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	<title>Mateus Solano - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Mateus Solano - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Artistas devem apoiar luta da ONU por um mundo melhor, defende Mateus Solano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Mar 2018 15:01:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030. “A classe artística, como formadora de opinião, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/03/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para Mateus Solano, artistas precisam apoiar as Nações Unidas na divulgação e na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, um conjunto ambicioso de metas para acabar com a pobreza, combater a mudança global do clima e promover a igualdade entre homens e mulheres até 2030.<span id="more-8530"></span></p>
<p>“A classe artística, como formadora de opinião e como classe que tem um contato direto com o coração das pessoas, tem uma responsabilidade muito importante nessa luta por um mundo melhor”, afirmou Mateus em entrevista à ONU no Brasil. Na avaliação do ator, o papel de seus colegas deve ser “multiplicar a ideia e os esforços para que os ODS sejam cumpridos até 2030”.</p>
<p>Entre as metas da agenda da ONU, adotada em 2015 pelos 193 países-membros da Organização, estão compromissos com o fim da fome e da miséria, com a redução das desigualdades, com uma educação de qualidade para todos, com a preservação da natureza, com a promoção da saúde e com a adoção de padrões sustentáveis de consumo e produção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3zA6GXS6Fts" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“A gente precisa que os ODS sejam cumpridos em bloco. Se você comete um preconceito de gênero, você gera um problema de justiça. Se você tem um problema de meio ambiente, isso pode virar um problema de saúde. Está tudo interligado”, explica Mateus.</p>
<p>No fim de 2017, o ator participou da campanha Geração do Amanhã, uma iniciativa da Rede Globo para disseminar os ODS junto ao público do canal. O projeto também realizou, com apoio técnico do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a série de debates online Repercutindo Ideias, com especialistas das diferentes áreas contempladas pela agenda das Nações Unidas.</p>
<p>O envolvimento de Mateus com a ONU, porém, é mais antigo. Em 2014, após a repercussão do personagem gay Félix, da novela Amor à Vida, o ator foi escolhido pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) para o ocupar o cargo honorário de embaixador da Boa Vontade da agência.</p>
<p>“A partir de um personagem na televisão, que falava muito sobre o preconceito e a intolerância com as diferenças, eu tive um convite na vida real, que foi, sem dúvida, o convite que mais me enobreceu como ser humano”, lembra o artista.</p>
<p>Filho de diplomata, Mateus conta que a ONU “sempre o rondou” como ideia, “a ideia de que nós vivamos num mundo em que nos respeitemos”.</p>
<p>“A ONU me lembra muito a Mafalda, do Quino. O sonho da Mafalda era ser a tradutora da ONU e, quando os Estados Unidos fossem falar com a Rússia (durante a Guerra Fria), ela traduziria tudo ‘errado’, de uma forma boa. Assim, como tradutora da ONU, ela ia promover a paz mundial”, brinca o artista.</p>
<p>Para Mateus, alcançar os ODS exigirá mudanças de comportamento de toda a sociedade.</p>
<p>“O ser humano gosta de encontrar uma forma de viver e de repetir (essa forma), porque ali ele se sente mais confortável. Mas existem hábitos que a gente repete automaticamente, sem pensar sobre eles. Muitos desses hábitos são ruins para o planeta, para o próximo, para quem está a sua volta e para você mesmo. Existe muito preconceito aprendido.”</p>
<p>“Não faz sentido a gente estar aqui se não for para mudar”, completa o ator.</p>
<p><em>Com informações de: <a href="https://nacoesunidas.org/artistas-devem-apoiar-luta-da-onu-por-um-mundo-melhor-defende-mateus-solano/" target="_blank" rel="noopener">ONU Brasil</a></em></p>
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		<title>Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Mar 2017 19:10:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) lança uma campanha publicitária pelo respeito e pelo fim da discriminação: #EseFosseComVocê. Os quatro filmes, que são apoiados pela Globo e serão exibidos nos intervalos da programação a partir de 7 de março, contam com a participação dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/03/mateus-solano-e-wanessa-camargo-estrelam-campanha-unaids-pelo-fim-da-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) lança uma campanha publicitária pelo respeito e pelo fim da discriminação: <em>#EseFosseComVocê</em>. Os quatro filmes, que são apoiados pela Globo e serão exibidos nos intervalos da programação a partir de 7 de março, contam com a participação dos Embaixadores de Boa Vontade do UNAIDS Mateus Solano e Wanessa Camargo. O lançamento da campanha acontece no programa Encontro com Fátima Bernardes desta segunda-feira (6/3), que traz como um dos temas de debate a discriminação com pessoas vivendo com HIV.<br />
