<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Serviços de Saúde - UNAIDS Brasil</title>
	<atom:link href="https://unaids.org.br/tag/servicos-de-saude/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://unaids.org.br</link>
	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Sep 2025 21:30:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/06/2015_01_20_logoUNAIDS1-150x150.png</url>
	<title>Serviços de Saúde - UNAIDS Brasil</title>
	<link>https://unaids.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>UNAIDS e OMS: Considerações importantes para integrar intervenções sobre HIV e saúde mental</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/05/consideracoes-importantes-para-integrar-intervencoes-sobre-hiv-e-saude-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Relatórios e Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=20810</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma nova publicação (em inglês) do UNAIDS e da Organização Mundial da Saúde (OMS) enfatiza a importância de integrar serviços de HIV e saúde mental a outras intervenções, incluindo vínculos com serviços de proteção social, para pessoas vivendo com HIV e outras populações vulneráveis.  As condições de saúde mental aumentam o risco de infecção, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/05/consideracoes-importantes-para-integrar-intervencoes-sobre-hiv-e-saude-mental/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/05/consideracoes-importantes-para-integrar-intervencoes-sobre-hiv-e-saude-mental/">UNAIDS e OMS: Considerações importantes para integrar intervenções sobre HIV e saúde mental</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma nova publicação (em inglês) <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/integration-mental-health-hiv-interventions_en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">do UNAIDS e da Organização Mundial da Saúde (OMS)</a></span> enfatiza a importância de integrar serviços de HIV e saúde mental a outras intervenções, incluindo vínculos com serviços de proteção social, para pessoas vivendo com HIV e outras populações vulneráveis. </p>



<span id="more-20810"></span>



<p class="wp-block-paragraph">As condições de saúde mental aumentam o risco de infecção pelo HIV. Por outro lado, as pessoas que vivem com HIV têm um risco aumentado de problemas de saúde mental, os quais, por sua vez, estão associados a uma menor permanência nos cuidados de HIV, aumento no risco de exposição ao vírus e menor envolvimento com prevenção. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe um crescente corpo de evidências mostrando que há métodos eficazes de prevenção, triagem e diagnóstico e tratamentos para condições comuns de saúde mental, incluindo depressão e ansiedade, que podem ser implementados em países de baixa e média rendas. Apesar disso, serviços de atenção a condições de saúde mental, neurológicas e de uso de substâncias muitas vezes não são integrados aos pacotes de serviços e cuidados essenciais, inclusive para o HIV. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Sabemos que a integração de triagem, diagnóstico, tratamento e cuidados para condições de saúde mental e apoio psicossocial com serviços de HIV não precisa necessariamente ser caro. As abordagens integradas que são centradas nas pessoas e levam em conta as especificidades do contexto local garantem melhores resultados com relação ao HIV e à saúde geral, bem-estar e qualidade de vida” </p><cite>Eamonn Murphy, vice-diretor executivo interino de Programas do UNAIDS</cite></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação lançada conjuntamente pelo UNAIDS e OMS destina-se principalmente a formuladores de políticas públicas nacionais e locais, implementadores de programas globais, regionais, nacionais e locais, organizações e fornecedores que trabalham com temas de saúde geral, HIV, saúde mental e outros serviços relevantes, sociedade civil e organizações sociais atuantes e lideradas pelas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o foco da publicação seja a integração da saúde mental com os serviços de HIV e outras intervenções, o conteúdo pode ser relevante para outros serviços, inclusive para comorbidades decorrentes do vírus, como tuberculose, hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa publicação reúne com sucesso ferramentas, melhores práticas, estudos de caso e diretrizes que podem ajudar os países e facilitar a integração de intervenções e serviços para enfrentar os desafios de saúde pública para interligar a saúde mental e HIV, ao mesmo tempo em que melhora o acesso aos cuidados para pessoas que são mais vulneráveis, como adolescentes e populações-chave”, diz Meg Doherty, diretora de Programas Globais de HIV, Hepatite e Infecções Sexualmente Transmissíveis da OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com esta publicação conjunta do UNAIDS e da OMS, esperamos poder apoiar coletivamente países, prestadores de serviços, profissionais, formuladores de políticas públicas e implementadores de programas e comunidades em seus esforços para lidar com o HIV, a saúde mental, condições neurológicas e o uso de substâncias de uma forma integrada e que tenha impacto”, diz Devora Kestel, diretora de Saúde Mental e Uso de Substâncias da OMS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A integração de saúde mental e o apoio psicossocial com os serviços e intervenções de HIV, incluindo aqueles liderados pelas comunidades, é uma das principais ações prioritárias incluídas na <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/estrategia-global-para-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Estratégia Global de AIDS 2021–2026: Acabar com as desigualdades, Acabar com a AIDS</a></span> e a <span style="text-decoration: underline;"><a href="https://unaids.org.br/2021/06/estados-membros-das-nacoes-unidas-adotam-nova-declaracao-politica-para-enfrentar-desigualdades-e-acabar-com-a-aids/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Declaração Política para enfrentar desigualdades e acabar com a AIDS</a></span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambos demandam uma por uma abordagem das questões interligadas de HIV e saúde mental por meio de serviços integrados, investindo em sistemas robustos, resilientes, equitativos e com financiamento público para a saúde e proteção social, a fim de reverter as desigualdades sociais e de saúde e acabar com o estigma e a discriminação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova publicação enfatiza que a epidemia de AIDS não pode terminar sem que seja abordado o tema da saúde mental das pessoas que vivem com, em risco de ou são afetadas pelo HIV, garantindo o acesso equitativo aos serviços de HIV para pessoas com problemas e condições de saúde mental e alcançando a cobertura universal de saúde. </p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="destaque,noticias,principal,relatorios-e-publicacoes,sala_de_imprensa" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1651730400"
	            data-title="UNAIDS e OMS: Considerações importantes para integrar intervenções sobre HIV e saúde mental" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/05/consideracoes-importantes-para-integrar-intervencoes-sobre-hiv-e-saude-mental/">UNAIDS e OMS: Considerações importantes para integrar intervenções sobre HIV e saúde mental</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20810</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Comunicado à imprensa</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/02/comunicado-a-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 21:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sala de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[UNAIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicado à Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=20150</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em meio à ofensiva militar em andamento contra a Ucrânia, o UNAIDS pede a proteção dos profissionais de saúde e a continuidade ininterrupta dos serviços de saúde e de resposta ao HIV para todas as pessoas, incluindo as que vivem e são afetadas pelo HIV. A Ucrânia tem a segunda maior epidemia de AIDS, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/02/comunicado-a-imprensa/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/02/comunicado-a-imprensa/">Comunicado à imprensa</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Em meio à ofensiva militar em andamento contra a Ucrânia, o UNAIDS pede a proteção dos profissionais de saúde e a continuidade ininterrupta dos serviços de saúde e de resposta ao HIV para todas as pessoas, incluindo as que vivem e são afetadas pelo HIV. A Ucrânia tem a segunda maior epidemia de AIDS na região. Estima-se que existam 250 mil pessoas vivendo com HIV no país, das quais 156 mil fazem uso da terapia antirretroviral, que gera a demanda diária do uso dos medicamentos para que as pessoas permaneçam vivas e saudáveis.</p>



