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	<title>saúde pública - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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	<title>saúde pública - UNAIDS Brasil</title>
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		<title>UNAIDS demanda resposta global urgente à Mpox com base em direito à saúde pública e acesso igualitário às vacinas</title>
		<link>https://unaids.org.br/2022/07/unaids-demanda-resposta-global-urgente-a-variola-dos-macacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicado de Imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS demandou hoje aos governos para que respondam urgentemente à declaração da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a Varíola dos Macacos, causada pelo vírus Mpox, como uma Emergência de Saúde Pública de Preocupação Internacional. A OMS recebeu mais de 16 mil relatos de casos em 75 países. O surto está ocorrendo particularmente,, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2022/07/unaids-demanda-resposta-global-urgente-a-variola-dos-macacos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS demandou hoje aos governos para que respondam urgentemente à declaração da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a Varíola dos Macacos, causada pelo vírus <em>Mpox</em>, como uma Emergência de Saúde Pública de Preocupação Internacional. A OMS recebeu mais de 16 mil relatos de casos em 75 países. O surto está ocorrendo particularmente, mas não exclusivamente, entre gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH).    </p>



<span id="more-21749"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Organização Mundial da Saúde emitiu apelo urgente baseado em evidências claras de que a Varíola dos Macacos representa uma ameaça global à saúde das comunidades e requer uma resposta global&#8221;, disse Matthew Kavanagh, diretor executivo adjunto do UNAIDS.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este surto pode ser interrompido se governos, serviços de saúde, comunidades e empresas farmacêuticas agirem com urgência. Baseando-se nas difíceis lições e aprendizagens da resposta à epidemia de AIDS, ações eficazes de saúde pública devem ser orientadas pelos princípios de solidariedade, igualdade, não discriminação e inclusão. O vírus da <em>Mpox</em>, causador da Varíola dos Macacos, é disseminado por meio do contato físico e pode afetar qualquer pessoa, mas atualmente causa maior impacto em homens gays e homens que fazem sexo com homens que, em muitas comunidades, enfrentam discriminação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O estigma e a discriminação limitam as respostas às epidemias e não abordam as barreiras no acesso, o que faz com que pessoas com sintomas prefiram a clandestinidade, deixando de proteger sua saúde e de sua comunidade. Também pode levar as autoridades de saúde pública a não agirem com a urgência necessária. Em vez de discriminação, pedimos às pessoas que demonstrem empatia e apoio por quem for infectado pelo vírus <em>Mpox</em>. O UNAIDS também está demandando aos países que estabeleçam parcerias e envolvam as comunidades afetadas no desenvolvimento, implementação e monitoramento de todas as etapas da resposta.”  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos preocupados que alguns países de baixa e média rendas estejam sem acesso às vacinas que estão sendo distribuídas agora em países de alta renda. A repetição do nacionalismo e da desigualdade de vacinas prolongará o surto e aprofundará injustamente o sofrimento causado por este vírus.&nbsp;Pedimos aos governos e fabricantes de vacinas que trabalhem em conjunto para garantir que todas as pessoas que necessitem possam ter acesso e se beneficiar das vacinas, inclusive as pessoas afetadas em países endêmicos.”&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O UNAIDS gostaria de reconhecer a liderança de organizações lideradas por comunidades de gays, bissexuais e outros homens que fazem sexo com homens que, em muitos países, têm avançado na resposta ao surto, aumentando a conscientização, desafiando a desinformação e apoiando esforços de vacinação.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O surto de Varíola dos Macacos evidencia que as comunidades continuarão a enfrentar ameaças virais e que a coordenação e solidariedade internacional são essenciais para a saúde pública, na medida em que os&nbsp;vírus só podem ser superados globalmente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS pede a todos os meios de comunicação que fazem cobertura sobre Varíola dos Macacos que sigam as atualizações regulares emitidas pela OMS.&nbsp;</p>
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		<title>Novo laboratório de leis fornece informações jurídicas e apoia a resposta global à COVID-19</title>
