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	<title>PMA - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>PMA - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS parabeniza Programa Mundial de Alimentos por receber o Prêmio Nobel da Paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 12:53:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>UNAIDS envia seus mais sinceros parabéns ao Programa Mundial de Alimentos (PMA) por ter recebido o Prêmio Nobel da Paz em 2020. Os esforços do PMA para garantir a segurança alimentar para todas as pessoas, particularmente para mulheres, homens e crianças mais vulneráveis, incluindo pessoas vivendo com HIV, salvaram inúmeras vidas e preveniram a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/10/unaids-parabeniza-programa-mundial-de-alimentos-por-receber-o-premio-nobel-da-paz/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">UNAIDS envia seus mais sinceros parabéns ao Programa Mundial de Alimentos (PMA) por ter recebido o Prêmio Nobel da Paz em 2020. Os esforços do PMA para garantir a segurança alimentar para todas as pessoas, particularmente para mulheres, homens e crianças mais vulneráveis, incluindo pessoas vivendo com HIV, salvaram inúmeras vidas e preveniram a fome e a desnutrição em países de todo o mundo.</p>



<span id="more-16243"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos muito orgulho das conquistas do PMA e estamos honrados em ter o PMA como um de nossos copatrocinadores, trabalhando conosco para acabar com a AIDS”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Continuaremos a trabalhar de forma conjunta para atingir nossos objetivos comuns de fome zero, zero novas infecções por HIV, zero mortes relacionadas à AIDS e zero discriminação para todas as pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as pessoas que vivem com HIV, a alimentação e a nutrição são componentes essenciais de cuidado e apoio. O trabalho do PMA sobre o HIV inclui recuperação nutricional para pessoas desnutridas vivendo com HIV, apoio em nível individual e familiar, fornecimento de alimentos, dinheiro e vouchers, e vinculação de alimentos e sistemas de saúde. Como parte de seus programas de HIV e tuberculose em 29 países, o PMA também conecta clientes com programas de proteção social e atividades de fortalecimento da subsistência, a fim de garantir que os ganhos de saúde possam ser sustentados a longo prazo, já que as pessoas que vivem com HIV precisam permanecer em tratamento durante vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os esforços do PMA melhoraram a vida das pessoas que vivem e a vida de pessoas que são afetadas pelo HIV e têm acesso e adesão avançados ao tratamento do HIV. O UNAIDS agradece ao PMA por seu trabalho e colaboração e parabeniza o PMA pela merecida conquista de receber o Prêmio Nobel da Paz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Informações adicionais sobre o trabalho do PMA com o HIV estão disponíveis <strong><a href="https://www.unaids.org/en/aboutunaids/unaidscosponsors/wfp" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-black-color">aqui.</span></span></a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça a página do PMA no Brasil <a href="https://centrodeexcelencia.org.br/pb/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span class="has-inline-color has-black-color">aqui.</span></span></strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="618" data-id="16246" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_1.jpg" alt="" class="wp-image-16246" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_1.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_1-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_1-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_1-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fornecendo suporte para famílias afetadas pela COVID-19 na Costa do Marfim. Junho de 2020.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="960" height="618" data-id="16247" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_2.jpg" alt="" class="wp-image-16247" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_2.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_2-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_2-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_2-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption">A sociedade civil e o PMA aumentam a segurança alimentar na Ucrânia. 2018.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="960" height="618" data-id="16245" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_3.jpg" alt="" class="wp-image-16245" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_3.