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	<title>trabalhadoras do sexo - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>Trabalhadoras sexuais na linha de frente da prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 21:47:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com duas caixas de roupas, Maria Aparecida Rodrigues, conhecida como Cida, foi deixada em um ponto de táxi no centro de Taguatinga, no Distrito Federal. Ela tinha 21 anos e não era a primeira vez que se via sozinha, sem saber pra onde ir ou como buscar qualquer tipo de informação. A infância e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/05/trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Com duas caixas de roupas, Maria Aparecida Rodrigues, conhecida como Cida, foi deixada em um ponto de táxi no centro de Taguatinga, no Distrito Federal. Ela tinha 21 anos e não era a primeira vez que se via sozinha, sem saber pra onde ir ou como buscar qualquer tipo de informação.</p>



<span id="more-21058"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A infância e adolescência foram turbulentas: sofreu violência quando vivia com os avós em Juazeiro, na Bahia. Morou com a mãe, que a abandonou. Sofreu abuso do pai e do irmão mais velho quando morou com eles em Minas Gerais. Por uma decisão judicial, chegou a Brasília grávida de sua primeira filha para morar em um orfanato com mais de 350 crianças e adolescentes. Durante os seis anos em que viveu ali, teve um segundo filho e, aos 21, foi expulsa de lá em função de conflitos e ameaças que passou a sofrer de outra residente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi quando se viu só, sem referência ou apoio, que Cida, para sobreviver, se tornou trabalhadora sexual. Seus filhos continuaram morando no orfanato e ela diz, com orgulho, que essa fonte de renda garantiu que concluíssem os estudos. “Graças ao trabalho sexual, consegui criar meus dois filhos. A prostituição que me fez dar arroz, feijão, brinquedos, passeios e viagens a eles”, conta ela.</p>



<div class="wp-block-jetpack-tiled-gallery aligncenter is-style-rectangular"><div class="tiled-gallery__gallery"><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:69.21826%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" alt="" data-height="768" data-id="21060" data-link="https://unaids.org.br/?attachment_id=21060" data-url="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_24_Trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao_Foto3.jpeg" data-width="1024" src="https://i0.wp.com/unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_24_Trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao_Foto3.jpeg?ssl=1" data-amp-layout="responsive"/></figure></div><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:30.78174%"><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" alt="" data-height="780" data-id="21061" data-link="https://unaids.org.br/?attachment_id=21061" data-url="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_24_Trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao_Foto2.jpg" data-width="780" src="https://i0.wp.com/unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_24_Trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao_Foto2.jpg?ssl=1" data-amp-layout="responsive"/></figure><figure class="tiled-gallery__item"><img decoding="async" alt="" data-height="917" data-id="21062" data-link="https://unaids.org.br/?attachment_id=21062" data-url="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_24_Trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao_Foto1.jpeg" data-width="1349" src="https://i2.wp.com/unaids.org.br/wp-content/uploads/2022/05/2022_05_24_Trabalhadoras-sexuais-na-linha-de-frente-da-prevencao_Foto1.jpeg?ssl=1" data-amp-layout="responsive"/></figure></div></div><div class="tiled-gallery__row"><div class="tiled-gallery__col" style="flex-basis:100.00000%"><figure class="tiled-gallery__item"></figure></div></div></div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro de 2020, após mais um episódio de agressão de um parceiro, Cida resolveu aceitar o convite de Juma Santos, coordenadora da ONG Tulipas do Cerrado, para um encontro que aconteceria na cidade. Naquele dia, a ONG entregou cestas básicas e compartilhou com as trabalhadoras sexuais informação sobre prevenção combinada ao HIV e direitos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>A gente não tem de aceitar a violência, mesmo sendo garota de programa. Eu me sinto uma mulher empoderada depois que eu conheci as Tulipas</p><cite>Cida, trabalhadora sexual e multiplicadora de saúde da ONG Tulipas do Cerrado</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, ela é uma das multiplicadoras de saúde da ONG Tulipas do Cerrado e trabalha com informação, prevenção, redução de danos e oficinas de camisinha interna às trabalhadoras do sexo no Distrito Federal e entorno. A ONG apresentou um dos <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/08/unaids-parabeniza-as-30-novas-organizacoes-qualificadas-para-receber-fundos-cataliticos-em-resposta-ao-hiv-e-a-covid-19-na-america-latina-e-no-caribe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">61 projetos selecionados para receber fundos catalíticos da iniciativa Soy Clave: de las comunidades para las comunidades</a></span> (Sou Chave: das comunidades para as comunidades, na tradução livre para o português), organizada pelo escritório regional do UNAIDS para América Latina e o Caribe. Entre 2020 e 2021, a iniciativa contou com dois editais para receber propostas de fortalecimento das organizações de base comunitária que trabalham na resposta ao HIV na América Latina no contexto da pandemia de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O trabalho da ONG Tulipas do Cerrado reforça que a comunicação entre pares funciona e é capaz de mudar realidades. A prevenção ao HIV é uma ferramenta para que as trabalhadoras sexuais tenham acesso a uma vida plena, com saúde e direitos”, destaca Daniel de Castro, assessor de Comunicação e <em>Advocacy</em> do escritório regional do UNAIDS para América Latina e Caribe, que apoiou a organização de oficinas de capacitação em comunicação para os projetos selecionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe a história de Cida em vídeo preparado pela ONG Tulipas do Cerrado&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ONG Tulipas do Cerrado | Maria Aparecida" width="960" height="540" src="https://www.youtube.com/embed/YtGcCun4v1I?list=PL06QJYA4SlQgCIX10Fu3nCGoTlfm674Wy" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe>
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		<title>UNAIDS saúda decisão do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 17:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda a decisão do parlamento do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual. A Lei da Indústria do Sexo (Sex Industry Bill) de 2019, aumenta a segurança de trabalhadoras do sexo e dos seus clientes ao aplicar legislação de saúde pública às trabalhadoras da indústria de serviços sexuais e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/12/unaids-sauda-decisao-do-territorio-do-norte-da-australia-de-descriminalizar-o-trabalho-sexual/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS saúda a decisão do parlamento do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual. A Lei da Indústria do Sexo (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="Sex Industry Bill (opens in a new tab)" href="https://parliament.nt.gov.au/committees/EPSC/105-2019" target="_blank">Sex Industry Bill</a>) de 2019, aumenta a segurança de trabalhadoras do sexo e dos seus clientes ao aplicar legislação de saúde pública às trabalhadoras da indústria de serviços sexuais e por permitir que trabalhadoras do sexo trabalhem juntas. A legislação proíbe explicitamente a exploração de trabalhadoras do sexo, apoia seu acesso à justiça e proíbe qualquer envolvimento de crianças. </p>



