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	<title>Relatório 2017 - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Retrospectiva 2017 do UNAIDS no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2018 20:06:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Retrospectiva 2017 do UNAIDS no Brasil tem o objetivo de celebrar um ano de conquistas e de ações que contribuíram para importantes avanços no debate nacional sobre HIV e AIDS. Foi um ano de consolidação de diversas estratégias iniciadas em 2013 e também um ano marcado pelo lançamento de novas frentes e novas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/06/retrospectiva-2017-do-unaids-no-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Retrospectiva 2017 do UNAIDS no Brasil tem o objetivo de celebrar um ano de conquistas e de ações que contribuíram para importantes avanços no debate nacional sobre HIV e AIDS. Foi um ano de consolidação de diversas estratégias iniciadas em 2013 e também um ano marcado pelo lançamento de novas frentes e novas bases para a mobilização de parceiros e setores da sociedade capazes de apoiar nossos esforços para alcançar as metas de Aceleração da Resposta (Fast-Track) rumo ao fim da epidemia de AIDS até 2030.<span id="more-9124"></span></p>
<p>Três pilares fundamentais pautaram essas ações: a Cidades Fast-Track, com a promoção da Aceleração da Resposta nas cidades para o cumprimento das metas 90-90-90; Jovens e Populações Vulneráveis, engajando os jovens na resposta à epidemia e fortalecendo o acesso à prevenção combinada entre jovens e populações vulneráveis; e Zero Discriminação, com a promoção dos direitos humanos através de ações no âmbito da plataforma homônima lançada mundialmente pelo UNAIDS em 2014.</p>
<p>A parceria renovada com o Departamento de Vigilância e Prevenção das IST, HIV/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde (DIAHV), firmada através do escritório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil—um dos copatrocinadores do UNAIDS—, permitiu ao Programa Conjunto dar seguimento a diversas ações e fomentar outras tantas parcerias, mobilizando recursos adicionais para ampliar as vozes das pessoas vivendo com HIV e, em especial, pautar o debate de sociedade em torno de informações estratégicas e relevantes na construção da resposta ao HIV.</p>
<p>Um exemplo importante deste sucesso foi a consolidação da parceria com a área de Responsabilidade Social da TV Globo, qu permitiu não apenas o lançamento, em rede nacional, da campanha <strong><a href="https://unaids.org.br/2017/07/jovens-youtubers-influenciadores-e-ativistas-digitais-debatem-hiv/" target="_blank" rel="noopener">#EseFosseComVocê?</a></strong>—estrelada pelos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus Solano e Wanessa Camargo—, mas também de ações pontuais como o apoio a filmes de publicidade social da <a href="https://unaids.org.br/2017/06/plataforma-tudo-comeca-pelo-respeito-lanca-filme-sobre-homofobia/" target="_blank" rel="noopener"><strong>plataforma Respeito</strong></a> e parcerias para promoção do debate sobre HIV na grade de entretenimento da emissora: na supersérie <a href="https://unaids.org.br/2017/08/unindo-ficcao-realidade-unaids-erede-globo-promovem-debate-em-torno-da-aids/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Os Dias Eram Assim e na minissérie Sob Pressão</strong></a>.</p>
<p>No ambito das cidades, em parceria com a Frente Nacional dos Prefeitos, <a href="https://unaids.org.br/2017/07/campinas-oito-prefeituras-assinam-declaracao-de-paris/" target="_blank" rel="noopener"><strong>7 novos municípios aderiram aos compromissos da Declaração de Paris</strong></a>, unindo-se a outras 30 cidades, ao Rio Grande do Sul e ao Distrito Federal e a mais de 200 municipalidades ao redor do mundo, no esforço coletivo de acabar com a epidemia de AIDS até 2030.</p>
<p>A juventude e as populações-chave também estiveram no centro das ações do UNAIDS em 2017, tanto por meio da participação de eventos, encontros, debates e capacitações quanto do engajamento em ações de mobilização virtual.</p>