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_3-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_3-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/10/2020_10_09_Nobel-WFP_3-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fornecimento de alimentos e apoio nutricional a mulheres vivendo com HIV em condições de pobreza. UNAIDS, PMA trabalhando com a ONG APEVIHS para promover a proteção social. Coatepeque e Retalhulehu, Guatemala. Outubro de 2020.</figcaption></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/10/unaids-parabeniza-programa-mundial-de-alimentos-por-receber-o-premio-nobel-da-paz/">UNAIDS parabeniza Programa Mundial de Alimentos por receber o Prêmio Nobel da Paz</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/01/alerta-do-pma-sobre-fome-no-sul-da-africa-chama-atencao-para-os-desafios-ao-tratamento-do-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 19:02:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A insegurança alimentar e o HIV estão entrelaçados em um ciclo que aumenta a vulnerabilidade e piora a gravidade de cada uma delas. No Sul da África, região mais afetada pela crise de fome atualmente, a insegurança alimentar pode estar associada ao aumento dos comportamentos de risco de transmissão e à diminuição do acesso, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/01/alerta-do-pma-sobre-fome-no-sul-da-africa-chama-atencao-para-os-desafios-ao-tratamento-do-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A insegurança alimentar e o HIV estão entrelaçados em um ciclo que aumenta a vulnerabilidade e piora a gravidade de cada uma delas. No Sul da África, região mais afetada pela crise de fome atualmente, a insegurança alimentar pode estar associada ao aumento dos comportamentos de risco de transmissão e à diminuição do acesso ao tratamento e cuidados com o HIV. Entre as pessoas que fazendo o uso de medicamentos antirretrovirais, a insegurança alimentar também pode afetar a adesão ao tratamento. </p>



<span id="more-14097"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os <a href="https://aidsinfo.unaids.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="dados mais recentes do UNAIDS (opens in a new tab)">dados mais recentes do UNAIDS</a>, os avanços contra a epidemia continuam, mas a meta 90-90-90—meta ambiciosa de tratamento para contribuir para o fim da epidemia de AIDS—ainda está longe de ser alcançada. No Sul da África, por exemplo, estima-se que 20,6 milhões de pessoas vivam com HIV. Nos últimos anos, houve uma diminuição no número de novos casos de infecções por HIV e de mortes relacionadas à AIDS. Entretanto, o progresso é frágil, e varia consideravelmente dentro da região.  </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" width="756" height="932" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV.jpg" alt="Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV" class="wp-image-14100" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV.jpg 756w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV-243x300.jpg 243w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/01/2020_01_27_PMA-crise-de-fome-e-HIV-584x720.jpg 584w" sizes="auto, (max-width: 756px) 100vw, 756px" /><figcaption><em>Gráfico disponível na versão original em inglês no relatório UNAIDS Data 2019</em></figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://unaids.org.br/ods/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" label="Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável (opens in a new tab)">Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável</a> reflete a interdependência e a complexidade de um mundo em mudança e que necessita de ação coletiva global. Como um conjunto de metas inseparáveis, os ODS dão um mandato para a integração de esforços de todas as partes envolvidas. O objetivo 2, “fome zero”, inclui o “ fim da fome, o alcance à segurança alimentar e melhoria da nutrição e promoção da agricultura sustentável&#8221;. O UNAIDS alerta que a fome prejudica a adesão ao tratamento do HIV e acelera a progressão para a AIDS. Além disso, o apoio nutricional às famílias vulneráveis e sistemas integrados a serviços de HIV ajudam a melhorar a saúde das pessoas.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="Programa Mundial de Alimentos (PMA) informou (opens in a new tab)" href="https://www.wfp.org/news/southern-africa-throes-climate-emergency-45-million-people-facing-hunger-across-region" target="_blank">Programa Mundial de Alimentos (PMA) informou</a>, na última quinta-feira (16), que tem apenas 41% disponível dos US$ 489 milhões necessários para alimentar pessoas em situação de &#8220;crise&#8221; ou em situação de &#8220;emergência&#8221; nos oito países do Sul da África mais atingidos pela fome: Zimbábue, Zâmbia, Moçambique, Madagascar, Namíbia, Lesoto, Eswatini e Malawi. O alerta do PMA também chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agência explica que a crise é agravada por diversos fatores, entre eles o preço dos alimentos e o desemprego e que, à medida que a crise se aprofunda, o mundo precisa avançar para salvar vidas e permitir que as comunidades se adaptem também às mudanças climáticas. Para as pessoas vivendo com HIV, as preocupações com a saúde e acesso a medicamentos agravaram uma situação que já era difícil.