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	<title>pepfar - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS celebra anúncio dos EUA para ampliar acesso a medicamento de prevenção ao HIV e pede maior ambição global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 19:05:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS celebra o anúncio do Departamento de Estado dos Estados Unidos de que o Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da AIDS (PEPFAR) apoiará uma iniciativa do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária para disponibilizar o lenacapavir a até 2 milhões de pessoas em países com alta carga, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2025/09/unaids-celebra-anuncio-dos-eua-para-ampliar-acesso-a-medicamento-de-prevencao-ao-hiv-e-pede-maior-ambicao-global/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS celebra o anúncio do Departamento de Estado dos Estados Unidos de que o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.state.gov/pepfar/" target="_blank" rel="noopener" title="">Plano de Emergência do Presidente para o Alívio da AIDS</a></span> (PEPFAR) apoiará uma iniciativa do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/tag/fundo-global/" target="_blank" rel="noopener" title="">Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a></span> para disponibilizar o lenacapavir a até 2 milhões de pessoas em países com alta carga de HIV.</p>



<span id="more-30649"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2025/03/2025_03_11-UMA-OPORTUNIDADE-PARA-ACABAR-COM-A-AIDS_VF.pdf" target="_blank" rel="noopener" title="">lenacapavir</a></span>, uma inovação desenvolvida nos Estados Unidos, é uma das ferramentas de prevenção mais promissoras que surgiram na resposta ao HIV, oferecendo proteção contra o vírus com apenas duas injeções por ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este medicamento inovador salvará milhares de vidas se for amplamente disponibilizado a todas as pessoas e populações em vulneráveis ao HIV, incluindo mulheres jovens e adolescentes, bem como profissionais do sexo, pessoas que fazem uso de drogas injetáveis e homens que fazem sexo com homens (HSH) em países e regiões de alta carga viral.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este acordo traz esperança de que muito mais pessoas ao redor do mundo que estão mais expostas ao HIV terão acesso a este medicamento revolucionário. Será necessário um esforço global maior para ampliar a escala e tornar rapidamente o lenacapavir disponível, acessível e a preços acessíveis em todos os países de baixa e média rendas. Mas, neste momento crítico, o apoio dos Estados Unidos a este medicamento inovador é um sinal importante para o mundo de que, investindo na resposta ao HIV, podemos impedir novas infecções”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um lançamento inicial para 2 milhões de pessoas é um passo importante rumo a uma ambição mais ampla, mas é fundamental que o lenacapavir esteja disponível para todas as pessoas que necessitam, e não apenas para algumas.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS estima que 20 milhões de pessoas precisarão ter acesso à prevenção baseada em antirretrovirais, como o lenacapavir, como parte dos esforços para alcançar as metas globais de prevenção ao HIV até 2030.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS também estima que, para cada US$ 1 — cerca de R$ 5,42 — investido em prevenção ao HIV, serão economizados US$ 7 — cerca de R$ 37,94 — em custos futuros de tratamento e cuidados. O preço do lenacapavir na França, Noruega, Espanha e Estados Unidos no final de 2024 ultrapassava os US$ 28 mil (ou R$ 152.760 mil) por pessoa ao ano. Para esta iniciativa, a fabricante <em>Gilead</em> se comprometeu a fornecer o medicamento sem fins lucrativos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um artigo mostrou que o lenacapavir pode ser produzido e vendido por apenas US$ 40 (R$ 216,80) por pessoa ao ano, caindo para US$ 25 (R$ 135,55) com produção em escala suficiente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para expandir com sucesso o acesso ao lenacapavir, o engajamento comunitário será essencial. Para avançar na implementação, as populações mais impactadas pelo HIV devem desempenhar um papel central em sua distribuição e as pessoas mais em risco de HIV devem ter acesso garantido.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS continuará apoiando países e parcerias no avanço da resposta ao HIV, para assegurar que todas as pessoas, em todos os lugares, tenham acesso aos serviços de HIV de que necessitam, e que a AIDS seja encerrada como uma ameaça à saúde pública até 2030.</p>
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		<title>UNAIDS parabeniza o presidente eleito Joe Biden e a vice-presidente eleita Kamala Harris pela eleição</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/11/unaids-parabeniza-o-presidente-eleito-joe-biden-e-a-vice-presidente-eleita-kamala-harris-pela-eleicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 23:14:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>UNAIDS parabeniza o presidente eleito Joe Biden e a vice-presidente eleita Kamala Harris pelos recentes resultados das eleições nos Estados Unidos da América. “O UNAIDS espera trabalhar com a nova administração dos Estados Unidos no desafio de acabar com a AIDS, para a qual ainda não há vacina e nem cura,” disse Winnie Byanyima,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/11/unaids-parabeniza-o-presidente-eleito-joe-biden-e-a-vice-presidente-eleita-kamala-harris-pela-eleicao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">UNAIDS parabeniza o presidente eleito Joe Biden e a vice-presidente eleita Kamala Harris pelos recentes resultados das eleições nos Estados Unidos da América.</p>



<span id="more-16501"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“O UNAIDS espera trabalhar com a nova administração dos Estados Unidos no desafio de acabar com a AIDS, para a qual ainda não há vacina e nem cura,” disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “As pandemias conflitantes de COVID-19 e HIV são evidências de que a solidariedade mundial e a responsabilidade compartilhada são necessárias agora mais do que nunca para garantir que ninguém seja deixado para trás e que medicamentos, serviços e soluções possam ser acessados de forma equitativa.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, cerca de 1,7 milhão de pessoas foram infectadas com o HIV e 690.000 pessoas morreram de doenças relacionadas à AIDS. O UNAIDS e o Governo dos Estados Unidos têm colaborado estreitamente desde o início do UNAIDS em 1996, para acelerar o progresso em direção às metas globais de prevenção e tratamento do HIV nos países mais afetados pelo HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR), o governo dos Estados Unidos investiu mais de US$ 85 bilhões na resposta global ao HIV, o maior compromisso de qualquer nação para enfrentar uma única doença. O forte apoio bipartidário para investimentos para erradicar a AIDS em administrações sucessivas e programas de HIV eficazes, baseados em dados e evidências por meio do PEPFAR e investimentos para o Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária, permitiram que milhões de homens, mulheres e crianças vivessem vidas mais longas e saudáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para garantir o sucesso no sentido de acabar com a AIDS, serão necessários esforços coordenados e estratégicos nos próximos meses e anos, especialmente em um momento em que a COVID-19 ameaça a saúde de pessoas em todo o mundo. Para acabar com essas pandemias duplas, o UNAIDS espera continuar a trabalhar em estreita colaboração com os Estados Unidos por um mundo mais seguro e saudável.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/20201109_biden-harris_960.png" alt="" class="wp-image-16502" width="657" height="423" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/20201109_biden-harris_960.png 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/11/20201109_biden-harris_960-300x193.png 300w" sizes="(max-width: 657px) 100vw, 657px" /><figcaption><em>Joseph R. Biden Jr. e Kamala Harris discursando à nação de Wilmington, Delaware, após aparecerem como presidente eleito e vice-presidente eleita no sábado, 7 de novembro. Crédito da foto: print de vídeo do site da Transição Biden-Harris.</em></figcaption></figure>
