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	<title>Vacina da COVID-19 - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>Vacina da COVID-19 - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Vacina para COVID-19 não causa AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Oct 2021 22:51:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS vem a público para esclarecer que as vacinas aprovadas pela ANVISA e disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são a forma mais eficaz de controle da pandemia de COVID-19. Aconselhamos a todas as pessoas que vivem com HIV e tenham tomado a 2ª dose em 28 dias ou mais a buscar, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/10/nota-de-esclarecimento-vacina-contra-covid19-e-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS vem a público para esclarecer que as vacinas aprovadas pela ANVISA e disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) são a forma mais eficaz de controle da pandemia de COVID-19. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Aconselhamos a todas as pessoas que vivem com HIV e tenham tomado a 2ª dose em 28 dias ou mais a buscar a dose de reforço, disponível em um posto de saúde mais próximo à sua residência, segundo Nota Técnica do Ministério da Saúde N<sup>0</sup>43/2021-SECOVID/GAB/SECOVID/MS.</p>



<span id="more-18716"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Também asseguramos que não há evidência científica de associação entre receber a imunização completa e ter mais risco para adoecer em decorrência da AIDS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As formas de transmissão do HIV são bem conhecidas e detalhadas em literatura médica disponível e a vacina não é uma forma de transmissão possível.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reforçamos que o estigma e a discriminação relacionados ao HIV são um dos combustíveis da desigualdade e ainda hoje são a maior barreira de acesso a todas as tecnologias biomédicas disponíveis em território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evitar a AIDS é possível, conhecendo o seu diagnóstico e buscando iniciar o mais rápido possível o tratamento com medicamentos antirretrovirais. Ao alcançar a supressão viral, conhecida como carga viral indetectável, a quantidade de vírus existente no organismo baixa ao ponto de se tornar intransmissível.&nbsp; A pessoa vivendo com HIV pode e deve, portanto, levar uma vida saudável, livre de preconceitos e estigmas.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-0 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"></ul></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-title="Vacina para COVID-19 não causa AIDS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/10/nota-de-esclarecimento-vacina-contra-covid19-e-aids/">Vacina para COVID-19 não causa AIDS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Ex-chefes de estado, ganhadores e ganhadoras do Prêmio Nobel pedem ao Presidente Biden que renuncie às regras de propriedade intelectual para as vacinas contra a COVID-19</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2021 00:48:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 170 ex-chefes de Estado e de governo e ganhadores do Prêmio Nobel, incluindo o ex-primeiro ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, a ex-presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf, o ex-presidente da França François Hollande e o professor Joseph Stiglitz e o professor Francoise Barre-Sinoussi, pediram, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/ex-chefes-de-estado-ganhadores-e-ganhadoras-do-premio-nobel-pedem-ao-presidente-biden-que-renuncie-as-regras-de-propriedade-intelectual-para-as-vacinas-contra-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Mais de 170 ex-chefes de Estado e de governo e ganhadores do Prêmio Nobel, incluindo o ex-primeiro ministro do Reino Unido Gordon Brown, o ex-presidente da Colômbia Juan Manuel Santos, a ex-presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf, o ex-presidente da França François Hollande e o professor Joseph Stiglitz e o professor Francoise Barre-Sinoussi, pediram hoje ao presidente Biden para apoiar uma renúncia às regras de propriedade intelectual para as vacinas contra a COVID-19 e buscar uma vacina popular para acabar com a pandemia em uma <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://peoplesvaccinealliance.medium.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">carta aberta</a></span></strong> hoje.</p>



<span id="more-18021"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A carta foi enviada à Casa Branca quando as autoridades sanitárias americanas aconselharam uma pausa no uso da vacina contra a COVID-19 da fabricante Johnson &amp; Johnson. Uma renúncia às regras de propriedade intelectual permitiria uma maior escala na fabricação nos EUA e em todo o mundo, superando as restrições artificiais de fornecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ex-lideranças mundiais, ganhadoras e ganhadores do Prêmio Nobel encorajam o Presidente Biden a tomar a ação urgente que só ele pode e &#8220;que este momento seja lembrado na história como o momento que escolhemos para colocar o direito coletivo e a segurança para todas as pessoas à frente dos monopólios comerciais de poucas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta pede especificamente ao Presidente Biden para apoiar uma proposta dos governos sul-africano e indiano na Organização Mundial do Comércio (OMC) para renunciar temporariamente às regras de propriedade intelectual relacionadas às vacinas e tratamentos para COVID-19. No ritmo atual de produção de vacinas, a maioria das nações pobres ficará esperando até pelo menos 2024 para conseguir a imunização em massa da COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gordon Brown, ex-Primeiro Ministro do Reino Unido, disse:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Presidente Biden disse que ninguém está em segurança até que todas as pessoas estejam seguras, e agora com o G7 à frente há uma oportunidade sem igual de promover a liderança que somente os EUA podem proporcionar e que acelera o fim da pandemia para o mundo.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma renúncia temporária urgente das regras de propriedade intelectual na Organização Mundial do Comércio nos ajudaria a aumentar o fornecimento global de vacinas, juntamente com um plano global de compartilhamento de encargos de vários anos para financiar vacinas para os países mais pobres.