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	<title>Transexualidade - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Novo estudo recomenda estratégias para apoiar a comunidade trans caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 19:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe. O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/novo-estudo-recomenda-estrategias-para-apoiar-a-comunidade-trans-caribenha/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">No Dia Internacional da Visibilidade Trans (31 de março), a United Caribbean Trans Network, UCTRANS, (Rede Caribenha de pessoas Trans, na tradução livre para o português) lançou os resultados de sua pesquisa <a href="https://outrightinternational.org/content/over-policed-under-protected" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;">Super-policiadas, Desprotegidas: As Experiências das Comunidades Trans e de Gênero Diverso no Caribe.</span></strong></a></p>



<span id="more-17510"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi conduzido em 2020 com o apoio da OutRight Action International. O material apresenta o feedback de pessoas trans e de outros gêneros diversos de 11 países, obtido a partir de pesquisas, entrevistas individuais e sessões de grupos focais de discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas entrevistadas identificaram a incapacidade de mudar seu marcador de gênero, a discriminação no emprego e a discriminação nos serviços de saúde como os principais desafios enfrentados pela comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com exceção de Cuba, nenhum país caribenho permite que pessoas trans modifiquem seu gênero no documento oficial de identificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretora executiva da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Está além dos hormônios&#8221;, disse Yaisah Val da Action Communautaire pour l&#8217;integration des Femmes Vulnerable en Haiti, ACIFVH, (Ação Comunitária para a Integração das Mulheres Vulneráveis no Haiti, na tradução livre para o português). &#8220;Precisamos de reconhecimento legal e documentos.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">42% das pessoas entrevistadas pelo estudo indicaram que estavam sem emprego na época. De acordo com o relatório, a discriminação e a falta de local de trabalho e de proteção social agravam esta questão.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg" alt="" class="wp-image-17511" width="490" height="653" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto.jpg 450w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_texto-225x300.jpg 225w" sizes="(max-width: 490px) 100vw, 490px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tivemos alguém que estava trabalhando com o governo e disse que elas tinham que ir para casa&#8221;. O governo disse que não contratou &#8216;ela&#8217;, e sim contrataram &#8216;ele'&#8221;, disse Brandy Rodriguez da Trinidad and Tobago Transgender Coalition (Coalizão Trinidad e Tobago Trans, na tradução livre para o português), retratada acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de quatro entre cinco pessoas entrevistadas (78%) relataram ter experimentado depressão ou ansiedade. Mas apenas um terço (32%) das pessoas que estavam recebendo acesso aos serviços de saúde disseram que eram trans-afirmativo ou pelo menos trans-competente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prevalência do HIV é desproporcionalmente alta entre pessoas trans do Caribe—51% na Jamaica, 28% na República Dominicana, 8% na Guiana e 3% em Cuba. Em 2019, 5% das novas infecções pelo HIV no Caribe estavam entre as pessoas trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ciclo de deslocamento contribui significativamente para este risco de contrair HIV&#8221;, disse Alexus. &#8220;Se você for expulso ou expulsa do país desde cedo, experimentar violência baseada no gênero e se encontrar dormindo nas praias ou nas ruas, é mais provável que você tenha relações sexuais para uma refeição ou um lugar para ficar. Alguém com educação, acesso a moradia e saúde teria menos probabilidade de contrair o HIV.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta ao HIV na comunidade trans exige maiores investimentos em apoio psicossocial. Brandy, que é uma educadora entre pares para pessoas trans com acesso ao tratamento do HIV em Trinidad e Tobago, diz que a COVID-19 aumentou a proporção de clientes que não têm dinheiro para transporte, alimentação e moradia. Uma pessoa entrevistada da Guiana disse que muitos de seus amigos cometeram suicídio por não serem capazes de lidar com seu status de HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O advocacy para a população trans na região floresceu durante a última década com avanços importantes feitos para aumentar a consciência pública e a vontade política. Alexus D&#8217;Marco credita à RedLacTrans, a rede regional trans para a América Latina e o Caribe, a ajuda para construir a capacidade de advocacy no Caribe. Em muitos países, ativistas e organizações comunitárias têm ampliado a conscientização pública e os esforços de engajamento político.