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	<title>juventude - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Fast-Track Cities: em Santa Catarina, o GAPA promove prevenção combinada do HIV à população jovem</title>
		<link>https://unaids.org.br/2023/02/ftc-santa-catarina-promove-prevencao-combinada-hiv-populacao-jovem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 18:52:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2022 do Ministério da Saúde mostram que no Brasil, entre 2011 e 2021, mais de 52 mil jovens entre 15 e 24 anos vivendo com HIV evoluíram para a AIDS. Para responder a esse contexto, a ONG Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) de Santa Catarina desenvolveu, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2023/02/ftc-santa-catarina-promove-prevencao-combinada-hiv-populacao-jovem/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2022 do Ministério da Saúde mostram que no Brasil, entre 2011 e 2021, mais de 52 mil jovens entre 15 e 24 anos vivendo com HIV evoluíram para a AIDS. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para responder a esse contexto, a ONG <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.instagram.com/gapahivsc/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Grupo de Apoio à Prevenção à Aids</a></span> (GAPA) de Santa Catarina desenvolveu o projeto “GAPA na rua – ações de base, prevenção combinada e diagnóstico precoce”. </p>



<span id="more-23403"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2022/04/unaids-anuncia-os-projetos-de-osc-" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contemplada</a></span> pelo edital <em>Fast-Track Cities</em> do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), teve o objetivo de promover informação sobre <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prevenção combinada</a></span> para populações-chave, estimular o diagnóstico precoce do HIV para populações em situação de maior vulnerabilidade e incentivar a adesão ao tratamento de HIV.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Ações realizadas pelo projeto</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG realizou 21 ações com populações-chave por meio de rodas de conversa e atividades em universidades, casas de prostituição e centros de acolhimento.</p>



<figure class="wp-block-pullquote has-small-font-size" style="font-style:normal;font-weight:200"><blockquote><p>Durante os três meses de implementação do projeto, foram distribuídos 16.858 preservativos externos, 3.900 lubrificantes, 588 autotestes e realizados 342 testes rápidos.</p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Marília de Souza, presidente do GAPA, destaca que os dados mostram a necessidade de promover a informação para garantir tratamento e supressão viral para jovens. “É perceptível que a juventude tem um certo afastamento na busca por saúde. Existe muita vergonha e desinformação. O resultado é a não ida ao serviço de saúde pegar preservativo ou fazer testagem para o HIV. Por isso o nosso trabalho vai sempre nessa direção”, explica Marília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isto, o GAPA realiza busca ativa entre pessoas associadas que vivem com HIV, verificam a adesão ao antirretroviral e encaminham à rede de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ação emergencial, a entidade entregou 250 cestas básicas e kits de higiene a pessoas que vivem com HIV e pessoas em situação de vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ariadne Ribeiro, oficial de Igualdade e Direitos do UNAIDS, o trabalho do GAPA revela que o apoio vai além de alimentação e higiene, também está ligado à informação e saúde.&#8221;A resposta ao HIV precisa estar amparada nesses pilares para que as pessoas tenham condições de seguirem em tratamento, alcançar supressão viral e ter acesso a uma vida plena”, ressalta.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Edital Fast-Track Cities </h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Edital teve o objetivo de apoiar financeiramente cinco projetos desenvolvidos por Organizações da Sociedade Civil (OSC) que atuam na resposta ao HIV em algumas das 15 cidades brasileiras participantes da iniciativa, selecionadas pelo UNAIDS como prioritárias, com base nos dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS 2021, do Ministério da Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fast-Track Cities</em> é uma parceria global entre municípios e quatro parcerias principais – a Associação Internacional de Provedores de Cuidados com a AIDS (IAPAC), o UNAIDS, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) e a Cidade de Paris.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, alguns registros das ações desenvolvidos pelo GAPA no projeto “GAPA na rua – ações de base, prevenção combinada e diagnóstico precoce”.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1200" height="1600" data-id="23408" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1.jpg" alt="" class="wp-image-23408" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1.jpg 1200w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1-225x300.jpg 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1-768x1024.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1-1152x1536.jpg 1152w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1-900x1200.jpg 900w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto1-540x720.jpg 540w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><figcaption>Ação de prevenção combinada e entrega de preservativos, gel e autoteste, além de orientação sobre PrEP e PEP no Piqueernique, realizado no Parque da Luz, em Florianópolis. Foto: Divulgação/GAPA-SC </figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2.jpg"><img decoding="async" width="1267" height="960" data-id="23409" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2.jpg" alt="" class="wp-image-23409" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2.jpg 1267w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2-300x227.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2-1024x776.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2-768x582.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto2-720x546.jpg 720w" sizes="(max-width: 1267px) 100vw, 1267px" /></a><figcaption>Ação de prevenção combinada e entrega de preservativos, gel e autoteste, além de orientação sobre PrEP e PEP no Piqueernique, realizado no Parque da Luz, em Florianópolis. Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3.jpg"><img decoding="async" width="1198" height="1599" data-id="23410" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3.jpg" alt="" class="wp-image-23410" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3.jpg 1198w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3-225x300.jpg 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3-767x1024.jpg 767w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3-768x1025.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3-1151x1536.jpg 1151w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3-899x1200.jpg 899w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto3-539x720.jpg 539w" sizes="(max-width: 1198px) 100vw, 1198px" /></a><figcaption>Colagens dos cartazes lambe-lambe com informações sobre prevenção combinada e adesão na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1598" height="1198" data-id="23411" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4.jpg" alt="" class="wp-image-23411" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4.jpg 1598w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4-1536x1152.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto4-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1598px) 100vw, 1598px" /></a><figcaption>Colagens dos cartazes lambe-lambe com informações sobre prevenção combinada e adesão na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1600" height="1200" data-id="23415" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5.jpg" alt="" class="wp-image-23415" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5-1536x1152.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Fotot5-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1600px) 100vw, 1600px" /></a><figcaption>Ação de prevenção combinada e entrega de preservativos, gel e autoteste, além de orientação sobre PrEP e PEP na Praça da Trindadade, em Florianópolis. Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="1280" data-id="23412" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6.jpg" alt="" class="wp-image-23412" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6.jpg 960w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6-225x300.jpg 225w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6-768x1024.