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	<title>Michel Sidibé - UNAIDS Brasil</title>
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	<title>Michel Sidibé - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS felicita Michel Sidibé por nomeação como Ministro da Saúde e Assuntos Sociais do Mali</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2019 21:07:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS felicita Michel Sidibé por sua nomeação como Ministro da Saúde e Assuntos Sociais do Mali. Sidibé atuou como diretor executivo do UNAIDS por mais de 10 anos desde que foi nomeado como o segundo diretor executivo do UNAIDS e subsecretário-geral das Nações Unidas em janeiro de 2009. Um verdadeiro defensor de uma, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/05/unaids-felicita-michel-sidibe-por-nomeacao-como-ministro-da-saude-e-assuntos-sociais-do-mali/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS felicita Michel Sidibé por sua nomeação como Ministro da Saúde e Assuntos Sociais do Mali. Sidibé atuou como diretor executivo do UNAIDS por mais de 10 anos desde que foi nomeado como o segundo diretor executivo do UNAIDS e subsecretário-geral das Nações Unidas em janeiro de 2009. </p>



<span id="more-11506"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Um verdadeiro defensor de uma abordagem centrada nas pessoas para questões de saúde e desenvolvimento e um forte defensor da justiça social, Sidibé deixou uma contribuição notável para a resposta à AIDS, ajudando a salvar e melhorar as vidas de milhões de pessoas em todo o mundo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde que Sidibé assumiu seu cargo de diretor executivo do UNAIDS, houve um aumento de 170% no número de pessoas com acesso a terapia antirretroviral—de 8 milhões em 2010 para 21,7 milhões em 2017. Houve também uma queda de 45% nas mortes relacionadas à AIDS—de  1,7 milhão em 2008 para 940 mil em 2017. Além disso, as novas infecções por HIV foram reduzidas em 22%—de 2,3 milhões em 2008 para 1,8 milhão em 2017. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi uma honra, para mim, servir ao UNAIDS como diretor executivo e contribuir para a resposta global à AIDS”, disse Sidibé. “Gostaria de agradecer a todos os parceiros e funcionários do UNAIDS e especialmente aos membros das comunidades afetadas pelo HIV, que tornaram possíveis nossos sucessos. Com seu firme compromisso e determinação, conseguimos oferecer a milhões de pessoas serviços capazes de salvar vidas. Se continuarmos no curso e fizermos o que é certo—sempre colocando as pessoas em primeiro lugar e entregando resultados para as pessoas—,conseguiremos acabar com a AIDS.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão de Sidibé de zero nova infecção pelo HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS, e seu incansável advocacy para assegurar que todas as pessoas tenham acesso aos serviços de saúde, mantiveram o HIV no topo da agenda global. Seus apelos por solidariedade global e responsabilidade compartilhada fizeram com que os recursos para o HIV aumentassem em mais de um terço, de 15,9 bilhões de dólares em 2010 para 20,6 bilhões de dólares em 2017 nos países de baixa e média renda. Seu advocacy para que os países se apropriassem da resposta ao HIV ajudou a garantir que 56% dos recursos para HIV em países de baixa e média renda agora provenham de fontes domésticas, promovendo respostas sustentáveis de longo prazo à epidemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu compromisso com o conceito de acesso universal à prevenção, tratamento, assistência e apoio ao HIV resultou no fato de que a meta de atingir 15 milhões de pessoas vivendo com HIV com terapia antirretroviral até 2015 tenha sido atingida sete meses antes do previsto. Seu foco nos mais vulneráveis e marginalizados deu voz aos que não tinham voz, incluindo pessoas que usam drogas, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas trans, trabalhadoras do sexo, pessoas privadas de liberdade e pessoas em situação de deslocamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acreditando firmemente que nenhuma criança deveria nascer com HIV, sua liderança convocar o mundo à eliminação de novas infecções por HIV entre crianças contribuiu para uma redução de 60% nas novas infecções pediátricas por HIV desde 2009 nos 21 países prioritários do Plano Global para a eliminação de novas infecções pelo HIV entre as crianças até 2015. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante seu mandato, Sidibé liderou duas das mais bem-sucedidas declarações políticas da Assembléia Geral das Nações Unidas sobre o HIV, que apontavam populações-chave e incluíam as ambiciosas Metas de Aceleração da Resposta (Fast-Track) regionais e globais. Ele defendeu com sucesso a retirada do isolamento da AIDS, encorajando uma abordagem holística baseada em direitos humanos para incluir o HIV como parte da saúde sexual e reprodutiva e integrar as respostas às doenças interligadas, incluindo a tuberculose e o câncer do colo do útero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Gostaria de agradecer ao secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pelo seu apoio de longa data ao UNAIDS”, afirmou Sidibé. “Também sou grato ao Sistema das Nações Unidas por me permitir desenvolver minha carreira, desde quando comecei como profissional júnior de curto prazo na República Democrática do Congo para o Fundo das Nações Unidas para a Infância, em 1987, até me tornar subsecretário-geral das Nações Unidas, cerca de 20 anos depois.  Sou eternamente grato pelas oportunidades que me foram dadas.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os países mais afetados pelo HIV se uniram à convocação de Sidibé para alcançar as metas 90–90–90, através das quais o mundo se compromete a, até 2020, garantir que 90% das pessoas vivendo com HIV tenham sido diagnosticadas, que 90% destas pessoas tenham acesso ao tratamento, e que 90% das pessoas em tratamento tenham carga viral indetectável. Até o presente momento, cerca de 75% de todas as pessoas que vivem com o HIV conhecem seu estado sorológico positivo, e o foco foi aumentado nos testes de HIV e na expansão da terapia antirretroviral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua mobilização de parceiros para a criação de uma coalizão global para prevenção do HIV resultou na criação de um novo Roteiro de Prevenção até 2020 (HIV Prevention 2020 Road Map) para fortalecer e manter o compromisso político de prevenção primária do HIV e estabelecer termos de transparência e responsabilidade na prestação de serviços em grande escala para impedir novas infecções pelo vírus.