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	<title>Profissionais do sexo - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Profissionais do sexo - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>PrEP 15+: Atualização do protocolo amplia possibilidade de acesso a este método de prevenção do HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/09/prep-15-atualizacao-do-protocolo-amplia-acesso-ao-metodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 17:41:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde atualizou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) sobre profilaxia pré-exposição (PrEP), a fim de garantir o acesso a esta importante ferramenta de prevenção do HIV a todas as pessoas acima dos 15 anos de idade, sexualmente ativas e com risco aumentado para o HIV. Para acessar a PrEP, a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/09/prep-15-atualizacao-do-protocolo-amplia-acesso-ao-metodo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde atualizou o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/protocolo_clinico_profilaxia_prep.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</a></span> sobre profilaxia pré-exposição (PrEP), a fim de garantir o acesso a esta importante ferramenta de prevenção do HIV a todas as pessoas acima dos 15 anos de idade, sexualmente ativas e com risco aumentado para o HIV.</p>



<span id="more-22309"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Para acessar a PrEP, a pessoa interessada deve conversar com profissional de saúde para fazer uma avaliação inicial que vai considerar o seu estilo de vida pessoal, os riscos potenciais de exposição à infecção pelo HIV e a própria motivação individual para iniciar e seguir com o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PrEP é distribuída gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Neste <span style="text-decoration: underline;"><a href="http://antigo.aids.gov.br/pt-br/acesso_a_informacao/servicos-de-saude/prep" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></span> é possível verificar quais serviços de saúde na sua cidade estão oferecendo a PrEP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está lançando em suas redes sociais uma ação de comunicação para divulgar esta atualização do protocolo clínico para PrEP.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="22339" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-22339" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-1024x1024.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-300x300.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-150x150.png 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-768x768.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-720x720.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1-640x640.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-15-1.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce.png"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="22340" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-22340" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-1024x1024.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-300x300.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-150x150.png 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-768x768.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-720x720.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce-640x640.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-voce.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais.png"><img decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="22341" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-22341" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-1024x1024.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-300x300.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-150x150.png 150w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-768x768.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-720x720.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais-640x640.png 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/09/post-prep-saibamais.png 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption">Material PrEP 15+</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Com a atualização do PCDT, adolescentes acima de 15 anos de idade podem acessar os serviços de saúde para avaliação, orientação e consulta de PrEP, sem a necessidade de presença ou autorização de pais ou responsáveis. Também é garantido o direito à privacidade e ao sigilo, conforme o Estatuto da Criança e Adolescente.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT)</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Simultaneamente, o PCDT segue indicando que as populações-chave têm recomendação prioritária no acesso à PrEP. Contudo, o documento indica que a PrEP deve ser considerada para outras pessoas sem infecção pelo HIV, mas &#8220;que cumpram critérios para o uso da profilaxia, conforme práticas sexuais, número de parcerias, uso irregular de preservativos e qualquer outro contexto específico associado a um maior risco de infecção e que demonstrem interesse e motivação em relação ao uso do medicamento.