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isto seria do interesse estratégico dos EUA e de todos os países do planeta&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Joseph Stiglitz, ganhador do Prêmio Nobel de Economia, disse:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os EUA tiveram enormes progressos na vacinação de sua própria população, graças aos esforços da administração Biden. Infelizmente, só isso não é suficiente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Novas mutações do vírus continuarão a custar vidas e a elevar nossa economia global interligada até que todas as pessoas, em todos os lugares, tenham acesso a uma vacina segura e eficaz. A propriedade intelectual é a maior barreira artificial para o fornecimento global de vacinas. Nós, como nação, devemos liderar com nossas alianças para apoiar a renúncia da África do Sul e da Índia na OMC, insistir na transferência de tecnologia, e investir estrategicamente na produção&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>François Hollande, ex-presidente da França, disse:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A extrema desigualdade no acesso às vacinas em todo o mundo cria uma situação política e moral insuportável. É acima de tudo um disparate sanitário e econômico, como todos nós estamos preocupados. O fato de o governo Biden estar considerando a possibilidade de renunciar às barreiras relacionadas às regras de propriedade intelectual oferece esperança para a comunidade internacional. Se os Estados Unidos apoiarem o levantamento de patentes, a Europa terá que assumir suas responsabilidades. Diante desta pandemia devastadora, as lideranças mundiais devem priorizar o interesse público e a solidariedade internacional&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras pessoas signatárias incluem Mary Robinson, ex-presidente da Irlanda, Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, e Helen Clark, ex-primeira-ministra da Nova Zelândia, juntamente com mais de 60 outros ex-chefes de estado e chefes de governo que abrangem todos os continentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lideranças também pediram que a renúncia à propriedade intelectual fosse acompanhada pelo compartilhamento aberto de conhecimento e tecnologia de vacinas, e pelo investimento global coordenado e estratégico em pesquisa, desenvolvimento e capacidade de fabricação, especialmente em países em desenvolvimento, ressaltando que as ameaças à saúde pública são globais e exigem soluções baseadas na solidariedade global.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas ações expandiriam a capacidade de fabricação global, sem os impedimentos dos monopólios da indústria, que estão provocando a terrível escassez de oferta bloqueando o acesso às vacinas. A desigualdade de vacinas resultante, alertaram as lideranças, significa que a economia dos EUA já corre o risco de perder US$1,3 trilhão no PIB este ano, e se o vírus seguir circulando pelo mundo, o aumento do risco de novas variantes virais significa que até mesmo pessoas vacinadas nos EUA poderiam ficar desprotegidas mais uma vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta, que foi coordenada pela People&#8217;s Vaccine Alliance (Aliança pela Vacina Popular, na tradução livre para o português), uma coalizão de mais de 50 organizações incluindo o Club de Madrid, Health GAP e UNAIDS, advertiu que, na atual taxa global de imunização, era provável que apenas 10% das pessoas na maioria dos países pobres fossem vacinadas no próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Françoise Barré-Sinoussi, Prêmio Nobel de Fisiologia ou de Medicina, disse:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não acabaremos com a pandemia global de hoje até que os países ricos – especialmente os Estados Unidos – deixem de bloquear a capacidade dos países do mundo inteiro de produzir em massa vacinas seguras e eficazes.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A saúde global está em jogo. A história está de olho. Eu, com meus e minhas colegas laureados e cientistas em todo o mundo, convoco o Presidente Biden a fazer a coisa certa e a apoiar a renúncia ao Acordo TRIPS, insisto em que as corporações farmacêuticas compartilhem tecnologias de vacinas com o mundo e invistam estrategicamente na produção distribuída.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Muhammad Yunus, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, disse:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Grandes empresas farmacêuticas estão estabelecendo os termos do fim da pandemia de hoje – e o custo de permitir monopólios sem sentido é apenas mais morte e mais pessoas sendo empurradas para a pobreza.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos de uma forte ação governamental para liderar – não apenas a filantropia e o setor privado – para resolver a crise sem precedentes de hoje. De forma conjunta, convocamos o Presidente Biden a estar do lado certo da história &#8211; e assegurar que uma vacina seja um bem comum global, livre de proteções de propriedade intelectual&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8212;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;">Notas:</span></p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta completa e a lista de pessoas signatárias pode ser encontradas <a href="https://peoplesvaccinealliance.medium.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta foi coordenada pela People&#8217;s Vaccine Alliance, uma coalizão de mais de 50 organizações incluindo o Club de Madrid, o Centro Yunus, Oxfam, Health GAP, UNAIDS, Physicians for Human Rights, o Centro Internacional Nizami Ganjavi, Global Justice Now e Avaaz.</p>
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		<title>UNAIDS parabeniza Ministério da Saúde pela decisão de incluir pessoas que vivem com HIV/AIDS no grupo prioritário de vacinação contra a COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/04/unaids-parabeniza-ministerio-da-saude-pela-decisao-de-incluir-pessoas-que-vivem-com-hiv-aids-no-grupo-prioritario-de-vacinacao-contra-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:04:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) saúda a decisão do Ministério da Saúde, em nota publicada neste dia 30 de março, de incluir todas as pessoas adultas entre 18 e 59 anos que vivem com HIV/AIDS como grupo prioritário para o Programa Nacional de Imunização (PNI) contra a COVID-19. Antes dessa, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/unaids-parabeniza-ministerio-da-saude-pela-decisao-de-incluir-pessoas-que-vivem-com-hiv-aids-no-grupo-prioritario-de-vacinacao-contra-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) saúda a decisão do Ministério da Saúde, em nota publicada neste dia 30 de março, de incluir todas as pessoas adultas entre 18 e 59 anos que vivem com HIV/AIDS como grupo prioritário para o Programa Nacional de Imunização (PNI) contra a COVID-19.</p>