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu compromisso de melhorar a vida de mulheres e meninas estimulou a ação da Resolução 1983 do Conselho de Segurança em 2011, que se concentrou em garantir o acesso à prevenção e ao tratamento de HIV para mulheres e meninas, na prevenção e resposta à violência sexual relacionada a conflitos e na construção da paz pós-conflito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A forte crença de Sidibé no poder das comunidades preparou o caminho para respostas ao HIV lideradas pela comunidade , que provaram ser um fator de transformação no aumento da aceitação de serviços de HIV e na criação de redes de apoio para melhorar a adesão ao tratamento e qualidade de vida das pessoas que vivem com o vírus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Seu compromisso, dedicação e paixão redobrados permitiram que Sidibé envolvesse chefes de estado, pessoas vivendo com HIV, comunidades afetadas, doadores, primeiras-damas, parlamentares, prefeitos, sociedade civil, cientistas, jovens e líderes de programas de HIV, trazendo todos ao redor da mesma mesa para galvanizar a ação com objetivo de acabar com a epidemia de AIDS,  desenvolvendo soluções focadas e sustentáveis para não deixar ninguém para trás. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sidibé tem sido um líder inspirador para o UNAIDS e para a resposta global ao HIV, e o UNAIDS agradece sinceramente por seus anos de serviço dedicado. Sidibé assumirá seu novo papel como Ministro de Saúde e Assuntos Sociais do Mali, com efeito imediato, e será substituído provisoriamente pela vice-diretora executiva de Gestão e Governança do UNAIDs,  Gunilla Carlsson.</p>
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		<title>UNAIDS dá boas-vindas a Shannon Hader como nova Vice-Diretora Executiva para Programa</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/02/unaids-da-boas-vindas-a-shannon-hader-como-nova-diretora-executiva-adjunta-para-programa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2019 19:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[António Guterres]]></category>
		<category><![CDATA[Deputy Executive Director of Programme]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou Shannon Hader como a nova vice-diretora executiva para Programa e secretária-geral assistente das Nações Unidas. “Shannon é uma líder excepcional em AIDS e Tuberculose (TB)—com vasta experiência na melhoria dos sistemas de saúde”, disse o Diretor Executivo da UNAIDS, Michel Sidibé. “De Washington ao Zimbábue, ela, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/02/unaids-da-boas-vindas-a-shannon-hader-como-nova-diretora-executiva-adjunta-para-programa/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, nomeou Shannon Hader como a nova vice-diretora executiva para Programa e secretária-geral assistente das Nações Unidas.<span id="more-10692"></span></p>
<p>“Shannon é uma líder excepcional em AIDS e Tuberculose (TB)—com vasta experiência na melhoria dos sistemas de saúde”, disse o Diretor Executivo da UNAIDS, Michel Sidibé. “De Washington ao Zimbábue, ela entende a epidemia e a resposta necessária nos níveis comunitário, nacional e global—sua visão e conhecimento serão fundamentais para o UNAIDS e para acabar com a epidemia de AIDS até 2030.”</p>
<p>Hader iniciou sua carreira nos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA e, mais recentemente, atuou como Diretora da Divisão de HIV e Tuberculose Global, uma importante agência implementadora do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR), com mais de 2000 funcionários em 45 países.</p>
<p>Antes de retornar ao CDC, ocupou o cargo de Vice-presidente e Diretora do Centro de Sistemas e Soluções de Saúde do Grupo Futures (agora Pallidum). Ela liderou a resposta ao HIV no Distrito de Columbia enquanto atuava como Diretora Adjunta Sênior de Administração em HIV/AIDS, Hepatite, DST e TB. E em 2017, ela foi candidata ao Congresso dos EUA.</p>
<p>Médica de saúde pública, a carreira de Hader abrange os espectros de pesquisa, programas e políticas. Ela é certificada em Medicina Interna, Pediatria e Doenças Infecciosas. Hader trabalhou na resposta ao HIV em várias pontos da África desde que se juntou ao CDC em 1999.</p>
<p>Shannon Hader assumirá seu novo papel em março de 2019.</p>
<p>“Desejo estender meu sincero agradecimento a Tim Martineau por servir interinamente ao UNAIDS como vice-diretor executivo para Programa”, disse Michel Sidibé.</p>
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		<item>
		<title>Mensagem do Diretor Executivo do UNAIDS: o legado de Koffi Annan para a AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/08/o-legado-de-koffi-annan-para-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 19:54:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Kofi Annan]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagem do Diretor Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Sidibé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mensagem do Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé Uma luz brilhante da África faleceu. Um africano de coração e cidadão global, Kofi Annan simbolizava o melhor da humanidade. Ele era um revolucionário, um inovador e um solucionador de problemas. Na virada do século, o negacionismo da AIDS estava no auge. Koffi Annan ajudou a, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/08/o-legado-de-koffi-annan-para-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i><span style="font-weight: 400;">Mensagem do Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé</span></i><span id="more-9553"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma luz brilhante da África faleceu. Um africano de coração e cidadão global, Kofi Annan simbolizava o melhor da humanidade. Ele era um revolucionário, um inovador e um solucionador de problemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na virada do século, o negacionismo da AIDS estava no auge. Koffi Annan ajudou a quebrá-lo. “Mais pessoas morreram por causas relacionadas à AIDS na África no ano passado do que em todas as guerras no continente. A AIDS é uma grande crise para o continente, os governos precisam tomar uma atitude. Devemos acabar com a conspiração do silêncio e a vergonha colocada sobre essa questão,” disse ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando Annan iniciou seu mandato como novo Secretário-Geral das Nações Unidas em 1997, as perspectivas para a epidemia de AIDS eram desanimadoras—cerca de 23,9 milhões de pessoas viviam com HIV, houve 3,5 milhões novas infecções por HIV e o acesso ao tratamento capaz de salvar vidas estava disponível para apenas poucos privilegiados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele, humildemente e diplomaticamente, instigou e convenceu líderes mundiais, e quando a mensagem não chegou, ele falou publicamente e energicamente. “Amigos, sabemos o que é preciso para