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		<title>UNAIDS pede liderança global dos EUA na resposta à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/07/unaids-pede-lideranca-global-dos-eua-na-resposta-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2020 23:59:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto o mundo enfrenta as pandemias de COVID-19, HIV, tuberculose e malária, o UNAIDS faz um chamado para apoio bipartidário dos Estados Unidos aos esforços globais contra esses desafios de saúde simultâneos. Os Estados Unidos lideram o mundo em sua resposta a pandemias infecciosas. Como maior doador bilateral à resposta global ao HIV desde, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/07/unaids-pede-lideranca-global-dos-eua-na-resposta-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o mundo enfrenta as pandemias de COVID-19, HIV, tuberculose e malária, o UNAIDS faz um chamado para apoio bipartidário dos Estados Unidos aos esforços globais contra esses desafios de saúde simultâneos. </p>



<span id="more-15801"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Os Estados Unidos lideram o mundo em sua resposta a pandemias infecciosas. Como maior doador bilateral à resposta global ao HIV desde 2003, investindo mais de 85 bilhões de dólares no Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) o país, trabalhando com organizações multilaterais, Nações Unidas, sociedade civil e nações afetadas, tem desempenhado um papel fundamental na redução de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS. Os Estados Unidos contribuíram generosamente para o Fundo Global contra a AIDS, Tuberculose e Malária, investindo US$ 16,7 bilhões desde 2002. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Coletivamente, esses investimentos salvaram milhões de vidas, principalmente no continente africano. No entanto, como mostra o <a rel="noreferrer noopener" aria-label="último relatório global do UNAIDS (opens in a new tab)" href="https://aids2020.unaids.org/report/" target="_blank"><strong>último relatório global do UNAIDS</strong></a>, ainda resta muito trabalho. Das 38 milhões de pessoas vivendo com HIV, 12,6 milhões não estão conseguindo ter acesso ao tratamento que é capaz de salvar vidas. Antes da COVID-19, já estávamos fora do caminho para alcançar  nosso objetivo de menos de 500.000 novas infecções por HIV até 2020; em 2019, 1,7 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV. O impacto inicial da COVID-19 no continente africano prevê um grande desastre para a saúde que, se não for mitigado, terá efeitos residuais imediatos e de longo prazo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No período em que muitos governos e economias, particularmente na África, estão se recuperando da COVID-19 e se esforçando para manter os serviços sociais e de saúde, a liderança contínua dos Estados Unidos na saúde global é essencial—poderia fazer a diferença entre um desafio de saúde e uma catástrofe de saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que o mundo enfrenta pandemias em colisão, afastar-se de qualquer uma delas para se concentrar apenas em uma traz o risco de aumento de novas infecções e mortes. O dano exponencial de várias pandemias simultâneas trará sofrimento sem precedentes e consequências econômicas. O efeito do coronavírus nos programas de AIDS, tuberculose e malária será devastador se não forem atenuados. Em junho, o Fundo Global informou que 85% dos programas que apoia em 106 países enfrentam dificuldades para a prestação de serviços, sendo que 18% deles apresentam interrupções altas ou muito altas.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS estima que uma interrupção completa de seis meses no tratamento possa causar mais de 500.000 mortes adicionais na África Subsaariana no próximo ano, trazendo a região de volta aos níveis de mortalidade por AIDS de 2008. Mesmo uma interrupção de 20% pode causar 110.000 mortes adicionais. Tal resultado representaria danos colaterais inaceitáveis ​​e evitáveis ​​da pandemia de COVID-19, anulando  quase duas décadas de progresso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A Coalizão Global de Liderança dos Estados Unidos está pedindo ao Congresso que aloque 20 bilhões de dólares na próxima lei de financiamento suplementar de emergência para a COVID-19. A comunidade global de saúde apoia essa solicitação e pede a inclusão explícita de 700 milhões de dólares por um ano, ou 1,4 bilhão de dólares em dois anos, para programas bilaterais globais de HIV e tuberculose no âmbito do PEPFAR e 4 bilhões de dólares em dois anos para o mecanismo de resposta à COVID-19 do Fundo Global. Esses fundos compensarão o impacto da COVID-19 nos programas PEPFAR e Fundo Global, ao mesmo tempo em que apoiam o trabalho do PEPFAR e do Fundo Global no combate à COVID-19, inclusive por meio do aumento de testagem e cuidados. Os recursos atualmente disponíveis para a COVID-19 do Fundo Global estarão totalmente esgotados em semanas. A necessidade é urgente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A disseminação da COVID-19 está se acelerando em toda a África; seu impacto é cada vez mais preocupante. O aumento no número de pacientes está sobrecarregando cuidadores e hospitais. Relatórios recentes sugerem que mais de 10.000 profissionais de saúde foram infectados. Embora o relato preciso de casos de COVID-19 seja desafiador devido a testes limitados, a África do Sul tem mais de 452.000 casos confirmados, tornando-a o país com o quinto maior número de casos no mundo.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso colocou uma pressão adicional enorme nas capacidades de pacientes internados e ambulatoriais, já sobrecarregados com o HIV, tuberculose, doenças não transmissíveis, problemas de saúde materna e infantil, além de traumas. Os sistemas de saúde, hospitais e profissionais de saúde estão lutando para lidar com isso.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 17.000 óbitos estimados em excesso por causas naturais de 6 de maio a 14 de julho de 2020 indicam o impacto do ônus acumulado. Províncias e distritos que enfrentavam problemas pré-existentes no sistema de saúde são os mais atingidos; eles não têm capacidade funcional de leitos e fornecimento adequado de oxigênio. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A África do Sul não está sozinha. Na segunda semana de julho, os novos casos de COVID-19 no Quênia aumentaram 31% e as taxas ficaram ainda maiores em Madagascar, Zâmbia e Namíbia, com 50%, 57% e 69% de alta, respectivamente. Muitos países de baixa renda e com alta carga de HIV estão fazendo sacrifícios na luta contra a COVID-19, mas estão perdendo a batalha.