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esta crise da fome está em uma escala que nunca vimos antes e as evidências mostram que vai piorar&#8221;, disse Lola Castro, diretora regional do PMA para a África Austral. &#8220;A temporada anual de ciclones começou e simplesmente não podemos permitir uma repetição da devastação causada pelas tempestades sem precedentes do ano passado&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os grupos de pessoas vulneráveis, incluindo pessoas vivendo com HIV e afetadas pelo vírus, estão particularmente expostas ao aumento da intensidade de eventos climáticos extremos que acontecem em áreas do mundo onde os mecanismos de enfrentamento já estão desgastados. Pessoas que vivem com HIV muitas vezes estão em comunidades frágeis e são mais afetadas pela desigualdade e instabilidade. As preocupações dessas pessoas devem estar no centro dos esforços para o desenvolvimento sustentável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS pede que os países cumpram o compromisso assumido na Declaração Política das Nações Unidas sobre o Fim da AIDS para que a prestação de serviços liderada por comunidades seja expandida para cobrir pelo menos 30% de toda a prestação de serviços até 2030. Investimentos adequados devem ser feitos na construção da capacidade das organizações da sociedade civil para prestar serviços de prevenção e tratamento do HIV que sejam livres de discriminação, baseados em direitos humanos e voltados para as pessoas nas comunidades mais afetadas pelo vírus.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O mandato do PMA no UNAIDS </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta do PMA, que chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV, também esá ligado ao mandato do PMA no UNAIDS. A nutrição e a segurança alimentar são componentes essenciais de cuidados e apoio para pessoas vivendo com HIV e doentes de tuberculose. O trabalho do Programa Mundial de Alimentos (PMA) em relação ao HIV é focado em conectar a alimentação e a saúde pelo fornecimento de nutrição e assistência alimentar para melhores resultados em saúde, tais como a recuperação nutricional para pessoas subnutridas que vivem com HIV e pacientes com tuberculose, retenção em programas de cuidados e sucesso do tratamento. O PMA fornece suporte para indivíduos e famílias – incluindo alimentos, mas também dinheiro e vales-alimentação – a permitir um melhor acesso e adesão ao tratamento do HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações do Programa Mundial de Alimentos (PMA) </em></p>
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	            data-title="Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/01/alerta-do-pma-sobre-fome-no-sul-da-africa-chama-atencao-para-os-desafios-ao-tratamento-do-hiv/">Alerta do PMA chama atenção para os desafios ao tratamento do HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Organizações globais de saúde se comprometem com novas formas de trabalho conjunto para impacto maior</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/10/organizacoes-globais-de-saude-se-comprometem-com-novas-formas-de-trabalho-conjunto-para-impacto-maior/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 14:21:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram hoje um compromisso marcante de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Coordenada pela Organização Mundial da Saúde, a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, com outras, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/10/organizacoes-globais-de-saude-se-comprometem-com-novas-formas-de-trabalho-conjunto-para-impacto-maior/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Onze chefes das principais organizações de saúde e desenvolvimento do mundo assinaram hoje um compromisso marcante de encontrar novas maneiras de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para alcançar os <strong><a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a> </strong>das Nações Unidas.<span id="more-10099"></span></p>
<p>Coordenada pela <strong><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener">Organização Mundial da Saúde</a></strong>, a iniciativa une o trabalho de 11 organizações, com outras preparadas para participar na próxima fase.</p>