<span id="more-5592"></span></p>
<p>A ação é apoiada por meio da plataforma de defesa de direitos humanos<a href="https://unaids.org.br/2016/08/com-o-apoio-da-onu-globo-lanca-plataforma-de-mobilizacao-social-em-parceria-com-organizacoes-nao-governamentais-pela-luta-por-direitos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em> Tudo Começa pelo Respeito</em></a>, lançada pela Diretoria de Responsabilidade Social da Globo em 2016. Criados pela Ogilvy Brasil, os filmes provocam a reflexão e o debate sobre as diferentes formas de discriminação que ainda existem na sociedade, em pleno século XXI: contra cor, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, religião, deficiência e até mesmo sorologia positiva para o HIV, entre tantas outras.</p>
<p>“O pano de fundo para a campanha é uma sala de cinema em uma grande capital do país. Em formato de experimento social, os filmes simulam situações reais que ocorrem diariamente nos mais diversos momentos da vida cotidiana dos brasileiros”, conta Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “O objetivo é realmente provocar desconforto em quem assiste aos filmes e provocar uma reflexão construtiva sobre como cada pessoa reagiria caso se deparasse diretamente com uma situação dessas de envolvendo preconceito e discriminação.”</p>
<p>Através de lentes de câmeras escondidas instaladas na bilheteria de um cinema, o vendedor é flagrado colocando os clientes diante de situações evidentes de discriminação em relação à pessoa que se sentará na poltrona ao seu lado durante o filme. Ao incitar a reflexão com a pergunta “E se fosse com você?”, Mateus Solano e Wanessa Camargo encerram os filmes com uma mensagem inspiradora, com o objetivo de promover a empatia e o respeito para a construção de uma sociedade livre da discriminação.</p>
<p><strong>Situações retratadas nos filmes – e seus desdobramentos</strong></p>
<p>Dentre todas as formas de discriminação vivenciadas até os dias de hoje por todo o Brasil, nos mais diversos ambientes e situações, os criadores da campanha escolheram retratar especificamente quatro delas: a discriminação contra pessoas vivendo com HIV, contra negros, contra pessoas com deficiência e contra nordestinos – esta última ainda muito comum nas regiões Sul e Sudeste do país. O objetivo é o de que essas histórias representem, mesmo que de forma simbólica, o conjunto das situações discriminatórias reportadas por diversas outras populações e grupos.</p>
<p><strong>Pessoas vivendo com HIV</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignleft wp-image-5717" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png" width="400" height="213" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5.png 1914w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-300x159.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-768x408.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-1024x544.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-1800x956.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-5-720x383.png 720w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Nessa situação, o atendente do cinema, de forma discriminatória, avisa ao comprador que sua poltrona será ao lado de uma pessoa soropositiva. A reação do cliente segue a linha discriminatória do caixa ao dizer que não aceita a poltrona sugerida. Dados da PCAP (Pesquisa de Comportamentos, Atitudes e Práticas) de 2013, do Ministério da Saúde mostram que 90,8% das pessoas afirmam saber que uma pessoa com aparência saudável pode estar infectada pelo HIV. Contudo, cerca de 26% dos entrevistados ainda acreditam que uma pessoa pode ser infectada pelo HIV ao compartilhar talheres ou ao usar banheiros públicos. E quase 67% deles não sabem que uma pessoa que esteja tomando medicamento para HIV tem menos risco de transmitir o vírus para outra pessoa.  De acordo com pesquisa realizada pelo Índice de Estigma sobre Pessoas Vivendo com HIV (<u>People Living with HIV Stigma Index</u>), pessoas que vivem com HIV têm altas probabilidades de sofrerem insultos verbais, assédio e ameaças.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/88ta0Isifto" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><strong>População afrodescendente</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5719" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png" width="400" height="223" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1.png 1898w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-300x167.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-768x428.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-1024x570.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-1800x1002.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-1-720x401.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Nesse filme, o atendente faz comentário discriminatório parecido e deixa o casal da fila perplexo, sem reação. No Brasil, estatísticas apontam que a violência contra jovens homens negros é crescente e com elevada disparidade em relação aos jovens homens brancos – o que sugere que a população negra tem expectativa de vida menor (2011, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/5211/1/Comunicados_n91_Din%C3%A2mica_Demogr%C3%A1fica.pdf">fonte</a></u>).  