<p>Um dos destaques de 2017 foi a <a href="https://unaids.org.br/2018/05/conheca-o-video-favorito-escolhido-pelo-publico-entre-os-3-finalistas-do-desafiounaids/" target="_blank" rel="noopener"><strong>campanha #DesafioUNAIDS</strong></a>. Trinta e oito influenciadores digitais foram mobilizados e aceitaram se engajar, de forma voluntária, para falar sobre as principais dúvidas encontradas na internet em relação a HIV, sexualidade e direitos humanos. Em um mês, a iniciativa gerou mais de 1,1 milhão de visualizações espontâneas, mais de 6 mil comentários e um sentimento praticamente 100% positivo entre os internautas que se engajaram.</p>
<p>No campo político, uma vitória importante: o esforço conjunto do UNAIDS, Ministério da Saúde e da sociedade civil para derrubar o <a href="https://unaids.org.br/2017/05/pl-19815-que-criminaliza-transmissao-hiv-vai-audiencia-publica/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Projeto de Lei 198 de 2015</strong></a>—que previa tornar crime hediondo a transmissão intencional do HIV. Foram quase dois anos de muitas reuniões, campanhas, notas técnicas e debates dentro e fora do Congresso Nacional para que o movimento de AIDS conseguisse pôr fim a essa tentativa de retrocesso na resposta à epidemia.</p>
<p>A publicação Retrospectiva 2017 do UNAIDS no Brasil busca celebrar estas conquistas e inspirar todas a pessoas engajadas de alguma forma na promoção dos direitos humanos e na mobilização da sociedade por uma resposta efetiva e propositiva para dar fim à epidemia de AIDS no Brasil e no mundo.</p>
<p>Inspirada pela visão de zero nova infecção pelo HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS, a Equipe Conjunta do UNAIDS busca, no registro dessas ações, renovar diariamente seu compromisso de liderar e inspirar o país e o mundo no cumprimento dos compromissos assumidos na Declaração Política de 2016 da Assembleia Geral da ONU sobre o Fim da AIDS, bem como daqueles dispostos na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, dentro da qual se encontram os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).</p>
<p>&#8220;Esperamos que este documento possa trazer a todos os leitores um retrato importante do que tem sido construído pelo UNAIDS no país, de forma conjunta com parceiros dos mais diversos setores, com o objetivo de promover a Aceleração da Resposta ao HIV e rumo ao fim da epidemia de AIDS&#8221;, escreva na Introdução do documento a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Retrospectiva-2017-UNAIDS_160618_web.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui para conhecer o trabalho desenvolvido pelo UNAIDS no Brasil em 2017.</strong></a></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/2017/07/unaids-brasil-publica-relatorio-2016/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conheça o trabalho realizado pelo UNAIDS no Brasil em 2016.</strong></a></p>
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		<title>Homens são menos propensos a buscar tratamento para HIV e têm mais chances de morrer por causas relacionadas à AIDS, diz UNAIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/11/homens-sao-menos-propensos-buscar-tratamento-para-hiv-e-tem-mais-chances-de-morrer-por-causas-relacionadas-aids-diz-unaids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 00:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial contra a AIDS, o UNAIDS divulgou um novo relatório que mostra que os homens têm menos probabilidade de fazer o teste para o HIV, são menos propensos buscar o tratamento antirretroviral e têm mais chances de morrer por complicações relacionadas à AIDS do que as mulheres. O Relatório Ponto Cego (Blind, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/11/homens-sao-menos-propensos-buscar-tratamento-para-hiv-e-tem-mais-chances-de-morrer-por-causas-relacionadas-aids-diz-unaids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial contra a AIDS, o UNAIDS divulgou um novo relatório que mostra que os homens têm menos probabilidade de fazer o teste para o HIV, são menos propensos buscar o tratamento antirretroviral e têm mais chances de morrer por complicações relacionadas à AIDS do que as mulheres.<span id="more-7830"></span></p>
