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	<title>Congresso de HIV/AIDS - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Palavras não são neutras: ‘por que ainda estamos falando sobre estigma?’, pergunta jornalista.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 13:41:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Se o tema do HIV e da AIDS já é tratado há tanto tempo, por que ainda estamos falando sobre estigma?”. A pergunta é de Nathan Fernandes, jornalista e editor da revista Galileu. Ele foi um dos convidados do UNAIDS para participar da roda de conversas Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-por-que-ainda-estamos-falando-sobre-estigma-pergunta-jornalista/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Se o tema do HIV e da AIDS já é tratado há tanto tempo, por que ainda estamos falando sobre estigma?”. A pergunta é de Nathan Fernandes, jornalista e editor da revista Galileu. Ele foi um dos convidados do UNAIDS para participar da roda de conversas Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil, realizada pelo UNAIDS durante o 11º Congresso de AIDS e 4º Congresso de Hepatites Virais (Hepaids 2017), em Curitiba.<span id="more-7312"></span><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28.jpeg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-7313 size-large aligncenter" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-1024x576.jpeg" alt="" width="640" height="360" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-1024x576.jpeg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-300x169.jpeg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-768x432.jpeg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28-720x405.jpeg 720w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.18.28.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a></p>
<p>Autor da reportagem de capa da edição de agosto da Revista Galileu <em><a href="https://www.google.com/url?q=http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2017/07/como-o-preconceito-contribui-para-o-aumento-da-epidemia-de-aids.html&amp;sa=D&amp;ust=1506951187642000&amp;usg=AFQjCNEZQi6yFXKf5J7e7tbwbfOWXpjlZA" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Eu vivo com HIV e o preconceito é a pior parte</a></em>—que trouxe uma ampla perspectiva sobre o impacto do estigma e da discriminação sobre pessoas que vivem com HIV—, Fernandes falou sobre o tema Abordagem do HIV na mídia impressa. O debate marcou o lançamento do <em><a href="https://unaids.org.br/2017/10/unaids-lanca-traducao-em-portugues-do-guia-de-terminologia-sobre-hiv-e-aids/#more-7304" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Terminologia do UNAIDS</a></em>, traduzido e adaptado para o português.</p>
<p>’Falar que o uso de um termo ou expressão é proibido não funciona. Acaba gerando um sentimento contrário, incentivando a pessoa a desafiar essa proibição e seguir usando essas palavras”, disse Fernandes durante o debate. “No caso do jornalista, ele deve sempre manter em mente que está lidando com a vida das pessoas e, por isso, a escolha das palavras e expressões mais adequadas é fundamental.”</p>
<p>Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, Fernandes, 29 anos, já foi repórter da revista Playboy e colaborou com publicações como Men’s Health, Superinteressante, Veja e Visão, de Portugal. Atualmente é editor da revista Galileu, onde trabalha com questões ligadas aos direitos humanos, com foco em questões LGBTI+. Em 2016, recebeu o prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.</p>
<p>“Durante nove meses, conversei com pessoas vivendo com HIV e com pessoas que trabalham nessa área, para fazer a reportagem”, conta o editor da Galileu. “Isso foi uma exceção, quase um privilégio. Mas posso dizer que a falta de tempo e de espaço talvez expliquem porque temos reportagens tão negativas sobre HIV até os dias atuais.”</p>
<p>Para a Diretora do UNAIDS no Brasil, Georgiana Braga-Orillard, ao invés de apedrejar as pessoas quando elas erram no uso das palavras e expressões, temos que fazer um trabalho de insistência e de conscientização. “Algumas palavras machucam, enquanto outras têm o poder de trazer as pessoas para perto de nós”, disse. “Temos que nos lembrar sempre que a linguagem também evolui. Ela é um espelho do que pensamos.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18.jpeg"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7314 size-large" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-576x1024.jpeg" alt="" width="576" height="1024" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-576x1024.jpeg 576w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-169x300.jpeg 169w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-675x1200.jpeg 675w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18-405x720.jpeg 405w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WhatsApp-Image-2017-09-29-at-15.59.18.jpeg 720w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></p>