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6-900x1200.jpg 900w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto6-540x720.jpg 540w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption>Ação de prevenção combinada e entrega de preservativos, gel e autoteste, além de orientação sobre PrEP e PEP na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1595" height="1198" data-id="23413" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7.jpg" alt="" class="wp-image-23413" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7.jpg 1595w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7-1024x769.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7-768x577.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7-1536x1154.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto7-720x541.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1595px) 100vw, 1595px" /></a><figcaption>Ação de prevenção combinada e entrega de preservativos, gel e autoteste, além de orientação sobre PrEP e PEP na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC). Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1598" height="1061" data-id="23414" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8.jpg" alt="" class="wp-image-23414" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8.jpg 1598w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8-300x199.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8-1024x680.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8-768x510.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8-1536x1020.jpg 1536w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Foto8-720x478.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 1598px) 100vw, 1598px" /></a><figcaption>Ação de prevenção combinada e entrega de preservativos, gel e autoteste, além de orientação sobre PrEP e PEP para profissionais do sexo, através do projeto Maria Maria. Foto: Divulgação/GAPA-SC</figcaption></figure>
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		<title>UNAIDS alerta que as desigualdades estão bloqueando o fim da pandemia de AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 10:50:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo relatório do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), lançado às vésperas do Dia Mundial da AIDS, celebrado em 1 de dezembro, alerta que as desigualdades estão obstruindo o fim da pandemia de AIDS. Intitulado Desigualdades Perigosas, o relatório mostra que se forem mantidas as tendências atuais o mundo não conseguirá atingir, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/11/unaids-alerta-que-as-desigualdades-estao-bloqueando-o-fim-da-pandemia-de-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um novo relatório do Programa das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), lançado às vésperas do Dia Mundial da AIDS, celebrado em 1 de dezembro, alerta que as desigualdades estão obstruindo o fim da pandemia de AIDS. Intitulado <strong><em>Desigualdades Perigosas</em></strong>, o relatório mostra que se forem mantidas as tendências atuais o mundo não conseguirá atingir a meta de acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030.</p>



<span id="more-22836"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho deste ano, o UNAIDS já havia chamado a atenção para o fato de que a resposta global ao HIV e à AIDS está em perigo – há um aumento de novas infecções por HIV e de mortes em decorrência da AIDS em diversos países e regiões do mundo. O novo relatório aprofunda esta análise, mostrando que as desigualdades estão por trás dessa situação. O documento deixa claro que está nas mãos das lideranças globais enfrentar essas desigualdades de forma consistente, corajosa e baseada nos dados e evidências resultantes dos anos de resposta ao HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório Desigualdades Perigosas joga luz, entre outros pontos, sobre o impacto na resposta ao HIV e à AIDS das desigualdades de gênero e entre as populações-chave e crianças e adultos. Também detalha como o agravamento das restrições financeiras está tornando mais difícil lidar com esse tema.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Desigualdades de gênero</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O documento indica como as desigualdades e as normas nocivas de gênero estão atrasando o fim da pandemia de AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mundo não será capaz de acabar com a AIDS enquanto continuar reforçando o patriarcado”, diz Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “Precisamos abordar a interseção de desigualdades que as mulheres enfrentam. Em regiões com alta incidência de HIV, as mulheres submetidas à violência por parte de seu parceiro enfrentam uma chance 50% maior de ser infectadas pelo HIV. Em 33 países, de 2015 a 2021, apenas 41% das mulheres casadas, com idades entre 15 e 24 anos, podiam tomar suas próprias decisões sobre saúde sexual. A única forma eficaz de acabar com a AIDS, alcançar as metas de desenvolvimento sustentável e garantir saúde, direitos e prosperidade compartilhada passa por uma abordagem feminista. Organizações e movimentos de direitos das mulheres já estão na linha de frente fazendo esse trabalho corajoso. As lideranças precisam apoiá-las e aprender com elas”, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório ressalta que um fator determinante desta situação é o exercício do poder, ao demonstrar, por exemplo, que meninas que permanecem na escola até a conclusão do ensino médio têm reduzida em até 50% sua vulnerabilidade à infecção pelo HIV. Quando isso é reforçado com iniciativas de apoio ao empoderamento, os riscos de meninas se infectarem com o HIV diminuem ainda mais. As lideranças precisam garantir que todas as meninas estejam na escola, sejam protegidas da violência, que muitas vezes é normalizada na sociedade, inclusive por meio da permissão de casamentos de menores de idade, e tenham caminhos econômicos que garantam a elas um futuro promissor.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Desigualdades e racismo estrutural</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, as desigualdades impactam a resposta ao HIV de diferentes formas. Dados do Boletim Epidemiológico HIV/AIDS de 2021 trazem luz sobre o impacto do racismo estrutural e das desigualdades, ao indicar uma tendência pela qual as pessoas negras são particularmente afetadas pela pandemia de HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando considerados os casos notificados de AIDS entre 2010 e 2020, foi observada uma queda de 9,8% na proporção de casos entre pessoas brancas. Entretanto, no mesmo período, a proporção entre pessoas negras foi na direção oposta, com um aumento de 12,9%. No caso dos óbitos causados por doenças decorrentes da AIDS, a mesma desproporção existe. Entre 2010 e 2020 houve uma queda de 10,6% na proporção de óbitos de pessoas brancas e o crescimento de 10,4% entre pessoas negras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esta é uma situação inaceitável, que demonstra o impacto direto das desigualdades e do racismo estrutural na vida de milhares de pessoas que têm todo o direito de se beneficiar dos avanços na resposta ao HIV e à AIDS&#8221;, defende Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Populações-chave, estigma e discriminação</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma, a discriminação e a criminalização de populações-chave (travestis e pessoas trans, gays e homens que fazem sexo com outros homens, profissionais do sexo, pessoas em privação de liberdade e pessoas que fazem uso de drogas injetáveis) representam uma barreira para o seu acesso aos serviços de HIV, custando vidas e impedindo o mundo de atingir as metas acordadas para o fim da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Brasil é um exemplo na resposta ao HIV, com a possibilidade de acesso às ferramentas de prevenção, diagnóstico e tratamento pelo SUS&#8221;, diz Claudia Velasquez. &#8220;Mas as desigualdades seguem impactando negativamente e gerando barreiras que impedem o acesso aos serviços de pessoas em vulnerabilidade. E as desigualdades se cruzam. Por exemplo, uma pessoa trans, negra, vivendo com HIV e em situação de rua terá uma dificuldade extrema de acessar e seguir com o tratamento. Reconhecer a interseção de desigualdades é um elemento chave para uma abordagem integral da resposta ao HIV. O fracasso em fazer progressos para impedir a infecção pelo HIV nas populações-chave prejudica toda a resposta à pandemia de AIDS e ajuda a explicar a desaceleração do progresso frente à mesma”, reforça.