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	<title>Saúde global - UNAIDS Brasil</title>
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	<description>Website institucional do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) no Brasil.</description>
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		<title>Dia Mundial da Saúde de 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 20:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tisha (nome fictício), uma jovem da periferia do leste da África, estava com a data prevista para o parto três semanas atrasadas quando foi encaminhada como um caso de emergência para a maternidade da cidade principal. Com atendimento médico especializado, Tisha deu à luz a um menino saudável, a quem deu o nome de, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2021/04/mensagem-do-dia-mundial-da-saude-de-2021-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Tisha (nome fictício), uma jovem da periferia do leste da África, estava com a data prevista para o parto três semanas atrasadas quando foi encaminhada como um caso de emergência para a maternidade da cidade principal.</p>



<span id="more-17338"></span>



<p class="wp-block-paragraph">Com atendimento médico especializado, Tisha deu à luz a um menino saudável, a quem deu o nome de Okello. Mas em vez de ser um momento de alegria para Tisha e sua família, quando ela não pôde pagar a taxa de de serviço de US$ 30, o hospital se recusou a dar-lhe alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tisha foi prontamente transferida para uma ala de detenção especial que abrigava 42 outras mães pobres e foi alocada em uma cama já compartilhada por duas mulheres e seus bebês. Tisha e Okello não teriam permissão para sair até que ela pagasse sua conta, que, segundo as enfermeiras, aumentaria a cada dia. Tisha e seu filho foram mantidos em cativeiro até que ela pudesse ter dinheiro para pagar a conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta história trágica é muito comum. Pagar pela saúde é a maneira mais retrógrada de financiar serviços médicos. No entanto, segundo o Banco Mundial, dois terços dos países africanos estão cobrando taxas de uso em todos os níveis de serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dez mil pessoas morrem todos os dias porque não podem ter acesso aos serviços de saúde. </strong>O custo desses serviços mostram que, a cada ano, 100 milhões de pessoas são empurradas para a pobreza extrema pagando por elas. Isso equivale a três pessoas por segundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estas enormes desigualdades no sistema de saúde continuam se ampliando à medida que os sistemas de saúde em todo o mundo se tornam cada vez mais voltados para o lucro. Muitos dos países mais pobres do mundo estão tentando vender saúde através de seguros de saúde e taxas de uso. Mas como se pode vender saúde a alguém que não tem sequer o básico para sobrevive? Como se pode vender saúde a alguém que não tem um emprego e está lutando para encontrar a próxima refeição?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos governos afirmam que não podem pagar pela saúde, mas a realidade é que podem, se tributarem progressivamente para que todas as pessoas paguem de forma justa por sua parte, se impedirem que as empresas escondam seus lucros em paraísos fiscais e se acabarem com as isenções fiscais. Isto contribuiria muito para equilibrar as desigualdades gritantes no acesso aos serviços públicos, incluindo os de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses modelos orientados para o lucro têm fragmentado sistemas de saúde já fracos e que excluem muitas pessoas— pessoas pobres, lésbicas, gays, bissexuais, pessoas trans e pessoas intersexo, pessoas privadas de liberdade, profissionais do sexo, pessoas que usam drogas injetáveis e numerosos grupos marginalizados. A forma como a saúde é financiada é injusta. Além disso, a falta de direitos humanos dos grupos marginalizados nega o acesso a serviços de saúde de qualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desigualdades nos direitos humanos resultam em desigualdades na saúde. O direito à saúde para TODAS as pessoas é parte da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. A declaração afirma que &#8221; Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde, bem-estar, inclusive alimentação, vestuário, habitação, cuidados médicos e os serviços sociais indispensáveis e direito à segurança em caso de desemprego, doença invalidez, viuvez, velhice ou outros casos de perda dos meios de subsistência em circunstâncias fora de seu controle.