Em estudo feito no município do Rio de Janeiro, observou-se que mulheres negras e pardas são majoritariamente atendidas em estabelecimentos públicos, 58,9% e 46,9%, respectivamente, e nas maternidades conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS), 29,6% e 32%, respectivamente. Por outro lado, quase metade das brancas, 43,7%, tiveram seus partos realizados em maternidades privadas. A mesma pesquisa mostrou que um terço das mulheres negras e pardas não conseguiu atendimento no primeiro estabelecimento procurado e, no parto vaginal, recebeu menos anestesia (2005, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0034-89102005000100013">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>Pessoas com deficiência</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5718" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png" width="400" height="224" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1.png 1891w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-300x168.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-768x431.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-1024x574.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-1800x1009.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-4-1-720x404.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>O terceiro filme mostra o atendente do cinema comentando com uma cliente que a poltrona dele é ao lado de um deficiente. Ela reage imediatamente ao ato discriminatório perguntando de volta “qual o problema?” – e o atendente tenta justificar sua posição. O Censo 2010 apontou que a taxa de alfabetização para a população total foi de 90,6%, enquanto a do segmento de pessoas com pelo menos uma das deficiências foi de 81,7%. Em 2010, 6,7% das pessoas com deficiência possuíam diploma de curso superior, enquanto 10,4% das pessoas sem deficiência o possuíam (2010). Em 2010 havia, sem instrução e fundamental completo, um total de 61,1% das pessoas com deficiência, entre as pessoas sem nenhuma deficiência, esse número era 38.2% (2010).</p>
<p><strong>Discriminação regional</strong></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-5722" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png" width="400" height="214" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3.png 1916w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-300x160.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-768x410.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-1024x547.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-1800x962.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/esefossecomvc-3-720x385.png 720w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a>Para simbolizar a discrimnação geralmente praticada até os dias de hoje pelas pessoas das regiões Sul e Sudeste do país contra aquelas vindas das regiões Norte e Nordeste, o quarto filme mostra o vendedor de bilhetes do cinema dizendo a uma senhora que a poltrona escolhida por ela fica ao lado de um nordestino. Essa situação também deixa a pessoa sem entender o que se passa: “Como assim?”, indaga. As desigualdades regionais ainda são marcantes no país. Em 2004, a média de anos de estudos da população nordestina era de 5,5, contra 7,5 anos no Sudeste (2011, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.ipea.gov.br/igualdaderacial/images/stories/pdf/segundaedicao.pdf">fonte</a></u>). O segundo maior motivo de denúncias na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância de São Paulo é relacionado à discriminação contra nordestinos (2016, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2016/02/24/negros-e-nordestinos-sao-principais-vitimas-de-discriminacao-em-sp.htm">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>Outras populações e grupos discriminados</strong></p>
<p>Preconceito é a atitude negativa – ou seja, uma avaliação ou julgamento – em relação aos membros de um grupo social. Como atitude, ele envolve emoções como medo, desgosto, raiva e desprezo. Enquanto o estigma reside na estrutura e nas relações da sociedade, o preconceito reside na mente dos indivíduos. A discriminação é comportamento. Refere-se ao tratamento diferenciado dos indivíduos de acordo com seu pertencimento a um determinado grupo. Discriminação, o ato, é distinto de preconceito, a atitude. Muitos outros grupos e populações são vulneráveis a essas situações em seu cotidiano: por serem LGBTI+, refugiados, imigrantes, praticarem uma ou outra religião, vestirem-se de um determinado jeito&#8230;</p>
<p>De acordo com estimativas calculadas pelo UNAIDS, a homofobia, por exemplo, custa ao Brasil  2,3 bilhões de dólares por ano &#8211; o que daria mais de 7 bilhões de reais por ano pela cotação média de março de 2017. O custo da homofobia para cada país é calculado a partir da construção de um índice de homofobia, que considera aspectos de homofobia institucional (legislação) e homofobia social (aceitação da diversidade sexual). O cálculo considera o custo em  termos de perda de produtividade (desemprego, negação de promoção) e em termos de saúde (saúde mental, física, morte prematura por crime de ódio). O índice de homofobia no Brasil é de 0,338. O Brasil está atrás de Uruguai (0,189), Argentina (0,298) e México (0,321). O índice para América Latina é de 0,489. Quanto menor o índice, mais inclusivo é o país (2016, <u><a style="color: #0000ff;" href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2016-prevention-gap-report_en.pdf">fonte</a></u>).</p>