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas de suas economias são prejudicadas pela COVID-19. As receitas do governo foram reduzidas e muitas delas também enfrentam encargos consideráveis ​​no serviço da dívida. Em quatro dos cinco países com maior prevalência de HIV (Suazilândia, Lesoto, Namíbia e África do Sul), a relação dívida por produto interno bruto é superior a 40%, prevendo-se que a África do Sul atinja um recorde de 80% em 2020 devido ao declínio do consumo e dos investimentos durante a crise gerada pela COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As solicitações da comunidade global de saúde para financiamento adicional refletem as necessidades em três áreas: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Ampliação da força de trabalho de assistência médica para compensar o compartilhamento e troca de turnos devido à COVID-19. <br></li><li>Garantia do fornecimento de equipamentos de proteção individual e treinamento sobre o uso seguro e o descarte adequado destes materiais para os profissionais de saúde. <br></li><li>Proteção da continuidade dos serviços de HIV, tuberculose, malária e outros serviços prioritários (incluindo laboratórios e esforços de diagnóstico) e resposta a aumentos de custos devido à COVID-19. </li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A COVID-19 apresenta não apenas desafios, mas também oportunidades de progresso ainda maior contra o HIV, tuberculose e malária, três das doenças mais fatais do mundo. Por exemplo, como a COVID-19 impede que as pessoas que vivem com HIV acessem com segurança as clínicas de HIV, relatórios de 87 países nos quais o UNAIDS opera indicam que 44 deles implementaram políticas para permitir  a distribuição de medicamentos antirretrovirais para múltiplos meses, uma inovação necessária que garante a continuidade do tratamento, essencial para a supressão da carga viral e economia de custos para o HIV.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, a COVID-19 interrompeu os serviços clínicos para as pessoas que usam drogas, catalisando modelos inovadores e eficazes de prestação de serviços  que consideram, entre outras coisas, que os usuários e usuárias levem para casa a terapia de substituição de opióides, exemplo de abordagem que deve se tornar o novo normal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEPFAR, o Fundo Global e o UNAIDS estão ajudando a utilizar a infraestrutura desenvolvida através da resposta ao HIV para contribuir com os esforços efetivos da COVID-19. Por exemplo, as pessoas recém-credenciadas—incluindo mais de 280.000 novos profissionais de saúde treinados pelo PEPFAR—agora respondem pela primeira vez à COVID-19.    </p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios de países tão diversos como <a rel="noreferrer noopener" href="https://frontlineaids.org/community-led-responses-save-lives-amid-covid-19/" target="_blank"><strong>Índia</strong></a>,  <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2020/june/20200618_senegal" target="_blank"><strong>Senegal</strong></a> e  <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.theglobalfund.org/en/blog/2020-05-12-protecting-mothers-and-babies-from-hiv-during-the-covid-19-pandemic/" target="_blank"><strong>Uganda</strong></a> ilustram o apoio essencial prestado por trabalhadores comunitários do HIV, que vão de porta em porta durante o lockdown, distribuindo materiais de prevenção ao HIV, tratamento e informação sobre como as pessoas podem se proteger da COVID-19 e ter acesso à testagem. As respostas da COVID-19 em muitos países também estão se beneficiando de sistemas laboratoriais que foram amplamente aprimorados e expandidos como resultado dos investimentos em HIV. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho do PEPFAR, do Fundo Global e do UNAIDS é interdependente e fortemente coordenado; as três entidades reforçam o sucesso das outras em todos os países em que operamos. Trabalhando em conjunto, temos sido altamente eficazes em ajudar o governo dos Estados Unidos a alcançar seu objetivo de salvar o maior número de vidas no menor espaço de tempo.  Agora é a hora de proteger os investimentos passados, exercendo a liderança global na luta contra a COVID-19. Essa ação terá os benefícios adicionais de proteger os norte-americanos em casa. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O UNAIDS reconhece que a COVID-19 está tendo um impacto desproporcional no povo norte-americano. No entanto, como aprendemos com o HIV, ninguém está a salvo de um vírus que não conhece fronteiras ou divisas políticas, até que todas as pessoas estejam seguras”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Nenhuma pandemia pode ser parada sem solidariedade global. Trabalhar em conjunto ajudará a acelerar a segurança de todo o mundo. Contamos com os Estados Unidos para construir décadas de liderança na saúde global, maximizando e protegendo os impactos causados ​​até o momento no HIV, tuberculose e malária, apoiando fortemente os esforços contra a COVID-19.”</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/07/unaids-pede-lideranca-global-dos-eua-na-resposta-a-covid-19/">UNAIDS pede liderança global dos EUA na resposta à COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS convoca os países a acelerarem os esforços para fechar as lacunas de serviços para acabar com a epidemia de AIDS entre crianças e adolescentes</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/07/unaids-convoca-os-paises-para-que-acelerem-os-esforcos-e-fechem-as-lacunas-de-servicos-para-acabar-com-a-epidemia-de-aids-entre-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 19:28:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS Report]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório lançado hoje, na 10ª Conferência Internacional de AIDS sobre Ciência do HIV, na Cidade do México, mostrou que o mundo está ficando para trás em seu compromisso de acabar com a epidemia de AIDS entre crianças e adolescentes. O relatório Start Free, Stay Free, AIDS-Free (Comece livre, permaneça livre, livre da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/07/unaids-convoca-os-paises-para-que-acelerem-os-esforcos-e-fechem-as-lacunas-de-servicos-para-acabar-com-a-epidemia-de-aids-entre-criancas-e-adolescentes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório lançado hoje, na 10ª Conferência Internacional de AIDS sobre Ciência do HIV, na Cidade do México, mostrou que o mundo está ficando para trás em seu compromisso de acabar com a epidemia de AIDS entre crianças e adolescentes.  </p>



<span id="more-12382"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/20190722_UNAIDS_SFSFAF_2019" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS-Free  (opens in a new tab)">Start Free, Stay Free, AIDS-Free</a></em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/20190722_UNAIDS_SFSFAF_2019" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Start Free, Stay Free, AIDS-Free  (opens in a new tab)"> </a>(Comece livre, permaneça livre, livre da AIDS, em português), mostra uma diminuição no ritmo de progresso na redução de novas infecções por HIV entre crianças e a expansão do acesso aos serviços de saúde e tratamento para crianças, adolescentes e gestantes vivendo com HIV. Além disso, as metas globais estabelecidas para 2018 não foram alcançadas, apesar de ganhos importantes em alguns países. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mundialmente, cerca de 160 mil crianças com idade entre 0—14 anos foram infectadas com o HIV em 2018. Essa é uma redução importante de 240 mil novas infecções em 2010. No entanto, a meta ousada definida para 2018 foi menos de 40 mil novas infecções.