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os maiores avanços na saúde aconteceram frequentemente em resposta a uma grande crise—pense nos sistemas de saúde pós-Segunda Guerra Mundial na Europa e no Japão, ou como a AIDS levou ao atendimento universal da saúde na Tailândia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, em meio à crise da COVID-19, lideranças em todo o mundo têm uma oportunidade de construir os sistemas de saúde que sempre foram necessários, e que não podem mais ser adiados. Não podemos mexer nos limites—precisamos de mudanças radicais e transformadoras. A resposta da COVID-19 nos dá uma oportunidade de mudar as regras e garantir a igualdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial da Saúde de 2021, façamos esse chamado para garantir que a vida das pessoas venha antes do lucro. Que os governos assumam o compromisso de garantir que todas as pessoas, sem discriminação, tenham acesso a serviços de saúde de qualidade. O direito à saúde é um direito humano intransferível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta crise do coronavírus em que nos encontramos hoje poderia, como outras crises globais anteriores, criar as soluções globais e nacionais no cuidado com a saúde de que tanto precisamos. <strong>Aproveitemos o momento!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Winnie Byanyima<br></strong><em>Diretora Executiva do UNAIDS</em></p>
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	            data-home="https://unaids.org.br"></div><p>The post <a href="https://unaids.org.br/2021/04/mensagem-do-dia-mundial-da-saude-de-2021-da-diretora-executiva-do-unaids-winnie-byanyima/">Dia Mundial da Saúde de 2021: Mensagem de Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS.</a> first appeared on <a href="https://unaids.org.br">UNAIDS Brasil</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>UNAIDS dá boas-vindas à nomeação de Deborah Birx como coordenadora de resposta ao coronavírus da Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Feb 2020 15:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O UNAIDS congratula a nomeação de Deborah Birx como coordenadora de resposta ao coronavírus da Casa Branca (EUA). A carreira de Birx como especialista médica de renome mundial inclui sua contribuição para o progresso recente na resposta global ao HIV e seu compromisso em trabalhar com comunidades afetadas pelo HIV no cargo como coordenadora, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2020/02/unaids-da-boas-vindas-a-nomeacao-de-deborah-birx-como-coordenadora-de-resposta-ao-coronavirus-da-casa-branca/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O UNAIDS congratula a nomeação de Deborah Birx como coordenadora de resposta ao coronavírus da Casa Branca (EUA). A carreira de Birx como especialista médica de renome mundial inclui sua contribuição para o progresso recente na resposta global ao HIV e seu compromisso em trabalhar com comunidades afetadas pelo HIV no cargo como coordenadora global de AIDS dos Estados Unidos e representante especial dos Estados Unidos para Diplomacia em Saúde Global. </p>



<span id="more-14521"></span>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A decisão do vice-presidente Mike Pence de nomear Deborah Birx para atuar como coordenadora da resposta ao coronavírus da Casa Branca é sábia&#8221;, disse Winnie Byanyima, diretora executiva do UNAIDS. &#8220;Birx demonstrou repetidamente sua capacidade incomparável de controlar doenças infecciosas e está extremamente bem posicionada para desenvolver um plano eficaz de resposta ao COVID-19 nos Estados Unidos.&#8221; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conectar as pessoas necessitadas rapidamente aos serviços de prevenção ou tratamento dos efeitos da doença requer uma habilidade especializada que Birx desenvolveu ao longo de quase três décadas como especialista em saúde pública. Sua experiência em lidar com o estigma e a discriminação relacionados a doenças e sua compreensão de como desenvolver respostas eficazes à saúde, capazes de produzir resultados para as pessoas, serão habilidades inestimáveis ​​em sua nova função.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estou confiante de que a sra. Birx traduzirá para o COVID-19 a experiência que aplicou ao HIV &#8220;, disse Byanyima. &#8220;Os insights obtidos com a resposta ao HIV podem ser úteis para a contenção dessa nova ameaça viral. Há uma necessidade de mais trabalho colaborativo entre as categorias de doenças. Mesmo quando combatemos novas doenças, devemos permanecer vigilantes quanto às epidemias simultâneas.” </p>