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS está apoiando este movimento de diferentes maneiras. O UNAIDS Jamaica ajudou a TransWave a desenvolver a Estratégia Nacional de Saúde Trans e Não Conformidade de Gênero, um roteiro de cinco anos baseado em direitos para o avanço da saúde e bem-estar da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe colaborou com a Caribbean Vulnerable Communities Coalition, the Caribbean Broadcasting Union, the Caribbean Media Workers Association and the University of the West Indies Rights Action Project para conduzir treinamentos práticos de jornalistas regionais e nacionais sobre como cobrir pessoas trans e seus assuntos de forma responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS Caribe também tem apoiado o engajamento comunitário e a comunicação estratégica em torno de dois casos bem sucedidos de litígio estratégico que desafiam leis discriminatórias que afetam pessoas LGBT, incluindo uma lei de travessias da era colonial na Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;À medida que aumentamos nosso foco em alcançar excelentes resultados na prevenção, tratamento e direitos humanos do HIV para todos os principais grupos populacionais, é fundamental que enfrentemos os desafios únicos que a comunidade trans do Caribe enfrenta&#8221;, disse Dr. James Guwani, diretor do UNAIDS para o Caribe. &#8220;Precisamos de mais informações estratégicas, mais investimentos em serviços baseados na comunidade e estratégias abrangentes para aumentar o acesso das pessoas trans à educação, emprego, justiça e saúde.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg" alt="" class="wp-image-17531" width="679" height="437" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/05/2021_04_01_Caribbean-transgender-community_Foto2-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 679px) 100vw, 679px" /><figcaption><em>&#8220;O reconhecimento da identidade de gênero é importante&#8221;, disse Alexus D&#8217;Marco, diretor executivo da UCTRANS. &#8220;Cada aspecto do acesso de uma pessoa trans à educação, emprego, moradia e saúde depende de sua capacidade de mostrar uma carteira de identidade válida ou documentação que se alinhe com sua identidade e expressão de gênero.”</em></figcaption></figure></div>
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		<title>Mulheres no espelho: enxergando a si mesma</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 01:38:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite anterior ao início das filmagens, a produtora Swati Bhattacharya passou longas horas com uma das atrizes para garantir que ela entendesse o espírito de seu filme. &#8220;Por causa da COVID-19, eu não pude participar, então falamos ao telefone e eu disse a ela que, sem utilizar palavras, ela precisava transmitir medo seguido, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Na noite anterior ao início das filmagens, a produtora Swati Bhattacharya passou longas horas com uma das atrizes para garantir que ela entendesse o espírito de seu filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Por causa da COVID-19, eu não pude participar, então falamos ao telefone e eu disse a ela que, sem utilizar palavras, ela precisava transmitir medo seguido de aceitação&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<span id="more-17302"></span>



<figure class="wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Dia Internacional da Visibilidade Trans 2021 | O Espelho" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/kK9xNuHUbdg?start=27&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O filme “O espelho” retrata um menino que está chateado e escolhe não brincar com outras crianças durante um festival indiano de pipa. Sua mãe o provoca para participar, mas ele sai escada abaixo sozinho. Ele se envolve em um lenço de uma mulher e sorri ao ver seu reflexo em um espelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Momentos depois, sua mãe e sua avó o pegam dançando vestido com pulseiras e batom. A música para e as mulheres olham para o menino. Alguns segundos de susto passam e, de repente, as mulheres se juntam a ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vejam, esta história se desenrola em muitos níveis&#8221;, disse Bhattacharya. &#8220;O ponto principal é que temos que aceitar as crianças como elas são e, neste caso, construir a confiança&#8221;. Ela apontou para o fato de que 98% das pessoas trans na Índia deixam seus lares ou são expulsas. Inevitavelmente, muitas vivem nas ruas sem dinheiro ou educação, muitas vezes realizando trabalho sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A visibilidade também é algo importante&#8221;, disse a executiva de publicidade. &#8220;Ou você não gosta do corpo em que vive ou odeia a sociedade em que vive.