<p>O debate, que contou com a presença de cerca de 60 pessoas na sala Guarapuava do ExpoUnimed, local onde aconteceu o Hepaids2017, foi transmitido ao vivo pela conta do Facebook do UNAIDS Brasil. A transmissão, que foi compartilhada por páginas como <a href="https://www.youtube.com/user/canalpoenaroda" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Põe na Roda</a>, <a href="https://www.youtube.com/channel/UCcg2yzyxjl1Lc8LMjo6y1Tg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Boa Sorte</a>, <a href="https://www.facebook.com/revistagalileu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Revista Galileu</a>, <a href="https://www.youtube.com/user/Gabrielcomicholi" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Gabriel Comicholi</a>, <a href="https://www.youtube.com/channel/UCGJ0bgsIQM-qZgCOvpHd4zw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">os Discordantes</a>, teve mais de 9 mil visualizações e um alcance de quase 40 mil pessoas.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/11º-Congresso-de-HIV_AIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja também a cobertura que o UNAIDS Brasil fez do evento pelo Twitter, através do Storify</a><br />
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/10/palavras-nao-sao-neutras-por-que-ainda-estamos-falando-sobre-estigma-pergunta-jornalista/">Palavras não são neutras: ‘por que ainda estamos falando sobre estigma?’, pergunta jornalista.</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS lança tradução em português do Guia de Terminologia sobre HIV e AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2017 13:27:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS Brasil lançou nesta sexta-feira (29/9), durante o 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba, a tradução adaptada de seu Guia de Terminologia, um documento com recomendações sobre o uso de palavras que sejam cientificamente precisas e promovam os direitos humanos universais e a dignidade do indivíduo. Um dos objetivos do guia é também, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/10/unaids-lanca-traducao-em-portugues-do-guia-de-terminologia-sobre-hiv-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O UNAIDS Brasil lançou nesta sexta-feira (29/9), durante o 11º Congresso de HIV/AIDS, em Curitiba, a tradução adaptada de seu Guia de Terminologia, um documento com recomendações sobre o uso de palavras que sejam cientificamente precisas e promovam os direitos humanos universais e a dignidade do indivíduo. Um dos objetivos do guia é também o de facilitarem a compreensão dos principais temas relacionados ao HIV e à AIDS, bem como ao estigma e à discriminação.<span id="more-7304"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1.jpg"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-7308 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1.jpg" alt="" width="4896" height="3672" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1.jpg 4896w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1-1024x768.jpg 1024w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1-1600x1200.jpg 1600w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/Guia1-720x540.jpg 720w" sizes="(max-width: 4896px) 100vw, 4896px" /></a></p>
<p style="text-align: left;">O <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/WEB_2017_07_12_GuiaTerminologia_UNAIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Guia de Terminologia</a> foi lançado oficialmente durante o painel de debates Palavras não são neutras: intervenções para reduzir o estigma da AIDS no Brasil—o encontro foi <a href="https://www.facebook.com/unaidsbrasil/videos/1571860609560216/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">transmitido ao vivo pela página do Facebook do UNAIDS Brasil</a>. A Diretora do UNAIDS Brasil, Georgiana Braga-Orillard, abriu o debate com uma apresentação do Guia e seus objetivos. Também participaram do painel os criadores de conteúdo no Youtube Gabriel Estrela (do canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCcg2yzyxjl1Lc8LMjo6y1Tg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Projeto Boa Sorte</a>) e Marcos Borges (do canal <a href="https://www.youtube.com/channel/UCFEF21WLztLKGZhhZzcIgRQ" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Doutor Maravilha</a>), além do jornalista e editor da <a href="https://www.facebook.com/revistagalileu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Revista Galileu</a>, Nathan Fernandes, autor da reportagem de capa da <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/noticia/2017/07/como-o-preconceito-contribui-para-o-aumento-da-epidemia-de-aids.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">edição de agosto</a>, sobre o peso do estigma e da discriminação para quem vive com HIV nos dias de hoje.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 1em;">O objetivo da mesa foi discutir os avanços e desafios no uso linguagem relacionada ao HIV nos mais diversos campos como social, jornalístico, mídias tradicionais e digitais, medicina, ativismo e tantos outros. O debate buscou provocar uma reflexão sobre o momento em que vivemos, em que a consolidação do ‘politicamente correto’ em diferentes esferas se depara com o extremismo, a polaridade dos pensamentos e opiniões e um perceptível aumento da intolerância.</span></p>