		<link>https://unaids.org.br/2020/07/novo-laboratorio-de-leis-fornece-informacoes-juridicas-e-apoia-a-resposta-global-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2020 19:29:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organismos da ONU se unem ao O’Neill Institute for National and Global Health Law (Instituto O’Neill de Direito Sanitário Nacional e Global, na tradução livre para o português) da Universidade de Georgetown para a criação de um laboratório online que reúne e compartilha documentos jurídicos de mais de 190 países em todo o mundo., <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/07/novo-laboratorio-de-leis-fornece-informacoes-juridicas-e-apoia-a-resposta-global-a-covid-19/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Organismos da ONU se unem ao O’Neill Institute for National and Global Health Law (Instituto O’Neill de Direito Sanitário Nacional e Global, na tradução livre para o português) da Universidade de Georgetown para a criação de um laboratório online que reúne e compartilha documentos jurídicos de mais de 190 países em todo o mundo. O objetivo é ajudar os Estados a estabelecer e implementar estruturas legais para gerenciar a pandemia. </p>



<span id="more-15778"></span>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto conjunto busca contribuir para que as leis protejam a saúde e o bem-estar de indivíduos e comunidades e que cumpram os padrões internacionais de direitos humanos. Leis adequadamente projetadas podem: ajudar a construir sistemas de saúde fortes; avaliar e aprovar medicamentos e vacinas seguros e eficazes; e reforçar ações para a criação de espaços públicos e locais de trabalho mais saudáveis ​​e seguros. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="laboratório  (opens in a new tab)" href="https://covidlawlab.org/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">laboratório</span><strong> </strong></a>é um projeto conjunto do O’Neill institute com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="PNUD (opens in a new tab)" href="https://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">PNUD</span></a>), da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (<span style="text-decoration: underline;"><a rel="noreferrer noopener" label="OPAS/OMS (opens in a new tab)" href="https://www.paho.org/pt/brasil" target="_blank">OPAS/OMS</a></span>), do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="UNAIDS (opens in a new tab)" href="https://www.unaids.org/en" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;">UNAIDS</span></a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">As leis são essenciais para a implementação eficaz do Regulamento Sanitário Internacional da OMS: vigilância; prevenção e controle de infecção; gestão de viagens e comércio; e implementação de medidas para manter serviços essenciais de saúde.</p>



<blockquote style="text-align:center" class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p> <strong>“Leis prejudiciais podem agravar o estigma e a discriminação, infringir os direitos das pessoas e prejudicar as respostas à saúde pública”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva da UNAIDS. &#8220;Para garantir que as respostas à pandemia sejam efetivas, humanas e sustentáveis, os governos devem usar a lei como uma ferramenta para defender os direitos humanos e a dignidade das </strong></p><p><strong>pessoas afetadas pela COVID-19.&#8221; </strong></p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">“Leis e políticas baseadas na ciência, em evidências e direitos humanos podem permitir que as pessoas acessem os serviços de saúde, protejam-se do COVID-19 e vivam livres de estigma, discriminação e violência”, diz Achim Steiner, administrador do PNUD. &#8220;O laboratório COVID-19 Law Lab é uma ferramenta importante para compartilhar boas práticas em leis e políticas.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de COVID-19 provocou um grande aumento de ações legislativas urgentes para controlar e reduzir a seus impactos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estruturas jurídicas eficazes são críticas para as respostas nacionais à COVID-19&#8221;, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS. “As leis que impactam a saúde geralmente ficam fora do setor de saúde. Como a saúde é global, as estruturas legais devem estar alinhadas aos compromissos internacionais para responder aos riscos atuais e emergentes da saúde pública. Uma base sólida de leis para a saúde é mais importante agora do que nunca.