<p><strong>“É difícil imaginar que até hoje muitas pessoas ainda sejam obrigadas a enfrentar algum tipo de discriminação ao longo de suas vidas, simplesmente por serem quem são. Isso precisa acabar! E essa mudança, começa pelo respeito.”</strong></p>
<p>(Mateus Solano, ator e Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS)</p>
<p><strong>“Ter uma atitude Zero Discriminação significa aceitar e respeitar o direito que cada pessoa tem de viver sua vida de forma digna e plena. Chega de discriminação em nossa sociedade. Que eu, você e todo mundo possamos ser quem somos, do jeito que queremos ser. E que sejamos respeitados por isso.”</strong></p>
<p>(Wanessa Camargo, cantora e Embaixadora de Boa Vontade do UNAIDS)</p>
<p><strong>ZERO DISCRIMINAÇÃO</strong></p>
<p>A iniciativa <span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/zero_discriminacao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Zero Discriminação</a></span> do UNAIDS celebra o direito de todos a uma vida plena e produtiva com dignidade. Por meio de seus Embaixadores de Boa Vontade e de diversas ações pelo mundo, o UNAIDS busca mobilizar principalmente jovens e comunidades na promoção da inclusão e do respeito – não importando origem, orientação sexual, identidade de gênero, estado sorológico para HIV, raça ou etnia, ou qualquer outra condição passiva de discriminação. A borboleta da campanha – símbolo da transformação – representa o compromisso em assumir um comportamento aberto à diversidade e ao respeito.</p>
<p><strong>TUDO COMEÇA PELO RESPEITO</strong></p>
<p>Racismo. Violência. Assédio. Homofobia. Machismo. Em tempos como esse, é preciso mobilizar a sociedade para o fortalecimento de uma cultura que não apenas tolere, mas respeite direitos. Em parceria com UNESCO, UNICEF, UNAIDS e ONU MULHERES, a Globo lançou, em setembro de 2016, a plataforma ‘Tudo começa pelo Respeito’, um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTs, negros, deficientes, religiosos, soropositivos e públicos vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união de esforços e de iniciativas conjugadas com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo quer sensibilizar a sociedade sobre a importância da tolerância e do respeito para o bem comum. A ideia é ganhar espaço nas conversas em casa, no trabalho, na hora do lazer, em todos os momentos e lugares em que haja espaço para a reflexão. E, principalmente, incentivar o primeiro passo para uma mudança de atitude.</p>
<p><strong>UNAIDS</strong></p>
<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lidera e inspira o mundo para alcançar sua visão compartilhada de zero novas infecções por HIV, zero discriminação e zero mortes relacionadas à AIDS. O UNAIDS une os esforços com 11 organizações &#8211; ACNUR, UNICEF, PMA, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS e Banco Mundial &#8211; e trabalha em estreita colaboração com parceiros nacionais e globais para acabar com a epidemia da AIDS até 2030 como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Saiba mais em <a href="http://www.unaids.org.br/"><strong>unaids.org.br</strong></a> e conecte-se com a gente no <a href="http://www.facebook.com/unaidsbrasil"><strong>Facebook</strong></a>, <a href="https://twitter.com/unaidsbrasil"><strong>Twitter</strong></a> e <strong>Instagram</strong>.</p>
<p><span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/03/2017_03_06_PressRelease_Mateus-Solano-e-Wanessa-Camargo-estrelam-campanha-do-UNAIDS_V5_completo.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Acesse o comunicado de imprensa completo aqui.</a></span></p>
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	            data-title="Mateus Solano e Wanessa Camargo estrelam campanha  do UNAIDS pelo fim da discriminação" 
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		<title>Mateus Solano, Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS, apoia campanha #ElesPorElas da ONU Mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[budhi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 11:41:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Quantos preconceitos uma mulher precisa superar ao longo da vida?”. Essa é a pergunta da atriz Camila Pitanga, a Embaixadora da ONU Mulheres no Brasil, em um dos vídeos da nova campanha do movimento ElesPorElas HeForShe, que está sendo lançada hoje. Com um tom incisivo e desafiador, a campanha, criada pela agência Heads Propaganda, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/11/mateus-solano-embaixador-de-boa-vontade-do-unaids-no-brasil-apoia-nova-campanha-do-movimento-elesporelas-heforshe-da-onu-mulheres/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Quantos preconceitos uma mulher precisa superar ao longo da vida?”. Essa é a pergunta da atriz Camila Pitanga, a Embaixadora da ONU Mulheres no Brasil, em um dos vídeos da nova campanha do movimento ElesPorElas HeForShe, que está sendo lançada hoje. Com um tom incisivo e desafiador, a campanha, criada pela agência Heads Propaganda em parceria com a ONU Mulheres, conta com personalidades brasileiras compartilhando depoimentos pessoais sobre machismo, racismo, transfobia, e diferentes formas de violência, preconceitos e privilégios.<u></u><u></u></p>