<p>O compromisso segue um pedido da Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, do Presidente de Gana, Nana Addo Dankwa Akufo-Addo, e da Primeira-Ministra da Noruega, Erna Solberg, com apoio do Secretário-Geral das Nações Unidas, Antonio Guterres, para desenvolver um plano de ação global para definir como os atores globais podem colaborar melhor para acelerar o progresso para cumprir as metas relacionadas à saúde da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>“Pessoas saudáveis são essenciais para o desenvolvimento sustentável–para acabar com a pobreza, promover sociedades pacíficas e inclusivas e proteger o meio ambiente. No entanto, apesar dos grandes avanços alcançados contra muitas das principais causas de mortes e doenças, devemos redobrar nossos esforços. Se não fizermos isso, não alcançaremos várias das metas relacionadas à saúde,” anunciaram as organizações hoje na Cúpula Mundial da Saúde (página oficial <strong><a href="https://www.worldhealthsummit.org/" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong>) em Berlim. “O Plano de Ação Global para Vidas Saudáveis e Bem-Estar para Todos (disponível <strong><a href="http://www.who.int/sdg/global-action-plan" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong>) representa um compromisso histórico com novas formas de trabalhar em conjunto para acelerar o progresso para cumprir as metas até 2030. Estamos comprometidos em redefinir o trabalho conjunto entre nossas organizações para oferecer um apoio mais efetivo e eficiente aos países e para alcançar todas as pessoas com saúde e bem-estar.”</p>
<p>O grupo concordou em desenvolver novas formas de trabalhar em conjunto para maximizar recursos e medir o progresso de uma forma mais transparente e interessante. A primeira fase de desenvolvimento do plano é organizada em três abordagens estratégicas: alinhar, acelerar e prestar contas.</p>
<ul>
<li><strong>Alinhar:</strong> as organizações se comprometeram a coordenar processos programáticos, financeiros e operacionais para aumentar a eficiência coletiva e o impacto em uma série de prioridades compartilhadas, como igualdade de gênero e saúde reprodutiva, materna, neonatal, infantil e adolescente.</li>
<li><strong>Acelerar:</strong> as organizações concordaram em desenvolver abordagens comuns e coordenar ações em áreas de trabalho que têm o potencial de aumentar o ritmo do progresso na saúde global. O conjunto inicial de sete “aceleradores” inclui envolvimento da comunidade e da sociedade civil, pesquisa e desenvolvimento, dados e financiamento sustentável.</li>
<li><strong>Prestar contas:</strong> para melhorar a transparência, a responsabilização e a prestação de contas aos países e parceiros de desenvolvimento, as organizações de saúde estão inovando ao estabelecer marcos comuns para quase 50 metas relacionadas à saúde de 14 <strong><a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/" target="_blank" rel="noopener">Objetivos de Desenvolvimento Sustentável</a></strong>. Esses marcos fornecerão um ponto de verificação essencial e uma referência comum para determinar onde o mundo está em 2023 e se ele está no caminho certo para atingir os objetivos de 2030.</li>
</ul>
<p>O Plano de Ação Global (<strong><a href="http://www.who.int/sdg/global-action-plan" target="_blank" rel="noopener">em inglês</a></strong>) também reforçará a ação coletiva e impulsionará fundos para abordar as desigualdades de gênero que atuam como barreiras ao acesso à saúde e para melhorar cuidados de saúde de qualidade para mulheres e meninas, incluindo serviços de saúde sexual e reprodutiva.</p>
<p>As organizações que já se inscreveram no Plano de Ação Global para Vidas Saudáveis e Bem-Estar para Todos são: Aliança Mundial para Vacinas e Imunização<em> (<strong><a href="https://www.gavi.org/" target="_blank" rel="noopener">Gavi the Vaccine Alliance</a></strong>)</em>, <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/fundo-global/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a></strong>, <strong><em><a href="https://www.globalfinancingfacility.org/" target="_blank" rel="noopener">Global Financing Facility</a></em></strong>, UNAIDS, <strong><a href="http://www.br.undp.org/" target="_blank" rel="noopener">PNUD</a></strong>, <strong><a href="https://brazil.unfpa.org/" target="_blank" rel="noopener">UNFPA</a></strong>, <strong><a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener">UNICEF</a></strong>, <strong><a href="https://unitaid.org/" target="_blank" rel="noopener">Unitaid</a></strong>, <strong><a href="http://www.onumulheres.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ONU Mulheres</a></strong>, <strong><a href="https://www.worldbank.org/pt/country/brazil" target="_blank" rel="noopener">Banco Mundial</a></strong> e <strong><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener">OMS</a></strong>. O <strong><a href="http://centrodeexcelencia.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Programa Mundial de Alimentos</a></strong> se comprometeu a aderir ao plano nos próximos meses.</p>