&#8221; Ela queria captar o momento crucial do autorreconhecimento. Muitas vezes, explicou ela, olhamos as crianças como nossos projetos e queremos torná-las extrovertidas, estudiosas e obedientes, recusando vê-las pelo que elas são e como elas querem crescer&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu queria mostrar como as pessoas (trans) estão vendo o que querem ver e não como o mundo as vê&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Citando uma frase frequentemente utilizada, ela acrescentou: &#8220;É mais fácil aceitar uma criança do que consertar um adulto quebrado&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua opinião, a maioria dos adultos foi agredida e machucada de alguma forma, mas as pessoas trans em seu país e em todo o mundo sofrem ainda mais—por falta de moradia, por violência sexual e por doenças mentais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estatísticas mostram que adolescentes trans têm mais propensão a tentar o suicídio do que adolescentes cujas identidades correspondem ao que consta em suas certidões de nascimento. Além disso, pessoas trans enfrentam discriminação e em alguns países podem ser presas apenas por ser quem são. Além disso, as mulheres trans têm algumas das maiores taxas de HIV, até 40% em alguns casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bhattacharya conhece muito bem estes números sombrios. Uma de suas campanhas publicitárias anteriores focava em desafiar as tradições de exclusão de longa data. Sua equipe tornou uma celebração tradicionalmente restrita às mulheres casadas e a abriu a todas as mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como publicitária, percebi que estávamos usando a versão padrão de mulher ideal, quando, na verdade, as mulheres são muito diversas&#8221;, disse ela. Rindo, Bhattacharya disse que percebeu que durante anos ela não tinha atendido consumidoras como ela. Isso a levou a conhecer mais mulheres e a buscar suas histórias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha <em>Sindoor Khela</em> não só ganhou elogios e prêmios, como também abriu seus olhos para a diversidade e também para as muitas divisões sociais. &#8220;Mulheres casadas contra não casadas, mães contra não casadas, divorciadas contra viúvas, etc.&#8221;, disse Bhattacharya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produtora queria reunir essas divisões enfatizou que a irmandade é um recurso inexplorado. Seu filme, “O Espelho”, reforça esse recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;De certa forma, a mãe tem uma aspiração, ela está tomando a decisão de aceitar seu filho e transformá-lo em uma celebração&#8221;, disse Bhattacharya. &#8220;O filme tem uma forte agenda feminista porque as duas mulheres são como um manto, ou duas luzes de palco, se você preferir.&#8221;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2.png" alt="" class="wp-image-17304" width="637" height="446" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2.png 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-300x210.png 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-768x539.png 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo2-720x505.png 720w" sizes="auto, (max-width: 637px) 100vw, 637px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Tea Uglow, acima, descreveu o filme como descarado. &#8220;No final das contas é um conto de fadas e sabemos que é um conto de fadas. No entanto, você se pergunta ‘o que realmente está impedindo que isto seja perfeitamente bom?’&#8221; Como uma mulher trans que vive na Austrália, ela deseja que as famílias reajam exatamente assim. O que também a impressionou sobre o filme é que ele não tem tons emocionais negativos. Sem raiva, sem medo. &#8220;Ninguém tem motivos para temer uma criança trans… ainda que nos digam isso repetidamente&#8221;.