reverter essa epidemia. Isso exige que todos os presidentes e primeiros-ministros, todos os parlamentares e políticos, decidam e declarem: &#8216;a AIDS para comigo’. A AIDS para comigo.” disse ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sob sua liderança, em 2000, o <a href="https://nacoesunidas.org/conheca/como-funciona/conselho-de-seguranca/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Conselho de Segurança das Nações Unidas</strong></a> adotou a resolução 1308, identificando a AIDS como uma ameaça à segurança global. Em 2001, foi realizada a Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas sobre HIV/AIDS—a primeira reunião de líderes mundiais sobre uma questão de saúde nas Nações Unidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2000, numa época em que menos de US$ 1 bilhão estava sendo investido na resposta à AIDS, ele pediu um orçamento de pelo menos US$ 7–10 bilhões para a AIDS, a tuberculose e a malária. Essa convocação e seu </span><i><span style="font-weight: 400;">lobby </span></i><span style="font-weight: 400;">articulado de líderes mundiais levaram à criação do <a href="https://unaids.org.br/?s=Fundo+Global+de+Combate+%C3%A0+AIDS%2C+Tuberculose+e+Mal%C3%A1ria&amp;submit=Ir" target="_blank" rel="noopener"><strong>Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária</strong></a>, que salvou milhões de vidas. Koffi Annan permaneceu como patrono do Fundo Global, ajudando a garantir que ele seja totalmente financiado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O <a href="https://nacoesunidas.org/tema/odm/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Objetivo de Desenvolvimento do Milênio</strong></a> de interromper e reverter a disseminação da AIDS e a Declaração de Compromisso das Nações Unidas sobre HIV/AIDS de 2001 estabeleceram metas de prevenção do HIV, mas não definiram metas concretas para o acesso ao tratamento. Na época, o custo dos medicamentos antirretrovirais era astronomicamente alto. Dialogando com a indústria farmacêutica, Koffi Annan ajudou a pavimentar o caminho para a eventual redução de preços. Quem acreditaria, em 2001, que o custo dos medicamentos antirretrovirais capazes de salvar vidas chegaria, até 2018, a US$ 60 por pessoa ao ano. Hoje, cerca de 21 milhões de pessoas estão em tratamento para o HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Koffi Annan usou habilmente seu poder de convocar para o bem. Quando soube que menos de 30% das pessoas tinham conhecimento sobre o HIV, ele reuniu líderes da mídia e ajudou a lançar a Iniciativa Global de Mídia sobre AIDS. Como resultado, centenas de horas de programas de conscientização relacionados à AIDS foram veiculados gratuitamente por empresas de mídia pública e privada em todo o mundo. Koffi Annan até apareceu com um personagem vivendo com HIV em </span><i><span style="font-weight: 400;">Vila Sésamo</span></i><span style="font-weight: 400;">, ajudando a reduzir o estigma e a discriminação contra crianças afetadas pelo HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu coração estava com as pessoas afetadas pelo HIV. Ele viu as realidades da epidemia do HIV em primeira mão. Ele sabia que a mudança acontece quando mulheres e meninas são empoderadas. &#8220;Isso requer mudanças reais e positivas que darão mais poder e confiança às mulheres e meninas e transformarão as relações entre mulheres e homens em todos os níveis da sociedade,&#8221; disse. “Isso requer mais recursos para as mulheres, leis melhores para as mulheres e mais espaços para as mulheres nas mesas de tomada de decisões. É preciso que todos vocês coloquem a luta contra a AIDS como uma prioridade pessoal, não apenas nesta sessão, ou neste ano, ou no próximo ano, mas em todos os anos até que a epidemia seja revertida.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele abraçou a diversidade. Ele foi vocal sobre os direitos de profissionais do sexo, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, pessoas que fazem uso de drogas e pessoas trans. “Precisamos ser capazes de proteger os mais vulneráveis. Se estamos aqui para tentar acabar com a epidemia, não teremos sucesso se fingirmos que essas pessoas não existem ou que elas não precisam de ajuda,” disse. “Precisamos ajudá-los e precisamos resistir a qualquer tentativa de impedir o reconhecimento da necessidade de ação e assistência a essas pessoas.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Koffi Annan tinha um lugar especial para o UNAIDS em seu coração. Ele reservou tempo para nós, manteve-se informado sobre o progresso alcançado na resposta à AIDS e doou os </span><i><span style="font-weight: 400;">royalties </span></i><span style="font-weight: 400;">do livro de discursos ‘Nós, os povos: uma ONU para o século vinte e um’ para o UNAIDS. Quatro semanas atrás, quando me encontrei com ele para almoçar, ele expressou felicidade com o quão longe chegamos, mas estava preocupado com a velocidade da resposta, que não está acompanhando a ambição que havíamos estabelecido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas décadas atrás, ele definiu o impacto da AIDS como a maior reversão na história do desenvolvimento humano, o maior desafio de nossa geração. Lembro-me de suas palavras ao aceitar o Prêmio de Liderança do UNAIDS em 2016. “Hoje, vemos um grande progresso, mas a luta ainda não acabou. Devemos continuar e acordar todas as manhãs prontos para lutar e lutar novamente, até vencermos.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No UNAIDS, prometemos que não descansaremos até que o fim da epidemia de AIDS seja alcançado. Nós devemos isso a ele.</span></p>
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		<title>Michel Sidibé conclui missão de 5 dias a Lesoto, África do Sul e Zâmbia</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/05/michel-sidibe-conclui-missao-de-5-dias-lesoto-africa-do-sul-e-zambia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 14:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Lesoto]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Sidibé]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Campbell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, completou uma visita de cinco dias a três países da África Austral. A missão incluiu discussões políticas de alto nível, o lançamento da sala de situação da saúde relacionada ao HIV em Lesotho e um diálogo franco e aberto com mulheres ativistas sobre como lidar com assédio, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/michel-sidibe-conclui-missao-de-5-dias-lesoto-africa-do-sul-e-zambia/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, completou uma visita de cinco dias a três países da África Austral. A missão incluiu discussões políticas de alto nível, o lançamento da sala de situação da saúde relacionada ao HIV em Lesotho e um diálogo franco e aberto com mulheres ativistas sobre como lidar com assédio e abuso sexual.<span id="more-8906"></span></p>