<p><span id="more-4559"></span></p>
<div id="attachment_4560" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-4560" class="wp-image-4560 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga-1024x706.jpg" alt="camila pitanga" width="640" height="441" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga-1024x706.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga-300x207.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga-768x529.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga-720x496.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/11/camila-pitanga.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-4560" class="wp-caption-text">Camila Pitanga, embaixadora da ONU Mulheres Brasil, é uma das apoiadoras do movimento ElesPorElas HeForShe</p></div>
<p>Visando a mobilizar a sociedade a assinar o compromisso pela igualdade de gênero no site <a href="http://www.elesporelas.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.ElesPorElas.org</a> e discutir questões mais sensíveis enfrentadas pelas mulheres no Brasil e no mundo, a campanha contou com o apoio de 10 artistas e atletas brasileiros. Camila Pitanga, Mateus Solano, Sheron Menezzes, Bruno Gagliasso, Marcelo D2, Preta Gil, Lea T, Amanda Nunes, Anselmo Vasconcelos e Erico Brás aparecem em filmes, anúncios e peças de mobiliário urbano, indoor media e internet. O objetivo central é ampliar o diálogo sobre os direitos das mulheres e impulsionar os progressos para alcançar a igualdade de gênero.<u></u><u></u></p>
<p>“Nessa campanha, quisemos ir além de informar sobre a importância de viver livre de preconceitos, de conquistar a igualdade de gênero e garantir os direitos das mulheres e meninas. Cada personagem dessa campanha dá depoimentos reais e sinceros sobre o que vivem (e vivemos) e por que é importante fazer parte desse movimento para mudar a nossa realidade de machismo, racismo, sexismo e homofobia. Em cada uma dessas histórias, nós imediatamente identificamos a forte presença e as graves consequências do preconceito na nossa cultura, e é por isso que nos tocam tão profundamente. Sabemos que um lugar onde as mulheres usufruem de seus direitos é um lugar onde todas as pessoas usufruem de seus direitos. A nova campanha mostra exatamente isso: que o movimento HeForShe é um movimento de todos e todas nós, para todos e todas nós”, disse a Dra. Nadine Gasman, Representante da ONU Mulheres no Brasil.<u></u><u></u></p>
<p>“A violência contra as mulheres não é um problema apenas das mulheres. É meu, seu, de todos nós. E a publicidade pode contribuir muito para endereçar esse problema e colocá-lo na pauta da sociedade”, explica Astério Segundo, Diretor de Criação da Heads Propaganda.<u></u><u></u></p>
<p>Os cinco filmes, estrelados por Camila Pitanga, Sheron Menezzes, Preta Gil, Anselmo Vasconcelos e Lea T, foram produzidos pela produtora Delicatessen com direção de Gustavo Leme, para TV e internet.<br />
“São mensagens muito tocantes e que colocam luz sobre muitas atitudes comuns do dia a dia. Desde o início do projeto, ficamos bastante honrados em poder apoiar essa iniciativa da ONU Mulheres e nos empenhamos ao máximo para traduzir essa importância de conscientizar a sociedade sobre os direitos das mulheres”, destaca Gustavo Leme, diretor dos filmes.<u></u><u></u></p>
<p>O lançamento oficial da campanha acontece neste 21 de novembro, no marco dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres.<u></u><u></u></p>
<p>Os vídeos e anúncios serão divulgados online pelos seguintes canais:<br />
Twitter:<a href="http://www.twitter.com/elesporelas" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span>twitter.com/elesporelas<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span></a><br />
Facebook:<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span><a href="http://www.facebook.com/ElesPorElasHeforShe" target="_blank" rel="noopener noreferrer">facebook.com/ElesPorElasHeforShe</a><br />
Instagram:<a href="https://www.instagram.com/heforshe/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span>www.instagram.com/elesporelas_heforshe</a><u></u><u></u></p>