<p>“A linguagem não é neutra. E no contexto do HIV, essa afirmação nunca foi tão verdadeira”, explica Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “As palavras que escolhemos e a forma como comunicamos nossos pensamentos e opiniões têm um efeito profundo na compreensão das mensagens. A escolha cuidadosa da linguagem, portanto, desempenha um papel importante na sustentação e no fortalecimento da resposta ao HIV, para que ela seja construída sobre uma base livre de estigma e de discriminação.”</p>
<p>Expressões como “pessoa vivendo com HIV&#8221; estão gradualmente substituindo outros termos, como &#8220;vítima de AIDS&#8221;, ou termos correlatos. “Termos como ‘vítima da AIDS’ implicam que o indivíduo é impotente, sem controle sobre sua vida&#8221;, disse Alistair Craik, que coordena o Guia de Terminologia do UNAIDS original, elaborado em inglês. &#8220;Por isso, é preferível usar ‘pessoas vivendo com HIV’”, acrescentou.</p>
<p>Neste caso, como explica o Guia de Terminologia do UNAIDS, e expressão “pessoa vivendo com HIV” tem o objetivo de evidenciar o protagonismo que a pessoa HIV-positivo tem diante de sua vida, em busca de saúde, dignidade e plenitude no exercício de seus direitos. O termo atual relega, portanto, ao HIV apenas um papel de coadjuvante nesse processo. Da mesma forma, expressões de conotação bélica, como “luta contra a AIDS” e “combate à AIDS” perdem espaço para termos mais inclusivos, mais abrangentes e menos bélicos, como “resposta à AIDS”.</p>
<p>Há muito tempo, o HIV deixou de ser visto apenas como uma questão médica: o risco de infecção pelo HIV e o impacto do vírus permeiam questões sociais, incluindo discriminação contra a população LGBT e outras populações muitas vezes marginalizadas e, assim, mais expostas ao risco de infecção pelo vírus.</p>
<p>“É lamentável que as pessoas vivendo com o HIV também sejam muitas vezes sujeitas ao estigma e à violência relacionadas a sua sorologia”, explica Georgiana. “Ao longo da última década, a necessidade crítica de fortalecer os direitos humanos como parte de uma resposta efetiva à AIDS tornou-se cada vez mais clara.”</p>
<p>As diretrizes de terminologia do UNAIDS têm como objetivo promover o uso de palavras que respeitem e empoderem os indivíduos. Elas também fornecem conselhos aos escritores e jornalistas para evitar erros comuns. Por exemplo, &#8220;vírus da AIDS&#8221; não deve ser escrito porque é cientificamente errado. &#8220;Não há ‘vírus da AIDS’”, explica o Guia. &#8220;AIDS, a síndrome de imunodeficiência adquirida, é uma síndrome de infecções oportunistas e doenças que, em última instância, é causada pelo HIV”.</p>
<p>O documento também ressalta também um erro comum no uso da expressão “pessoas infectadas com a AIDS”, uma vez que a AIDS não é o fator infectante, e sim o vírus, conhecido como HIV. Além disso, o Guia explica que, como a palavra ‘HIV’ (do inglês ‘human immunodeficiency virus’) significa em português ‘vírus da imunodeficiência humana’, é incorreto escrever o ‘vírus HIV’ ou ‘vírus do HIV’ por se tratar de uma redundância.</p>
<p>Os exemplos acima mostram um pouco do que os leitores irão encontrar no Guia de Terminologia do UNAIDS. Este breve conjunto de recomendações visa promover uma linguagem sensível ao gênero, não discriminatória, culturalmente apropriada e que promova os direitos humanos universais. O UNAIDS enfatiza que suas recomendações terminológicas devem ser consideradas um trabalho contínuo, à medida que novas questões e dinâmicas emergem frequentemente.</p>
<p>Você pode acessar o Guia de Terminologia <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/WEB_2018_01_18_GuiaTerminologia_UNAIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>aqui</strong></a>. Estas diretrizes podem ser amplamente copiadas e reproduzidas, contanto que esse uso não seja para fins lucrativos e que a fonte seja sempre citada. Comentários e sugestões de acréscimos, supressões ou modificações podem ser encaminhadas para brazil@unaids.org.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2017/10/11º-Congresso-de-HIV_AIDS.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Veja como foi a cobertura do debate pelo Twitter, através do Storify</a><br />
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		<title>Vislumbrar o fim da epidemia da AIDS não é mais utopia – é um compromisso</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/11/vislumbrar-o-fim-da-epidemia-da-aids-nao-e-mais-utopia-e-um-compromisso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 20:17:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Senhoras e senhores, boa noite. Hoje estou aqui representando o Sr Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS e suas agências co-patrocinadoras. O 10º  Congresso de AIDS e 3º Congresso de Hepatites Virais acontece em um momento oportuno. O mundo acaba de adotar os Objetivos Globais para o Desenvolvimento Sustentável e as nações signatárias se, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/11/vislumbrar-o-fim-da-epidemia-da-aids-nao-e-mais-utopia-e-um-compromisso/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Senhoras e senhores, boa noite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje estou aqui representando o Sr Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS e suas agências co-patrocinadoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O 10º  Congresso de AIDS e 3º Congresso de Hepatites Virais acontece em um momento oportuno.</span></p>