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O fracasso em alcançar as metas de 2018 para reduzir novas infecções pelo HIV entre crianças e adolescentes e ampliar o acesso a tratamentos capazes de salvar vidas é decepcionante e frustrante”, disse Gunilla Carlsson, diretora executiva interina do UNAIDS, &#8220;Precisamos agir rapidamente para reverter essa situação e honrar o compromisso de acabar com a epidemia de AIDS para a próxima geração&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 82% das mulheres grávidas que vivem com HIV, agora buscam acessar serviços de saúde e medicamentos antirretrovirais. Houve progresso considerável entre os países da África Oriental e Austral, com mais de 90% das mulheres grávidas buscando acesso aos medicamentos antirretrovirais na Etiópia, Quênia, Uganda, República Unida da Tanzânia e Zimbábue e 95% ou mais em Botsuana, Malawi, Moçambique, Namíbia e Zâmbia. Isso resultou em uma diminuição de 41% nas novas infecções pelo HIV entre crianças, com notáveis ​​reduções alcançadas em Botswana (85%), Ruanda (83%), Malawi (76%), Namíbia (71%), Zimbábue (69%) e Uganda (65%) desde 2010. Os progressos realizados por esses países mostram o que pode ser alcançado por meio de forte liderança política, adoção rápida de políticas e esforços conjuntos de todas as partes interessadas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório esclarece onde as lacunas precisam ser preenchidas para evitar novas infecções pelo HIV entre crianças. Por exemplo, em 2018, na África Oriental, 10 mil das 26 mil novas infecções pelo HIV entre as crianças são resultados das mulheres não serem mantidas em tratamento durante a gravidez e a amamentação. Na África Austral, 17 mil das 53 mil novas infecções em crianças foram resultados de mães infectadas pelo HIV durante a gravidez ou a amamentação. Um total de 16 mil novas infecções poderiam ter sido evitadas na África Austral, mantendo as mães em tratamento durante a gravidez e na amamentação. Na África Ocidental e Central, quase 27 mil das 44 mil novas infecções poderiam ter sido evitadas se as mães tivessem acesso aos medicamentos antirretrovirais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esses novos dados mostram que muitos países fizeram progressos importantes para alcançar as metas de 2020, e outros ainda estão significativamente atrasados&#8221;, disse Deborah Birx, Coordenadora Global dos Estados Unidos para a AIDS e Representante Especial da Diplomacia para Saúde Global. &#8220;Essas duras disparidades destacam o papel crítico do compromisso político, a rápida implementação de políticas e os investimentos orientados para levantamento de dados para a aceleração do impacto&#8221;. A análise em nível nacional de como a transmissão do HIV de mãe para filho acontece pode fornecer informações vitais para moldar as respostas nacionais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acabar com a AIDS e obter acesso universal a saúde significa não deixar ninguém para trás. No entanto, muitas crianças e adolescentes com HIV ainda estão perdendo a chance de crescer em plena saúde, já que não podem ter acesso ao tratamento ”, disse Ren Minghui, diretor-Geral assistente para Acesso Univeral a Saúde e Doenças transmissíveis e não transmissíeis a Organização Mundial da Saúde (OMS). &#8220;Precisamos intensificar nossos esforços para manter nossa promessa a essas crianças.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">As crianças que vivem com HIV também estão sendo deixadas para trás no aumento do tratamento do HIV e não estão sendo diagnosticadas e tratadas precocemente. Estima-se que 940 mil crianças com idade entre 0—14 anos tiveram acesso aos serviços de saúde e tratamento em 2018, o dobro do número das crianças que estavam em tratamento em 2010, mas muito aquém da meta de 1,6 milhão estabelecida para 2018. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As crianças que vivem com o HIV têm menos probabilidade de ter acesso ao tratamento do HIV do que os adultos que vivem com HIV, uma disparidade que está aumentando em alguns países, especialmente na África Ocidental e Central. Como resultado, a epidemia de AIDS ainda está reivindicando a vida de muitas crianças de 0 a 14 anos. As crianças nesta faixa etária correspondiam a 5% de todas as pessoas que vivem com o HIV em 23 países focais, mas representavam 15% das pessoas que morreram de doenças relacionadas à AIDS nesses países em 2018. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos como prevenir novas infecções pelo HIV em crianças, e como prevenir o iníico da AIDS em uma criança se ela for infectada.  Elas precisam ser testadas e encaminhadas aos cuidados e ao tratamento como uma questão de urgência, mas estamos perdendo essas oportunidades ”, disse Henrietta Fore, diretora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). “Saber o que fazer não é suficiente. Devemos nos unir e agir com compromisso renovado com as crianças e adolescentes vivendo com HIV e dar a eles a melhor chance de sobreviver e prosperar ”.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para melhores resultados, as crianças infectadas pelo HIV devem ter acesso ao serviços de saúde e ao tratamento o mais rápido possível. No entanto, em 2018, apenas 63% do 1,1 milhão de crianças expostas ao HIV nos 23 países mais afetados pela epidemia foram testados para HIV até os dois meses de idade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De muitas maneiras, nós como uma comunidade, optamos por atendimento com qualidade abaixo do padrão para crianças vivendo com HIV&#8221;, disse Chip Lyons, presidente e diretor executivo da Fundação Pediátrica de AIDS Elizabeth Glaser. &#8220;Não devemos permitir que crianças recebam sempre menos do que o padrão básico de atendimento que exigimos para adultos. Especialmente quando a conseqüência final dessa abordagem é que crianças e jovens estão morrendo em decorrência do HIV em taxas desproporcionais e inaceitavelmente altas ”.O relatório também mostra que o objetivo de reduzir o número anual de novas infecções por HIV entre mulheres jovens e meninas adolescentes com idade entre 15 e 24 anos para menos de 100 mil até 2020, é improvável que seja alcançado. Mundialmente, novas infecções por HIV entre mulheres jovens e adolescentes foram reduzidas em 25% entre 2010 e 2018, para 310 mil. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora novas infecções por HIV entre meninas adolescentes e mulheres jovens com idade entre 15 e 24 anos tenham diminuído em mais de 40% em Botsuana, Burundi, Lesoto e África do Sul, perder a meta global significa que 6 mil adolescentes e jovens ainda estão sendo infectadas pelo HIV toda semana. Os fatores principais que impulsionam a vulnerabilidade de mulheres jovens e meninas à infecção pelo HIV são sociais, estruturais e comportamentais e devem ser abordados a fim de alcançar resultados sustentáveis de prevenção. A discriminação de gênero, a violência baseada em gênero, o acesso restrito a oportunidades e a falta de serviços personalizados aumentam sua vulnerabilidade ao HIV. Respostas eficazes priorizam uma abordagem que combina o acesso ao HIV e serviços de saúde sexual e reprodutiva com programas sociais, estruturais e comportamentais.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">“A disparidade nas taxas de supressão da carga viral entre adolescentes com HIV em comparação com adultos é inaceitável e cabe à comunidade global advogar regimes terapêuticos antirretrovirais mais robustos e potentes para adolescentes, bem como acelerar os esforços para prevenir novas infecções nesta população criticamente vulnerável, ”disse Fatima Tsiouris, diretora-adjunta da Unidade Clínica e de Treinamento e Prevenção da Transmissão de Mãe para Filho no ICAP, na Universidade de Columbia.    </p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de circuncisões masculinas médicas voluntárias realizadas entre 2015 e 2018 chegou a mais de 11 milhões entre todas as faixas etárias.  Isso significa que pelo menos 13 milhões de procedimentos precisam ser realizados até 2020 para atingir a meta de circuncidar voluntariamente 25 milhões de homens e meninos entre 2015 e 2020.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">UNAIDS e o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS lançaram o<em> Start Free, Stay Free, AIDS Free</em>, em 2016, para desenvolver as conquistas do Plano Global para a eliminação de novas infecções por HIV entre crianças até 2015 e manter as mães vivas, que terminou em 2014. </p>