<span id="more-17272"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Antes dessa atualização, o PNI&nbsp;incluía&nbsp;nos&nbsp;grupos&nbsp;prioritários&nbsp;apenas as pessoas que vivem com HIV e que registravam a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.aids.gov.br/pt-br" target="_blank">contagem menor que 350</a></strong></span> de linfócitos T CD4+ (que têm o papel importante de estabelecer e maximizar as capacidades de defesa do sistema imunológico). Com a decisão, as pessoas que vivem com HIV/AIDS com idade entre 18 e 59 anos foram incluídas no grupo de pessoas com comorbidades (doenças que favorecem o agravamento da Covid-19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes deste grupo estão pessoas com deficiência institucionalizada, povos indígenas vivendo em terras indígenas, trabalhadores da saúde, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas, povos e comunidades tradicionais quilombolas e grupos de idosos acima de 60 anos. Pessoas que vivem com HIV/AIDS e tem mais de 59 anos não foram incluídas nesse grupo por já estarem contempladas na lista de prioridade por idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o UNAIDS Brasil, a inclusão das pessoas que vivem com HIV/AIDS entre os grupos prioritários é uma decisão muito significativa tanto para a resposta à pandemia de COVID-19 quanto para a de AIDS. “Apesar de o Brasil oferecer acesso universal a prevenção, tratamento e cuidados para HIV, muitas pessoas que vivem com HIV/AIDS continuam sendo empurradas à margem da sociedade pelas inúmeras vulnerabilidades que acumulam, em especial pelo estigma e a discriminação”, disse Claudia Velasquez, diretora e representante do UNAIDS no Brasil. “Com a COVID-19, muitas delas perderam empregos, moradia e a possibilidade de se alimentarem. Priorizar as pessoas que vivem com HIV para a vacinação é uma forma de protegê-las e de proteger o progresso acumulado até agora na resposta ao HIV.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nota,&nbsp;o Ministério&nbsp;da Saúde&nbsp;afirma que a&nbsp;atualização busca “reduzir o impacto da pandemia nesse grupo, especialmente em relação ao risco de hospitalização e óbito”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra a COVID-19 são seguras para a maioria da população, incluindo as pessoas que vivem com o HIV. Portanto, não existe nenhuma razão para que as pessoas que vivem com HIV recusem a oferta da vacinação quando ela estiver disponível. Em <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/COVID-19-vaccines-and-HIV_PT.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">documento publicado recentemente</a></strong></span>, o UNAIDS reforça a importância e os benefícios da vacinação e pede que as pessoas que vivem com HIV mantenham sua adesão à terapia antirretroviral eficaz. “Até mesmo depois da vacinação, as pessoas que vivem com HIV devem seguir respeitando as medidas de prevenção para que se protejam do Sars-Cov-2 e protejam as pessoas ao seu redor”, diz o documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-black-color">Vacinação</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas que vivem com HIV e AIDS terão os dados incluídos de forma automática no pré-cadastro do Conecte-SUS, aplicativo no Ministério da Saúde para que a população gerencie consultas, exames, medicamentos e vacinas. Também será possível comprovar que faz parte do grupo prioritário apresentando exames, receitas de antirretrovirais ou relatórios médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><span class="has-inline-color has-black-color">COVID-19 no Brasil</span></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil está no momento mais delicado em relação à COVID-19 desde o início da pandemia, em março de 2020. Até agora o país soma 310 mil mortes e apresenta uma taxa de 149 mortes para cada 100 mil pessoas no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/03/30/onu-tenta-ajudar-o-brasil-a-conseguir-antecipar-chegada-de-vacinas" target="_blank">entrevista recente concedida à CNN Brasil</a></strong></span>, Marlova Noleto, coordenadora residente a.i. do Sistema Nações Unidas no Brasil, informou que as Nações Unidas estão trabalhando de forma conjunta com o governo federal, estados, municípios e setor privado e destacou que as medidas restritivas precisam ser respeitadas. Nesta quarta-feira, a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="https://brasil.un.org/pt-br/123656-onu-brasil-destaca-importancia-de-medidas-de-prevencao-covid-19-durante-feriados" target="_blank">ONU Brasil lançou uma campanha</a></strong></span> que destaca importância de medidas de prevenção à COVID-19 durante feriados.</p>
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		<title>Países ricos vacinam uma pessoa a cada segundo, enquanto a maioria dos países mais pobres ainda não aplicou uma única dose</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/03/paises-ricos-vacinam-uma-pessoa-a-cada-segundo-enquanto-a-maioria-dos-paises-mais-pobres-ainda-nao-aplicou-uma-unica-dose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 18:04:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um ano após a declaração da pandemia de COVID-19, a People&#8217;s Vaccine Alliance (Aliança para Vacina Popular, na tradução livre para o português) está alertando que os países em desenvolvimento estão enfrentando uma escassez crítica de oxigênio e suprimentos médicos para lidar com os casos de COVID-19, embora a maioria não tenha conseguido administrar, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/paises-ricos-vacinam-uma-pessoa-a-cada-segundo-enquanto-a-maioria-dos-paises-mais-pobres-ainda-nao-aplicou-uma-unica-dose/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um ano após a declaração da pandemia de COVID-19, a <em>People&#8217;s Vaccine Alliance</em> (Aliança para Vacina Popular, na tradução livre para o português) está alertando que os países em desenvolvimento estão enfrentando uma escassez crítica de oxigênio e suprimentos médicos para lidar com os casos de COVID-19, embora a maioria não tenha conseguido administrar uma única dose da vacina contra a COVID-19. Em comparação, os países ricos vacinaram sua população a uma taxa de uma pessoa por segundo em fevereiro.</p>