<p><span id="more-1934"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mundo acaba de adotar os Objetivos Globais para o Desenvolvimento Sustentável e as nações signatárias se comprometeram, coletivamente, a Acelerar a Resposta para chegarmos ao fim da epidemia de AIDS até 2030. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vislumbrar o fim da epidemia não é mais utopia – </span><b>é um compromisso.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alcançamos este ano as metas para AIDS previstas no Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 6 (ODM 6), </span><b>de parar e reverter o curso da epidemia de AIDS</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pela primeira vez na história das Nações Unidas, conseguimos alcançar uma meta antes do prazo originalmente definido e colocar 15 milhões de pessoas em tratamento. Essa meta, aliás, era considerada inatingível por muitos, quando no ano 2000 tínhamos apenas</span><span style="font-weight: 400;"> 1 milhão de pessoas em tratamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse êxito se deve a um compromisso sem precedentes de governos, organismos internacionais, cientistas, setor privado, pessoas vivendo com HIV e a sociedade civil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas nosso desafio ainda é grande.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O fim da epidemia requer ainda mais investimento, compromisso, engajamento e inovação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os últimos quilômetros de uma maratona são sempre os mais difíceis. É a hora do </span><i><span style="font-weight: 400;">sprint</span></i><span style="font-weight: 400;"> final, de buscarmos fôlego onde já não achávamos que seria possível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imbuída desse espírito, duas semanas atrás, a Junta Coordenadora do UNAIDS aprovou a nova estratégia para o Programa Conjunto da ONU sobre HIV/AIDS, para o período de 2016 a 2021. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E a estratégia propõe novas metas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">As &#8211; já famosas &#8211; metas de tratamento 90-90-90 </span>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">que até 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV estejam diagnosticadas e conheçam seu estado sorólogico</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">que destas, 90% estejam em tratamento </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">e que destas, 90% vivam com carga viral indetectável.</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"> A nova estratégia também estipula:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">metas para que 90% das pessoas tenham acesso a serviços de prevenção do HIV, incluindo o preservativo, além de serviços de saúde sexual e reprodutiva.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Zero nova infecção em crianças. </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Acesso equitativo para populações-chave, com 90% das pessoas mais vulneráveis tendo acesso assegurado a serviços de prevenção combinada. </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Que 90% de pessoas vivendo com HIV relatem experiências de Zero Discriminação</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Entre outras</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Estas metas demonstram bem que, para acabar com a AIDS, não é suficiente apenas o tratamento &#8211; é </span><b>necessário reinventar a prevenção </b><span style="font-weight: 400;">e </span><b>promover a justiça social e os direitos humanos</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E estamos sedentos por mais justiça social e mais respeito aos direitos humanos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto estamos aqui reunidos neste 10º Congresso de AIDS, vemos um recrudescimento global da intolerância e do extremismo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apenas no último mês vimos atentados covardes em Sharm El Sheik (no Egito), em Beirute (no Líbano) e em Paris (na França).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A intolerância que aparece de formas tão extremas, não foi criada da noite para o dia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui, bem mais perto de nós, também testemunhamos formas extremas de intolerância e de violência.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos exemplos mais evidentes e tristes é a violência que sofrem nossas trans e travestis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil hoje é o país onde mais se assassinam pessoas trans no mundo, segundo a organização </span><b>Transgender Europe</b><span style="font-weight: 400;">, que reuniu dados de janeiro de 2008 a dezembro de 2014. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o levantamento, </span><b>40% dos assassinatos</b><span style="font-weight: 400;"> de pessoas trans na mundo aconteceram no Brasil.