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		<title>Novos resultados indicam que a prevalência do HIV na Nigéria é de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/03/novos-resultados-de-pesquisa-indicam-que-a-prevalencia-do-hiv-na-nigeria-e-de-14-entre-pessoas-de-15-a-49-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 12:47:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Resultados divulgados hoje pelo governo da Nigéria indicam que o país possui uma prevalência nacional de HIV de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos. Estimativas anteriores indicavam uma prevalência nacional de 2,8%. O UNAIDS e a Agência Nacional para Controle da AIDS estimam que existem 1,9 milhão de pessoas vivendo com HIV, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/novos-resultados-de-pesquisa-indicam-que-a-prevalencia-do-hiv-na-nigeria-e-de-14-entre-pessoas-de-15-a-49-anos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Resultados divulgados hoje pelo governo da Nigéria indicam que o país possui uma prevalência nacional de HIV de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos. Estimativas anteriores indicavam uma prevalência nacional de 2,8%. O UNAIDS e a Agência Nacional para Controle da AIDS estimam que existem 1,9 milhão de pessoas vivendo com HIV na Nigéria.<span id="more-10871"></span></p>
<p>Durante um discurso em Abuja, na Nigéria, o Presidente do país, Muhammadu Buhari, saudou a notícia de que há menos pessoas vivendo com HIV do que o estimado anteriormente e lançou a <em>Estratégia Revisada de Abordagem Nacional para HIV/AIDS 2019-2021</em>, que irá guiar o futuro do país na resposta à epidemia. A Nigéria fez um progresso significativo na ampliação dos serviços de tratamento e prevenção do HIV nos últimos anos.</p>
<p>“Pela primeira vez, o fim da AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 está realmente no horizonte de nosso país”, disse Muhammadu Buhari, Presidente da Nigéria. “Peço a todos que não cedam, mas sim que aumentem o ímpeto. Vamos trabalhar coletivamente e nos esforçar para percorrer o trecho final.”</p>
<p>Os dados do <em>Indicador Nacional e Pesquisa de Impacto sobre HIV/AIDS na Nigéria (NAIIS)</em> baseiam-se numa metodologia revisada e melhorada. A pesquisa fornece uma compreensão mais clara da epidemia de HIV da Nigéria e lança luz sobre o progresso e as lacunas e desafios remanescentes.</p>
<p>O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, deu as boas-vindas às novas estimativas e disse que compreender melhor a epidemia de HIV da Nigéria permitirá que o país alcance melhor as pessoas vivendo com HIV e as pessoas em maior risco de infecção pelo vírus.</p>
<p>“Eu cumprimento o Governo da Nigéria e seus parceiros pela realização desta pesquisa ambiciosa, que nos fornece uma compreensão muito melhor da epidemia de HIV do país&#8221;, disse Sidibé. “Embora seja uma notícia fantástica que há menos pessoas vivendo com HIV na Nigéria do que se pensava anteriormente, não devemos baixar a guarda. Vamos usar os resultados desta pesquisa para focar melhor nossa prestação de serviços de prevenção, tratamento e assistência ao HIV para as pessoas com maior necessidade e garantir que a Nigéria esteja no caminho certo para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.”</p>
<p>Enquanto a prevalência nacional do HIV na Nigéria é de 1,4% entre pessoas de 15 a 49 anos, mulheres entre 15 e 49 anos têm duas vezes mais chances de viver com HIV do que homens (1,9% contra 0,9%). A diferença na taxa de prevalência entre mulheres e homens é ainda maior entre jovens adultos, pois as mulheres entre 20 e 24 anos são mais de três vezes mais propensas a estar vivendo com HIV do que homens jovens da mesma mesma faixa etária. Entre as crianças de 0 a 14 anos, a prevalência do HIV é de 0,2%. Foram feitos esforços significativos nos últimos anos para impedir novas infecções por HIV entre crianças.</p>
<p>Em nível nacional, a supressão da carga viral em pessoas vivendo com HIV de 15 a 49 anos é de 42,3% (45,3% entre mulheres e 34,5% entre homens). Quando as pessoas que vivem com HIV alcançam a carga viral suprimida, elas permanecem saudáveis ​​e <strong>a transmissão do vírus é evitada</strong>.</p>
<p>Compreender melhor a epidemia de HIV no país permitirá investimentos mais eficientes na resposta ao HIV e planejamento mais eficaz para os serviços de prevenção, atendimento e tratamento, incluindo um foco em populações-chave, tais como profissionais do sexo. Isso permitirá a adoção de uma abordagem de localização da população para fornecer serviços às pessoas e áreas onde eles são mais necessários.</p>
<p>Os novos dados diferenciam a prevalência do HIV por estado, indicando uma epidemia que tem um impacto maior em certas áreas do país. A zona Sul-Sul do país tem a maior prevalência de HIV, de 3,1% em pessoas de 15 a 49 anos. A prevalência do HIV também é alta na zona Norte-Central (2,0%) e na zona Sudeste (1,9%). A taxa de é menor nas zonas Sudoeste (1,1%), Nordeste (1,1%) e Noroeste (0,6%).</p>
<p>“Os resultados do <em>Indicador Nacional e Pesquisa de Impacto sobre HIV/AIDS na Nigéria (NAIIS)</em> fornecem uma medida precisa da prevalência do HIV de 1,4% na população nacional. O NAIIS também mostrou que somos capazes de fornecer tratamento antirretroviral de forma efetiva”, disse Isaac F. Adewole, Ministro da Saúde da Nigéria. “Todas as pessoas vivendo com HIV precisam de tratamento para alcançar a supressão viral, especialmente mulheres grávidas. Devemos garantir que essas mulheres tenham acesso aos serviços de pré-natal e sejam testadas durante toda a gravidez. Sabemos que podemos apoiar mães vivendo com HIV, garantindo assim que a próxima geração esteja livre do vírus.”</p>
<p>A Nigéria tem demonstrado progresso constante na ampliação do acesso ao tratamento para pessoas que vivem com HIV, com a adoção de uma política de testagem e tratamento em 2016. Essa medida acelerou ainda mais o encaminhamento de pessoas vivendo com HIV para o tratamento. Entre 2010 e 2017, o número de pessoas vivendo com HIV com acesso à terapia antirretroviral no país quase triplicou, de 360 ​​mil pessoas em 2010 para mais de 1 milhão em 2018. No entanto, as novas estimativas divulgadas hoje indicam que mais da metade das pessoas que vivem com HIV ainda não têm a carga viral suprimida.</p>
<p>Os novos dados são mais precisos, pois são baseados em um sistema de vigilância ampliado com uma metodologia revisada e aprimorada. Nos últimos anos, houve uma expansão significativa na resposta ao HIV no país. O número de locais que oferecem tratamento mais do que triplicou, a quantidade de estabelecimentos que oferecem serviços para prevenir a transmissão do HIV de mãe para filho aumentou oito vezes e o número de locais para aconselhamento e testagem do HIV aumentou quatro vezes. Um total de 11,3 milhões de adultos foram aconselhados e testados para o HIV em 2016, quatro vezes mais do que em 2012.</p>
<p>“É importante que todas as pessoas que vivem com HIV recebam tratamento e alcancem a supressão viral. Para deter a epidemia, precisamos agir agora”, disse Sani Aliyu, Diretor-Geral da Agência Nacional para Controle da AIDS. “Como um governo que trabalha com parceiros, temos o que necessário para apoiar as pessoas vivendo com HIV, fornecer tratamento, proteger suas famílias e ajudar as pessoas a viver uma vida longa e saudável.”</p>