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Impacto nas juventudes</h5>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o UNAIDS defende que uma atenção especial deve ser dada também às juventudes, levando em conta os diferentes ambientes urbanos, rurais e periféricos, além das comunidades quilombolas e indígenas. Dados públicos indicam que novas infecções pelo HIV têm crescido justamente entre a população jovem, entre 15 e 24 anos. A instituição defende que devem existir mais ações de educação e comunicação sobre infecções sexualmente transmissíveis (IST) e sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV e AIDS específicas para as juventudes, com ênfase para jovens em condições de maior vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Neste sentido, foi muito positiva a recente decisão do Ministério de Saúde de estender à adolescentes e jovens a partir dos 15 anos de idade o acesso à importante ferramenta de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prevenção combinada</a></span> do HIV que é a profilaxia pré-exposição, a PrEP,” diz Claudia Velasquez. “Mas persiste o desafio representado pelas desigualdades de garantir que as pessoas que mais precisam, especialmente jovens em situação de vulnerabilidade, consigam acessar este e outros serviços de prevenção e tratamento do HIV e da AIDS”, completa.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Masculinidade tóxica e diferença no tratamento entre crianças e adultos</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Outro efeito das desigualdades sobre a resposta ao HIV e à AIDS apontado pelo relatório do UNAIDS é o da masculinidade tóxica, ao desencorajar os homens de procurar os cuidados de saúde. Enquanto 80% das mulheres vivendo com HIV tiveram acesso ao tratamento em 2021, esta proporção baixa para 70% entre homens. Aumentar uma abordagem transformadora de gênero em muitas partes do mundo é fundamental para interromper a pandemia de AIDS. O avanço da igualdade de gênero beneficiará a todas as pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra informação significativa trazida pelo relatório é como a resposta ao HIV e à AIDS está sendo atrasada globalmente pelas desigualdades no acesso ao tratamento entre adultos e crianças. Enquanto mais de três quartos dos adultos vivendo com HIV estão em terapia antirretroviral, apenas pouco mais da metade das crianças na mesma situação tomam os medicamentos que salvam vidas. As consequências são mortais. Em 2021, as crianças representavam apenas 4% de todas as pessoas vivendo com HIV, mas foram afetadas por 15% de todas as mortes relacionadas à AIDS. Fechar a lacuna de tratamento do HIV e AIDS das crianças salvará vidas.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Progresso na resposta ao HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do UNAIDS ressalta que o progresso contra as desigualdades é possível e destaca áreas onde a resposta ao HIV e à AIDS fez progressos notáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos o que fazer para acabar com as desigualdades”, afirma Winnie Byanyima. “Garantir que todas as nossas meninas estejam na escola, seguras e fortes. Combater a violência de gênero. Apoiar as organizações de mulheres. Promover masculinidades saudáveis – para tomar o lugar dos comportamentos nocivos que exacerbam os riscos para todas as pessoas. Garantir que os serviços para crianças vivendo com HIV cheguem até elas e atendam às suas necessidades, fechando a lacuna de tratamento para que acabemos de vez com a AIDS nessa faixa etária. Descriminalizar os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo, profissionais do sexo e pessoas que usam drogas e investir em serviços liderados pela comunidade que permitam sua inclusão. Todas são ações concretas que ajudam a derrubar as barreiras de acesso aos serviços de HIV e AIDS e a cuidar da saúde e da vida de milhões de pessoas,” reforça.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Financiamento da resposta ao HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do UNAIDS defende que os recursos para o HIV e a AIDS devem priorizar a saúde e o bem-estar de todas as pessoas, especialmente as populações em situação de vulnerabilidade, que são mais afetadas pelas desigualdades relacionadas ao HIV. Também indica que o espaço fiscal para investimentos em saúde em países de baixa e média renda precisa ser ampliado, inclusive por meio do cancelamento substancial de suas dívidas e da tributação progressiva. Os esforços para acabar com a AIDS são muito menos custosos do que não agir para acabar com a pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que as lideranças mundiais precisam está explícito em nosso relatório”, diz Winnie Byanyima. “Em poucas palavras: garantir equidade já. É preciso garantir a equidade de acesso aos direitos, aos serviços, ao acesso à melhor ciência e medicina. Garantir Equidade Já não beneficia apenas as pessoas em situação de vulnerabilidade. A verdade é que beneficia a todas as pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados completos do relatório <strong>Desigualdades Perigosas</strong> podem ser conferidos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/dangerous-inequalities_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span>, em inglês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>UNAIDS lança guia “Viver em Positivo”, destinado a jovens vivendo com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 14:19:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação “Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”</a></span></strong>. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens vivendo com HIV/AIDS.</p>



<span id="more-18113"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação nasce a partir da experiência do “Programa de Estágio Profissional Afirmativo”, uma ação inédita do UNAIDS voltada para garantir que pessoas pertencentes às <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2016/11/prevencao-do-hiv-em-populacoes-chave/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">populações-chave para o HIV</a></span> pudessem ter a oportunidade de trabalhar com o tema, adquirir novas competências e habilidades nas áreas de atuação do UNAIDS e, dessa forma, potencializar o alcance de seus objetivos profissionais. As duas primeiras pessoas que fizeram parte do Programa lideraram a iniciativa e coescreveram o Guia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos&#8221;</a></strong></span> foi escrita usando uma linguagem acessível ao público a que se destina. Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, explica que o documento aborda temas como direitos sociais e políticas públicas voltadas para jovens vivendo com HIV/AIDS, com indicações importantes relacionadas ao que fazer após receber o diagnóstico positivo para o HIV e como ter acesso aos serviços de saúde e previdência social e de apoio psicológico, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação social e o trabalho por um mundo com zero discriminação são outros temas abordados pelo Guia, o que está relacionado com a estratégia do UNAIDS de colocar as pessoas no centro a fim de acabar com a AIDS até 2030. Nesse sentido, foi muito importante trazer a sociedade civil, por meio de lideranças jovens, para coliderar este processo.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">HIV e população jovem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o mais recente Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, no período entre 2009 e 2019 houve um aumento de 74,8% na detecção de AIDS entre jovens na faixa etária entre 20 e 24 anos. Isto vem na contramão na queda observada de 17,2% de detecção de AIDS na população em geral no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo Moura, coautor do Guia, ex-estagiário de comunicação do UNAIDS Brasil e membro da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, destaca que muitas coisas mudam na vida de uma pessoa, especialmente jovem, quando descobre que está vivendo com HIV. “Uma mudança importante é a falsa percepção de que não devemos mais fazer parte da sociedade e como consequência acabamos nos isolando. Então, acredito que o Guia vai auxiliar as juventudes a construir os diversos caminhos possíveis para uma vida digna e que nossos direitos possam ser respeitados.