<p>O plano final será entregue em setembro de 2019 na Assembleia Geral das Nações Unidas.</p>
<p>Para mais informações, em inglês, acesse <strong><a href="http://www.who.int/sdg/global-action-plan" target="_blank" rel="noopener">aqui</a></strong>.</p>
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	            data-title="Organizações globais de saúde se comprometem com novas formas de trabalho conjunto para impacto maior" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/10/organizacoes-globais-de-saude-se-comprometem-com-novas-formas-de-trabalho-conjunto-para-impacto-maior/">Organizações globais de saúde se comprometem com novas formas de trabalho conjunto para impacto maior</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Doze agências da ONU se unem pelo fim da discriminação nos serviços de saúde</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/06/doze-agencias-da-onu-se-unem-pelo-fim-da-discriminacao-nos-servicos-de-saude/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 30 Jun 2017 15:09:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 30 de junho, 12 organismos das Nações Unidas divulgaram uma declaração conjunta sem precedentes fazendo um chamado para a eliminação da discriminação nos serviços de saúde e se comprometendo a trabalhar em conjunto para apoiar os Estados-membros a oferecerem serviços de saúde livres de estigma e discriminação. A declaração é uma poderosa convocação à ação para que os governos se esforcem mais para abordar a discriminação em todas as suas diferentes formas, contribuindo para o alcance de muitos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e garantindo que ninguém seja deixado para trás.</p>
<p>A discriminação em serviços de saúde é dirigida a algumas das populações mais marginalizadas e estigmatizadas, as mesmas populações que os Estados se comprometeram a priorizar através da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.</p>
<p>A discriminação afeta tanto os usuários quanto os trabalhadores de serviços de saúde e representa uma barreira ao acesso aos serviços prestados, afetando a qualidade e reforça a exclusão de indivíduos e grupos da sociedade.</p>
<p>Muitos indivíduos e grupos enfrentam discriminação com base em idade, sexo, raça ou etnia, estado de saúde, deficiência ou vulnerabilidade à saúde, orientação sexual ou identidade de gênero, nacionalidade, asilo ou status de migração, ou registro criminal, muitas vezes experimentando intersecções ou combinações diferentes formas de discriminação.</p>
<p>A discriminação nos serviços de saúde assume muitas formas e muitas vezes é manifestada quando o acesso a serviços de saúde disponíveis é negado a um indivíduo ou a um grupo. Também pode ocorrer através da recusa de prestação de serviços que só são necessários para determinadas populações, como as mulheres. Os exemplos de discriminação incluem também indivíduos ou grupos específicos sujeitos a abuso ou violência física e verbal, tratamento involuntário, violação de confidencialidade e/ou recriminação sobre as decisões autônomas do indivíduo—como o requisito de consentimento dos pais, cônjuges ou responsáveis para tratamento—e sobre a falta de consentimento livre e esclarecido.</p>
<p>As agências que apoiam a declaração são: o Secretariado do UNAIDS, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Programa Mundial de Alimentos (PMA), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), Organização Mundial de Saúde (OMS), Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACNUDH) e Organização Internacional para as Migrações (OIM).</p>
<p><strong>Leia a declaração completa <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</strong></p>
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		<title>ONU e governo do Brasil lançam a Década Internacional de Afrodescendentes</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/07/onu-e-governo-do-brasil-lancam-nesta-quarta-feira-22-em-brasilia-a-decada-internacional-de-afrodescendentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 18:14:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, dia 22 de julho, às 18h30, será oficialmente lançada no Brasil a Década Internacional de Afrodescendentes. No evento, que acontece em Brasília, durante a abertura do Festival da Mulher Afro-Latino-Americana  e Caribenha com a presença do coordenador residente do Sistema das Nações Unidas do Brasil, Jorge Chediek, da secretária de Políticas de Promoção, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/07/onu-e-governo-do-brasil-lancam-nesta-quarta-feira-22-em-brasilia-a-decada-internacional-de-afrodescendentes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, dia 22 de julho, às 18h30, será oficialmente lançada no Brasil a Década Internacional de Afrodescendentes. No evento, que acontece em Brasília, durante a abertura do Festival da Mulher Afro-Latino-Americana  e Caribenha<span id="more-1179"></span> com a presença do coordenador residente do Sistema das Nações Unidas do Brasil, Jorge Chediek, da secretária de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, ministra Nilma Lino Gomes, e de outras autoridades, serão apresentadas a vinheta da Década Internacional de Afrodescendentes, que abrirá todos os filmes do Festival, e a plataforma da Década – <a href="http://www.decada-afro-onu.