<p>O <em>NAIIS</em> foi liderado pelo Governo da Nigéria por meio do Ministério Federal de Saúde e da Agência Nacional para Controle da AIDS. O UNAIDS, o <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/" target="_blank" rel="noopener">Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS</a></strong> e o <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/fundo-global/" target="_blank" rel="noopener">Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</a> </strong>deram apoio à pesquisa, supervisionada pelo <strong><a href="https://www.cdc.gov/" target="_blank" rel="noopener">Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos</a></strong> e implementada pela <strong><a href="https://www.umd.edu/" target="_blank" rel="noopener">Universidade de Maryland</a></strong>, com um escopo que incluía todos os 36 estados e o Território da Capital Federal da Nigéria. A pesquisa alcançou cerca de 220.000 pessoas em aproximadamente 100.000 lares. O trabalho de campo foi realizado entre julho e dezembro de 2018.</p>
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		<title>UNAIDS dá boas-vindas ao compromisso do Presidente dos Estados Unidos em acabar com a transmissão do HIV no país até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 18:02:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS dá boas-vindas ao compromisso do Presidente dos Estados Unidos em acabar com a transmissão do HIV no país até 2030. O Presidente fez o anúncio durante seu discurso sobre o Estado da União ao Congresso em 5 de fevereiro de 2019. “O firme compromisso dos Estados Unidos com a resposta ao HIV, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/02/unaids-da-boas-vindas-ao-compromisso-do-presidente-dos-estados-unidos-em-acabar-com-a-transmissao-do-hiv-no-pais-ate-2030/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS dá boas-vindas ao compromisso do Presidente dos Estados Unidos em acabar com a transmissão do HIV no país até 2030. O Presidente fez o anúncio durante seu discurso sobre o Estado da União ao Congresso em 5 de fevereiro de 2019.<span id="more-10667"></span></p>
<p>“O firme compromisso dos Estados Unidos com a resposta ao HIV e seu apoio ao chamado do UNAIDS para acabar com a AIDS até 2030 salvaram milhões de vidas”, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. “Eu saúdo o compromisso do Presidente em acabar com a AIDS nos Estados Unidos, que exigirá uma resposta baseada nos direitos humanos para alcançar todas as pessoas vivendo com HIV e em risco de infecção pelo vírus, incluindo as pessoas mais marginalizadas.”</p>
<p>O UNAIDS estima que, em 2015, cerca de 1,2 milhão de pessoas viviam com HIV nos Estados Unidos. A epidemia está principalmente concentrada em ambientes urbanos e afeta desproporcionalmente homens gays e outros homens que fazem sexo com homens e mulheres e homens afro-americanos, hispânicos e latinos, bem como pessoas que usam drogas.</p>
<p>“A contribuição dos Estados Unidos para a resposta global ao HIV, feita por meio do apoio ao <a href="https://www.hiv.gov/federal-response/pepfar-global-aids/pepfar" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Plano de Emergência do Presidente dos EUA para Alívio da AIDS</strong></a>, causou um impacto imenso”, disse Sidibé. “Globalmente, o número de novas infecções por HIV entre crianças diminuiu 35% desde 2010 e 22 milhões de pessoas têm acesso à terapia antirretroviral, salvando milhões de vidas.”</p>
<p>Por meio do<strong><a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Plano de Emergência do Presidente para Alívio da AIDS</a></strong>, os Estados Unidos investiram mais de 80 bilhões de dólares na resposta global ao HIV desde 2003. “É necessário um apoio firme e contínuo dos Estados Unidos à resposta global, pois existe um déficit de 5 bilhões de dólares dos 26 bilhões necessários para uma resposta eficaz ao HIV até 2020”, disse Sidibé.</p>
<p>O UNAIDS aguarda com expectativa os detalhes da nova estratégia dos Estados Unidos sobre o HIV e continuará trabalhando em estreita colaboração com o país para acabar com a AIDS nos Estados Unidos e no mundo.</p>
<p><em>Foto de capa: Keegan Barber/Creative Commons 3.0.</em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/02/unaids-da-boas-vindas-ao-compromisso-do-presidente-dos-estados-unidos-em-acabar-com-a-transmissao-do-hiv-no-pais-ate-2030/">UNAIDS dá boas-vindas ao compromisso do Presidente dos Estados Unidos em acabar com a transmissão do HIV no país até 2030</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>É hora de eliminar o câncer de colo do útero</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/02/e-hora-de-eliminar-o-cancer-de-colo-do-utero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 18:18:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de colo do útero]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto George W. Bush]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero pode ser evitado com a vacina contra o papilomavírus humano. E, caso seja detectado e tratado precocemente, pode ser curado. Então, por que tantas mulheres ainda estão desenvolvendo e morrendo por consequência do câncer de colo do útero? Em 2018, foram estimados 570.000 novos casos de câncer de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/02/e-hora-de-eliminar-o-cancer-de-colo-do-utero/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero pode ser evitado com a vacina contra o papilomavírus humano. E, caso seja detectado e tratado precocemente, pode ser curado. Então, por que tantas mulheres ainda estão desenvolvendo e morrendo por consequência do câncer de colo do útero?<span id="more-10647"></span></p>
<p>Em 2018, foram estimados 570.000 novos casos de câncer de colo do útero e 311.000 mortes decorrentes deste tipo de câncer em todo o mundo. Assim como o HIV, o câncer de colo do útero é uma doença alimentada por desigualdades sociais, econômicas e políticas. Os países de baixa renda são os que mais sofrem, com quase 80% de todos os casos e 90% das mortes.</p>
<p>Se a prevenção, triagem e tratamento do câncer de colo do útero não forem urgentemente ampliados, especialistas estimam que até 2040 pode haver um aumento de 50% nas mortes em relação aos níveis de 2018.</p>
<p>O HIV e o câncer de colo do útero estão fortemente entrelaçados. O câncer cervical é o câncer mais comum entre as mulheres que vivem com HIV, que são até cinco vezes mais propensas a desenvolver este tipo de câncer do que outras mulheres. Na África Subsaariana, o câncer de colo do útero é a principal causa de câncer nas mulheres.</p>
<p>Apesar do risco aumentado, muitas mulheres que vivem com HIV não têm acesso a exames regulares ou tratamento para o câncer de colo do útero. Um estudo de 2016 no Malawi mostrou que apenas 19% das mulheres com idade entre 30 e 49 anos que vivem com HIV já foram examinadas para câncer de colo do útero. Entre as mulheres mais pobres, apenas 2% já foram examinadas para a doença.</p>
<p>&#8220;É inaceitável que mulheres em todo o mundo estejam morrendo por conta do câncer de colo do útero porque não têm acesso a vacinas capazes de salvar vidas, exames e tratamento&#8221;, disse Ani Shakarishvili, Consultora Especial do UNAIDS. “Salvamos a vida de uma mulher garantindo que ela tenha acesso à terapia antirretroviral para o HIV, mas ela morre devido ao câncer de colo do útero. Os serviços devem estar integrados e disponíveis a todos, sem exceção.”</p>
<p>A vinculação entre o exame do câncer de colo do útero e os serviços de HIV é rentável e salva vidas. O UNAIDS está trabalhando com o <a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS</strong></a> e com o <a href="https://unaids.org.br/tag/instituto-george-w-bush/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Instituto George W. Bush</strong></a> para incorporar os exames e cuidados do câncer de colo do útero em clínicas onde as mulheres já têm acesso aos serviços de HIV em oito países da África Subsaariana. A parceria visa reduzir a incidência de câncer de colo do útero em 95%.</p>