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3.jpg" alt="" class="wp-image-17305" width="502" height="671" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3.jpg 449w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo3-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 502px) 100vw, 502px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para Jas Pham, acima, uma mulher trans que vive em Bangkok, Tailândia, o vídeo tocou seu coração. &#8220;Basicamente, eu chorei ao ver o vídeo. Isso me fez lembrar da minha infância&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela disse que se concentrou na criança, mas depois pensou mais sobre o espelho. &#8220;É apenas um reflexo; você se vê e não há julgamento&#8221;, disse ela, acrescentando que esta é uma mensagem poderosa de reconhecimento e aceitação para as famílias de crianças trans e com gênero diverso em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole Young, um americano trans, sabe que os pais nem sempre abraçam seus filhos desta maneira aberta e acolhedora, mas ele gosta da sensação positiva e feliz do filme. &#8220;Conhecemos as más reações e já as experimentamos, por isso não precisamos retraumatizar as pessoas trans&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cole e Jas trabalham para a Asia Pacific Transgender Network, uma organização não-governamental que promove os direitos das pessoas trans e de diversidade de gênero. Além disso, concordaram que, mesmo que o vídeo tenha sido filmado na Índia, a mensagem é universal.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4.jpg" alt="" class="wp-image-17307" width="629" height="472" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-300x225.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-768x576.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo4-720x540.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 629px) 100vw, 629px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Love Black, acima, uma mulher trans ugandense, disse que o filme ressoou com ela porque na mesma idade ela viveu momentos semelhantes, e ainda vive até hoje. &#8220;Eu tenho momentos em frente ao espelho o tempo todo, especialmente quando estou saindo&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Love Black dirige a <em>Trans Positives Uganda</em>, uma organização comunitária que cuida de mulheres trans trabalhadoras do sexo e refugiadas que vivem com HIV. Ela tem usado a mídia social para aumentar a conscientização sobre questões relativas a lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e pessoas intersexo (LGBTI) porque poucas pessoas se atrevem a falar. Uganda criminaliza a homossexualidade, de modo que ainda lida com a homofobia persistente e a transfobia entre seus pares e entre a comunidade e nos serviços de saúde. Refletindo sobre o filme, ela disse: &#8220;Devemos aproveitar todas as oportunidades que surgem para nossa visibilidade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS lança “O Espelho” no Dia Internacional da Visibilidade Trans. A diversidade de gênero não é uma escolha de estilo de vida, mas um direito inerente de todas as pessoas. Os estereótipos de gênero, especialmente em relação às pessoas LGBTI, levam ao estigma e à discriminação. Isto é mais acentuado em crianças e adolescentes, pois a diversidade entre esse grupo não é comumente compreendida e a sociedade os e as pressiona maciçamente para que se conformem às normas de gênero atribuídas.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5.jpg" alt="" class="wp-image-17308" width="642" height="427" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-300x200.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-768x512.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo5-720x480.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 642px) 100vw, 642px" /></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Acima, Kanykei (que preferiu não dar um sobrenome) é uma das poucas pessoas trans que vive abertamente na capital quirguizistanesa de Bishkek. Ela se lembra de colocar lenços de pescoço quando era uma criança, um pouco como a criança do filme. No entanto, sua família não a levou a sério. Desde que ela se lembra, antes de perceber a diferença entre meninos e meninas, ela se sentia como uma menina. &#8220;Eles riam como se uma criança pequena estivesse brincando, mas, com o tempo, era percebida de maneira diferente, tanto na família quanto na sociedade&#8221;, disse ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela teve que ajustar seu comportamento e se comportar como um homem. Antes da morte de sua avó, há cinco anos, ela começou a considerar a transição, mas não podia lhe dizer a verdade. &#8220;Eu vivia com este conflito de identidade de gênero o tempo todo até que decidi fazer a transição e viver como eu me sinto&#8221;, disse ela.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="450" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6.jpg" alt="" class="wp-image-17309" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6.jpg 800w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-300x169.