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	<title>estatísticas - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Equipe verifica estatísticas de pessoas em tratamento para HIV em Lesoto</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/02/equipe-verifica-estatisticas-de-pessoas-em-tratamento-para-hiv-em-lesoto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Feb 2019 16:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante cinco semanas de 2018, equipes de até 10 pessoas analisaram mais de 180.000 registros de pessoas diagnosticadas com HIV que estão recebendo cuidados em cada uma das 120 clínicas e hospitais em Lesoto. O objetivo: contar o número de pessoas vivendo com HIV que estavam em tratamento em junho de 2018. Durante dias, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/02/equipe-verifica-estatisticas-de-pessoas-em-tratamento-para-hiv-em-lesoto/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante cinco semanas de 2018, equipes de até 10 pessoas analisaram mais de 180.000 registros de pessoas diagnosticadas com HIV que estão recebendo cuidados em cada uma das 120 clínicas e hospitais em Lesoto. O objetivo: contar o número de pessoas vivendo com HIV que estavam em tratamento em junho de 2018.<span id="more-10641"></span></p>
<p>Durante dias longos e empoeirados, as equipes colavam adesivos verdes—indicando pessoas ativas no tratamento—ou adesivos de outras cores—especificando que uma pessoa havia faltado, sido transferida ou falecido—em quase 80% de todos os prontuários de pacientes no país. Em cada serviço de saúde, as contagens do número de pessoas consideradas ativas no tratamento foram comparadas com as contagens previamente comunicadas ao Ministério da Saúde de Lesoto e outros parceiros, incluindo o <a href="https://unaids.org.br/tag/pepfar/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o Alívio da AIDS</strong></a>. Tudo isso para confirmar que os relatórios do país estão corretos.</p>
<p>“Juntamente com nossa equipe, analisamos o status de tratamento de mais de 5 mil pessoas na Clínica Senkatana, em Maseru, Lesoto, um dos centros de tratamento mais antigos e movimentados do país. Após dois dias de revisão dos arquivos em papel, encontramos cerca de 30% mais pessoas em tratamento do que a clínica havia informado ao Ministério da Saúde em junho de 2018”, disse Motselisi Lehloma, Oficial do Ministério da Saúde. No geral, o exercício encontrou uma subnotificação de 3% para todos os 120 serviços visitados.</p>
<p>Desde o início de 2017, o UNAIDS e outros parceiros internacionais têm apoiado mais de 15 países, principalmente na África Subsaariana, na verificação do número de pessoas em tratamento. Este trabalho também oferece suporte aos serviços de saúde para que melhorem a precisão dos dados relatados por meio dos sistemas de informações de saúde, revisando registros de pacientes e processos para coletar, reunir e relatar números de tratamento.</p>
<p>“O exercício de Lesoto em auditar e validar os números de tratamento ressalta seu compromisso em monitorar com precisão o impacto do programa”, disse Kim Marsh, Assessor Sênior de Epidemiologia e Monitoramento do UNAIDS. Graças a esforços como esse e de outros países da região, o UNAIDS e as partes interessadas podem confiar em números de tratamento que permitem monitorar o progresso em direção as<a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/2015_11_20_UNAIDS_TRATAMENTO_META_PT_v4_GB.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong> metas 90–90–90</strong></a>. Por meio de reuniões com a equipe clínica e relatórios escritos, deficiências pequenas foram abordadas no local e questões sistemáticas maiores foram levadas à atenção do Ministério e dos parceiros de implementação para que tomassem as ações necessárias.</p>
<p>Lesoto tem uma das maiores taxas de prevalência de HIV no mundo. Em 2017, 320 mil pessoas viviam com HIV no país, uma prevalência de 23,8%.</p>
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	            data-title="Equipe verifica estatísticas de pessoas em tratamento para HIV em Lesoto" 
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		<title>UNAIDS e Gestos iniciam série de treinamentos sobre ‘Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV’</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/11/unaids-inicia-serie-de-treinamentos-sobre-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 19:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Índice]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Stigma Index]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), realizou dias 27 e 28 de novembro, em Recife (PE), o primeiro treinamento sobre o Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV.   A capacitação de pessoas vivendo com HIV, feita em parceria, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/11/unaids-inicia-serie-de-treinamentos-sobre-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), realizou dias 27 e 28 de novembro, em Recife (PE), o primeiro treinamento sobre o <b><i>Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV. </i></b>  A capacitação de pessoas vivendo com HIV, feita em parceria com a ONG Gestos Soropositividade, Comunicação e Gênero, faz parte de uma série de sete treinamentos que serão realizados dentro do Plano Conjunto sobre HIV e AIDS das Nações Unidas 2018-2019. <span id="more-10368"></span></p>