<p>Começando em Lesoto, o Sidibé assistiu ao lançamento da sala de situação da saúde relacionada ao HIV com o Vice-Primeiro Ministro, Monyane Moleleki. A modelo Naomi Campbell foi convidada pelo  UNAIDS para participar da visita de dois dias ao país e aprender mais sobre a resposta local ao HIV.</p>
<p>A sala de situação em Lesoto mostra dados de prestação de serviços em tempo real, produzindo um quadro abrangente e compreensivo da epidemia de HIV no país. Além disso, o novo mecanismo permite um feedback rápido dos resultados nos níveis nacional e comunitário e identifica gargalos no acesso aos serviços de saúde.</p>
<p>“O lançamento da sala de situação nos dá acesso a dados para moldar programas de saúde impactantes e eficientes. Esses são os tipos de inovações capazes de levar serviços àqueles que mais precisam deles e garantir que ninguém seja deixado para trás pela resposta à AIDS”, disse Sidibé.</p>
<p>Na véspera do lançamento, o Diretor Executivo do UNAIDS e Naomi Campbell visitaram o Hospital Queen II, em Maseru, também em Lesoto, e se reuniram com mulheres jovens vivendo com HIV e outras afetadas pela epidemia.</p>
<p>“Felicito o governo do Lesoto e os seus parceiros pelos progressos alcançados na resposta à AIDS. Mas o trabalho ainda está longe de ser concluído. A realidade é que não estamos alcançando meninas adolescentes e mulheres jovens. Deixo o Lesoto hoje empoderado, inspirado, encorajado e determinado a fazer tudo o que puder para dar ênfase a esta questão tão importante”, disse Naomi.</p>
<p>Na África do Sul, Sidibé discursou ao Parlamento Pan-Africano e destacou a importância de abordagens integradas de saúde centradas nas pessoas. Ele pediu que os parlamentares se comprometam a aumentar o financiamento com recursos domésticos para os serviços de saúde a fim de ampliar a sustentabilidade da resposta à AIDS no país e implementar mais medidas preventivas para melhorar a saúde das pessoas. Além disso, pediu que aprovem leis para proteger as mulheres e os grupos vulneráveis.</p>
<p>Sidibé deixou a sessão parlamentar para se encontrar com ativistas da sociedade civil preocupados com a resposta do UNAIDS às alegações de assédio sexual e abuso dentro da organização.</p>
<p>Em uma reunião de acompanhamento no dia seguinte, o Diretor Executivo do UNAIDS e mulheres ativistas se reuniram para discutir suas preocupações.</p>
<p>Sidibé concordou com ativistas em divulgar uma declaração após a reunião. “Eu as compreendo. Eu escutei todas vocês. Eu vou agir”, conclui Sidibé na declaração. <a href="https://unaids.org.br/2018/05/mensagem-do-diretor-executivo-do-unaids-apos-reuniao-com-lideres-da-sociedade-civil-na-africa-do-sul/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Clique aqui para conhecer o conteúdo da declaração.</strong></a></p>
<p>Durante a sua visita à África do Sul, Sidibé realizou reuniões separadas com o Presidente, Cyril Ramaphosa, o Vice-Presidente e o Presidente do Conselho Nacional Sul-Africano de AIDS, David Mabuza, e o Ministro da Saúde, Aaron Motsoaledi. Eles discutiram planos para aumentar o número de pessoas em tratamento no país para 2 milhões até 2020 e a necessidade de capacitar as autoridades locais e provinciais para aproximar os serviços de tratamento e prevenção das comunidades vulneráveis.</p>
<p>A última etapa da visita aos países do Sul da África foi em Lusaka, na Zâmbia, para conferir o Prêmio de Liderança 2018 do UNAIDS a Kenneth Kaunda—o primeiro presidente da Zâmbia após a independência do Reino Unido—por seus esforços no fortalecimento da resposta à epidemia no país.</p>
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	            data-title="Michel Sidibé conclui missão de 5 dias a Lesoto, África do Sul e Zâmbia" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/05/michel-sidibe-conclui-missao-de-5-dias-lesoto-africa-do-sul-e-zambia/">Michel Sidibé conclui missão de 5 dias a Lesoto, África do Sul e Zâmbia</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mensagem do Diretor Executivo do UNAIDS após reunião com líderes da sociedade civil na África do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 14:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Sidibé]]></category>
		<category><![CDATA[violência sexual e de gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante minha recente visita à África do Sul, eu as escutei atentamente e as compreendi. A epidemia do HIV está inseparavelmente ligada à violência sexual e de gênero e ambas nunca podem ser separadas. Precisamos da dedicação dos defensores dessa causa para levar adiante essas questões. Proponho que nos unamos para enfrentar o assédio, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/05/mensagem-do-diretor-executivo-do-unaids-apos-reuniao-com-lideres-da-sociedade-civil-na-africa-do-sul/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante minha recente visita à África do Sul, eu as escutei atentamente e as compreendi. A epidemia do HIV está inseparavelmente ligada à violência sexual e de gênero e ambas nunca podem ser separadas. Precisamos da dedicação dos defensores dessa causa para levar adiante essas questões.<span id="more-8931"></span></p>
<p>Proponho que nos unamos para enfrentar o assédio sexual e a desigualdade de gênero. Uma agenda transformadora para enfrentar o assédio sexual e a desigualdade de gênero é urgente. Vamos trabalhar juntos para isso, vamos usar nosso tempo e nossa energia nesta importante agenda.</p>
<p>Falar a verdade ao poder está no cerne da existência da sociedade civil, portanto a sociedade civil nunca deve se sentir ameaçada a se calar por medo da perda de recursos, sejam financeiros ou outros. Vocês são uma colaboração autônoma e essencial para a resposta à AIDS, e nós devemos sempre preservar isso.</p>
<p>Mulheres e homens do UNAIDS, em toda a sua diversidade, apreciam o apoio da sociedade civil, que se colocou ao lado de cada um e cada uma em solidariedade e em apoio à igualdade e aos direitos das mulheres.</p>
<p>Vamos unir o movimento do HIV em torno dessas questões. Trabalhando juntos, podemos definir um movimento dinâmico capaz de abordar as intersecções entre o HIV, o assédio sexual e a desigualdade de gênero. Em colaboração com vocês, eu estou convocando uma reunião de mulheres na África para forjar o caminho rumo a  fim do assédio sexual.</p>
<p>Eu as compreendo. Eu escutei todas vocês. Eu vou agir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Michel Sidibé</p>
<p>Diretor Executivo do UNAIDS</p>
<p>Subsecretário-Geral das Nações Unidas</p>