<span id="more-17494"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas dessas nações ricas, incluindo os EUA, Reino Unido e União Europeia, estão bloqueando uma proposta de mais de 100 países em desenvolvimento a ser discutida na Organização Mundial do Comércio (OMC) hoje, que anularia os monopólios detidos por empresas farmacêuticas e permitiria uma necessidade urgente de ampliar a produção de vacinas contra a COVID-19 seguras e eficazes para garantir que países mais pobres tenham acesso às doses de que precisam urgentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto os países mais pobres verão a chegada de doses nos próximos dias do consórcio COVAX da Organização Mundial de Saúde, as quantidades disponíveis significam que apenas três por cento das pessoas nesses países podem esperar ser vacinadas até o meio do ano, e apenas um quinto das pessoas até o final de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase um milhão de pessoas em todo o mundo assinaram um apelo da Aliança para a Vacina Popular – um grupo de organizações da campanha incluindo Oxfam, Frontline AIDS, UNAIDS, Global Justice Now e o Yunus Center – para que os países ricos parem de proteger os grandes monopólios farmacêuticos e os lucros sobre a vida das pessoas . Em 11 de março, os protestos acontecerão do lado de fora da sede da indústria farmacêutica como parte de um dia global de ação por ativistas em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo pesquisas de opinião pública recentes realizadas pela <em>YouGov</em> para a Aliança entre EUA, França, Alemanha e Reino Unido, em média, nesses países, mais de dois terços (69 por cento) das pessoas pensavam que os governos deveriam garantir que o conhecimento gerado das vacinas e a tecnologia devem ser compartilhados com fabricantes qualificados em todo o mundo, em vez de permanecer como propriedade exclusiva de um de gigantes indústrias farmacêuticas – e as pessoas que desenvolveram as vacinas devem ser devidamente compensadas por isso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora executiva da Oxfam International, Gabriela Bucher, disse: “Em todo o mundo, dois milhões e meio de vidas já foram perdidas devido a esta doença brutal e muitos países estão lutando sem cuidados médicos adequados e sem vacinas. Ao permitir que um pequeno grupo de empresas farmacêuticas decida quem vive e quem morre, as nações ricas estão prolongando esta emergência de saúde global sem precedentes e colocando incontáveis vidas em risco. Neste momento crucial, os países em desenvolvimento precisam de apoio, não de oposição.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aliança alertou que na África do Sul, Malawi e outras nações africanas, a história corre o risco de se repetir. Milhões de pessoas morreram no início dos anos 2000 porque os monopólios farmacêuticos tinham preços de tratamentos de sucesso para HIV e AIDS fora do alcance, custando até US$ 10.000 por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lois Chingandu, ativista e diretora de Evidência e Influência da <em>Frontline AIDS</em>, disse: “Aqui no Zimbábue, perdi muitos amigos queridos lutando para respirar em seus últimos momentos. É uma ironia cruel que ativistas que lutaram incansavelmente por medicamentos gratuitos para HIV/AIDS estejam agora sendo mortos pela COVID-19 porque, mais uma vez, os lucros da indústria farmacêutica estão sendo colocados à frente da vida das pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os monopólios da indústria farmacêutica foram eventualmente anulados, permitindo a produção em massa de tratamento eficaz e barato para as pessoas que vivem com HIV e AIDS, o que significa que milhões de pessoas estão vivas hoje, que caso contrário teriam morrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 10 e 11 de março, mais de 100 países em desenvolvimento, liderados pela África do Sul e Índia irão novamente apresentar o caso na OMC para uma renúncia do Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio (TRIPS), o que removeria as barreiras legais para que mais países e fabricantes possam produzir as vacinas, proteger seu povo e se juntar à recuperação econômica que está por vir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor ganhador do Prêmio Nobel Muhammad Yunus, um dos líderes da Aliança para a Vacina Popular disse: “Para o mundo rico, este ato proposto de solidariedade humana para garantir que medicamentos e vacinas cheguem a toda a família humana simultaneamente é do seu próprio interesse, não apenas um ato de caridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Devemos agir agora. Não há retorno. É totalmente injusto que os países ricos, que têm vacinas suficientes para proteger sua população, estejam bloqueando a isenção do TRIPS [Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio], que poderia ajudar os países mais pobres a obter as vacinas de que precisam ”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais grupos desenvolvedores de vacinas se beneficiaram de bilhões de dólares em subsídios públicos, mas as empresas farmacêuticas receberam os direitos de monopólio para produzi-los e lucrar com esses direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, produtores qualificados de vacinas em todo o mundo estão prontos para produzir mais vacinas se tiverem acesso à tecnologia e o conhecimento agora mantidos a sete chaves por essas empresas. A nova capacidade poderia ser colocada em operação em poucos meses. Suhaib Siddiqi, ex-diretor de química da Moderna, produtora de uma das primeiras vacinas aprovadas, disse que com o projeto e a assessoria técnica, uma fábrica moderna deverá ser capaz de produzir vacinas em no máximo três a quatro meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A França pediu a expansão da produção nos países em desenvolvimento, e os Estados Unidos agiram para conseguir o mesmo no mercado interno. Mas, até agora, os dois países continuam a defender os monopólios das empresas farmacêuticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para controlar o vírus, doses suficientes de vacinas precisam ser produzidas em diferentes lugares do mundo, com preços acessíveis, destinadas globalmente e amplamente além de distribuídas gratuitamente nas comunidades locais. Até agora, o mundo está falhando em todas as quatro frentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, disse: “Em meio a tanto altruísmo, sacrifício e heroísmo, a Aliança para a Vacina Popular denuncia a hipocrisia, o vazio da solidariedade humana e o autointeresse míope que derrota os esforços para controlar o vírus nos países. Somente uma mobilização verdadeiramente global da produção de vacinas para aumentar rapidamente o número total de doses de baixo custo disponíveis fará o trabalho.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nick Dearden, diretor da Global <em>Justice Now</em>, disse: “Um ano após o início da pandemia, é uma ofensa que as fábricas de vacinas estejam paradas, incapazes de produzir vacinas contra a COVID-19 porque os países ricos estão priorizando as patentes das empresas farmacêuticas antes das vidas em todo o mundo. Uma suspensão global de patentes é necessária para acelerar a produção dessas vacinas em todos os lugares.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Notas para os editores:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Com base em dados de <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://ourworldindata.org/coronavirus" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OurWorldInData</a></strong></span>, Bloomberg, John Hopkins University e pesquisas adicionais, dos 79 países de renda baixa e média-baixa, classificados de acordo com o Banco Mundial, a maioria (pelo menos 47 países) ainda não vacinou ninguém. Este número é exato em 4 de março e leva em consideração as entregas planejadas relatadas de vacinas pelo consórcio COVAX nos próximos dias, mesmo que as vacinas ainda não tenham sido administradas. Reconhecemos que mais remessas do consórcio COVAX não relatadas podem chegar nesse meio tempo.