<span id="more-14162"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu enalteço essa decisão do Território do Norte da Austrália, que preserva os direitos humanos das trabalhadoras do sexo, o que significa que elas podem operar dentro das leis e regulações existentes, incluindo leis relacionadas a trabalho, segurança, saúde ocupacional, direito dos trabalhadores e discridecastrodminação” disse a diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima. “A descriminalização do trabalho sexual reduz o risco de transmissão do HIV para trabalhadoras do sexo e seus clientes.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mundialmente, trabalhadoras do sexo têm <a href="https://unaids.org.br/estatisticas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="21 vezes mais chance de infecção pelo HIV (opens in a new tab)">21 vezes mais chance de infecção pelo HIV</a> do que a população adulta em geral. Um estudo de 2014 publicado na The Lancet indicou que a descriminalização do trabalho sexual é uma intervenção que pode causar um grande impacto na epidemia de HIV no curso de 10 anos, com a redução de novas infecções pelo HIV estimada entre 33% e 46% entre trabalhadoras do sexo e seus clientes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa é uma grande realização construída com o advocacy de trabalhadoras do sexo e seus apoiadores a partir de vários anos, e também resultado da colaboração entre o governo e as trabalhadoras do sexo,” disse a chefe executiva encarregada da Scarlet Alliance, a Associação de Trabalhadoras do Sexo Australianas, Jules Kim. “Descriminalização significa que trabalhadoras do sexo no Território do Norte são capazes de ter acesso à justiça caso ocorra um crime, sem medo de serem presas. Nós também seremos capazes de implementar estratégias de saúde ocupacional e segurança e priorizar a saúde e segurança de todos aqueles envolvidos no trabalho sexual.”   </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a nota original (em inglês) em que o UNAIDS saúda decisão do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual, <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2019/december/decision-northern-territory-australia-decriminalize-sex-work" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (opens in a new tab)">aqui</a>.</p>
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