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	<title>África Central - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>África Central - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Mulheres jovens são mais afetadas pelo HIV do que homens jovens na África Ocidental e Central</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 13:58:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na África Ocidental e Central, dados de pesquisas sugerem que a prevalência do HIV entre mulheres de 20 a 29 anos é maior do que entre homens da mesma idade em todos os países, e pode chegar a ser entre cinco e nove vezes maior em alguns países, incluindo a Costa do Marfim, Gâmbia, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/06/mulheres-jovens-sao-mais-afetadas-pelo-hiv-do-que-homens-jovens-na-africa-ocidental-e-central/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na África Ocidental e Central, dados de pesquisas sugerem que a prevalência do HIV entre mulheres de 20 a 29 anos é maior do que entre homens da mesma idade em todos os países, e pode chegar a ser entre cinco e nove vezes maior em alguns países, incluindo a Costa do Marfim, Gâmbia e Gana. No entanto, no quando atigem entre 40-49 anos de idade, os homens têm prevalência semelhante de HIV; as exceções são República Democrática do Congo, Gana e Gabão, onde a prevalência do HIV entre as mulheres ainda é quase duas vezes maior na mesma faixa etária. </p>



<span id="more-12114"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença na prevalência do HIV entre homens e mulheres na faixa etária de 20 a 29 anos na África Ocidental e Central é maior do que a observada nos países do leste, e em alguns países do sul da África. As possíveis razões para essa diferença incluem as altas taxas de circuncisão masculina cirúrgica na África Ocidental e Central, que têm alcançado um índice de proteção de 60% na prevenção da transmissão do HIV entre homens e mulheres. Outras possíveis razões para a diferença na África Ocidental e Central podem ser o baixo índice do uso de preservativos e a baixa adesão à terapia antirretroviral entre homens na região. </p>



<figure class="wp-block-image"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1011" height="668" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/07/2019_06_26_Young-women-more-affected-by-HIV-than-young-men-graphic-1.jpg" alt="" class="wp-image-12118" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/07/2019_06_26_Young-women-more-affected-by-HIV-than-young-men-graphic-1.jpg 1011w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/07/2019_06_26_Young-women-more-affected-by-HIV-than-young-men-graphic-1-300x198.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/07/2019_06_26_Young-women-more-affected-by-HIV-than-young-men-graphic-1-768x507.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/07/2019_06_26_Young-women-more-affected-by-HIV-than-young-men-graphic-1-640x423.jpg 640w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2019/07/2019_06_26_Young-women-more-affected-by-HIV-than-young-men-graphic-1-720x476.jpg 720w" sizes="(max-width: 1011px) 100vw, 1011px" /></figure>
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		<title>Libéria elabora Plano de Recuperação para a resposta nacional ao HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2019 21:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A epidemia do HIV ainda tem um impacto humanitário profundo na saúde pública da África Ocidental e Central, regiões que podem ficar para trás na resposta global ao fim da epidemia de AIDS. Em julho de 2017, a União Africana endossou um plano de recuperação regional para a África Ocidental e Central, que procura, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/03/liberia-elabora-plano-de-recuperacao-para-a-resposta-nacional-ao-hiv/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A epidemia do HIV ainda tem um impacto humanitário profundo na saúde pública da África Ocidental e Central, regiões que podem ficar para trás na resposta global ao fim da epidemia de AIDS. Em julho de 2017, a <a href="https://unaids.org.br/tag/uniao-africana/" target="_blank" rel="noopener"><strong>União Africana</strong> </a>endossou um plano de recuperação regional para a África Ocidental e Central, que procura ampliar rapidamente o acesso ao tratamento de HIV e fechar a lacuna entre as regiões africanas. Planos nacionais de recuperação foram estabelecidos em 18 países da África Ocidental e Central, inclusive na Libéria.<span id="more-10955"></span></p>
<p>Estima-se que, em 2017, 40.000 pessoas viviam com HIV na Libéria, incluindo cerca de 3.000 crianças com idades entre 0 e 14 anos. Menos de um em cada três adultos (entre 15 e 49 anos) que vivem com HIV têm acesso a medicamentos antirretrovirais. Para as crianças, a situação é ainda mais desafiadora, com apenas 18% em tratamento.</p>
<p>No entanto, há sinais encorajadores de que a Libéria está ampliando sua resposta à epidemia de HIV e adotando programas e políticas com as melhores práticas para assegurar a entrega e vinculação de testes de HIV, tratamento e serviços de prevenção. Sob liderança do Ministério da Saúde e da Comissão Nacional de AIDS da Libéria, foi desenvolvido um Plano de Aceleração da Resposta para 2019-2020, que identifica programas de alto impacto para acelerar a resposta e a necessidade urgente de ajustes nos programas existentes, assim como as barreiras que devem ser removidas para garantir uma melhor prestação de serviços. O Plano também reconhece que as medidas de prevenção devem ser reforçadas e que o estigma e a discriminação associados ao vírus devem ser eliminados.</p>