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PrEP faz parte da prevenção combinada, método que associa diferentes ações de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (IST) e ao HIV levando em consideração possibilidades e escolhas individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da PrEP, outras ferramentas da prevenção combinada do HIV incluem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Testagem regular para a infecção pelo HIV;</li><li>Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP);</li><li>Uso habitual e correto de preservativos;</li><li>Diagnóstico oportuno e tratamento adequado das IST;</li><li>Redução de danos;</li><li>Gerenciamento de risco e vulnerabilidades;</li><li>Supressão da replicação viral pelo tratamento antirretroviral (Indetectável = Intransmissível, ou I=I);</li><li>Imunizações;</li><li>Prevenção da transmissão vertical do HIV, da sífilis e da hepatite B.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso a outros materiais e informações sobre PrEP e demais prevenções combinadas, clique <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>.</p>
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		<title>Profissionais do sexo não devem ser deixadas para trás na resposta à COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2020 19:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pandemia da COVID-19, como em outras crises de saúde, expõe as desigualdades existentes e afeta desproporcionalmente as pessoas já criminalizadas, marginalizadas e vivendo em situações financeiramente precárias, geralmente fora dos mecanismos de proteção social. Durante esses tempos difíceis, a Rede Global de Projetos de Trabalho Sexual (NSWP na sigla em inglês) e o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/04/profissionais-do-sexo-nao-devem-ser-deixadas-para-tras-na-resposta-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A pandemia da COVID-19, como em outras crises de saúde, expõe as desigualdades existentes e afeta desproporcionalmente as pessoas já criminalizadas, marginalizadas e vivendo em situações financeiramente precárias, geralmente fora dos mecanismos de proteção social. </p>



<span id="more-14924"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esses tempos difíceis, a <a href="https://www.nswp.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Rede Global de Projetos de Trabalho Sexual (opens in a new tab)">Rede Global de Projetos de Trabalho Sexual</a> (NSWP na sigla em inglês) e o UNAIDS desejam chamar a atenção para as dificuldades e preocupações enfrentadas pelas profissionais do sexo em todo o mundo, e estão pedindo aos países que garantam o respeito, a proteção e o cumprimento dos direitos humanos das profissionais do sexo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado da pandemia da COVID-19, as profissionais do sexo em todo o mundo estão passando por dificuldades, uma perda total de renda e maior discriminação e assédio. A criminalização de vários aspectos do trabalho sexual na maioria dos países serve para ampliar a situação já precária das profissionais do sexo na economia informal. Como as trabalhadoras do sexo e seus clientes se auto-isolam, elas ficam desprotegidas, cada vez mais vulneráveis e incapazes de sustentar a si mesmas e suas famílias. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Organizações lideradas por profissionais do sexo de todas as regiões estão relatando falta de acesso a planos nacionais de proteção social e exclusão de medidas emergenciais de proteção social sendo implementadas para diferentes trabalhadores, particularmente onde o trabalho sexual é criminalizado. Sempre que possível, as profissionais do sexo se auto-isolam responsavelmente em resposta aos apelos dos governos. No entanto, quando são excluídas das respostas de proteção social à COVID-19, as profissionais do sexo são confrontadas com a possibilidade de ter sua segurança, sua saúde e suas vidas em risco, apenas para sobreviver. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A NSWP e o UNAIDS também estão preocupadas com relatos de repressão punitiva contra profissionais do sexo, resultando em invasões de casas, testes obrigatórios da COVID-19, prisão e ameaça de deportação de profissionais do sexo migrantes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS apela aos países para que tomem ações imediatas e críticas, baseadas nos princípios de direitos humanos, para proteger a saúde e os direitos das profissionais do sexo. As medidas devem incluir: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Acesso a planos nacionais de proteção social para profissionais do sexo, incluindo planos de apoio à renda. </li><li>Um firewall imediato entre os serviços de saúde e as autoridades de imigração, a fim de garantir que as trabalhadoras do sexo migrantes possam acessar os serviços de saúde. </li><li>Apoio financeiro de emergência para profissionais do sexo que enfrentam a miséria, particularmente migrantes que não conseguem acessar o apoio financeiro baseado na residência. </li><li>Fim imediato das expulsões e acesso a moradias de emergência apropriadas para as trabalhadoras do sexo sem-teto. </li><li>Interromper as incursões nas casas das trabalhadoras do sexo e nas instalações do trabalho sexual e garantir que todas