<br></li><li>Desde o início de 2021, os países de alta renda têm, em média, pessoas vacinadas a uma taxa de uma dose por segundo. Isso se baseia na dose média diária de vacinação contra a COVID-19 administrada entre 1º de janeiro e 2 de março de 2021 e foi extraída de <em>OurWorldInData</em> para países classificados como &#8216;Alta Renda&#8217; pelo Banco Mundial. Uma taxa horária foi calculada assumindo que os países estão vacinando 8 horas por dia, que foi então dividida em minutos e segundos. A média dessas taxas por segundo para esses 68 países de alta renda foi então calculada em 1,1 doses por segundo ou 66 por minuto. O número médio inclui seis países de alta renda que ainda não começaram a vacinar a população.<br></li><li>Os resultados da pesquisa <em>YouGov</em> para os países individualmente foram: EUA &#8211; 69%, França &#8211; 63%, Alemanha 70% e Reino Unido 74%, o que dá uma média combinada entre os países de 69%. Todos os valores, salvo indicação em contrário, são do <em>YouGov Plc</em>. O tamanho total da amostra foi de 1.351 pessoas adultas nos Estados Unidos, 1.788 pessoas adultas no Reino Unido, 1.010 pessoas adultas na França e 2.039 pessoas adultas na Alemanha. O trabalho de campo foi realizado entre 23 e 26 de fevereiro de 2021. A pesquisa foi realizada online. Os números foram ponderados e são representativos de toda a população adulta (maiores de 18 anos) de forma individual em cada país: EUA, Reino Unido, França e Alemanha.<br></li><li>Na semana passada, a <span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://apnews.com/article/drug-companies-called-share-vaccine-info-22d92afbc3ea9ed519be007f8887bcf6" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Associated Press</a></strong></span> encontrou fábricas em três continentes cujas lideranças disseram que poderiam começar a produzir centenas de milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 em curto prazo, se tivessem os projetos e os conhecimentos técnicos para fazê-lo.<br></li><li>Países como o Sudão do Sul, Iêmen e Malawi acompanharam aumentos dramáticos de casos nos últimos meses. O Malawi viu um aumento de 9500 por cento nos casos à medida que a mutação sul-africana se espalhou pelo país e dois dos seus ministros morreram em um dia.</li></ul>
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		<title>Como uma vacina contra a COVID-19 foi encontrada tão rapidamente?</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/02/como-uma-vacina-contra-a-covid-19-foi-encontrada-tao-rapidamente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 23:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À medida que a vacinação contra a COVID-19 começa em todo o mundo, o UNAIDS conversou com Peter Godfrey-Faussett, assessor científico sênior do UNAIDS e professor de Saúde Internacional e Doenças Infecciosas na London School of Hygiene and Tropical Medicine (Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, na tradução livre para o português),, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/02/como-uma-vacina-contra-a-covid-19-foi-encontrada-tao-rapidamente/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">À medida que a vacinação contra a COVID-19 começa em todo o mundo, o UNAIDS conversou com Peter Godfrey-Faussett, assessor científico sênior do UNAIDS e professor de Saúde Internacional e Doenças Infecciosas na London School of Hygiene and Tropical Medicine (Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, na tradução livre para o português), sobre o que está impedindo a criação de uma vacina contra o HIV.</p>



<span id="more-17142"></span>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Muitas pessoas estão perguntando: &#8220;Como uma vacina contra a COVID-19 foi encontrada tão rapidamente?&#8221;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O vírus SARS-CoV-2, que é o vírus que causa a COVID-19, passou dos animais para os pessoas em 2019. Já para o HIV, esse salto ocorreu há 100 anos, por volta dos anos 1920, e se tornou um problema nos anos 1980, quando começou a se espalhar entre os humanos em uma extensão muito maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O motivo pelo qual vimos tal impulso em relação à vacina contra COVID-19 é a urgência. Em 2020, a COVID-19 infectou quase 100 milhões de pessoas no planeta e já matou 2 milhões de pessoas em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então, essa urgência surge, apesar do fato de que vimos mudanças dramáticas na vida de todas as pessoas, com mudanças nas viagens, distanciamento social, máscaras, lavagem e desinfecção das mãos, e ainda assim temos visto um rápido aumento nas infecções. Isso gera uma grande urgência para criar uma vacina. E, é claro, tem um impacto econômico enorme.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>HIV e SARS-CoV-2 são bem diferentes, certo?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferenças fundamentais entre o SARS-CoV-2 e o HIV. Embora ambos sejam vírus, o SARS-CoV-2 é uma infecção muito simples. A doença pode ser complicada e às vezes misteriosa, mas quase todas as pessoas infectadas com o SARS-CoV-2 desenvolvem anticorpos para a proteína spike, o que neutraliza o vírus e leva à recuperação com a eliminação do vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contraste, quase todas as pessoas infectadas pelo HIV desenvolvem anticorpos e usamos esses anticorpos em testes regulares de HIV. Mas, infelizmente, muito poucos eliminam a infecção, além de que esses anticorpos não são suficientes para neutralizar o HIV. O envelope do HIV, que é mais ou menos como um spike, é uma estrutura complexa na superfície do vírus. É revestido com açúcares e o local ativo está bem no fundo, por isso é difícil interagir com ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, à medida que as pessoas são infectadas pelo HIV, algumas pessoas desenvolvem anticorpos capazes de neutralizar o HIV, mas isso pode levar muitos anos e, além disso, o HIV é um retrovírus— é por isso que falamos sobre antirretrovirais. Um retrovírus é um vírus que copia seu código genético e o integra ao código genético humano. E ao copiar, ele copia seu código genético, mas não o faz com precisão, ele comete muitos erros. Isso significa que a proteína do envelope e o próprio HIV estão mudando constantemente, mudando sua forma, tornando difícil para os anticorpos se protegerem contra ela, então mesmo os anticorpos neutralizantes de uma pessoa muitas vezes falham em neutralizar o vírus de uma pessoa diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora encontramos alguns dos chamados anticorpos amplamente neutralizantes, como os anticorpos que neutralizam muitas cepas diferentes de HIV. E esses são os anticorpos que as pessoas estão estudando no momento e tentando ver se eles protegem ou não as pessoas de pegar diferentes cepas do HIV. Eles poderiam ser uma parte importante do processo de desenvolvimento de uma vacina contra o HIV se pudéssemos fazer com que anticorpos neutralizantes mais amplos fossem gerados antes que a infecção pelo HIV ocorresse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, temos que lembrar que, ao contrário da COVID-19, ou talvez parcialmente ao contrário da COVID-19, o HIV depende muito das células T— a outra metade do sistema de defesa humano. O sistema imunológico humano tem anticorpos, mas também tem a chamada imunidade celular, que é liderada pelas células T. Isso é muito mais difícil de estudar, muito mais variado e também torna o HIV difícil e diferente da COVID-19 quando se trata para desenvolver uma vacina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quanto dinheiro está sendo investido em vacinas contra o HIV?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A cada ano, na última década, investimos cerca de US$ 1 bilhão em pesquisa e desenvolvimento para tentar produzir uma vacina contra o HIV. Isso é muito ou não é suficiente? Isso corresponde a cerca de 5% do orçamento global de resposta ao HIV. O sucesso foi limitado. Em 2009, houve grande empolgação quando uma vacina candidata na Tailândia produziu alguma proteção contra a infecção pelo HIV, mas não o suficiente para ser levada à produção em larga escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E então, na próxima década, os testes subsequentes nos ensinaram muito sobre a imunologia, sobre a forma como o corpo humano e o sistema imunológico interagem com o HIV, mas não levaram a uma redução de novas infecções por HIV. A Hope está atualmente apoiada em dois grandes estudos que estão no campo no momento, e há muitos outros candidatos a caminho. Então, acho que há esperança, mas claramente não teremos uma vacina no curto prazo da forma que temos com a COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A COVID-19 está nas manchetes—e quanto a outras doenças infecciosas?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na África, tuberculose, malária e HIV matam cinco vezes mais pessoas por ano cada o do que a COVID-19 matou na África este ano. Esses são problemas enormes e já acontecem há muito tempo. Temos uma vacina contra a tuberculose, a vacina BCG, usada pela primeira vez há 100 anos, a partir de 1920, mas infelizmente ela não protege realmente contra as formas comuns de tuberculose em pessoas adultas. Recentemente, novas vacinas foram descobertas contra tuberculose e malária, mas elas não funcionam muito bem. Há discussões sobre a possibilidade de ampliá-las porque elas têm uma eficácia protetora de apenas 30% ou menos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que uma nova vacina contra a malária acaba de entrar em importante fase três de testes na África e, na verdade, é produzida pela mesma instalação que produziu a vacina AstraZeneca Oxford contra a COVID-19, então esperamos que a pesquisa que está sendo feita em vacinas contra a COVID-19 possam atuar como um tiro no braço para todos os outros importantes assassinos de doenças infecciosas que, na verdade, matam muito mais pessoas na África e em outras partes do mundo que têm recursos limitados.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="632" height="407" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_02_09_How-was-a-COVID-19-vaccine-found-so-quickly_original.jpg" alt="" class="wp-image-17144" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_02_09_How-was-a-COVID-19-vaccine-found-so-quickly_original.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/03/2021_02_09_How-was-a-COVID-19-vaccine-found-so-quickly_original-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /><figcaption><em>Acima,&nbsp;uma&nbsp;enfermeira&nbsp;vacinando&nbsp;uma&nbsp;mulher&nbsp;contra&nbsp;a&nbsp;COVID-19.&nbsp;Foto:&nbsp;Halfpoint&nbsp;via Pond5</em><br><br>“O&nbsp;motivo&nbsp;pelo&nbsp;qual&nbsp;vimos&nbsp;seu&nbsp;impulso&nbsp;na&nbsp;vacina&nbsp;contra a&nbsp;COVID-19 é a urgência. Em 2020, a COVID-19&nbsp;infectou&nbsp;quase&nbsp;100&nbsp;milhões&nbsp;de&nbsp;pessoas&nbsp;no&nbsp;planeta. A COVID-19 já matou 2 milhões de pessoas em&nbsp;2020”,&nbsp;diz&nbsp;Peter Godfrey-Fausset,&nbsp;assessor&nbsp;científico&nbsp;sênior&nbsp;do UNAIDS.&nbsp;</figcaption></figure></div>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Assista: O assessor científico do UNAIDS, Peter Godfrey-Fausset, explica algumas diferenças entre o HIV e a COVID-19.</p>



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</div><figcaption>Para legendas em português, ative o CC (closed caption) no Youtube.</figcaption></figure>
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		<title>Opinião: Um apartheid mundial sobre a vacina está se desenvolvendo. A vida das pessoas deve vir antes do lucro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 14:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacina da COVID-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este artigo apareceu pela primeira vez no The Guardian Nove meses atrás, lideranças mundiais faziam fila para declarar qualquer vacina contra a COVID-19 um bem público global. Hoje somos testemunhas de um apartheid de vacinas que só serve aos interesses de poderosas e lucrativas corporações farmacêuticas, ao mesmo tempo que nos custa o caminho mais rápido e menos, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/02/opiniao-um-apartheid-mundial-sobre-a-vacina-esta-se-desenvolvendo-a-vida-das-pessoas-deve-vir-antes-do-lucro/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph"><em>Este artigo apareceu pela primeira vez no <a href="https://www.theguardian.com/global-development/2021/jan/29/a-global-vaccine-apartheid-is-unfolding-peoples-lives-must-come-before-profit" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The Guardian</a></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nove meses atrás, lideranças mundiais faziam fila para declarar qualquer vacina contra a COVID-19 um bem público global. Hoje somos testemunhas de um apartheid de vacinas que só serve aos interesses de poderosas e lucrativas corporações farmacêuticas, ao mesmo tempo que nos custa o caminho mais rápido e menos prejudicial para sair desta crise. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fico enjoada com as notícias da semana passada de que a África do Sul, um país cuja história do HIV deveria ter nos ensinado as consequências mais terríveis de permitir que as empresas farmacêuticas protegessem seus monopólios de medicamentos, teve de pagar mais do que o dobro do preço pago pela União Europeia para a vacina AstraZeneca para muito menos doses do que realmente precisa. Como tantos outros países de renda baixa e média, a África do Sul enfrenta hoje um cenário de vacinas de suprimento esgotado, onde é o poder de compra, e não o sofrimento, que garantirá as poucas doses restantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nove em cada 10 pessoas que vivem nos países mais pobres não devem ser vacinadas este ano. Atrasos na produção colocam até mesmo esse número em dúvida. Preços injustificadamente altos bloqueiam o acesso e ameaçam empurrar mais países para uma crise de dívida cada vez mais profunda. Se continuarmos buscando o modelo de vacina que temos, não conseguiremos controlar essa pandemia por muitos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fracasso em mudar o curso custará milhões de vidas e meios de subsistência em todo o mundo; o nosso progresso no combate à pobreza; para empresas, incluindo aquelas representadas aqui no Fórum Econômico Mundial esta semana; e para nossa saúde pública coletiva e segurança econômica. Porque não se engane, os custos da desigualdade da vacina não se limitarão aos que vivem nos países mais pobres. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais tempo o vírus puder continuar em um contexto de imunidade desigual, maior a chance de mutações que podem tornar as vacinas menos eficazes ou ineficazes – tanto as  que temos quanto as vacinas que algumas pessoas nos países ricos já receberam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa encomendada pela Câmara de Comércio Internacional publicada esta semana prevê que atrasos no acesso à vacina em países mais pobres também custarão à economia global cerca de US$ 9 trilhões, com quase metade disso absorvido em países ricos como Estados Unidos, Canadá, Alemanha e o Reino Unido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos retroceder os últimos nove meses ou o fracasso dos governos até agora em cumprir sua promessa de tornar as vacinas contra a COVID-19 um bem público global. Mas podemos e devemos agir agora para mudar a trajetória catastrófica desta pandemia. A ciência, o conhecimento e a tecnologia das vacinas, pagos em grande parte por mais de US$ 100 bilhões do dinheiro de contribuintes, não podem mais ser tratados como propriedade privada das empresas farmacêuticas. Em vez disso, eles devem ser compartilhados abertamente, por meio do Covid Technology Access Pool da Organização Mundial da Saúde para que mais fabricantes possam ser incluídos e um plano global seja colocado em ação para aumentar a produção de vacinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para abrir o caminho para isso, os governos também devem apoiar urgentemente a proposta apresentada à Organização Mundial do Comércio de renunciar temporariamente aos direitos de propriedade intelectual para as vacinas, tratamentos e testes contra a COVID-19 até que o mundo alcance a imunidade coletiva extremamente necessária e esta pandemia esteja sob controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quase todas as empresas no planeta tiveram que deixar de funcionar normalmente como resultado desta pandemia. É do interesse de todas as pessoas que as empresas farmacêuticas agora façam o mesmo. Convido governos e lideranças empresariais a se unirem ao crescente apelo por uma vacina popular e de forma conjunta possamos traçar um novo caminho que pode garantir vacinas, testes e tratamentos suficientes para todas as pessoas em todas as nações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Por Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS</strong></em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/02/opiniao-um-apartheid-mundial-sobre-a-vacina-esta-se-desenvolvendo-a-vida-das-pessoas-deve-vir-antes-do-lucro/">Opinião: Um apartheid mundial sobre a vacina está se desenvolvendo. A vida das pessoas deve vir antes do lucro</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>À medida que as mortes pela pandemia ultrapassam 1 milhão, sobreviventes de COVID-19 de 37 países se dirigem às lideranças da indústria farmacêutica para exigir uma Vacina Popular</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2020 19:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sobreviventes de COVID-19 de 37 países estão entre quase 1.000 pessoas que assinaram uma carta aberta às lideranças da indústria farmacêutica pedindo uma ‘Vacina Popular’ e tratamentos disponíveis para todas as pessoas— sem patentes. A carta chega na véspera de um evento paralelo de alto nível sobre a pandemia na Assembleia Geral da ONU, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/09/a-medida-que-as-mortes-pela-pandemia-ultrapassam-1-milhao-sobreviventes-de-covid-19-de-37-paises-se-dirigem-as-liderancas-da-industria-farmaceutica-para-exigir-uma-vacina-popular/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Sobreviventes de COVID-19 de 37 países estão entre quase 1.000 pessoas que assinaram uma carta aberta às lideranças da indústria farmacêutica pedindo uma ‘<a href="https://unaids.org.br/2020/05/lideres-mundiais-se-unem-em-prol-da-vacina-contra-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Vacina Popular</strong></span></a>’ e tratamentos disponíveis para todas as pessoas— sem patentes. A carta chega na véspera de um evento paralelo de alto nível sobre a pandemia na Assembleia Geral da ONU em Nova York amanhã (30 de setembro).</p>



<span id="more-16375"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas que assinaram estão 242 sobreviventes de COVID-19 da África do Sul à Finlândia e da Nova Zelândia ao Brasil. O grupo também inclui 190 pessoas que perderam parentes para o vírus em 46 países e 572 pessoas com problemas de saúde subjacentes, o que significa que têm maior probabilidade de desenvolver formas graves de COVID-19 e maior risco de morrer por causa disso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p></p><cite>A carta diz: “Alguns de nós perdemos entes queridos devido a esta doença mortal. Alguns de nós próprios chegamos perto da morte. Alguns de nós continuamos a viver com medo de que contrair essa doença seja fatal para nós. Não vemos nenhuma justificativa de por que seu lucro ou monopólio significam que qualquer outra pessoa deveria passar por isso.”</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A carta também indica que os laboratórios farmacêuticos estão &#8220;continuando seus negócios como de costume—defendendo monopólios enquanto se recusam a compartilhar pesquisas e conhecimento&#8221; e chama pelas lideranças da indústria para &#8220;garantir que as vacinas e tratamentos de COVID-19 cheguem a todas as pessoas que precisam, evitando monopólios, aumentando produção e compartilhamento de conhecimento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os monopólios farmacêuticos restringirão a produção de vacinas eficazes e tratamentos a um pequeno número de fabricantes, evitando a produção em massa necessária para atender à demanda global. A carta solicita às empresas que licenciem imediatamente a tecnologia de vacinas e os direitos de propriedade intelectual para o Pool de Acesso à Tecnologia contra a COVID-19 da OMS (C-TAP).