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	<title>jovens - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>UNAIDS utiliza músicas de funk no Spotify para promover prevenção ao HIV entre jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) lança no Brasil, neste dia 08, a inciativa “Proibidão Protegidão”, que utiliza músicas de funk — um dos 10 ritmos mais ouvidos no Brasil — disponíveis na plataforma Spotify para divulgar informações sobre prevenção ao HIV entre jovens. Esta ação ocorre em um contexto de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2026/04/unaids-utiliza-musicas-de-funk-no-spotify-para-promover-prevencao-ao-hiv-entre-jovens/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/" target="_blank" rel="noopener" title="">Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS</a></span> (UNAIDS) lança no Brasil, neste dia 08, a inciativa “Proibidão Protegidão”, que utiliza músicas de funk — um dos 10 ritmos mais ouvidos no Brasil — disponíveis na plataforma Spotify para divulgar informações sobre prevenção ao HIV entre jovens.</p>



<span id="more-31403"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Esta ação ocorre em um contexto de concentração das novas infecções por HIV nessa população. De acordo com o <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/central-de-conteudo/boletins-epidemiologicos/2025/boletim_hiv_aids_2025.pdf/@@display-file/file" target="_blank" rel="noopener" title="">Boletim Epidemiológico – HIV e Aids 2025</a></span> do Ministério da Saúde, 48,7% das novas infecções por HIV foram registradas em pessoas de 15 a 29 anos em 2024. Esses dados corroboram com a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PENSE), realizada pelo IBGE em 2019, que mostra que, no Brasil, o percentual de jovens de 13 a 17 anos que afirmam usar preservativo nas relações sexual caiu de 72,5% em 2009 para 59% em 2019.</p>



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<p class="wp-block-paragraph"><strong><sup>Vídeo da campanha &#8220;Proibidão Protegidão&#8221;.</sup></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como parte dessa iniciativa, o UNAIDS decidiu levar a mensagem de prevenção diretamente aos canais de consumo da juventude. A campanha utiliza o Spotify Canvas &#8211; ferramenta de vídeos em loop de oito segundos que acompanha a reprodução das faixas &#8211; como um espaço inédito de mídia. Hits de artistas como MC Livinho, MC Mari e MC Pikachu tiveram seus visuais originais substituídos por animações que promovem o uso do preservativo. Se somadas, as faixas atingem cerca de 300 milhões de visualizações na plataforma, o que aumenta significativamente o potencial de atingir adolescentes e jovens até 29 anos.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Prevenção do HIV: autonomia e escolhas</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diversos métodos de prevenção. A partir da Mandala da Prevenção Combinada, o objetivo é buscar um impacto máximo na redução de novas infecções pelo HIV ao combinar estratégias biomédicas, comportamentais e estruturais baseadas nos direitos humanos e em evidências, considerando realidades específicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O SUS oferece de forma gratuita PrEP, PEP, preservativos internos e externos, lubrificantes, autoteste para HIV, além de tratamento antirretroviral para pessoas que vivem com HIV. Recentemente o SUS incorporou preservativos externos sensitivos e texturizados.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Inovação no formato: do entretenimento à prevenção</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do funk como plataforma de conscientização responde ao alcance massivo do gênero entre a Geração Z. Ao ocupar o visual das faixas de &#8220;funk proibidão&#8221;, o UNAIDS insere a proteção em um contexto em que a sexualidade já é discutida abertamente, mas o acesso à informação para promover autonomia e escolhas sobre prevenção é deixado de lado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Adaptar linguagem e promover uma comunicação de prevenção do HIV baseada na autonomia e escolhas é parte da mudança necessária para uma resposta ao HIV equitativa e que atenda às necessidades específicas dos grupos, especialmente a população jovem, que segue sendo a mais afetada pelas novas infecções”, afirma Thainá Kedzierski, oficial de Comunicação e <em>Advocacy</em> do UNAIDS Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as faixas participantes do lançamento da iniciativa, estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>“Flauta”, da Mc Mari</li>



<li>“Lá no Meu Barraco”, do Mc Pikachu</li>



<li>“Fazer Falta”, do Mc Livinho</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A ação reafirma o compromisso da ONU em atingir as metas globais para acabar com a AIDS como ameaça à saúde pública até 2030, adaptando a linguagem institucional às novas dinâmicas do consumo digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse a playlist do UNAIDS Brasil com as músicas e artistas participantes da ação.</p>



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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2026/04/unaids-utiliza-musicas-de-funk-no-spotify-para-promover-prevencao-ao-hiv-entre-jovens/">UNAIDS utiliza músicas de funk no Spotify para promover prevenção ao HIV entre jovens</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Em ação apoiada pelo UNAIDS, estudantes do DF participam de oficina sobre HIV e AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 18:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Espaço Cultural Renato Russo foi cenário na última quinta-feira, 28, da produção de peças educomunicativas feitas por jovens estudantes de escolas públicas do Distrito Federal (DF) que tinha como foco prevenção ao HIV. As atividades fizeram parte de uma oficina de comunicação em alusão ao Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/em-acao-apoiada-pelo-unaids-estudantes-do-df-participam-de-oficina-sobre-hiv-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Espaço Cultural Renato Russo foi cenário na última quinta-feira, 28, da produção de peças educomunicativas feitas por jovens estudantes de escolas públicas do Distrito Federal (DF) que tinha como foco prevenção ao HIV.</p>