as medidas para proteger a saúde pública sejam proporcionais. </li><li>Interrupção imediata de prisões e processos por atividades relacionadas ao trabalho sexual, afastando-se de medidas punitivas e criminalização para alcançar e servir aos mais necessitados. </li><li>O fim imediato do uso da lei criminal para impor restrições relacionadas à COVID-19, incluindo testes forçados da COVID-19 e processos relacionados. </li><li>Extensões automáticas nos vistos que expiram à medida que as restrições de viagem se tornam mais rígidas. Os sistemas de detenção de imigração devem acomodar as pessoas detidas em acomodações seguras. </li><li>O envolvimento das comunidades de profissionais do sexo nas respostas—o envolvimento significativo de organizações lideradas por profissionais do sexo em grupos emergenciais de planejamento de saúde pública. </li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS, como sempre, está pronto para apoiar os países na implementação das recomendações acima. </p>
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		<title>Protegendo os direitos de profissionais do sexo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2017 20:06:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Profissionais do sexo continuam enfrentando criminalização, violência, discriminação e outras formas de violações de direitos humanos, o que contribui para um aumento no risco de adquirir o HIV. Profissionais do sexo—mulheres, homens e travestis e pessoas trans que fazem sexo consensual em troca de dinheiro ou bens, seja regularmente ou ocasionalmente— estão entre as, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/06/protegendo-os-direitos-de-profissionais-do-sexo/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Profissionais do sexo continuam enfrentando criminalização, violência, discriminação e outras formas de violações de direitos humanos, o que contribui para um aumento no risco de adquirir o HIV.<span id="more-6429"></span><br />
Profissionais do sexo—mulheres, homens e travestis e pessoas trans que fazem sexo consensual em troca de dinheiro ou bens, seja regularmente ou ocasionalmente— estão entre as populações que estão sendo deixadas para trás na resposta ao HIV. A prevalência de HIV entre profissionais do sexo é 10 vezes maior do que na população em geral, e esse grupo é também mal atendido pelos serviços de HIV.</p>
<p>Muitos dos desafios de direitos humanos, vulnerabilidades e barreiras enfrentadas por profissionais do sexo no acesso aos serviços de HIV são decorrentes da criminalização e das leis, regulamentos e práticas restritivas que enfrentam. A venda e/ou compra de sexo é parcialmente ou totalmente criminalizada em pelo menos 39 países. Em muitos outros, alguns aspectos do trabalho sexual são criminalizados e, em alguns, o direito penal geral é aplicado para criminalizar o trabalho sexual.</p>
<p>A ameaça de detenção, bem como as leis que permitem o uso de preservativos como prova de trabalho sexual, constituem sérias barreiras à disponibilidade e aceitação de programas e serviços de prevenção do HIV. Quando a posse de preservativos é usada pela polícia como prova de trabalho sexual, isso aumenta consideravelmente o risco de infecção pelo HIV entre essa população-chave. E mesmo quando o trabalho sexual não é criminalizado, profissionais do sexo raramente são protegidos pela lei.</p>
<p>Além disso, estudos demonstraram que as profissionais do sexo feminino são sujeitas a altos níveis de violência—no Haiti, por exemplo, 36,6% das profissionais do sexo feminino relatam violência física e 27,1% relatam violência sexual.</p>
<p>No entanto, as organizações de profissionais do sexo estão liderando os esforços para promover seus direitos humanos e o acesso aos serviços de HIV em muitos países. Na África do Sul, as organizações dirigidas por profissionais do sexo trabalharam em estreita colaboração com o Ministério da Saúde para desenvolver o Plano Nacional Sul-Africano de HIV 2016-2019, que exige um ambiente favorável para proteção e acesso a serviços de HIV aos profissionais do sexo.</p>
<p>O programa nacional recrutou pessoas do meio para auxiliar na distribuição de preservativos e lubrificantes, informações sobre infecções sexualmente transmissíveis e prevenção do HIV, serviços paralegais e referências aos serviços de saúde. Os serviços de empoderamento de comunidades que visam reduzir a violência, o estigma e a discriminação incluem treinamento de sensibilização e uma linha de auxílio para profissionais do sexo.</p>
<p>Na Índia, as organizações de profissionais do sexo estão trabalhando com a polícia e a comunidade para reduzir a violência contra a classe e estabelecer serviços sociais e de saúde para si e para suas famílias.</p>
<p>Há evidências crescentes da importância de se abordar as barreiras estruturais e legais que afetam profissionais do sexo. Acabar com a epidemia de AIDS como uma ameaça à saúde pública exigiria colocar essas evidências em prática, inclusive garantindo que os governos e todas as partes interessadas priorizem e intensifiquem os esforços para proteger os direitos humanos de profissionais do sexo e aumentem seu acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV.</p>
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