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	<title>1º de Dezembro - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Relatório do UNAIDS mostra que defesa dos direitos humanos é essencial para acabar com a AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 13:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antes do Dia Mundial de Luta Contra a AIDS, 1º de dezembro, um novo relatório do UNAIDS mostra que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas que, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2024/11/relatorio-do-unaids-mostra-que-defesa-dos-direitos-humanos-e-essencial-para-acabar-com-a-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Antes do <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/" target="_blank" rel="noopener" title="">Dia Mundial de Luta Contra a AIDS</a></span>, 1º de dezembro, <a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">um novo relatório do UNAIDS</a> mostra que o mundo pode alcançar a meta acordada de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030 – mas apenas se as lideranças protegerem os direitos humanos de todas as pessoas que vivem com HIV e mais expostas ao risco de infecção pelo vírus. A mensagem do relatório é resumida em seu título: “Sigamos o caminho dos direitos”. </p>



<span id="more-29088"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do enorme progresso feito na resposta ao HIV, as violações dos direitos humanos ainda estão impedindo o mundo de acabar com a AIDS”, disse Winnie Byanyima, <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/en" target="_blank" rel="noopener" title="">diretora executiva do UNAIDS</a></span>. “Quando meninas são negadas à educação; quando há impunidade para a violência de gênero; quando as pessoas podem ser presas por quem são ou por quem amam; quando uma visita aos serviços de saúde é perigosa para as pessoas por causa da comunidade a que pertencem – o resultado é que as pessoas são impedidas de acessar os serviços de HIV que são essenciais para salvar suas vidas e acabar com a pandemia de AIDS. Para proteger a saúde de todas as pessoas, precisamos proteger os direitos de cada pessoas.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Dados globais sobre HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Das <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/estatisticas/" target="_blank" rel="noopener" title="">39,9 milhões</a></span> de pessoas vivendo com HIV, cerca de 23% (9,3 milhões) ainda não acessam o tratamento antirretroviral.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, 630 mil pessoas morreram por doenças relacionadas à AIDS, e 1,3 milhão de pessoas em todo o mundo testaram positivo para o HIV. Em pelo menos 28 países, o número de novas infecções por HIV está aumentando. Para reduzir a trajetória da pandemia, é crucial que os programas que salvam vidas possam ser alcançados sem medo por quem precisa deles.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diariamente, em 2023, 570 jovens mulheres e meninas com idades entre 15 e 24 anos foram infectadas pelo HIV. Em pelo menos 22 países da África Oriental e Austral, mulheres e meninas dessa faixa etária têm três vezes mais chances de viver com HIV do que meninos jovens homens.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A nenhuma menina deve ser negada a educação e à informação necessária para se manter segura. A discriminação e a violência contra meninas devem ser tratadas como uma emergência de direitos humanos e saúde”, disse Nomonde Ngema, ativista de 21 anos que fala sobre HIV.&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">A criminalização e estigmatização impedem o acesso a serviços de HIV&nbsp;</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/reuniao-da-onu-sobre-aids-chega-ao-fim-com-novas-metas/" target="_blank" rel="noopener" title="">Declaração Política de 2021 sobre o Fim do HIV/AIDS</a></span>, os países se comprometeram a garantir que até 2025 menos de 10% dos países tenham estruturas jurídicas e políticas restritivas que levem à negação ou limitação do acesso aos serviços de HIV.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, em 2023, 63 países ainda criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo. Essas leis estão prejudicando a resposta ao HIV: Entre homens gays e outros homens que fazem sexo com homens, a prevalência do HIV é cinco vezes maior em países que criminalizam as relações entre pessoas do mesmo sexo do que naqueles que não criminalizam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Leis e políticas punitivas mantêm as pessoas vulneráveis longe da ajuda de que precisam para prevenir o HIV, testar o HIV e tratar o HIV”, disse Axel Bautista, gerente de engajamento comunitário da MPact Global Action for Gay Men’s Health &amp; Rights (<em>Ação Global MPact para a Saúde e Direitos dos Homens Gays, em tradução livre para o português)</em>. “Em vez de punir comunidades marginalizadas, os governos precisam defender seus direitos humanos.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Inovações científicas na prevenção ao HIV</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A ciência continua a inovar contra a AIDS Medicamentos de ação prolongada que precisam ser utilizados apenas algumas vezes por ano podem mudar a realidade em relação à prevenção ao HIV, mas apenas se uma abordagem de direitos humanos for adotada para compartilhar a tecnologia, reduzir os preços e permitir a produção em todas as partes do mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ferramentas médicas que salvam vidas não podem ser tratadas apenas como mercadorias”, disse Alexandra Calmy, líder de HIV dos Hospitais Universitários de Genebra. “As opções terapêuticas e preventivas revolucionárias que estão sendo desenvolvidas atualmente devem ser acessíveis sem demora para alcançar a cobertura universal.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós conhecemos o caminho para construir uma sociedade na qual todas e todos prosperamos”, disse Jeanne Gapiya-Niyonzima, primeira pessoa no Burundi a anunciar publicamente que vivia com HIV e fundadora da Association for Support for HIV-Positive People with AIDS (ANSS), <em>Associação de Apoio às Pessoas HIV-Positivas com AIDS, em tradução literal para o português</em>. “Se o mundo quer acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública, precisa proteger os direitos de cada pessoa.”&nbsp;</p>



<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o Lançamento</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento aconteceu no dia 26 de novembro e teve a participação da Cecília Ishitani, representante da Missão Permanente do Brasil junto à ONU e demais Organismos Internacionais em Genebra. Entre as informações mencionadas, Cecília lembrou que o Brasil foi o primeiro país do mundo a oferecer tratamento gratuito para as pessoas vivendo com HIV, mencionou legislação que protege os direitos das pessoas vivendo com HIV e do c<a href="https://unaids.org.br/2024/11/g20-apoia-a-ampliacao-da-producao-regional-de-medicamentos-e-reafirma-compromisso-com-a-resposta-as-desigualdades-que-impulsionam-a-aids-e-outras-pandemias/" target="_blank" rel="noopener" title="">ompromisso do G20, liderado pelo Brasil, para acabar com a AIDS até 2030</a>. Cecília também reforçou as 900 mil pessoas em tratamento e orçamento de U$ 500 milhões para a resposta ao HIV.</p>



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<iframe title="Relatório Global 2024 | Cecília Ishanti, representante da Missão Permanente do Brasil junto à ONU" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/oEABJmlvxlQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<h5 class="wp-block-heading has-medium-font-size">Sobre o Relatório Global</h5>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório inclui dez ensaios de lideranças convidadas na resposta global à AIDS, incluindo: Elton John; Thabo Makgoba, arcebispo da Cidade do Cabo; Michael D. Higgins, presidente da Irlanda; Volker Türk, alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos; e Adeeba Kamarulzaman, ex-presidente da Sociedade Internacional de AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Global está disponível, em inglês, na página de <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/relatorios-e-publicacoes/" target="_blank" rel="noopener" title="">Relatórios e Publicações</a></span> do UNAIDS. Abaixo, segue o sumário executivo, também em inglês, com a principais informações do documento.</p>



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<h5 class="wp-block-heading">Contato&nbsp;para&nbsp;a&nbsp;imprensa:&nbsp;</h5>



<ul class="wp-block-list">
<li>Thainá Kedzierski | Tel. +55 61 99304-2654 | kedzierskith@unaids.org</li>
</ul>



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