<p>O Relatório <em>Ponto Cego</em> (<a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/blind_spot_en.pdf" target="_blank" rel="noopener">Blind spot</a>, em inglês) mostra que, globalmente, menos de metade dos homens que vivem com HIV está em tratamento, em comparação com 60% das mulheres. Os estudos mostram que os homens são mais propensos do que as mulheres a iniciarem o tratamento tardiamente, a interromperem o tratamento e a se desvincularem dos serviços de tratamento.</p>
<p>&#8220;Enfrentar as desigualdades que colocam as mulheres e meninas em risco de infecção pelo vírus está em primeiro plano na resposta à AIDS&#8221;, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. &#8220;Mas há um ponto cego em relação aos homens—os homens não estão usando os serviços de prevenção e testagem para o HIV e não estão buscando acesso ao tratamento na mesma escala que as mulheres.&#8221;</p>
<p>Na África subsaariana, homens e meninos que vivem com HIV são 20% menos propensos do que mulheres e meninas vivendo com HIV a conhecerem seu estado sorológico positivo para o vírus e têm 27% menos chances de buscar acesso ao tratamento. Em 2015, em KwaZulu-Natal, a província com maior prevalência de HIV na África do Sul, apenas um em cada quatro homens vivendo com HIV, com idade entre 20 e 24 anos, conhecia seu diagnóstico.</p>
<p>Na África Ocidental e Central, uma região que está lutando para responder eficazmente ao HIV, apenas 25% dos homens que vivem com HIV estão tendo acesso ao tratamento. Quando as pessoas não estão em tratamento, elas são mais propensas a transmitir o HIV.</p>
<p>&#8220;Quando os homens têm acesso a serviços de prevenção e tratamento do HIV, cria-se um bônus triplo&#8221;, disse Sidibé. &#8220;Eles se protegem, protegem seus parceiros sexuais e protegem suas famílias.&#8221;</p>
<p>O relatório destaca dados da África subsaariana que mostram que o uso de preservativos com um parceiro não-regular é baixo entre os homens mais velhos, que também são mais propensos a viver com HIV—50% dos homens com idade entre 40-44 anos e 90% de homens com idade entre 55-59 anos relataram não usar preservativo. Esses dados são compatíveis com estudos que mostram um ciclo de transmissão do HIV de homens mais velhos para mulheres mais jovens, e de mulheres adultas para homens adultos de idade similar em locais com alta prevalência do HIV.</p>
<p>O relatório <em>Ponto Cego</em> também mostra que a prevalência do HIV é consistentemente maior entre os homens que fazem parte das populações-chave. Fora da África Oriental e Austral, 60% de todas as novas infecções por HIV entre adultos acontecem entre os homens. O relatório destaca as dificuldades particulares que os homens em populações-chave enfrentam no acesso aos serviços de HIV, incluindo discriminação, assédio e recusa de serviços de saúde.</p>
<p>Os homens que fazem sexo com homens são 24 vezes mais propensos à infecção por HIV do que os homens na população em geral e, em mais de 24 de países, a prevalência do HIV entre homens que fazem sexo com homens é de 15% ou mais.</p>
<p>No entanto, estudos recentes sugerem que o uso de preservativos está caindo na Austrália, na Europa e nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, por exemplo, entre homossexuais e outros homens que fazem sexo com homens, que são HIV negativos, o percentual dos que têm relações sexuais sem preservativo aumentou de 35% para 41% entre 2011 e 2014.</p>
<p>&#8220;Não podemos deixar a complacência se estabelecer&#8221;, disse Sidibé. &#8220;Se isto acontecer, o HIV ganhará força e nossas esperanças de acabar com a AIDS até 2030 serão destruídas.&#8221;</p>