<p>Os vídeos estão disponíveis para visualização pelo YouTube:<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span><a href="https://youtu.be/fB1-QzEB_5g" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Camila Pitanga</a><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span>|<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span><a href="https://youtu.be/BK71N8IVQwU" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lea T</a><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span>|<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span><a href="https://youtu.be/BB5my2Gj_iA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Preta Gil</a><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span>|<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span><a href="https://youtu.be/asPXUgDLYvM" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Sheron Menezzes</a><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span>|<span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span><a href="https://youtu.be/Gp5Uhegl1Hk" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Anselmo Vasconcelos</a><u></u><u></u></p>
<p><strong>Sobre o movimento ElesPorElas HeForShe</strong><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"><b> </b></span></p>
<p>O movimento de solidariedade ElesPorElas HeForShe foi criado pela ONU Mulheres para reunir pessoas de todos os sexos, gêneros, raças, etnias e classes sociais num esforço global para a remoção das barreiras sociais e culturais que limitam as mulheres e as impedem de usufruir de seus direitos humanos.<u></u><u></u></p>
<p>Desde seu lançamento em 2014 pelo Secretário Geral da ONU, Ban Ki-moon, e pela Embaixadora da Boa Vontade da ONU Mulheres, Emma Watson, centenas de milhares de pessoas de todo o mundo — incluindo Chefes de Estado, CEOs, personalidades globais, e pessoas de diferentes estilos de vida e classes sociais — apoiaram o movimento e se comprometeram com a igualdade de gênero. O movimento HeForShe tem sido o tema de mais de dois bilhões de conversações nas redes sociais, da realização de milhares de eventos em todos os cantos do mundo, além de já ter recebido cerca de um milhão de compromissos na plataforma online <a href="http://www.elesporelas.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.ElesPorElas.org</a> (ou <a href="http://www.onumulheres.org.br/elesporelas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.HeForShe.org/pt</a>), que oferece conteúdo para orientar os internautas sobre o que fazer e como divulgar o movimento.<u></u><u></u></p>
<p>A plataforma online contabiliza compromissos e coleta informação e depoimentos sobre o status da igualdade de gênero em seus países e comunidades, de forma a rastrear o impacto do movimento ElesPorElas HeForShe. Para que essa informação seja acurada e para incentivar o compromisso, o movimento HeForshe busca obter o maior número possível de assinaturas pelo site.<u></u><u></u></p>
<p><strong>Sobre a ONU Mulheres</strong><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"><b> </b></span></p>
<p>A ONU Mulheres é a Entidade das Nações Unidas pela Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres. Exerce um papel de liderança global em prol das mulheres e meninas de todo o mundo para que tenham direito a uma vida livre de discriminação, violência e pobreza, colocando a igualdade de gênero como um requisito central para se alcançar o desenvolvimento. A ONU Mulheres apoia os Estados-membros da ONU no estabelecimento de padrões globais para alcançar essa igualdade, trabalhando junto aos governos e à sociedade civil para formular leis, políticas, programas e serviços necessários à implementação desses padrões.<u></u><u></u></p>
<p><strong>Sobre a Heads Propaganda</strong><span class="m_-3006017058453136256m_928827355687244968gmail-m_7856581115002414432apple-converted-space"> </span></p>
<p>Com 27 anos de atuação, a Heads Propaganda é uma agência de publicidade de capital 100% nacional e atuação em todo o Brasil, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba. A agência é há dois anos a empresa do setor que mais cresce no Brasil de acordo com levantamento realizado pela consultoria Deloitte. Também foi eleita como uma das melhores empresas para se trabalhar no país, de acordo com o Great Place to Work nos últimos cinco anos. A Heads faz parte da Worldwide Partners Inc, rede formada por 80 agências independentes e presentes em mais de 50 países. A Heads Propaganda, primeira agência de publicidade da América Latina a assinar os Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU Mulheres e do Pacto Global das Nações Unidas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onumulheres.org.br/noticias/personalidades-brasileiras-protagonizam-nova-campanha-do-movimento-elesporelas-heforshe-da-onu-mulheres/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ONU Mulheres</a></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/11/mateus-solano-embaixador-de-boa-vontade-do-unaids-no-brasil-apoia-nova-campanha-do-movimento-elesporelas-heforshe-da-onu-mulheres/">Mateus Solano, Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS, apoia campanha #ElesPorElas da ONU Mulheres</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mateus Solano, estrela da televisão brasileira, é nomeado Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil</title>