<span id="more-29281"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades fizeram parte de uma oficina de comunicação em alusão ao <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta Contra a AIDS</a></span>, que acontece anualmente em 1º de dezembro, e foi uma parceria entre as Secretarias de Saúde e Educação do DF, o Ministério da Saúde e o UNAIDS.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Atividades desenvolvidas</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Divididos em grupos, estudantes do Centro Educacional (CED) 203 do Recanto das Emas e do Centro de Ensino Médio (CEM) 404 de Samambaia criaram materiais educomunicativos, como publicações para redes sociais, vídeos e encenações teatrais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temas como formas de transmissão do HIV e estratégias de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/prevencao-combinada/" target="_blank" rel="noopener" title="">prevenção combinada</a></span> foram abordados. Além do aprendizado técnico, jovens destacaram o aprendizado em relação ao acesso a informações sobre os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aprendi que dá para buscar ajuda nas unidades de saúde, onde podemos conversar, contar nossa história e acessar testes e métodos de prevenção”, contou Jéssica Cristina, de 16 anos, aluna do CEM 404.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Estratégias de comunicação para a juventude</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Estudantes contaram com o apoio técnico de profissionais de comunicação durante o processo criativo. Para a jornalista Kamila Rodrigues, uma das instrutoras, o trabalho foi enriquecedor. “Tratar temas sérios de forma lúdica torna a comunicação mais eficaz. Isso é essencial para engajar a juventude”, avaliou.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Importância da prevenção e diagnóstico precoce</h5>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/0/Boletim_HIV_AIDS_2024+SES-DF.pdf/0cc97831-211a-39cc-24bc-4ec615a1fab0?t=1732740802708" target="_blank" rel="noopener" title="">Informativo Epidemiológico (2019-2023)</a></span>, jovens de 20 a 29 anos representam mais de 44% dos casos de infecção pelo HIV no DF, seguido pela faixa etária de 30 a 39 anos, 27,6%. No caso da AIDS, essas duas faixas etárias correspondem a 60% das notificações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à prevenção, dados do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/assuntos/prevencao-combinada/prep-profilaxia-pre-exposicao/painel-prep" target="_blank" rel="noopener" title="">Ministério da Saúde</a></span> coletados até 29 de novembro, mostram que, no DF, entre as pessoas que usam o método da Profilaxia Pré-exposição (PrEP), apenas 26,8% estavam na faixa etária entre 18 e 29 anos, com concentração majoritária entre jovens de cor branca.</p>



<div class="flourish-embed flourish-chart" data-src="visualisation/19756154"><script src="https://public.flourish.studio/resources/embed.js"></script><noscript><img decoding="async" src="https://public.flourish.studio/visualisation/19756154/thumbnail" width="100%" alt="chart visualization" /></noscript></div>



<p class="wp-block-paragraph">“Os jovens muitas vezes desconhecem o impacto que o HIV já teve e como a realidade mudou, especialmente em relação à prevenção, diagnóstico e tratamento”, destacou Beatriz Maciel Luz, gerente do Espaço Cultural Renato Russo.</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Locais de testagem no DF</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O DF oferece testes rápidos e autotestes para HIV em <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://info.saude.df.gov.br/busca-saude-ubs/" target="_blank" rel="noopener" title="">176 Unidades Básicas de Saúde</a></span> (UBS), no Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e em <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.gov.br/aids/pt-br/acesso-a-informacao/servicos-de-saude/distrito-federal" target="_blank" rel="noopener" title="">outras unidades de saúde</a></span>, respeitando sempre a privacidade do diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção combinada, que reúne diversas estratégias integradas, está disponível gratuitamente na rede pública, sendo o método mais eficaz para evitar novas infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.educacao.df.gov.br/estudantes-participam-de-oficina-de-comunicacao-em-saude-sobre-hiv-e-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Secretaria de Saúde</a></span> do Distrito Federal</em>.</p>
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		<title>UNAIDS lança guia “Viver em Positivo”, destinado a jovens vivendo com HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 14:19:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação “Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da Juventude, o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS) lança a publicação <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos”</a></span></strong>. O objetivo é oferecer um material com informações e sugestões essenciais sobre o acesso a direitos sociais, zero discriminação e participação social a jovens vivendo com HIV/AIDS.</p>



<span id="more-18113"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação nasce a partir da experiência do “Programa de Estágio Profissional Afirmativo”, uma ação inédita do UNAIDS voltada para garantir que pessoas pertencentes às <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2016/11/prevencao-do-hiv-em-populacoes-chave/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">populações-chave para o HIV</a></span> pudessem ter a oportunidade de trabalhar com o tema, adquirir novas competências e habilidades nas áreas de atuação do UNAIDS e, dessa forma, potencializar o alcance de seus objetivos profissionais. As duas primeiras pessoas que fizeram parte do Programa lideraram a iniciativa e coescreveram o Guia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8220;Viver em Positivo: Guia rápido para jovens vivendo com HIV e seus direitos&#8221;</a></strong></span> foi escrita usando uma linguagem acessível ao público a que se destina. Claudia Velasquez, Diretora e Representante do UNAIDS no Brasil, explica que o documento aborda temas como direitos sociais e políticas públicas voltadas para jovens vivendo com HIV/AIDS, com indicações importantes relacionadas ao que fazer após receber o diagnóstico positivo para o HIV e como ter acesso aos serviços de saúde e previdência social e de apoio psicológico, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A participação social e o trabalho por um mundo com zero discriminação são outros temas abordados pelo Guia, o que está relacionado com a estratégia do UNAIDS de colocar as pessoas no centro a fim de acabar com a AIDS até 2030. Nesse sentido, foi muito importante trazer a sociedade civil, por meio de lideranças jovens, para coliderar este processo.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">HIV e população jovem</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o mais recente Boletim Epidemiológico HIV/Aids 2020, no período entre 2009 e 2019 houve um aumento de 74,8% na detecção de AIDS entre jovens na faixa etária entre 20 e 24 anos. Isto vem na contramão na queda observada de 17,2% de detecção de AIDS na população em geral no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leonardo Moura, coautor do Guia, ex-estagiário de comunicação do UNAIDS Brasil e membro da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, destaca que muitas coisas mudam na vida de uma pessoa, especialmente jovem, quando descobre que está vivendo com HIV. “Uma mudança importante é a falsa percepção de que não devemos mais fazer parte da sociedade e como consequência acabamos nos isolando. Então, acredito que o Guia vai auxiliar as juventudes a construir os diversos caminhos possíveis para uma vida digna e que nossos direitos possam ser respeitados.