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-768x432.jpg 768w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/04/2021_31_03_Woman-in-the-Mirror_photo6-720x405.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Ariadne Ribeiro, acima, uma mulher trans brasileira, compara seu próprio momento espelho como se estivesse tentando se encontrar dentro de si mesma. Dito isso, também a assustou. &#8220;Havia sempre um medo muito grande de que as pessoas pudessem me ver através do espelho como eu me via e meu segredo seria revelado, e eu não estava pronta&#8221;, disse ela. &#8220;Sinto que o vídeo aproxima uma realidade do ideal de aceitação, algo que eu, aos 40 anos de idade, não vivi&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ativista trans de longa data e agora assessora de para apoio Comunitário no UNAIDS, a Ariadne disse que a mudança está acontecendo, mas que é preciso haver mais engajamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Era exatamente isso que Bhattacharya pretendia mostrar em seu filme. Para ela, quando o trabalho ganha força, é isso que faz com que tudo isso valha a pena. Ela também enfatizou que as &#8220;dores de crescimento&#8221; que muitos de amigos e amigas de gênero fluido sofreram ao longo dos anos são reais. &#8220;Eu queria abrir os portões e fazer com que as pessoas continuassem o diálogo&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kK9xNuHUbdg&amp;t=27s" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Veja o filme</a></strong></span>. Participe da campanha #Seemeasiam on this #TransDayOfVisibility #TDOV2021.</p>
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	            data-title="Mulheres no espelho: enxergando a si mesma" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/03/mulheres-no-espelho-enxergando-a-si-mesma/">Mulheres no espelho: enxergando a si mesma</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Combater a transfobia e a violência em um post de cada vez</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/03/combater-a-transfobia-e-a-violencia-em-um-post-de-cada-vez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2021 18:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se você quer saber que [Keem] é um homem, apenas pegue seu telefone e corra&#8221;, zombou um hater da Internet sobre a nova foto do perfil de Keem Love Black no Facebook. Como uma mulher trans que vive em Uganda, a Keem Black não estranha os ataques com teor a homofóbico e a transfóbico, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/03/combater-a-transfobia-e-a-violencia-em-um-post-de-cada-vez/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se você quer saber que [Keem] é um homem, apenas pegue seu telefone e corra&#8221;, zombou um hater da Internet sobre a nova foto do perfil de Keem Love Black no Facebook.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma mulher trans que vive em Uganda, a Keem Black não estranha os ataques com teor a homofóbico e a transfóbico que a comunidade LGBT (Lésbica, Gay, Bissexual e Travestis e Transsexuais) recebe no países da África Oriental.</p>



<span id="more-17931"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As pessoas frequentemente atacam Keem Black por postar fotos de vestidos e utilizando maquiagem. &#8220;Há muito cyberbullying&#8221;, diz Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prática de Trolling (trollagem, na tradução livre para o português) é uma motivação para o ativismo de Keem Black nas mídias sociais. Ela dirige a Trans Positives Uganda (Trans Positivas da Uganda, em tradução livre para português), uma organização comunitária que cuida de mulheres trans trabalhadoras do sexo e refugiadas que vivem com HIV.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os comentários ofensivos que acontecem de forma online refletem a violência que a maioria das mulheres trans experimenta na Uganda nas mãos de seus parceiros, suas parceiras e até mesmo de profissionaisde serviços de saúde. A marginalização criou uma grande quantidade de problemas para as pessoas trans no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tenho sido persistente nas mídias sociais porque queria falar ao mundo sobre questões trans&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O HIV afeta desproporcionalmente as trabalhadoras do sexo e as mulheres trans. O Relatório Global sobre AIDS de 2020 informa que em oito países subsaarianos quase uma em cada três mulheres trans disse ter sido agredida fisicamente e 28% ter sido estuprada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é somente a violência sexual