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	<title>Argélia - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Intensificando os esforços para alcançar meninas adolescentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Mar 2019 20:18:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Sem a nossa voz, você está agindo por você, não por nós&#8221;, disse Winny Obure, líder juvenil e defensora dos direitos das mulheres do Quênia, nas Nações Unidas em Nova York. Juntaram-se a Winny outras jovens que exigem o fim dos obstáculos aos direitos sexuais e reprodutivos e pedem pelo empoderamento das adolescentes. O, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/intensificando-os-esforcos-para-alcancar-meninas-adolescentes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sem a nossa voz, você está agindo por você, não por nós&#8221;, disse Winny Obure, líder juvenil e defensora dos direitos das mulheres do Quênia, nas Nações Unidas em Nova York.<span id="more-10903"></span></p>
<p>Juntaram-se a Winny outras jovens que exigem o fim dos obstáculos aos direitos sexuais e reprodutivos e pedem pelo empoderamento das adolescentes. O evento <em>Step It Up!</em> foi um chamado à ação para as meninas adolescentes que são deixadas para trás e foi convocado por UNAIDS, <a href="https://unaids.org.br/tag/rede-athena/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Rede ATHENA</strong></a>, governos da Austrália e da Namíbia e ONU Mulheres, com 25 parceiros das Nações Unidas e da sociedade civil.</p>
<p><strong><a href="http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/2019_women-and-hiv_en.pdf" target="_blank" rel="noopener">Meninas adolescentes e mulheres jovens ainda são afetadas desproporcionalmente pelo HIV</a></strong>. Um milhão de meninas adolescentes vivem com HIV em todo o mundo e, a cada semana, 7 mil meninas adolescentes e mulheres jovens são infectadas pelo vírus. A educação abrangente sobre sexualidade é tão limitada que os níveis de conhecimento sobre prevenção do HIV entre os jovens permaneceram inalterados nos últimos 20 anos.</p>
<p>“Não alcançaremos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável se as vozes e aspirações das meninas adolescentes forem oprimidas”, disse Gunilla Carlsson, Diretora Executiva Adjunta do UNAIDS. “Onde está a responsabilização pelos milhões de meninas adolescentes sendo deixadas para trás?”</p>
<p>Com frequência, as adolescentes permanecem invisíveis para os tomadores de decisão, especialmente se pertencem a grupos discriminados, criminalizados ou estigmatizados. Como muitas das participantes apontaram, elas estão sujeitas a violações de direitos humanos, incluindo violência e práticas danosas, e a negação de sua saúde e direitos sexuais e reprodutivos.</p>
<p>“Precisamos nos afastar das salas de reunião e ir às comunidades para conversar com meninas adolescentes e mulheres jovens. Precisamos abordar a singularidade dos grupos específicos, de suas necessidades únicas. Temos as soluções, é apenas uma questão de nos incluir na discussão”, disse Maximina Jokonya, uma jovem do Zimbábue.</p>
<p>“As garotas adolescentes costumam ficar fora da vista e do pensamento e não estão onde está o poder, que ainda fica com os homens”, disse Sharman Stone, Embaixadora para Mulheres e Meninas da Austrália. Ela destacou as barreiras que as meninas enfrentam no Pacífico, onde têm os métodos contraceptivos negados e são submetidas a altos níveis de violência. Ela disse que uma das prioridades da Austrália durante as crises humanitárias é garantir o acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva.</p>
<p>A Ministra para Igualdade de Gênero e Bem-Estar da Criança da Namíbia, Doreen Sioka, falou sobre defender os direitos de meninas adolescentes e mulheres jovens, educação sexual abrangente e serviços integrados de saúde sexual e reprodutiva e de HIV. Ela descreveu as principais realizações no cumprimento das metas internacionais para o HIV. Uma nova lei na Namíbia garante o direito de todas as crianças a acessar serviços essenciais—agora, com 14 anos, as crianças podem fazer o teste de HIV sem necessidade de permissão de seus pais ou responsáveis.</p>
<p>As jovens do evento destacaram suas realidades e oportunidades restritas, assim como o que funciona para melhorar suas vidas. Deneka Thomas, de Trinidade e Tobago, descreveu como usa a arte nas escolas para interagir com jovens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais e meninas traumatizadas por bullying, estupro e outras formas de violência.</p>
<p>Raouf Kamel, da <em>AIDS Argélia, </em>falou sobre a iniciativa inédita no Oriente Médio e no Norte da África de ouvir as vozes e as experiências de grupos de mulheres especialmente marginalizadas. Todos as mulheres ouvidas já passaram por situações de violência, apontando para a adolescência como um ponto crucial, quando os riscos para saúde e segurança e infecção por HIV são especialmente marcantes.</p>
<p>As participantes concluíram que muito mais precisa ser feito para atender às necessidades e direitos das adolescentes. Investir em educação inclusiva e de qualidade, em serviços de HIV e saúde sexual e reprodutiva e em saúde mental é fundamental. Outras ações importantes incluem prevenção e resposta à violência baseada em gênero, promoção dos direitos das mulheres, engajamento de meninos, investimento em organizações juvenis e em iniciativas baseadas na comunidade lideradas por mulheres jovens.</p>
<p>O evento foi realizado em 13 de março, em paralelo à 63ª Sessão da Comissão sobre a Situação das Mulheres.</p>
<p><strong> </strong><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>“Eu não aprendo nada porque os professores não conseguem se comunicar comigo. Onde uma pessoa com deficiência e vivendo com HIV deve ir para ter acesso a serviços?”</p>
<p><strong>Agness Chindimba, <a href="https://unaids.org.br/2017/04/oqueasmulheresquerem-prevencao-hiv-mulheres/">#Whatwomenwant</a>, Fundadora do Fundo de Mídia para Surdos de Zimbabwe, Participante do Programa <em>Mandela Washington para Jovens Líderes Africanos</em>, Universidade De Delaware</strong></p>
<p>&#8220;Agora podemos falar livremente sem sermos julgadas&#8230; temos transformação para as meninas, que agora estão reivindicando seus direitos.&#8221;</p>
<p><strong>Nirmala Gurung, Coordenadora da Associação Cristã de Mulheres Jovens do Nepal e membro do Comitê Executivo da Conferência Cristã da Ásia</strong></p>
<p>“Por cada jovem que vive com HIV porque nossas políticas, governos e agências não estavam dispostas a reconhecer que havia jovens vulneráveis que precisavam desesperadamente de apoio. Por isso, somos culpados&#8230; Esses Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são sobre elas. Elas precisarão viver com o que fazemos ou o que não fazemos hoje.”</p>
<p><strong>Gita Sem, Membro do Painel de Responsabilização Independente do Secretário-Geral para a <a href="https://unaids.org.br/2018/09/iniciativa-cada-mulher-cada-crianca-ressalta-a-importancia-de-compromisso-acao-prestacao-de-contas-e-responsabilizacao-de-lideres-e-influenciadores-globais/">Iniciativa Cada Mulher, Cada Criança, Cada Adolescente</a> e Professora na Fundação de Saúde Pública da Índia</strong></p>
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