<p>O relatório <em>Ponto cego</em> mostra que cerca de 80% das 11,8 milhões de pessoas que usam drogas injetáveis são homens e que a prevalência do HIV entre as pessoas que usam drogas injetáveis passa de 25% em vários países. O uso do preservativo é quase universalmente baixo entre os homens dessa população-chave e o percentual deles que usaram equipamento esterilizado durante sua última injeção varia de país para país. Na Ucrânia, por exemplo, a porcentagem de homens que utilizaram agulha esterilizada no último uso de droga injetável foi bem acima de 90%, enquanto nos Estados Unidos esse número foi de apenas 35%.</p>
<p>Nas prisões, onde 90% dos detentos são homens, a prevalência do HIV é estimada entre 3% e 8%, mas os preservativos e os serviços de redução de danos raramente estão disponíveis.</p>
<p>Embora a testagem para o HIV esteja alcançando as mulheres, particularmente as mulheres que utilizam serviços pré-natais, os mesmos pontos de entrada não foram encontrados para os homens, limitando a aceitação do teste do HIV entre eles.</p>
<p>&#8220;O conceito de masculinidade nociva e os estereótipos masculinos criam condições que fazem com que relações sexuais mais seguras, testagem para o HIV, acesso e adesão ao tratamento—ou mesmo conversas sobre sexualidade—sejam desafiadoras para os homens&#8221;, disse Sidibé. &#8220;Mas os homens precisam assumir essa responsabilidade. Essa bravata está custando vidas.&#8221;</p>
<p>O relatório mostra a necessidade de investir em meninos e meninas mais jovens, garantindo que eles tenham acesso a educação sexual abrangente, adequada à idade, que aborde a igualdade de gênero e que seja baseada em direitos humanos, criando relacionamentos saudáveis ​​e promovendo comportamentos voltados para a saúde tanto de meninas quanto de meninos.</p>
<p>O relatório mostra que os homens vão aos estabelecimentos de saúde com menos frequência do que as mulheres, fazem menos exames e são diagnosticados mais tardiamente que as mulheres em condições que já representam risco de vida. Em Uganda, alguns homens relataram que preferem não conhecer seu estado sorológico para o HIV e não receber o tratamento capaz de salvar vidas porque associaram ser HIV-positivo com o estigma da falta de masculinidade. Um estudo na África do Sul mostrou que 70% dos homens que morreram por complicações relacionadas à AIDS nunca procuraram cuidados para o HIV.</p>
<p>O relatório incita os programas de HIV a estimularem os homens para que tenham acesso aos serviços de saúde e os tornem disponíveis com mais facilidade para eles. Isso inclui a disponibilização de serviços de saúde personalizados, incluindo o prolongamento dos horários de atendimento, o uso de farmácias para oferecer serviços de saúde aos homens, alcançá-los em seus locais de trabalho e lazer, incluindo bares e clubes esportivos, e usando novas tecnologias de comunicação, como aplicativos de celular.</p>
<p>O relatório também estimula um ambiente jurídico e político de apoio capaz de enfrentar as barreiras comuns ao acesso a serviços de HIV, especialmente para populações-chave, e de acomodar as diversas necessidades e realidades de homens e meninos.</p>
<p>O relatório <em>Ponto cego</em> mostra que, ao permitir que os homens permaneçam livres do HIV, façam o teste regularmente e, caso sejam diagnosticados soropositivos, comecem e permaneçam em tratamento, os benefícios não irão apenas melhorar os resultados da saúde masculina, mas também contribuirão para diminuir as novas infecções por HIV entre as mulheres e meninas e alterar normas prejudiciais de gênero.</p>
<p><strong>Em 2016 (* junho de 2017), estima-se:</strong></p>
<ul>
<li>* 20,9 milhões [18,4 milhões – 21,7 milhões] de pessoas com acesso à terapia antirretroviral;</li>
<li>36,7 milhões [30,8 milhões – 42,9 milhões] de pessoas em todo o mundo vivendo com HIV;</li>
<li>1,8 milhão [1,6 milhão – 2,1 milhões] de novas infecções com HIV</li>
<li>1 milhão [830 000 – 1,2 milhão] de mortes por doenças relacionadas à AIDS.</li>
</ul>
<p><strong>Acesse o comunicado de imprensa completo <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/11/2017_11_30_PR_Ponto-cego.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</strong></p>
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