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento da tomada de conhecimento do diagnóstico é bastante delicado em muitos sentidos. Por isso, a existência de materiais informativos com uma linguagem direcionada ao público jovem tem um potencial enorme de esclarecer dúvidas e facilitar o acesso a serviços públicos e outros direitos”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Colaboração de lideranças jovens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A redação final do Guia contou com a colaboração de lideranças jovens da sociedade civil e o apoio de influenciadores. Em grupo focal, Leonardo Moura liderou um espaço de escuta para que as pessoas convidadas validassem o conteúdo, colaborassem com sugestões sobre formato e conteúdo, além do compartilhamento sobre como o Guia “Viver em Positivo” dialoga com as realidades de cada pessoa e de seus pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do grupo focal Denise Santos Soares, coordenadora Nacional da Articulação Brasileira de Jovens LGBT (ART JOVEM LGBT), Moises Maciel, da Rede Global de Jovens Vivendo com HIV (Y+ Global), San Diego Oliveira Souza, da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, Sophie Nouveau Guerreiro, ativista trans, pesquisadora, membro do Comitê Técnico Estadual de Saúde LGBT do Rio Grande do Sul, integrante do Coletivo Transfeminista e do ambulatórioT de Porto Alegre, e Thais Albuquerque, advogada e representante da International <em>Youth Alliance for Family Planning Brazil</em> (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Moisés Moises Maciel, da Y+ Global, a importância do Guia é ajuda jovens vivendo com HIV a reconhecer direitos, além de responder a muitas das suas dúvidas quando recebem o resultado positivo. “É muito importante ter um material específico sobre direitos e juventude com informações sobre HIV e saúde sexual para poder esclarecer dúvidas e abrir diálogo”. San Diego acrescenta que a iniciativa surge como “um farol de informação num mundo cheio de embaraços.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A conscientização é um meio de combater o estigma sobre o HIV+ e, consequentemente. É um incentivo à participação da juventude como agente transformadora na sociedade”, afirma Thais Albuquerque, advogada, pós-graduanda em Direito Internacional, representante da International Youth Alliance for Family Planning Brazil (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sophie Nouveau Guerreiro ainda reforça a necessidade não só de promover o tratamento, mas a informação de qualidade. “O compromisso de profissionais de saúde não se resume a ofertar um tratamento, mas também nutrir de informações as pessoas que vivem com HIV, lutando junto contra a discriminação e o preconceito”, reforça a ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="499" data-id="18117" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg" alt="" class="wp-image-18117" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-300x146.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-768x375.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-720x351.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg 1255w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="917" height="720" data-id="18118" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg" alt="" class="wp-image-18118" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg 917w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-300x236.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-768x603.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-720x565.jpeg 720w" sizes="auto, (max-width: 917px) 100vw, 917px" /></a></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption"><em>Grupo focal com jovens lideranças, realizado em julho de 2021, para construção colaborativa do conteúdo do Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</em></figcaption></figure>
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		<title>“Podemos vencer a guerra contra este vírus”, diz Yana Panfilova na abertura da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/podemos-vencer-a-guerra-contra-este-virus-diz-yana-panfilova-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 16:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Originalmente publicado no site do UNICEF. Meu nome é Yana. Sou da Ucrânia, tenho 23 anos de idade e nasci com HIV. Acredito que todas as pessoas nascem livres. Mas a má legislação e o estigma social nos dão rótulos. Eu fui rotulada como uma pessoa vivendo com HIV. A sociedade decidiu como me, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/podemos-vencer-a-guerra-contra-este-virus-diz-yana-panfilova-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Originalmente publicado no site do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.unicef.org/ukraine/en/stories/we-can-win-war-against-virus" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">UNICEF</span></strong></a>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu nome é Yana. Sou da Ucrânia, tenho 23 anos de idade e nasci com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que todas as pessoas nascem livres. Mas a má legislação e o estigma social nos dão rótulos. Eu fui rotulada como uma pessoa vivendo com HIV. A sociedade decidiu como me vê e se vou viver ou morrer.</p>



<span id="more-17699"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Quando eu tinha 10 anos, eu já tinha AIDS. Comecei a tomar um comprimido todos os dias que salvou a minha vida. E hoje esta pequena pílula mágica está salvando a vida de 27 milhões de pessoas que vivem com HIV em todo o mundo. Esta pequena pílula nos dá esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que podemos vencer a guerra contra este vírus. Sabemos que com o tratamento, uma pessoa se iguala a outra. Você não precisa viver com medo de transmitir HIV para seu parceiro ou parceira. Sabemos que podemos ter crianças saudáveis, que nasçam livres do HIV, e sabemos que estaremos com vida para vê-los crescer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isto não é uma realidade para milhões de pessoas vivendo com HIV, que ainda vivem em constante medo e isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando soube do meu status de HIV, ainda tinha muitas perguntas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Por que minha mãe mantém meu status de HIV em segredo?</li><li>Eu viverei uma vida normal, como todo mundo que vive sem HIV?</li><li>Eu tenho que tomar esta pílula para sempre?</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que fui crescendo, as respostas foram maldosas. Meu professor disse à minha turma para não falar com pessoas com HIV. Minha vizinha estava com raiva porque durante anos ela não sabia que eu tinha HIV. Percebi que meu status de HIV era um segredo sombrio para todas as outras pessoas em minha vida, mas não para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais médicos não falariam COMIGO sobre a MINHA saúde, por causa das leis de consentimento dos pais. Eles só falavam com minha mãe. Foi por isso que encontrei minhas próprias respostas perguntando ao Dr. Google.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois fiz 16 anos e minhas perguntas mudaram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>E se eu encontrar alguém que eu ache interessante? Tenho que dizer a essas pessoas que tenho HIV?</li><li>Posso ter relações sexuais? Se eu fizer, vou transmitir HIV?</li><li>Devo usar o dinheiro no meu bolso para comprar um preservativo ou uma garrafa de cerveja?</li><li>O que acontecerá se eu parar de tomar esta pílula?</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Percebi que milhões de outros e outras adolescentes se encontravam na mesma situação. Criamos o &#8220;<a href="https://teenergizer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Teenergizer</span></strong></a>&#8221; (Energia jovem, na tradução livre para o português), o primeiro grupo de apoio para adolescentes com HIV na Europa Oriental e Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fomos às ruas e aos espaços públicos para conseguir mudanças nas leis e políticas. Lutamos pelo sigilo de profissionais médicos para pacientes adolescentes. Lutamos pela saúde sexual e reprodutiva e pelos direitos e educação sexual abrangente. Lutamos para ser ouvidos e ouvidas porque não há nada sobre nós, sem nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não tínhamos o financiamento e a experiência necessária para que isso acontecesse. Eles nos disseram que éramos apenas crianças, enquanto as decisões sobre nossas vidas, nossa saúde e nosso futuro estavam sendo tomadas por pessoas adultas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somos mais do que nosso status de HIV. Temos um conjunto incrível de habilidades. Precisamos de serviços para nosso HIV, serviços de saúde mental e de apoio social, não importa quem somos ou quem amamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano eu fiquei furiosa quando perdemos Diana. Ela nasceu com HIV e tinha apenas 19 anos. Mas ela tinha comprimidos que eram impossíveis de tomar, nenhum apoio à saúde mental e nenhuma confidencialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se a Diana tivesse nascido em Nova York? Ela teria tido o melhor tratamento para o HIV, através de uma injeção que ela poderia tomar uma vez por mês. Em uma clínica que a tratasse como uma jovem adulta, e não apenas como um diagnóstico. Ela poderia ter viajado, trabalhado ou estudado em qualquer lugar, porque seu status de HIV não seria uma barreira para viver uma vida feliz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas coisas são uma realidade para algumas pessoas que vivem com HIV, mas não para Diana. Como milhões de pessoas com HIV, ela morreu por conta das desigualdades. Milhões de pessoas com HIV podem ter medicamentos que controlem o HIV, mas vivem em um mundo onde suas famílias e suas sociedades não as aceitam pelo que são.