<p>Além da capital Pernambucana, também receberão sessões de treinamento, entre dezembro de 2018 e março de 2019, as cidades de Salvador, Manaus, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. Cerca de 60 voluntários serão treinados para a aplicação dos questionários entre pares, prevista para abril de 2019.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Os treinamentos sobre o Índice de Estigma são voltados para a capacitação de pessoas que vivem com HIV a fim de que elas possam aplicar os questionários entre pares para levantar informações relevantes sobre estigma e discriminação no Brasil em relação a essa população específica, hoje estimada em quase 900 mil pessoas. O Índice permite não apenas entender o impacto do estigma sobre essas pessoas, mas também oferece subsídios importantes para a construção de políticas públicas voltadas para a resposta ao HIV e à AIDS.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>O objetivo do projeto é conseguir que mais de 2 mil pessoas vivendo com HIV respondam aos questionários para que o Brasil possa ter, pela primeira vez, o seu próprio Índice de Estigma. Esta metodologia global já foi aplicada em mais de 100 países e contou com a participação de mais de 100 mil pessoas desde sua criação em 2008. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>“Estamos muito animados com a implementação deste levantamento, pois precisamos destes dados para enfrentar a falta de espaço que ainda existe em nossa sociedade para falar deste tema”, disse Alessandra Nilo, Diretora da Gestos. “Acredito que vamos abrir um diálogo muito importante com diversos atores da sociedade.” <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Serão entrevistadas pessoas vivendo com HIV maiores de 18 anos, que morem na região metropolitana de uma das sete cidades onde foram realizados os treinamentos. Todas as informações são sigilosas. A análise dos dados coletados será feita em parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), e a previsão de publicação é no segundo semestre de 2019. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Para a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, o Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV mostra, a partir de um processo metodológico sério, que o preconceito e a discriminação existem na vida real. “Nós precisamos de dados que afirmem a necessidade de políticas públicas para as populações-chave. Mas para além do resultado, eu acredito que o processo todo já empodera às pessoas vivendo com HIV”, destacou. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:360}"> </span></p>
<p>Conheça mais sobre o Índice de Estigma em Relação às Passoas Vivendo com HIV em http://www.stigmaindex.org/.</p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/11/unaids-inicia-serie-de-treinamentos-sobre-indice-de-estigma-em-relacao-as-pessoas-vivendo-com-hiv/">UNAIDS e Gestos iniciam série de treinamentos sobre ‘Índice de Estigma em Relação às Pessoas Vivendo com HIV’</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o UNAIDS calcula os dados sobre pessoas vivendo com HIV em tratamento antirretroviral?</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/07/como-o-unaids-calcula-os-dados-sobre-pessoas-vivendo-com-hiv-em-tratamento-antirretroviral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 20:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimar o número de pessoas vivendo com HIV em tratamento é essencial para acompanhar a resposta global à AIDS. O tratamento para o HIV vai além de manter as pessoas vivas, mas também, ao reduzir a carga viral de uma pessoa, reduz consideravelmente a chance de uma pessoa vivendo com HIV transmitir o vírus, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/como-o-unaids-calcula-os-dados-sobre-pessoas-vivendo-com-hiv-em-tratamento-antirretroviral/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Estimar o número de pessoas vivendo com HIV em tratamento é essencial para acompanhar a resposta global à AIDS. O tratamento para o HIV vai além de manter as pessoas vivas, mas também, ao reduzir a carga viral de uma pessoa, </span><b>reduz consideravelmente a chance de uma pessoa vivendo com HIV transmitir o vírus para seu parceiro</b><span style="font-weight: 400;">.</span><span id="more-9675"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS publicou a última estimativa de pessoas vivendo com HIV com acesso à terapia antirretroviral no relatório </span><i><span style="font-weight: 400;">Um longo caminho a percorrer</span></i><span style="font-weight: 400;"> (saiba mais </span><a href="https://unaids.org.br/2018/07/unaids-alerta-o-progresso-esta-lento-e-nosso-tempo-esta-acabando-para-alcancarmos-as-metas-de-hiv-ate-2020/" target="_blank" rel="noopener"><b>aqui</b></a><span style="font-weight: 400;">). Estima-se que 21,7 milhões de pessoas das 36,9 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento para o HIV no final de 2017.