que Keem Black reporta, mas também a violência do parceiro ou parceira que se relaciona de forma íntima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nossos namorados realmente nos violam&#8221;, diz Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescenta que as trabalhadoras sexuais trans também encontram o mesmo destino nas mãos de clientes. Entretanto, ela acredita que a violência contra mulheres trans precisa ser abordada, além de que a criminalização das pessoas LGBT e do trabalho sexual em Uganda impede que as sobreviventes se manifestem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O trabalho sexual é ilegal e nosso tipo de sexo é muito, muito ilegal&#8221;. Você pode acabar sendo presa&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação muitas vezes persistem na vida de pessoas trans, por exemplo, em salas de consulta de estabelecimentos de saúde, onde, enquanto procuram tratamento, podem ser degradadas e envergonhadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você diz a um/a médico/a: &#8220;Eu tenho gonorréia anal&#8221; e todos e todas ficarão em choque. Vão chamar todos e todas as profissionais para ver porque não acreditam em sexo anal. Dirão que é contra a religião que acreditam&#8221;, diz a Keem Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando Keem Black perdeu uma amiga trans que vivia com HIV por negligência médica em 2013, foi a gota d&#8217;água final. Sua amiga foi classificada como gay, o que fez com que ela não tivesse acesso aos cuidados de saúde que poderiam ter salvado sua vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Eu estava pensando: ‘Ok, tenho que começar uma campanha nas redes social’ porque as pessoas só conheciam lésbicas e gays&#8221;, diz Keem. Black.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa campanha fez a conta de Facebook de Keem Black crescer de 100 seguidores para 50 mil seguidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A página de Keem Black no Facebook é uma mistura de assuntos sobre questões Ugandesas contemporâneas, defesa da comunidade trans e moda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de seu sucesso no Facebook, Keem Black está se voltando para outras redes sociais. &#8220;Estou começando a usar minha página no Instagram para defender e sensibilizar as pessoas sobre questões de trans e saúde. Tenho notado que as mídias sociais são fortes para advocacy&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No último ano, o isolamento devido à pandemia de COVID-19 teve um grande efeito sobre as mulheres e meninas e sobre as populações-chave. Profissionais do sexo, homens e mulheres trans, pessoas que usam drogas e homens gays perderam a vida, enfrentaram a violência e muitas vezes são bodes expiatórios como os transmissores da COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Como trabalhadoras do sexo que costumavam conseguir clientes em bares e clubes, ainda estamos sofrendo. O governo ainda não decidiu quando os bares serão oficialmente abertos&#8221;, diz ela. &#8220;Durante o fechamento, todos estávamos deprimidas; foi um choque para nós e não</p>



<p class="wp-block-paragraph">estávamos nada preparadas. Algumas de nós tínhamos algumas economias, outras não tinham nada&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Keem Black diz que as pessoas vivendo com HIV enfrentaram muitos desafios na obtenção de seu tratamento, pois o transporte público havia parado. &#8220;Muitas pessoas deixaram de fazer o tratamento do HIV&#8221;, observa ela.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="400" height="600" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO.jpg" alt="" class="wp-image-17933 size-full" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO.jpg 400w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2021/07/2021_03_30_Fighting-transphobia-and-violence-one-social-media-post-at-a-time_FOTO-200x300.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph">Como em muitas comunidades da África Oriental e Austral, a comunidade de profissionais do sexo trans demonstrou notável resistência diante da adversidade, sobrevivendo de alguma forma à perda de meios de subsistência e à insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem qualquer apoio financeiro formal, a Trans Positives Uganda se uniu a uma organização de profissionais do sexo chamada Lady Mermaids, iniciou uma campanha de financiamento coletivo na plataforma GoFundMe e levantou mais de 5 mil euros para comprar e fornecer alimentos a seus membros. Elas conseguiram e, &#8220;agora que o lockdown foi flexibilizado, estamos lentamente nos restabelecendo&#8221;, diz Keem Black.