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou aqui hoje como a voz de 38 milhões de pessoas vivendo com HIV. Para algumas pessoas, estas pílulas estão nos mantendo com vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas estamos morrendo devido à pandemia do estigma, da discriminação e da falta de flexibilidade do Acordo TRIPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presidente Biden, você pode mudar nosso futuro. Assim como você fez com a COVID-19, você pode tornar as tecnologias de saúde, tratamentos e vacinas de ponta aqui nos Estados Unidos disponíveis para todas as pessoas, em qualquer lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta à AIDS ainda está deixando milhões para trás. Pessoas LGBTQI+, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, migrantes e pessoas privadas de liberdade, adolescentes, jovens, mulheres e crianças que também merecem uma vida comum, com os mesmos direitos e dignidade desfrutados pela maioria das pessoas nesta sala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não sei como é uma vida normal, mas não deve terminar como a de Diana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia de COVID-19, o mundo mudou muito rapidamente. Milhões de pessoas perderam seus empregos, famílias foram destruídas e as pessoas jovens estão sentindo estresse, depressão e ansiedade, estão usando mais drogas e tendo relações sexuais que as expõem a mais riscos. A violência, as desigualdades e o radicalismo estão aumentando. <strong>Por que não podemos usar este momento para construir um mundo melhor e mais justo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar o fim da AIDS até 2030, precisamos urgentemente de atenção e recursos para as pessoas mais afetadas, como as da Europa Oriental e Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos acabar com a AIDS até 2030? Sim, mas somente se fizermos algumas mudanças radicais. O que me leva à minha última pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta reunião assumirá novos e ousados compromissos. Mas, sinceramente, <strong>se quisermos fazer mudanças reais, estas quatro coisas devem se tornar realidade:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Educação sexual abrangente em todas as escolas, em todos os países</li><li>Apoio psicossocial e educação entre pares para cada adolescente com HIV e jovens de populações-chave</li><li>Disponibilização de serviços comunitários de HIV imediatamente como uma realidade, não como exceção</li><li>Finalmente obtemos uma vacina contra o HIV e uma cura funcional</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Não estou sonhando em acordar em um mundo de fantasia, livre de estigma e discriminação. Estou pronta para trabalhar todos os dias com todos vocês para tornar estas coisas uma realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, como eu, há mais de um bilhão de jovens que querem assumir a liderança. Mas não podemos fazer isto sem apoio. E estamos exigindo que vocês deem um passo à frente e finalmente façam a sua parte.</p>
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	            data-title="“Podemos vencer a guerra contra este vírus”, diz Yana Panfilova na abertura da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS" 
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		<title>Jovens apoiados pelo UNAIDS celebram Dia Internacional da Juventude com vídeo sobre Zero Discriminação</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/08/jovens-apoiados-pelo-unaids-celebram-dia-internacional-da-juventude-com-video-sobre-zero-discriminacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2020 20:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, celebrado mundialmente em 12 de agosto, a organização não governamental Nação Basquete de Rua (NBR), lança o vídeo Humano igual a você junto com uma série de cards para redes sociais inspirados no projeto Se Liga Ae, Juventude!, que levou conhecimento sobre HIV e AIDS a jovens, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/08/jovens-apoiados-pelo-unaids-celebram-dia-internacional-da-juventude-com-video-sobre-zero-discriminacao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em comemoração ao Dia Internacional da Juventude, celebrado mundialmente em 12 de agosto, a  organização não governamental <strong>Nação Basquete de Rua (NBR)</strong>, lança o <strong>vídeo Humano igual a você</strong>  junto com uma série de cards para redes sociais inspirados no projeto Se Liga Ae, Juventude!, que levou conhecimento sobre HIV e AIDS a jovens da periferia de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro em 2019. </p>



<span id="more-15830"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Os jovens da NBR são um exemplo da aplicação prática do tema das celebrações da ONU para este ano: engajamento juvenil para a ação global. Ao abordar o HIV, ISTs e sexualidade como temas centrais em seus projetos, a NBR mobilizar os jovens para discussões sobre racismo, direitos humanos, educação e empoderamento feminino, entre outros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto Se Liga Aê, Juventude!, que contou com o apoio do UNAIDS, buscou promover o empoderamento e o engajamento destas comunidades por meio do conhecimento sobre sexualidade e questões relacionadas ao estigma e à discriminação—que ainda têm impacto significativo sobre pessoas que vivem com HIV, especialmente sobre a população negra. </p>



<figure><iframe loading="lazy" width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/bgb5HPxFNLw" allowfullscreen=""></iframe></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo do vídeo e destes materiais é conscientizar a comunidade, principalmente a juventude negra de periferia, sobre a prevenção do HIV e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), sobre seus direitos e sobre a importância do empoderamento como resposta ao estigma e à discriminação”, explica presidente da ONG Victor Hugo Ribeiro Almeida, mais conhecido na comunidade como Lebron Victor. “O vídeo e os materiais foram produzidos antes da pandemia de COVID-19, com foco no trabalho que desenvolvemos com o UNAIDS em 2019, mas segue muito atual e tem tudo a ver com o tema do Dia Internacional da Juventude. Por isso, seu lançamento agora é muito simbólico para nós.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Boletim Epidemiológico sobre HIV/AIDS do Ministério da Saúde, em 2017, foram registrados 11.463 óbitos por causas relacionadas à AIDS, com uma taxa de mortalidade de 4,8/100.000 habitantes. A taxa de mortalidade teve redução de 15,8% entre 2014 e 2017, possivelmente em consequência da recomendação do “tratamento para todos” no Brasil e da ampliação do diagnóstico precoce da infecção pelo HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, deste total, 60,3% ocorreram entre pessoas negras (pretas 14,1% e pardas 46,2%), 39,2% em entre pessoas brancas – sendo 0,2% entre amarelas e 0,2% entre indígenas. A proporção de óbitos entre mulheres negras foi superior à observada entre homens negros: 63,3% e 58,8%, respectivamente. Realizando-se uma comparação entre os anos de 2007 e 2017, há uma queda de 23,8% na proporção de óbitos de pessoas brancas e um crescimento de 25,3% na proporção de óbitos de pessoas negras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A violência, em todas as suas faces, impacta a população negra de maneira desporporcional no Brasil. E os dados sobre HIV e AIDS demonstram claramente uma destas faces, através do estigma, da discriminação e do racismo estrutural”, explica Cláudia Velasquez, diretora e represntante do UNAIDS no Brasil.  “Quando focamos nosso olhar na juventude negra, vemos que a morte precoce destes jovens tem impacto direto no futuro de suas comunidades, de suas famílias e na contribuição potencial que cada indivíduo tem para oferecer à sociedade, não apenas como parte da riqueza inerente de sua diversidade, mas também como parte do direito de todas as pessoas a uma vida digna e cheia de oportunidades.” </p>