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, leis mal projetadas, mal implementadas ou mal aplicadas podem prejudicar populações marginalizadas, fortalecer o estigma e a discriminação e dificultar os esforços para acabar com a pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Leis prejudiciais podem agravar o estigma e a discriminação, infringir os direitos das pessoas e prejudicar as respostas à saúde pública”, disse Winnie Byanyima, diretora executiva da UNAIDS. &#8220;Para garantir que as respostas à pandemia sejam efetivas, humanas e sustentáveis, os governos devem usar a lei como uma ferramenta para defender os direitos humanos e a dignidade das pessoas afetadas pela COVID-19.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O laboratório COVID-19 Law Lab é um banco de dados de leis que os países implementaram em resposta à pandemia. A plataforma inclui declarações de estado de emergência, medidas de quarentena, vigilância de doenças, medidas legais relacionadas ao uso de máscaras, distanciamento social e acesso a medicamentos e vacinas. O banco de dados continuará a crescer à medida que mais países e temas forem adicionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa também incluirá pesquisas sobre diferentes estruturas legais para a COVID-19. Essas análises se concentrarão nos impactos das leis de saúde pública sobre os direitos humanos e ajudarão os países a identificar as melhores práticas para orientar suas respostas imediatas aos esforços da COVID-19 e de recuperação socioeconômica quando a pandemia estiver sob controle. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O laboratório online se baseia no trabalho da UHC Legal Solutions Network (Rede de Soluções Legais para Acesso Universal à Saúde, na tradução livre para o português), que foi criada para ajudar os países a alcançar cobertura universal de saúde através da implementação de estruturas legais baseadas em direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Precisamos rastrear e avaliar como as leis e políticas estão sendo usadas durante a pandemia para entender o que funciona&#8221;, disse Dr. Matthew M. Kavanagh, professor do Departamento de Saúde Internacional da Universidade de Georgetown. Katie Gottschalk, diretora executiva do Instituto O&#8217;Neill acrescentou: &#8220;Precisamos aprender lições desde o estágio inicial das políticas de pandemia para implementar leis mais eficazes daqui para frente  – o laboratório COVID-19 Law Lab nos permite fazer exatamente isso&#8221;.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2020/07/novo-laboratorio-de-leis-fornece-informacoes-juridicas-e-apoia-a-resposta-global-a-covid-19/">Novo laboratório de leis fornece informações jurídicas e apoia a resposta global à COVID-19</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS saúda decisão do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual</title>
		<link>https://unaids.org.br/2019/12/unaids-sauda-decisao-do-territorio-do-norte-da-australia-de-descriminalizar-o-trabalho-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 17:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS saúda a decisão do parlamento do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual. A Lei da Indústria do Sexo (Sex Industry Bill) de 2019, aumenta a segurança de trabalhadoras do sexo e dos seus clientes ao aplicar legislação de saúde pública às trabalhadoras da indústria de serviços sexuais e, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2019/12/unaids-sauda-decisao-do-territorio-do-norte-da-australia-de-descriminalizar-o-trabalho-sexual/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS saúda a decisão do parlamento do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual. A Lei da Indústria do Sexo (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="Sex Industry Bill (opens in a new tab)" href="https://parliament.nt.gov.au/committees/EPSC/105-2019" target="_blank">Sex Industry Bill</a>) de 2019, aumenta a segurança de trabalhadoras do sexo e dos seus clientes ao aplicar legislação de saúde pública às trabalhadoras da indústria de serviços sexuais e por permitir que trabalhadoras do sexo trabalhem juntas. A legislação proíbe explicitamente a exploração de trabalhadoras do sexo, apoia seu acesso à justiça e proíbe qualquer envolvimento de crianças. </p>



<span id="more-14162"></span>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu enalteço essa decisão do Território do Norte da Austrália, que preserva os direitos humanos das trabalhadoras do sexo, o que significa que elas podem operar dentro das leis e regulações existentes, incluindo leis relacionadas a trabalho, segurança, saúde ocupacional, direito dos trabalhadores e discridecastrodminação” disse a diretora executiva do UNAIDS, Winnie Byanyima. “A descriminalização do trabalho sexual reduz o risco de transmissão do HIV para trabalhadoras do sexo e seus clientes.” </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mundialmente, trabalhadoras do sexo têm <a href="https://unaids.org.br/estatisticas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="21 vezes mais chance de infecção pelo HIV (opens in a new tab)">21 vezes mais