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O momento da tomada de conhecimento do diagnóstico é bastante delicado em muitos sentidos. Por isso, a existência de materiais informativos com uma linguagem direcionada ao público jovem tem um potencial enorme de esclarecer dúvidas e facilitar o acesso a serviços públicos e outros direitos”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Colaboração de lideranças jovens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A redação final do Guia contou com a colaboração de lideranças jovens da sociedade civil e o apoio de influenciadores. Em grupo focal, Leonardo Moura liderou um espaço de escuta para que as pessoas convidadas validassem o conteúdo, colaborassem com sugestões sobre formato e conteúdo, além do compartilhamento sobre como o Guia “Viver em Positivo” dialoga com as realidades de cada pessoa e de seus pares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do grupo focal Denise Santos Soares, coordenadora Nacional da Articulação Brasileira de Jovens LGBT (ART JOVEM LGBT), Moises Maciel, da Rede Global de Jovens Vivendo com HIV (Y+ Global), San Diego Oliveira Souza, da Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids, Sophie Nouveau Guerreiro, ativista trans, pesquisadora, membro do Comitê Técnico Estadual de Saúde LGBT do Rio Grande do Sul, integrante do Coletivo Transfeminista e do ambulatórioT de Porto Alegre, e Thais Albuquerque, advogada e representante da International <em>Youth Alliance for Family Planning Brazil</em> (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Moisés Moises Maciel, da Y+ Global, a importância do Guia é ajuda jovens vivendo com HIV a reconhecer direitos, além de responder a muitas das suas dúvidas quando recebem o resultado positivo. “É muito importante ter um material específico sobre direitos e juventude com informações sobre HIV e saúde sexual para poder esclarecer dúvidas e abrir diálogo”. San Diego acrescenta que a iniciativa surge como “um farol de informação num mundo cheio de embaraços.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A conscientização é um meio de combater o estigma sobre o HIV+ e, consequentemente. É um incentivo à participação da juventude como agente transformadora na sociedade”, afirma Thais Albuquerque, advogada, pós-graduanda em Direito Internacional, representante da International Youth Alliance for Family Planning Brazil (IYAFP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sophie Nouveau Guerreiro ainda reforça a necessidade não só de promover o tratamento, mas a informação de qualidade. “O compromisso de profissionais de saúde não se resume a ofertar um tratamento, mas também nutrir de informações as pessoas que vivem com HIV, lutando junto contra a discriminação e o preconceito”, reforça a ativista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<div class="wp-block-button"><a class="wp-block-button__link wp-element-button" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_08_12GuiaViverEmPositivo.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span class="has-inline-color has-white-color">Acesse o Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</span></a></div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="499" data-id="18117" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg" alt="" class="wp-image-18117" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-1024x499.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-300x146.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-768x375.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2-720x351.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal2.jpeg 1255w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg"><img decoding="async" width="917" height="720" data-id="18118" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg" alt="" class="wp-image-18118" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal.jpeg 917w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-300x236.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-768x603.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/08/2021_07_GrupoFocal-720x565.jpeg 720w" sizes="(max-width: 917px) 100vw, 917px" /></a></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption"><em>Grupo focal com jovens lideranças, realizado em julho de 2021, para construção colaborativa do conteúdo do Guia &#8220;Viver em Positivo&#8221;</em></figcaption></figure>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-lanca-guia-viver-em-positivo-destinado-a-jovens-vivendo-com-hiv/">UNAIDS lança guia “Viver em Positivo”, destinado a jovens vivendo com HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Podemos vencer a guerra contra este vírus”, diz Yana Panfilova na abertura da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre AIDS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/06/podemos-vencer-a-guerra-contra-este-virus-diz-yana-panfilova-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jun 2021 16:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Reunião de Alto Nível das Nações Unidas pelo fim da AIDS de 2021]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Originalmente publicado no site do UNICEF. Meu nome é Yana. Sou da Ucrânia, tenho 23 anos de idade e nasci com HIV. Acredito que todas as pessoas nascem livres. Mas a má legislação e o estigma social nos dão rótulos. Eu fui rotulada como uma pessoa vivendo com HIV. A sociedade decidiu como me, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/06/podemos-vencer-a-guerra-contra-este-virus-diz-yana-panfilova-na-abertura-da-reuniao-de-alto-nivel-das-nacoes-unidas-sobre-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Originalmente publicado no site do <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.unicef.org/ukraine/en/stories/we-can-win-war-against-virus" target="_blank"><strong><span style="text-decoration: underline;">UNICEF</span></strong></a>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu nome é Yana. Sou da Ucrânia, tenho 23 anos de idade e nasci com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acredito que todas as pessoas nascem livres. Mas a má legislação e o estigma social nos dão rótulos. Eu fui rotulada como uma pessoa vivendo com HIV. A sociedade decidiu como me vê e se vou viver ou morrer.</p>



<span id="more-17699"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Quando eu tinha 10 anos, eu já tinha AIDS. Comecei a tomar um comprimido todos os dias que salvou a minha vida. E hoje esta pequena pílula mágica está salvando a vida de 27 milhões de pessoas que vivem com HIV em todo o mundo. Esta pequena pílula nos dá esperança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que podemos vencer a guerra contra este vírus. Sabemos que com o tratamento, uma pessoa se iguala a outra. Você não precisa viver com medo de transmitir HIV para seu parceiro ou parceira. Sabemos que podemos ter crianças saudáveis, que nasçam livres do HIV, e sabemos que estaremos com vida para vê-los crescer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isto não é uma realidade para milhões de pessoas vivendo com HIV, que ainda vivem em constante medo e isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando soube do meu status de HIV, ainda tinha muitas perguntas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Por que minha mãe mantém meu status de HIV em segredo?</li><li>Eu viverei uma vida normal, como todo mundo que vive sem HIV?</li><li>Eu tenho que tomar esta pílula para sempre?