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		<title>Países do BRICS se comprometem com a Aceleração da Resposta para o fim da epidemia de AIDS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2015 12:56:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na primeira reunião do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) desde a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), os ministros da saúde do bloco BRICS adotaram a Declaração de Moscou, que define novos compromissos ousados na cooperação para a saúde global. Os compromissos incluem o fortalecimento dos vínculos entre os, <a class="read-more" href="https://unaids.org.br/2015/10/paises-do-brics-se-comprometem-com-a-aceleracao-da-resposta-para-o-fim-da-epidemia-de-aids/">Read More</a></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira reunião do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) desde a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), os ministros da saúde do bloco BRICS adotaram a Declaração de Moscou, que define novos compromissos ousados na cooperação para a saúde global.<span id="more-1862"></span> Os compromissos incluem o fortalecimento dos vínculos entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e a saúde pública, a colaboração na meta para a eliminação da tuberculose e a garantia do acesso a medicamentos de qualidade, eficazes, seguros e a preços acessíveis.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8220;Hoje nós temos as ferramentas para acelerar o fim da epidemia da AIDS&#8221;,<br />
afirmou Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS.</p>
</blockquote>
<p>Durante este encontro, realizado dia 30/10 em Moscou, na Rússia, as autoridades também reforçaram seu compromisso de alcançar a meta 90-90-90 de tratamento do UNAIDS e de alinhar seus esforços nacionais com a meta de Aceleração da Resposta para alcançar o fim da epidemia de AIDS até 2030.</p>
<p>&#8220;Hoje nós temos as ferramentas para acelerar o fim da epidemia da AIDS. Com o papel de liderança do BRICS, podemos disponibilizar essas ferramentas às pessoas mais afetadas nas comunidades em maior risco de infecção pelo HIV&#8221;, afirmou Luiz Loures, Diretor Executivo Adjunto do UNAIDS.</p>
<p>Presidido pela Ministra da Saúde Russa, Veronika Skvortsova, o encontro contou com delegações de todos os cinco países do BRICS. Skvortsova confirmou que o Ministério da Saúde da Rússia duplicará o financiamento do governo para a sua resposta nacional ao HIV em 2016, a fim de prestar um apoio urgente para aumentar o acesso ao aconselhamento voluntário e à testagem para o HIV. Esta iniciativa também aumentará o acesso à terapia antirretroviral para que o acesso seja garantido a pelo menos 60% das pessoas que precisam do tratamento. &#8220;A Federação Russa está empenhada em aumentar ainda mais a colaboração dentro do BRICS em áreas-chave, como o HIV, a tuberculose e as doenças não-transmissíveis&#8221;, disse a Ministra Veronika Skvortsova.</p>
<p><a href="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/20151030_Russia_01.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-1863 size-full" src="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/20151030_Russia_01.jpg" alt="20151030_Russia_01" width="632" height="407" srcset="https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/20151030_Russia_01.jpg 632w, https://unaids.org.br/wp-content/uploads/2015/11/20151030_Russia_01-300x193.jpg 300w" sizes="(max-width: 632px) 100vw, 632px" /></a></p>
<p>Os ministros também discutiram as direções estratégicas, como os riscos de acordos TRIPS-Plus &#8211; consideradas medidas mais rigorosas de proteção de patentes -, e as oportunidades que o novo banco de desenvolvimento do BRICS terá para financiar programas de saúde inovadores.</p>
<p>&#8220;Os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável pretendem inaugurar um mundo novo, honesto e mais justo. O BRICS deve ser um dos líderes na condução em direção ao mundo mais justo e igualitário que queremos&#8221;, ressaltou Aaron Motsoeledi, Ministro da Saúde da África do Sul.</p>
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