<p>A <a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener"><strong>Organização Mundial da Saúde</strong> </a>anunciou recentemente que acelerará os esforços globais para eliminar o câncer de colo do útero como um problema de saúde pública global e continuará assumindo um papel de liderança, inclusive desenvolvendo uma estratégia global para eliminar este tipo de câncer, uma medida bem recebida pelo UNAIDS.</p>
<p>&#8220;Como na resposta global à AIDS, devemos abordar a prevenção e o tratamento do câncer como uma oportunidade para liderar uma ampla coalizão exigindo a saúde como um direito humano fundamental e universal&#8221;, acrescentou Shakarishvili.</p>
<p><em>Em 4 de fevereiro, Dia Mundial do Câncer, o UNAIDS está reafirmando seu apoio à chamada global de ação para eliminar o câncer de colo do útero e abordar as desigualdades, aumentando a conscientização e o acesso à prevenção, exames e tratamento de meninas e mulheres em risco, incluindo meninas e mulheres vivendo com HIV.</em></p>
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	            data-title="É hora de eliminar o câncer de colo do útero" 
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		<title>Equipe verifica estatísticas de pessoas em tratamento para HIV em Lesoto</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/02/equipe-verifica-estatisticas-de-pessoas-em-tratamento-para-hiv-em-lesoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 16:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante cinco semanas de 2018, equipes de até 10 pessoas analisaram mais de 180.000 registros de pessoas diagnosticadas com HIV que estão recebendo cuidados em cada uma das 120 clínicas e hospitais em Lesoto. O objetivo: contar o número de pessoas vivendo com HIV que estavam em tratamento em junho de 2018. Durante dias, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/02/equipe-verifica-estatisticas-de-pessoas-em-tratamento-para-hiv-em-lesoto/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante cinco semanas de 2018, equipes de até 10 pessoas analisaram mais de 180.000 registros de pessoas diagnosticadas com HIV que estão recebendo cuidados em cada uma das 120 clínicas e hospitais em Lesoto. O objetivo: contar o número de pessoas vivendo com HIV que estavam em tratamento em junho de 2018.<span id="more-10641"></span></p>
<p>Durante dias longos e empoeirados, as equipes colavam adesivos verdes—indicando pessoas ativas no tratamento—ou adesivos de outras cores—especificando que uma pessoa havia faltado, sido transferida ou falecido—em quase 80% de todos os prontuários de pacientes no país. Em cada serviço de saúde, as contagens do número de pessoas consideradas ativas no tratamento foram comparadas com as contagens previamente comunicadas ao Ministério da Saúde de Lesoto e outros parceiros, incluindo o <a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS</strong></a>. Tudo isso para confirmar que os relatórios do país estão corretos.</p>
<p>“Juntamente com nossa equipe, analisamos o status de tratamento de mais de 5 mil pessoas na Clínica Senkatana, em Maseru, Lesoto, um dos centros de tratamento mais antigos e movimentados do país. Após dois dias de revisão dos arquivos em papel, encontramos cerca de 30% mais pessoas em tratamento do que a clínica havia informado ao Ministério da Saúde em junho de 2018”, disse Motselisi Lehloma, Oficial do Ministério da Saúde. No geral, o exercício encontrou uma subnotificação de 3% para todos os 120 serviços visitados.</p>
<p>Desde o início de 2017, o UNAIDS e outros parceiros internacionais têm apoiado mais de 15 países, principalmente na África Subsaariana, na verificação do número de pessoas em tratamento. Este trabalho também oferece suporte aos serviços de saúde para que melhorem a precisão dos dados relatados por meio dos sistemas de informações de saúde, revisando registros de pacientes e processos para coletar, reunir e relatar números de tratamento.</p>
<p>“O exercício de Lesoto em auditar e validar os números de tratamento ressalta seu compromisso em monitorar com precisão o impacto do programa”, disse Kim Marsh, Assessor Sênior de Epidemiologia e Monitoramento do UNAIDS. Graças a esforços como esse e de outros países da região, o UNAIDS e as partes interessadas podem confiar em números de tratamento que permitem monitorar o progresso em direção as<a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/2015_11_20_UNAIDS_TRATAMENTO_META_PT_v4_GB.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong> metas 90–90–90</strong></a>. Por meio de reuniões com a equipe clínica e relatórios escritos, deficiências pequenas foram abordadas no local e questões sistemáticas maiores foram levadas à atenção do Ministério e dos parceiros de implementação para que tomassem as ações necessárias.</p>
<p>Lesoto tem uma das maiores taxas de prevalência de HIV no mundo. Em 2017, 320 mil pessoas viviam com HIV no país, uma prevalência de 23,8%.</p>
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		<title>‘Ela Conquista’ na África do Sul</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/01/ela-conquista-na-africa-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2019 13:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Meninas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando Selokela Molamodi tinha quatro anos, sua professora perguntou à turma o que eles queriam ser quando crescessem. Enquanto seus colegas de classe desejavam profissões mais convencionais, como enfermeiros, médicos e advogados, a resposta de Molamodi, dada com uma determinação apaixonada, era: &#8220;Eu quero ser Ministra da Educação&#8221;. Seu amor pela educação e sua, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/01/ela-conquista-na-africa-do-sul/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Selokela Molamodi tinha quatro anos, sua professora perguntou à turma o que eles queriam ser quando crescessem. Enquanto seus colegas de classe desejavam profissões mais convencionais, como enfermeiros, médicos e advogados, a resposta de Molamodi, dada com uma determinação apaixonada, era: &#8220;Eu quero ser Ministra da Educação&#8221;.<span id="more-10560"></span></p>
<p>Seu amor pela educação e sua personalidade determinada acompanham Molamodi, que hoje tem 19 anos. No ano passado, ela se formou como primeira colocada em sua turma, tendo sido líder de turma na escola primária e na secundária. Equipada com uma autoconfiança inabalável e com princípios essenciais de transparência, honestidade e humildade, Molamodi evitou repetir o destino de muitas mulheres jovens sul-africanas—infecção por HIV, gravidez indesejada e abandono do ensino médio.</p>
<p>Ela diz que teve que lidar com as mesmas duras realidades que outras mulheres jovens—dificuldades financeiras, crime, violência, pressão dos colegas, a tentação dos “<em>blessers</em>” (homens mais velhos) e abuso de álcool e outras drogas. Ficar na escola a manteve focada, explicou Molamodi</p>
<p>“Ainda há muitas ideias erradas sobre HIV entre os jovens. Não falamos sobre sexo abertamente. Os jovens recebem conhecimento sobre saúde sexual e reprodutiva, mas não recebem conhecimento sobre como tomar decisões relacionadas ao sexo”, diz ela.</p>
<p>Na África do Sul, 1500 mulheres jovens e adolescentes (entre 15 e 24 anos) são infectadas pelo HIV por semana. Essas infecções representaram 29% de todas as novas infecções por HIV no país em 2017. Uma pesquisa mostrou que homens mais velhos, geralmente de cinco a oito anos mais velhos, são os principais responsáveis ​​pela infecção do HIV em mulheres mais jovens; e quando as mulheres chegam nos vinte e cinco anos, transmitem o vírus para homens da mesma idade.</p>
<p>“Há uma percepção entre as mulheres mais novas de que devemos ter um grande número de parceiros sexuais quando somos jovens, porque isso significa ser livre. Então, quando chegarmos aos vinte e poucos anos, deixaremos essa vida para trás e nos estabeleceremos. Mas as meninas não entendem que elas não têm controle sobre essas relações sexuais, que o consentimento delas não conta”, diz Molamodi.</p>