</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que fui crescendo, as respostas foram maldosas. Meu professor disse à minha turma para não falar com pessoas com HIV. Minha vizinha estava com raiva porque durante anos ela não sabia que eu tinha HIV. Percebi que meu status de HIV era um segredo sombrio para todas as outras pessoas em minha vida, mas não para mim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Profissionais médicos não falariam COMIGO sobre a MINHA saúde, por causa das leis de consentimento dos pais. Eles só falavam com minha mãe. Foi por isso que encontrei minhas próprias respostas perguntando ao Dr. Google.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Depois fiz 16 anos e minhas perguntas mudaram:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>E se eu encontrar alguém que eu ache interessante? Tenho que dizer a essas pessoas que tenho HIV?</li><li>Posso ter relações sexuais? Se eu fizer, vou transmitir HIV?</li><li>Devo usar o dinheiro no meu bolso para comprar um preservativo ou uma garrafa de cerveja?</li><li>O que acontecerá se eu parar de tomar esta pílula?</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Percebi que milhões de outros e outras adolescentes se encontravam na mesma situação. Criamos o &#8220;<a href="https://teenergizer.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Teenergizer</span></strong></a>&#8221; (Energia jovem, na tradução livre para o português), o primeiro grupo de apoio para adolescentes com HIV na Europa Oriental e Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fomos às ruas e aos espaços públicos para conseguir mudanças nas leis e políticas. Lutamos pelo sigilo de profissionais médicos para pacientes adolescentes. Lutamos pela saúde sexual e reprodutiva e pelos direitos e educação sexual abrangente. Lutamos para ser ouvidos e ouvidas porque não há nada sobre nós, sem nós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não tínhamos o financiamento e a experiência necessária para que isso acontecesse. Eles nos disseram que éramos apenas crianças, enquanto as decisões sobre nossas vidas, nossa saúde e nosso futuro estavam sendo tomadas por pessoas adultas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somos mais do que nosso status de HIV. Temos um conjunto incrível de habilidades. Precisamos de serviços para nosso HIV, serviços de saúde mental e de apoio social, não importa quem somos ou quem amamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano eu fiquei furiosa quando perdemos Diana. Ela nasceu com HIV e tinha apenas 19 anos. Mas ela tinha comprimidos que eram impossíveis de tomar, nenhum apoio à saúde mental e nenhuma confidencialidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se a Diana tivesse nascido em Nova York? Ela teria tido o melhor tratamento para o HIV, através de uma injeção que ela poderia tomar uma vez por mês. Em uma clínica que a tratasse como uma jovem adulta, e não apenas como um diagnóstico. Ela poderia ter viajado, trabalhado ou estudado em qualquer lugar, porque seu status de HIV não seria uma barreira para viver uma vida feliz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas coisas são uma realidade para algumas pessoas que vivem com HIV, mas não para Diana. Como milhões de pessoas com HIV, ela morreu por conta das desigualdades. Milhões de pessoas com HIV podem ter medicamentos que controlem o HIV, mas vivem em um mundo onde suas famílias e suas sociedades não as aceitam pelo que são.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estou aqui hoje como a voz de 38 milhões de pessoas vivendo com HIV. Para algumas pessoas, estas pílulas estão nos mantendo com vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas estamos morrendo devido à pandemia do estigma, da discriminação e da falta de flexibilidade do Acordo TRIPS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Presidente Biden, você pode mudar nosso futuro. Assim como você fez com a COVID-19, você pode tornar as tecnologias de saúde, tratamentos e vacinas de ponta aqui nos Estados Unidos disponíveis para todas as pessoas, em qualquer lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta à AIDS ainda está deixando milhões para trás. Pessoas LGBTQI+, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, migrantes e pessoas privadas de liberdade, adolescentes, jovens, mulheres e crianças que também merecem uma vida comum, com os mesmos direitos e dignidade desfrutados pela maioria das pessoas nesta sala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu não sei como é uma vida normal, mas não deve terminar como a de Diana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia de COVID-19, o mundo mudou muito rapidamente. Milhões de pessoas perderam seus empregos, famílias foram destruídas e as pessoas jovens estão sentindo estresse, depressão e ansiedade, estão usando mais drogas e tendo relações sexuais que as expõem a mais riscos. A violência, as desigualdades e o radicalismo estão aumentando. <strong>Por que não podemos usar este momento para construir um mundo melhor e mais justo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar o fim da AIDS até 2030, precisamos urgentemente de atenção e recursos para as pessoas mais afetadas, como as da Europa Oriental e Ásia Central.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Podemos acabar com a AIDS até 2030? Sim, mas somente se fizermos algumas mudanças radicais. O que me leva à minha última pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta reunião assumirá novos e ousados compromissos. Mas, sinceramente, <strong>se quisermos fazer mudanças reais, estas quatro coisas devem se tornar realidade:</strong></p>



<ol class="wp-block-list"><li>Educação sexual abrangente em todas as escolas, em todos os países</li><li>Apoio psicossocial e educação entre pares para cada adolescente com HIV e jovens de populações-chave</li><li>Disponibilização de serviços comunitários de HIV imediatamente como uma realidade, não como exceção</li><li>Finalmente obtemos uma vacina contra o HIV e uma cura funcional</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Não estou sonhando em acordar em um mundo de fantasia, livre de estigma e discriminação. Estou pronta para trabalhar todos os dias com todos vocês para tornar estas coisas uma realidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, como eu, há mais de um bilhão de jovens que querem assumir a liderança. Mas não podemos fazer isto sem apoio. E estamos exigindo que vocês deem um passo à frente e finalmente façam a sua parte.</p>
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		<title>Guia de perguntas e respostas apoia o trabalho de jovens e adolescentes vivendo com HIV em tempos de COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/07/guia-de-perguntas-e-respostas-apoia-o-trabalho-de-jovens-e-adolescentes-vivendo-com-hiv-em-tempos-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 19:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes e jovens]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Perguntas e Respostas para Jovens e Adolescentes Vivendo com HIV em Tempos de COVID-19. Este é o nome de uma publicação dos escritórios do UNICEF e do UNAIDS no Brasil em parceria com a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA). Produzido originalmente pelo UNICEF em conjunto com o Y+ Global, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/07/guia-de-perguntas-e-respostas-apoia-o-trabalho-de-jovens-e-adolescentes-vivendo-com-hiv-em-tempos-de-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Perguntas e Respostas para Jovens e Adolescentes Vivendo com HIV em Tempos de COVID-19. Este é o nome de uma publicação dos escritórios do UNICEF e do UNAIDS no Brasil em parceria com a Rede Nacional de Adolescentes e Jovens vivendo com HIV/AIDS (RNAJVHA). </p>