<span id="more-20150"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“As pessoas que vivem com HIV na Ucrânia têm disponíveis apenas algumas semanas de terapia antirretroviral e, sem o acesso contínuo, suas vidas correm risco”, diz Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. “As centenas de milhares de pessoas que vivem e são afetadas pelo HIV na Ucrânia devem ter acesso ininterrupto a serviços de HIV que salvam vidas, incluindo prevenção, teste e tratamento.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, o governo da Ucrânia, juntamente com a sociedade civil e organizações internacionais, tem implementado uma das maiores e mais eficazes respostas ao HIV na Europa Oriental e Ásia Central. No entanto, com a ofensiva militar em curso, os esforços e ganhos obtidos na resposta ao HIV correm sério risco de serem revertidos, colocando ainda mais vidas em perigo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O direito à saúde e o acesso aos serviços de HIV devem ser sempre protegidos e os profissionais de saúde, representantes da sociedade civil e as pessoas em atendimento nunca devem ser alvos de um conflito. O conflito militar em curso afetou a todas as pessoas na Ucrânia, mas provavelmente será particularmente difícil para aquelas que vivem com HIV e populações-chave, incluindo pessoas que usam drogas, profissionais do sexo, homens gays e outros homens que fazem sexo com homens e pessoas trans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, destacou que a ONU está empenhada em apoiar as pessoas na Ucrânia, que já sofreram “tantas mortes, destruição e deslocamentos” da ofensiva militar, em seu momento de necessidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio do Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária, do <em>United States President’s Emergency Plan for AIDS Relief </em>e UNAIDS, o Governo da Ucrânia e organizações parceiras da sociedade civil vêm prestando serviços de prevenção e tratamento para pessoas vivendo com HIV e populações-chave em toda a Ucrânia por muitos anos e o UNAIDS está pronto para dar mais apoio durante a crise em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe do UNAIDS permanece no terreno na Ucrânia, trabalhando para garantir que as pessoas que vivem com HIV e as populações-chave tenham acesso contínuo a serviços que salvam vidas, com foco particular nos civis mais vulneráveis. O UNAIDS continuará a apoiar a prevenção, testagem, tratamento, cuidados e apoio ao HIV para pessoas em toda a Ucrânia afetadas pela crise.</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="comunicado,destaque,noticias,principal,sala_de_imprensa,unaids" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1645813491"
	            data-title="Comunicado à imprensa" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2022/02/comunicado-a-imprensa/">Comunicado à imprensa</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">20150</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Relatório do UNAIDS mostra que as pessoas que vivem com HIV enfrentam uma ameaça dupla em relação ao HIV e à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[hiv aids]]></category>
		<category><![CDATA[HIV e COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[populações-chave]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=17925</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Relatório Global do UNAIDS 2021 “Enfrentando Desigualdades &#8211; Aprendizados dos 40 anos de AIDS para respostas a pandemias” lançado hoje, traz evidências de que as pessoas que vivem com HIV são mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que indica que as desigualdades cada vez maiores impedem essas pessoas de acessar as, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/">Relatório do UNAIDS mostra que as pessoas que vivem com HIV enfrentam uma ameaça dupla em relação ao HIV e à COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Relatório Global do UNAIDS 2021 <a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong><span style="text-decoration: underline;"><em>“Enfrentando Desigualdades &#8211; Aprendizados dos 40 anos de AIDS para respostas a pandemias”</em></span></strong></a> lançado hoje, traz evidências de que as pessoas que vivem com HIV são mais vulneráveis à COVID-19, ao mesmo tempo em que indica que as desigualdades cada vez maiores impedem essas pessoas de acessar as vacinas contra a COVID-19 e os serviços de HIV.</p>



<span id="more-17925"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Estudos da Inglaterra e da África do Sul indicam que a chance de morrer por consequência da COVID-19 entre as pessoas que vivem com HIV é o dobro da população em geral. Na África Subsaariana, onde residem dois terços (67%) das pessoas que vivem com HIV, menos de 3% receberam pelo menos a primeira dose da vacina contra a COVID-19 até julho de 2021. Ao mesmo tempo, a prevenção do HIV e os serviços de tratamento não estão sendo acessados pelas populações-chave, bem como às crianças e adolescentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra a COVID-19 podem salvar milhões de vidas no mundo, mas estão sendo mantidas fora do alcance de todas as pessoas, uma vez que os países ricos e as empresas mantêm firmemente o monopólio da produção e entrega de suprimentos por interesses comerciais. Isso está tendo um forte impacto em todo o mundo, à medida em que os sistemas de saúde dos países em desenvolvimento ficam sobrecarregados, como na Uganda, onde estádios de futebol estão sendo transformados em hospitais improvisados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os países ricos da Europa estão se preparando para aproveitar o verão, pois suas populações têm fácil acesso às vacinas contra a COVID-19, ao mesmo tempo em que o Sul global está em crise”, destaca Winnie Byanyima, Diretora Executiva do UNAIDS. “Não aprendemos com as lições do HIV, quando milhões de pessoas tiveram acesso negado aos medicamentos que salvam vidas e morreram devido às desigualdades no acesso. Isso é totalmente inaceitável.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo relatório do UNAIDS mostra como os lockdowns e outras medidas restritivas de combate à COVID-19 interromperam gravemente a testagem para HIV —em muitos países, isso levou a quedas acentuadas nos diagnósticos e encaminhamentos para serviços de cuidados e de início de tratamento de HIV. Em KwaZulu-Natal, na África do Sul, por exemplo, houve uma queda de 48% nos testes de HIV depois que o primeiro lockdown nacional foi imposto em abril de 2020. Também houve redução de novos diagnósticos de HIV e uma queda acentuada no início do tratamento, na medida em que 28 mil profissionais de saúde comunitária atuando com HIV passaram por uma transferência de trabalho de testagem de HIV para o rastreamento de sintomas de COVID-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Números globais do HIV</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório do UNAIDS mostra que em 2020, 1,5 milhão de novas infecções por HIV ocorreu predominantemente entre as populações-chave, seus parceiros e suas parceiras sexuais (mulheres trans, profissionais do sexo, gays e outros homens que fazem sexo com homens e pessoas que usam drogas, e parceiros e parceiras sexuais dessas populações-chave), o que corresponde a 65% das infecções por HIV em todo o mundo no ano de 2020. No entanto, justamente essas populações-chave, seus parceiros e parceiras sexuais permanecem à margem e em grande parte fora do alcance dos serviços de HIV na maioria dos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório mostra que muitos dos 19 países que alcançaram as metas 90–90–90 até 2020 são líderes na prestação de serviços diferenciados, nos quais a existência de estrutura pública de atendimento é complementada por serviços liderados pela comunidade. A maioria desses países também incluiu as populações-chave como pontos centrais de suas respostas. Na Estônia, por exemplo, a expansão dos serviços abrangentes de redução de danos foi responsável por uma redução de 61% em todo o país em infecções por HIV no país e uma redução de 97% nas novas infecções por HIV entre pessoas que usam drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão de serviços de testagem e o tratamento do HIV aumentaram massivamente nos últimos 20 anos. Cerca de 27,4 milhões das 37,7 milhões de pessoas vivendo com HIV estavam em tratamento em 2020. No entanto, as lacunas na prestação de serviços são muito maiores para as crianças do que para os