<p>Para incentivar o diálogo sobre essas e muitas outras questões enfrentadas por mulheres jovens, Molamodi iniciou o <em>You for You (Você por Você</em>, em tradução livre) quando estava em seu último ano de escola. “Eu chamo de movimento, não de organização”, diz Molamodi. “É sobre aceitar e amar a si mesma por você. Embora possamos existir como uma comunidade e um coletivo, devemos primeiro nos amar como indivíduos”, diz ela.</p>
<p>Molamodi e mais duas amigas que iniciaram o movimento com ela, fazem sessões individuais de orientação com outras jovens sobre questões como autoestima, positividade corporal, saúde sexual e reprodutiva e abuso de álcool e outras drogas. Ela também organizou dois eventos que focaram no empoderamento de mulheres jovens como líderes “para que possamos nos levantar como mulheres jovens e enfrentar a discriminação, juntas.”</p>
<p>Ela vê a iniciativa <strong><a href="https://www.usaid.gov/global-health/health-areas/hiv-and-aids/technical-areas/dreams">DREAMS</a></strong>—liderada pelo <strong><a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/">Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS</a></strong>—como a matriarca de uma família de mulheres jovens como ela. Na África do Sul, a DREAMS trabalha em estreita colaboração com a <em>She Conquers</em> (<em>Ela Conquista</em>, na tradução livre), uma campanha nacional dirigida pelo governo que visa capacitar mulheres jovens e meninas adolescentes a assumirem a responsabilidade por sua saúde.</p>
<p>“A parceria entre DREAMS e She Conquers nos proporcionou um espaço para conversas naturais sobre questões que nos afetam como mulheres jovens com outras mulheres jovens. Dá uma voz e traz iluminação. Por exemplo, a maioria das meninas que eu conheço fez o teste de HIV, mas nenhuma delas havia falado sobre isso, até DREAMS/She Conquers virem à nossa escola”, diz Molamodi.</p>
<p>“Esse é um dos tipos de iniciativa que aumentam a eficácia do que o UNAIDS está tentando conquistar”, diz Molamodi. “Sim, forneça às meninas serviços de prevenção e tratamento de HIV e de planejamento familiar sem discriminação, mas também peça nosso feedback. Dê-nos educação e informação e ensine que nossas ações têm consequências em nosso progresso ou regresso.”</p>
<p>Ela diz que gostaria de ver as conversas sobre prevenção do HIV e saúde sexual e reprodutiva acontecendo com mais frequência do que as conversas sobre carreira, capacitação e empreendedorismo.</p>
<p>Quanto à sua ambição para <em>You for You</em>, “eu quero ajudar a cultivar um continente de mulheres jovens que são confiantes o suficiente para se expressar; que são capazes de se defender e capacitar. Se eu conseguir ajudar alguém a dizer ‘eu não desisti’, então saberei que tive um propósito, que fui a razão de alguém para continuar.”</p>
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		<title>HPV e HIV—dois vírus, uma resposta</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/10/hpv-hiv-dois-virus-uma-resposta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 13:19:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de colo do útero]]></category>
		<category><![CDATA[HPV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero (ou câncer cervical)—uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada—é desenvolvido em mais de 500.000 mulheres a cada ano, metade das quais morrem devido à doença. Se os esforços de prevenção, triagem e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/10/hpv-hiv-dois-virus-uma-resposta/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O câncer de colo do útero (ou câncer cervical)—uma doença que pode ser prevenida por meio da vacinação contra o papilomavírus humano (HPV) e é curável quando detectada precocemente e tratada—é desenvolvido em mais de 500.000 mulheres a cada ano, metade das quais morrem devido à doença. Se os esforços de prevenção, triagem e tratamento do câncer de colo do útero não forem ampliados urgentemente, esse número pode dobrar até 2035.<span id="more-10012"></span></p>
<p>O câncer de colo do útero é uma doença oportunista entre pessoas vivendo com HIV, já que mulheres vivendo com HIV são mais propensas a desenvolver lesões pré-invasivas que podem, se não forem tratadas, progredir rapidamente para o câncer invasivo—mulheres vivendo com HIV são de quatro a cinco vezes mais mais propensas a desenvolver câncer cervical invasivo. A infecção por HPV aumenta significativamente o risco de transmissão do HIV tanto para homens como para mulheres.</p>
<p>Graças ao tratamento para o HIV, cada vez mais mulheres vivendo com HIV têm vidas longas e saudáveis, mas é necessário que essas mulheres não sucumbam a outras doenças, incluindo o câncer de colo do útero. “Não faz sentido salvar a vida de uma mulher da AIDS, apenas para deixá-la morrer de um câncer tratável ou prevenível,” disse o ex-presidente dos Estados Unidos, George W. Bush em outubro de 2015. O Instituto George W. Bush está liderando esforços para erradicar a AIDS e o câncer de colo do útero.</p>
<p>Nove em cada dez mulheres que morrem devido ao câncer de colo do útero vivem em países de baixa e média renda. A resposta ao câncer de colo do útero e ao HIV em conjunto nesses países é vital. Infelizmente, no entanto, a maioria dos países de baixa e média renda com alta prevalência de HIV tem programas limitados para prevenção e controle do câncer de colo do útero.</p>
<p>Há uma conscientização crescente sobre a necessidade de maximizar as sinergias entre a resposta à AIDS e os esforços para prevenir, diagnosticar e tratar o câncer de colo do útero por meio da vacinação, educação, triagem e tratamento do HPV. Da mesma forma, os programas de HIV existentes podem desempenhar um papel estratégico na expansão dos serviços de prevenção do câncer de colo do útero.</p>
<p>Reduzir o número de mortes decorrentes do câncer de colo do útero requer uma abordagem abrangente que inclua:</p>
<ul>
<li>Educação em saúde, incluindo educação sexual abrangente e apropriada à idade;</li>
<li>Vacinação contra o HPV para adolescentes;</li>
<li>Triagem de todas as mulheres com risco de desenvolver câncer de colo do útero. Os programas de triagem devem incluir aconselhamento, testagem e tratamento do HIV, bem como outros serviços de saúde sexual e reprodutiva e tratamento de lesões cervicais pré-cancerosas e câncer cervical invasivo e avançado;</li>
<li>Garantir o acesso aos cuidados paliativos, quando necessário.</li>
</ul>
<p>“Todas as mulheres vivendo com HIV precisam ter acesso a informações sobre o HPV e devem receber acompanhamento e tratamento do câncer de colo do útero, se necessário,” disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS.</p>
<p>Em maio de 2018, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR), o Instituto George W. Bush e o UNAIDS lançaram um esforço conjunto por meio de uma parceria de US$ 30 milhões para acelerar os esforços em oito países da África Subsaariana e garantir que mulheres e meninas vivendo com HIV sejam uma prioridade nos programas nacionais de prevenção e controle do câncer de colo do útero.</p>
<p>“Graças à generosidade do povo americano, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS salvou a vida de milhões de mulheres vivendo com HIV em todo o mundo,&#8221; disse Deborah Birx, Coordenadora Global de AIDS e Representante Especial dos EUA em Diplomacia para Saúde Global, no lançamento da parceria em maio de 2018. “Precisamos garantir que essas mesmas mulheres—mães, filhas, tias e avós—que estão vivendo com HIV e prosperando não sucumbam ao câncer de colo do útero.”</p>
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