<span id="more-15617"></span>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Capture.png" alt="" class="wp-image-15622" width="284" height="397" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Capture.png 427w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/07/Capture-215x300.png 215w" sizes="auto, (max-width: 284px) 100vw, 284px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Produzido originalmente pelo UNICEF em conjunto com o Y+ Global e redes locais de adolescentes e jovens vivendo com HIV na África do Sul e na África Oriental, o documento foi adaptado ao contexto brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma survey realizada pelo UNAIDS sobre o impacto da pandemia da COVID-19 entre pessoas vivendo com HIV, apontou que há uma demanda de informações específicas sobre COVID-19 ”, disse Cleiton Euzébio de Lima, diretor interino do UNAIDS no Brasil. “É uma ferramenta muito útil para a Rede em seu trabalho de acolhimento e de diálogo com estes jovens, principalmente em um momento de muitas incertezas e de fake news.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material foi elaborado a partir das redes sociais, num esforço conjunto de adolescentes e jovens vivendo com HIV para coletar e resumir, em um conjunto de 10 perguntas, as principais ideias e dúvidas compartilhadas. Essas perguntas se concentram em preocupações específicas de adolescentes e jovens vivendo com HIV sobre a COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O guia de Perguntas e Respostas também direciona jovens e adolescentes a canais oficiais sobre COVID-19, como as páginas da OPAS/OMS, do Ministério da Saúde e o disque 136, também conhecido como Disque Saúde, além de outros sites de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Clique aqui, conheça o documento e compartilhe em suas redes! (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/07/guia-jovens-e-adolescentes-com-hiv_desktop.pdf" target="_blank"><strong>Clique aqui, conheça o documento na versão desktop e compartilhe em suas redes!</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Clique aqui para o documento na versão vertical (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/07/guia-jovens-e-adolescentes-com-hiv_1080x1500px.pdf" target="_blank"><strong>Clique aqui para o documento na versão vertical</strong></a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conheça também a cartilha do UNAIDS: <a rel="noreferrer noopener" aria-label="O que as pessoas que vivem com HIV precisam saber sobre HIV e COVID-19. (opens in a new tab)" href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2020/03/HIV_COVID-19_brochure_port.pdf" target="_blank"><strong>O que as pessoas que vivem com HIV precisam saber sobre HIV e COVID-19.</strong></a> </p>
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		<title>Redefinindo mensagens de prevenção do HIV para jovens na América Latina</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/08/redefinindo-mensagens-de-prevencao-do-hiv-para-jovens-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2019 16:44:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência de AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma dúzia de jovens da América Latina, de nove países diferentes, reuniram-se em julho, na 10ª Conferência Internacional de AIDS sobre Ciência do HIV, na Cidade do México, México, para desenvolver novas estratégias de comunicação amigáveis relacionadas à prevenção do HIV para jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH). Mesmo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/08/redefinindo-mensagens-de-prevencao-do-hiv-para-jovens-na-america-latina/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/08/redefinindo-mensagens-de-prevencao-do-hiv-para-jovens-na-america-latina/">Redefinindo mensagens de prevenção do HIV para jovens na América Latina</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma dúzia de jovens da América Latina, de nove países diferentes, reuniram-se em julho, na 10ª Conferência Internacional de AIDS sobre Ciência do HIV, na Cidade do México, México, para desenvolver novas estratégias de comunicação amigáveis relacionadas à prevenção do HIV para jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH). </p>



<span id="more-12528"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo os doze jovens nunca tendo se encontrado pessoalmente, eles realizaram várias reuniões virtuais para preparar o caminho para a conferência, organizadas pela Rede Latino Americana de Jovens vivendo com HIV (J+LAC), com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), UNAIDS e UNICEF.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os anos, na América Latina, 100 mil pessoas são infectadas pelo HIV—um número que não mudou na última década. Em 2018, jovens entre 15 e 24 anos contabilizaram um quinto de todas as novas infecções por HIV na região.  Jovens homens gays e outros Homens que fazem sexo com Homens (HSH), profissionais do sexo, transexuais e pessoas que usam drogas injetáveis são particularmente afetados.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos relembrar ao mundo que não podemos falar sobre prevenção sem os jovens e fazer o mundo perceber que estamos envolvidos e preocupados”, disse Kenia Donaire, uma hondurenha que nasceu com HIV.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS, a OPAS/OMS e o UNICEF são fortes defensores do envolvimento de pessoas jovens, não apenas como beneficiários de serviços, mas também como parceiros e líderes no planejamento, desenvolvimento, implantação e monitoramente de avaliação de políticas e programas.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Muitas vezes os jovens não estão nas mesas de tomada de decisão criando programas que eles precisam para se proteger do HIV. Vocês têm o potencial para dar exemplos de como os jovens podem liderar, defender, criar demandas e fornecer serviços personalizados para acabar com a epidemia, que é a segunda causa de morte entre os adolescentes. Precisamos de novas formas de nos comunciar, gerar demanda e vincular os jovens com alto risco de infecção pelo HIV aos serviços de HIV”, disse Shannon Hader, vice-diretora executiva para Programa do UNAIDS.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Jovens vivendo com HIV na América Latina têm trabalhado em equipe para planejar uma estratégia de comunicação para prevenção do HIV entre jovens gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) da região.  Antes de viajar para a conferência, eles trabalharam juntos para mapear a existência de campanhas de comunicação e iniciativas de prevenção de HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Além disso, também discutiram como traduzir complexos conteúdos científicos em efetivas mensagens-chave entre os pares.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Homens jovens que fazem sexo com homens e outros jovens vulneráveis precisam de acesso à informação sobre a prevenção do HIV de uma maneira que faça sentido para eles,” disse Maeve de Mello, assessora regional de prevenção ao HIV na OPAS. “Nós estamos muito satisfeitos em apoiar esse grupo talentoso de jovens. As experiências pessoais e suas vozes vão nos preparar melhor para responder a este problema de saúde pública de uma forma que os adultos, sozinhos, não conseguem.”  