adultos. Em 2020, ao redor de 800 mil crianças de 0 a 14 anos que viviam com HIV não estavam em tratamento para o HIV. A cobertura do tratamento era de 74% para pesssoas adultas, mas apenas 54% para crianças. Muitas crianças não foram testadas para HIV no nascimento e permanecem sem saber de sua condição, o que aumenta o desafio de encontrá-las e prover o tratamento necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>HIV e Desigualdades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2021/2021-global-aids-update" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Enfrentando desigualdades</strong></span></a></em> também mostra que as mulheres e meninas na África subsaariana continuam sendo mais expostas ao risco de infecção por HIV, principalmente em função da desigualdade de gênero e a violência baseada no gênero. As desigualdades de gênero e a violência baseada no gênero privam as mulheres e meninas de acessarem seus direitos humanos fundamentais, incluindo o direito à educação, saúde e oportunidades econômicas. Essas privações aumentam o risco de infecção por HIV e limita o acesso a serviços. Na África subsaariana, as meninas e mulheres jovens representam 25% de todas as novas infecções por HIV apesar de representarem apenas 10% da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza e a falta de escolaridade também são barreiras sociais de acesso aos serviços de saúde e tratamento para o HIV. O relatório do UNAIDS mostra como os serviços de planejamento familiar para mulheres e a circuncisão médica masculina voluntária para homens e meninos têm muito menos probabilidade de serem acessados por pessoas que vivem em condições de pobreza.  Em 2020, o número de circuncisões masculinas médicas voluntárias caiu em mais de 30% em 15 países prioritários na África oriental e austral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pobreza também impulsiona a migração, que demonstrou ter um impacto severo no acesso aos serviços de HIV, ao mesmo tempo em que coloca vidas em perigo, pois as pessoas migrantes fogem do conflito e da pobreza na esperança de proteção e segurança econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pessoas bilionárias estão navegando em seus iates nas mesmas águas mediterrâneas em que migrantes estão se afogando”, diz Winnie Byanyima. “Como podemos ficar sem agir e deixar isso ser o “novo normal”?  Devemos enfrentar essas desigualdades horríveis e colocar a ênfase de volta no respeito pelos direitos humanos básicos e fundamentais.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades não ocorrem naturalmente. Elas são resultado de políticas e ações programáticas que dividem em vez de incluir. Por exemplo, as populações-chave são marginalizadas e criminalizadas por sua identidade e expressão de gênero, orientação sexual e meios de sobrevivência. A nova análise incluída no relatório do UNAIDS mostra uma correlação entre melhores resultados para o HIV e a adoção de leis não discriminatórias. Um estudo da África Subsaariana descobriu que a prevalência de HIV entre profissionais do sexo era de 39% em países que criminalizaram o trabalho sexual, em comparação com 12% em países onde o trabalho sexual foi parcialmente legalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos há 40 anos trabalhando para acabar com a pandemia do HIV. Tanto os sucessos, como os fracassos, nos ensinaram que não podemos nos preparar ou derrotar uma pandemia a menos que eliminemos as desigualdades, que façamos abordagens centradas nas pessoas e baseadas nos direitos e trabalhemos em conjunto com as comunidades para alcançar todas pessoas que precisam”, finaliza Winnie Byanyima.</p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="comunicado,destaque,noticias,principal" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1626240600"
	            data-title="Relatório do UNAIDS mostra que as pessoas que vivem com HIV enfrentam uma ameaça dupla em relação ao HIV e à COVID-19" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/07/relatorio-do-unaids-mostra-que-as-pessoas-que-vivem-com-hiv-enfrentam-uma-ameaca-dupla-em-relacao-ao-hiv-e-a-covid-19/">Relatório do UNAIDS mostra que as pessoas que vivem com HIV enfrentam uma ameaça dupla em relação ao HIV e à COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17925</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial da Saúde de 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</title>
		<link>https://unaids.org.br/2021/04/mensagem-do-dia-mundial-da-saude-de-2021-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 20:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde global]]></category>
		<category><![CDATA[saúde gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Universal]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Winnie]]></category>
		<category><![CDATA[Winnie Byanyima]]></category>
		<category><![CDATA[World Health Day]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=17338</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tisha (nome fictício), uma jovem da periferia do leste da África, estava com a data prevista para o parto três semanas atrasadas quando foi encaminhada como um caso de emergência para a maternidade da cidade principal. Com atendimento médico especializado, Tisha deu à luz a um menino saudável, a quem deu o nome de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/mensagem-do-dia-mundial-da-saude-de-2021-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/mensagem-do-dia-mundial-da-saude-de-2021-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/">Dia Mundial da Saúde de 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Tisha (nome fictício), uma jovem da periferia do leste da África, estava com a data prevista para o parto três semanas atrasadas quando foi encaminhada como um caso de emergência para a maternidade da cidade principal.</p>



<span id="more-17338"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Com atendimento médico especializado, Tisha deu à luz a um menino saudável, a quem deu o nome de Okello. Mas em vez de ser um momento de alegria para Tisha e sua família, quando ela não pôde pagar a taxa de de serviço de US$ 30, o hospital se recusou a dar-lhe alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tisha foi prontamente transferida para uma ala de detenção especial que abrigava 42 outras mães pobres e foi alocada em uma cama já compartilhada por duas mulheres e seus bebês. Tisha e Okello não teriam permissão para sair até que ela pagasse sua conta, que, segundo as enfermeiras, aumentaria a cada dia. Tisha e seu filho foram mantidos em cativeiro até que ela pudesse ter dinheiro para pagar a conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta história trágica é muito comum. Pagar pela saúde é a maneira mais retrógrada de financiar serviços médicos. No entanto, segundo o Banco Mundial, dois terços dos países africanos estão cobrando taxas de uso em todos os níveis de serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dez mil pessoas morrem todos os dias porque não podem ter acesso aos serviços de saúde. </strong>O custo desses serviços mostram que, a cada ano, 100 milhões de pessoas são empurradas para a pobreza extrema pagando por elas. Isso equivale a três pessoas por segundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas enormes desigualdades no sistema de saúde continuam se ampliando à medida que os sistemas de saúde em todo o mundo se tornam cada vez mais voltados para o lucro. Muitos dos países mais pobres do mundo estão tentando vender saúde através de seguros de saúde e taxas de uso. Mas como se pode vender saúde a alguém que não tem sequer o básico para sobrevive? Como se pode vender saúde a alguém que não tem um emprego e está lutando para encontrar a próxima refeição?