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse cenário traz consequências gravíssimas para a epidemia de AIDS. O UNAIDS estima que, mundialmente, </span><b>cerca de 19% </b><span style="font-weight: 400;">delas vivem com o vírus em todo o mundo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A violência e discriminação que sofrem gays e outros homens que fazem sexo com homens também é inaceitável. Dados da Secretaria Nacional de Direitos Humanos mostram que em 2014, a cada hora, 1 gay sofreu violência no Brasil. E, como veremos em várias discussões do Congresso, essa população também é uma das mais vulneráveis à epidemia.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A violência contra mulheres também é alarmante: de acordo com o relatório conjunto da OPAS/ ONUMulheres/Secretaria Especial de Politica para Mulheres e da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO), em 2013, 13 mulheres foram assassinadas por dia no Brasil. Um aumento de mais de 250%  em relação a 1980. A maioria delas em casa, por seus companheiros ou pessoas da família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este também é mais um contexto de vulnerabilidade que traz números tristes sobre a epidemia. No mundo todo, AIDS continua sendo a maior causa de mortes de mulheres e meninas em idade reprodutiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Lembremo-nos também das diversas formas de violência e intolerância que atingem outras populações-chave: além das pessoas vivendo com HIV, as pessoas privadas de liberdade, os migrantes, as pessoas que injetam drogas e usuários de crack, profissionais do sexo, pessoas deslocadas, pessoas com deficiência e aquelas com 50 anos ou mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A violência e a intolerância ganham terreno porque há falta de educação e preparo dos nossos jovens – onde as questões de sexualidade e de gênero vêm sendo sistematicamente retiradas das escolas. E relatos de bullying e discriminação também seguem aumentando sistematicamente.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Intolerância que também vejo todos os dias, de forma muito próxima, quando recebo mensagens de jovens via Facebook, Whatsapp e e-mail. Denunciando violência, bullying, pedindo ajuda, pedindo que se respeitem seus direitos.</span></p>
<p><b>Direitos Humanos têm que ser parte central do nosso trabalho</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>estar no coração de nossas estratégias</b><span style="font-weight: 400;">. São parte intrínseca do desenvolvimento de qualquer nação. Direitos humanos são universais e não podem ser plataforma de um ou outro partido. </span><b>Precisam estar na agenda de todos os que acreditam no futuro do país</b><span style="font-weight: 400;">.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A estratégia 2016-2021 do UNAIDS nos estimula a trabalhar para fortalecer os elos entre </span><b>saúde e justiça</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>saúde e equidade</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>saúde a inclusão</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>saúde e bem estar</b><span style="font-weight: 400;">,  </span><b>saúde a paz</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E estamos aqui para apoiá-los nesta empreitada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, gostaria de concluir agradecendo o compromisso do governo brasileiro, governos estaduais e municipais, do Congresso e da Frente Parlamentar de Luta contra AIDS, da academia, do setor privado, da sociedade civil e de pessoas vivendo com HIV aqui no Brasil em relação ao avanço em direção as estas metas globais. </span></p>
<p><b>O Brasil tem sido um aliado de peso</b><span style="font-weight: 400;">, e colocou em campo um arsenal muito importante contra a epidemia: sua estrutura governamental, novas tecnologias e sua ampla rede de saúde, além, é claro, de muita força de vontade e engajamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Meu agradecimento especial ao Dr Fábio Mesquita, que tem feito a diferença desde sua chegada ao Departamento em 2013. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde o inicio da epidemia, 76 milhões de pessoas se infectaram pelo HIV no mundo todo. Hoje são quase 37 milhões de pessoas vivendo com o vírus.  </span></p>
<p><b>Nós temos o dever, em relação a essas pessoas, em relação aos nossos jovens e também às gerações futuras, de preparar um mundo – e um Brasil  –  com zero nova infecção, zero discriminação discriminação e zero morte relacionada à AIDS. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aproveito para </span><b>saudar a juventude </b><span style="font-weight: 400;">aqui representada de diversas formas, em especial, ao pessoal do </span><b>Curso de formação de Jovens Lideranças</b><span style="font-weight: 400;">. É um prazer enorme vê-los aqui, participando deste momento tão importante.