chance de infecção pelo HIV</a> do que a população adulta em geral. Um estudo de 2014 publicado na The Lancet indicou que a descriminalização do trabalho sexual é uma intervenção que pode causar um grande impacto na epidemia de HIV no curso de 10 anos, com a redução de novas infecções pelo HIV estimada entre 33% e 46% entre trabalhadoras do sexo e seus clientes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa é uma grande realização construída com o advocacy de trabalhadoras do sexo e seus apoiadores a partir de vários anos, e também resultado da colaboração entre o governo e as trabalhadoras do sexo,” disse a chefe executiva encarregada da Scarlet Alliance, a Associação de Trabalhadoras do Sexo Australianas, Jules Kim. “Descriminalização significa que trabalhadoras do sexo no Território do Norte são capazes de ter acesso à justiça caso ocorra um crime, sem medo de serem presas. Nós também seremos capazes de implementar estratégias de saúde ocupacional e segurança e priorizar a saúde e segurança de todos aqueles envolvidos no trabalho sexual.”   </p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a nota original (em inglês) em que o UNAIDS saúda decisão do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual, <a href="https://www.unaids.org/en/resources/presscentre/pressreleaseandstatementarchive/2019/december/decision-northern-territory-australia-decriminalize-sex-work" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aqui (opens in a new tab)">aqui</a>.</p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2019/12/unaids-sauda-decisao-do-territorio-do-norte-da-australia-de-descriminalizar-o-trabalho-sexual/">UNAIDS saúda decisão do Território do Norte da Austrália de descriminalizar o trabalho sexual</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Líderes globais da saúde definem prioridades para a cobertura universal na área</title>
		<link>https://unaids.org.br/2016/01/lideres-globais-da-saude-definem-prioridades-para-a-cobertura-universal-na-area/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[UNAIDS Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jan 2016 21:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Líderes mundiais da saúde pública e principais protagonistas envolvidos no tema ao redor do mundo se reuniram na Conferência do Prêmio Prince Mahidol, no final de janeiro, em Bangkok (Tailândia), para discutir como recursos limitados em saúde podem ser utilizados da forma mais eficiente na prestação dos cuidados de saúde de alta qualidade. Sua, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2016/01/lideres-globais-da-saude-definem-prioridades-para-a-cobertura-universal-na-area/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Líderes mundiais da saúde pública e principais protagonistas envolvidos no tema ao redor do mundo se reuniram na </span><i><span style="font-weight: 400">Conferência do Prêmio Prince Mahidol,</span></i><span style="font-weight: 400"> no final de janeiro, em Bangkok (Tailândia),</span> <span style="font-weight: 400">para discutir como recursos limitados em saúde podem ser utilizados da forma mais eficiente na prestação dos cuidados de saúde de alta qualidade.</span><span id="more-2215"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sua Alteza Real Princesa Maha Chakri Sirindhorn, da Tailândia,  abriu a conferência dizendo que o evento veio em um momento-chave, na sequência da adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) pelos países em 2015. O Diretor Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé, fez um discurso falando sobre a necessidade de uma mudança de paradigma, passando de uma resposta da doença a uma abordagem centrada nas pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A conferência realizada em Bangkok (Tailândia), de 26 à 31 de janeiro, teve como  tema “Definindo Prioridades para a Cobertura Universal de Saúde”. O evento deu boas-vindas a mais de 900 oficiais de governo, representantes de organizações intergovernamentais, parceiros do desenvolvimento internacional e pesquisadores de cerca de 50 países.<a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/20160129_PMAC1_816.jpg" rel="attachment wp-att-2244"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2244 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/20160129_PMAC1_816.jpg" alt="" width="632" height="407" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/20160129_PMAC1_816.