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		<title>Entrevista com Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, pela Global Health Now, parte I: &#8220;Ninguém quer que a dignidade de seu filho, mãe ou esposa seja desrespeitada&#8221;</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/10/entrevista-com-michel-sidibe-diretor-executivo-do-unaids-pela-global-health-now-parte-i-ninguem-quer-que-dignidade-de-seu-filho-mae-ou-esposa-seja-desrespeitada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2017 14:19:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 26 de setembro, o portal Global Health Now publicou uma entrevista com o diretor executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, realizada na Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg. Na primeira parte da sessão de perguntas, Sidibé compartilhou sua perspectiva sobre os desafios e o alcance das metas 90-90-90, a intolerância generalizada com pessoas, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/entrevista-com-michel-sidibe-diretor-executivo-do-unaids-pela-global-health-now-parte-i-ninguem-quer-que-dignidade-de-seu-filho-mae-ou-esposa-seja-desrespeitada/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 26 de setembro, o portal Global Health Now publicou uma entrevista com o diretor executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, realizada na Escola de Saúde Pública Johns Hopkins Bloomberg. Na primeira parte da sessão de perguntas, Sidibé compartilhou sua perspectiva sobre os desafios e o alcance das metas 90-90-90, a intolerância generalizada com pessoas vivendo com o HIV e seu segredo para trabalhar com líderes nacionais.</p>
<p>O Diretor Executivo começou dizendo que, ainda que mereçam destaque as grandes realizações na resposta ao HIV/AIDS na comunidade global, é importante ressaltar que ainda há muito o que fazer: 17 milhões de pessoas em todo o mundo ainda precisam de tratamento, especialmente as populações mais vulneráveis ​​que não têm acesso à prevenção e ao tratamento necessário.<span id="more-7428"></span></p>
<p><strong>Você poderia nos dar uma atualização sobre as metas 90-90-90?</strong></p>
<p>É a primeira vez na luta contra esta epidemia que podemos começar a pensar em quebrar sua coluna vertebral, porque nunca antes poderia ser dito que a mortalidade foi reduzida em 50%. Nunca antes foi possível destacar a redução da infecção em alguns países importantes, por causa de suas taxas de HIV historicamente elevadas, como na África do Sul, Zimbábue, Zâmbia.</p>
<p>Também pela primeira vez, tem-se mais pessoas em tratamento do que esperando por ele. Portanto, creio que estamos vendo uma história de sucesso mas metas 90-90-90. Já vemos que quase 78% das pessoas estão sendo avaliadas. Globalmente, o número de pessoas em tratamento é superior a 58%, perto de 60%. Portanto, estamos muito felizes com o que estamos vendo com as metas 90-90-90.</p>
<p><strong>Mas 2020 se aproxima muito rápido.</strong></p>
<p>Sim. Pela primeira vez na história conseguimos colocar mais de 1,5 milhão de pessoas em tratamento por ano. Portanto, se continuarmos a manter o mesmo ritmo, alcançaremos nossas metas 90-90-90 até 2020.</p>
<p><strong>Destacaram-se muitos sucessos recentes na luta contra o HIV. É preocupante que esses sucessos também gerem complacência? E que as pessoas possam perder o foco na urgência de combater a AIDS?</strong></p>
<p>Eu acho que o maior desafio que temos hoje é complacência. Estamos percebendo com preocupação que somos vítimas de nossas histórias de sucesso. Os jovens não se protegem mais e o perigo é que as pessoas sintam que acabou. A questão é que o foco deve manter-se apesar do progresso, pois é a única maneira de acabar com a epidemia de AIDS até 2030. Ainda temos 17 milhões de pessoas sem acesso ao tratamento. Ainda temos todas as populações-chave: pessoas que injetam drogas, profissionais do sexo, homens que fazem sexo com homens, meninas jovens mais vulneráveis, população imigrante e prisioneiros, todos os grupos ainda afetados por esta epidemia de forma muito séria. Devemos continuar sendo capazes de alcançá-los. Para tanto, precisamos alterar nossas políticas e fazer mudanças em nosso enfoque em entrega de serviços, precisamos garantir que as leis não sejam repressivas.</p>
<p><strong>Este é um grande desafio. Quero dizer, você está falando não só sobre mudar as leis, mas sobre mudar a cultura e as atitudes.</strong></p>
<p>Sim.</p>
<p><strong>Como fazê-lo?</strong></p>
<p>Acredito que um dos principais desafios sobre HIV/AIDS é que estamos falando de sexo. Quando você fala sobre sexo, fala sobre estereótipos culturais, fala sobre o indivíduo e sobre abordagens mais emocionais ou religiosas. Não podemos permitir não fomentar um vínculo entre evidências científicas e mudanças sociais. E para fazer isso, a sociedade civil desempenha um papel fundamental; líderes comunitários, mulheres líderes, jovens, igreja, líderes políticos, todos são parte essencial. Hoje não temos uma epidemia de HIV, temos epidemias múltiplas. Portanto, eu pessoalmente acredito que cada epidemia precisa de uma abordagem específica. E temos que internalizar isso para realmente entender e desenvolver estratégias, o que nos ajudará a abordá-las de forma holística.</p>
<p><strong>Você vê uma intolerância crescente com as pessoas marginalizadas de que você falou?</strong></p>
<p>Eu acredito que estou vendo uma tendência conservadora séria, pessoas que não entendem por que estamos gastando muito dinheiro, energia e tempo para chegar a pessoas que estão injetando drogas, por exemplo. No entanto, fazê-los compreender é o nosso trabalho e temos testemunhado uma transformação gradual. Estamos vendo que, no caso da China, onde havia tolerância zero para usuários de drogas há alguns anos atrás, hoje em dia eles possuem os maiores programas de redução de danos. Penso que é importante trazer evidências científicas para a discussão com os políticos. Fazer com que eles entendam o que estamos danificando com a perda da população que é completamente dizimada porque precisa se esconder, e que medidas apropriadas devem ser tomadas para abordar esta população, ou isto continuará prejudicando o crescimento sustentável.</p>
<p><strong>Você é bem conhecido por sua persuasão, especialmente trabalhando com líderes nacionais, sobre os quais você não tem real poder, mas é muito persuasivo. Qual é o seu segredo?</strong></p>
<p>Eu sempre tento garantir que as pessoas tenham certeza de que sou genuíno e que o que estou tentando promover não é um privilégio para ele ou pra mim, mas sim para as pessoas que estão aí fora aguardando seu apoio. Penso que, quando você fala sobre dignidade, respeitando a dignidade das pessoas, quando você fala sobre a construção de uma sociedade, que será realmente mais tolerante, acredito que os líderes tendem a responder a tais questões porque são questões sensíveis, ninguém quer que a dignidade de seu filho, mãe ou esposa seja desrespeitada.</p>