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos governos afirmam que não podem pagar pela saúde, mas a realidade é que podem, se tributarem progressivamente para que todas as pessoas paguem de forma justa por sua parte, se impedirem que as empresas escondam seus lucros em paraísos fiscais e se acabarem com as isenções fiscais. Isto contribuiria muito para equilibrar as desigualdades gritantes no acesso aos serviços públicos, incluindo os de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses modelos orientados para o lucro têm fragmentado sistemas de saúde já fracos e que excluem muitas pessoas— pessoas pobres, lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e pessoas intersexo, pessoas privadas de liberdade, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas injetáveis e numerosos grupos marginalizados. A forma como a saúde é financiada é injusta. Além disso, a falta de direitos humanos dos grupos marginalizados nega o acesso a serviços de saúde de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desigualdades nos direitos humanos resultam em desigualdades na saúde. O direito à saúde para TODAS as pessoas é parte da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. A declaração afirma que &#8221; Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde, bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis e direito à segurança em caso de desemprego, doença invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores avanços na saúde aconteceram frequentemente em resposta a uma grande crise—pense nos sistemas de saúde pós-Segunda Guerra Mundial na Europa e no Japão, ou como a AIDS levou ao atendimento universal da saúde na Tailândia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, em meio à crise da COVID-19, lideranças em todo o mundo têm uma oportunidade de construir os sistemas de saúde que sempre foram necessários, e que não podem mais ser adiados. Não podemos mexer nos limites—precisamos de mudanças radicais e transformadoras. A resposta da COVID-19 nos dá uma oportunidade de mudar as regras e garantir a igualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da Saúde de 2021, façamos esse chamado para garantir que a vida das pessoas venha antes do lucro. Que os governos assumam o compromisso de garantir que todas as pessoas, sem discriminação, tenham acesso a serviços de saúde de qualidade. O direito à saúde é um direito humano intransferível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta crise do coronavírus em que nos encontramos hoje poderia, como outras crises globais anteriores, criar as soluções globais e nacionais no cuidado com a saúde de que tanto precisamos. <strong>Aproveitemos o momento!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Winnie Byanyima<br></strong><em>Diretora Executiva do UNAIDS</em></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="datas,destaque,noticias,ponto_de_vista,principal" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1617816002"
	            data-title="Dia Mundial da Saúde de 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS." 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/mensagem-do-dia-mundial-da-saude-de-2021-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/">Dia Mundial da Saúde de 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17338</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/04/virus-expoe-desigualdades-gritantes-entre-ricos-e-pobres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2020 18:07:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo de Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[COVID-19]]></category>
		<category><![CDATA[Diretora Executiva]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Universal]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Winnie Byanyima]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=14873</guid>

					<description><![CDATA[<p>O surto de Covid-19 está pressionando sistemas sofisticados de saúde na Europa e Ásia, com equipes médicas sobrecarregadas lutando para tratar seus pacientes, e instalações de terapia intensiva sobrecarregadas nos países ricos. Imagine então o que acontecerá com os sistemas de saúde na África quando o vírus chegar aqui. A crise está expondo desigualdades, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/04/virus-expoe-desigualdades-gritantes-entre-ricos-e-pobres/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/04/virus-expoe-desigualdades-gritantes-entre-ricos-e-pobres/">Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O surto de Covid-19 está pressionando sistemas sofisticados de saúde na Europa e Ásia, com equipes médicas sobrecarregadas lutando para tratar seus pacientes, e instalações de terapia intensiva sobrecarregadas nos países ricos. Imagine então o que acontecerá com os sistemas de saúde na África quando o vírus chegar aqui. </p>



<span id="more-14873"></span>



<p class="wp-block-paragraph">A crise está expondo desigualdades gritantes entre ricos e pobres no mundo desenvolvido, e está prestes a refletir desigualdades ainda maiores entre o Norte e o Sul. Nós precisamos agir. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta de investimento na infraestrutura social da África, incluindo seus sistemas de saúde, dívidas crescentes e enorme sonegação de impostos corporativos, deixaram o continente mal preparado para enfrentar esta emergência. Sem a prestação de serviços de saúde pública, as pessoas são expostas a doenças. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os custos para acessar os serviços de saúde negam às pessoas comuns o direito à saúde. Este é o momento de abolir estes custos. Os países ricos estão injetando bilhões de dólares em suas próprias economias e sistemas de seguridade social para manter pessoas e empresas em atividade, mas haverá um enorme apoio financeiro internacional coordenado para os países em desenvolvimento combaterem a Covid-19? Estamos nisso juntos ou ninguém está seguro. Nada além de uma resposta global derrotará esse vírus agressivo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Também estou preocupada com o que a Covid-19 pode significar para pessoas com HIV/Aids. Duas em cada três pessoas vivendo com HIV em todo o mundo residem na África Subsaariana. Milhões ainda desconhecem seu estado sorológico e não estão em tratamento. Sabemos que os idosos e aqueles com doenças cardíacas e pulmonares preexistentes, incluindo as pessoas que vivem com HIV, estão em maior risco. Portanto, é essencial que as pessoas com HIV/Aids sigam as mesmas orientações para evitar o vírus que a população em geral. Além disso, nunca foi tão importante testar pessoas para o HIV e proporcioná-las o tratamento antirretroviral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para as pessoas que vivem com HIV/Aids, e que já estão em tratamento, os governos devem seguir as diretrizes recomendadas pela Organização Mundial da Saúde de dispensação de medicamentos para vários meses. Isso ajudará a aliviar a carga nas unidades de saúde quando o Covid-19 chegar e permitirá que as pessoas mantenham seus regimes de tratamento ininterruptamente, sem correr o risco de aumentar a exposição ao vírus para coletar seus medicamentos. Devemos garantir que grupos vulneráveis de pessoas vivendo ou afetadas pelo HIV/Aids não sejam esquecidos na pressa de lidar com a crise do coronavírus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esta situação grave e difícil, o UNAIDS está trabalhando em estreita colaboração com redes de pessoas vivendo com HIV em todo o mundo para garantir que suas inquietações sejam ouvidas e que possam trazer soluções para a mesa. Continuaremos a fazê-lo ao longo desta crise. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta à Covid-19 na África e em todo o mundo deve ser fundamentada nos direitos humanos. Já houveram incidentes em todo o mundo em que indivíduos ou comunidades estão sendo responsabilizados pelo vírus. Isso deve parar. É errado e contraproducente para o bem público em geral. Vamos aprender as lições da resposta ao HIV/Aids e entender que o estigma e a discriminação irão atrasar os esforços para enfrentar essa pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na resposta à epidemia de HIV/Aids, os serviços liderados pela comunidade foram essenciais para os nossos avanços mais importantes na prevenção de novas infecções e no tratamento de pessoas. Na resposta à Covid-19, as comunidades, sem dúvida, entrarão nessa brecha, e as autoridades de saúde pública devem se envolver com elas agora e criar confiança para a batalha que se aproxima. Não venceremos sem as comunidades. São as comunidades que projetarão e implementarão suas próprias medidas de prevenção específicas ao contexto, nos mercados, nos ônibus, nos funerais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como vimos na resposta ao HIV/Aids, na maioria das vezes, as mulheres ficarão com a responsabilidade de cuidar dos doentes e garantir que seus filhos e comunidades estejam o mais seguras possível. Devemos garantir que os recursos fluam para elas, para que possam continuar seu importante trabalho, para que sejam justamente recompensadas e que suas famílias permaneçam financeiramente seguras. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu gostaria que estivéssemos em um lugar diferente. Em um lugar que todos tivessem direito à saúde e que estivéssemos em uma posição mais forte para enfrentar esse novo desafio. Esse debate continuará e minha voz permanecerá forte. Por enquanto, devemos fazer o melhor possível para nossas comunidades. Vamos ajudar e apoiar um ao outro durante esse tempo — estamos todos juntos nisso e venceremos esse vírus através da solidariedade, compaixão e bondade.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Artigo de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS, publicado originalmente no site Business Day. </em><a href="https://www.businesslive.co.za/bd/opinion/2020-03-26-virus-exposes-glaring-inequalities-between-rich-and-poor/?utm_source=UNAIDS+Newsletter&amp;utm_campaign=e04783ae29-EMAIL_CAMPAIGN_2020_03_31_04_25&amp;utm_medium=email&amp;utm_term=0_e7a6256e25-e04783ae29-114169913"><em>Leia o artigo original (em inglês) <strong>aqui.</strong> </em></a></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias,ponto_de_vista" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1586185659"