<p>O Plano de Recuperação da Libéria procura triplicar os números de testagem e tratamento do país, de maneira que as pessoas que recebem o resultado positivo para o teste de HIV sejam imediatamente encaminhadas para tratamento. O Plano de Recuperação é guiado por uma abordagem de localização da população, com foco na prestação de serviços para as três províncias com mais necessidade de serviços de testagem, tratamento e cuidados de HIV, áreas urbanas e alguns outros locais. Os serviços são direcionados para adultos entre 15 e 49 anos, especialmente para mulheres grávidas e populações-chave, como homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas injetáveis, pessoas privadas de liberdade e pessoas que trabalham em minas. Bebês expostos ao vírus durante a gravidez e amamentação também são uma prioridade. O plano também visa combater a baixa vinculação de homens nos serviços.</p>
<p>“Estamos planejando intervenções que incentivem mais homens a fazer o teste e conhecer seu estado sorológico para o HIV. Das pessoas testadas até agora, 80% são mulheres”, disse Theodosia Kolle, Diretora da Comissão Nacional de AIDS da Libéria. “O estigma continua sendo uma questão importante na Libéria.”</p>
<p>O UNAIDS desempenhou um papel significativo ao ajudar a redigir o plano de recuperação, mobilizando o envolvimento das partes interessadas e garantindo que pessoas que vivem com HIV, sociedade civil e membros de populações-chave fossem incluídas na elaboração do plano. Cerca de 70 pessoas participaram de um workshop especial de dois dias em março para elaborar as medidas políticas e programáticas necessárias para melhorar a prestação de serviços, aumentar a mobilização da comunidade, aumentar o financiamento, permitir o uso mais eficiente dos recursos existentes e de um sistema aprimorado de monitoramento e avaliação.</p>
<p>O workshop também foi uma oportunidade para validar o relatório do <a href="https://unaids.org.br/2018/07/como-o-unaids-calcula-os-dados-sobre-pessoas-vivendo-com-hiv-em-tratamento-antirretroviral/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Monitoramento Global da AIDS</strong> </a>(GAM) de 2019 na Libéria. O GAM é a mais extensa coleta de dados sobre epidemiologia, cobertura de programas e recursos em HIV, e publica as informações mais confiáveis e atualizadas sobre a epidemia de HIV—essencial para uma resposta efetiva à AIDS.</p>
<p>“Com o trabalho em equipe, podemos alcançar as Metas de Aceleração da Resposta até 2020, se priorizarmos e implementarmos programas de alto impacto”, disse Miriam Chipimo, Diretora do UNAIDS para a Libéria.</p>
<p>As metas 90-90-90 fazem parte da Aceleração da Resposta ao HIV e estipulam que, até 2020: 90% das pessoas vivendo com HIV estejam  diagnosticadas; que destas, 90% estejam em tratamento; e que 90% destas pessoas tenham carga viral indetectável.</p>
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		<title>UNAIDS, UNICEF e OMS encorajam países da África Ocidental e Central a acelerar a resposta ao HIV</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/01/unaids-unicef-e-oms-encorajam-paises-da-africa-ocidental-e-central-a-acelerar-a-resposta-ao-hiv-para-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jan 2019 13:51:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma reunião de alto nível em Dakar, no Senegal, UNAIDS, Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e Organização Mundial da Saúde (OMS) pediram que países da África Ocidental e Central realizem mais ações para impedir novas infecções por HIV entre crianças e adolescentes e aumentar a cobertura de testagem e tratamento do HIV.  , <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/01/unaids-unicef-e-oms-encorajam-paises-da-africa-ocidental-e-central-a-acelerar-a-resposta-ao-hiv-para-criancas-e-adolescentes/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma reunião de alto nível em Dakar, no Senegal, UNAIDS, Fundo das Nações Unidas para a Infância (<a href="https://www.unicef.org/brazil/" target="_blank" rel="noopener"><strong>UNICEF</strong></a>) e Organização Mundial da Saúde (<a href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank" rel="noopener"><strong>OMS</strong></a>) pediram que países da África Ocidental e Central realizem mais ações para impedir novas infecções por HIV entre crianças e adolescentes e aumentar a cobertura de testagem e tratamento do HIV.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span><span id="more-10525"></span></p>
<p>Em 2017, cerca de 67 mil crianças (entre 0 e 9 anos) e 69 mil adolescentes (entre 10 e 19 anos) foram infectados pelo HIV. Dois terços (46.000) dos adolescentes recém-infectados eram meninas. Embora alguns países tenham alcançado progressos em impedir novas infecções por HIV entre crianças—onze países registraram uma redução de mais de 35% entre 2010 e 2017 [1]—outros, incluindo a Nigéria, que tem a maior epidemia na região, não tiveram nenhum tipo de declínio.</p>