<h4 class="wp-block-heading">Engajamento juvenil em tempos de COVID-19</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em continuidade ao projeto Se Liga Aê, Juventude! e no contexto da pandemia de COVID-19, a ONG Nação Basquete de Rua tem implementado ações e iniciativas emergenciais nas comunidades mais carentes de Campos dos Goytacazes. Um dos projetos é sobre informação a respeito de direitos sexuais e reprodutivos, voltado para meninas de uma das comunidades atendidas – um pedido que partiu da própria comunidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pra além disso, estamos mapeando questões de saúde desse território e atuando com jovens saídos do tráfico para sua reinserção social no âmbito da formação para uma conscientização comunitária e para o entendimento, por exemplo, das medidas sanitárias para prevenção da COVID”, conta Lebron.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A liderança juvenil da NBR deu seguimento também ao projeto Papo Reto, cujos encontros passaram de presencial a virtual em função da pandemia. Neste caso, atuam em parceria com escolas públicas debatendo temas como racismo, politica, saúde, direitos, entre outros – também conforme as demandas das proprias escolas e alunos –, buscando fazer trocas de forma horizontal e tentando tornar os assuntos mais palatáveis.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="448" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Site-1-1024x448.png" alt="" class="wp-image-15837" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Site-1-1024x448.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Site-1-300x131.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Site-1-768x336.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Site-1-720x315.png 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Site-1.png 1591w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O tema do Dia Internacional da Juventude deste ano, “Engajamento Juvenil para a Ação Global”, destaca as formas pelas quais o engajamento dos jovens nos níveis local, nacional e global está fortalecendo instituições e processos nacionais e multilaterais. A celebração deste ano também busca extrair lições sobre como a representação e o envolvimento da juventude na política institucional formal podem ser aprimorados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Neste Dia International da Juventude, queremos celebrar o empoderamento da juventude negra brasileira por meio deste projeto e desta iniciativa. Através de nosso mandato de resposta ao HIV e defesa aos direitos humanos, queremos ecoar o chamado do secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, e convidar todas as lideranças e pessoas adultas, em todos os lugares, a fazer tudo o que for possível para permitir que a juventude tenha uma vida com segurança, dignidade e oportunidade, contribuindo ao máximo para seu grande potencial.”</p>
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		<title>Dia Mundial da Juventude: o diálogo sobre o HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/08/jovens-continuando-conversa-sobre-o-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2017 15:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora os números de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS entre jovens tenham diminuído globalmente, em muitos lugares o conhecimento sobre a prevenção do HIV permanece preocupantemente baixo. Antes do Dia Mundial da Juventude, o UNAIDS conversou com quatro jovens sobre os desafios que enfrentam em relação ao HIV. Pavel Gunaev, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/08/jovens-continuando-conversa-sobre-o-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Embora os números de novas infecções por HIV e mortes relacionadas à AIDS entre jovens tenham diminuído globalmente, em muitos lugares o conhecimento sobre a prevenção do HIV permanece preocupantemente baixo. Antes do Dia Mundial da Juventude, o UNAIDS conversou com quatro jovens sobre os desafios que enfrentam em relação ao HIV.</span><span id="more-6916"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pavel Gunaev tem 16 anos e vive em São Petersburgo, onde faz parte da rede liderada pela juventude de adolescentes e jovens vivendo com HIV, </span><a href="http://teenergizer.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Teenergizer!</span></a><span style="font-weight: 400;"> Pavel disse que em sua cidade os jovens não estão conscientizados sobre o HIV.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Não se fala sobre AIDS e, com isso, os jovens não conhecem os riscos ou as formas de se protegerem do HIV&#8221;, disse ele. &#8220;Como resultado, muitos jovens desinformados estão agindo e tomando decisões baseadas em rumores&#8221;. Pavel acredita que, se todos trabalharem mais para informar adolescentes e jovens e para dissipar os mitos em torno do HIV, o fim da AIDS será possível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Chinmay Modi nasceu com HIV há vinte e três anos. Ele é membro da </span><a href="http://www.rnpvha.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Coalizão Nacional de Pessoas Vivendo com HIV</span></a><span style="font-weight: 400;"> na Índia e do ponto focal do país para a Rede </span><i><span style="font-weight: 400;">Youth LEAD Asia Pacific</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O maior problema é aumentar a conscientização e dar aos jovens informações apropriadas para suas idades&#8221;, disse ele. Na sua opinião, os pais não estão confortáveis em conversar com seus filhos sobre sexo e a sociedade também se afasta deste debate. Como consequência, ele explicou, os jovens estão tendo relações sexuais e experimentando coisas novas, mas com pouco conhecimento dos riscos envolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os preservativos precisam ser promovidos e os parceiros devem apoiar o empoderamento dos jovens para que todos sejam responsabilizados&#8221;, disse Chinmay. Ele também está frustrado porque, na Índia, as pessoas mais jovens não podem acessar os serviços de saúde do HIV sem estigmas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na opinião dele, o auto-estigma está dificultando os esforços para combater a discriminação, a violência e as desigualdades relacionadas ao HIV. É por isso que ele quer que mais pessoas compartilhem suas histórias e sejam positivas sobre serem soropositivas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Moises Maciel concorda com Chinmay. Ele tem 20 anos de idade e é ativista das causas LGBTI+ e HIV. Tornou-se membro da </span><a href="https://www.google.com.br/search?q=Rede+Nacional+de+Adolescentes+e+Jovens+Vivendo+com+HIV+%2F+AIDS+no+Brasil&amp;oq=Rede+Nacional+de+Adolescentes+e+Jovens+Vivendo+com+HIV+%2F+AIDS+no+Brasil&amp;aqs=chrome..69i57.126j0j9&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS</span></a><span style="font-weight: 400;"> no Brasil depois de descobrir seu estado sorológico positivo para o HIV há dois anos. Desde então, embarcou em uma jornada contra o estigma relacionado ao HIV e tem motivado seus colegas a se testarem.</span></p>
<p>Os jovens ainda continuam em grande risco de infecção pelo HIV por diversos fatores como as questões sociais como marginalização de grupos sociais e raciais e de gênero como as pessoas transsexuais e jovens gays, principalmente.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os jovens ainda continuam em grande risco de se infectarem por HIV por diversos fatores, como marginalização social relacionada a gênero e desigualdades raciais&#8221;, afirmou. &#8220;No Brasil, jovens trans e homossexuais são particularmente visados&#8221;, explicou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele disse que o desconcerta ver como o estigma e o preconceito ainda dominam, apesar de as pessoas HIV positivas viverem vidas saudáveis ​​com a ajuda do tratamento antirretroviral. &#8220;Devemos começar a falar aos jovens de forma aberta e responsável sobre sexualidade, infecções sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e responsabilidades da vida&#8221;, disse Moises.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lorraine Anyango, uma advogada de saúde e direitos da juventude de Boston, trabalha para assegurar que as vozes dos jovens, especificamente em relação ao HIV, sejam ouvidas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os jovens continuam a ser excluídos de espaços e discussões sobre questões que afetam suas vidas&#8221;, disse Lorraine. &#8220;Sua autonomia como seres humanos individuais continua a ser ignorada, deixando-os suscetíveis ao risco da infecção por HIV&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na opinião dela, a participação dos jovens em decisões que afetam sua saúde pode contribuir para fortalecer a responsabilização a nível nacional, garantindo que os programas respondam efetivamente às suas necessidades. Lorraine concluiu dizendo: &#8220;Reconhecer a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos da juventude e continuar a conversa sobre o HIV nos aproximará do fim da AIDS até 2030&#8221;.</span></p>