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Conferência, eles dividiram suas ideais com especialistas da saúde e profissionais de comunicação, e discutiram estratégias para alcançar jovens com messagens atraentes na prevenção do HIV e o fim do estigma e discriminação.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aprender sobre os últimos avanços e experiências bem-sucedidas na resposta ao HIV, enquanto aprendemos sobre o que acontece do outro lado da tela dos experts digitais, como o YouTube, foi uma experiência enriquecedora”, disse Horacio Barreda, um dos coordenadores da J+LAC. “Precisamos de uma estratégia que foque nas necessidades e afinidades dos jovens, que vivem suas vidas dentro e fora do mundo virtual”.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse é um bem-sucedido começo de uma importante jornada, pela qual acreditamos que vamos alcançar jovens da América Latina em toda sua diversidade.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo agora planeja trazer suas estratégias para apoiar as partes envolvidas na resposta ao HIV, incluindo ministros da saúde, agências das Nações Unidas, e outros parceiros.</p>
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	            data-title="Redefinindo mensagens de prevenção do HIV para jovens na América Latina" 
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		<title>As redes de jovens estão salvando vidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 12:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[direitos sexuais e reprodutivos]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
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		<category><![CDATA[PACT]]></category>
		<category><![CDATA[saúde sexual e reprodutiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os jovens desempenham um papel essencial na criação de demanda, nas relações com o cuidado e na utilização de serviços para o HIV e serviços de saúde e direitos sexuais e reprodutivos. A conclusão é de um estudo realizado pela empresa britânica de interesse comunitário e caritativo Watipa e encomendado pelo UNAIDS e pelo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/07/as-redes-de-jovens-estao-salvando-vidas/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os jovens desempenham um papel essencial na criação de demanda, nas relações com o cuidado e na utilização de serviços para o HIV e serviços de saúde e direitos sexuais e reprodutivos. A conclusão é de um estudo realizado pela empresa britânica de interesse comunitário e caritativo Watipa e encomendado pelo UNAIDS e pelo PACT, a coalizão de mais de 80 organizações e redes voltadas para jovens que trabalham para promover a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos e alcançar o fim da AIDS até 2030. </p>



<span id="more-12401"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório que apresenta os resultados, intitulado <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/young-peoples-participation-in-community-based-responses-to-hiv" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Young people’s participation in community-based responses to HIV: from passive beneficiaries to active agents of change (opens in a new tab)">Young people’s participation in community-based responses to HIV: from passive beneficiaries to active agents of change</a> </em>(A participação dos jovens nas respostas comunitárias ao HIV: de beneficiários passivos a agentes ativos da mudança, na tradução livre para o português), mostrou que os jovens, particularmente aqueles que servem de modelo e que são lideranças que vivem com o HIV, desempenham um papel fundamental na facilitação do acesso ao tratamento do HIV e na retenção nos cuidados.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que o apoio prestado pelos jovens aos seus pares tem um efeito positivo na adesão à terapia antirretroviral, no processo de revelação do estado sorológico e na vivência positiva com o HIV. Detalhes sobre os tipos de atuação mostram que os jovens estão ativamente envolvidos no apoio psicossocial entre pares, nas consultas entre pares, nos processos de engajamento a políticas, na mobilização de pares em torno de campanhas e projetos específicos e no acesso a hospitais e cuidados apoiados por pares.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os jovens, incluindo os de populações-chave e os que vivem com o HIV, também desempenham um papel fundamental na prevenção primária do HIV, nos testes e diagnósticos precoces. A educação entre pares, a sensibilização e o envolvimento da comunidade são áreas sobre as quais os jovens estão informando e nas quais estão influenciando seus pares. Em alguns exemplos, os jovens que trabalham como apoiadores e voluntários de pares prestaram serviços de testagem e aconselhamento sobre o HIV, distribuíram preservativos ou trabalharam em conjunto com assistentes de saúde da comunidade.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 62% dos indivíduos que participaram da pesquisa, eram membros de uma organização de jovens na resposta ao HIV e indicaram que eles próprios prestam serviços de HIV diretamente aos jovens. Estes serviços foram concebidos para beneficiar e alcançar a população jovem como os grupos focais. Os serviços prestados incluem informação sobre saúde e direitos sexuais e reprodutivos (51%), apoio de pares (50%), apoio psicossocial (42%), promoção e distribuição de preservativos (41%), apoio à adesão à terapia antirretroviral (32%) e aconselhamento e testagem do HIV (30%).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas das organizações pesquisadas ofereceram serviços integrados, incluindo encaminhamentos, prevenção, testes e tratamentos de outras infecções sexualmente transmissíveis  (38%), tuberculose (28%) e/ou hepatite B e C (22%).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como um dos entrevistados mencionou, &#8220;é fácil disseminar o conhecimento entre nós, porque se [eu] fizer parte  disso, então é mais fácil falar sobre isso com alguém da minha idade&#8221;.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados primários foram coletados através de três métodos: 1) uma pesquisa quantitativa online com 32 perguntas que foram oferecidas em cinco idiomas (árabe, inglês, francês, russo e espanhol); entrevistas entre pares, que foram qualitativas semi-estruturadas conduzidas por jovens em inglês ou em seu idioma local em seis países diferentes; e entrevistas com informantes-chave, que foram entrevistas qualitativas semi-estruturadas conduzidas em inglês via Skype por dois jovens consultores líderes da equipe de pesquisa. O número total de participantes foi de 143, com idades entre 20 e 29 anos.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O papel da população jovem nas respostas comunitárias ao HIV é vital para alcançar e manter resultados positivos na saúde no contexto da epidemia. Um informante-chave disse que &#8220;os jovens que vivem com o HIV estão mudando o jogo na comunidade. Eles são educadores de pares, mentores … apoiam outros jovens nas unidades médicas para orientar sobre os serviços, de modo que o processo se torne mais rápido para eles enquanto recebem os serviços. Muitos jovens estão envolvidos em  advocacy onde podem falam pelas vozes dos jovens.”  