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	<title>televisão - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>O poder da televisão na educação e diversão de milhões de pessoas na África Ocidental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2018 20:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um bebê abandonado em uma clínica de saúde, um namorado abusivo, namoros e remédios falsos são reviravoltas do enredo de C&#8217;est la Vie (A Vida é Assim, na tradução para o português), uma série de televisão baseada e produzida na África. Filmada no Senegal, a série acontece em uma clínica de saúde fictícia de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/02/o-poder-da-televisao-na-educacao-e-diversao-de-milhoes-na-africa-ocidental/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bebê abandonado em uma clínica de saúde, um namorado abusivo, namoros e remédios falsos são reviravoltas do enredo de <em>C&#8217;est la Vie</em> (<em>A Vida é Assim</em>, na tradução para o português), uma série de televisão baseada e produzida na África. Filmada no Senegal, a série acontece em uma clínica de saúde fictícia de Ratanga, na qual as parteiras interagem com os pacientes e trabalham em diversos casos. Suas histórias de vida e de trabalho entram em jogo, mas o objetivo geral é aumentar a conscientização sobre saúde através do entretenimento.<span id="more-8492"></span></p>
<p>A série, a primeira na África Ocidental, foi inspirada pelo pioneiro mexicano Miguel Sabido—que usou telenovelas para promover alfabetização e planejamento familiar—e pela série educacional de televisão <em>Shuga</em>. A série <em>Shuga,</em><em> </em>da MTV em língua inglesa, está agora em sua sexta temporada e tem feito tanto sucesso que mudou seu local de filmagem do Quênia para capturar novas histórias na Nigéria e na África do Sul.</p>
<p>A Rede Africana de Educação para a Saúde (RAES, na sigla em francês), uma organização não-governamental apoiada por várias agências das Nações Unidas e pelo governo francês, fundou a produtora <em>Keewu</em> para promover a série.</p>
<p>O membro fundador da RAES e produtor da <em>Keewu</em>, Alexandre Rideau, disse que a motivação para o lançamento de<em> C&#8217;est la Vie</em> foi alcançar milhões de pessoas através da televisão. &#8220;As estatísticas falam por si mesmas na África Ocidental&#8221;, disse Rideau. &#8220;Os jovens não têm conhecimento sobre sexualidade, prevenção do HIV e questões simples, como a menstruação&#8221;. Ele também acrescentou que ficou claro, devido às várias questões recebidas, que as pessoas têm dificuldade no acesso à informações.</p>
<p>A série destaca várias realidades da região, desde os altos níveis de mortalidade materna até a infecção pelo HIV. Quatro em cada cinco crianças que vivem com HIV na África Ocidental e Central ainda não têm acesso aos medicamentos que salvam vidas e o número de mortes relacionadas à AIDS entre adolescentes de 15 a 19 anos está aumentando na região, de acordo com o relatório<a href="http://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2017/december/20171205_wca" target="_blank" rel="noopener"><em> Step up the pace</em>, feito pelo UNAIDS e pelo UNICEF.</a></p>
<p>Em sua segunda temporada, a série<em> C&#8217;est la Vie</em> ganhou tanta popularidade que seus atores estão sendo reconhecidos na rua. Rideau relatou o caso de um cobrador de pedágio em Dakar que não queria permitir que uma atriz que interpreta uma personagem desagradável na série atravessasse o pedágio.</p>
<p>Transmitido em países da África Ocidental e Central nos canais <em>A+, </em><em>TV5 Monde Afrique </em>e em outros canais locais, a série alcança cerca de 100 milhões de telespectadores. Rideau explicou que a série pode não conseguir mudar o comportamento das pessoas, mas dá início a conversas cruciais sobre questões de saúde. No Senegal e no Togo, acontecem debates abertos sobre os temas abordados pela série nas praças das cidades após a transmissão.</p>
<p>Rideau disse que quer lançar a série em mais seis países em 2018. Um <em>spin-off</em> para rádio na língua Hausa está sendo transmitido no Níger.</p>