	            data-title="Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/04/virus-expoe-desigualdades-gritantes-entre-ricos-e-pobres/">Vírus expõe desigualdades gritantes entre ricos e pobres</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">14873</post-id>	</item>
		<item>
		<title>As redes de jovens estão salvando vidas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/07/as-redes-de-jovens-estao-salvando-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 12:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda 2030]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[direitos sexuais e reprodutivos]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
		<category><![CDATA[PACT]]></category>
		<category><![CDATA[saúde sexual e reprodutiva]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=12401</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os jovens desempenham um papel essencial na criação de demanda, nas relações com o cuidado e na utilização de serviços para o HIV e serviços de saúde e direitos sexuais e reprodutivos. A conclusão é de um estudo realizado pela empresa britânica de interesse comunitário e caritativo Watipa e encomendado pelo UNAIDS e pelo, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/07/as-redes-de-jovens-estao-salvando-vidas/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/07/as-redes-de-jovens-estao-salvando-vidas/">As redes de jovens estão salvando vidas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Os jovens desempenham um papel essencial na criação de demanda, nas relações com o cuidado e na utilização de serviços para o HIV e serviços de saúde e direitos sexuais e reprodutivos. A conclusão é de um estudo realizado pela empresa britânica de interesse comunitário e caritativo Watipa e encomendado pelo UNAIDS e pelo PACT, a coalizão de mais de 80 organizações e redes voltadas para jovens que trabalham para promover a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos e alcançar o fim da AIDS até 2030. </p>



<span id="more-12401"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório que apresenta os resultados, intitulado <em><a href="https://www.unaids.org/en/resources/documents/2019/young-peoples-participation-in-community-based-responses-to-hiv" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Young people’s participation in community-based responses to HIV: from passive beneficiaries to active agents of change (opens in a new tab)">Young people’s participation in community-based responses to HIV: from passive beneficiaries to active agents of change</a> </em>(A participação dos jovens nas respostas comunitárias ao HIV: de beneficiários passivos a agentes ativos da mudança, na tradução livre para o português), mostrou que os jovens, particularmente aqueles que servem de modelo e que são lideranças que vivem com o HIV, desempenham um papel fundamental na facilitação do acesso ao tratamento do HIV e na retenção nos cuidados.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados mostraram que o apoio prestado pelos jovens aos seus pares tem um efeito positivo na adesão à terapia antirretroviral, no processo de revelação do estado sorológico e na vivência positiva com o HIV. Detalhes sobre os tipos de atuação mostram que os jovens estão ativamente envolvidos no apoio psicossocial entre pares, nas consultas entre pares, nos processos de engajamento a políticas, na mobilização de pares em torno de campanhas e projetos específicos e no acesso a hospitais e cuidados apoiados por pares.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os jovens, incluindo os de populações-chave e os que vivem com o HIV, também desempenham um papel fundamental na prevenção primária do HIV, nos testes e diagnósticos precoces. A educação entre pares, a sensibilização e o envolvimento da comunidade são áreas sobre as quais os jovens estão informando e nas quais estão influenciando seus pares. Em alguns exemplos, os jovens que trabalham como apoiadores e voluntários de pares prestaram serviços de testagem e aconselhamento sobre o HIV, distribuíram preservativos ou trabalharam em conjunto com assistentes de saúde da comunidade.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 62% dos indivíduos que participaram da pesquisa, eram membros de uma organização de jovens na resposta ao HIV e indicaram que eles próprios prestam serviços de HIV diretamente aos jovens. Estes serviços foram concebidos para beneficiar e alcançar a população jovem como os grupos focais. Os serviços prestados incluem informação sobre saúde e direitos sexuais e reprodutivos (51%), apoio de pares (50%), apoio psicossocial (42%), promoção e distribuição de preservativos (41%), apoio à adesão à terapia antirretroviral (32%) e aconselhamento e testagem do HIV (30%).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas das organizações pesquisadas ofereceram serviços integrados, incluindo encaminhamentos, prevenção, testes e tratamentos de outras infecções sexualmente transmissíveis  (38%), tuberculose (28%) e/ou hepatite B e C (22%).  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como um dos entrevistados mencionou, &#8220;é fácil disseminar o conhecimento entre nós, porque se [eu] fizer parte  disso, então é mais fácil falar sobre isso com alguém da minha idade&#8221;.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados primários foram coletados através de três métodos: 1) uma pesquisa quantitativa online com 32 perguntas que foram oferecidas em cinco idiomas (árabe, inglês, francês, russo e espanhol); entrevistas entre pares, que foram qualitativas semi-estruturadas conduzidas por jovens em inglês ou em seu idioma local em seis países diferentes; e entrevistas com informantes-chave, que foram entrevistas qualitativas semi-estruturadas conduzidas em inglês via Skype por dois jovens consultores líderes da equipe de pesquisa. O número total de participantes foi de 143, com idades entre 20 e 29 anos.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O papel da população jovem nas respostas comunitárias ao HIV é vital para alcançar e manter resultados positivos na saúde no contexto da epidemia. Um informante-chave disse que &#8220;os jovens que vivem com o HIV estão mudando o jogo na comunidade. Eles são educadores de pares, mentores … apoiam outros jovens nas unidades médicas para orientar sobre os serviços, de modo que o processo se torne mais rápido para eles enquanto recebem os serviços. Muitos jovens estão envolvidos em  advocacy onde podem falam pelas vozes dos jovens.”  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a falta de remuneração adequada ou proporcional para o papel dos jovens na criação da demanda e na criação de vínculos com os serviços de HIV parece ser uma barreira crítica para o envolvimento dos jovens  de forma eficaz, significativa sustentável . Outras barreiras que inibem sua participação incluem a falta de financiamento para apoio institucional, a falta de capacidade ou apoio para o conhecimento necessário para participar plenamente das discussões técnicas, e a falta de ferramentas e recursos adaptados para apoiar a participação em diferentes processos e mecanismos.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também fornece 13 recomendações de jovens que participaram na pesquisa e é direcionado às autoridades governamentais, entidades das Nações Unidas, doadores, organizações da sociedade civil e outras partes interessadas na resposta ao HIV.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas recomendações incluem a necessidade de envolver os jovens na criação, planejamento e prestação de políticas, programas e serviços sobre o HIV, bem como de reconhecer o papel essencial que a população jovem tem na implementação da prestação de serviços aos seus pares. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo faz parte da <a rel="noreferrer noopener" aria-label="agenda #UPROOT (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/featurestories/2018/july/young-people-uproot" target="_blank">agenda <em>#UPROOT</em></a> (desraigar, na tradução livre para o português), uma agenda política global liderada por jovens baseada nos princípios de equidade, inclusão e solidariedade, que visa acabar com a AIDS até 2030 e promover a saúde e os direitos sexuais e reprodutivos, enfrentando barreiras como a intolerância e a exclusão, que comprometem a saúde dos jovens. </p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1562839062"