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Através de tudo isso, a Keem Black mantém seu jeito brincalhão e muitas vezes ri de quem a confronta. No entanto, os memes de redes sociais não são apenas diversão e jogos para ela. &#8220;O ativismo acontece de muitas maneiras&#8221;, diz ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encontre-a no Facebook <strong><span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.facebook.com/keem.love.5" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a></span></strong> e a Instagram <strong><a href="https://www.instagram.com/p/CMR0Fi0LUgf/?igshid=b555iftgg5jf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;">aqui</span></a></strong> .</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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	            data-title="Combater a transfobia e a violência em um post de cada vez" 
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		<title>Dignidade é fundamental para saúde e bem-estar de pessoas trans</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 12:37:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde divulgou a nova Classificação Internacional de Doenças, CID-11, no dia 18 de junho. A nova versão não define mais questões associadas à identidade transgênero como transtorno mental. Em vez disso, há novas categorias de incongruência de gênero na adolescência e na idade adulta e incongruência de gênero na infância,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/06/dignidade-e-fundamental-para-saude-e-bem-estar-de-pessoas-trans/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde divulgou a nova Classificação Internacional de Doenças, CID-11, no dia 18 de junho.<span id="more-9159"></span></p>
<p><a href="https://unaids.org.br/2018/06/oms-anuncia-retirada-dos-transtornos-de-identidade-de-genero-de-lista-de-saude-mental/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>A nova versão não define mais questões associadas à identidade transgênero como transtorno mental.</strong></a> Em vez disso, há novas categorias de incongruência de gênero na adolescência e na idade adulta e incongruência de gênero na infância, que são classificadas como condições relativas à saúde sexual.</p>
<p>A CID fornece uma visão holística de todos os aspectos da vida que podem afetar a saúde e apoiar a tomada de decisões para serviços de programação e a alocação de gastos.</p>
<p>“Uma história vergonhosa de patologização, institucionalização,“conversão” e esterilização começa a chegar ao fim”, disse Mauro Cabral Grinspan, o Diretor Executivo da Ação Global pela Igualdade Trans (sigla em inglês <strong><u><a href="http://transactivists.org/">GATE</a></u></strong>), uma organização internacional que trabalha com questões de identidade de gênero, expressão de gênero e características sexuais.</p>
<p>Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS, saudou a decisão. “Este é um passo importante para que mais pessoas trans tenham acesso aos serviços de saúde”, disse ele.</p>
<p>De acordo com o relatório da Organização Mundial de Saúde, <strong><em><a href="https://www.paho.org/en/documents/transgender-people-and-hiv-policy-brief-2015">Pessoas Trans e HIV</a></em></strong>, as pessoas trans têm 49 vezes mais probabilidades de contrair HIV do que todos os adultos em idade reprodutiva. Muitas vezes enfrentam, desde muito jovens, estigma, discriminação e rejeição social em seus lares e comunidades por expressarem sua identidade de gênero. Tal discriminação, violência e criminalização impedem essa população de ter acesso aos serviços de HIV de que precisam para se manter saudáveis.</p>
<p>Embora a nova versão da CID deva ser apresentada para aprovação final na Assembleia Mundial da Saúde em maio de 2019, ativistas trans já estão trabalhando nas próximas etapas, incluindo revisão das categorias e definições, bem como a recepção em nível nacional.</p>
<p>Mauro Cabral Grinspan disse: “Trabalharemos com nossos aliados para garantir a implementação efetiva no nível nacional, a fim de melhorar as regulamentações e, ao mesmo tempo, assegurar o acesso total ao reconhecimento de gênero legal e aos cuidados de saúde de afirmação de gênero.”</p>
<p><em>Foto de capa: Delia Giandeini / Unsplash</em></p>