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No total, 143 países apresentaram os dados que foram usados pelo UNAIDS para compilar a estimativa, representando 91% do total estimado de pessoas em tratamento em todo o mundo. Esses 143 países fornecem números reais de pessoas em tratamento. Nos casos dos poucos países que não fornecem contagens, são utilizadas estimativas. Os países relatam seus números de pessoas em tratamento—adultos e crianças, separados por sexo—, por meio da ferramenta </span><a href="https://unaids.org.br/2018/05/medindo-o-progresso-dos-10-compromissos-de-aceleracao-da-resposta-ate-2020-por-meio-do-monitoramento-global-da-aids/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Global AIDS Monitoring</i></b></a><span style="font-weight: 400;">, a cada seis meses. Dados semelhantes são incluídos no software do UNAIDS chamado </span><a href="https://unaids.org.br/2018/03/verificando-os-dados-sobre-hiv/" target="_blank" rel="noopener"><b><i>Spectrum</i></b></a><i><span style="font-weight: 400;">.</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O UNAIDS fornece assistência técnica e treinamento para oficiais de saúde pública e clínicos—que são as pessoas responsáveis por compilar os números nos países—para garantir que seus relatórios sobre a cobertura do tratamento sejam precisos. Além disso, todos os anos, em parceria com o </span><a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener"><b>Fundo das Nações Unidas para a Infância</b></a><span style="font-weight: 400;">, a </span><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener"><b>Organização Mundial de Saúde</b></a><span style="font-weight: 400;"> e outros parceiros que apoiam a prestação de serviços de tratamento, o UNAIDS revê e valida os números de tratamento relatados por meio da ferramenta</span> <span style="font-weight: 400;">de Monitoramento Global da AIDS e do </span><i><span style="font-weight: 400;">Spectrum</span></i><span style="font-weight: 400;">. Quando as estimativas do UNAIDS sobre a cobertura do tratamento nos países são comparadas com as estimativas feitas nas </span><a href="https://unaids.org.br/2018/03/verificando-os-dados-sobre-hiv/" target="_blank" rel="noopener"><b>Avaliações de Impacto do HIV Baseadas em População</b></a><span style="font-weight: 400;"> e em outras pesquisas, são percebidos níveis semelhantes de cobertura de tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2017, o UNAIDS realizou a triangulação dos dados como forma de confirmar ou negar os resultados da coleta anual. Essa análise procurou responder a uma pergunta simples: os medicamentos antirretrovirais são produzidos e comprados em quantidades suficientes para tratar o número de pessoas relatadas como ’em tratamento’?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No final de 2016, 19,4 milhões de pessoas estavam em terapia antirretroviral em todo o mundo, com aproximadamente 14,1 milhões de pessoas com acesso ao tratamento em países de baixa e média renda com acesso a genéricos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um estudo feito com base na quantidade de medicamentos antirretrovirais fabricados na Índia (exportados ou consumidos internamente) em 2016 mostrou os medicamentos produzidos eram suficientes para tratar 11,4 milhões de pessoas por ano. Quando outros medicamentos genéricos antirretrovirais produzidos em outros países são a estimativa de pessoas que podem ser tratadas por ano é de 14,2 milhões–16,2 milhões de pessoas em tratamento por ano—o suficiente para tratar as 14,1 milhões de pessoas em países de baixa e média renda com acesso a genéricos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2018, o UNAIDS fez uma parceria com a </span><a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener"><b>Organização Mundial da Saúde</b></a><span style="font-weight: 400;">, o </span><a href="https://unaids.org.br/tag/fundo-global/" target="_blank" rel="noopener"><b>Fundo Global de Luta contra a AIDS, Tuberculose e Malária</b></a><span style="font-weight: 400;">, parceiros técnicos e Ministérios da Saúde de 28 países, a maioria na África Subsaariana, para realizar revisões de qualidade dos dados reportados de tratamento, assim como onde é encontrada contagem excedente ou subcontagem, para adequar relatórios atuais e o histórico dos números de tratamento. Revisões de qualidade de dados desde 2016 foram usadas para ajustar estimativas, por exemplo: levando em consideração pessoas que se transferem de uma clínica para outra, mas são relatadas por ambas as clínicas, ou pessoas que morreram, deixaram os cuidados ou emigraram, mas não são identificadas e removidas dos registros de tratamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais detalhes sobre os métodos de cálculo do número de pessoas em tratamento podem ser encontrados no anexo sobre métodos do relatório </span><i><span style="font-weight: 400;">Um longo caminho a percorrer</span></i><span style="font-weight: 400;"> (saiba mais </span><a href="https://unaids.org.br/2018/07/unaids-alerta-o-progresso-esta-lento-e-nosso-tempo-esta-acabando-para-alcancarmos-as-metas-de-hiv-ate-2020/" target="_blank" rel="noopener"><b>aqui</b></a><span style="font-weight: 400;">). Mais detalhes sobre como a triangulação foi conduzida podem ser encontrados em inglês </span><a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/JC2891_How-many-people-living-with-HIV-access-treatment_en.pdf" target="_blank" rel="noopener"><b>aqui</b></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/como-o-unaids-calcula-os-dados-sobre-pessoas-vivendo-com-hiv-em-tratamento-antirretroviral/">Como o UNAIDS calcula os dados sobre pessoas vivendo com HIV em tratamento antirretroviral?</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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