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2016/02/20160129_PMAC1_816-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Tailândia é um dos países que foram bem-sucedidos ao colocar as pessoas no centro de seu plano de cobertura de saúde universal. Além disso, a Tailândia é hoje uma das lideranças no aumento de serviços prestados em âmbito comunitário. A Administração Metropolitana de Bangkok, por exemplo, trabalha em estreita colaboração com a sociedade civil e as comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Durante sua passagem pela  Tailândia,  acompanhado pela vice-governadora de Bangkok Pusadee Tamthai, Michel Sidibé visitou dois programas liderados pela comunidade. Um deles, conhecido como SWING (do inglês Service Workers in Group Foundation), apoia profissionais do sexo, fornecendo informações sobre doenças sexualmente transmissíveis, aconselhamento sobre o HIV, testes, tratamento, cuidados e serviços de apoio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Sidibé também visitou a clínica Tangerine, situada no Centro de Pesquisas da AIDS da Cruz Vermelha Tailandesa, que é a primeira clínica a oferecer serviços abrangentes de saúde sexual para transsexuais na Tailândia. Praphan Phanuphak, diretor do Centro de Pesquisas, é um dos pioneiro no movimento de AIDS e tem demonstrado como a ciência, integrada ao trabalho comunitário, pode trazer cuidados de saúde às pessoas mais marginalizadas.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Citações</strong></p>
<p><i><span style="font-weight: 400">&#8220;É hora de abordar elos estreitos entre  saúde, injustiça, desigualdade, pobreza e conflitos. Nosso desafio global para alcançar a cobertura de saúde universal será a forma de alcançar os mais vulneráveis e marginalizados—os mais difíceis de serem alcançados &#8220;.</span></i></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400">Michel Sidibé, Diretor Executivo do UNAIDS</span></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400">&#8220;À medida que estabelecermos prioridades, vamos manter as pessoas no centro, especialmente as mais vulneráveis.&#8221;</span></i></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400">Mirai Chatterjee Diretor, SEWA Segurança Social, Associação de Mulheres Autônomas, Índia</span></li>
</ul>
<p><i><span style="font-weight: 400">&#8220;Empoderar as pessoas é essencial para uma boa cobertura universal de saúde, pois só quando as pessoas tiverem voz, serão capazes de reivindicar os serviços que elas realmente precisam. SWING e outras redes comunitárias e organizações da sociedade civil (tailandesa) estão trabalhando com a Administração Metropolitana de Bangkok para garantir que suas vozes sejam ouvidas&#8221;.</span></i></p>
<ul>
<li><span style="font-weight: 400">Surang Janyam, Diretor, Trabalhadores de Serviços da Fundação Grupo (SWING)</span></li>
</ul>
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	            data-title="Líderes globais da saúde definem prioridades para a cobertura universal na área" 
	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2016/01/lideres-globais-da-saude-definem-prioridades-para-a-cobertura-universal-na-area/">Líderes globais da saúde definem prioridades para a cobertura universal na área</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Relatório do Conselho da Europa defende interesses de saúde pública em relação à indústria farmacêutica</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/10/relatorio-do-conselho-da-europa-defende-interesses-de-saude-publica-em-relacao-a-industria-farmaceutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 12:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho da Europa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[Setor farmacêutico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>UNAIDS saudou o relatório aprovado pela Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa em 29 de setembro, que recomenda uma maior regulamentação do setor farmacêutico para defender o interesse público e evitar conflitos de interesses. O relatório “Saúde pública e os interesses da indústria farmacêutica: como garantir a prioridade aos interesses de saúde pública?” destaca, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/10/relatorio-do-conselho-da-europa-defende-interesses-de-saude-publica-em-relacao-a-industria-farmaceutica/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">UNAIDS saudou o relatório aprovado pela Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa em 29 de setembro, que recomenda uma maior regulamentação do setor farmacêutico para defender o interesse público e evitar conflitos de interesses.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório </span><a href="https://highlevelpaneldevelopment.squarespace.com/s/Report.pdf"><span style="font-weight: 400;">“Saúde pública e os interesses da indústria farmacêutica: como garantir a prioridade aos interesses de saúde pública?”</span></a><span style="font-weight: 400;"> destaca a necessidade de maior transparência sobre as atividades das empresas farmacêuticas, especialmente em relação aos custos de produção e preços dos medicamentos fundamentais.