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	            data-title="Dignidade é fundamental para saúde e bem-estar de pessoas trans" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/06/dignidade-e-fundamental-para-saude-e-bem-estar-de-pessoas-trans/">Dignidade é fundamental para saúde e bem-estar de pessoas trans</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>OMS anuncia retirada dos transtornos de identidade de gênero de lista de saúde mental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jun 2018 17:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (18), durante lançamento da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11), a retirada dos transtornos de identidade de gênero do capítulo de doenças mentais. Com a mudança, o termo passa a ser chamado de incongruência de gênero, e está inserido, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/06/oms-anuncia-retirada-dos-transtornos-de-identidade-de-genero-de-lista-de-saude-mental/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou nesta segunda-feira (18), durante lançamento da </span><a href="https://www.paho.org/pt/noticias/25-10-2018-paises-todo-mundo-assinam-declaracao-astana-que-traca-caminho-para-alcancar#:~:text=A%20Declara%C3%A7%C3%A3o%20de%20Astana%2C%20adotada,%C3%A0s%20pol%C3%ADticas%2C%20estrat%C3%A9gias%20e%20planos"><span style="font-weight: 400;">Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 11)</span></a><span style="font-weight: 400;">, a retirada dos </span><i><span style="font-weight: 400;">transtornos de identidade de gênero</span></i><span style="font-weight: 400;"> do capítulo de doenças mentais. Com a mudança, o termo passa a ser chamado de </span><i><span style="font-weight: 400;">incongruência de gênero</span></i><span style="font-weight: 400;">, e está inserido no capítulo sobre saúde sexual. A nova classificação acontece 28 anos depois da decisão de retirar o termo </span><i><span style="font-weight: 400;">homossexualidade </span></i><span style="font-weight: 400;">da lista de doenças, no dia 17 de maio de 1990.</span><span id="more-9139"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a OMS, existem evidências de que a </span><i><span style="font-weight: 400;">incongruência de gênero </span></i><span style="font-weight: 400;">não se trata de um transtorno mental, mas que ainda “há a necessidade de garantir atendimento às demandas específicas de saúde da população trans”, o que explica o fato de o termo não ter sido retirado totalmente da CID. Além disso, a Organização destaca que este é um passo importante para a redução do estigma e da discriminação em relação à essa população e para a garantia de acesso à saúde.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/MFJ0QfvDySE?feature=oembed" frameborder="0" allow="autoplay; encrypted-media" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os Estados Membros das Nações Unidas poderão adotar a nova CID a partir de maio de 2019, quando será apresentada na Assembleia Mundial da Saúde, e a lista passa a valer oficialmente a partir de 1º de janeiro de 2022. A versão disponível atualmente é uma <a href="https://icd.who.int/">pré-visualização</a>, e permite que os países planejem, traduzam e capacitem os profissionais de saúde para trabalhar de acordo com as novas classificações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a </span><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2018/10/2017ZeroDiscriminacaoNosServicoSaude-1.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Agenda para Zero Discriminação nos Serviços de Saúde</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborada pelo UNAIDS, a discriminação é uma barreira ao acesso à saúde e aos serviços comunitários, além de impedir o alcance de uma cobertura universal na área da saúde. Isso leva a resultados precários em saúde e inibe esforços para acabar com a epidemia da HIV e alcançar padrões saudáveis de vida para todos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A discriminação na saúde pode ocorrer de várias maneiras, seja ao negar atendimento e privacidade, quebra de confidencialidade e desinformação. Sob a lei internacional dos Direitos Humanos, os países têm a obrigação legal de abordar a discriminação nos serviços de saúde e no local de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dados do UNAIDS apontam que travestis e pessoas trans têm até 49 vezes mais chances, em comparação com a média das pessoas com vida sexualmente ativa, de adquirir o HIV ao longo da vida. No Brasil, dados mais recentes do Ministério da Saúde revelam uma prevalência de HIV em torno de 31% nesta população, ante uma prevalência de 0,4% na população em geral. </span></p>
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	            data-title="OMS anuncia retirada dos transtornos de identidade de gênero de lista de saúde mental" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/06/oms-anuncia-retirada-dos-transtornos-de-identidade-de-genero-de-lista-de-saude-mental/">OMS anuncia retirada dos transtornos de identidade de gênero de lista de saúde mental</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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