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	            data-title="Dia Mundial da Juventude: o diálogo sobre o HIV" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/08/jovens-continuando-conversa-sobre-o-hiv/">Dia Mundial da Juventude: o diálogo sobre o HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Progredindo com a liderança da juventude positiva</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/07/lideranca-juventude-positiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 20:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os jovens são fundamentais para atingir os objetivos da Declaração de Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS. Enquanto os jovens que vivem com o HIV estão desempenhando um papel ativo na resposta à AIDS, fornecendo informações, cuidados e apoio aos seus pares, suas redes precisam de mais suporte e recursos., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/07/lideranca-juventude-positiva/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/07/lideranca-juventude-positiva/">Progredindo com a liderança da juventude positiva</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os jovens são fundamentais para atingir os objetivos da Declaração de Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS. Enquanto os jovens que vivem com o HIV estão desempenhando um papel ativo na resposta à AIDS, fornecendo informações, cuidados e apoio aos seus pares, suas redes precisam de mais suporte e recursos.<span id="more-6485"></span></p>
<p>Para avançar os esforços de engajar os jovens que vivem com HIV na tomada de decisões sobre questões que afetam suas vidas, 40 jovens vindos de 19 países e que representam redes de jovens vivendo com HIV se encontraram na Cidade do Cabo, África do Sul, nos dias 19 e 20 de junho. A Conferência Intergeracional para Positiva da Juventude foi realizada com o apoio do UNAIDS, da Coalizão de Tratamento de Adolescentes e parceiros.</p>
<p>Os objetivos do encontro foram analisar as capacidades das redes de jovens vivendo com HIV, identificar barreiras e oportunidades de participação e facilitar o diálogo sobre como os jovens vivendo com HIV e suas redes podem ser fortalecidos.</p>
<p>Entre os participantes da reunião estava Yana Panfilova, uma jovem líder da Teenergizer!, a União Ucraniana e Eurasiática das Organizações de Adolescentes e Jovens. Ela afirmou que “as interrupções e a falta de motivação para a terapia antirretroviral, a discriminação e o auto-estigma, a falta de educação de qualidade para a prevenção e e as barreiras para acessar o teste do HIV são os principais desafios enfrentados pelos adolescentes que vivem com o HIV na Europa Oriental e na Ásia Central&#8221;.</p>
<p>Chinmay Modi, um membro do conselho representando jovens e adolescentes na Coalizão Nacional de Pessoas Vivendo com HIV na Índia, disse: &#8220;O estigma e a discriminação continuam sendo um obstáculo fundamental para envolver adolescentes e jovens vivendo com HIV na resposta à AIDS&#8221;.</p>
<p>Enquanto os jovens estão fazendo advocacy um maior empenho político e ações para enfrentarem os desafios, eles também estão respondendo a estes mesmos desafios através de suas redes. Moises Maciel, representante da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV / AIDS no Brasil, disse: &#8220;A principal missão do nosso movimento social é agrupar, acolher e apoiar adolescentes e jovens vivendo com HIV. Advogamos e agimos para fortalecer as políticas públicas contra o estigma e o impacto do HIV &#8220;.</p>
<p>Carlo Andre Oliveras, Coordenador da Coalizão de Tratamento do HIV entre Adolescentes, disse: &#8220;Vemos que a maior parte do trabalho é feito por adolescentes e jovens voluntariamente, sem apoio financeiro e mentoria. Esta reunião é um começo para avaliar onde estamos em nosso movimento. Hoje, o mundo enfrenta muitos desafios; não devemos perder de vista a oportunidade de melhorar as coisas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Minha mensagem a ser levada a frente desta reunião é que cada rede pode melhorar seu trabalho se tivermos uma coordenação mais horizontal, se compartilharmos nossas realizações e falhas, nossos sucessos e dificuldades. Estou deixando esta reunião me sentindo empoderado e, assim que voltar ao Brasil, usarei esse poder para mudar as coisas de forma real &#8220;, disse Moises.</p>
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	            data-title="Progredindo com a liderança da juventude positiva" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/07/lideranca-juventude-positiva/">Progredindo com a liderança da juventude positiva</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>É possível viver positivamente na juventude?</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/08/e-possivel-viver-positivamente-na-juventude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2015 17:50:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 25 anos de idade, Henrique Ávila acumula uma trajetória marcada por conquistas e superações. Eleito em julho deste ano coordenador nacional da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA), o ativista já participava das primeiras ações da Rede em seu estado, Tocantins, e tem muitas histórias sobre as dificuldades enfrentadas por, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/08/e-possivel-viver-positivamente-na-juventude/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 25 anos de idade, Henrique Ávila acumula uma trajetória marcada por conquistas e superações. Eleito em julho deste ano coordenador nacional da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA), <span id="more-1166"></span>o ativista já participava das primeiras ações da Rede em seu estado, Tocantins, e tem muitas histórias sobre as dificuldades enfrentadas por ele e outros jovens quando foram diagnosticados positivos para o HIV.</p>
<p>Um dos maiores desafios, segundo ele, é o jovem receber a informação de que é soropositivo e ter que vencer não apenas seus próprios preconceitos e ignorância sobre o assunto, mas também ter que superar o preconceito ainda muito enraizado na sociedade. “Neste primeiro momento, um dos maiores desafios é a aceitação e a adesão ao tratamento”, conta. “Eu mesmo já fui muito rebelde e aprendi a duras penas de que a adesão e a aceitação são pilares essenciais para a nova vida que temos que levar”.</p>
<p>Hoje à frente de um da única rede nacional de jovens vivendo com HIV, Ávila falou ao UNAIDS sobre momentos que determinaram a sua atuação e militância. Levado a deixar sua casa muito cedo por sofrer com o preconceito dentro da própria família, sua trajetória como ativista começou pela participação no movimento LGBTI+, que abriu as portas para que ele chegasse até a RNAJVHA.</p>
<p>“Descobri a rede e me apaixonei, porque não imaginava, no momento em que eu me descobri soropositivo, que tinha um grupo tão forte e unido de jovens que procuravam se autoajudar”, lembra Ávila sobre seu primeiro contato com o grupo.</p>
<p><b>Juventude, saúde, relacionamentos e o HIV</b></p>
<p>Além da autoaceitação, uma das grandes preocupações dos jovens que se descobrem soropositivos é o medo: de sofrer com o estigma em serviços de saúde, de iniciar relacionamentos amorosos, entre tantos outros. Para Ávila, tudo isso pode ser vencido com ajuda de uma ferramenta essencial: a informação.</p>
<p>Segundo ele, a informação é fundamental para o redescobrimento da sexualidade e para que a juventude saiba que é  possível ter uma vida sexual e reprodutiva plena, como qualquer outro jovem precisa e pode vivenciar.</p>
<p>Reafirmando os direitos concedidos pelo Estatuto da Juventude na área de saúde, Ávila destaca a importância de trabalharmos para que serviços e agentes de saúde atendam às necessidades dos jovens, principalmente dos grupos mais vulneráveis à epidemia.</p>
<p><b>Jovem liderança</b></p>
<p>Quando questionado sobre sua missão à frente da Rede de Jovens, Henrique planeja focar as ações no enfrentamento da discriminação, no fomento da comunicação direcionada para a juventude sobre o HIV e na reinvindicação de direitos iguais e serviços de saúde mais inclusivos e próximos aos jovens – respeitando a diversidade, a sexualidade e identidade de gênero de cada um.</p>
<p>Preocupado com a falta de apoio e de informação, que afastam os jovens da prevenção e do tratamento, o ativista defende que o acesso à informação e o esforço conjunto de diferentes esferas da sociedade, aliados à garantia de direitos pelo Estatuto da Juventude, podem ser uma poderosa arma para o combate ao estigma e à discriminação relacionada ao HIV, contribuindo assim para o fim da epidemia de AIDS até 2030.</p>