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">“Este relatório é bem-vindo porque reafirma o interesse público. Ele deixa claro a necessidade de uma regulamentação mais eficiente do setor farmacêutico para garantir a transparência e aumentar o acesso a medicamentos que salvam vidas”, disse Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS. </span></p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Ele também diz que os custos de pesquisa e desenvolvimento representam atualmente um encargo elevado sobre os custos para os pacientes. O relatório recomenda a utilização de licenciamento obrigatório para coibir eventuais abusos e propõe uma maior flexibilidade em relação à divulgação de dados clínicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No que diz respeito aos governos, o relatório recomenda também maior transparência para evitar que os interesses sociais influenciem indevidamente as decisões políticas, especialmente sobre a autorização de comercialização.</span></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2015/10/relatorio-do-conselho-da-europa-defende-interesses-de-saude-publica-em-relacao-a-industria-farmaceutica/">Relatório do Conselho da Europa defende interesses de saúde pública em relação à indústria farmacêutica</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS pede a governos e indústria farmacêutica para manter compromisso com medicamentos acessíveis e baratos</title>
		<link>https://unaids.org.br/2015/09/unaids-pede-a-governos-e-industria-farmaceutica-para-manter-compromisso-com-a-medicamentos-acessiveis-e-baratos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2015 21:37:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de vista]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[indústria farmacêutica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto os líderes mundiais se reúnem em Nova York para se comprometer com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo metas ambiciosas de saúde pública, o UNAIDS apela aos governos e à indústria farmacêutica para que garantam que os medicamentos permaneçam acessíveis a todos. Aumentos dramáticos nos preços de alguns medicamentos estão levantando preocupações sobre, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/09/unaids-pede-a-governos-e-industria-farmaceutica-para-manter-compromisso-com-a-medicamentos-acessiveis-e-baratos/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto os líderes mundiais se reúnem em Nova York para se comprometer com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, incluindo metas ambiciosas de saúde pública, o UNAIDS apela aos governos e à indústria farmacêutica para que garantam que os medicamentos permaneçam acessíveis a todos.</span></p>
<p><span id="more-1686"></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aumentos dramáticos nos preços de alguns medicamentos estão levantando preocupações sobre a disponibilidade continuada desses remédios para os pacientes, bem como sobre os efeitos mais amplos na saúde pública.</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;Toda a pessoa tem o direito à saúde, não importa onde ela nasça ou quem ela seja&#8221;, acrescentou Sidibé.</p>
</blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Enquanto os líderes mundiais se comprometem a novas metas de saúde pública como parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os governos e o setor privado têm a responsabilidade de garantir que os medicamentos permaneçam acessíveis a todas as pessoas&#8221;, disse o Director Executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. &#8220;A resposta à AIDS é uma prova de que o acesso a medicamentos mais baratos e eficazes pode parar e reverter uma epidemia.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A concorrência dos genéricos na indústria farmacêutica, promovida pelo uso das flexibilidades de propriedade intelectual, ajudou a tornar os preços de medicamentos que salvam vidas muito mais acessíveis ao longo dos últimos 15 anos e permitiu o enorme aumento de escala dos programas de tratamento do HIV. Mais de 15 milhões de pessoas têm hoje acesso a medicamentos antirretrovirais, em comparação com menos de 700 000 pessoas em 2000.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">UNAIDS estabeleceu a nova meta 90-90-90 de tratamento para 2020 com o objetivo de acabar com a AIDS como uma ameaça à saúde pública até 2030. Países de todo o mundo estão adotando a meta 90-90-90 tratamento, em que 90% das pessoas vivendo com HIV conhecem seu estado sorológico para o HIV; 90% das pessoas que conhecem o seu estado serológico tem acesso a tratamento; e 90% das pessoas em tratamento têm  cargas virais indetectáveis.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/10/2015_09_24_UNAIDS_MedicamentosAcessíveis.pdf" target="_blank" rel="noopener">Acesse o comunicado de imprensa aqui.</a></strong></p>
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