	            data-title="As redes de jovens estão salvando vidas" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/07/as-redes-de-jovens-estao-salvando-vidas/">As redes de jovens estão salvando vidas</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">12401</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Acesso desigual aos serviços de saúde gera disparidades na expectativa de vida, diz OMS</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/04/acesso-desigual-aos-servicos-de-saude-gera-disparidades-na-expectativa-de-vida-diz-oms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Apr 2019 13:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[HIV e Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[OPAS]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=11058</guid>

					<description><![CDATA[<p>As mulheres vivem mais do que os homens no mundo, principalmente em países ricos. O relatório anual World Health Statistics 2019 – desagregado por sexo pela primeira vez – explica por quê. “Dividir os dados por idade, sexo e grupo de renda é vital para entender quem está sendo deixado para trás e por, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/04/acesso-desigual-aos-servicos-de-saude-gera-disparidades-na-expectativa-de-vida-diz-oms/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/04/acesso-desigual-aos-servicos-de-saude-gera-disparidades-na-expectativa-de-vida-diz-oms/">Acesso desigual aos serviços de saúde gera disparidades na expectativa de vida, diz OMS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As mulheres vivem mais do que os homens no mundo, principalmente em países ricos. O relatório anual World Health Statistics 2019 – desagregado por sexo pela primeira vez – explica por quê. “Dividir os dados por idade, sexo e grupo de renda é vital para entender quem está sendo deixado para trás e por quê”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).<span id="more-11058"></span></p>
<p>“Por trás de cada número nessas estatísticas mundiais de saúde está uma pessoa, uma família, uma comunidade ou uma nação. Nossa tarefa é usar esses dados para tomar decisões políticas baseadas em evidências, que nos aproximem de um mundo mais saudável, seguro e justo para todos”, ascrescentou.</p>
<p>A diferença entre a expectativa de vida de homens e mulheres é menor nos locais onde as mulheres não têm acesso aos serviços de saúde. Em países de baixa renda, onde os serviços são mais escassos, 1 em 41 mulheres morre por causa materna, em comparação com 1 em 3.300 em países de alta renda. Em mais de 90% dos países de baixa renda, há menos de quatro enfermeiras(os) e parteiras(os) por mil pessoas.</p>
<p>As atitudes para a atenção à saúde diferem. Nos lugares onde homens e mulheres enfrentam a mesma doença, eles muitas vezes procuram menos cuidados de saúde do que elas. Em países com epidemia generalizada de HIV, por exemplo, os homens são menos propensos do que as mulheres a fazer o teste de HIV, menos propensos a ter acesso à terapia antirretroviral e mais propensos a morrer de doenças relacionadas à AIDS do que as mulheres. Da mesma forma, os pacientes com tuberculose do sexo masculino parecem ser menos propensos a procurar atendimento do que os pacientes com tuberculose do sexo feminino.</p>
<p>O relatório também destaca a diferença nas causas de morte entre homens e mulheres – algumas biológicas, algumas influenciadas por fatores ambientais e sociais e algumas afetadas pela disponibilidade e aceitação dos serviços de saúde.</p>
<p>Das 40 principais causas de morte, 33 contribuem mais para reduzir a expectativa de vida em homens do que em mulheres. Em 2016, a probabilidade de uma pessoa de 30 anos morrer de uma doença não transmissível antes dos 70 anos de idade era 44% maior em homens do que em mulheres.</p>
<p>As taxas globais de mortalidade por suicídio foram 75% mais altas em homens do que em mulheres em 2016. As taxas de mortalidade por acidentes de trânsito são duas vezes mais altas em homens que em mulheres de 15 anos e as taxas de mortalidade por homicídio são quatro vezes maiores em homens do que em mulheres.</p>
<p>Publicado para coincidir com o Dia Mundial da Saúde, 7 de abril, que neste ano se concentra na atenção primária à saúde como a base da cobertura universal de saúde, as novas estatísticas da OMS destacam a necessidade de melhorar o acesso aos cuidados de saúde primários em todo o mundo e aumentar a adesão.</p>
<p>“Uma das metas dos três bilhões da OMS é que mais 1 bilhão de pessoas tenham cobertura universal de saúde até 2023”, disse Tedros. “Isso significa melhorar o acesso a serviços, especialmente no nível da comunidade, e garantir que esses serviços sejam acessíveis e eficazes para todos – independentemente de seu gênero”.</p>
<p>De acordo com Samira Asma, assistente do diretor geral para dados, análise e entrega da OMS, essas estatísticas ressaltam a necessidade de priorizar urgentemente a atenção primária à saúde para gerenciar eficazmente as doenças não transmissíveis e reduzir os fatores de risco. “Por exemplo, algo tão simples como controlar a pressão arterial simplesmente não está acontecendo na escala necessária e o uso do tabaco continua sendo a principal causa de morte prematura”, afirmou.</p>
<p><strong>Esperança de vida melhorou desde 2000</strong></p>
<p>Entre 2000 e 2016, a expectativa de vida global ao nascer aumentou 5,5 anos, de 66,5 para 72 anos. A esperança de vida saudável ao nascer (número de anos que se espera viver em plena saúde) aumentou de 58,5 anos em 2000 para 63,3 anos em 2016.</p>
<p>A expectativa de vida continua fortemente afetada pela renda. Nos países de baixa renda, a expectativa de vida é 18,1 anos mais baixa que nos países de alta renda. Uma criança em cada 14 nascidas em um país de baixa renda morrerá antes do quinto aniversário.</p>
<p>Pela primeira vez, este ano, as estatísticas mundiais de saúde da OMS foram desagregadas por sexo. Essa nova análise forneceu insights sobre a saúde e as necessidades das pessoas em todo o mundo. Mas muitos países ainda têm dificuldades para fornecer informações desagregadas por gênero.</p>
<p>“O fechamento das lacunas de dados será acelerado e é importante para fechar a lacuna de gênero”, disse Richard Cibulskis, principal autor do relatório. “Coletar, analisar e usar dados desagregados de boa qualidade é essencial para melhorar a saúde e o bem-estar das pessoas. A política e a prática de saúde devem ser sustentadas por dados robustos e confiáveis, gerados nos países”.</p>
<p>Confira as estatísticas por país <a href="http://apps.who.int/gho/data/view.main.SDG2016LEXv?lang=en">clicando aqui</a>.</p>
<p>Foto de capa: Foto: OCHA/Htet Htet Oo<br />
<em>*Matéria publicada originalmente no site da <a href="https://www.paho.org/pt/noticias/4-4-2019-acesso-desigual-aos-servicos-saude-gera-disparidades-na-expectativa-vida-diz-oms" target="_blank" rel="noopener"><strong>OPAS/OMS</strong></a>.</em></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1554460260"
	            data-title="Acesso desigual aos serviços de saúde gera disparidades na expectativa de vida, diz OMS" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/04/acesso-desigual-aos-servicos-de-saude-gera-disparidades-na-expectativa-de-vida-diz-oms/">Acesso desigual aos serviços de saúde gera disparidades na expectativa de vida, diz OMS</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">11058</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Acelerando a Zero Discriminação em unidades de cuidados de saúde na Tailândia e no Vietnã</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/07/acelerando-a-zero-discriminacao-em-unidades-de-cuidados-de-saude-na-tailandia-e-no-vietna/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 18:09:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Posts]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Slideshow]]></category>
		<category><![CDATA[22ª Conferência Internacional de AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS2018]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tailândia]]></category>
		<category><![CDATA[Vietnã]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Discriminação em Serviços de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=9383</guid>