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a falta de remuneração adequada ou proporcional para o papel dos jovens na criação da demanda e na criação de vínculos com os serviços de HIV parece ser uma barreira crítica para o envolvimento dos jovens  de forma eficaz, significativa sustentável . Outras barreiras que inibem sua participação incluem a falta de financiamento para apoio institucional, a falta de capacidade ou apoio para o conhecimento necessário para participar plenamente das discussões técnicas, e a falta de ferramentas e recursos adaptados para apoiar a participação em diferentes processos e mecanismos.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também fornece 13 recomendações de jovens que participaram na pesquisa e é direcionado às autoridades governamentais, entidades das Nações Unidas, doadores, organizações da sociedade civil e outras partes interessadas na resposta ao HIV.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas recomendações incluem a necessidade de envolver os jovens na criação, planejamento e prestação de políticas, programas e serviços sobre o HIV, bem como de reconhecer o papel essencial que a população jovem tem na implementação da prestação de serviços aos seus pares. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo faz parte da <a rel="noreferrer noopener" aria-label="agenda #UPROOT (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2018/july/young-people-uproot" target="_blank">agenda <em>#UPROOT</em></a> (desraigar, na tradução livre para o português), uma agenda política global liderada por jovens baseada nos princípios de equidade, inclusão e solidariedade, que visa acabar com a AIDS até 2030 e promover a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, enfrentando barreiras como a intolerância e a exclusão, que comprometem a saúde dos jovens. </p>
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	            data-title="As redes de jovens estão salvando vidas" 
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		<title>Educação integral em sexualidade contribui para uma vida mais saudável entre jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 15:10:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[educação sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A educação integral em sexualidade desempenha um papel central na preparação de adolescentes e jovens para uma vida segura, produtiva e satisfatória, e é um componente importante de um conjunto de prevenção do HIV para jovens. A educação em sexualidade proporciona oportunidades para aprender e adquirir conhecimentos abrangentes, precisos, baseados em evidências e aproriada, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/fornecendo-conhecimento-aos-jovens-para-que-se-mantenham-saudaveis/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A educação integral em sexualidade desempenha um papel central na preparação de adolescentes e jovens para uma vida segura, produtiva e satisfatória, e é um componente importante de um conjunto de prevenção do HIV para jovens. A educação em sexualidade proporciona oportunidades para aprender e adquirir conhecimentos abrangentes, precisos, baseados em evidências e aproriada à idade sobre sexualidade e questões de saúde sexual e reprodutiva.<span id="more-11189"></span></p>
<p>Educação integral em sexualidade―definida como um processo baseado no currículo de ensino e aprendizagem sobre os aspectos cognitivos, emocionais, físicos e sociais da sexualidade―tem demonstrado contribuir para o início tardio de relações sexuais, diminuição da frequência de relações sexuais, diminuição do número de parceiros sexuais, redução de riscos, aumento do uso de preservativos e aumento do uso de contraceptivos entre os jovens.</p>
<p>Apesar da importância da educação integral em sexualidade, ela não está disponível para todos.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419.png" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-11192 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419.png" alt="" width="2104" height="1361" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419.png 2104w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419-300x194.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419-768x497.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419-1024x662.png 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419-1800x1164.png 1800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/04/disponibilidade-de-educacao-sexual-unaids-0419-720x466.png 720w" sizes="auto, (max-width: 2104px) 100vw, 2104px" /></a></p>
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		<title>Coletivo planeja estratégias para promover direitos de jovens vivendo com HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/04/coletivo-planeja-estrategias-para-promover-direitos-de-jovens-vivendo-com-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 16:42:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Rnajvha]]></category>
		<category><![CDATA[UNESCO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 9 e 10 de abril, os membros do colegiado da RNAJVHA se reuniram em Brasília, na Casa da ONU, para desenvolver seu novo planejamento estratégico para o período 2019-2020. Esse encontro aconteceu com o apoio do UNAIDS e da Unesco como parte de uma articulação da Rede de Jovens. O objetivo da, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/coletivo-planeja-estrategias-para-promover-direitos-de-jovens-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 9 e 10 de abril, os membros do colegiado da RNAJVHA se reuniram em Brasília, na Casa da ONU, para desenvolver seu novo planejamento estratégico para o período 2019-2020. Esse encontro aconteceu com o apoio do UNAIDS e da Unesco como parte de uma articulação da Rede de Jovens.<span id="more-11099"></span></p>
<p>O objetivo da RNAJVHA com esse encontro foi desenvolver novos mecanismos para ampliar o diálogo e a inserção do trabalho de promoção de saúde integral a adolescentes e jovens vivendo com HIV e AIDS. Este trabalho busca também fortalecer as bases de representação da rede pelos estados e municípios brasileiros.</p>
<p>&#8220;Essa foi uma oportunidade importante para fortalecer o trabalho da rede, que já existe há mais de uma década&#8221;, disse Yura Espindola, Secretaria Executiva da RNAJVHA. &#8220;Esperamos levar estas propostas de reestruturação estratégica para todos os membros e, em breve, colocar tudo isso em prática.&#8221;</p>
<p>No primeiro dia do encontro, o grupo se concentrou no exercício de planejamento estratégico situacional para desenvolver uma proposta concreta de plano de ação de curto, médio e longo prazo. Através de uma retrospectiva sobre as lições aprendidas ao longo de sua trajetória, o grupo debateu propostas de aprimoramento na ampliação do diálogo e participação de jovens na resposta ao HIV e AIDS no Brasil.</p>
<p>No segundo dia, o colegiado trabalhou a comunicação como ferramenta para o engajamento de jovens a este coletivo nacional. Além disso, ampliou o debate sobre a importância da comunicação na formulação de estratégias capazes de promover questões como o senso de pertencimento e o respeito às diversidades.</p>