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p></p><cite>Uma das signatárias, Dilafruz Gafurova, 43 anos, do Tajiquistão, disse: “Eu e meu marido adoecemos com esta doença. Só podíamos confiar em nós mesmos, pois os hospitais estavam lotados… Era muito difícil conseguir os medicamentos certos. Sou mãe de quatro crianças… Tive medo de deixá-las sozinhas neste mundo caso algo de ruim acontecesse comigo… Estou assinando esta carta para ajudar outras pessoas a conseguirem a vacina. Nem todas as pessoas ao redor do mundo podem receber esta vacina, pois simplesmente não podem pagá-la. Elas quase não [têm o suficiente para atender] às suas necessidades diárias.”</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A carta foi organizada pela People&#8217;s Vaccine Alliance (Aliança da Vacina Popular, na tradução livre para o português), uma coalizão global de organizações e ativistas unidos pelo objetivo comum de fazer campanha por uma vacina popular contra a COVID-19, baseada no conhecimento compartilhado e que esteja disponível gratuitamente para todas as pessoas em qualquer lugar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amanhã, na Assembleia Geral da ONU, Bill Gates e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, estarão entre outras figuras importantes que discutem o acesso às vacinas. Até agora, as nações ricas não conseguiram exercer pressão sobre as empresas farmacêuticas para compartilhar tecnologia e maximizar o fornecimento de vacinas e tratamentos bem-sucedidos em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Heidi Chow da Global Justice Now, membro da People’s Vaccine Alliance, disse: “As empresas farmacêuticas precisam prestar atenção nas demandas de pessoas de todo o mundo que experimentaram o medo e a devastação da COVID-19. A indústria não pode bloquear seus ouvidos a essas vozes, mas deve responder imediatamente, encerrando seus monopólios e se comprometendo a compartilhar o conhecimento de manufatura. Essas ações são cruciais para expandir o fornecimento de vacinas, de modo que todos os países possam ter acesso a vacinas eficazes de maneira econômica.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS, disse: “Com a AIDS, vimos que, quando os tratamentos foram encontrados, as pessoas mais ricas dos países mais ricos voltaram à saúde, enquanto milhões de pessoas nos países em desenvolvimento foram deixadas para morrer. Não devemos repetir o mesmo erro quando uma vacina contra a COVID-19 for encontrada. O direito à saúde é um direito humano—não deve depender do dinheiro que você tem no bolso ou da cor da sua pele para ser vacinado contra esse vírus mortal. A vacina deve ser um bem público global e gratuito para todas as pessoas.&#8221;</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma vacina de COVID-19 acessível para todas as pessoas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para legendas em português, ative o CC (closed caption).</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Uma vacina de COVID-19 acessível para todas as pessoas" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/Wm69B6IPBDI?start=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">A Aliança também está pedindo aos governos que o financiamento público dedicado para pesquisa e desenvolvimento de diagnósticos, vacinas e tratamentos de COVID-19 seja concedido a empresas farmacêuticas sem patentes sempre que essas se comprometam a compartilhar seus conhecimentos e tecnologia. Quando uma vacina eficaz estiver disponível, a Aliança pede que as doses sejam distribuídas de forma justa, com prioridade para profissionais de saúde e outros grupos de risco em todos os países.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Notas para os editores:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.globaljustice.org.uk/sites/default/files/files/resources/pv_alliance_open_letter_final.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Leia o texto completo da carta (em inglês).</span></strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os eventos paralelos de alto nível, intitulados “Acelerando o fim da pandemia COVID-19: ampliando novas soluções e tornando-as equitativamente acessíveis, para salvar vidas, proteger os sistemas de saúde e reiniciar a economia global”, acontecerão em 30 de setembro na 75ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York. Entre os participantes estão o Secretário-Geral da ONU, o Diretor-Geral da OMS, líderes de vários países, incluindo do Reino Unido e a África do Sul, e a Diretora Executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta aberta foi assinada por 941 pessoas. Eles incluem 242 sobreviventes de COVID-19 dos seguintes 37 países: Austrália, Azerbaijão, Bangladesh, Bélgica, Brasil, Burundi, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Quênia, Líbano, Marrocos, Holanda , Nova Zelândia, Nicarágua, Paquistão, Filipinas, Polônia, Portugal, República da Macedônia do Norte, Rússia, Senegal, Eslovênia, África do Sul, Espanha, Suécia, Tajiquistão, Uganda, Reino Unido, EUA e Zâmbia. Algumas pessoas se enquadraram em mais de uma categoria e uma lista das pessoas signatárias está disponível mediante solicitação. A carta foi enviada às empresas farmacêuticas responsáveis pelas 11 vacinas candidatas que estão atualmente em testes de Fase 3.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A People’s Vaccine Alliance é uma coalizão de organizações e ativistas unidos pelo objetivo comum de fazer campanha por uma ‘vacina popular’ contra a COVID-19 que seja baseada no conhecimento compartilhado e esteja disponível gratuitamente para todas as pessoas em qualquer lugar. Um bem comum global. É coordenado pela Oxfam e UNAIDS e seus membros incluem Frontline AIDS, Global Justice Now, Centro Internacional Nizami Ganjavi, STOPAIDS, Wemos e o Centro Yunus. <a href="https://unaids.org.br/2020/05/lideres-mundiais-se-unem-em-prol-da-vacina-contra-a-covid-19/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Mais de 140 líderes mundiais, ex-líderes e economistas pediram aos governos que se unissem em torno de uma vacina popular contra a COVID-19.</span></strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No início deste mês, <strong><span style="text-decoration: underline;">uma análise da Oxfam</span></strong> revelou que um pequeno grupo de nações ricas, representando apenas 13 por cento da população mundial, já comprou mais da metade (51 por cento) das doses futuras das principais vacinas candidatas COVID-19.</p>
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