		<link>https://unaids.org.br/2014/08/1258/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 20:41:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) comemorou a indicação de seu primeiro Embaixador de Boa Vontade no Brasil e porta-voz oficial da iniciativa Zero Discriminação no país, Mateus Solano, no dia 22 de agosto, na Casa da ONU. No Brasil, o ator Mateus Solano alcançou grande repercussão e sucesso com seu, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2014/08/1258/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) comemorou a indicação de seu primeiro Embaixador de Boa Vontade no Brasil e porta-voz oficial da iniciativa Zero Discriminação no país, Mateus Solano, no dia 22 de agosto, na Casa da ONU.<span id="more-1258"></span></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1264 size-large aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o-1024x683.jpg" alt="10494999_744228688990083_1938151525681682454_o" width="640" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10494999_744228688990083_1938151525681682454_o.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>No Brasil, o ator Mateus Solano alcançou grande repercussão e sucesso com seu último papel em uma telenovela, <em>Amor à Vida</em>, interpretando o primeiro beijo entre homens gays na história da televisão brasileira. Ao desempenhar seu novo papel, como Embaixador de Boa Vontade e porta-voz de Zero Discriminação, Mateus Solano usará de seu prestígio para trazer à tona o debate sobre a discriminação e a promoção dos direitos humanos.</p>
<p>A cerimônia de nomeação contou com a presença do Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS e Secretário-Geral Adjunto das Nações Unidas, Luiz Loures; do Coordenador Residente da ONU no Brasil e Representante Residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Jorge Chediek; do Diretor do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, FábioMesquita; da Embaixadora dos Estados Unidos junto ao Brasil, Liliana Ayalde; e da Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, além de outras autoridades e de representantes da sociedade civil.</p>
<p>“Hoje, no Brasil, ninguém deveria morrer de AIDS. As estruturas existem, os serviços e tratamentos são gratuitos.”, salientou Georgiana Braga-Orillard na abertura da solenidade.<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1266 size-large aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10648424_744231378989814_1293559993972174220_o-1024x683.jpg" alt="10648424_744231378989814_1293559993972174220_o" width="640" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10648424_744231378989814_1293559993972174220_o-1024x683.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10648424_744231378989814_1293559993972174220_o-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10648424_744231378989814_1293559993972174220_o-1800x1200.jpg 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10648424_744231378989814_1293559993972174220_o-720x480.jpg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/08/10648424_744231378989814_1293559993972174220_o.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Segundo Fábio Mesquita, o ator protagonizou um “momento épico” da televisão brasileira que representou um passo muito importante na luta contra a discriminação no Brasil. “Estou certo de que Mateus trará uma nova energia a essa luta”, completou.</p>
<p>“Mateus Solano conseguiu, com a excelência de seu personagem, dar atenção à temática da discriminação que sofrem os homossexuais”, afirmou Luiz Loures. “Tenho certeza que será um excelente Embaixador.” Na novela, o personagem mantinha uma relação difícil com seu pai, que não aceitava e discriminava o filho.</p>
<p>“É uma honra ser Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS”, disse Mateus Solano. “Agora, mais do que nunca, é necessário conscientizar o público, principalmente os jovens, sobre as melhores formas de prevenir o HIV e tratar a AIDS—e sobretudo de acabar com qualquer espécie de discriminação”, afirmou.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/A9qv8Xdp4qU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>Luiz Loures agradeceu ao artista por aceitar este novo papel e lembrou que seu prestígio e popularidade aproximarão os jovens à resposta à AIDS no país. “Infelizmente, os jovens que viveram o início da epidemia há 30 anos não tinham acesso à informação, o que os tornou vulneráveis à AIDS. Hoje, embora os jovens tenham acesso à educação e informação, por algum motivo, não estão se prevenindo como deveriam. Acredito que Mateus desempenhará um importante papel no diálogo com os jovens mais vulneráveis e na disseminação de mensagens de prevenção ao HIV.”</p>
<p>O Coordenador Residente da ONU no Brasil, Jorge Chediek parabenizou o UNAIDS pela iniciativa e cumprimentou Mateus Solano por unir-se à luta contra a discriminação. &#8220;A discriminação é uma doença que deve ser combatida no coração das pessoas&#8221;, destacou.</p>
<p>A Embaixadora Liliana Ayalde saudou a nomeação de Mateus Solano e reforçou o apoio às ações conjuntas para a melhoria no acesso à saúde e proteção dos direitos de populações mais vulneráveis no país. “Estamos ansiosos para trabalhar com o Brasil, o UNAIDS, outras organizações multilaterais e parceiros internacionais para derrubar barreiras, para cuidar e ao mesmo tempo aumentar a conscientização sobre a diversidade de gênero.”, completou.</p>