					<description><![CDATA[<p>O estigma e a discriminação em unidades de saúde são um grande obstáculo para acabar com a AIDS. Difundido por todo o mundo, o estigma e a discriminação reduzem significativamente a qualidade de vida das pessoas que os vivenciam e dificultam o seu acesso a serviços de saúde e de HIV. Como acelerar as, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/07/acelerando-a-zero-discriminacao-em-unidades-de-cuidados-de-saude-na-tailandia-e-no-vietna/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/acelerando-a-zero-discriminacao-em-unidades-de-cuidados-de-saude-na-tailandia-e-no-vietna/">Acelerando a Zero Discriminação em unidades de cuidados de saúde na Tailândia e no Vietnã</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O estigma e a discriminação em unidades de saúde são um grande obstáculo para acabar com a AIDS. Difundido por todo o mundo, o estigma e a discriminação reduzem significativamente a qualidade de vida das pessoas que os vivenciam e dificultam o seu acesso a serviços de saúde e de HIV.</span><span id="more-9383"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como acelerar as iniciativas dos países e reduzir o estigma e a discriminação nas unidades de saúde foi o foco de uma sessão na 22ª Conferência Internacional de AIDS no dia 23 de julho, em Amsterdã, Holanda. A sessão </span><i><span style="font-weight: 400;">Catalisando Iniciativas da Tailândia e Região sobre Zero Discriminação em Ambientes de Saúde e Construindo Pontes para um Pacto Global para Eliminar Todas as Formas de Estigma e Discriminação Relacionados ao HIV</span></i><span style="font-weight: 400;">, reuniu representantes dos Governos da Tailândia, Vietnã e Holanda e representantes de redes regionais da sociedade civil, os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos e o UNAIDS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Tailândia é reconhecida como pioneira na redução do estigma e da discriminação em serviços de saúde na Ásia por meio de sua inovadora resposta de proporções sistêmicas. O evento ouviu que o pacote de redução de estigma e discriminação tailandês é baseado em ferramentas de medição global e contém um sistema de monitoramento permanente, ações informadas por evidências nas unidades de saúde e engajamento da comunidade em todos os níveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Vietnã começou um programa piloto de redução de estigma e discriminação em Ho Chi Minh. Na sessão, Huu Thuy Do, Chefe do Departamento de Informação, Educação e Comunicação da Administração do Vietnã para Controle da AIDS, explicou como o Vietnã aprendeu com a cooperação com a Tailândia e como o modelo tailandês foi modificado para o nível da cidade no Vietnã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base nas experiências da Tailândia e do Vietnã, os palestrantes encorajaram os países a fomentar vínculos transfronteiriços em esforços de redução do estigma e da discriminação em ambientes de assistência à saúde, a fim de alcançar uma ação global conjunta mais eficaz e eficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes também aprenderam com a abordagem holandesa, que direciona a atenção para a desigualdade de acesso aos serviços de prevenção e tratamento do HIV, ao mesmo tempo em que promove um ambiente legalmente favorável para evitar o estigma e a discriminação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes ouviram que um maior engajamento de comunidades, pessoas vivendo com HIV e populações-chave no desenvolvimento e monitoramento de programas contra o estigma e a discriminação é elemento central para programas bem-sucedidos de redução do estigma e da discriminação. Sua participação não apenas aumenta o acesso pelas comunidades difíceis de alcançar, mas também ajuda a garantir que uma abordagem baseada em direitos seja usada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento concluiu com a apresentação do Quadro Global de Ação, uma iniciativa liderada pela sociedade civil que visa acelerar a implementação dos compromissos assumidos para acabar com o estigma e a discriminação relacionados ao HIV em diferentes contextos.<br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“A Tailândia é pioneira na região da Ásia no desenvolvimento de um programa abrangente para criar ambientes de saúde livres de estigma e discriminação, levando a melhores resultados de saúde que vão além do HIV. Na Tailândia, desenvolvemos um pacote de intervenção que adaptou as ferramentas globais ao nosso contexto local para interromper o estigma e a discriminação. O estigma e a discriminação são agora sistematicamente medidos por meio de pesquisas como parte desse pacote de intervenção. Os dados coletados são posteriormente usados ​​para aumentar a conscientização, informar intervenções e servir como um catalisador para ações a nível sistêmico. ”<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">THAWAT SUNTHARAJARN, </span><b>VICE-MINISTRO, MINISTRO DA SAÚDE PÚBLICA, TAILÂNDIA</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;O que devemos fazer é conversar com líderes religiosos e com líderes tradicionais para fazê-los enxergar que a discriminação e a estigmatização também são uma ameaça à sociedade.&#8221;</span></i><span style="font-weight: 400;">KEES VAN BAAR, </span><b>EMBAIXADOR DOS DIREITOS HUMANOS, HOLANDA</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Discriminação no trabalho está ligado a cuidados de saúde. Descobrimos que as pessoas que vivem com o HIV em todo o mundo enfrentam grandes receios de exposição, perdendo seus empregos. Os jovens que vivem com o HIV têm altos níveis de desemprego ”.<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">COCO JERVIS, </span><b>GESTORA DE COMUNICAÇÃO, REDE GLOBAL DE PESSOAS VIVENDO COM HIV</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“Os direitos humanos, incluindo as vulnerabilidades relacionadas ao estigma, discriminação e ao gênero estão entre as razões para a grave lacuna de prevenção do HIV e o progresso insuficiente que tem sido feito na redução de novas infecções pelo HIV em muitas regiões do mundo.”<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">TIM MARTINEAU, </span><b>DIRETOR EXECUTIVO ADJUNTO, A.I., UNAIDS</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;Embora o estigma e a discriminação relacionados ao HIV estejam longe de terminar, nossas experiências mostram que o estigma e a discriminação são mensuráveis ​​e acionáveis. Ferramentas de redução estão disponíveis e, quando combinadas com a liderança coletiva das principais partes interessadas ​​e dos parceiros, podemos acabar com o estigma relacionado ao HIV por meio do monitoramento baseado em evidências e intervenções eficazes. Visão sem ação não passa de sonho, mas com ação é capaz de fazer a diferença. O mundo deve se unir para erradicar o estigma e a discriminação em todas as suas formas ”.<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">SUWANNACHAI WATTANAYINGCHAROENCHAI, </span><b>DIRETOR-GERAL, DEPARTAMENTO DE CONTROLE DE DOENÇAS, MINISTÉRIO DA SAÚDE PÚBLICA</b></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">&#8220;No modelo tailandês, o envolvimento de organizações da sociedade civil, PVHIV e populações-chave, vai além de um simples convite para palestrar em um treinamento de redução de estigma e discriminação. As comunidades estão significativamente envolvidas em todo o processo, desde a consulta do programa, o planejamento da implementação até o monitoramento do progresso.&#8221;<br />
</span></i><span style="font-weight: 400;">NIWAT SUWANPHATTHANA, </span><b>OFICIAL DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO, FUNDAÇÃO DE ACESSO A AIDS</b></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias,zero,zero-discriminacao,zero-posts,zero-slideshow" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1532358558"
	            data-title="Acelerando a Zero Discriminação em unidades de cuidados de saúde na Tailândia e no Vietnã" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/07/acelerando-a-zero-discriminacao-em-unidades-de-cuidados-de-saude-na-tailandia-e-no-vietna/">Acelerando a Zero Discriminação em unidades de cuidados de saúde na Tailândia e no Vietnã</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9383</post-id>	</item>
		<item>
		<title>No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde</title>
		<link>https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 12:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Agenda para Zero Discriminação em Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unaids.org.br/?p=8861</guid>