<p>A RNAJVHA é um coletivo de atuação nacional voltado para o acolhimento e defesa dos direitos de adolescentes e jovens vivendo com HIV e AIDS. Criada em 2006, durante o I Encontro Nacional de Jovens Vivendo com HIV e AIDS, no Rio de Janeiro, a rede coordenada por um colegiado de 15 membros (titulares e suplentes) eleitos a cada dois anos.</p>
<p><i>Texto produzido por: Leonardo Moura, Yura Espindola, Márcio Ricardo da Cruz, Ermeson Correia, Giovane Oss Noal, Rafael Myranda e , membros do colegiado atual da RNAJVHA, como parte da Oficina de Comunicação realizada pelo UNAIDS em Brasília</i></p>
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		<title>Associação em Burkina Faso busca alcançar a ‘geração esquecida’</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/04/associacao-em-burkina-faso-busca-alcancar-a-geracao-esquecida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 12:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção do HIV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Elevando-se sobre uma multidão de jovens, Christine Kafando provoca a multidão com perguntas. “Você se sente pressionado por outros meninos e meninas?” “Você se sente abandonado por conta da pobreza?” “Você tem todas as informações necessárias sobre sua saúde e HIV? Se não, podem me perguntar ou perguntar aos seus parceiros, pergunte! Ok?&#8221; Os 40, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/associacao-em-burkina-faso-busca-alcancar-a-geracao-esquecida/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Elevando-se sobre uma multidão de jovens, Christine Kafando provoca a multidão com perguntas. “Você se sente pressionado por outros meninos e meninas?” “Você se sente abandonado por conta da pobreza?” “Você tem todas as informações necessárias sobre sua saúde e HIV? Se não, podem me perguntar ou perguntar aos seus parceiros, pergunte! Ok?&#8221;<span id="more-11050"></span></p>
<p>Os 40 meninos e meninas acenam e dão de ombros. Eles vieram para uma oficina organizada pela Associação <em>Espoir pour Demain</em> (<strong>AED</strong>) ou <em>Esperança pelo Amanhã, </em>na tradução livre ao português. A oficina aconteceu em Bobo-Dioulasso, em Burkina Faso, e tem como objetivo criar um espaço para que os jovens aprendam sobre saúde sexual e façam o treinamento para que se tornem educadores de pares.</p>
<p>“Depois de ver uma série de jovens estudantes engravidar, sentimos a necessidade de começar esses workshops”, disse Kafando, a fundadora da AED.</p>
<p>Issa Diarra disse que o workshop permitiu o diálogo. “Em nossa sociedade, realmente não falamos muito sobre sexo e outras questões de saúde, mas aqui nós realmente tivemos a chance de discutir tudo isso”, disse ele. Outro participante do workshop, Roland Sanou, concordou: “O sexo ainda é um tabu para os jovens, mas não quero que continue assim.”</p>
<p>Muitos dos jovens dizem que os tempos mudaram e que a maneira como eles pensam é diferente da maneira como os pais pensavam. “Atualmente, nós jovens somos conscientes e sabemos o que queremos e que estar doente pode nos impedir de realizar nossos sonhos, por isso estamos nos mobilizando”, disse Baba Coulibaly.</p>
<p>No início, a AED ajudou mulheres que vivem com HIV a ter acesso ao tratamento. Em seguida, cresceu para ajudar as mães e seus bebês que nasceram com HIV. Quinze anos depois, muitas dessas crianças agora são adolescentes e ainda participam do projeto. Refletindo sobre suas duas décadas como ativista em HIV, Kafando disse: “Por muitos anos, as mulheres têm sido o rosto do HIV, mas é fundamental incluir homens e meninos para aumentar a conscientização.”</p>
<p>Jacinta Kienou, uma enfermeira que faz parte da associação desde sua fundação, disse que há dois grandes desafios: vários jovens que vivem com HIV não fazem o tratamento regularmente e muitos jovens não sabem lidar com relacionamentos. “Como vivem com HIV e são jovens, muitas questões surgem em relação ao afeto e à aceitação do estado sorológico para o HIV”, disse Kienou. “Muitas vezes, os relacionamentos terminam por causa do estado sorológico de alguém”, acrescentou ela.</p>
<p>Em Burkina Faso, os jovens representam mais de 60% da população e os dados mostram que muitos deles não conhecem seu estado sorológico para o HIV. O Assessor de Informação Estratégica do UNAIDS, André Kaboré, descreve duas lacunas em relação aos jovens. “Apesar do tratamento de alta qualidade estar prontamente disponível, ainda há crianças que não sabem que estão vivendo com HIV. Pior, muitos daqueles que sabem que estão vivendo com HIV não têm acesso ao tratamento”, disse ele.</p>
<p>No país, 94 mil pessoas vivem com HIV, das quais 9.400 são crianças menores de 15 anos. Enquanto 65% dos adultos que vivem com HIV estão em terapia antirretroviral, apenas 28% das crianças que sabe-se que vivem com HIV (cerca de 3.500) estão em tratamento. Kafando chama essas crianças de ‘geração esquecida’. “Elas ficaram desamparadas porque até agora nunca estiveram doentes ou precisaram de cuidados e, portanto, nunca foram testadas para o HIV”, disse ela.</p>
<p>A chefe do Conselho Nacional de AIDS de Bobo Dioulasso e da região vizinha, Suzanne Sidibé, disse: “Perdemos de vista as crianças que nasceram com HIV. Nosso objetivo, com a ajuda da AED, é ampliar as informações pelas famílias por meio dos mediadores de saúde.”</p>
<p>Hoho Kambiré vive com HIV e tem quatro filhos, sendo que dois vivem com HIV. Como mediadora de saúde da AED, ela fala sobre os benefícios de conhecer seu estado sorológico. Ela visita famílias, acompanha mulheres em clínicas e fornece apoio. “É necessário testar todas as crianças para saber quem está doente e quem não está doente e acompanhá-las para que continuem saudáveis”, disse ela. A AED tem agora mais de 50 mediadores de saúde, a maioria mulheres como Kambiré, que originalmente foi até a associação em busca de serviços de saúde.</p>
<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (<a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>UNICEF</strong></a>) e o UNAIDS apoiam financeiramente o AED. Mireille Cissé, especialista em HIV do UNICEF, disse que a ONU em Burkina Faso identificou as prioridades para a resposta à AIDS no país, incluindo o trabalho com a sociedade civil. “Nós concordamos que era necessário estabelecer um elo da comunidade, porque elas são nossa entrada nas famílias”, disse Cissé. O UNICEF formalizou a contribuição dos mediadores da saúde, providenciando uma remuneração pelo trabalho e colaborando com o escritório regional do Ministério da Saúde.</p>
<p>“Ver os mediadores de saúde integrados nas equipes de saúde dos distritos foi uma verdadeira vitória para nós”, disse Cissé. “Essa entrada realmente facilitou o papel dos mediadores de saúde e aumentou sua visibilidade”.</p>
<p>O UNAIDS reforçou a capacidade dos mediadores de saúde para ampliar seu escopo de trabalho, que vai do aconselhamento psicossocial ao treinamento sobre adesão ao tratamento. “Manter nosso progresso na resposta ao HIV e acabar com a AIDS depende muito da sociedade civil, como a AED”, disse Job Sagbohan, Diretor do UNAIDS em Burkina Faso. “Nós realmente esperamos pelo impacto máximo.”</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/04/associacao-em-burkina-faso-busca-alcancar-a-geracao-esquecida/">Associação em Burkina Faso busca alcançar a ‘geração esquecida’</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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