<p>Portanto, sempre tento estar baseado em evidências, provar que é rentável, colocar sonho no que fazemos também. Sem sonhos, não é possível. Os líderes são tomados como reféns por questões difíceis todos os dias. Se você consegue fazê-los acreditar que… seu legado será bebês nascidos sem HIV&#8230; Creio que estão à procura de esperança.</p>
<p><strong>Quando você procura persuadir as pessoas, o que é mais efetivo? Dados ou histórias?</strong></p>
<p>Eu acho que as histórias humanas são, para mim, mais eficazes do que dados. Os dados são fornecidos como um segundo elemento. Eles sempre convencem as pessoas porque os conectam a uma história real. A história é a ferramenta mais importante para a comunicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Resposta à AIDS é considerada um modelo para o sucesso dos ODS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/aids-desbravadora-sucesso-ods/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jul 2017 14:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Sidibé]]></category>
		<category><![CDATA[ODS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Erradicar a pobreza e promover a prosperidade em um mundo em mudança&#8221; é o tema da revisão do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas de 2017 sobre a Agenda de Desenvolvimento Sustentável de 2030 e o progresso rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que acontece em Nova York (EUA), de 10, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/aids-desbravadora-sucesso-ods/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Erradicar a pobreza e promover a prosperidade em um mundo em mudança&#8221; é o tema da revisão do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas de 2017 sobre a Agenda de Desenvolvimento Sustentável de 2030 e o progresso rumo aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que acontece em Nova York (EUA), de 10 a 19 de julho.<span id="more-6648"></span></p>
<p>O Fórum Político de Alto Nível de 2017 tem a missão de realizar uma revisão aprofundada dos ODS sobre a pobreza (ODS1), fome (ODS2), saúde (ODS3), igualdade de gênero (ODS5), infraestrutura e inovação (ODS9) , Oceanos (ODS14) e meios de implementação e parceria global para o desenvolvimento sustentável (ODS17).</p>
<p>A Agenda para o Desenvolvimento Sustentável de 2030 dá escala global ao que a resposta à AIDS tem feito há 30 anos—uma abordagem multissectorial baseada em direitos e centrada nas pessoas que aborda as determinantes da saúde e do bem-estar. Em discurso durante o painel <i>Alavancando Interligações para Implementação Efetiva dos ODS</i>, Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, compartilhou experiências e lições aprendidas com a resposta à AIDS, bem como do trabalho do UNAIDS, abordando as várias interseções entre a epidemia e outros problemas de saúde, direitos humanos e questões mais amplas de desenvolvimento como um modelo desbravador para ajudar a alcançar os ODS.</p>
<p>CITAÇÕES</p>
<p>“A natureza integrada, indivisível e interligada dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável exige uma discussão aprofundada sobre a interconexão entre os diversos objetivos e metas. Há um grande corpo de pesquisa analítica e de evidências de fontes diversas, apoiando a formulação integrada de políticas, sua implementação e monitoramento.”<br />
<strong>Marie Chatardová, Vice Presidente do Conselho Econômico e Social das Nações Unidas e Representante Permanente da República Checa às Nações Unidas.</strong></p>
<p>“Nenhum setor pode alcançar os objetivos da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável sozinho—juntos somos mais fortes. A resposta à AIDS tem anos de experiência centrada nas pessoas para avançar nosso compromisso com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.”<br />
<strong>Michel Sidbé, Diretor Executivo do UNAIDS.</strong></p>
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	            data-title="Resposta à AIDS é considerada um modelo para o sucesso dos ODS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/07/aids-desbravadora-sucesso-ods/">Resposta à AIDS é considerada um modelo para o sucesso dos ODS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Como a compaixão, a visão e a inovação dos EUA  podem acabar com a epidemia de AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/05/como-compaixao-eua-acabar-epidemia-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 May 2017 17:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[epidemia]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Sidibé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 15 anos, a visão e a generosidade dos Estados Unidos salvaram milhões de vidas e impediram que a AIDS se tornasse um risco de segurança global. A maioria das 18 milhões de pessoas em tratamento de HIV hoje deve sua vida aos Estados Unidos. Os investimentos americanos estão permitindo que milhões de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/05/como-compaixao-eua-acabar-epidemia-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 15 anos, a visão e a generosidade dos Estados Unidos salvaram milhões de vidas e impediram que a AIDS se tornasse um risco de segurança global. A maioria das 18 milhões de pessoas em tratamento de HIV hoje deve sua vida aos Estados Unidos. Os investimentos americanos estão permitindo que milhões de pessoas vivam vidas saudáveis ​​e contribuam significativamente para suas sociedades e economias.<span id="more-6460"></span></p>
<p>Tenho testemunhado diretamente a cura e esperança que tem sido a marca do compromisso da América. Há quinze anos, muitos países na África enfrentaram o desespero, com famílias inteiras e comunidades perdidas pela AIDS.</p>
<p>Hoje, eu visito esses mesmos lugares e conheço pessoas vivendo com HIV que estão prosperando. Eu vejo famílias e comunidades inteiras novamente. Vejo uma nova geração de crianças nascidas livres de HIV.</p>
<p>Na verdade, o mundo está significativamente mais perto de eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, um importante marco estabelecido conjuntamente pelo Governo dos Estados Unidos e o UNAIDS. Desde 2009, as novas infecções por HIV entre crianças diminuíram mais de 80% em alguns dos países mais afetados. A África do Sul, o país com a maior epidemia de AIDS, reduziu as novas infecções entre crianças em 84% desde 2009.</p>
<p>Há também menos órfãos—mães e pais estão vivos e saudáveis ​​por causa do tratamento, permitindo-lhes apoiar os seus filhos para ficarem livres do HIV durante o crescimento. A igreja, com sua grande rede de hospitais em toda a África, está na vanguarda da entrega de medicamentos e programas para comunidades inteiras—transformando vidas, reavivando a esperança.</p>