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	            data-title="É possível viver positivamente na juventude?" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/08/e-possivel-viver-positivamente-na-juventude/">É possível viver positivamente na juventude?</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ONU e Brasil comemoram o Dia Internacional da Juventude</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/08/onu-brasil-e-governo-federal-comemoram-o-dia-internacional-da-juventude-com-debate-sobre-direitos-da-populacao-jovem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 17:58:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[juventude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na próxima quarta-feira (12) o mundo celebra o Dia Internacional da Juventude. Como parte das comemorações, o Grupo Assessor sobre Juventude do Sistema ONU no Brasil &#8211; formado por agências do Sistema, pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e pelo Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) &#8211; realiza, em Brasília, o Seminário “Da Lei à, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/08/onu-brasil-e-governo-federal-comemoram-o-dia-internacional-da-juventude-com-debate-sobre-direitos-da-populacao-jovem/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima quarta-feira (12) o mundo celebra o Dia Internacional da Juventude. Como parte das comemorações, o Grupo Assessor sobre Juventude do Sistema ONU no Brasil &#8211; formado por agências do Sistema, pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ) e pelo Conselho Nacional de Juventude (CONJUVE) &#8211; <span id="more-1169"></span>realiza, em Brasília, o Seminário <span id="E21" class="qowt-font3-Arial">“<strong>Da Lei à Prática: 2 anos do Estatuto da Juventude e Caminhos para a sua Implementação</strong></span><span id="E22" class="qowt-font3-Arial">”. O encontro terá um espaço para o debate sobre a efetivação e ampliação dos direitos das e dos jovens do país e como garantir o investimento na população jovem. O Estatuto da Juventude, que completa dois anos em agosto de 2015, determina os direitos dos(as) jovens que devem ser garantidos e promovidos pelo Estado brasileiro.<br />
</span></p>
<p id="E24"><span id="E25" class="qowt-font3-Arial">Este será um momento de encontro e debate entre referências na promoção da pauta da juventude. </span><span id="E26" class="qowt-font3-Arial">O seminário terá um formato “Talk Show” e contará com a presença do Coordenador Residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek; do Secretário Nacional de Juventude, Gabriel Medina; do Secretário de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação, Paulo Gabriel Nacif; da Diretora de Políticas de Educação para a Juventude do Ministério da Educação, Cláudia Veloso Guimarães; do conselheiro CONJUVE e representante do coletivo Enegrecer, Walmir Junior; além de representações do Ministério da Cultura, do Ministério da Saúde, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e do Ministério do Trabalho e Emprego. </span><span id="E27" class="qowt-font3-Arial">Jovens de todo o país representantes de diversas redes e coletivos deverão compor a plateia e fazer as intervenções sobre expectativas e desafios relacionados ao Estatuto.</span></p>
<p id="E28"><span id="E29" class="qowt-font3-Arial">Dificilmente progressos sociais e econômicos poderão ser alcançados nos próximos anos sem os investimentos certos na maior população jovem da história: no mundo, são mais de 1.8 bilhão de pessoas jovens, e no Brasil esse número ultrapassa 52 milhões.</span><span id="E30" class="qowt-font3-Arial"> </span><span id="E31" class="qowt-font3-Arial">A quantidade sem precedentes de jovens no país e no mundo proporciona um momento histórico único, que precisa ser aproveitado para o alcance do desenvolvimento inclusivo e sustentável. E para que essa população possa transformar as suas realidades atuais e o destino de seus países, é crucial que as leis e as políticas públicas nacionais estejam orientadas para fortalecer suas trajetórias.</span></p>
<p id="E33"><strong><span id="E34" class="qowt-font3-Arial">Intervenções artístico-cultura</span><span id="E35" class="qowt-font3-Arial">is</span></strong></p>
<p id="E37"><span id="E38" class="qowt-font3-Arial">A expressão e força da linguagem hip hop para a garantia dos direitos da população jovem do país serão valorizadas durante a comemoração do Dia Internacional da<br />
</span><span class="qowt-font3-Arial" style="line-height: 1.5;">Juventude. A partir das 9h, o coletivo Ruas inicia uma intervenção artístico-cultural com </span><span id="E39" class="qowt-font3-Arial" style="line-height: 1.5;">a preparação de uma obra em grafite sobre os 11 eixos do Estatuto da Juventude. O painel grafitado, que será lançado após o “Talk Show”, é uma doação do Sistema das Nações Unidas ao governo brasileiro como um marco da celebração do Dia Internacional da Juventude de 2015.</span></p>
<p id="E42"><span id="E43" class="qowt-font3-Arial">Durante o seminário, o coletivo fará intervenções</span><span id="E44" class="qowt-font3-Arial"> com dança e batalhas de MCs.</span></p>
<p id="E46"><strong><span id="E47" class="qowt-font3-Arial">Dia Internacional da Juventude</span></strong></p>
<p id="E49"><span id="E50" class="qowt-font3-Arial">Em 17 de dezembro de 1999, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 12 de Agosto como Dia Internacional da Juventude. A celebração tem por objetivo promover o debate e sensibilização sobre temas relacionados à agenda da juventude. Para as Nações Unidas, a juventude é uma força de transformação e deve desempenhar um papel fundamental no processo de construção do desenvolvimento sustentável.</span></p>
<p id="E52"><strong><span id="E53" class="qowt-font3-Arial">Grupo Assessor sobre Juventude</span></strong></p>
<p id="E55"><span id="E56" class="qowt-font3-Arial">O Grupo Assessor do Sistema ONU sobre Juventude é composto por dez organismos das Nações Unidas no Brasil (UNFPA, PNUD, UNICEF, UNESCO, ONU Mulheres, UNODC, OIT, UNAIDS, ONU-Habitat e UNV), pela Secretaria Nacional da Juventude e por organizações da sociedade civil representadas pelo CONJUVE.</span></p>
<p id="E58"><strong><span id="E59" class="qowt-font3-Arial">Serviço:</span></strong></p>
<p id="E61"><span id="E62" class="qowt-font3-Arial">Seminário “Da Lei à Prática: 2 anos do Estatuto da Juventude e Caminhos para a sua Implementação”</span></p>
<p id="E63"><span id="E64" class="qowt-font3-Arial">Data: 12 de agosto de 2015</span></p>
<p id="E65"><span id="E66" class="qowt-font3-Arial">Local: Memorial Darcy Ribeiro (Auditório Beijódromo), Universidade de Brasília, Gleba A – Reitoria, Brasília (DF)</span></p>
<p id="E68"><span id="E69" class="qowt-font3-Arial">09h às 14h &#8211; Intervenção artístico-cultural &#8211; execução de painéis em grafite pelo coletivo Ruas</span></p>
<p id="E70"><span id="E71" class="qowt-font3-Arial">14h &#8211; Abertura Oficial do Seminário</span></p>
<p id="E72"><span id="E73" class="qowt-font3-Arial">14h30 &#8211; </span><span id="E74" class="qowt-font3-Arial">“Talk Show” com a presença do Coordenador Residente do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek; do Secretário Nacional de Juventude, Gabriel Medina; do Secretário de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação, Paulo Gabriel; do conselheiro CONJUVE e representante do coletivo Enegrecer, Walmir Junior; além de representações do Ministério da Cultura, do Ministério da Saúde, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial e do Ministério do Trabalho e Emprego.</span></p>
<p id="E75"><span id="E76" class="qowt-font3-Arial">17h15 &#8211; Lançamento do painel “Juventudes” e entrega formal para o governo brasileiro.</span></p>
<p id="E78"><span id="E79" class="qowt-font3-Arial">Transmissão ao vivo pelo site</span><span id="E80" class="qowt-font3-Arial">:</span></p>
<p id="E81"><span id="E82" class="qowt-font3-Arial"><a href="https://brazil.unfpa.org/pt-br" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.unfpa.org.br</a></span><span id="E84" class="qowt-font3-Arial"></span></p>
<p id="E86"><span id="E87" class="qowt-font3-Arial">Estatuto da Juventude: </span><span id="E89" class="qowt-font3-Arial">https://www.gov.br/mdh/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/secretaria-nacional-da-juventude</span></p>
<p id="E91"><strong><span id="E92" class="qowt-font3-Arial">Mais informações:</span></strong></p>
<p id="E94"><span id="E95" class="qowt-font3-Arial">Sistema Nações Unidas no Brasil</span></p>
<p id="E96"><span id="E97" class="qowt-font3-Arial">Gabriela Borelli &#8211; </span><span id="E98" class="qowt-font3-Arial">borelli@unfpa.org</span><span id="E99" class="qowt-font3-Arial"> &#8211; (61) 3038-9246</span></p>
<p id="E100"><span id="E101" class="qowt-font3-Arial">Midiã Santana &#8211; </span><span id="E102" class="qowt-font3-Arial">msantana@unfpa.org</span><span id="E103" class="qowt-font3-Arial"> &#8211; (71) 8262-2000</span></p>
<p id="E105"><span id="E106" class="qowt-font3-Arial">Secretaria Nacional de Juventude</span></p>
<p id="E107"><span id="E108" class="qowt-font3-Arial">Paulo Motoryn &#8211; </span><span id="E109" class="qowt-font3-Arial">paulo.motoryn@presidencia.gov.br</span><span id="E110" class="qowt-font3-Arial"> </span><span id="E111" class="qowt-font3-Arial">– (61) 3411-3929</span></p>
<p id="E112"><span id="E113" class="qowt-font3-Arial">Danilo</span><span id="E114" class="qowt-font3-Arial"> Castro – </span><span id="E115" class="qowt-font3-Arial">danilo.lima@presidencia.gov.br</span><span id="E116" class="qowt-font3-Arial"> – (61) 3411-3548</span></p>
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