					<description><![CDATA[<p>O estigma, a discriminação e outras violações dos direitos humanos acontecem em serviços de saúde em todo o mundo, impedindo as pessoas de acessarem os serviços ou usufruírem de cuidados de saúde de qualidade. O estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV e daquelas afetadas pelo vírus. Para debater, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O estigma, a discriminação e outras violações dos direitos humanos acontecem em serviços de saúde em todo o mundo, impedindo as pessoas de acessarem os serviços ou usufruírem de cuidados de saúde de qualidade. O estigma e a discriminação aumentam a vulnerabilidade das pessoas vivendo com HIV e daquelas afetadas pelo vírus.</span><span id="more-8861"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para debater sobre essa questão, cerca de 300 estudantes de medicina, representando 18 universidades de todo o Egito, reuniram-se com representantes da academia, da sociedade civil, do governo e do Sindicato dos Médicos do Egito. Com apoio do UNAIDS, a divisão egípcia da Federação Internacional de Associações de Estudantes de Medicina realizou no Cairo (21/4) uma consulta de um dia sobre o estigma e a discriminação relacionados ao HIV em serviços de saúde.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“As pessoas que vivem com HIV devem ter direitos e oportunidades iguais. Negar o acesso aos serviços de saúde é inaceitável. Através desta consulta, pretendemos informar sobre nossa estratégia nacional com novas intervenções direcionadas ao enfrentamento do estigma e da discriminação”, disse Walid Kamal, Diretor do Programa Nacional sobre AIDS do Egito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a consulta, os participantes fizeram um balanço dos progressos alcançados na resposta ao estigma e à discriminação e decidiram manter um diálogo constante para identificar ações que abordem o estigma e a discriminação nos serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Estamos testemunhando uma oportunidade sem precedentes para abordar a discriminação nos serviços de saúde com apoio político e visão programática. Embora os recursos sejam escassos, contamos com o apoio dos estudantes de medicina como os líderes de amanhã e com o poder do voluntariado para abordar essa questão”, disse Ahmed Khamis, Diretor do UNAIDS no Egito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes concordaram que mecanismos de prestação de contas precisam ser aplicados para monitorar e avaliar as intervenções, garantindo que ações apropriadas sejam tomadas pelas autoridades relevantes para abordar as violações de direitos em serviços de saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A ética médica é uma necessidade entre os promotores de saúde. O Sindicato dos Médicos do Egito está organizando oficinas e conferências para reforçar a ética entre os prestadores de serviços da saúde. Gostaria de lembrar a todos sobre os direitos dos pacientes”, disse Sherine Ghaleb, representante da entidade de classe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes concordaram em priorizar o lançamento da Política do Ministério da Saúde e População pelo Fim do Estigma do e integrar o estigma e a discriminação relacionados ao HIV na disciplina de ética ensinada a todos os médicos que se formam no Egito. Os participantes também concordaram em dar acesso ao mecanismo de prestação de contas e investigação do Sindicato dos Médicos do Egito para as organizações da sociedade civil e pessoas vivendo com HIV, de forma que possam relatar violações e distribuir informações sobre profilaxia pós-exposição nos currículos das faculdades de medicina.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As recomendações feitas durante a consulta foram endossadas pelo Programa Nacional sobre AIDS e serão incluídas no plano de ação traçado pelo Egito para abordar o estigma e a discriminação em relação ao HIV nos serviços de saúde. O progresso desse roteiro será monitorado por um grupo que inclui uma forte representação de pessoas vivendo com HIV.</span></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1524733789"
	            data-title="No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2018/04/estudantes-de-medicina-egipcios-se-reunem-para-debater-sobre-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude/">No Egito, estudantes de medicina debatem estigma e discriminação nos serviços de saúde</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8861</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Acabando com o estigma e discriminação nos serviços de saúde no México</title>
		<link>https://unaids.org.br/2017/08/acabando-com-o-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude-no-mexico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 19:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Zero]]></category>
		<category><![CDATA[#ZeroDiscriminação]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Zero Discriminação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://unaids.org.br/?p=7075</guid>

					<description><![CDATA[<p>O México vem tomando medidas para fortalecer o acesso aos serviços de saúde por pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais (LGBTI+). Um novo código de conduta do Ministério da Saúde do México visa pôr fim ao estigma e à discriminação com base na identidade de gênero e orientação sexual em todos os serviços, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2017/08/acabando-com-o-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude-no-mexico/">Read More</a></p>
<p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/08/acabando-com-o-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude-no-mexico/">Acabando com o estigma e discriminação nos serviços de saúde no México</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O México vem tomando medidas para fortalecer o acesso aos serviços de saúde por pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais (LGBTI+). Um novo código de conduta do Ministério da Saúde do México visa pôr fim ao estigma e à discriminação com base na identidade de gênero e orientação sexual em todos os serviços de saúde do país.<span id="more-7075"></span></p>
<p>O código de conduta estabelece diretrizes e ações específicas para a prestação de serviços de saúde e será implementado em todo o sistema nacional de saúde para garantir o acesso efetivo à saúde, respeitando a dignidade e a autonomia das pessoas LGBTI+.</p>
<p>O código de conduta permite que os profissionais das unidades de saúde pública sejam treinados para evitar expressões e atitudes discriminatórias, além de respeitar a confidencialidade dos pacientes. Entre várias medidas, estipula claramente que a expressão &#8220;curar a homossexualidade ou transexualidade&#8221; deve ser evitada. Além disso, estabelece que os centros de saúde devem manter uma política de tolerância zero para discriminação e investigar acusações de atitudes discriminatórias. Os centros de saúde também devem promover campanhas contínuas de prevenção do HIV e de saúde sexual e reprodutiva focadas em pessoas LGBTI+.</p>
<p>O código de conduta foi desenvolvido através de um amplo processo participativo que incluiu o Comitê de Coordenação dos Institutos Nacionais de Saúde e Hospitais de Alta Especialidade, o Centro Nacional de Prevenção e Controle do HIV, a Clínica Especial Condesa da Cidade do México, o Conselho Nacional para a Prevenção da Discriminação e representantes da sociedade civil e organizações LGBTI+.</p>
<p>Os próximos passos incluem um treinamento sobre a aplicação do código de conduta na prática, com o envolvimento da sociedade civil e organizações comunitárias. A implementação terá uma fase piloto e começará nas maiores cidades do país.</p>
<p><strong>CITAÇÕES</strong></p>
<p>“O Ministério da Saúde possui mecanismos integrados que garantem o acesso aos serviços de saúde por lésbicas, bisexuais, pessoas trans e intersex. Convoco a todos os profissionais de saúde a obedecer ao mandato constitucional de que todos devem desfrutar do direito à saúde.”<br />
<strong>José Narro Robles, Secretário de Saúde, México</strong></p>
<p>“Com este protocolo, o México está dando passos decisivos para garantir que os serviços de saúde sejam oferecidos de acordo com os direitos humanos. Zero Discriminação está no coração da visão do UNAIDS e é uma das metas da aceleração de resposta ao HIV.”<br />
<strong>César A. Nuñez, , Diretor do Escritório Regional para América Latina do UNAIDS</strong></p>
<div class="gsp_post_data" 
	            data-post_type="post" 
	            data-cat="noticias,zero" 
	            data-modified="120"
	            data-created="1503677359"
	            data-title="Acabando com o estigma e discriminação nos serviços de saúde no México" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2017/08/acabando-com-o-estigma-e-discriminacao-nos-servicos-de-saude-no-mexico/">Acabando com o estigma e discriminação nos serviços de saúde no México</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">7075</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