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.decada-afro-onu.org</a> – onde é possível acessar informações completas sobre a Década Internacional de Afrodescendentes, incluindo vídeos, fotos, notícias e eventos, no Brasil e em diversos países do mundo.</p>
<p>Com o tema “Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou o período de 2015 a 2024 como a Década Internacional de Afrodescendentes. Seu objetivo principal é promover o respeito, a proteção e a realização de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais dos povos afrodescendentes, como reconhecidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p>
<p>A Década é também uma oportunidade para reconhecer a contribuição significativa dos povos afrodescendentes às nossas sociedades, bem como propor medidas concretas para promover sua inclusão total e combater todas as formas de racismo, discriminação racial, xenofobia e qualquer tipo de intolerância relacionada.</p>
<p>O Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha (Festival Latinidades) – que acontece no Cine Brasília de 22 a 26 de julho – é o maior Festival de Mulheres Negras da América Latina. O tema deste ano é Cinema Negro e tem por objetivo debater o protagonismo e a representação das mulheres negras no cinema, colocando-as no centro das discussões sobre políticas públicas para o audiovisual.</p>
<p>Confira o spot especial da Década: <a href="http://youtu.be/gSej12eOxlQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://youtu.be/<wbr />gSej12eOxlQ</a></p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/gSej12eOxlQ" width="580" height="295" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<h3>Serviço</h3>
<p><strong>Lançamento da Década Internacional de Afrodescendentes</strong><br />
<strong>22 de julho de 2015 – 18h30</strong><br />
<strong>Cine Brasília </strong><br />
<strong>EQS 106/107 – Asa Sul – Brasília, DF</strong><br />
<strong>Programação: www.afrolatinas.<wbr />com.br/programacao</strong></p>
<h3>Sobre a Década Internacional de Afrodescendentes da ONU</h3>
<p>A <a href="http://www.un.org/en/events/africandescentdecade/index.shtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Década Internacional de Afrodescendentes</a> foi proclamada pela <a href="http://www.onumulheres.org.br/wp-content/uploads/2015/07/N1362881_pt-br.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">resolução 68/237</a> da Assembleia Geral e será observada entre 2015 e 2024, proporcionando uma estrutura sólida para as Nações Unidas, os Estados-membros, a sociedade civil e todos os outros atores relevantes para tomar medidas eficazes para a implementação do programa de atividades no espírito de reconhecimento, justiça e desenvolvimento.</p>
<p>O período também é uma oportunidade única de apoiar o <a href="http://www.un.org/en/events/iypad2011/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ano Internacional de Povos Afrodescendentes</a>, observado pela comunidade internacional em 2011, além de destacar a importante contribuição dada pelas e pelos afrodescendentes para nossas sociedades e propor medidas concretas para promover a sua plena inclusão, o combate ao racismo, à discriminação racial, à xenofobia e à intolerância.</p>
<p><strong>Outras informações sobre a Década, visite o site <a href="http://www.decada-afro-onu.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">decada-afro-onu.org</a></strong></p>
<h3>Sobre o Festival Latinidades</h3>
<p>Já na sua oitava edição, o Festival Latinidades vem trazendo importantes temas relacionados à superação das desigualdades de gênero e raça, colocando a cultura negra da diáspora em visibilidade. Sediado no Distrito Federal, o Festival foi criado em 2008 para comemorar o Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho. Acreditando que a cultura é um espaço estratégico e mobilizador dos temas tratados, o projeto envolve diversas linguagens artísticas, formação, capacitação, empreendedorismo, economia criativa e comunicação.</p>
<p><strong>Contatos para a imprensa</strong></p>
<p>Amanda Talamonte<br />
ONU Mulheres<br />
amanda.talamonte@unwomen.org<br />