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		<title>Programa de TV voltado para jovens fala sobre sexualidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jovens ao redor do mundo muitas vezes recebem informações conflitantes e imprecisas sobre sexo e sexualidade.Isto pode levá-los a decisões mal informadas sobre como, quando e com quem ter relações sexuais e como se proteger contra o HIV. Mas uma iniciativa apoiada pelo UNAIDS está mudando esta realidade para jovens do sul e do, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/04/programa-de-tv-voltado-para-jovens-fala-sobre-sexualidade/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens ao redor do mundo muitas vezes recebem informações conflitantes e imprecisas sobre sexo e sexualidade.Isto pode levá-los a decisões mal informadas sobre como, quando e com quem ter relações sexuais e como se proteger contra o HIV. <span id="more-332"></span>Mas uma iniciativa apoiada pelo UNAIDS está mudando esta realidade para jovens do sul e do leste da África.</p>
<p>Uma série regional de programas de rádio e TV foi lançada na Zâmbia para preencher esta lacuna. A série foi projetada para oferecer educação sexual de uma forma envolvente para os jovens, além de ser um espaço de discussão de questões em torno de sexo e sexualidade, em uma região onde a prevalência do HIV é alta. Na África, doenças relacionadas à AIDS ainda são a principal causa de morte entre os adolescentes. Meninas adolescentes e mulheres jovens são especialmente vulneráveis ​​a infecções pelo HIV.</p>
<p>Lançada na Zâmbia em 21 de fevereiro, a estratégia é levá-la  para pelo menos mais cinco países da região ainda este ano: Malawi, Moçambique, Namíbia, Sudão do Sul e Tanzânia. A série tem 26 episódios de TV, 13 episódios de rádio e inclui um talk show de 15 minutos ao vivo todos os sábados, chamado <em>The Sexuality Talk Challenge</em> – O Desafio de Falar sobre Sexualidade.</p>
<p>A iniciativa conta com o apoio com o apoio do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e Serviço de Disseminação de Informações sobre HIV e Aids da África (SAfAIDS), uma organização sem fins lucrativos que tem o objetivo de produzir e divulgar informações sobre o vírus.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="816" height="526" class="alignnone size-full wp-image-333" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03.jpg" alt="20150428_sexed_03" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03.jpg 816w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03-300x193.jpg 300w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/07/20150428_sexed_03-720x464.jpg 720w" sizes="(max-width: 816px) 100vw, 816px" /></a></p>
<p>De acordo com Charity Banda, coordenadora de HIV/AIDS do Ministério da Educação da Zâmbia, este movimento é muito importante. “Ao enfrentar a puberdade sem estar preparados, os jovens se sentem confusos e sem apoio. Isto os torna vulneráveis ​​a comportamentos de alto risco que aumentam as suas chances de contrair o HIV. É por isso que esta nova iniciativa é tão oportuna”, diz a coordenadora.</p>
<p>Exibida na maior rede de televisão e rádio do país, a <em>Zambia National Broadcasting Corporation</em>, a série atinge mais de 4 milhões de pessoas todos os dias somente na TV. Os programas estão sendo traduzidos em diversas línguas locais.</p>
<p>Os convidados do programa incluem jovens, organizações lideradas por jovens, professores, funcionários do governo, políticos e representantes da sociedade civil. Os tópicos discutidos no ar têm tocado em assuntos como: amor, sexo e relacionamentos saudáveis; auto-estima, compreensão de si mesmo e seus direitos como um adolescente; pressão dos parceiros; e em conceitos equivocados. Um episódio também se dedicou a melhorar a comunicação entre jovens e adultos.</p>
<p>“A evidência mostra que os adolescentes que discutiram questões com seus pais ou responsáveis ​​são mais propensos a tomar decisões mais seguras e mais inteligentes sobre sexo e sua sexualidade”, disse Patricia Machawira, assessora regional da UNESCO para HIV e Educação na África Oriental e Austral. “Isso inclui esperar mais tempo para começar a ter relações sexuais, ter menos parceiros sexuais, utilizar métodos anticoncepcionais e ter confiança para dizer ‘não’ ao que não esteja confortável em fazer”, acrescentou.</p>
<p>Discussões francas e abertas da série já têm gerado debate. Os criadores do programa esperam que, até final da série previsto para junho na Zâmbia,  essas discussões tenham ajudado a derrubar barreiras de comunicação, com acesso a informações precisas para capacitar os jovens a fazer escolhas informadas para um futuro melhor e mais saudável.</p>
<p>Como Medhin Tsehaiu, diretora do UNAIDS na Zâmbia, resume a estratégia: “Informação é poder e os jovens precisam ser equipados com as informações e habilidades corretas para tomarem decisões certas.”</p>
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