<p>&#8220;Estou tão nervoso hoje. Nunca desempenhei um papel tão importante na minha vida&#8221;, disse o ator e novo Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil. No encerramento da cerimônia, Mateus Solano reiterou seu compromisso para com a meta do UNAIDS de alcançar a visão de zero nova infecção por HIV, zero discriminação e zero morte relacionada à AIDS.</p>
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		<title>Mateus Solano é nomeado Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2014 14:14:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mateus Solano, o ator que fez enorme sucesso com o personagem Félix da novela Amor à Vida, será nomeado Embaixador de Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/ AIDS (UNAIDS) nesta sexta-feira, 22 de agosto, às 11h, na Casa das Nações Unidas.A solenidade contará com a presença do Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2014/08/mateus-solano-e-nomeado-embaixador-de-boa-vontade-do-unaids-no-brasil/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Mateus Solano, o ator que fez enorme sucesso com o personagem Félix da novela <em>Amor à Vida,</em> será nomeado Embaixador de Boa Vontade do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/ AIDS (UNAIDS) nesta sexta-feira, 22 de agosto, às 11h, na Casa das Nações Unidas.<a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1290 alignleft" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano-684x1024.jpg" alt="Mateus_Solano" width="298" height="446" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano-684x1024.jpg 684w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano-200x300.jpg 200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano.jpg 1202w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano-801x1200.jpg 801w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/09/Mateus_Solano-481x720.jpg 481w" sizes="auto, (max-width: 298px) 100vw, 298px" /></a>A solenidade contará com a presença do Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS e Secretário-Geral Adjunto da ONU, Luiz Loures, o Coordenador Residente da ONU, Jorge Chediek, e a Embaixadora dos Estados Unidos junto ao Brasil, Liliana Ayalde, além de outras autoridades e representantes da sociedade civil.</p>
<p style="text-align: left;"><span id="more-1288"></span></p>
<p style="text-align: left;">Mateus Solano protagonizou, ao lado do ator Thiago Fragoso, o beijo mais esperado da história da tevê brasileira, o primeiro beijo entre gays de uma telenovela. Mateus prevê usar de seu prestígio para apoiar o UNAIDS e promover direitos humanos, mobilizando o seu público por meio de mensagens que reiteram a importância do fim de todo e qualquer tipo de discriminação.</p>
<p style="text-align: left;">“Mateus Solano conseguiu, com a excelência de seu personagem, dar atenção à temática da discriminação que sofrem os homossexuais”, afirmou Luiz Loures. “Tenho certeza que será um excelente Embaixador.” Na novela, o personagem mantinha uma relação difícil com seu pai, que não aceitava e discriminava o filho.</p>
<p style="text-align: left;">“É uma honra ser Embaixador de Boa Vontade do UNAIDS”, disse Mateus Solano. “Agora, mais do que nunca, é necessário conscientizar o público, principalmente os jovens, sobre as melhores formas de prevenir o HIV e tratar a AIDS—e sobretudo de acabar com qualquer espécie de discriminação”, afirmou.</p>
<p style="text-align: left;">BRASILIENSE—Mateus Solano nasceu em Brasília em 1981, mas cresceu no Rio de Janeiro, onde vive atualmente. Já atuou em mais de 30 peças em teatros paulistas e cariocas, além de fazer participações em vários seriados da TV brasileira. Seus primeiros papéis de destaque ocorreram em 2009, na minissérie <em>Maysa &#8211; Quando Fala o Coração</em>, em que interpretou o compositor Ronaldo Bôscoli; no mesmo ano, na novela <em>Viver a Vida</em>; e, em 2012, na minissérie <em>Gabriela</em>, com o personagem Mundinho Falcão. A consagração veio em <em>Amor à Vida</em>, como Félix—personagem muito comentado e que conquistou a simpatia do público.</p>
<p style="text-align: left;">AIDS—O Relatório Gap do UNAIDS, lançado em julho de 2014, estima que existam aproximadamente 19 milhões de pessoas no mundo que vivem com o HIV e não o sabem. Do total estimado de 35.5 milhões de pessoas vivendo com HIV no mundo, aproximadamente 5.4 milhões são jovens entre 10 e 24 anos.</p>
<p style="text-align: left;">Na América Latina, as novas infecções por HIV estão aumentando, principalmente devido ao aumento de novas infecções entre gays e homens que fazem sexo com homens. Um número significativo de novas infecções por HIV na Ásia, na África, na América do Norte, na Europa ocidental e oriental estão ocorrendo entre esses homens. No entanto, em todo o mundo, apenas 1 em cada 10 gays e outros homens que fazem sexo com homens recebe um mínimo de serviços de prevenção ao HIV, principalmente devido ao estigma e à discriminação.</p>
<p style="text-align: left;">Data: Sexta-feira, 22 de agosto<br />
Hora: 10h00 distribuição de credenciais à imprensa<br />
(o início do evento está previsto para às 11h00)<br />
Local: Casa das Nações Unidas, SEN quadra 802, conj C, lote 17</p>
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