<p>Prevenir a morte de milhões de pessoas no auge de suas vidas ajudou a proteger uma geração e a criar um mundo mais estável. Vários anos atrás, a ex-Secretária de Estado dos EUA Condoleezza Rice afirmou, ao discursar em Washington, que &#8220;onde o desespero persiste, não estamos seguros.&#8221; Na África, um continente com enorme potencial econômico, com uma força de trabalho em expansão e educada e uma população jovem em crescimento, é vital acabar com a epidemia de AIDS.</p>
<p>Desde 2002, com apoio bipartidário que une as administrações políticas, a estratégia global dos Estados Unidos contra a AIDS, iniciada pelo presidente George W. Bush e sustentada pelo presidente Barack Obama, produziu resultados sem precedentes. O Congresso Americano defendeu esse trabalho com o Vice-Presidente Pence, o ex-secretário de Estado John Kerry e o ex-senador Bill Frist desempenhando papéis importantes.</p>
<p>O UNAIDS tem atuado ao lado dos Estados Unidos em cada etapa, fornecendo dados críticos sobre a epidemia e apoiando o desenvolvimento de estratégias nacionais com metas claras e mecanismos de relatórios. Defendemos políticas que acelerem o acesso à prevenção e ao tratamento do HIV para pessoas necessitadas. Estamos reunindo governos, empresas e sociedade civil em uma coalizão sem precedentes que fez progressos extraordinários no controle da epidemia.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, o Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS (PEPFAR) ajudou a dobrar o número de pessoas em tratamento do HIV. Aumentou a eficiência, reduziu o custo de entrega, engajou-se com as comunidades e abraçou a diversidade. Os resultados PEPFAR recentemente divulgados mostram que no Malawi, Zâmbia e Zimbabwe a epidemia começa a ficar sob controle.</p>
<p>Os Estados Unidos têm sido pioneiros e apoiadores em inovações e avanços nas ciência essenciais para salvar vidas, e os pesquisadores americanos estão na vanguarda da busca de uma cura e vacina para o HIV.</p>
<p>Foi uma boa notícia que o orçamento de 2017 refletiu a continuação da forte liderança bipartidária dos EUA na resolução da AIDS. Um apoio igualmente forte é fundamental em 2018. Possíveis cortes na assistência internacional e nos programas globais de AIDS nos EUA teriam consequências devastadoras.</p>
<p>Os Estados Unidos não são os únicos a impulsionar o progresso. À medida que a economia mundial cresce, os países estão aumentando cada vez mais seus próprios investimentos na resposta ao HIV. A África do Sul paga em grande parte a sua própria conta, assim como a maioria dos países mais ricos da América Latina e da Ásia. Em 2015, os recursos de países de renda baixa e média representavam 57% do total de recursos disponíveis para a AIDS. Temos de continuar a construir este impulso à medida que avançamos com urgência para alcançar todos os que necessitam.</p>
<p>A oportunidade de acabar com a AIDS é real. No entanto, uma abordagem da resposta sem investimento na aceleração nos custará caro. Mais de 18 milhões de homens, mulheres e crianças vivendo com HIV estão sem tratamento. Devemos acelerar o ritmo da ação e precisaremos de liderança ainda mais forte para ter sucesso. Os próximos quatro anos são cruciais—eles vão determinar se vamos acabar com a epidemia de AIDS ou se ela continuará indefinidamente.</p>
<p>A liderança dos Estados Unidos, que nos trouxe até este ponto, é necessária para terminar o trabalho. O presidente Trump e os líderes de ambos os partidos no Congresso têm uma oportunidade histórica de liderar o mundo para acabar com a AIDS—uma vitória humanitária que antes parecia impossível, mas que está agora ao alcance.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Artigo de opinião de Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS e Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas, originalmente publicado em: <a href="http://thehill.com/blogs/pundits-blog/healthcare/332433-how-american-compassion-vision-and-innovation-can-end-the-aids" target="_blank" rel="noopener noreferrer">The Hill</a></em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/05/como-compaixao-eua-acabar-epidemia-aids/">Como a compaixão, a visão e a inovação dos EUA  podem acabar com a epidemia de AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS e USC se unem para melhorar conhecimento sobre #ZeroDiscriminação em saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 21:37:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em todo o mundo, as pessoas continuam enfrentando barreiras no acesso a serviços de saúde de qualidade e no aproveitamento do mais alto padrão possível de saúde, apesar do fato de o direito de viver livre de discriminação estar consagrado em vários tratados de direitos humanos, leis nacionais e constituições. O motivo dessa ocorrência, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/04/melhorar-base-de-conhecimento-zerodiscriminacao-servicos-saude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em todo o mundo, as pessoas continuam enfrentando barreiras no acesso a serviços de saúde de qualidade e no aproveitamento do mais alto padrão possível de saúde, apesar do fato de o direito de viver livre de discriminação estar consagrado em vários tratados de direitos humanos, leis nacionais e constituições.<span id="more-6091"></span></p>
<p>O motivo dessa ocorrência varia entre países e comunidades, mas algumas barreiras estão presentes em todos os lugares. As evidências mostram que as pessoas são freqüentemente estigmatizadas e discriminadas em ambientes de saúde por causa de seu estado sorológico positivo para o HIV, por causa de raça, idade, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero, ou uma interseção de muitos outros motivos.</p>
<p>Existem várias iniciativas que visam abordar a discriminação relacionada ao HIV, mas muitas vezes não possuem uma estratégia conjunta. Para reunir os esforços atuais de todas as partes interessadas relevantes e para assegurar que todos, em todos os lugares, desfrutem de serviços de saúde sem discriminação, o UNAIDS e o Programa de Saúde Global e Direitos Humanos da University of Southern California se associaram para mapear ferramentas existentes para avaliar e tratar o estigma e a discriminação nos serviços de saúde relacionados ao HIV.</p>
<p>O repositório na web e o localizador de ferramentas em <a href="http://zerohivdiscrimination.com/">www.zeroHIVdiscrimination.com</a> irá contribuir para aumentar o conhecimento das ferramentas existentes e facilitar seu uso.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p><em>&#8220;O UNAIDS reitera seu compromisso de abordar as lacunas na justiça social e na inclusão que impedem esforços para acabar com a epidemia da AIDS. O estigma e a discriminação relacionados ao HIV nos serviços de saúde têm impactos negativos substanciais sobre a qualidade de vida, sobre o uso dos serviços e também sobre a resposta global ao HIV.&#8221;</em></p>