Tel: 61-3038 9146 | 61-8267-2086</p>
<p>Gustavo Barreto<br />
Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil – UNIC Rio<br />
barretog@un.org | unic.brazil@unic.org<br />
Tel: 21-2253-2211 | 61-98185-0582</p>
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		<title>Nutrição e alimentação são essenciais para acabar com epidemia de AIDS até 2030</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/05/nutricao-e-essencial-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2015 19:47:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pessoas subnutridas vivendo com o HIV têm duas a seis vezes mais chances de morrer nos primeiros seis meses de tratamento, e a fome é uma das barreiras à adesão no longo prazo.” O alerta foi feito por Martin Bloem, Consultor Sênior de Nutrição e Coordenador Global do UNAIDS no Programa Mundial de Alimentos (PMA),, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/05/nutricao-e-essencial-para-acabar-com-epidemia-de-aids-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">“Pessoas subnutridas vivendo com o HIV têm duas a seis vezes mais chances de morrer nos primeiros seis meses de tratamento, e a fome é uma das barreiras à adesão no longo prazo.” <span id="more-271"></span>O alerta foi feito por Martin Bloem, Consultor Sênior de Nutrição e Coordenador Global do UNAIDS no Programa Mundial de Alimentos (PMA), durante consulta recente sobre nutrição e HIV, realizada em Genebra, na Suíça.</p>
<p align="justify">&#8220;Acredito que podemos alcançar os <span lang="EN-US"><a href="https://unaids.org.br/2017/03/conheca_zerodiscriminacao/" target="_blank" rel="noopener"><span lang="PT-BR">três zeros</span></a></span>, mas a falta de alimentos e de apoio nutricional ainda é um obstáculo. É hora de priorizar a alimentação e a nutrição na abordagem de Aceleração da Resposta à AIDS (<a href="http://bit.ly/1uu2dCA" target="_blank" rel="noopener">Fast-Track</a>), proposta pelo UNAIDS&#8221;, disse Bloem.</p>
<p align="justify">O evento, organizado pelo UNAIDS e pelo PMA, abordou a importância crítica de alimentos e apoio nutricional tanto para as <span lang="EN-US"><a href="http://bit.ly/1xwLQGF" target="_blank" rel="noopener"><span lang="PT-BR">Metas de Tratamento 90-90-90</span></a></span> como também para a prevenção de novas infecções pelo HIV, especialmente entre as adolescentes e as mulheres jovens.</p>
<p align="justify">&#8220;Somente colocando as pessoas no centro de nossa atenção é que poderemos chegar ao fim da epidemia da AIDS. A alimentação e a nutrição são essenciais para alcançarmos as Metas de Aceleração da Resposta (Fast-Track). Precisamos urgentemente da sistematização eficaz e da comunicação das evidências sobre alimentação e nutrição para informar as políticas e programas de HIV&#8221;, afirmou Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS).</p>
<p align="justify">Os participantes do evento compartilharam evidências e experiências sobre os impactos da desnutrição e da insegurança alimentar no tratamento do HIV e sobre como a segurança alimentar e a proteção social contribuem para a prevenção de novas infecções pelo vírus da AIDS. Além disso, os participantes debateram sobre estratégias para melhorar a adesão entre os adolescentes. As discussões destacaram também que a realização de testes de HIV, junto com o acompanhamento do crescimento infantil, pode permitir um diagnóstico e um tratamento mais oportunos de crianças subnutridas vivendo com HIV.</p>
<p align="justify">Lucie Cluver, Professora Associada da Universidade de Oxford, observou que, na África do Sul, as adolescentes que receberam alimentos na escola tiveram uma redução de 40% nas relações sexuais desprotegidas ou casuais do que aquelas que não receberam comida na escola. E adolescentes em tratamento de HIV que receberam comida suficiente tiveram duas vezes e meia mais chances de aderir ao tratamento do HIV do que seus pares que não receberam alimento.</p>
<p align="justify">&#8220;Nutrição e apoio alimentar para pessoas vivendo com HIV é um dos cinco elementos incluídos no Orçamento do Congresso dos Estados Unidos para Cuidado e Tratamento de apoio bilateral do PEPFAR (Plano de Emergência para o Combate à AIDS)&#8221;, lembrou Amie Heap, Consultora Sênior de Nutrição da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID).</p>
<p align="justify">Segundo os participantes, a nova Estratégia do UNAIDS para 2016-2021 deve centrar-se na melhoria da qualidade dos serviços prestados às pessoas vivendo com HIV e às mais afetadas pelo vírus. Deve contar também com abordagens multissetoriais que permitam a entrega de conjuntos integrados de apoio, incluindo alimentação e nutrição, proteção social, apoio à subsistência e à educação.</p>
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