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>fim da epidemia de AIDS deve ser o nosso legado </b><span style="font-weight: 400;">– e nós acreditamos firmemente que isso é possível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*-*-*</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/11/vislumbrar-o-fim-da-epidemia-da-aids-nao-e-mais-utopia-e-um-compromisso/">Vislumbrar o fim da epidemia da AIDS não é mais utopia – é um compromisso</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS participa do 10º Congresso de HIV/AIDS e 3º Congresso de Hepatites Virais em João Pessoa (PB)</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/11/unaids-participa-do-10o-congresso-de-hivaids-e-3o-congresso-de-hepatites-virais-em-joao-pessoa-pb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2015 00:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[AidsHVBrasil2015]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso de HIV/AIDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de João Pessoa(PB) sediará entre os dias 17 e 20 de novembro o 10º Congresso de HIV/AIDS e o 3º Congresso de Hepatites Virais, “Novos Horizontes, Novas Respostas”, do Ministério da Saúde – que reunirão organismos internacionais, governo brasileiro e sociedade civil em torno de um intenso debate sobre as ideias mais inovadoras que hoje permeiam, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/11/unaids-participa-do-10o-congresso-de-hivaids-e-3o-congresso-de-hepatites-virais-em-joao-pessoa-pb/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de João Pessoa(PB) sediará entre os dias 17 e 20 de novembro o <strong>10º Congresso de HIV/AIDS </strong>e o <strong>3º Congresso de Hepatites Virais, “Novos Horizontes, Novas Respostas”,</strong> do Ministério da Saúde<span id="more-1878"></span> – que reunirão organismos internacionais, governo brasileiro e sociedade civil em torno de um intenso debate sobre as ideias mais inovadoras que hoje permeiam os dois grandes temas.</p>
<p>Cerca de 3 mil pessoas são esperadas no Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima. Os congressos serão realizados pelo Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e o Governo da Paraíba.</p>
<p>O Sistema ONU no Brasil, que contará com um estande e miniauditório dentro do Congresso, estará representado pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) e alguns de seus 11 copatrocinadores: ACNUR, UNICEF, PNUD, UNFPA, UNODC, ONU Mulheres, OIT, UNESCO, OMS/OPAS. <a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/2015_11_16_CongressoDSTAIDS2015.compressed.pdf" target="_blank" rel="noopener">Veja aqui a programação</a> das rodas de conversa preparados para o estande da ONU durante o Congresso em João Pessoa.</p>
<p>O espaço da ONU contará ainda com duas exposições fotográficas. A exposição <em>Além do Olhar</em> traz a perspectiva de internos e profissionais do sistema carcerário, que puderam expressar seus olhares sobre o ambiente prisional, através da captura de imagens que representem as percepções e os sentimentos de quem vive o cotidiano dos presídios brasileiros. A exposição TransVer, do fotógrafo Fábio Rebello, retrata como as pessoas trans provocam deslocamentos do olhar com suas modificações do corpo, das roupas, da postura, revelando outras formas de ser, e mostrando que são pessoas que também merecem ser vistas com respeito.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/yCPyu8s1yUk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>“Estamos vivendo um momento histórico no enfrentamento da epidemia. Este ano alcançamos as metas para conter e reverter a epidemia de AIDS no mundo, assumidas por meio do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 6, agora já conseguimos vislumbrar o fim da epidemia até 2030”, afirma Georgiana Braga-Orillard, Diretora do UNAIDS no Brasil. “O compromisso assumido pelos Países-Membros da ONU com a adoção recente dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 3, vai nos ajudar a traçar este caminho”</p>
<p>Sob o mote<em> “Novos Horizontes, Novas Respostas”</em>, os quase cinco dias de atividades abordarão os principais tópicos que hoje permeiam as discussões em torno do HIV/AIDS e das hepatites virais – entre prevenção, diagnóstico e tratamento.</p>
<p>Segundo o diretor do DDAHV, Fábio Mesquita – que preside os congressos –, o 10º Congresso de HIV/AIDS traz “três grandes destaques que devem ser acompanhados de perto”: a eliminação dos níveis epidêmicos do HIV/AIDS até 2030; a implementação da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) como política pública; e o próprio debate sobre a cura do agravo. A programação completa está disponível no site <a href="http://www.aids.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">www.aids.gov.br</a>.</p>
<p>Os eventos serão abertos pela conferência “<em>Por que pensar no fim da epidemia em 2030</em>”, do médico e pesquisador argentino Julio Montaner. Radicado no Canadá, Montaner – um dos grandes ícones da luta contemporânea contra a AIDS, por ser criador da estratégia “Tratamento como Prevenção” <em>(“Treatment as key to Prevention”</em>/TasP) – estabeleceu parâmetros novos e revolucionários para as estratégias de enfrentamento à epidemia, com grande repercussão internacional. A conferência de Montaner se dará logo após a cerimônia de abertura do Congresso.</p>
<p><em>(com informações do Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde)</em></p>
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