<p><strong>Michel Sidibé</strong>, Diretor Executivo do UNAIDS</p>
<p><em>&#8220;Objetivos globais e compromissos recentes sobre estigma e discriminação relacionados ao HIV nos serviços de saúde ilustram o aumentando no entendimento de que nós não podemos abordar o HIV com sucesso sem enfrentar o estigma e a discriminação nos serviços de saúde. Tornar acessível a variedade de ferramentas disponíveis para facilitar este trabalho é uma contribuição importante para a resposta ao HIV nos níveis local, nacional e global.&#8221;</em></p>
<p><strong>Laura Ferguson</strong>, Diretora Associada, Programa sobre Saúde Mundial e Direitos Humanos, Instituto de Saúde Mundial, University of Southern California.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/04/melhorar-base-de-conhecimento-zerodiscriminacao-servicos-saude/">UNAIDS e USC se unem para melhorar conhecimento sobre #ZeroDiscriminação em saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O Comitê Científico e Técnico do UNAIDS pede por revolução na testagem de HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 17:03:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os participantes de uma reunião do Comitê Consultivo Científico e Técnico do UNAIDS (Scientific and Technical Advisory Committee—STAC) pediram ao UNAIDS que lidere os esforços globais para estimular uma revolução na área de testagem de HIV. O objetivo é conseguir que 90% das pessoas vivendo com HIV conheçam o seu estado sorológico até 2020., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/04/comite-cientifico-tecnico-unaids-pede-revolucao-testagem-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os participantes de uma reunião do Comitê Consultivo Científico e Técnico do UNAIDS (Scientific and Technical Advisory Committee—STAC) pediram ao UNAIDS que lidere os esforços globais para estimular uma revolução na área de testagem de HIV. O objetivo é conseguir que 90% das pessoas vivendo com HIV conheçam o seu estado sorológico até 2020. Em 2015, apenas 60% das pessoas HIV-positivas sabiam que estavam vivendo com o vírus.<span id="more-6074"></span></p>
<p>Em uma avaliação preliminar dos progressos realizados em relação às metas 90-90-90, realizada entre 9 e 10 de abril em Genebra, na Suíça, os participantes ouviram que o diagnóstico tardio de HIV representa a maior barreira para um aumento das taxas de supressão viral de HIV em todo o mundo. Novas tecnologias para testagem surgiram, mas os programas precisam alcançar as pessoas que precisam de serviços de testagem para o HIV.</p>
<p>As principais barreiras à aceitação do teste de HIV incluem falta de conscientização individual sobre o risco, estigma, barreiras legais e estruturais, custos associados, como deslocamento para os serviços de saúde e a percepção de que há pouco benefício em diagnosticar a infecção pelo HIV se não houver sintomas. Os participantes ouviram que muitas pessoas evitam procurar serviços de testagem para HIV em estabelecimentos de saúde, uma vez que ambos os tempos de deslocamento e de espera podem muitas vezes ser longos. As barreiras ao teste são freqüentemente vivenciadas por jovens, homens e membros de populações-chave.</p>
<p>Os participantes do encontro em Genebra concordaram que o apoio político e financeiro para a testagem de HIV deve ser significativamente ampliado e que o foco principal dos serviços de testagem de HIV deve ser transferido do centro de saúde para a comunidade. Os trabalhadores comunitários têm um papel crítico na ampliação dessas estratégias centradas nas pessoas. O Comitê recomendou que o UNAIDS desenvolva um roteiro para uma revolução na área de testagem de HIV, para ser revisado e comentado pelo Comitê em sua próxima reunião, em julho.</p>
<p>O Comitê recomendou também que o UNAIDS dê ênfase em alavancar as metas 90-90-90 para melhor mostrar a ligação entre a resposta ao HIV e a agenda de saúde sustentável. Uma das constatações foi a de que os serviços de testagem de HIV fornecem uma plataforma para a triagem de outros problemas de saúde. Da mesma forma, esse impulso e ênfase às 90-90-90 também oferecem oportunidades para lidar com a escassez de mão-de-obra em saúde.</p>
<p><div id="attachment_6078" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/04/20170413_STAC-02.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6078" class="wp-image-6078 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/04/20170413_STAC-02.jpg" width="960" height="618" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/04/20170413_STAC-02.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/04/20170413_STAC-02-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/04/20170413_STAC-02-768x494.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/04/20170413_STAC-02-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><p id="caption-attachment-6078" class="wp-caption-text">Reunião do Comitê Consultivo Científico e Técnico do UNAIDS (Scientific and Technical Advisory Committee—STAC)</p></div></p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p><em>&#8220;Nós temos que estar descontentes. Embora tenhamos feito um progresso considerável em nossa resposta à AIDS, temos muito mais a fazer, especialmente para aqueles que estão sendo deixados de lado.&#8221;</em></p>
<p><strong>Diane Havlir</strong>, Co-Presidente do STAC e Professora de medicina na Universidade da Califórnia, São Francisco</p>
<p><em>&#8220;A revolução da testagem de HIV deve ser um elemento de destaque na agenda. Nós devemos fazer um melhor trabalho para alcançar os homens jovens com os serviços de testagem de HIV e nós precisamos mover o teste de HIV do serviço de saúde para a comunidade.&#8221;</em></p>
<p><strong>Michel Sidibé</strong>, Diretor Executivo, UNAIDS</p>
<p><em>&#8220;Nós precisamos acelerar o ritmo de ampliação no alcance do tratamento. Nós adicionamos 2,4 milhões de novas pessoas no tratamento de HIV em 2015, em ambos 2013 e 2014 o aumento foi 2,2 milhões. Se pudermos aumentar a adesão anual ao tratamento do HIV em 3 milhões, nós poderemos alcançar o nosso objetivo global de ter 30 milhões de pessoas em tratamento para HIV até 2020.&#8221;</em></p>
<p><strong>Sharonann Lynch</strong>, membro do STAC e conselheira política de HIV/ tuberculose, Médicos Sem Fronteiras</p>
<p><em>&#8220;A taxa de supressão viral completa na população é a última indicação de quão bem estamos indo em relação às metas 90-90-90. Nós precisamos priorizar, assegurando que as pessoas em terapia antirretroviral recebam o monitoramento de carga viral.&#8221;</em></p>
<p><strong>Max Essex</strong>, membro e Presidente do STAC, Harvard AIDS Institute</p>
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