<p>&#8220;Os países da África Ocidental e Central têm uma oportunidade real de criar uma mudança positiva para crianças e jovens&#8221;, disse Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS. &#8220;Questões estruturais, incluindo a falta de investimento doméstico, sistemas de saúde frágeis, taxas financeiras por uso, desigualdade de gênero e estigma e discriminação generalizados devem ser urgentemente resolvidas para remover barreiras e salvar vidas.&#8221;<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Na África Ocidental e Central, cerca de 800 mil crianças e adolescentes de 0 a 19 anos viviam com HIV em 2017—o segundo maior número do mundo depois da África Oriental e Austral. <span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>&#8220;A maioria das crianças que vivem com HIV nesta região não está recebendo cuidados e tratamento porque não sabem que vivem com HIV, já que não foram testadas&#8221;, disse Marie-Pierre Poirier, Diretora Regional do UNICEF para a África Ocidental e Central. &#8220;Podemos reverter essa tendência se nos concentrarmos em uma abordagem centrada na família para testagem e tratamento do HIV e usarmos tecnologias inovadoras nos postos de atendimentos que aproximem os testes das unidades básicas de saúde e das comunidades onde as crianças vivem.&#8221;<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<div>Menos da metade de todas as mulheres grávidas vivendo com HIV na região (47%) tiveram acesso a medicamentos antirretrovirais para prevenir a transmissão do vírus para seus filhos e apenas 21% das crianças expostas ao HIV foram testadas para o vírus nos primeiros dois meses da vida.</div>
<p>&#8220;Não devemos perder mais do futuro da África para a AIDS&#8221;, disse Matshidiso Moeti, Diretor Regional da OMS para a África. &#8220;O enfrentamento efetivo ao HIV em crianças e adolescentes precisa de serviços de saúde fortes e de qualidade. Ao firmar o compromisso com a cobertura universal de saúde, os países podem acelerar o progresso rumo a uma geração livre da AIDS na África Ocidental e Central.&#8221;<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Embora tenha sido alcançado algum progresso na cobertura de terapia antirretroviral para crianças na África Ocidental e Central, que subiu de 18% em 2014 para 26% em 2017, a região ainda tem a cobertura mais baixa do mundo. Cerca de 52.000 crianças e adolescentes com idade entre 0 e 19 anos morreram por doenças relacionadas à AIDS em 2017—34.000 dos quais morreram antes de completarem cinco anos.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Na Declaração Política de 2016 da ONU sobre o Fim da AIDS, os países da África Ocidental e Central comprometeram-se a reduzir o número de novas infecções por HIV entre crianças e adolescentes (menores de 15 anos) para 6.000 casos até 2020 e garantir o acesso ao tratamento para 340.000 crianças e adolescentes até 2020.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>No entanto, os compromissos para acelerar a resposta ao HIV não foram acompanhados pelo aumento de recursos. Em 2017, os recursos totais necessários para uma resposta eficaz na África Ocidental e Central foram 81% maiores do que os fundos disponíveis.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Transformar compromissos em ação requer engajamento de líderes políticos e comunitários, ampliando drasticamente os investimentos e tecnologias inovadoras, como postos de atendimento para diagnóstico precoce de bebês, estratégias diferenciadas de prestação de serviços—incluindo testes familiares e prescrições mais duradouras para medicamentos antirretrovirais—e mudança na abordagem aplicada aos serviços de cuidado e tratamento de HIV para crianças em toda a região.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Como parte de esforços concentrados para acelerar o progresso na região, UNAIDS, UNICEF e OMS convocaram uma Reunião de Alto Nível sobre a Eliminação da Transmissão Vertical do HIV e a Cobertura Universal de Saúde para Testagem e Tratamento Pediátrico do HIV na África Ocidental e Central para avaliar os desafios, compartilhar as melhores práticas e abordagens inovadoras para enfrentar as lacunas, definir ações corretivas e garantir o compromisso com a ação dos países e parceiros.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Organizada pelo Governo do Senegal, a reunião está sendo realizada em Dakar de 16 a 18 de janeiro de 2019, reunindo ministros da saúde, especialistas, representantes da sociedade civil e parceiros de toda a região, bem como representantes de alto nível das Nações Unidas, União Africana, Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental e da Comunidade Econômica dos Estados da África Central.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>Durante a reunião, os países e parceiros devem renovar seu compromisso com a Chamada de Ação de Dacar de 2015 para Acelerar a Eliminação de Novas Infecções por HIV em Crianças e o Acesso ao Tratamento para Crianças e Adolescentes Vivendo com HIV até 2020.<span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559740&quot;:259}"> &#8212;</span></p>
<p>[1] Benim, Burkina Faso, Burundi, Camarões, Cabo Verde, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Libéria, Senegal, Serra Leoa e Togo.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/01/unaids-unicef-e-oms-encorajam-paises-da-africa-ocidental-e-central-a-acelerar-a-resposta-ao-hiv-para-criancas-e-adolescentes/">UNAIDS, UNICEF e OMS encorajam países da África Ocidental e Central a acelerar a resposta ao HIV</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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