreende que, além de haver um eficiente combate a todas as formas de discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero, é preciso desenvolver e estimular políticas públicas para a inclusão dessa população no mercado de trabalho com a finalidade de oferecer trabalho decente, o qual haja respeito, dignidade e igualdade entre todas as pessoas.&#8221;</p>
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	            data-title="Orgulho LGBTI+: OIT, UNAIDS e MPT lançam vídeo sobre direitos da população LGBTI+ em meio à pandemia" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/06/orgulho-lgbti-oit-unaids-e-mpt-lancam-video-sobre-direitos-da-populacao-lgbti-em-meio-a-pandemia/">Orgulho LGBTI+: OIT, UNAIDS e MPT lançam vídeo sobre direitos da população LGBTI+ em meio à pandemia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/05/dia-internacional-contra-homofobia-transfobia-e-bifobia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2015 12:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mensagem do Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé Vivemos em uma época de mudanças sociais rápidas. Lésbicas, gays, bissexuais e pessoas trans estão agora atingindo novas fronteiras e celebrando conquistas notáveis. Apesar desta transformação, os atos de discriminação e violência continuam atingindo a comunidade LGBTI+. Nós não podemos tolerar a escolha seletiva de direitos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/05/dia-internacional-contra-homofobia-transfobia-e-bifobia/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/05/dia-internacional-contra-homofobia-transfobia-e-bifobia/">Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mensagem do Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/73D1pWoAaAQ?feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Vivemos em uma época de mudanças sociais rápidas. Lésbicas, gays, bissexuais e pessoas trans estão agora atingindo novas fronteiras e celebrando conquistas notáveis.<span id="more-300"></span></p>
<p>Apesar desta transformação, os atos de discriminação e violência continuam atingindo a comunidade LGBTI+.</p>
<p>Nós não podemos tolerar a escolha seletiva de direitos em uma sociedade moderna – uma sociedade onde a diversidade é celebrada; uma sociedade onde todos, não importa onde vivam ou quem eles amem, sejam capazes de viver em paz e em segurança; uma sociedade em que todos possam contribuir para a saúde e o bem-estar de sua comunidade.</p>
<p>Nós podemos fazer desta sociedade uma realidade, mas nós vamos precisar da solidariedade global.</p>
<p>Nós fizemos isso quando lutamos contra o apartheid, e nós ganhamos!</p>
<p>Ao celebrarmos o Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, eu convoco todas e todos para se unirem ao movimento pela justiça social, igualdade e equidade de modo que todas as pessoas possam viver com respeito e dignidade.</p>
<p>Este é o futuro com o qual eu me comprometo. Este é o futuro que eu defendo.</p>
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	            data-title="Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/05/dia-internacional-contra-homofobia-transfobia-e-bifobia/">Dia Internacional contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Precisamos de medidas que assegurem os direitos das pessoas trans, diz ONU</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/01/precisamos-de-medidas-que-assegurem-os-direitos-das-pessoas-trans-diz-onu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2015 18:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil celebrou neste dia 29 de janeiro o Dia Nacional da Visibilidade Trans. A celebração desta data tem o intuito de alertar a sociedade sobre a discriminação e a violência a que são submetidos os homens e mulheres trans em diversas dimensões da vida em sociedade. As vulnerabilidades deste grupo são inúmeras e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/01/precisamos-de-medidas-que-assegurem-os-direitos-das-pessoas-trans-diz-onu/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Brasil celebrou neste dia 29 de janeiro o Dia Nacional da Visibilidade Trans. A celebração desta data tem o intuito de alertar a sociedade sobre a discriminação e a violência a que são submetidos os homens e mulheres trans em diversas dimensões da vida em sociedade.<span id="more-530"></span></p>
<p align="justify">As vulnerabilidades deste grupo são inúmeras e vão desde a rejeição no seio familiar e a violação do direito à educação e ao emprego até a violência, a criminalização e a transfobia, somadas à falta de reconhecimento de identidade de gênero e à discriminação nos sistemas de saúde.</p>
<p align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" width="281" height="527" class=" size-full wp-image-544 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/01/livres_iguais.jpg" alt="livres_iguais" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/01/livres_iguais.jpg 281w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/01/livres_iguais-160x300.jpg 160w" sizes="auto, (max-width: 281px) 100vw, 281px" />O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) estima que, mundialmente, as pessoas trans tenham 49 vezes mais chances de adquirir o HIV que a população adulta em geral. Atualmente, 19% delas vivem com o vírus em todo o mundo. Apesar da falta de dados recentes sobre a prevalência do HIV nesta população no Brasil, estima-se que o quadro não seja muito diferente do que tem sido visto no mundo e na América Latina.</p>
<p align="justify">Para comemorar esta data, o UNAIDS, junto com todo o Sistema ONU no Brasil, parabeniza todas as iniciativas de projetos de lei e políticas públicas que buscam garantir os direitos da população trans. Também reiteramos nosso compromisso em apoiar o Brasil nesta importante tarefa e colocamo-nos à disposição para trabalhar juntos para atingir este objetivo.</p>
<p align="justify">Nesta data, gostaríamos ainda de reconhecer o valioso trabalho realizado pelas lideranças travestis e transexuais do Brasil, pelo seu protagonismo e defesa incessante dos direitos da população trans, tanto no Brasil como nos fóruns internacionais, expressando suas realidades e legítimas demandas e auxiliando a construirmos uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p align="justify">Leia <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Declaracao_ONU_Visibilidade_Trans.pdf">a declaração completa do Sistema ONU no Brasil</a> em comemoração ao Dia Nacional da Visibilidade Trans.</p>
<p align="justify">
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/01/precisamos-de-medidas-que-assegurem-os-direitos-das-pessoas-trans-diz-onu/">Precisamos de medidas que assegurem os direitos das pessoas trans, diz ONU</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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